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Sexta-feira 13 | Os gatos pretos mais ICÔNICOS da Cultura Pop

Apesar de serem extremamente fofinhos, faz séculos que os gatos pretos são considerados sinais de azar e mau agouro, ainda mais numa sexta-feira 13, como hoje. Apesar de haver várias possíveis origens do por quê atribuírem tantas coisas ruins aos bichanos, a mais famosa aponta para a Idade Média. Naquela época, tentando romper com as tradições consideradas pagãs, que promoviam a adoração dos gatos, a Inquisição associou os felinos a bruxaria e ocultismo. E como os gatos eram criaturas de hábito noturno, não demorou para que fossem ligados ao medo e ao mistério das vilanizadas bruxas. Infelizmente, esse preconceito segue até os dias atuais, causando anualmente lesões sérias e até mesmo a morte desses pobres animais, por conta da ignorância de algumas pessoas que levam essa história ultrapassada a sério. Por outro lado, parte da Cultura Pop conseguiu reverter essa imagem negativa dos gatos pretos, usando o animal como inspiração para criar personagens carismáticos que logo caíram nas graças do povo. Pensando nisso, o CinePOP escolheu os 10 gatos pretos mais icônicos da Cultura POP. Confira!

Salem Saberhagen

WhatsApp Image 2023 01 13 At 11.02.54Ok, não existe lista de gatos pretos icônicos sem o irônico Salem Saberhagen, do universo da bruxinha Sabrina. Além de ser o responsável por praticamente todos os gatos pretos dos anos 90 se chamarem Salem, o felino se tornou um verdadeiro ícone de duas décadas atrás por seu jeitão sarcástico. E apesar de ter feito sua estreia oficial nos quadrinhos da Sabrina em 1962, com uma aparência e funcionalidade narrativa bem diferentes, o gatinho se eternizou mesmo foi na série de TV, Sabrina: Aprendiz de Feiticeira (1996 – 2003). Nesta produção, ele foi interpretado por quatro gatos diferentes para cenas gerais, e por uma marionete espetacular para as cenas de diálogo e para os mais variados looks que o gatinho ostentou. Foi na série também que ele ganhou uma história de origem. Ele era um feiticeiro que foi condenado a viver como gato, após usar a magia para tentar fazer com que uma mortal se apaixonasse por ele.

Gato Félix

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Considerado por muitos como o primeiro astro animado do cinema mudo, o Gato Félix foi criado em 1919 e ficou tão popular que se tornou um dos responsáveis pela exibição de desenhos animados em salas de cinema. Sem o artifício do som, ele teve de usar do humor físico e das expressões caricatas para cativar o público. E parte da graça do personagem vinha justamente do contraste de seu nome com sua aparência. Enquanto ele era um gatinho preto, associado a coisas ruins, seu nome, Felix, vinha do latim e significava “Feliz”. Ao longo de sua carreira, Felix chegou a dividir tela com Charlie Chaplin e, acompanhado de sua lendária maletinha sem fundo, conquistou o coração de milhões de crianças e adultos pelo mundo.

Frajola

Maxresdefault 1 1O Frajola é um gato tão icônico que acabou virando sinônimo de todo felino de pelo preto com manchas brancas. Por isso, até pensei se deveria entrar na lista ou não, mas convenhamos que o tanto que esse coitado sofreu nas telas o credenciou a estar aqui, vai… Lançado em 1945, ele surgiu como um vilão dos curtas do canarinho Piu-Piu. O mais interessante é que seu primeiro nome foi Thomas, o que podia causar confusão com o gato Tom, de Tom & Jerry. Com o passar dos anos, o Frajola ganhou mais popularidade que o próprio Piu-Piu, fazendo aquele papel ingrato do coadjuvante que se dá mal, como o Patolino, o Coiote e o Kiko, de Chaves. E ele também passou a fazer participações em outros desenhos, como o do rato Ligeirinho e o Pepe Le Gambá. E mesmo sem nunca conseguir efetivamente comer suas presas, apesar de chegar bem perto todas as vezes, o Frajola segue aí na luta. Exemplo de perseverança.

Penélope

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Pulando de um membro dos Looney Tunes para outra, a gatinha Penélope merece justiça. Ela estreou em 1949, quatro anos depois de seu stalker, Pepe Le Gambá, e já ganhou um Oscar em sua primeira aparição. Desde então, para o terror da coitada, a Penélope apareceu em praticamente todos os curtas do gambá. Seu papel na trama geralmente era uma gatinha comum em Paris que só queria ficar de boa. No entanto, ela acabava tendo sua paz perturbada pelo inconveniente assédio do fedorento Pepe Le Gambá, que estava doentiamente apaixonada por ela, já que acreditava que ela também era uma gambazinha. Com o passar dos anos, a Penélope virou tema de debates sobre assédio e atualmente não está mais em uso nas animações, já que o próprio Pepe se tornou persona non grata, o que quase rendeu uma piada em Space Jam: Um Novo Legado (2021), mas acabou sendo cortada.


Jiji

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No clássico de Hayao Miyazaki, O Serviço de Entregas da Kiki (1989), acompanhamos a aventura da bruxinha Kiki, que completa 13 anos de idade e precisa seguir a tradição das bruxas de se mudar para uma nova cidade, onde deve encontrar sua independência. Junto com seu gatinho Jiji, ela precisa achar uma forma de tocar a vida. Então, com sua habilidade de voar na vassoura – e com a ausência de concurso para os Correios – ela inicia um serviço autônomo de entregas. O Jiji é um personagem tão importante nessa história que cativou os fãs e se tornou um dos mais populares no glorioso panteão dos Estúdios Ghibli. Com seus traços simples e a habilidade de fala, o felino traz todas as características físicas e comportamentais de um gato doméstico – com o adicional de fazer comentários engraçadinhos, se passar por um boneco de pelúcia e procurar o amor de uma gatinha que aparece em certo momento. É muito fofo.

Lúcifer

Maxresdefault 2 1Inspirado em um gato da vida real que fazia de tudo para chamar atenção e conseguir o que queria, o gorducho gato da Madame Tremaine foi pensado como o alívio cômico do núcleo de vilões de Cinderela (1950). Também conhecido como “Gato Mal”, Lúcifer é um gato preto que cresceu no meio odioso de inveja e trapaças da família Tremaine. Ou seja, ele cresceu como vilão para a trama da “underdog” Cinderela. No entanto, vendo por uma ótica mais racional, o Lúcifer não faz nada além do que um gato doméstico comum faria, que é caçar ratos, dormir, implicar com cachorros e derrubar coisas das prateleiras. O problema é que a Disney estava mesmo inspirada na hora de criar um dos ratos mais fofos e engraçadinhos do cinema, o Tatá, para enfrentar o Lúcifer. Aí realmente não tinha como torcer contra os roedores.

Bola de Neve 

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A família animada mais famosa da TV norte-americana segue imparável nas telinhas com seu humor sarcástico e previsões bizarras de acontecimentos históricos. Além dos personagens humanos de Os Simpsons, a família conta com dois membros icônicos. O cachorro de Bart Simpson, Ajudante de Papai Noel, e a gatinha preta da Lisa Simpson: Bola de Neve. É engraçado que uma gata preta se chame assim, afinal a neve é branca, mas tem uma explicação. Como a série é pautada no sarcasmo e na paródia da realidade, eles usam do destino trágico que os gatos costumam ter para isso. A primeira Bola de Neve era uma gatinha branca, mas ela morreu. Então, eles foram substituindo os felinos para que Lisa não perdesse o afeta da mascote. A única mudança era a numeração no nome dos animais. O mais bizarro disso tudo é que mesmo com todo o afeto de Lisa, os Bola de Neve II, III e IV acabaram morrendo. Os dois primeiros fugiram para a rua e foram atropelados, o terceiro morreu afogado tentando pegar um peixinho dourado no aquário, e o quarto se assustou com a Lisa tocando saxofone, pulou da janela e morreu. Atualmente, ela está com o Bola de Neve V, que foi arremessado na cabeça dela pela Louca dos Gatos.

Thackery Binx

Thackery Binx

Os anos 90 definitivamente tinham alguma coisa com gatos falantes. No clássico de Halloween, Abracadabra, Thackery Binx se destacou dentre as divertidas e malignas bruxas. Ele é apresentado como um menino que foi amaldiçoado a viver pela eternidade como um gato preto, abandonado ao relento da floresta. Porém, após as bruxas serem derrotadas, ele se dedica a trabalhar como guardião do mausoléu, para evitar que alguém acenda a vela e traga as bruxas de volta à vida. Como vocês devem imaginar, o pobre coitado não consegue evitar e a trindade maldosa retorna. O gatinho acabou conquistando o público com seu carisma.

Fígaro

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Fazendo sua estreia nas telas em 1940, o gatinho Fígaro surgiu como o mascote do sonhador Gepeto. Antes dele criar o Pinóquio, o homem considerava o pequeno felino seu melhor amigo. Na casa de madeira, Fígaro gostava de brincar, dormir com seu cobertorzinho e implicar com a peixinha Cléo, que era apaixonada por ele. Apesar de não ter tanto destaque na trama, Fígaro conseguiu um feito impressionante: ser o personagem favorito do lendário Walt Disney. Por conta disso, o gatinho estrelou alguns curtas depois do filme e atualmente é o mascote oficial da primeira-dama da Disney: Minnie Mouse.

Luna

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Encerrando a matéria, precisamos falar de Sailor Moon, o Mangá e o Anime fenômenos nos anos 90, que contam a história de Usagi Tsukino, uma adolescente comum de 14 anos cuja vida virada de ponta-cabeça ao descobrir que ela é, na verdade, uma guerreira espacial renascida para proteger o futuro da Terra e do sistema solar. Assim, Usagi e as outras guerreiras precisam aprender a usar e controlar seus poderes para impedir que uma grande tragédia aconteça. E quem revela a Usagi a verdade sobre sua pessoa é justamente a gatinha Luna, que fala e passa a servir como um tipo de mentora e conselheira da protagonista, além de ajudá-la a descobrir mais sobre sua família e sua linhagem universal. Inicialmente mostrada como uma gatinha, posteriormente é revelado que a Luna é uma alienígena do Planeta Mau (“Mau” é “Gato” em egípcio).

10 Filmes dos Anos 80 de Grandes Diretores, mas que você nunca tinha ouvido falar!

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Ah, os anos 80. Só quem viveu a década para entender o que foi o período. Sem dúvidas foi uma época marcante e que não volta mais. Apesar dos exageros e do teor politicamente incorreto, foi uma era importantíssima para a cultura pop. Foi nesse período que os blockbusters se consolidaram de vez, e os fãs de cinema ganhavam outros tipos de produto e mídia para vincular aos filmes, como desenhos animados, bonecos, brinquedos e videogames, por exemplo.

Lançar um filme no cinema não era mais uma coisa solitária, pois estaria ligado a inúmeros outros produtos licenciados, que poderia render muito dinheiro, mesmo que o filme não tivesse sido um sucesso absoluto. Nessa época alguns nomes reinaram, como o de Steven Spielberg, por exemplo, o rei do cinema entretenimento. Ivan Reitman, Robert Zemeckis, Richard Donner e Ridley Scott também foram outros que contribuíram bastante para o estilo de filme onde a diversão era o primeiro compromisso.

