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‘Thunderbolts*’: Diretor de ‘Deadpool’ elogia novo filme da Marvel; “Um filme excelente”

O cineasta Tim Miller, responsável por dar vida ao icônico Deadpool, grande sucesso da Marvel centrado no irreverente mercenário tagarela, comentou sobre Thunderbolts*’, o mais recente lançamento do estúdio.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Miller não poupou elogios ao filme.

“Achei Thunderbolts um filme excelente. A Florence Pugh estava incrível. Todos os outros atores mandaram muito bem, e a ação foi boa e realista. No geral, o longa foi tematicamente consistente. Às vezes a gente esquece o quanto isso importa — quando tudo se conecta de forma satisfatória”, destacou o diretor.

Thunderbolts*‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Martin Scorsese explica por que não frequenta mais o cinema

O renomado cineasta Martin Scorsese, conhecido por obras aclamadas como ‘Os Bons Companheiros’ e ‘Assassinos da Lua das Flores’, surpreendeu ao revelar que não consegue mais frequentar cinemas públicos.

Segundo o World Of Reel, Scorsese explicou que o comportamento dos espectadores modernos o incomoda. Ele cita o uso constante de celulares durante o filme, pessoas saindo para comprar pipoca e refrigerante em grandes quantidades, e um nível de barulho alto o suficiente para abafar os diálogos dos atores.

Ao ser confrontado com a ideia de que quando crianças tambem fizeram barulho no cinema, Scorsese ponderou: “Sim, talvez, mas quando falávamos era sempre sobre o filme e a diversão de discutir os detalhes. Hoje em dia, parece ser diferente”.

Atualmente, Scorsese não precisa mais dos cinemas. Ele possui uma sala de exibição particular em sua casa, com temática cinematográfica, repleta de pôsteres vintage e memorabilia do cinema, além de um teatro com tela grande onde assiste a clássicos em preto e branco.

Sua residência em Nova York ainda conta com um escritório no quinto andar, equipado com outra sala de exibição e uma vasta biblioteca de filmes.

Lembrando que as estrelas Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio unem forças mais uma vez no aguardado filmeCarthage Must Be Destroyed. Dessa vez ambos atuarão como produtores ao lado de Chad A. Verdi, Christopher Donelly e Gareth West.

A direção do longa-metragem fica por conta de Ted Griffin, conhecido por seu trabalho em thrillers e dramas.

A trama, de acordo com o Deadline, é um thriller de ação que se passa em uma cidade decadente da região industrial, dominada pelo submundo do crime. A história acompanha a chegada de um estranho que, usando inteligência e força, semeia a desconfiança e gera o caos para desmantelar a corrupta estrutura de poder local.

O elenco está em fase de formação e as filmagens estão programadas para começar ainda este ano, em Rhode Island.

Em duas semanas, ‘Lilo & Stitch’ ultrapassa adaptação de videogame como filme MAIS ASSISTIDO do ano no Brasil

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Em um feito impressionante para o cinema em 2025, o live-action Lilo & Stitch, da Disney, conquistou um marco significativo nas bilheteiras brasileiras. Em apenas dez dias de exibição nos cinemas do país, o filme já ultrapassou a marca de 5,7 milhões de espectadores, consolidando-se como o maior sucesso de público no Brasil até agora neste ano. Com esse desempenho, a produção superou o também popular ‘Um Filme Minecraft’, da Warner Bros., que havia acumulado 5,4 milhões de ingressos vendidos e até então liderava o ranking nacional de bilheteria.

A nova versão de ‘Lilo & Stitch’ é uma adaptação em live-action do clássico animado de 2002, e seu sucesso reafirma o apelo duradouro da história da menina havaiana e seu adorável — e caótico — amigo alienígena. A combinação de nostalgia com efeitos visuais modernos, além da força da marca Disney, parece ter cativado não apenas o público infantil, mas também os adultos que cresceram com a animação original.

Além dos grandes lançamentos cinematográficos, outros eventos marcantes movimentaram o circuito de exibição nos cinemas brasileiros, especialmente no formato de eventos ao vivo. Dois deles se destacaram: a transmissão da final da Champions League, uma das maiores competições de futebol do mundo, e a exibição exclusiva de uma apresentação do artista sul-coreano J-Hope, integrante do grupo BTS e um dos nomes mais influentes do k-pop atual.

Em menos de duas semanas, o live-action já conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

Com 69% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme já se encontra em exibição nos cinemas nacionais.

10 curiosidades de ‘Homem-Aranha’, um clássico absoluto dos filmes com heróis

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Lançado em 2002, Homem-Aranha promoveu uma verdadeira revolução nos cinemas, sendo um dos principais responsáveis pelo sucesso dos filmes com super-heróis no século XXI. Com uma história focada mais no desenvolvimento de Peter Parker em vez do Homem-Aranha, o longa conseguiu trazer para as telonas a essência do personagem, mesmo que tenha promovido algumas mudanças no cânone do herói.

Fato é que o Homem-Aranha definiu praticamente o conceito de filmes com super-heróis nos anos 2000, virando símbolo para crianças e adultos, se eternizando como uma das obras mais relevantes desse subgênero, tanto que é referenciado e adorado até os dias de hoje. Por conta disso, o CinePOP listou dez curiosidades sobre os bastidores do longa. Confira!

David Fincher

Antes de Sam Raimi ser escolhido para o longa, a Sony ofereceu o projeto Homem-Aranha para o icônico David Fincher. O diretor queria adaptar a clássica HQ “A Noite em que Gwen Stacy Morreu” e contaria a história de origem do herói nos créditos iniciais. Fincher acabou não fazendo o filme, que parou nas mãos de Sam Raimi, famoso por seus filmes de terror e sua coleção com mais de 25 mil histórias em quadrinhos.

Pioneiro

Por anos, um dos grandes símbolos dos filmes da Marvel foi o icônico logo que se formava nas telas por meio de um monte de páginas de histórias em quadrinhos. Ele marcou toda a geração que cresceu com os longas da Sony e Fox. Pois bem, esse ícone fez sua estreia nos cinemas justamente em Homem-Aranha.

Doutor Octopus

A primeira versão do roteiro trazia o Doutor Octopus como um vilão secundário da história. Porém, a produção decidiu guardá-lo para uma possível sequência, deixando este filme para investir mais na relação entre pai e filho de Norman e Harry Osborn, o que, segundo Sam Raimi, foi uma escolha para dar maior profundidade ao filme.

Duende Verde

Como de costume, Willem Dafoe se entregou de corpo e alma ao papel do Duende Verde. Tanto que ele mesmo realizou cerca de 90% de suas cenas, abrindo mão de dublês em praticamente todas as cenas de ação do longa. Inclusive, o traje do Duende seria uma armadura mais robusta, mas a pedido de Dafoe, que fazia suas próprias cenas, a roupa acabou sendo mais coladinha. Mas não pense que isso fazia a armadura mais fácil de vestir. Dafoe levava aproximadamente uma hora para vesti-la.

DCzete

Antes de viver Peter Parker, o ator Tobey Maguire nunca havia lido uma história em quadrinhos sequer do Homem-Aranha. No entanto, ele era familiarizado com os personagens da DC, já que a icônica sequência em que Peter está tentando lançar suas teias e grita “Para o alto e avante!” e Shazam!”, frases do Superman e do Shazam, foram improvisos do próprio Maguire. Sam Raimi achou divertido e decidiu mantê-las no filme.