Esses e outros cineastas se tornaram consagrados, e ainda hoje seus nomes são muito significativos para a sétima arte. Mas até mesmo estes diretores lendários possuem dias ruins no escritório. E apesar de terem diversos sucessos no currículo, também possuem “aquele” filme que ninguém ouviu falar. Pensando nisso, essa nova matéria irá dar uma olhada em 10 filmes dos anos 80 comandados por grandes diretores, mas que muitos nunca ouviram falar. Confira.

Além da Eternidade (1989)

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Quando falamos em cinema entretenimento dos anos 80, pensamos imediatamente em Steven Spielberg. E quando pensamos no diretor, lembramos da trilogia ‘Indiana Jones’, ‘E.T. – O Extraterrestre’ e até em seus filmes sérios, como ‘A Cor Púrpura’ e ‘Império do Sol’. Porém, existe um filme dirigido por Spielberg nos anos 80 que ninguém comenta. Falo de ‘Além da Eternidade’ (1989), romance dramático sobre um bombeiro florestal que perde a vida no trabalho e ajuda a namorada seguir em frente com sua vida na forma de um fantasma. O longa é o remake do clássico ‘Dois no Céu’ (1943).

Depois de Horas (1985)

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Martin Scorsese é considerado hoje o “maior diretor de cinema ainda vivo”. A verdade é que o lendário artista entrará para a história como um dos maiores de todos os tempos, dono de alguns dos longas mais memoráveis da sétima arte, vide ‘Taxi Driver’, ‘Touro Indomável’ e ‘Os Bons Companheiros’. Porém, Scorsese passou por uma fase difícil nos anos 80, quando a maioria de seus lançamentos fracassaram – somente para depois ressurgiram como cults. Dessa fase difícil, o menos lembrado é ‘Depois de Horas’ (1985), a única comédia de sua carreira – que sendo um filme do diretor trata-se de uma comédia ácida e alucinada, sobre um homem retraído passando pelo “pão que o diabo amassou” para encontrar uma garota no centro da cidade de Nova York.

Tucker: Um Homem e seu Sonho (1988)

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Francis Ford Coppola pode ter cometido a barbaridade chamada ‘Megalópolis’ ano passado e perdido uma fortuna com isso, mas o lugar do diretor no Olimpo cinematográfico estará para sempre cimentado graças à trilogia ‘O Poderoso Chefão’, ‘Apocalypse Now’, ‘Drácula de Bram Stoker’, ‘A Conversação’ e outros mais. Porém, existe um filme em seu currículo, na década de 80, que quase ninguém ouviu falar. Trata-se do drama biográfico ‘Tucker’, sobre Preston Tucker, um homem que lutou contra gigantes para criar o design de um novo automóvel. No longa ele é interpretado por Jeff Bridges.

Quem Tudo Quer, Tudo Perde (1986)

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Quando falamos do cineasta Brian De Palma, muitos o associarão a grandes obras de suspense, vide ‘Vestida para Matar’ e ‘Dublê de Corpo’, ou “óperas do crime”, vide ‘Scarface’, ‘Os Intocáveis’ e ‘O Pagamento Final’. Mas o que muitos podem não saber é que De Palma também se arriscou na comédia. E isso foi em 1986, com ‘Quem Tudo Quer, Tudo Perde’ (Wise Guys). De certa forma, De Palma não abandonou o tema dos mafiosos, agora imagine um ‘Os Bons Companheiros’ caso tivesse o humor como tópico principal. É o que acontece nesse longa estrelado por Danny DeVito e Joe Piscopo.

O Príncipe das Sombras (1987)

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Voltando para o ano de 1987, tivemos obras muito marcantes dentro do terreno do terror, longas como ‘Os Garotos Perdidos’, ‘Hellraiser: Renascido do Inferno’, e até mesmo cults como ‘Quando chega a Escuridão’. Mas um que ninguém fala ou lembra é ‘O Príncipe das Sombras’. Você já tinha ouvido falar? Mas e se eu te disser que atrás da cadeira de diretor se encontra ninguém menos que John Carpenter, responsável por obras lendárias como ‘Halloween’, ‘O Enigma de Outro Mundo’ e ‘Fuga de Nova York’. Na trama, cientistas conseguem abrir um portal para outra dimensão, a qual eles acreditam que seja o inferno. É claro que uma porta tem dois lados e logo algo do lado de lá chega ao nosso mundo.

Perigosamente Juntos (1986)

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Os Caça-Fantasmas’, ‘Irmãos Gêmeos’ e ‘Um Tira no Jardim de Infância’ são alguns dos filmes atemporais do saudoso Ivan Reitman. Mas nos anos 80, além de caçar fantasmas, o cineasta também investiu em uma comédia romântica criminal, envolvendo advogados. Mas seja sincero, você já havia ouvido falar em ‘Perigosamente Juntos’? A trama apresenta um triângulo amoroso incomum, quando um promotor público de Nova York (Robert Redford) se vê envolvido com sua cliente bela e loira (Daryl Hannah), acusada de assassinato, ao mesmo tempo em que tem um forte elo com sua colega de profissão, papel de Debra Winger.

Carros Usados (1980)

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São inúmeros os sucessos da carreira de Robert Zemeckis, um dos cineastas apadrinhados por Steven Spielberg. Imediatamente lembramos da trilogia ‘De Volta para o Futuro’, de ‘Tudo por uma Esmeralda’ e ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’. Mas você sabia que antes de voltar para o futuro, os criadores Robert Zemeckis e Bob Gale decidiram vender carros usados? E fizeram isso com a ajuda de Kurt Russell, um ano antes de o ator viver o inesquecível Snake Plissken em ‘Fuga de Nova York’. Em ‘Carros Usados’, Russell vive um vendedor vigarista, fazendo de tudo para deslanchar sua agência furreca de carros, nesta comédia pouco conhecida.

Um Romance Muito Perigoso (1985)

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De Volta para o Futuro’, ‘Os Goonies’, ‘Rambo 2’, ‘Rocky IV’ e ‘Clube dos Cinco’ são alguns dos maiores sucessos do cinema de quarenta anos atrás. Mas nesse mesmo ano, um longa passou sem ninguém perceber, e você provavelmente nem sabe que ele existe. Porém, ‘Um Romance Muito Perigoso’ conta com direção de ninguém menos que John Landis, o mesmo de ‘Os Irmãos Cara de Pau’, ‘Um Lobisomem Americano em Londres’ e ‘Um Príncipe em Nova York’. De certa forma, esse filme tem suas semelhanças com ‘Depois de Horas’. Em ambos os filmes, um sujeito azarado se mete em uma trama mortal, tudo por causa de uma bela mulher. O azarado da vez é vivido por Jeff Goldblum, e a bela é ninguém menos que Michelle Pfeiffer.

Bar Max (1980)

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O que você pensa quando o nome do cineasta Richard Donner é mencionado? Bem, podemos pensar em diversos filmes icônicos. Um deles, é claro, é ‘Superman – O Filme’. Outro poderia ser o citado ‘Os Goonies’. Ou ainda quem sabe os quatro filmes da franquia ‘Máquina Mortífera’, entre outros. Pois é, só um cineasta do tamanho do saudoso Donner para colecionar tantos sucessos. Mas mesmo um gigante como ele teve em sua filmografia aquele projeto que ao ser mencionado todos ficam “o que?”. No caso de Donner esse projeto é ‘Bar Max’, justamente o filme que o diretor escolheu trabalhar depois de ‘Superman’. Trata-se de um drama, com alguns elementos cômicos, que reúne em um bar figuras excêntricas. Entre eles, o protagonista, um sujeito que tentou se matar ao pular da janela, e terminou ficando aleijado.

Perigo na Noite (1987)

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Terminamos a matéria com ninguém menos do que Ridley Scott, octogenário que continua trabalhando nos dias de hoje, como nunca anteriormente. Se duvida, é só dar uma olhada em filmes como ‘Napoleão’, ‘Gladiador II’, ‘Casa Gucci’ e ‘O Último Duelo’, todos lançados nos últimos cinco anos. Ou seja, é praticamente um filme por ano. Mas é claro que o diretor também é dono de verdadeiros clássicos irretocáveis, como ‘Alien – O Oitavo Passageiro’ e ‘Blade Runner’. Porém, Scott é outro que não deu muita sorte em seus projetos no fim dos anos 80 e nos anos 90. Entre seus filmes mais obscuros e que quase ninguém fala ou conhece, está o primeiro longa que dirigiu passado no tempo presente. ‘Perigo na Noite’ é um thriller no qual um policial truculento (Tom Berenger) se apaixona pela socialite que é designado a proteger, papel de Mimi Rogers.

‘A Coisa’ completa 40 anos – Você lembra do filme do iogurte assassino?

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Já pensou em uma sobremesa tão deliciosa que se torna viciante para os seus consumidores? E não apenas isso, ao invés de nós a comermos, ela que termina nos devorando. Essa é a premissa de ‘A Coisa’ (The Stuff), clássico cult da década de 1980 que está completando nada menos que quatro décadas de sua estreia este ano. Quem viveu a época certamente lembra das reprises do filme no SBT – que se tornou a casa do longa no Brasil. Abaixo daremos uma olhada mais aprofundada nesse clássico absoluto do cinema de gênero. Confira.

Em 1985, entre a ascensão do consumismo e o declínio da Guerra Fria, o cineasta Larry Cohen lançou ‘The Stuff(A Coisa), um filme de terror que misturava sátira social, horror corporal e crítica ao capitalismo. Com um orçamento modesto e ideias audaciosas, a obra foi rapidamente engolida pela crítica tradicional e ofuscada por produções mais robustas da época. No entanto, com o passar das décadas, A Coisafermentou nas margens da cultura pop até se tornar um clássico cult adorado por fãs de horror e cinéfilos que apreciam comentários sociais ácidos disfarçados de entretenimento pulp.

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Uma das ideias mais originais para um filme de terror, ‘A Coisa’ trazia o consumismo como vilão.

A ideia para o filme surgiu quando Larry Cohen, diretor e roteirista conhecido por misturar gêneros e subverter expectativas, observava a obsessão americana com produtos alimentícios “milagrosos”. Inspirado por comerciais de iogurte e dietas instantâneas, Cohen se perguntou: “E se um alimento tão saboroso e viciante surgisse… mas tivesse vontade própria?” A resposta foi The Stuff, uma substância misteriosa (e possivelmente alienígena) que brota da terra na neve como petróleo e rapidamente se torna a sobremesa mais popular do país — até que seus efeitos colaterais se tornam mortais.

Produzido de forma independente, A Coisa enfrentou diversas limitações orçamentárias, mas Larry Cohen compensou isso com criatividade e ousadia. O elenco foi liderado por Michael Moriarty, que já havia trabalhado com o diretor em ‘Q – A Serpente Alada’ (1982). Com seu carisma excêntrico, Moriarty interpreta David Rutherford, um espião industrial encarregado de investigar a origem misteriosa do novo sucesso alimentício.

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Todos parecem adorar The Stuff, mas as consequências são letais.

Cohen trabalhou com um time pequeno e eficiente, gravando em locações reais e improvisando soluções para os efeitos especiais. Para simular o movimento e a aparência da “Coisa”, foram utilizados desde espuma de extintor de incêndio até sorvete de iogurte e creme de barbear. Em algumas cenas, tanques inteiros de substâncias brancas eram despejados em miniaturas e estúdios construídos artesanalmente.

O diretor também contou com a presença de Garrett Morris (‘Saturday Night Live’) como “Chocolate Chip Charlie”, um personagem que simbolizava o pequeno trabalhador engolido pelo monopólio corporativo. No terceiro ato, um dos momentos mais memoráveis ocorre quando Charlie se transforma em uma casca humana vazia, revelando que a Coisa controla seus consumidores de dentro para fora — um claro comentário sobre alienação e conformismo.

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A cena mais bizarra de ‘A Coisa’, que chocou toda uma geração. Quem viveu sabe.

A Coisa é muito mais do que um filme de terror. Cohen utilizou o gênero como uma plataforma para criticar o consumismo desenfreado, a manipulação publicitária e o poder destrutivo das corporações. A Coisa é vendida como “leve”, “natural” e “viciante”, ecoando a linguagem das campanhas de alimentos dietéticos que explodiam nos anos 1980. Os comerciais mostrados no filme — paródias de anúncios reais — são quase indistinguíveis dos verdadeiros.

A narrativa sublinha como a sociedade pode ser manipulada pelo marketing e pela conveniência, aceitando cegamente produtos sem questionar sua procedência ou segurança. A crítica implícita ao fast-food, à substituição de alimentos por substâncias sintéticas e ao apetite insaciável da cultura de consumo se mantém incrivelmente relevante.

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Com cores suaves, esse era o logo de ‘Stuff’, a nova sobremesa sensação pronta para dominar o mundo.

Além disso, A Coisaincorpora uma leitura política. A ideia de uma substância alienígena que controla a mente das pessoas remete ao medo comunista (em linha com filmes como Vampiros de Almas) e, ao mesmo tempo, à crescente desconfiança em relação ao governo e às empresas privadas que moldavam os hábitos de consumo dos americanos.

Na época de seu lançamento, A Coisa teve uma recepção fria — tanto do público quanto da crítica. Muitos espectadores esperavam um terror mais convencional e ficaram confusos com o tom satírico do filme. O marketing não soube como vender a proposta híbrida da obra: era terror? Comédia? Crítica social? Suspense industrial? A indefinição de gênero prejudicou sua distribuição.

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Não basta você se viciar em The Stuff sozinho, a ideia era viciar todos, incluindo sua própria família.

Cohen lamentou publicamente a interferência da distribuidora, que editou várias cenas e retirou trechos importantes que aprofundavam a crítica e o desenvolvimento dos personagens. Mesmo assim, o diretor seguiu orgulhoso da obra e nunca renegou a mensagem do filme, que ele considerava uma das mais contundentes de sua carreira.

Com o advento do VHS e, mais tarde, do DVD, A Coisa encontrou seu verdadeiro público. Nos anos 1990 e 2000, o filme passou a circular entre fãs de horror alternativo, sendo redescoberto por uma geração que cresceu em meio à cultura das “guloseimas perigosas” e à expansão das redes de fast-food. Sites especializados, convenções de horror e canais de YouTube começaram a celebrar o filme como uma joia subestimada.

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É claro que The Stuff dominou a mídia, e os comerciais foram massivos. Afinal, que outra forma de convencer o consumidor a comprar seu produto.

Cenas específicas — como a da geladeira transbordando ou a boca derretendo do garoto Jason — viraram memes visuais na internet. A estética oitentista, com cores vibrantes e efeitos práticos, caiu no gosto das novas gerações que buscavam autenticidade estética em um mundo saturado por CGI.

A Coisa passou a ser exibido em sessões de meia-noite, maratonas de horror retrô e listagens de “filmes mais esquisitos que você precisa ver antes de morrer”. Em 2010, o próprio Quentin Tarantino o citou como uma de suas “influências esquecidas favoritas”, reacendendo o interesse em cineastas independentes.

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A Coisa’ aborda literalmente o lema: “você é o que você come”!

Quatro décadas após seu lançamento, A Coisa possui uma base de fãs apaixonada. Produtos inspirados no filme — de camisetas a réplicas da embalagem da sobremesa — são vendidos em lojas especializadas e sites de cultura geek. Artistas gráficos criam pôsteres alternativos, designers fazem embalagens estilizadas e cosplayers até se vestem como “vítimas da Coisa” em eventos de terror.

Grupos online se reúnem para discutir as alegorias do filme, com teorias que vão desde a crítica à indústria farmacêutica até interpretações ambientais. Podcasts como Colors of Fear e RetroScream dedicaram episódios inteiros à análise do subtexto político de The Stuff, reforçando seu status como um dos filmes mais subversivos da era Reagan.

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A produção de Stuff é massiva, sem que ninguém tenha se preocupado com o quão nocivo é o produto. Soa familiar?

Além disso, o filme tem sido objeto de estudos acadêmicos. Ensaios e teses de cinema o relacionam a obras como ‘Eles Vivem, de John Carpenter, e ‘Videodrome, de David Cronenberg, compondo um trio essencial da crítica ao consumo de massa no cinema de gênero.

Em 2025, A Coisa permanece atual. Num mundo de ultraprocessados, influenciadores promovendo produtos “milagrosos” e uma indústria alimentícia que ainda privilegia o lucro à saúde, o filme de Cohen parece profético. A pergunta que ele levanta — “sabemos o que estamos comendo?” — ecoa com força.

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A Coisa, como entidade simbólica, representa tudo aquilo que devoramos sem pensar: modas, tendências, produtos, ideias. E como diz um personagem no filme: “Se algo está em toda parte, é melhor você começar a se perguntar por quê.”

Se A Coisafosse lançado hoje, talvez fosse aclamado como sátira social de prestígio — uma mistura de Black Mirror com Não! Não Olhe! de Jordan Peele. Mas sua origem humilde e espírito rebelde são parte de seu charme. É um lembrete de que, no cinema de horror, a criatividade é mais nutritiva do que qualquer blockbuster insosso.

A Coisa talvez não tenha dominado o mundo como no universo do filme, mas certamente conquistou um espaço especial nos corações dos cinéfilos que apreciam terror com substância. E, 40 anos depois, ainda há muita gente saboreando esse clássico.

‘Round 6’: O fim está próximo no eletrizante trailer definitivo da última temporada; Confira dublado!

É hora dos jogos se encerrarem no emocionante trailer definitivo da 3ª e última temporada de ‘Round 6’.

No vídeo promocional, o jogador 456 deve tomar uma decisão final que pode custar o destino de todos os remanescentes no jogo.

Confira, dublado:

A Netflix Brasil divulgou mais um cartaz oficial da 3ª e última temporada de Round 6.

A leva de encerramento da popular atração chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 27 de junho.

Confira, junto ao trailer:

round 6 2
round 6 2


A 2ª temporada de Round 6 gerou diversas reações dos fãs, especialmente após o final em suspense que deixou muitos com um gosto agridoce.

Embora a série tenha quebrado recordes de audiência na Netflix, a segunda temporada não foi tão esmagadoramente positiva como a primeira, com alguns fãs demonstrando insatisfação.

Em entrevista recente ao Star News Korea, Lee Byung-hun, que interpreta o Líder (Jogador 001) na série, falou sobre as críticas e defendeu o segundo ciclo.

“Pessoalmente, achei divertido. Eu respeito essas opiniões. De fato, nenhuma obra está livre de críticas. Achei que o diretor Hwang Dong-hyuk é uma pessoa muito inteligente”, disse Lee Byung-hun. 

Anteriormente, o criador revelou o que podemos esperar da terceira (e última) temporada da série: “Quando eu estava escrevendo o roteiro da segunda e terceira temporada, senti que havia chegado a um ponto decisivo no final do sétimo episódio, então achei que faria sentido reservar o resto da história para uma temporada diferente. É por isso que tivemos essa separação. O embate violento entre Gi-hun e o Líder irá continuar até o desfecho da terceira temporada, que está programada para estrear no próximo ano.”

Round 6 temporada 3, estreia Netflix 2025, pôr do sol.

 

Nova imagem de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ faz referência à cena clássica do ORIGINAL

i know what you did last summer

O aguardado próximo filme da franquia ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no verão Passado‘ ganhou uma imagem inédita.

A imagem traz a atriz Gabbriette em uma cena aparentemente tensa, cercada por manequins cobertos por plástico – uma referência direta à clássica cena de perseguição da Helen Shivers, do filme original.

A personagem também aparece usando uma camiseta que faz referência à personagem de Sarah Michelle Gellar, indicando que a Helen se tornou uma figura popular após a sua morte.

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Juntam-se ao elenco novos nomes como Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).

“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.

A direção do novo filme está a cargo de Jennifer Kaytin Robinson, com o roteiro assinado por Leah McKendrick.

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

‘F.A.S.T.’: Juliana Canfield, de ‘Succession’, entra para thriller de ação escrito por criador de ‘Yellowstone’

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O vindouro thriller de ação ‘F.A.S.T.’ segue ganhando forma e mais um membro de seu elenco foi anunciado.

Segundo o Deadline, Juliana Canfield é a mais recente adição ao projeto. A atriz é conhecida por ter estrelado a aclamada série ‘Succession’ e por ter sido indicada ao Tony Award por ‘Stereophonic’.

Detalhes referentes à sua personagem permanecem em sigilo. Ela se junta ao astro em ascensão, Brandon Sklenar, conhecido por seus papéis em ‘Drop‘ e ‘É Assim que Acaba‘.

O aguardado thriller de ação é escrito por Taylor Sheridan, criador do universo ‘Yellowstone‘, para a Warner Bros.

Na trama, Sklenar interpretará um ex-comando das forças especiais recrutado pela DEA para liderar uma operação clandestina contra traficantes de drogas protegidos pela CIA. O filme marca a reunião entre o ator e Sheridan após a bem-sucedida colaboração na série ‘1923‘, do Paramount+.

Com previsão de estreia para 23 de abril de 2027, ‘F.A.S.T.‘ terá direção de Ben Richardson — também egresso do universo ‘Yellowstone‘ — que fará sua estreia como diretor de longa-metragem. Richardson atuou anteriormente como diretor de fotografia em várias produções de Sheridan.

O roteiro foi encomendado pela Warner Bros. antes do atual contrato exclusivo de Sheridan com a Paramount. O estúdio concedeu uma exceção para que o criador pudesse atuar no projeto dentro de uma janela específica permitida pelo acordo.

Entre os produtores estão David Heyman e Jeffrey Clifford, da Heyday Films (‘Harry Potter’, ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘), com Sheridan e Jenny Wood, da Bosque Ranch Productions, em negociação para também produzirem.

O presidente de produção da Warner Bros., Jesse Ehrman, e o vice-presidente executivo Kevin McCormick supervisionam o projeto.