Polêmica

Uma das decisões mais polêmicas de Sam Raimi foi tirar os lançadores de teia e colocar o Peter com a teia orgânica. A ideia surgiu de um projeto abandonado de filme do Homem-Aranha do James Cameron. Depois de um tempo, Raimi respondeu aos fãs que a escolha foi feita para passar mais credibilidade ao filme, já que os lançadores de teia seriam uma tecnologia muito avançada para ser criada por um estudante que claramente precisava de dinheiro. Para Raimi, seria egoísmo do Peter não vender a ideia para dar uma vida mais confortável à família.

Rival

Quando J.J. Jameson decide comprar fotos do Homem-Aranha para o Clarim Diário, é dito que “O Eddie está tentando conseguir uma foto dele há semanas”. Essa frase era uma referência a Eddie Brock (Topher Grace), que viria a aparecer em Homem-Aranha 3 (2007) também como um dos fotógrafos freelancer do jornal.

Inimigos fora da tela

Assim como seus personagens, Tobey Maguire e James Franco começaram amigos, mas se desentenderam e brigaram feio por conta de… Kirsten Dunst. Pois é, Tobey e Kirsten começaram a namorar secretamente durante as filmagens. Franco não sabia e falou com o colega que tinha uma queda por ela. Para piorar, James ainda fazia brincadeiras dizendo que o Tobey fazia “carinha de sapo”, o que deu uma confusão enorme entre os dois. Porém, segundo o próprio James Franco, eles se resolveram antes do segundo filme.

Arraia

Na clássica sequência em que Peter está desenhando seu possível uniforme, um dos desenhos é do super-herói Arraia. O famoso traje preto dos anos 80 também aparece, mas em vez de ser preto e branco, ele pinta a roupa de preto e vermelho.

Só no PlayStation 

Por fim, a fonte do logo de “Homem-Aranha” serviu como inspiração para a fonte do logo do saudoso console de videogame PlayStation 3. Como ambos são propriedade da Sony, não deu nenhum problema jurídico.

Homem-Aranha está disponível no Amazon Prime Video, na Netflix e no Max.

Will Smith agradece a Steven Spielberg por um de seus MAIORES sucessos

No início de sua carreira em Hollywood, quando ainda estava construindo sua reputação como ator de sucesso, Will Smith recebeu um conselho valioso de ninguém menos que Steven Spielberg — um dos diretores e produtores mais respeitados da indústria cinematográfica. Esse momento de orientação foi decisivo para que Smith aceitasse um dos papéis mais icônicos de sua trajetória no cinema.

Foi justamente graças à intervenção e persuasão de Spielberg que Will Smith acabou aceitando protagonizar o longa-metragem ‘MIB: Homens de Preto’, lançado em 1997. O filme, que mistura comédia, ação e ficção científica, não só se tornou um enorme sucesso de bilheteria, mas também consolidou de vez o nome de Will Smith como uma das grandes estrelas do entretenimento mundial.

Apesar de hoje parecer impossível imaginar qualquer outro ator no papel do carismático agente Jay, parceiro do agente Kay (interpretado por Tommy Lee Jones), a verdade é que Will Smith esteve muito próximo de recusar a proposta para estrelar o longa. O ator revelou que, naquele momento de sua carreira, estava bastante hesitante em aceitar mais um papel em uma produção de ficção científica.

Essa hesitação veio logo após o sucesso estrondoso de ‘Independence Day’ (1996), outro filme de ficção científica que catapultou a carreira de Smith. Ele temia que aceitar mais um projeto no mesmo gênero o levasse a ser rotulado como um ator limitado a esse tipo de papel — algo comum em Hollywood, onde os artistas muitas vezes são ‘encaixotados’ em categorias específicas.

Foi nesse contexto que Steven Spielberg, que atuava como produtor executivo de ‘Homens de Preto’, entrou em cena. Determinado a ter Will Smith como protagonista, Spielberg decidiu abordar o ator pessoalmente. Segundo Smith, em um vídeo publicado em seu canal oficial no YouTube, o lendário cineasta o convenceu a aceitar o papel com uma única, porém poderosa, frase — embora Smith não tenha revelado exatamente quais foram essas palavras, ele deixou claro que a segurança e a visão de Spielberg o fizeram mudar de ideia imediatamente.

O resultado dessa escolha foi um enorme sucesso. ‘MIB: Homens de Preto’ não só arrecadou mais de 500 milhões de dólares mundialmente, como também gerou sequências, produtos licenciados e uma legião de fãs ao redor do mundo. E, para Will Smith, o filme representou mais do que um sucesso comercial — foi um passo fundamental em sua transformação de estrela promissora para ícone global.

“Não use seu cérebro para isso, use o meu cérebro”, disse Spielberg.

‘Predador: Assassino de Assassinos’: Primeiras reações destacam longa como “intenso, violento e visualmente impressionante”

O longa animado Predador: Assassino de Assassinos (Predator: Killer of Killers) teve recentemente uma exibição exclusiva para um grupo seleto de jornalistas. Nas redes sociais, os críticos compartilharam suas primeiras impressões sobre o filme.

De modo geral, os jornalistas elogiaram o trabalho do cineasta Dan Trachtenberg, considerando esta produção animada como um dos melhores trabalhos já realizados dentro da franquia.

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“Predador: A Caçada foi excelente, mas Dan Trachtenberg eleva a franquia Predador a um novo patamar com ‘Predador: Assassino de Assassinos’. Intenso, violento e visualmente deslumbrante, é um espetáculo sangrento que vai encantar os fãs — e ainda reserva surpresas incríveis. Que venha Predator: Badlands!”, disse Josh Wilding.

“Com ‘Predador: Assassino de Assassinos’, Dan Trachtenberg e sua equipe entregam uma experiência eletrizante e sem concessões. O curta domina com precisão o universo da franquia e explora com profundidade temas como vingança e violência. Visualmente deslumbrante, com uma textura quase tátil e uma animação de tirar o fôlego, traz lutas brutais, personagens envolventes e easter eggs usados com inteligência e criatividade”, disse Courtney Howard.

Dan Trachtenberg não decepciona — a confiança depositada nele para comandar essa franquia continua dando resultado. Um filme muito bem construído, repleto de mortes brutais, personagens marcantes e com menos de 90 minutos de pura intensidade. O público do aplaudiu e vibrou a cada parte”, disse Will Landman.

“Os fãs de Predador estão vivendo um ótimo momento. ‘Predador: Assassino de Assassinos’ é sensacional — um thriller animado, sangrento e repleto de ação, com uma abordagem centrada nos personagens. Inventivo e envolvente, é o tipo de filme que parece feito por fãs da franquia para fãs da franquia. O futuro de Predador nunca pareceu tão promissor”, disse Andres Cabrera.

“‘Predador: Assassino de Assassinos’ é tudo o que eu sempre esperei da franquia. Inteligente, repleto de momentos épicos e mortes impressionantes. Enxuto, feroz e simplesmente insano. Dan Trachtenberg mandou muito bem, recomendação absoluta!”, disse Jeff Ewing.

“Empolgado em dizer que ‘Predador: Assassino de Assassinos’ é o melhor filme de PREDADOR desde Predador: A Caçada. Com uma animação deslumbrante, cenas de ação extremamente viscerais, uma estrutura engenhosa para uma antologia e uma expansão fantástica dos territórios de caça dos Yautja. A franquia está em ÓTIMAS mãos”, disse Bill Bria. 