Taylor Sheridan se consolidou como um dos nomes mais influentes do entretenimento nos últimos anos, com créditos como ‘Sicario‘, ‘A Qualquer Custo‘ (Hell or High Water) e ‘Terra Selvagem‘ (Wind River), além de um império televisivo que inclui ‘Yellowstone‘, ‘1883‘, ‘Mayor of Kingstown‘, ‘Tulsa King‘, ‘Lioness‘, ‘Landman‘ e ‘1923‘. Entre seus próximos projetos está o neo-western ‘The Madison‘, com Michelle Pfeiffer.

Sklenar, por sua vez, tem uma agenda movimentada: além de ‘F.A.S.T.‘, ele será visto nos thrillers ‘The Housemaid‘ e ‘After Shock‘, ambos da Lionsgate, e no western ‘The Rescue‘, da Skydance.

Com roteiro assinado por um mestre do gênero e uma estrela em ascensão no papel principal, ‘F.A.S.T.‘ promete unir ação intensa e drama com a assinatura inconfundível de Taylor Sheridan.

Boneco assassino ataca no trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘ROB1N: Inteligência Assassina’

A PlayArte divulgou o trailer nacional do terror ‘ROB1N: Inteligência Assassina‘.

Confira, dublado e legendado:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de agosto.

Lawrence Fowler é responsável pela direção e roteiro.

Quando um especialista em robótica canaliza o luto pela perda de seu filho de 11 anos na criação de “Robin”, um boneco robótico totalmente funcional, uma série de eventos horríveis deixa claro que Robin fará de tudo para ter seu criador só para si.

O elenco conta com Leona Clarke, Michaela Longden, Victor Mellors, Gareth Tidball, Maximillian Cherry, Ethan Taylor, Simon Davies e Luke James.

‘American Love Story’: Nova antologia de Ryan Murphy ganha data de estreia e primeiras imagens

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Ryan Murphy divulgou as primeiras imagens dos atores Paul Kelly e Sarah Pidgeon como JFK. Jr. e Carolyn Bessette para ‘American Love Story’, sua vindoura série antológica do universo de ‘American Story’.

O material, que corresponde ao teste de câmera dos protagonistas em seus figurinos oficiais, foi compartilhado pelo Instagram e ainda veio acompanhado do anúncio do período de estreia da produção. A temporada inaugural chega em fevereiro de 2026 e suas filmagens já estão acontecendo em Nova York.

Confira as imagens:

Vale lembrar que Grace Gummer (‘American Horror Story’), Sydney Lemmon (‘Succession’) e Alessandro Nivola (‘O Brutalista’) também foram anunciado no elenco.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O trio se junta aos previamente confirmados Naomi WattsPaul Kelly, que serão Jackie Kennedy e John F. Kennedy Jr., respectivamente. Sarah Pidgeon será Carolyn Bessette, esposa de John F. Kennedy Jr..

A primeira temporada da série antológica vai acompanhar a trágica historia de amor de JFK Jr. e Bassette.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson entram como produtores executivos.

Max Winkler (‘Grotesquerie’) comanda o episódio piloto.

A nova série ainda não tem data oficial de estreia.

‘Off Fairfax’: Amazon MGM dá sinal verde para comédia conspiratória

A Amazon MGM Studios anunciou que está desenvolvendo com prioridade a série ‘Off Fairfax’, uma comédia conspiratória sobre cultura pop criada por Rell Battle (Roast Battle) e com produção executiva de Stephen Curry e Erick Payton, via Unanimous Media.

Descrita como uma mistura de humor absurdo, mistério e crítica social, ‘Off Fairfax’ acompanha Quinn, um jovem ainda abalado pelo desaparecimento de sua mãe, ocorrido há 20 anos. Determinado a encontrar respostas, ele lidera um grupo de “detetives de bairro” — uma equipe de amigos excêntricos que se envolvem em investigações hilárias pelas ruas de Los Angeles. Cada caso resolvido desencadeia o mistério do episódio seguinte, formando um grande quebra-cabeça que, no final, levará à verdade sobre o paradeiro da mãe de Quinn.

O projeto traz Rell Battle como criador e roteirista, com os irmãos Yassir e Isaiah Lester (The Gutter, Black-ish) assumindo a função de co-showrunners. Ingrid Escajeda (Griselda, Silo) também está na produção executiva por meio da Sugarwitch Productions.

Em comunicado, Curry e Payton, da Unanimous Media, destacaram o tom irreverente da série:

“Off Fairfax é uma viagem maluca pelos cantos absurdos, hilários e emocionantes da cultura pop e do mistério”, afirmaram. “No fundo, é uma história sobre a família que você constrói e o que acontece quando um grupo de personagens desajustados se recusa a parar de fazer as grandes perguntas.”

Escajeda elogiou a proposta cômica e emocional da série:

“Off Fairfax é uma dessas joias raras que consegue misturar temas comoventes com um humor completamente absurdo. Mal posso esperar para que o público conheça esse universo. Rell é um talento cômico genuíno, assim como Yassir e Isaiah, e não poderíamos pedir parceiros melhores do que a Unanimous Media nessa jornada.”

Além do histórico com Roast Battle e participações em séries como ‘Sr. E Sra. Smith’ e ‘Sugar’, Rell Battle também está envolvido na comédia ‘Tow’.

Yassir Lester tem no currículo a recente comédia ‘The Gutter’, com Shameik Moore e Susan Sarandon, além de passagens por ‘Girls’ (HBO) e ‘Black Monday’ (Showtime).

Ainda sem previsão de estreia ou início de produção, ‘Off Fairfax’ reforça a estratégia da Amazon MGM Studios de investir em comédias de tom irreverente com DNA autoral — e com nomes em ascensão no cenário da TV americana.

Dakota Johnson afirma que Hollywood está “uma bagunça” por conta dos remakes; Concorda?

Em tempos de reboots, remakes e universos compartilhados, Dakota Johnson — estrela de ‘Amores Materialistas‘ e conhecida por papéis que vão de ‘Cinquenta Tons de Cinza‘ à produções independentes — fez um diagnóstico direto (e um tanto melancólico) sobre a indústria do entretenimento.

Durante sua participação no programa Hot Ones (vida The Hollywood Reporter), a atriz comentou a crescente aversão a riscos por parte dos estúdios e refletiu sobre o impacto disso na criatividade cinematográfica.

“Está tudo meio bagunçado agora, não está?”, disse Johnson, ao ser questionada sobre por que Hollywood parece tão resistente a ideias novas. “Acho que é difícil quando decisões criativas são tomadas por comitê. E é mais difícil ainda quando são feitas por pessoas que nem assistem filmes ou sabem algo sobre eles — o que, infelizmente, acontece muito”.

A crítica da atriz se alinha a uma insatisfação crescente dentro e fora da indústria: o domínio das produções baseadas em propriedades intelectuais já consolidadas, como ‘Harry Potter‘, ‘Crepúsculo‘ e os incontáveis spin-offs de ‘Game of Thrones‘ e ‘The Big Bang Theory‘.

Para Johnson, essa estratégia de segurança comercial não responde ao que o público realmente deseja: “Os humanos querem novidade. Querem sentir coisas novas, viver experiências diferentes. Ver coisas diferentes”.

O comentário ecoa um sentimento cada vez mais presente entre criadores e cinéfilos. Em um cenário onde ideias originais enfrentam dificuldade para serem aprovadas, especialmente em grandes estúdios e streamings, Johnson levanta um alerta sobre o que está se perdendo nesse processo: a capacidade do cinema de surpreender, emocionar e, acima de tudo, inovar.

Vale lembrar queAmores Materialistas, novo filme da aclamada diretora Celine Song, estrelado por Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal, conquistou uma ótima aprovação no Rotten Tomatoes, atingindo 86% de aprovação com base em 28 críticas.

Amores Materialistas

De modo geral, os críticos elogiaram o longa, destacando o trabalho original da diretora Celine Song, assim como as performances marcantes de Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal.

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“‘Amores Materialistas’ é um filme sofisticado, centrado nos personagens e impulsionado por diálogos afiados e envolventes. É o tipo de obra única que um diretor conquista a chance de realizar após um grande sucesso, e Celine Song aproveita essa oportunidade com maestria”, disse Caryn James do BBC.

“Embora seja fácil imaginar uma versão leve e despretensiosa desse filme nos anos 90, Amores Materialistas está longe disso. É um drama romântico e social afiado, sério e repleto de observações perspicazes sobre os modos de vida contemporâneos”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Um retrato instigante e sensível do amor moderno, da busca por autoestima e dos desafios de se encontrar um parceiro em uma cidade com custo de vida impraticável, abordando com equilíbrio, profundidade e empatia os três lados de um triângulo amoroso”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“‘Amores Materialistas’ pode até ser classificado como comédia romântica, mas vai muito além das expectativas, trazendo profundidade e significado raramente vistos no gênero. Chris Evans e Pedro Pascal se destacam, oferecendo performances que representam o auge de suas carreiras”, disse Tessa Smith do The Direct.

“‘Amores Materialistas’ é um aconchego para a alma. Uma bela história do dia a dia que, em certos momentos, toca fundo e emociona intensamente. Personagens extremamente cativantes e realistas, harmonizados com o charme típico do gênero”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

“‘Amores Materialistas’, de Celine Song, reinventa com frescor alguns dos elementos mais tradicionais do gênero romântico, construindo uma narrativa encantadora sobre o amor”, disse Molly Freeman do Screen Rant.

“Song revolucionou o gênero para revelar a superficialidade dessas histórias. Em outras palavras, imagine se dizer que um filme é sobre o “amor que só existe no cinema” deixasse de ser um elogio e se tornasse uma crítica contundente”, disse Kate Erbland do IndieWire.

“Graças à profunda e detalhada compreensão do romance e da natureza humana da escritora e diretora Celine Song, junto a um elenco de estrelas entregando suas melhores performances, ‘Amores Materialistas’ se destaca como um dos melhores filmes de 2025 até agora”, disse Tyler Taing do Discussing Film.

O filme será lançado no Brasil no dia 31 de julho. Nos EUA, a estreia acontece em 13 de junho.

O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

O elenco ainda conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.

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‘Breakthrough’: Darren Aronofsky é cotado para dirigir Dwayne Johnson em novo thriller psicológico da A24

Darren Aronofsky está em conversas iniciais para assumir a direção de ‘Breakthrough’, novo projeto da A24 que terá Dwayne Johnson em um papel coadjuvante.

A informação é do Deadline, que destaca que o acordo ainda está em fase preliminar — mas, se concretizado, marcará o retorno de Aronofsky ao estúdio independente após o sucesso de ’A Baleia’ (2022), longa que rendeu a Brendan Fraser o Oscar de Melhor Ator.

Ambientada no sul da Califórnia na virada do milênio, a história acompanha um jovem alienado que se vê sob a influência de um guru motivacional, cujo charme inebriante mascara seus métodos de manipulação moralmente questionáveis ​​e sua própria escuridão oculta.

Embora Johnson esteja confirmado no elenco como o guru, o papel principal — o jovem protagonista atraído pelo ambicioso mentor espiritual — ainda está em fase de escalação, assim como os demais personagens secundários. Não há previsão de início das filmagens.

Para Johnson, o projeto chega em meio a uma fase de transição de carreira, na qual o ator busca diversificar seus papéis e retomar o prestígio artístico.

Para Aronofsky, é mais uma oportunidade de mergulhar nos dilemas da psique humana — dessa vez, em um cenário que promete mesclar cultura pop, manipulação emocional e críticas à indústria da autoajuda.

Zeke Goodman assina o roteiro.

A A24 ficará responsável pela produção e pelo financiamento.

Stacey Sher também entra como produtora ao lado de Johnson e Dany GarciaJacob EpsteinJustin Wolf são os produtores executivos.

Kate Beckinsale PROCESSA produtores de ‘Canário Negro’ por negligência, agressão e sofrimento emocional

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A atriz Kate Beckinsale entrou com uma ação judicial contra a Anton Entertainment e o produtor John Zois, responsáveis pelo thrillerCanário Negro (2024). A estrela acusa os produtores de negligência, agressão e sofrimento emocional intencional, alegando que sofreu uma grave lesão no joelho devido a “condições perigosas e inseguras” no set de filmagens.

De acordo com o Deadline, uma emenda ao processo, apresentada em 21 de maio no Tribunal Superior de Los Angeles, detalha as acusações. Beckinsale afirma que ela e sua equipe alertaram repetidamente os produtores sobre:

  • Jornadas de trabalho excessivas: Chegando a 15 horas diárias.
  • Falta de equipamentos adequados: Para as cenas e demandas físicas.
  • Insuficiência de suporte médico: Inadequado para o ritmo e risco das filmagens.
  • Falta de comunicação: Sendo informada sobre as acrobacias apenas momentos antes de realizá-las.

Apesar das preocupações, Beckinsale alega que os produtores agiram de forma imprudente e intencional, priorizando os lucros em detrimento da saúde e segurança da equipe. Embora tenha iniciado o processo de forma anônima, a atriz agora detalha a lesão sofrida e a comunicação com os responsáveis pela produção.

Sua agente, Shani Rosenzweig, chegou a enviar um e-mail a John Zois, declarando: “Ninguém está tomando uma atitude concreta para resolver essa situação… [Kate] continua comparecendo no horário chamado, mas todos ao seu redor sabem que será um dia de 15 horas — menos ela”.

Rosenzweig chegou a ironizar: “Se vocês estão tentando matar uma pessoa, estão fazendo um ótimo trabalho”.

Zois, por sua vez, respondeu: “Não sei o que mais dizer além de que você está certa”, e admitiu que o ritmo de produção era “insustentável”, prometendo encurtar as jornadas de trabalho da atriz.

No entanto, a equipe de Beckinsale afirma que as condições perigosas persistiram. A atriz teria sido constantemente pressionada a filmar cenas de ação perigosas sem treino prévio ou aprovação médica adequada.

Em dezembro de 2022, durante as filmagens, Beckinsale sofreu um rompimento de menisco no joelho esquerdo, necessitando de cirurgia e afastamento por meses. Antes de retornar, seu cirurgião instruiu que ela não deveria realizar cenas envolvendo corrida, saltos ou suspensão por cabos – instruções que, segundo o processo, foram ignoradas. A atriz ainda alegou ter sido coagida a realizar sequências arriscadas, o que agravou sua lesão.

Canário Negro‘ (Canary Black) está disponível no catálogo do Prime Video.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Pierre Morel é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Matthew Kennedy.

Uma agente de alto escalão da CIA, Avery Graves, é chantageada por terroristas para trair seu próprio país para salvar seu marido sequestrado. Separada de sua equipe, ela recorre a seus contatos do submundo para sobreviver e ajudar a localizar a cobiçada inteligência que os sequestradores querem. Traída a cada passo, ela deve confiar em seu treinamento de ponta e habilidades primitivas de luta em uma corrida mortal para realizar um resgate que pode desencadear uma crise global.

O elenco ainda conta com Rupert Friend, Ray Stevenson, Saffron Burrows, Ben Miles, Goran Kostić e Michael Brandon.

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Artigo | Por que a Sexta-Feira 13 é uma data tão supersticiosa e ASSUSTADORA?

Mesmo com inúmeras inovações tecnológicas e científicas nos últimos séculos, o mundo ainda é movido pela superstição. Ora, não podemos ir muito longe para lembrar de algumas tradições que carregamos conosco em ocasiões ou momentos específicos – seja o fato de pularmos sete ondas do mar na virada para o Ano Novo, seja ao tomar grande cuidado para não quebrar um espelho e ter sete anos de azar.

Entretanto, um dos pináculos da superstição ocidental é a data conhecida como Sexta-Feira 13 – e, para ser bem honesto, a história de como esse dia veio a dominar o imaginário popular foi se perdendo ao longo de tempo e mantida através de um movimento mnemônico e hereditário.

Mas por que essa data é tão mística e assustadora?

Loki

Para começarmos, é necessário falar que a Sexta-Feira 13 é considerada um dia de má sorte dentro da cultura ocidental (no Japão, por exemplo, os números quatro e nove são vistos como símbolo de azar). É notável como, dentro do calendário Gregoriano, a data acontece no mínimo uma vez por ano, com ocorrências triplas em 2015, por exemplo, em que o dia 13 caiu nas sextas-feiras de fevereiro, março e novembro. Mas o motivo de toda a mitologia em cima dela não tem uma origem certeira, e sim especulações que, normalmente, estão associadas à fé e à espiritualidade.

No livro ‘Extraordinary Origins of Everyday Things’, o autor Charles Panati arquiteta uma linha cronológica que nos leva de volta à cultura nórdica. Em seus escritos, ele delineia o momento em Loki, o deus da trapaça, invadiu um banquete na sagrada Valhalla e tornou-se a 13ª divindade a fazer parte das festividades. Loki, inclusive, conseguiu enganar o deus cego Hodr e fazê-lo atirar no irmão, Balder, o deus da luz, da felicidade e da bondade, matando-o instantaneamente e “acabando” com toda a bonança representada pelo falecido.

Frgga

Uma história alternativa, mergulhada nas culturas pagãs, associa o número 13 ao sagrado feminino, enquanto Friday (sexta-feira em inglês) deriva do Dia de Frigga, a poderosa deusa nórdica dos céus que é associada ao amor, ao casamento e à maternidade. Frigga fornecia proteção às casas e às famílias, além de ser responsável pela ordem social e ter a habilidade de tecer o destino das pessoas com suas nuvens. Entretanto, teorias apontam que Frigga foi demonizada pela Igreja Católica, que desejava converter os pagãos em cristãos para reiterar sua hegemonia na Europa medieval. Para garantir a conversão, os representantes da Igreja haviam se valido da história que Frigga, unindo-se ao próprio Diabo e a outras 11 bruxas (totalizando treze personagens), saía de seu lar toda sexta-feira para rogar pragas contra os homens.

Migrando para a Escandinávia, a superstição acerca da Sexta-Feira 13 se estabeleceu nas regiões mediterrâneas com a ascensão do Cristianismo. Afinal, o décimo terceiro discípulo de Jesus Cristo era ninguém menos que Judas Iscariotes, que o traiu e o entregou ao exército romano – culminando em sua derradeira crucificação na Sexta-Feira Santa.

Para além da representação de Judas, inúmeras histórias bíblicas também estão associadas à data em questão: sexta-feira teria sido supostamente o dia da semana em que Adão e Eva comeram do fruto proibido no Jardim do Éden, enquanto 13 foi o dia em que Caim matou seu irmão, Abel, em que o Templo de Salomão foi derrubado e o dia em que a grande arca de Noé partiu depois do dilúvio que devastou o planeta.

Sexta Feira 13 2

Mas as incursões não se restringem à mitologia católica: o autor Steve Roud, em sua obra ‘The Penguin Guide to the Superstitions of Britain and Ireland’, conta que a combinação da sexta-feira com o número treze é uma invenção da Inglaterra vitoriana (ou seja, surgida no século XIX). No livro, Roud discorre acerca da publicação da novela ‘Friday, the Thirteenth’, de Thomas W. Lawson, cuja narrativa é centrada em um corretor de imóveis inescrupuloso tomou vantagem das superstições em relação à data para deliberadamente quebrar a bolsa de valores.

As múltiplas possibilidades de origem acerca da data também são refletidas na cultura pop mundial, cujas produções serviram como estrutura para manter a superstição viva no imaginário das pessoas. Nos anos 1980, tivemos o início de uma das sagas slasher mais conhecidas de todos os tempos, Sexta-Feira 13, em que o assassino mascarado Jason Voorhees se lançou em uma matança desenfreada para se vingar; no começo dos anos 2000, o romance O Código da Vinci, de Dan Brown, emplacou uma errônea concepção de que o misticismo da data proveio da decisão do Rei Felipe IV, da França, em destituir o poder da Igreja Católica e ordenar a prisão de centenas de membros dos Cavaleiros Templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.

Friday

A força da superstição, inclusive, serviu como base para certas fobias estudadas por especialistas. Temos, por exemplo, a triscaidecafobia, que discorre sobre o medo irracional do número treze, e a parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia, que é o medo específico da sexta-feira 13 em si, pela representação simbólica que permanece viva na cultura ocidental.

E você? Acredita nas superstições da Sexta-Feira 13?

‘Thunderbolts*’: Apesar da aclamação de Bob Iger, novo longa da Marvel marca mais um fracasso

Thunderbolts*’ encerrou sua passagem pelos cinemas com um desempenho financeiro decepcionante para a Marvel Studios. Mesmo recebendo aclamação da crítica e, inicialmente, sendo elogiado pelo CEO da Disney, Bob Iger, como um sinal do “renascimento da Marvel”, o filme se junta à lista de fracassos de bilheteria do estúdio.

Conforme a Variety, após uma estreia promissora, Thunderbolts*’ viu sua arrecadação despencar, fechando com US$ 371 milhões globalmente. Esse valor o posiciona entre as menores bilheterias da história do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

É importante destacar que Thunderbolts*’ teve uma recepção crítica positiva, algo que o diferencia de outros filmes recentes do MCU que também enfrentaram dificuldades nas bilheterias.

Para comparação, filmes como ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’ (US$ 415 milhões), ‘As Marvels’ (US$ 205,8 milhões) e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ (US$ 476,07 milhões) também tiveram desafios, mas Thunderbolts*’ conseguiu a aprovação da crítica que os outros não obtiveram, ainda assim falhando em atrair público suficiente.

Com um custo de produção de US$ 180 milhões e aproximadamente US$ 100 milhões gastos em divulgação,Thunderbolts*’ precisava arrecadar um mínimo de US$ 425 milhões mundialmente apenas para cobrir os custos e começar a gerar lucro.

 

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

13 CLÁSSICOS do TERROR para assistir nesta Sexta-Feira 13

Poucos dias do ano causam tanta comoção quanto a sexta-feira 13.

A mística data possui uma história milenar e as narrativas que a envolvem são rodeadas de misticismo, magia e eventos sobrenaturais. Apesar de não haver uma origem certeira que explana o motivo desse dia ser tão temido pelas pessoas (mais especificamente, por aqueles que fazem parte de uma comunidade judaico-cristã), sabe-se que ela é caracterizada como um momento de cautela que prenuncia o azar e o medo – e que envolve uma simbologia iconográfica gigantesca, desde gatos pretos até escadas.