“Tive a chance de assistir #PredatorKillerOfKillers antecipadamente e me senti como se tivesse acabado de sair de uma montanha-russa de 90 minutos. Mais um triunfo de Dan Trachtenberg, trazido à vida com uma animação pictórica deslumbrante feita pela THE THIRD FLOOR. Mal posso esperar para ver o que eles vão fazer a seguir”, disse Sonic the Hedgefund.

“‘Predador: Assassino de Assassinos’ superou todas as minhas expectativas! É muito mais violento e sangrento do que eu imaginava, repleto de Easter Eggs e histórias cheias de ação que se entrelaçam perfeitamente. Seria incrível se todos pudessem assistir a esse filme na tela grande! Simplesmente FENOMENAL!”, disse do Tessa Smith.

Dan Trachtenberg oferece uma experiência de Predator quase perfeita, que todo fã vai valorizar! Especialmente para quem sempre quis ver momentos históricos cruciais se encontrando com o icônico caçador. O filme é repleto de ação de arrepiar e conta com uma animação espetacular”, disse Zach Pope.

“A partir da abordagem inovadora que Predador: A Caçada trouxe ao universo Predator, ‘Predador: Assassino de Assassinos’ leva o público a uma viagem pela história. Vikings, Japão feudal e Segunda Guerra Mundial — essa antologia apresenta três encontros distintos com o Predator, cada um funcionando como um curta-metragem independente. Repleto de ideias brilhantes e batalhas eletrizantes, cada segmento tem potencial para ser um filme completo, mas mal arranha a superfície da grandiosa visão de Dan Trachtenberg. Parece mais um passo inicial rumo à narrativa maior de Predator: Badlands, prevista para ainda este ano”, disse Darren Movie Reviews.

O filme animado será lançado no dia 6 de junho, no Disney+.

A história antológica segue três dos guerreiros mais ferozes da história da humanidade: uma invasora viking guiando seu filho em uma busca sangrenta por vingança, um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha brutal pela sucessão e um piloto da Segunda Guerra Mundial que voa para para investigar uma ameaça sobrenatural à causa dos Aliados. Mas, embora todos esses guerreiros sejam assassinos, eles são apenas presas para seu novo oponente – um assassino de assassinos.

Dan Trachtenberg e Joshua Wassung são responsáveis pela direção.

A produção contará com as vozes de Lindsay LaVanchy, Louis Ozawa, Rick Gonzalez e Michael Biehn.

Ator revela que terminaram as filmagens de ‘Mestres do Universo’; Confira fotos e vídeos!

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As filmagens de Mestres do Universo, adaptação live-action do clássico desenhoHe-Man e os Mestres do Universo, terminaram.

A novidade foi revelada por Kojo Attah, que vive o Triclope.

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“Terminamos as filmagens de Mestres do Universo. Triclope encerrado. Esta jornada começou para mim em setembro passado e tem sido sangue, suor e lágrimas de verdade. Principalmente suor, no entanto. Tipo, muito.

Insano ter dado vida a um grande vilão e mal posso esperar para que todos vocês vejam o que aprontamos.

Por enquanto, aproveitem este despejo frustrantemente sem spoilers”, ele afirmou.

O longa está programado para estrear em 5 de junho de 2026.

Nicholas Galitzine vive o Príncipe Adam, o alter ego do herói He-Man. Camila Mendes é Teela.

O elenco ainda conta com Alison Brie como Evil-Lyn, Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.

Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.

A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).

‘Um Maluco no Golfe’: Clássica comédia com Adam Sandler será lançada na Netflix

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A clássica comédia dos anos 90, ‘Um Maluco no Golfe‘, será lançada pela Netflix. A produção, estrelada por Adam Sandler, chega à grade de programação pouco antes da estreia da aguardada sequência, mais precisamente no dia 10 de junho.

Na trama, Happy Gilmore quer ser um jogador profissional de hóquei, mas acaba descobrindo que tem um talento muito especial para jogar golfe. O satírico e desbocado atleta acaba ganhando dinheiro suficiente para poder ajudar a sua avó, que está prestes a perder a casa por falta de pagamento de impostos. O problema é que esse maluco se torna um herói improvável para o esporte, o que desagrada bastante os golfistas, tão educados e elegantes.

Relembre o traile da comédia de 1996:

Assista ao trailer da sequência:

Um Maluco no Golfe 2‘ estreia na Netflix no dia 25 de julho.

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi, ENCANTOU Steven Spielberg por causa desse motivo

Lançado oficialmente nos cinemas em 2002, Homem-Aranha rapidamente se consolidou como um marco no gênero de filmes de super-heróis, conquistando tanto o público quanto a crítica. Dirigido por Sam Raimi, o longa protagonizado por Tobey Maguire no papel de Peter Parker se tornou não apenas um sucesso estrondoso de bilheteria, mas também um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira do cineasta, conhecido por sua abordagem única, que mistura elementos sombrios com momentos de leveza e emoção.

Na época de seu lançamento, o cenário dos filmes baseados em histórias em quadrinhos ainda era incerto. Apesar do sucesso recente de X-Men (2000), o gênero não tinha a força ou a frequência que viria a ter anos depois com o surgimento do Universo Cinematográfico da Marvel. Nesse contexto, Homem-Aranha teve um papel fundamental na revitalização do interesse do grande público por adaptações de super-heróis. Com uma narrativa envolvente, personagens carismáticos e uma direção estilizada, o filme mostrou que era possível criar uma história com profundidade emocional e, ao mesmo tempo, recheada de ação e efeitos visuais impressionantes.

O impacto do filme foi tão significativo que chegou a chamar a atenção de ninguém menos que Steven Spielberg, um dos diretores mais influentes da história do cinema. Em uma conversa com o renomado crítico Roger Ebert, Spielberg comentou sobre o que mais lhe chamou a atenção na obra de Sam Raimi. Para ele, um dos aspectos mais notáveis do filme foi o uso criativo do CGI (imagens geradas por computador) nas cenas de ação.

“Em ‘Homem-Aranha,’ que eu realmente gostei, apreciei os efeitos de CGI que faziam o voo do Homem-Aranha parecer uma história em quadrinhos e não a realidade. Isso me levou de volta às revistas do Homem-Aranha que eu lia quando era mais jovem. Sam Raimi estava tentando capturar essa estética de quadrinhos, e o que isso exige é que as cenas ao vivo com Tobey Maguire pareçam o mais possível com a arte das histórias em quadrinhos, assim como as cenas de voo do Homem-Aranha em CGI. O desafio é fazer esses elementos se encontrarem no meio”, declarou Steven Spielberg.

Após comandar a trilogia ‘Homem-Aranha’, estrelada por Tobey Maguire, o diretor Sam Raimi retornou para a Marvel em 2022, dirigindo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.’ 

Conheça As Séries Mais ODIADAS dos Últimos Anos

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Quando falamos das séries mais queridas dos últimos anos, o fenômeno de audiência ‘The Last of Us’ precisa obrigatoriamente estar na conversa. Outras que facilmente seriam abordadas são a impactante sul-coreana ‘Round 6’, o spin-off de ‘Game of Thrones’ – ‘A Casa do Dragão’ e as badaladíssimas ‘Ruptura’, ‘Fallout’ e ‘The White Lotus’, isso só para citar as que estrearam nos últimos cinco anos. Os programas de TV cultuados são inúmeros.

Mas e quando falamos do oposto, dos programas verdadeiramente odiados por todos nos últimos anos. Fazer sucesso não é fácil, mas ser completamente desprezado também não. Muitas vezes parece que aquele programa horrível que não gostamos cisma em arrumar seus defensores. Por outro lado, as estrelas precisam estar alinhadas para que se crie uma série que simplesmente ninguém parece gostar. E é justamente deles que iremos falar nessa nova matéria – os seriados de TV mais odiados dos últimos anos. Confira abaixo.