Pensando nisso, o CinePOP montou uma lista com 13 filmes de terror clássicos que você pode conferir nesta sexta-feira, incluindo as icônicas franquias Sexta-Feira 13A Hora do Pesadelo, e o adorado suspense psicológico O Iluminado.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu título favorito:

 

O EXORCISTA (1973)

O Exorcista

Dirigido por William Friedkin e estrelado pela Linda Blair, o primeiro longa segue uma garotinha de doze anos que está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, sua mãe pede ajuda a um padre, que é também um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

HALLOWEEN (1978 – PRESENTE)

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John Carpenter é um cineasta e musicista relembrado até hoje por criar uma franquia de terror intitulada Halloween. Imortalizando Jamie Lee Curtis como uma das scream queens originais e causando pesadelo com o perturbado Michael Myers e seu desejo psicótico de simplesmente matar todos que encontra pela frente, a saga é composta de diversos capítulos que perderam o fio da meada com o passar dos anos. Felizmente, depois de um horrível remake de Rob Zombie, Carpenter voltou como produtor do remake de 2018 (a continuação consecutiva da obra de 1978).

ALIEN (1979 – PRESENTE)

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Sigourney Weaver teve seu grande papel de destaque em Alien – O Oitavo Passageiro’ como a bad-ass Ellen Ripley, uma oficial da espaçonave Nostromo que enfrenta uma força extraterrestre mortal que caça um a um. A personagem retornou para mais três filmes antes de dar espaço para Noomi Rapace e Katherine Waterston em duas derivações que tentaram reviver as horripilantes histórias (e explicar a origem da medonha criatura).

O ILUMINADO (1980)

O Iluminado

O icônico O Iluminado não poderia ficar de fossa da nossa lista e, até hoje, o longa-metragem é considerado um dos melhores suspense psicológicos de todos os tempos. Na trama, um homem (Jack Nicholson) é contratado para ficar como vigia em um hotel no Colorado e vai para lá com a mulher (Shelley Duvall) e seu filho (Danny Lloyd). Porém, o contínuo isolamento começa a lhe causar problemas mentais sérios e ele vai se tornado cada vez mais agressivo e perigoso, ao mesmo tempo em que seu filho passa a ter visões de acontecimentos ocorridos no passado, que também foram causados pelo isolamento excessivo.

O GABINETE DO DR. CALIGARI (1920)

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A história de O Gabinete do Dr. Caligari, lendário filme comandado por Robert Wiene, é centrada em um insano hipnotizador (Werner Krauss) que usa um sonambulista (Conrad Veidt) para cometer assassinatos. Entretanto, esse espectro criminal, na verdade, é contado a partir da visão de um homem chamado Francis (Friedrich Fehér) e que é a presença central de uma gigantesca reviravolta que descontrói o que acreditávamos saber sobre o longa – e serve até mesmo como análise antropológica e psíquica da condição humana. Afinal, conforme o enredo aproxima-se do final, vemos que Francis é apenas um lunático iludido que inventa inúmeras ficções, estando preso em um manicômio e acreditando que o diretor da instituição é o personagem-titular.

NOSFERATU (1922)

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Dirigido por Murnau e inspirado no romance gótico ‘Drácula’, de Bram Stoker, Nosferatu inspirou inúmeros cineastas, incluindo Alfred Hitchcock e Guillermo del Toro. A história gira em torno de um corretor de imóveis chamado Hutter (Gustav von Wangenheim) que precisa vender um castelo cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock (Max Schreck). O conde, na verdade, é um vampiro milenar que espalha o terror na região de Bremen, na Alemanha e se interessa por Ellen, a mulher de Hutter.

SEXTA-FEIRA 13 (1980 – 2009)

Sexta Feira 13

A saga Sexta-Feira 13 é uma das mais longevas da história do cinema e introduziu o medonho e assustador Jason Voorhees – um assassino em série demoníaco que usa um grande facão de caça para coletar suas vítimas. Quando criança, Jason se afogou no lago do Acampamento Crystal Lake em virtude da negligência da equipe de monitores. Como vemos no primeiro filme, a mãe de Jason o traz de volta à vida para se vingar contra os adolescentes inconsequentes que continuam a visitar o Acampamento, tornando-se vítima do imortal antagonista. A franquia possui dez capítulos originais, um cross-over com A Hora do Pesadelo e um reboot, além de ter arrecadado quase US$530 milhões.

A HORA DO PESADELO (1984 – 2010)

A Hora Do Pesadelo

Criado pela genial mente de Wes CravenA Hora do Pesadelo ainda assombra aqueles que viram Freddy Krueger pela primeira vez nas telonas. A história, que se estende por sete filmes, um cross-over com Sexta-Feira 13 e um reboot, gira em torno de um assassino em série diferente de todos que já existiram, visto que ele ataca apenas quando suas vítimas estão dormindo e em seus sonhos – tornando quase impossível derrotá-lo. Freddy, na verdade, era um zelador de uma escola que foi queimado vivo depois de ser acusado de matar várias crianças e, como vingança, foi atrás dos filhos de seus algozes para aterrorizá-los das maneiras mais assustadoras possíveis.

O ENIGMA DE OUTRO MUNDO (1982)

Enigma De Outro Mundo

Antártica, inverno de 1982. Na remota Estação 4 do Instituto Nacional de Ciências dos Estados Unidos estão 12 homens (cientistas e operários), que observam com espanto um norueguês tentar de todas as maneiras matar um cão, tanto que invade a estação e atira até nos americanos, mas é morto. O helicóptero, que trouxe o intruso, explode, matando os outros tripulantes e a razão daquilo fica sem explicação. Após isto o cachorro fica na base e os americanos começam a querer saber o que realmente aconteceu. O piloto de helicóptero J.R MacReady se oferece para viajar até a base norueguesa e tentar achar alguma explicação. Chegando lá descobrem que o local foi destruído e descobrem um corpo mutilado, que parece de uma pessoa. Eles o levam para a base americana para ser estudado e só então surgem pistas do acontecido, pois o cachorro se transforma em uma terrível criatura que ataca os pesquisadores. Gradativamente concluem que estão diante de um alienígena, que pode se transformar em uma cópia exata das suas vítimas. Isto significa que membros da equipe podem ser mortos e a cópia assumir o lugar deles.

O SILÊNCIO DOS INOCENTES (1991)

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O aclamado e clássico suspense de horror, estrelado por Anthony HopkinsJodie Foster, acompanha a agente do FBI Clarice Starling, que tem a missão de encontrar um assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura o perigoso psicopata, Hannibal Lecter, encarcerado sob a acusação de canibalismo. Mais de trinta anos depois de sua estreia, o longa-metragem é considerado por diversos especialistas como um dos melhores e mais importantes filmes da história do cinema.

PÂNICO (1996 – PRESENTE)

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Também criada por Craven, Pânico permanece viva na memória dos fãs de slasher e promoveu uma enorme revolução considerável no gênero. Lançada em 1996, a saga é centrada em Sidney Prescott nos quatro primeiros filmes, uma jovem que é caçada por um assassino mascarado conhecido como Ghostface. É claro que, ao longo dos anos, a franquia tropeçou aqui e ali, mas sempre entregou uma narrativa interessante, recheada de sangue e de referências cinematográficas. Com a estreia do quinto capítulo, que apresentou uma nova geração de vítimas, Pânico recuperou sua originalidade e já caminha para mais um longa-metragem.

A BRUXA DE BLAIR (1999)

A Bruxa De Blair

Apesar de não ter envelhecido tão bem quanto se esperaria, A Bruxa de Blair é um importantíssimo filme para a história cinematográfica e, sem ele, diversas produções bastante conhecidas nem ao menos veriam a luz do dia – como ‘Atividade Paranormal’‘Amizade Desfeita’ e ‘Buscando…’. A história acompanha um grupo de cineastas amadores que pretendem rodar um documentário sobre a personagem titular, uma mitológica criatura que se esconde na floresta. Entretanto, a Bruxa de Blair não apenas uma lenda e, assim que eles se embrenham na densa mata, são caçados por uma força demoníaca que não os quer lá.

JOGOS MORTAIS (2004 – 2021)

Jogos Mortais Scaled

Jogos Mortais começou como um curta-metragem dirigido pelo mestre do terror James Wan – e sua narrativa revolucionária e que deu início ao gore-porn se transformou num longa lançado em 2004. É certo dizer que, com o passar dos filmes, a mensagem principal do filme perdeu-se para cenas de pura sanguinolência e tortura, mas os fãs se mantiveram firmes até o capítulo final (que depois ganhou uma sequência-reboot e um spin-off com Chris Rock e Samuel L. Jackson).

10 Filmes de Guerra muito TENSOS!

A humanidade e suas questões já nos levou até duas marcantes guerras onde um enorme número de jovens teve suas vidas perdidas em anos que assombraram destinos. Dentro desse tema, o mundo do cinema já registrou retratos impactantes de histórias muitas vezes desconhecidas que ganharam suas versões na telona.

Para você que curte os filmes de guerra, segue abaixo uma listão com 10 filmes bem tensos!

 

Uma Ponte Longe Demais

Com suas três horas de duração – inclusive a mídia física lançada tempo depois do seu lançamento, é dupla – essa obra-prima dirigida por Richard Attenborough nos leva até os recortes da Operação Market Garden, na Segunda Guerra Mundial, que tinha objetivo dos aliados capturarem algumas pontes estratégicas das mãos dos nazistas.

 

O Soldado que não Existiu

Na trama, conhecemos o alta patente da inteligência naval britânica Ewen Mantagu (Colin Firth) que fica responsável juntamente com outro oficial, Charles Cholmondeley (Matthew Macfadyen), de colocarem em prática um plano mirabolante, com o aval de Churchill (Simon Russell Beale), que consiste em buscar enganar os nazistas através de uma mensagem falsa levada nas roupas de um cadáver que é achado numa praia da Espanha no epicentro dos conflitos da segunda guerra mundial, fato que enganou a atenção do exército alemão protegendo a invasão aliada na Sicília. A estratégia ficou conhecida como Operação Mincemeat.

 

Sangue e Ouro

Na trama, ambientada na primavera de 1945, conhecemos Heinrich (Robert Maaser), um soldado alemão que acabara de desertar e logo é sentenciado à morte. Só que o destino lhe ajuda e coloca em seu caminho a humilde fazendeira Elsa (Marie Hacke) que o salva e cuida do seus ferimentos na casa onde mora com o irmão. Os nazistas que sentenciaram Heinrich estão na cidade em busca de ouro deixado para trás por judeus em fuga, fato que todos ali naquela região parecem conhecer. Logo, uma imensa batalha é vista, com vários lados em busca de seus objetivos.