The Acolyte (2024)

The Acolyte’ ou ‘O Acólito’ foi um dos mais recentes seriados a estampar o selo ‘Star Wars’ em seu título. Porém, as séries do universo criado por George Lucas parecem não ter dado muita sorte, com apenas dois deles resistindo fortemente ao teste da crítica (‘The Mandalorian’ e ‘Andor’). Mas se a maioria não vai bem, conquistar o primeiro lugar como a série ‘Star Wars’ mais odiada pelos fãs é pior ainda. Foi isso o que ocorreu com ‘The Acolyte’, que soma uma pontuação de 4.2 dos usuários no IMDB.

Acontece que a criadora do programa Leslye Headland e a protagonista Amandla Stenberg souberam direitinho atiçar a fúria dos fãs (e também dos haters), os acusando entre outras coisas de misóginos. Amandla chegou inclusive a gravar um vídeo musical “descascando” em cima dos supostos fãs. Apesar dessa guerra travada nos bastidores entre os realizadores e os fãs, ‘The Acolyte’ possui ideias interessantes, mas inflamatórias, entre outras coisas por desmistificar os Jedis.

The Idol (2023)

Outro que não dá sorte na carreira como ator é o músico Abel Tesfaye, mais conhecido por sua alcunha The Weeknd. Nos palcos o cantor é sensação, mas quando tenta lançar seus projetos ambiciosos como ator, seja na TV ou no cinema, vem dando com os burros n’água. Recentemente, ele estreou nos cinemas o pretensioso ‘Hurry Up Tomorrow’, um fracasso de crítica que o traz atuando ao lado de Jenna Ortega.

Voltando dois anos no passado, nos deparávamos com The Weeknd em outro projeto ambicioso, ao lado de uma jovem atriz (Lily-Rose Depp), desta vez na TV. ‘The Idol’ pretendia ser uma viagem pelos bastidores da vida de uma estrela da música pop, mas foi rapidamente cancelada após a primeira temporada (que conta apenas com cinco episódios), depois de receber fortes críticas. A série tem nota 4.4 dos usuários do IMDB.

Velma (2023)

Até mesmo os desenhos animados podem se tornar fracasso, sendo odiados pelo mesmo público que deveria cativar. Em casos assim, o pensamento que vem logo à cabeça é “não mexa com os clássicos”. A ideia aqui era um reboot das histórias de Scooby-Doo, focando em Velma, a personagem mais esperta. Para comandar essa versão moderna, a ácida Mindy Kalling foi escalada para servir como a voz de Velma.

O programa reformulou muitas ideias e conceitos do programa original, colocando-o mais a par com o pensamento atual – ou seja, como muitas vezes ocorre em casos assim, foi visto por uma grande parcela como sendo uma “lacração”. Não ajudou em nada ao programa, a outra parcela do público também não ter gostado nem um pouco, o acusando de ser sem graça. A HBO Max ainda insistiu e entregou uma segunda temporada, mas não teve jeito e ele foi cancelado. A série se tornou a mais odiada do público em tempos recentes, ao menos no IMDB, onde guarda uma nota 1.6.

Rainha Cleópatra (2023)

Poucas séries conseguiriam uma nota pior do que a que ‘Velma’ recebeu, certo? Sim, é bem difícil ter uma nota assim tão baixa, ainda mais tendo milhares de pessoas votando. Mas uma série conseguiu essa proeza. Falamos de ‘Rainha Cleópatra’, minissérie documental em quatro episódios, que gerou julgamentos acalorados e bastante ódio por parte do público e do povo egípcio. Acontece que o programa da Netflix apresentou Cleópatra como uma mulher negra, interpretada pela atriz Adele James.

E foi o que bastou para o incêndio começar. Fora isso, historiadores frisaram as inconsistências históricas do programa. Como se não bastasse, a série foi narrada por Jada Pinkett-Smith, uma das celebridades, digamos, menos apreciadas da atualidade. Tudo isso fez os usuários do IMDB garantirem uma nova 1.2 para o programa, uma das mais baixas de todos os tempos no banco de dados.

Resident Evil – A Série (2022)

Quando achávamos que não tinha como piorar a franquia ‘Resident Evil’ no cinema estrelada por Milla Jovovich, algumas produções levando o título chegaram para mostrar que estávamos errados, fazendo inclusive tais filmes parecerem verdadeiras obras-primas. Primeiro, um reboot mambembe nos cinemas, encabeçado por Kaya Scodelario e Hannah John-Kamen – que parece inacabado. E logo depois, foi a vez de mais uma produção da Netflix cair por terra, e ser rapidamente cancelada, apesar de promissora. Ella Balinska foi a azarada da vez ao protagonizar a série, que fez os fãs darem uma nota 4.2 no IMDB. Mas se você pensa que eles deixarão ‘Resident Evil’ descansar está muito enganado, pois um novo reboot já é planejado.

The Witcher: Origem do Sangue (2022)

Ter uma série de sucesso em que foi baseada não é garantia para nenhum spin-off. Ou seja, nem todos podem ser ‘Better Call Saul’ ou ‘House of the Dragon’. Aliás, ‘Game of Thrones’ teria outro derivado antes de ‘A Casa do Dragão’, que ficou apenas no episódio piloto. Já aqui falamos de ‘The Witcher’, um dos programas mais bem-sucedidos da história da Netflix, uma aventura medieval de fantasia, que trouxe Henry Cavill como protagonista nas primeiras temporadas. Era natural que o estúdio quisesse dar continuidade, ampliando esse universo. Porém, ‘Origem de Sangue’, mesmo contando com a vencedora do Oscar Michelle Yeoh no elenco, falhou em atingir um décimo da popularidade de seu “primo rico” e foi rapidamente esquecida, como se nunca tivesse acontecido. A nota 4.9 é a prova disso.

Mulher-Hulk (2022)

No primeiro item falamos sobre as séries de Star Wars, no Disney+, cujo histórico pende mais para o lado negativo. E se ‘The Acolyte’ marca a série mais odiada daquele universo na plataforma, chegamos ao programa menos apreciado do universo Marvel nos domínios da Disney+. Falamos de ‘Mulher-Hulk’, uma série que gerava grande expectativa, entre outras coisas por ser a estreia de uma das personagens femininas mais queridas da casa de ideias em versão live-action.

E a protagonista Tatiana Maslany fez um ótimo trabalho, tirando toda a graça e a acidez que o material permitiu. O lance é que ‘Mulher-Hulk’ simplesmente não foi engraçada o suficiente, apesar de se vender como comédia. Também não foi esperta o suficiente, como achava que era, e tampouco empolgou com cenas de ação ou criatividade. E no meio de ofertas bem mornas, para dizer no mínimo, como ‘Invasão Secreta’ e ‘Eco’, ‘Mulher-Hulk’ conseguiu ser a série menos apreciada da casa, com nota 5.2. No fundo esperamos que a personagem tenha outra chance no MCU

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (2022)

Aqui temos um dos casos de volta por cima mais impressionantes para uma série de todos os tempos. Acontece que a primeira temporada de ‘Os Anéis de Poder’ em 2022 foi recebida com o mesmo hate de alguns programas acima – com as acusações costumeiras de “lacração” e descaracterização de personagens e história. Isso fez com que muitos desistissem do programa, sem sequer terminar por completo o primeiro ano.