 

Nada de Novo de Front

Na trama, ambientada no terceiro ano da primeira guerra mundial, num primeiro momento no norte da Alemanha, vemos a chegada à guerra de Paul (Felix Kammerer, em seu primeiro longa-metragem) e seus amigos de escola. Seduzidos pela onda de discursos inflamados e contagiantes sobre a importância de exercer o patriotismo se alistando para defender os objetivos de seu país eles logo se colocariam dentro da dura realidade que é um conflito armado dessas proporções onde a morte está ao lado constantemente. Paralelo a isso, parte da alta cúpula alemã, aqui focado na figura de Matthias Erzberger (Daniel Brühl), propõe um cessar fogo para os franceses enquanto a cada minuto morrem centenas de jovens nas linhas de batalhas.

 

Narvik

Na trama, conhecemos o soldado do exército norueguês Gunnar (Carl Martin Eggesbø) que está muito feliz por estar retornando para sua cidade natal, Narvik, e reencontrar sua esposa Ingrid (Kristine Hartgen), seu filho e seu pai. Só que os alemães resolvem ocupar a cidade por conta da importância estratégica pelo minério de ferro, deixando as autoridades norueguesas em uma gangorra política pois isso fere o conceito de neutralidade que eles tem no conflito. Assim, Gunnar, segue as ordens do seu major e vão para resistência enquanto Ingrid, que trabalha em um hotel e fala alemão, acaba virando intérprete de um cônsul alemão. Ao longo desse retrato cheio de dilemas, marido e esposa precisarão enfrentar conflitos em busca de algum dia voltarem a viver juntos como família.

 

Visão de uma Borboleta

Lilya é uma oficial do batalhão voluntário de Bakhmut, especialista em reconhecimento aéreo, que acaba sendo presa por forças militares à favor da Rússia e passa alguns meses em cativeiro. Após uma negociação, ela é libertada. Aos poucos busca o recomeço da sua vida perto das pessoas que ama, só que ela descobre estar grávida após ser vítima de violência no período em que estava presa. A partir daí, uma série de situações à levarão de frente para escolhas que vão influenciar todos ao seu redor.

 

O Destino de Haffman

Na trama, conhecemos o experiente joalheiro judeu Joseph Haffmann (Daniel Auteuil) que vive uma vida repleta de amor e muito trabalho com sua família em Paris. Ele tem um funcionário no qual conhece faz pouco tempo, François (Gilles Lellouche) que sonha em conseguir com seu talento dar uma boa vida para sua esposa Blanche (Sara Giraudeau). Ambos sonham em ter filhos. Durante essa época, no início da década de 40, acontece a ocupação alemã e judeus são perseguidos por todos os lados. Buscando encontrar uma saída para a situação, Haffman propõe a François que ele assuma os negócios da joalheira e sua casa, para após a guerra ele volte para o verdadeiro dono. Só que Haffman não consegue fugir a tempo e precisará passar meses ao lado de François e Blanche só que numa posição invertida, fato que passará a criar conflitos profundos na vida dos três personagens.

 

Platoon

Um dos filmes mais impactantes quando pensamos em obras que retratam as famosas guerras que o mundo já viu, em Platoon vamos acompanhando a visão da guerra do Vietnã por meio de um jovem que se voluntariou para o conflito.

 

1917

Na trama, somos jogados novamente para os horrores da Primeira Guerra Mundial, mais precisamente para o ano de 1917 e no início do mês de abril (exatamente no dia em que os Estados Unidos declararam guerra à Alemanha e seus aliados), onde dois jovens soldados britânicos recebem ordens claras e objetivas para atravessarem um enorme território, inclusive passar próximo das linhas inimigas, tudo isso para entregar uma mensagem importante que pode salvar todo um batalhão com mais de 1.500 britânicos. Assim, reunindo forças de onde podem os jovens enfrentarão obstáculos complicados para chegarem até seu objetivo.

 

O Resgate do Soldado Ryan

Um dos clássicos da carreira vitoriosa de Steven Spielberg, em O Resgate do Soldado Ryan acompanhamos um capitão do exército norte-americano, no meio da maiores das guerras, recebe a missão de resgatar um soldado que perdera todos seus irmãos na guerra. Um filmaço!

 

 

 

‘Sexta-Feira 13’ faz 45 anos | Relembre o MAIOR Slasher do Cinema…

Uma das franquias mais duradouras do cinema completa 45 anos em 2025.

Lançado no dia 9 de maio de 1980 nos cinemas americanos (chegando ao Brasil em dezembro do mesmo ano), Sexta-Feira 13, um filme de história simples e direta, rendeu nada menos do que nove sequências, uma série de TV, um derivado e uma refilmagem. É claro, sem contar as inúmeras peças de marketing e produtos, como álbuns de figurinhas, camisas, bonecos, etc. .

Muito se falou numa continuação para o remake, a ideia, no entanto, não saiu do papel. Agora o plano é por um novo reboot – que possivelmente trará o jogador de basquete LeBron James à frente do projeto como produtor -, apesar de aparentemente estagnado, sem muitas novidades concretas. Uma nova série explorando o tema começou a ser filmada também, porém, prontamente cancelada antes de seu lançamento. Ou seja, a famosa data de azar no título parece ter pego a franquia.

O que importa na verdade, para todos os fãs e aficionados, é o aniversário da saga, que este ano se torna quarentona. E tudo começou aqui, com o primeiro Sexta-Feira 13. Como forma de homenagear este que se tornou o maior slasher de todos os tempos no cinema, o CinePOP traz esta nova matéria com muitas informações, comentários e diversas curiosidades interessantes que talvez muitos não saibam. Portanto, apaguem as luzes, olhem o calendário e vamos conhecer.

O Criador

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O grande nome por trás da franquia é Sean S. Cunningham, o diretor e produtor que começou tudo. Cunningham tinha 39 anos quando lançou Sexta-Feira 13 nos cinemas, e já trabalhava como produtor e cineasta – na maioria, filmes de baixo orçamento que não ganharam muita notoriedade. Seu projeto mais famoso até então era Aniversário Macabro (1972), thriller intenso que virou cult, dirigido por Wes Craven (outro lendário nome do gênero), no qual trabalhou como produtor.

O desespero para conseguir sustentar a esposa e o filho tirou de Cunningham seu lado mais marqueteiro, e o sujeito só queria realizar um filme de sucesso. Esse era seu principal objetivo: pensar em um projeto unicamente por seu lado financeiro. Para isso, a primeira ideia do cineasta foi o título. Sexta-Feira 13 é impactante o suficiente. E isso era tudo o que ele tinha realmente quando criou um grande anúncio nas páginas de uma famosa revista da indústria na época, no qual mostrava a arte do título em terceira dimensão quebrando a tela de vidro – algo semelhante ao que é visto no trailer do filme. Foi assim que o cineasta ofereceu seu “filme” aos estúdios. Apesar disso, o título original pensado pelo roteirista era “A Long Night at Camp Blood” – algo como “Uma Longa Noite no Acampamento Sangrento”.

Provocados pelo título intrigante, alguns estúdios fizeram ofertas como num leilão e a Paramount acabou levando a melhor. Tudo o que a empresa estava comprando, no entanto, era um título. Com um orçamento de US$550 mil, o próximo passo era desenvolver a história.

A Ideia

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Para o roteiro, Cunningham alistou o usual colaborador Victor Miller. E se o primeiro é o responsável por Sexta-Feira 13 existir, Miller é o responsável por tudo que vemos em tela. É dele a história sobre um grupo de jovens tentando reformar e reabrir um antigo acampamento de verão, mas sendo impedidos por uma presença misteriosa, que os mata um a um. Miller é muito claro (até hoje em entrevistas) sobre o pedido de seu produtor e diretor: imitar HalloweenA Noite do Terror (1978) – que havia se tornado um sucesso de bilheteria anos antes.

Miller, que não era fã de terror, foi então realizar sua pesquisa sobre filmes do gênero, em especial Halloween. A primeira coisa que notou era que precisava de uma tragédia prévia. Em Halloween, o filme abre com o menino Michael Myers matando sua irmã mais velha a facadas – depois, pulamos para o tempo presente. No roteiro de Miller, dois assassinatos ocorrem em 1958 e o acampamento Crystal Lake é fechado. Depois, ficamos sabendo que antes disso um menino chamado Jason havia se afogado no local, devido à negligência dos monitores que deveriam cuidar dele. Para quem conhece a trama, tal fato é toda a motivação do assassino.

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Levando em conta que o filme tem nada menos que 43 anos, a esta altura todos devem saber seu segredo. Caso não queiram levar um spoiler, parem de ler, corram para assistir a este novo clássico e continuem este texto depois. Estão avisados.

Uma das sacadas do roteiro de Miller é usar o artifício do “whodunnit”. Isto é, todos os assassinatos são cometidos em primeira pessoa e nunca vemos o rosto do vilão – apenas vislumbres de seus pés e mãos. O filme faz questão de esconder a identidade do psicopata até seu desfecho. No entanto, o culpado não é nenhum personagem que tenha sido apresentado previamente. O assassino aqui é uma mulher – coisa rara em obras do gênero – e não apenas isso, mas é a típica e acolhedora mamãe americana, a Sra. Voorhees. A ideia de Miller era subverter o conceito da agradável mãe de família, que faz tortas de maçã e cuida do marido e dos filhos, a transformando numa psicopata sanguinária e feroz. Ela havia trabalhado no local como cozinheira, e Jason, o menino afogado, era seu filho. Agora, ela retorna para se vingar de todos que pensam em reabrir o local.

 

O Elenco

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Para os personagens que seriam eliminados um a um, Cunningham buscava um elenco jovem e bonito. Esses eram os únicos requisitos. Nas palavras do próprio, eles precisavam parecer figurantes num comercial de Pepsi. No entanto, grande parte destes jovens eram atores de musicais da Broadway, com conhecimento do palco, mas em seu primeiro trabalho no cinema. Dentre os jovens, Kevin Bacon viria a se tornar o rosto mais conhecido – e o único que atualmente evita falar sobre sua participação no terror slasher.

Curiosamente, na época não era o nome de Kevin Bacon o planejado para chamar atenção no elenco dos jovens. Seguindo novamente de perto os planos de Halloween, que trouxe como protagonista Jamie Lee Curtis (filha dos astros Tony Curtis e Janet Leigh), os produtores de Sexta-Feira 13 escalaram Harry Crosby (filho do lendário Bing Crosby) para sua estreia no cinema, no papel do protagonista masculino Bill. A ideia era atrair o público com este chamariz. Ao contrário da protagonista de Halloween, no entanto, a carreira do filho de Crosby não decolou.

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A verdadeira protagonista do filme, porém, é Alice, papel de Adrianne King. Ela é a chamada “final girl”, a heroína que sempre sobrevive ao final em todo filme de terror slasher, derrotando o vilão. Curiosamente, ela não é impulsionada desta forma durante a projeção, ganhando protagonismo meio sem querer, ao seguir vivendo enquanto seus amigos são eliminados. Ganhamos, inclusive, uma brincadeira no estilo de Psicose (1960), clássico irretocável de Hitchcock, onde o filme tenta nos vender uma falsa protagonista, que se torna a primeira vítima – aqui a caronista Annie (Robbi Morgan), a nova cozinheira que nunca chega ao acampamento.