Isso deve ter sacudido as estruturas da Amazon Prime Video, tendo em vista que a empresa havia pago uma verdadeira fortuna por um dos títulos mais queridos e importantes da cultura pop. Assim, os produtores conseguiram arrumar a casa, e eliminar tudo aquilo que havia sido criticado, focando no que verdadeiramente os fãs queriam ver. Como resultado, a segunda temporada cresceu muito e reconquistou os fãs. Por isso, atualmente a série marca uma nota 6.9, e pode vir a ficar ainda maior caso continuem acertando.

Batwoman (2019)

Os seriados da DC no canal CW fizeram muito sucesso no chamado “Arrowverse”. Embora sejam séries consideradas mais juvenis, sem o peso dramático de algo mais adulto, ainda assim possuem muito amor de seu público de forma geral. Tudo começou com ‘Arrow’ e ‘Flash’, os alicerces, que geraram diversos outros programas com heróis da casa. Mas nenhum foi tão controverso quanto ‘Batwoman’. Para começar, logo após a primeira temporada tiveram que substituir a protagonista, quando Ruby Rose deixou o programa.

Rose virou alvo de polêmicas após membros da comunidade LGBTQIA+ considerarem as temáticas do programa problemáticas nesse sentido, de uma má representação. Assim, a atriz saiu de cena, pendurando a capa, e depois alegando um ambiente de trabalho tóxico. Ela foi substituída pela atriz negra Javicia Leslie, que embora tenha herdado o manto da heroína, interpretava outra personagem. Leslie permaneceu por mais duas temporadas, mas o programa sofria muitas críticas quanto à sua qualidade. Assim, ele finalmente chegaria ao fim em 2022. Atualmente, ‘Batwoman’ tem uma das piores notas de um série live-action no IMDB, com 3.6 na opinião dos usuários.

Inumanos (2017)

Antes de a Marvel ser a Marvel como conhecemos hoje, ou melhor, os estúdios Marvel, ela passou por uma época na qual seus títulos não estavam todos concentrados em um único local. Hoje, tudo referente a este universo é disponibilizado na Disney+ – com os filmes, é claro, estreando nos cinemas, e as séries na plataforma de streaming. Mas no começo não era assim. Foi por isso que outras empresas, como a Netflix, por exemplo, puderam faturar em cima de títulos como ‘Demolidor’, ‘Jessica Jones’, ‘Luke Cage’ e ‘O Justiceiro’, por exemplo, antes de a Marvel estúdios cancelar tudo e pegar para si os direitos novamente.

Para termos uma ideia, algumas séries como o selo Marvel chegaram a ser exibidas em canais abertos dos EUA, como a rede ABC, por exemplo. Foi o caso com ‘Os Agentes da SHIELD’, por exemplo. ‘Manto e Adaga’, ‘Fugitivos’, ‘Agente Carter’, ‘The Gifted’ e ‘Legião’ foram alguns dos títulos espalhados por outros canais. Mas nenhum deles foi tão criticado quanto ‘Inumanos’ (2017), que chegou inclusive a virar piada. E pensar que antes da série, um filme foi cogitado para os personagens. A série amarga uma nota 4.9 por parte dos usuários do IMDB.

‘Mad Men: Inventando Verdades’: Jon Hamm e John Slattery revelam única reclamação sobre a série de sucesso

Os astros Jon Hamm e John Slattery, que brilharam na aclamada série Mad Men: Inventando Verdades, recentemente compartilharam a única coisa que os incomodava na produção de sucesso: o excesso de cenas fumando.

Em entrevista à Variety, os dois atores celebraram o legado da série, mas lamentaram a proliferação de cigarros em quase todas as cenas.

“Isso com certeza não fazia bem pra você”, comentou Hamm. “Ah, de forma alguma. Acho que alguém contou uma vez: só no piloto, eu fumei 75 cigarros… Eram cigarros falsos, mas isso só significa que não tinham nicotina. Ainda assim, você está queimando alguma coisa”.

Como Mad Men se passava em Nova York, mas era gravado em Los Angeles, a maior parte das filmagens acontecia em estúdios fechados.

“A gente não saía pra filmar, o que era bom e ruim ao mesmo tempo. O estúdio inteiro ficava cheio de fumaça de cigarro falso”, comentou Hamm.

Slattery acrescentou que os cigarros falsos eram feitos com pétalas de rosa e marshmallow.

“Pode até parecer agradável, mas não era”. Para piorar, o “martíni de vodca” que aparecia nas cenas era, na verdade, um copo de água com cebola.

“O hálito ficava maravilhoso”, ironizou Hamm.

Slattery explicou que a “vodca” era falsa, mas a cebola era de verdade: “Coloque outra cebola pérola no seu copo d’água, fume mais 26 cigarros falsos, e pronto, são 9h30 da manhã!”.

Pelo menos era melhor do que fumar cigarros de verdade, algo que, segundo Hamm, alguns atores mais jovens tentaram fazer durante o piloto da série.

“Eles falavam: ‘Vamos fumar de verdade. Queremos sentir e viver isso de verdade’. E eu dizia: ‘Depois me contem como foi’. Em três dias eles estavam amarelados, pálidos. Péssima ideia”, explicou.

Hamm comentou que isso lembra outro truque comum entre atores: dar mordidas bem pequenas na comida em cena, já que a mesma ação é repetida dezenas de vezes.

“E mover a comida no prato”, completou Hamm. “Nem todo mundo pode ser o Brad Pitt. Quem dera pudéssemos!”.

Os cigarros, claro, eram parte fundamental para retratar o universo dos publicitários da Madison Avenue nos anos 1960.

“Lembro de ter uma conversa com os executivos da AMC”, contou Hamm. “Eles perguntaram: ‘Eles precisam mesmo fumar?’ E eu pensei: ‘Estão de brincadeira?’ Sim, eles precisam. Eles são viciados! É exatamente por isso que os cigarros vendiam tanto”.

Mad Men: Inventando Verdades’ está disponível no Prime Video. 

Após ‘Avatar’, James Cameron mergulhará em nova saga de fantasia com monstros e elfos canibais

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Enquanto finaliza ‘Avatar: Fire and Ash‘, com estreia marcada para dezembro, James Cameron já prepara seu próximo grande projeto — e desta vez, está deixando os alienígenas azuis de Pandora para trás em nome de uma legião de monstros e elfos canibais.

O diretor e roteirista vencedor do Oscar anunciou nesta segunda-feira (02), via Facebook, que sua produtora Lightstorm Entertainment adquiriu os direitos de adaptação de The Devils, novo romance do autor britânico Joe Abercrombie, publicado em maio. A dupla vai coescrever o roteiro da adaptação cinematográfica.

Descrito como uma fantasia sombria épica, The Devils acompanha uma força-tarefa formada por monstros que são recrutados para salvar a Europa de uma infestação de elfos devoradores de carne. Cameron, fã declarado da obra de Abercrombie, revelou estar empolgado com a chance de mergulhar nesse universo.

“Amo a escrita do Joe há anos, especialmente os livros de The First Law e Best Served Cold (AMO esse!)”, disse Cameron. “Mas foi a originalidade do mundo e dos personagens de The Devils que finalmente me tirou da cadeira para comprar os direitos e me juntar a ele nessa empreitada cinematográfica”.

O autor também celebrou a parceria:

“Não consigo pensar em ninguém melhor para levar essa criatura esquisita e maravilhosa para as telas”.

Abercrombie é conhecido por seus romances de fantasia carregados de ironia, brutalidade e personagens moralmente ambíguos. Além da nova obra, ele recentemente colaborou como roteirista da aclamada série animada ‘Love, Death & Robots‘, da Netflix.

Cameron segue envolvido com a saga ‘Avatar: Fire and Ash‘. O terceiro filme da franquia estreia em 19 de dezembro, enquanto o quarto capítulo tem lançamento previsto para 21 de dezembro de 2029.

Apesar de ainda não haver cronograma divulgado para The Devils, o projeto representa um raro retorno de Cameron ao gênero da fantasia — com a promessa de unir seu estilo visual grandioso ao universo visceral de Abercrombie.

Fãs planejam passar o Natal e ANO NOVO assistindo a temporada final de ‘Stranger Things’; Confira as reações!

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Netflix divulgou as datas da 5ª e última temporada de Stranger Things, e elas não poderiam ser mais inusitadas: teremos episódios lançados no Natal e virada do Ano:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Nas redes, vários fãs já estão planejando passar o Natal e Ano Novo assistindo aos episódios. Confira as reações:

Confira a sinopse e o trailer:

Outono de 1987. Hawkins é marcada pela abertura das Fendas e nossos heróis estão unidos com um único objetivo: encontra e matar Vecna. Mas ele desapareceu – seu paradeiro e seus planos desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caçada por Onze, forçando-a a se esconder de novo. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um denso e familiar temor também vem à tona. A batalha final é iminente – e, com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal que qualquer coisa que já tenham enfrentado. Para colocar um fim nesse pesadelo, eles precisarão de todos unindo forças uma última vez.

Stranger Things acompanha um grupo de amigos que enfrenta forças sobrenaturais e conspirações governamentais secretas em sua pequena cidade de Indiana, durante os anos 1980.

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

‘Tempo de Guerra’: Longa de Alex Garland ganha data de estreia no streaming

‘Tempo de Guerra’ (Warfare), o novo filme de Alex Garland, ambientado durante a invasão dos EUA ao Iraque e sob a perspectiva de um pelotão de Navy SEALs, ganhou data de estreia no streaming.

O aclamado longa estreia no dia 15 de junho na grade de programação da Prime Video. Sucesso entre a crítica especializada e o público, a produção conquistou 93% de aprovação de ambos os lados.

Os críticos, em sua maioria, destacaram a habilidade do cineasta em trazer uma nova visão sobre a guerra, apresentando uma abordagem crua e realista, sem glamorizar o conflito.

Relembre as principais avaliações e siga o CinePOP no Youtube:

“Enquanto busca retratar de forma não romântica o combate, ele só consegue conceber isso por meio de uma recriação háptica em vez de uma caracterização real. O resultado é um acesso de raiva cacofônico, um anúncio vazio e pérfido para recrutamento militar”, disse Gregory Nussen do Deadline.

“Garland está trabalhando em sua melhor forma e com um comando técnico deslumbrante no que é, sem dúvida, seu melhor filme desde sua estreia, Ex Machina”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Ele retira até o último vestígio do glamour romântico da imagem do combate, e eu acho que você poderia dizer que isso é uma conquista. Mas é uma conquista, neste caso, que parece estar se saudando”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘Tempo de Guerra’ é um filme que quer ser sentido mais do que interpretado, mas não faz sentido para mim como um convite — apenas como um aviso criado a partir das feridas de uma memória”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Alex Garland e Ray Mendoza apresentam 90 minutos sangrentos e repletos de tensão de guerra realista em seu novo filme brutal, que se concentra nos soldados”, disse Mary Kassel do Screen Rant.

“‘Tempo de Guerra’ não visa necessariamente explicar, justificar ou condenar as origens desses conflitos de guerra. Em vez disso, o filme tem como objetivo retratar um cenário de combate da maneira mais precisa possível, o que ‘Tempo de Guerra’ consegue fazer de várias maneiras”, disse Aidan Kelley do Collider.

“Eles não vão exibir esse em centros de recrutamento”, disse Jordan Hoffman do Entertainment Weekly.

O longa será lançado nos cinemas dos EUA no dia 11 de abril.

O elenco de ‘Tempo de Guerra’ conta com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Will Poulter, Joseph Quinn, Charles Melton, Cosmo Jarvis, Kit Connor, Finn Bennett, Taylor John Smith, Michael Gandolfini, Adain Bradley, Noah Centineo, Evan Holtzman e Henrique Zaga.

‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’: Renée Zellweger revela que chorou gravando a última cena de Colin Firth

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Durante um evento especial em Los Angeles no último sábado, Renée Zellweger emocionou o público ao refletir sobre o fim de sua jornada como Bridget Jones — papel que interpreta há 25 anos e que agora se encerra com ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto‘, já disponível para aluguel digital.

A atriz, duas vezes vencedora do Oscar, participou de um bate-papo após a exibição do filme e ficou quase duas horas extras conversando com fãs, entre canapés britânicos e lembranças nostálgicas. Em meio a risos e lágrimas, Zellweger compartilhou sua emoção com a despedida do universo que marcou sua carreira: “Quando você tem sorte de trabalhar com seus amigos… parece bobo dizer isso, mas foi algo muito profundo”, disse, antes de brincar: “Talvez eu esteja louca porque talvez eu ame um personagem fictício!”

Zellweger também relembrou o nervosismo de quando conheceu Hugh Grant nos bastidores do primeiro filme, ‘O Diário de Bridget Jones‘ (2001). “Eu era tão fã dele, morria de medo de fazer papel de boba — e fiz!”, contou. Ela explicou que conheceu o ator britânico nos tempos de faculdade, quando morava acima de um cinema independente e assistia a todos os filmes britânicos que apareciam. “Pensava: ‘Meu Deus, ele é tão bonito! E agora eu vou fazer um filme com ele?'”.

Apesar de Colin Firth (Mark Darcy) não estar mais vivo na trama, ele faz uma aparição como visão no novo longa. A cena foi difícil de gravar, segundo a atriz: “Era pra Bridget não chorar, mas quando vi ele ali, todo certinho com sua pasta e sobretudo…me pegou de surpresa. Bateu a ficha de que aquela era nossa despedida”.

O diretor Michael Morris, que assumiu o comando do quarto e último filme da franquia, também falou sobre o desafio de escalar os novos interesses amorosos de Bridget, interpretados por Chiwetel Ejiofor e Leo Woodall. “Estava obcecado por ter os dois no elenco”, revelou.

Morris também comentou como Zellweger conheceu os atores mirins que interpretam os filhos de Bridget e Mark, dizendo que a química entre eles foi instantânea. “Em menos de uma hora, as crianças já estavam grudadas nela. Foi ali que percebi: temos uma família”.

Ao ser questionada sobre o segredo da química em cena, Zellweger respondeu com simplicidade: “Tive muita sorte. Sempre tem algo que admiro nos meus colegas. E a gente sempre se diverte”.

Vale lembrar que ‘Louca Pelo Garoto‘ foi lançado exclusivamente no streaming Peacock nos Estados Unidos, qualificando-se como telefilme e, portanto, elegível às principais categorias da premiação televisiva mais prestigiada do mundo.

O longa, sequência direta de ‘O Bebê de Bridget Jones‘ (2016), traz de volta Zellweger como a icônica heroína britânica em sua jornada por amor, maternidade e autoconhecimento na meia-idade. A atriz, que recebeu sua primeira indicação ao Oscar em 2002 justamente por ‘O Diário de Bridget Jones‘, agora busca repetir o feito em outro formato — e fazer história como a primeira intérprete indicada ao Emmy e ao Oscar pelo mesmo papel.

Peacock, responsável pela distribuição exclusiva do título nos EUA, submeteu a produção à Academia de Televisão como “Melhor Telefilme” e indicou Zellweger à categoria de Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme. Se indicada, a atriz entraria para um seleto grupo de intérpretes que transitaram com sucesso entre o cinema e a TV com um mesmo personagem.

Aclamado pelos críticos, o quarto e último filme da franquia alcançou sólidos 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Pressionada a forjar um novo caminho em direção à vida e ao amor, Bridget volta ao trabalho e até experimenta aplicativos de namoro, e logo se torna a ‘favorita’ de um homem mais jovem, sonhador e entusiasmado. Agora entre os malabarismos com trabalho, casa e romance, Bridget ainda tem que lidar com o julgamento das mães perfeitas na escola, se preocupar com Billy ainda em luto pela ausência de seu pai e se envolver em uma série de estranhos contatos com o racional professor de ciências de seu filho.

O elenco ainda conta com o retorno de Emma Thompson (‘Boa Sorte, Leo Grande’), além de introduzir Isla Fisher (‘Truque de Mestre’), Josette Simon (‘Anatomia de um Escândalo’), Nico Parker (‘The Last of Us’) e Leila Farzad (‘I Hate Suzie’).

Sarah Solemani, Sally Phillips, Shirley Henderson e James Callis retornam como os amigos da Bridget, Gemma Jones e Jim Broadbent como os pais da Brigdet, além de Celia Imrie, Neil Pearson e Joanna Scanlan.

[EXCLUSIVO] Lara Suleiman e o desafio de dar nova vida a personagens icônicas do cinema no palco — e na dublagem

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Lara Suleiman tem se destacado como uma das artistas mais versáteis da cena atual. Atriz, cantora e dubladora, ela transita com fluidez entre palcos e estúdios, e tem chamado atenção por dar vida – e voz – a personagens que marcaram gerações no cinema.

De Janis, sua personagem atual em ‘Meninas Malvadas’, a Lydia (Beetlejuice), passando pela princesa Jasmine na versão brasileira do live-action Aladdin, Lara vem construindo uma carreira marcada por clássicos do cinema, ao mesmo tempo que os reinventa com identidade própria. Depois de uma temporada rebelde no Colégio North Shore, ela já se prepara para voltar aos anos 60 e dar vida a Lorraine em ‘Jersey Boys’, musical da Broadway e também conhecido das telas, que referia a biografia da banda The Four Seasons e ganha montagem brasileira a partir de agosto, em São Paulo.

Para ela, o grande desafio de interpretar figuras tão conhecidas do cinema está justamente em evitar a imitação.

“Meu primeiro impulso foi preservar a essência dessas personagens, aquilo que fez com que o público se apaixonasse por elas. A partir daí, procuro construir uma versão que traga também o meu olhar, minha personalidade e minha compreensão do papel”, explica. Essa busca por equilíbrio entre fidelidade ao material original e autenticidade artística tem sido sua bússola criativa.

E não faltam exemplos. Lara já foi Lydia duas vezes – em ‘Beetlejuice’ e em ‘Uma Babá Quase Perfeita’ -, personagens que, apesar de pertencerem a universos distintos, compartilham algo em comum: a inquietude diante das mudanças da vida. Ambas lidam com o luto, seja pela morte ou pela separação dos pais.

“Sou muito atraída por personagens com uma veia rebelde, que questionam o mundo à sua volta”, diz. Em seu processo criativo, Lara recorreu às cinco fases do luto para mapear emocionalmente essas jornadas, adaptando-as às especificidades de cada texto e contexto. “Em Beetlejuice’, a Lydia é protagonista e vive uma jornada do herói clara. Já em Uma Babá Quase Perfeita’, a Lydia Hillard é coadjuvante, e a história gira mais em torno da transformação do pai. Ainda assim, foi uma personagem rica, com nuances emocionais que adorei explorar.”

A amplitude do repertório da atriz impressiona. Do peso dramático de Eponine em ‘Os Miseráveis’ ao sarcasmo afiado de Janis em ‘Meninas Malvadas’, Lara já atravessou os mais variados estilos e épocas.

“Já estive na Revolução Francesa, na Áustria, já fui uma estudante rebelde e até tive duas cabeças. Já fui pobre, rica, já morri, sobrevivi, passei de Shakespeare a Tina Fey, do clássico ao teatro musical autoral brasileiro”, analisa, em referência ao seus papéis. Para ela, essa diversidade é libertadora. “No nosso meio, é comum sermos colocados em caixinhas, com outras pessoas decidindo o que somos ou não capazes de fazer. Eu mesma nunca imaginei que um dia interpretaria uma princesa da Disney. Sempre ouvi que minha voz era grave demais, que eu não era ‘delicada o suficiente'”.

Mas foi justamente essa voz que levou Lara a dublar a princesa Jasmine no live-action de Aladdin. Um marco em sua trajetória. Desde então, ela também integrou elencos de dublagem de animações como Encanto’ e Moana 2′.

“Embora as linguagens do palco e do estúdio sejam bastante distintas, elas se complementam. A dublagem me ajuda a ser mais atenta aos detalhes, a focar na emoção transmitida apenas pela voz. Já o teatro me dá presença cênica, escuta, entrega. As duas experiências se alimentam.”

Lara também observa de perto a crescente onda de adaptações cinematográficas para o teatro musical — movimento que, para ela, tem um impacto direto na renovação do público. “É muito especial revisitar histórias que já fazem parte do imaginário coletivo e, ao mesmo tempo, apresentá-las a uma nova geração. Em Meninas Malvadas, vejo de tudo na plateia: desde fãs nostálgicos do filme original até crianças e adolescentes que estão conhecendo a trama pela primeira vez. Isso amplia o alcance do teatro e o torna mais atual, acessível e diverso.”

Com o olhar afiado de quem navega por diferentes formatos narrativos, Lara revela suas apostas: adoraria ver O Iluminado’ transformado em musical. “Não tenho ideia de como fariam um musical desse filme, mas eu com certeza assistiria.”

Já entre os espetáculos teatrais que merecem ganhar as telas, ela escolhe ‘Donatello’, musical autoral brasileiro de Victor Rocha: “acho que seria um filme belíssimo e emocionante.”

Entre blockbusters e produções autorais, Lara Suleiman tem se firmado como uma artista de atravessamentos. Seja dublando, cantando ou atuando, seu trabalho mostra que o cinema e o teatro podem — e devem — se encontrar, gerando novas narrativas para novas gerações.

‘One Piece’: Eiichiro Oda comenta versão live-action de Tony Tony Chopper

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Durante o evento TUDUM 2025, realizado no último fim de semana, a Netflix finalmente revelou o visual de Tony Tony Chopper na aguardada segunda temporada da série live-action de ‘One Piece‘.

A aparição do adorado médico da tripulação dos Chapéus de Palha era um dos anúncios mais esperados pelos fãs — e veio acompanhada de um endosso direto do próprio criador da obra, Eiichiro Oda.

“Depois de um longo processo de testes e refinamentos por toda a equipe, chegou o dia de apresentá-lo!”, disse Oda em uma mensagem oficial. “Desde sua forma, pelagem, expressões faciais, até simulações de luz e gravidade — uma equipe de nível mundial se reuniu para trazer Tony Tony Chopper à vida. Agora ele está pronto para ser apresentado ao mundo! Confiram!!”

Na nova temporada, prevista para 2026, Chopper será interpretado através de tecnologia de captura de movimento e dublado por Mikaela Hoover, colaboradora frequente de James Gunn, conhecida por ter feito a voz e o corpo de Floor em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘. Antes disso, Hoover também será vista em ‘Superman‘, novo filme dirigido por Gunn, no papel de Cat Grant.

A introdução de Chopper marca a chegada dos Chapéus de Palha à Ilha Drum, dando início a um dos arcos mais queridos da saga. A segunda temporada também promete acelerar a narrativa em comparação ao anime, apresentando uma série de novos personagens e figuras icônicas da Grand Line.

Entre as novas adições ao elenco estão nomes como Katey Sagal (Dr. Kureha), Charithra Chandran (Miss Wednesday), Sendhil Ramamurthy (Nefertari Cobra), Joe Manganiello (Mr. 0/Crocodile), David Dastmalchian (Mr. 3), Julia Rehwald (Tashigi), Callum Kerr (Smoker), Lera Abova (Miss All Sunday) e muitos outros — sinalizando a expansão do universo da série com foco na saga de Alabasta.

Matt Owens e Joe Tracz retornam como showrunners da segunda temporada, enquanto a Netflix já desenvolve uma terceira com uma nova equipe criativa. Ainda sem data exata confirmada, a estreia de ‘One Piece‘ – Temporada 2 está prevista para 2026.

Confira o tesser com Tony Tony Chopper:

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção.

Em One Piece: A Série’, os mangás mais vendidos do Japão ganham vida no live-action da Netflix. Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

P. Diddy fez teste para ‘Get on Up: A História de James Brown’, mas perdeu papel para Chadwick Boseman

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Durante o julgamento federal de Sean “Diddy” Combs por tráfico sexual e associação criminosa, foi revelado que o magnata do hip-hop chegou a fazer uma audição para interpretar James Brown no filme ‘Get on Up: A História de James Brown‘ (2014), papel que acabou ficando com Chadwick Boseman.

A informação veio à tona durante o depoimento de uma ex-assistente de Combs, identificada no tribunal pelo pseudônimo “Mia”, que o acusa de estupro e agressão sexual.

Em mensagens de texto apresentadas como evidência, Mia mencionou a morte de Boseman em agosto de 2020 e lembrou a Combs que ele havia feito testes para viver o ícone do soul: “Pensando em você com Chadwick Boseman”, escreveu ela, antes de mencionar que tinha a gravação da audição. Segundo Mia, a fita foi resultado de uma “produção” que durou uma semana — sugerindo um esforço significativo na tentativa de conquistar o papel.

Em outras mensagens lidas em tribunal, Mia compartilhou histórias do convívio com Combs, incluindo um suposto flerte de Mick Jagger e uma partida de pôquer de alto risco com Leonardo DiCaprio. Segundo ela, Combs teria dito: “Esse filho da p*** do Titanic não sabe de nada. Ele ganhou 10 mil dólares. Eu ganhei 650 mil.”

Apesar das memórias descritas como “mágicas e hilárias”, Mia relatou uma série de episódios de violência física e abuso psicológico durante os oito anos em que trabalhou com o artista. Em seu depoimento, afirmou ter sido estuprada por Combs e disse que “queria morrer com isso”, revelando sofrer de TEPT severo. “Os altos eram muito altos, e os baixos eram muito baixos”, declarou, acrescentando que se sentia “lavada cerebralmente” e buscava constantemente a aprovação do patrão — mesmo depois de deixar o cargo.

Entre os episódios citados, Mia disse que Combs teria esmagado seu braço repetidamente em uma porta de segurança, a jogado contra a parede durante uma briga com a cantora Cassie Ventura, e a forçado a consumir cetamina em um festival Burning Man.

Combs enfrenta acusações graves de tráfico sexual, agressões e envolvimento em uma rede criminosa. Se condenado, pode pegar prisão perpétua.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Julia Garner é a Surfista Prateada em nova arte promocional; Confira!

O aguardado Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ está prestes a chegar aos cinemas, e a Disney acaba de divulgar novas imagens promocionais que destacam Julia Garner no papel da Surfista Prateada, interpretando a personagem Shalla-Bal.

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O filme tem previsão de estreia em 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

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Astro de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ revela DETALHES sobre o novo filme da Marvel

O longa é dirigido por Matt Shakman.

2a Edição do Festival de Cinema de Xerém celebra a trajetória de Antônio Pitanga, um dos mais importantes artistas do Cinema Brasileiro

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Você sabia que existe um festival de cinema no Brasil onde os filmes e artistas disputam o Troféu Zeca Pagodinho? É o Festival de Cinema de Xerém! Após o sucesso da primeira edição, o evento retorna em 2025 para sua segunda edição, que acontecerá de 5 a 7 de junho. Serão exibidos 20 filmes, alguns deles participando das mostras competitivas, divididas nas categorias Nacional, Baixada e Gospel.

Foto do filme ‘Sertão 2138’, de Deuilton do Nascimento

O júri desta edição conta com nomes de peso, bem conhecidos pelos amantes do cinema, como Patrícia Pillar, Vinícius de Oliveira e Marcelo Marão. Ao lado de outros integrantes, eles terão a missão de escolher os destaques nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Atriz e Melhor Ator.

Foto do filme ‘A Caverna’, de Louise Fiedler

A programação especial do festival também inclui mais quatro longas da Mostrinha Infantil, com títulos voltados ao público infanto-juvenil e ainda oferece a oficina, aberta ao público, “Atuação para Câmera” – ministrada pelo ator Vinícius de Oliveira.

Foto do filme ‘Dura na Queda’, de Tatiane Campos

O evento, com entrada gratuita, realizado novamente em Xerém, distrito de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, irá homenagem o ator e diretor Antônio Pitanga e também o presidente do Instituto Zeca Pagodinho, Louiz Carlos da Silva. Após a cerimônia de abertura será exibido o longa Pitanga, dirigido por Beto Brant e Camila Pitanga.

Crédito foto: Aderi Costa / Divulgação do Festival de Xerém

Realizado pela EBAV – Escola Brasileira de Audiovisual, a segunda edição do Festival de Cinema de Xerém, conta com a direção de Sergio Assis e tem tudo para se consolidar como mais um festival de destaque em território brasileiro neste ano.

 

Mostra Competitiva Nacional de Curtas:

A Caverna, de Louise Fiedler

TCC – Trabalho Caótico de Cinema, de Ricardo Santos

Intangível Tangível, de Tales Ordakji

Sertão 2138, de Deuilton do Nascimento

As Gingers, de Pedro Murad

 

Mostra Competitiva Baixada

Paçoca, de Marçal Vianna

São Jorge de Meriti, de Ricardo Rodrigues e Léo de Assis

Dura na Queda, de Tatiane Campos

Desde Criança Sempre Quis Morar no Rio, de Sharon Félix e Roumer Canhães

O Teste, de Emanuel Sedano

 

Mostra Competitiva Nacional Gospel

Lúcia, de Murilo Santos

Clowndio, de Samuel Rodrigues

Solum, de Daniela Vitória e Annie Salgado

José, o Carpinteiro, de Leandro Azevedo

O Perdão é Vermelho, de Patrícia Evangelista

 

 

Serviço:

Festival de Cinema de Xerém

De 05 a 07 de Junho de 2025.

Espaço Bellogio Rua Eneas Rias Frutuoso, n° 198 – Xerém – Duque de Caxias – RJ

Entrada Gratuita