O verdadeiro nome de peso em Sexta-Feira 13 na época, entretanto, era o da atriz Betsy Palmer, que interpreta a vilã Sra. Voorhees. Palmer, falecida em 2015 aos 88 anos, era uma atriz estabelecida da década de 1950, que havia parado de atuar. Entrando no ostracismo e precisando do dinheiro, ela aceitaria o papel mesmo tendo achado o roteiro uma boa m*rda, palavras da própria. Mal sabia ela que esta viria a se tornar sua personagem mais famosa e a que a deixaria imortalizada para sempre. Palmer tentou dar o máximo de credibilidade ao papel, atuando de forma contida e séria (dentro do possível), evitando exageros megalomaníacos – mesmo que possamos perceber claramente sua loucura no desfecho. Betsy Palmer recebeu US$1 mil por dia, e trabalhou apenas dez dias na produção.

 

Maquiagem e Trilha Sonora

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Apesar de algumas surpresas em sua trama e alguns diferenciais (como ter uma assassina mulher, uma senhora em busca de vingança pela morte do filho), o roteiro de Sexta-Feira 13 não é um primor, por assim dizer. Então, o longa foi vendido através de alguns outros possíveis atrativos. Um deles foi a sua maquiagem e efeitos visuais – os melhores da época no gênero. Para tanto, a produção foi atrás de Tom Savini, que havia criado tais elementos para Despertar dos Mortos, de George Romero, dois anos antes, e impressionado a equipe deste filme. E grande parte do sucesso de Sexta-Feira 13 se deve aos impressionantes efeitos sangrentos que Savini trouxe para a produção. São flechas atravessando pescoços, machadadas na cara, decapitações e todo tipo de cortes, perfurações e machucados – que chocaram e entretiveram a plateia da época, assim como um trem fantasma de parque de diversão. Ou uma montanha russa, repleta de sustos e adrenalina.

Foi inclusive devido à maquiagem de Savini que ganhamos o maior vilão que esta franquia veria: Jason. Como dito acima, a assassina aqui é a Sra. Voorhees, a mãe de Jason – o próprio aparece apenas em flashback se afogando enquanto sua mãe conta sobre sua morte acidental. Originalmente, Jason não estaria no primeiro filme, e em partes não está.

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Acontece que os realizadores perceberam que precisavam de um final apoteótico, e seguiram à risca “copiando” de sucessos recentes da época. O escolhido como “inspiração” para terminar o longa foi Carrie – A Estranha (1976), que utiliza um jump scare final de uma mão saindo do túmulo – uma sequência de sonho. Em Sexta-Feira 13, foi criada a cena final em que o menino Jason pula do lago e leva Alice para o fundo. Ela acorda no hospital, mostrando que era apenas um sonho, assim como no filme citado de Brian De Palma. Para que o susto ficasse ainda mais impactante, Savini desenvolveu a maquiagem deformada para o rosto de Jason, além do lodo e das plantas, por ter ficado todo este tempo dentro do lago. Daí nascia o conceito do grande vilão dos slasher.

Quanto à música, a famosa trilha de Sexta-Feira 13, o responsável foi o compositor Harry Manfredini. Sua ideia foi usar a nervosa música apenas nos ataques do assassino. E para isso, tirou dos delírios da Sra. Voorhees a amálgama de sílabas das palavras por ela proferidas durante o filme para criar a icônica “tchi tchi tchi tcha tcha tcha”. Na verdade, ecos de sintetizadores que ressoam o “ki ki ki” da palavra kill (matar) e “ma ma ma” de mommy (mamãe). Ou seja, trechos do diálogo “mate ela mamãe”, que a vilã, no melhor estilo Norman Bates e sua mãe, profere a si mesma.

Recepção e Legado

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Sexta-Feira 13 estreou e se tornou um verdadeiro sucesso de bilheteria. Com um orçamento de US$550 mil, o terror rendeu US$40 milhões somente nos EUA. O filme virou uma febre e viveu para se tornar o mais famoso dentro do subgênero slasher – podemos até mesmo afirmar que foi o responsável por impulsioná-lo ao mainstream, e criar tendência. De repente, todo mundo queria uma fatia deste sucesso, e diversas produções no estilo eram criadas, pelos mais variados estúdios e produtoras. Até mesmo Halloween, o filme imitado, se viu correndo atrás dos louros de seu imitador – os produtores obrigaram John Carpenter a confeccionar uma sequência para surfar no sucesso de Sexta-Feira 13.

Mostrando que crítica e público nem sempre respondem a um filme da mesma forma, Sexta-Feira 13 foi massacrado pela imprensa especializada. As principais acusações eram a violência excessiva e a violência direcionada à mulher. Acusado de misoginia, o filme foi usado como exemplo no programa especial dos críticos Gene Siskel e Roger Ebert (os primeiros e mais famosos “críticos em vídeo” do mundo) sobre a violência contra jovens mulheres neste tipo de filme. Siskel foi além, chegando ao ponto de divulgar o endereço de Betsy Palmer no jornal em que escrevia (um veículo importante de Chicago), incentivando os fãs decepcionados da atriz a lhe escreverem cartas criticando sua escolha de projeto. Felizmente para Palmer, o crítico divulgou o endereço errado.

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Sexta-Feira 13 é violento, assustador e sangrento. Seu único objetivo era o sucesso financeiro e isto foi atingido por seu criador Sean S. Cunningham. Mas nem mesmo ele, o roteirista Victor Miller, ou qualquer envolvido poderia prever o sucesso meteórico do filme junto aos fãs de terror e dos jovens. Para termos uma ideia, as críticas conservadoras de gente como Gene Siskel citado acima, apenas serviram para catapultar ainda mais as vendas de ingresso. É a famosa estratégia publicitária do falem mal, mas falem de mim. Seu rendimento foi tão satisfatório que a Paramount tratou de dar sinal verde instantâneo para a sequência, lançada logo no ano seguinte. E assim novas continuações foram lançadas durante praticamente todos os anos da década de 1980 – com um total de oito filmes lançados até 1989.

Ninguém imaginaria a proporção que a coisa tomaria e a dimensão desta propriedade, adorada até hoje. Cunningham construiu um mini império e os envolvidos continuam famosos e adorados. Mesmo com uma ideia simples, talvez datada hoje, mas bem executada, Sexta-Feira 13 é um pré-requisito e uma obra indispensável para todos que se dizem fãs do gênero terror no cinema.

 

Recentemente, a Horror Inc., detentora atual dos direitos da franquia ‘Sexta-Feira 13‘, anunciou o novo Universo do Jason, e prometeu o início de uma nova era dos criadores originais da saga.

O plano é desenvolver diversos projetos baseados na franquia através de diferentes plataformas de entretenimento, incluindo jogos, experiências imersivas, merchandising e outras coisas que ainda serão anunciadas em 2024.

“Por décadas, Jason chocou e aterrorizou o público que continuava voltando por mais. Estamos ansiosos em trabalhar com Victor Miller e Marc Toberoff em novos projetos que anunciaremos nos próximos meses,” declarou Robert Barsamian, presidente da Horror, Inc. “Estamos focados em honrar o legado da franquia enquanto desenvolvemos novas formas de assistir e interagir com o Universo do Jason.”

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Eric Dane celebra retorno a ‘Euphoria’ e o futuro de Cal Jacobs na 3ª temporada

Eric Dane, estrela de Euphoria, compartilhou recentemente sua empolgação em reprisar o papel de Cal Jacobs na terceira temporada da série, além de abordar o futuro de seu complexo personagem.

Durante uma entrevista à Variety, o ator detalhou sua jornada como Cal Jacobs, explicando por que aceitou o desafio: “É sempre baseado no material, e eu pensei que a escrita tinha um ritmo sem esforço, o show tinha uma personalidade. Mas também, é filmado em Los Angeles, logisticamente, era algo que eu não podia dizer não”.

Sobre o impacto de trabalhar em Euphoria, Dane destacou: “Sempre tive um profundo respeito pelo ofício de atuar, mas nunca me considerei um artista. Eu nunca poderia admitir isso, até que comecei a fazer ‘Euphoria’. Foi quando me dei a permissão para me sentir como se fosse um artista”.

Em relação ao futuro de Cal Jacobs, o ator mantém o mistério: “Ouça, eu não sei de nada. Eu não vi um roteiro. Recebemos páginas talvez um ou dois dias antes, mas tudo é mantido no DL [down low, em segredo]. Eu tenho tanta confiança em Sam Levinson que eu realmente não preciso saber o que está acontecendo. No dia, ele pode me dizer o que fazer e para onde ir, e eu estou bem com isso”.

Sobre uma possível 4ª temporada e o futuro da série, Dane mostrou-se totalmente comprometido: “Vou montar esse show até que as rodas caiam. Eu não sei qual é o destino do show. Eu sei que é preciso um esforço heróico para montá-lo. Se todos os elementos estiverem lá para continuar, eu trabalharia nisso enquanto eles me tivessem”.

A nova temporada de ‘Euphoria’, com oito episódios, tem previsão de estreia para 2026.

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O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.

Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Há um preço em ser “mais do que HUMANO” no novo teaser de ‘Alien: Earth’; Confira!

O FX divulgou um novo teaser de ‘Alien: Earth‘, que promete expandir o universo da franquia ‘Alien‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto no Disney+.

Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.

No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).

O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.

A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.

Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.

Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.

O elenco é formado por Sydney Chandler, Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis, Samuel Blenkin, Babou Ceesay, David Rysdahl, Adrian Edmondson, Adarsh Gourav, Jonathan Ajayi, Erana James, Lily Newmark, Diem Camille e Moe Bar-El.

Richa MoorjaniKaren AldridgeEnzo CilentiMax RineheartAmir BoutrousVictoria MasomaTom MoyaAndy YuMichael SmileyJamie BispingTanapol Chuksrida fazem parte da atração como atores convidados.

Alan Ritchson celebra a longevidade de ‘Reacher’ e o futuro da série no Prime Video

O astro Alan Ritchson, conhecido por seu papel principal em Reacher, revelou-se completamente empolgado com a longevidade do personagem, algo que o fascinou desde a leitura dos romances de Lee Child que inspiram o sucesso do Prime Video.

“Não há pressão aqui para, tipo, manter minha juventude enquanto seguimos com isso, então não me importo”, Ritchson disse à Empire. “Vou continuar filmando enquanto as pessoas me quiserem”.

Lembrando que a 4ª temporada de Reacher oficialmente confirmada para adaptar “Gone Tomorrow”, o 13º livro da série best-seller de Lee Child.

A Amazon confirmou que “Gone Tomorrow” servirá como base para a 4ª temporada, continuando a tradição de adaptar um romance de Reacher por temporada. Desta vez, a história começa com um encontro trágico no metrô de Nova York e se desenrola em uma vasta teia de operações secretas, encobrimentos políticos e a clássica justiça ao estilo Reacher’.

A 4ª temporada também trará um novo e interessante grupo de personagens para acompanhar o aumento das apostas. Entre os recém-anunciados no elenco estão:

Reacher’ está disponível no Prime Video.

Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

O elenco ainda conta com Maria Sten, Anthony Michael Hall, Sonya Cassidy, Brian Tee, Johnny Berchtold e Roberto Montesinos.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro