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Crítica | Alpha – Corpos em Pó, HIV, Estética e o Vazio Alegórico de Julia Ducournau [Cannes 2025]

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Com Grave (2016), Julia Ducournau chegou como um furacão: uma cineasta de voz pulsante, que fundia body horror e alegoria da adolescência com destemor e estilo. Em Titane (2021), apesar de tropeços narrativos, ela ainda parecia disposta a transgredir e reinventar códigos do cinema de gênero. Mas em Alpha, seu terceiro longa em estreia no Festival de Cannes 2025, a cineasta francesa decepciona ao desmontar tudo aquilo que prometia a seus admiradores. A fábula alegórica sobre HIV e adolescência soa confusa e, em seus piores momentos, estetizada demais para a carga simbólica pretendida.

Ducournau sempre explorou a transição dos corpos – da infância à idade adulta, da carne ao metal, da norma ao desvio. Em Alpha, ela ancora sua narrativa em uma metáfora literal demais: uma epidemia que transforma corpos humanos em frágeis esculturas de mármore, desintegrando-os em pó a cada pequeno impacto. A protagonista, Alpha (Mélissa Boros, sem grande brilho), é apresentada como uma menina de 13 anos, em meio à descoberta da sexualidade e da rebeldia, nesse período de epidemia.

Após uma festa, retorna para casa com um “A” tatuado no braço – gesto de insubordinação que jamais se cumpre em sua personalidade ao longo do filme. Sua mãe, vivida por Golshifteh Farahani, entra em pânico, não pela embriaguez da filha, mas pela tatuagem e o medo de uma infecção, alusão ao HIV que o filme nunca se compromete a nomear.

É louvável o desejo de revisitar o estigma dos anos 1980 e 90, quando o vírus devastou vidas e alimentou o preconceito – sobretudo contra a comunidade LGBTQIA+. Julia Ducournau, no entanto, erra ao transformar essa metáfora em um espetáculo de dor e ruína, sem a densidade emocional ou política necessária. 

A tentativa de silenciar o nome do vírus como um recurso narrativo – um medo velado, jamais dito – perde força quando se recorre a choques visuais, como o sangue jorrando de todos os poros de Alpha, os corpos que esfarelam ao toque, os olhares de repulsa. É como se Ducournau, conhecida por explorar o grotesco como forma de libertação, agora o utilizasse como punição.

Há, sim, momentos de impacto estético. A cena inicial em que Amin (Tahar Rahim, excelente) permite que a menina desenhe com hidrocor ao redor dos buracos em seu braço é poeticamente perturbadora. O design de produção impressiona pelos corpos de mármore enchendo os leitos do hospital, o pó dourado suspenso no ar como um veneno silencioso, a luz filtrada criando uma atmosfera entre o sonho e o delírio. O uso de filtros amarelos, como em seus outros filmes, funciona como uma clima febril e pálido.

Amin, tio de Alpha, é o único que carrega alguma força dramática. Um viciado em estágio terminal, com aparência cadavérica e comportamento errático, ele simboliza o horror do corpo em decadência – e protagoniza algumas das cenas mais visualmente potentes do longa. A cena em que suas costas, já tomadas pelo mármore, literalmente se esfarelam é bela e perturbadora. A forma, portanto, supera o conteúdo: há uma pompa estética que tenta compensar um roteiro que se dispersa entre o coming-of-age de Alpha e o calvário terminal de Amin, sem se aprofundar em nenhum dos dois. 

Julia Ducournau parecia destinada a ser a grande voz feminina da perturbação corporal, da liberdade visceral, da metáfora sanguínea que liberta. Mas Alpha parece trair esse legado. Ao tornar o horror literal e a alegoria do HIV uma fantasia disfuncional, a diretora reduz o corpo ao espetáculo da fragilidade – sem oferecer a potência simbólica que antes a distinguia. A promessa de Ducournau como transgressora, infelizmente, se dilui como pó de mármore ao vento. Que ela reencontre, em algum próximo projeto, a precisão que fez de Grave uma revelação.

‘Sandman’: Netflix divulga imagens da segunda e última temporada; Confira!

‘The Sandman, série de sucesso da Netflix, estreia em breve sua segunda e última temporada, e a plataforma acaba de divulgar novas imagens oficiais da aguardada adaptação dos quadrinhos criados por Neil Gaiman.

As imagens foram reveladas pela revista Entertainment Weekly, oferecendo um novo vislumbre dos personagens e cenários que marcarão os próximos episódios.

A segunda temporada será dividida em duas partes:

  • A primeira leva de episódios estreia em 3 de julho.
  • Já os episódios finais serão lançados em 24 de julho.

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A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça | Relembrando o SUBESTIMADO terror gótico de Tim Burton

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Tim Burton é um dos diretores mais conhecidos do cinema contemporâneo e é responsável por inúmeros clássicos do cinema fantástico dark, como ‘Edward Mãos de Tesoura’, ‘A Noiva Cadáver’ e ‘Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet’. Conhecido por seu apreço pelo estilo gótico e expressionista, que inclui personagens com expressões exageradas, ângulos e enquadramentos distorcidos e uma fotografia espectral e sombria, Burton costuma acertar a mão quando abraça por completo algum projeto. E, em meio a sua prolífica carreira, certos títulos não têm o reconhecimento que merecem, como foi o caso do clássico ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça’.

Lançado em 1999, o longa-metragem é inspirado no famoso conto homônimo de Washington Irving e acompanha Ichabod Crane (Johnny Depp), um policial que é enviado de Nova York para a pequena e misteriosa cidade de Sleepy Hollow, responsável por investigar e encontrar um serial killer que aterroriza os habitantes locais e que já coletou três vítimas. Ao chegar lá, Ichabod se depara com uma densa atmosfera de tensão e medo que se apodera de cada uma das casas, sendo recebido com ânimo por Baltus Van Tassel (Michael Gambon), líder de Sleepy Hollow que assume a cadeira após o assassinato de Peter Van Garrett. Conhecendo também a jovem Katrina (Christina Ricci) e sua madrasta, Lady Mary Van Tassel (Miranda Richardson), o investigador logo percebe que as coisas são muito mais perigosas do que imaginava.

A verdade é que as vítimas foram alvo de uma criatura infernal conhecida como o Cavaleiro sem Cabeça, um brutal e sádico mercenário hessiano que foi decapitado durante a Revolução Americana e que, de alguma maneira, foi trazido de volta à vida para dar continuidade a seu reino de caos. Porém, conforme Ichabod se lança a uma missão quase suicida de entender o motivo por trás das motivações do cavaleiro, tendo Katrina e o jovem criado Masbath (Marc Pickering) como companheiros, ele percebe que uma conspiração muito maior envolve cada um dos moradores da cidade – e uma história que vem se desenrolando há décadas.

À época de seu lançamento, a produção teve uma recepção um tanto quanto favorável, conquistando 71% de aprovação no Rotten Tomatoes e faturando três indicações nas categorias técnicas do Oscar. Todavia, ao revisitá-la mais de vinte e cinco anos depois de sua estreia oficial, percebemos que o filme é um espetáculo visual e uma obra-prima da fantasia gótica que merece reconhecimento muito maior pela beleza estética, técnica e narrativa que apresenta aos espectadores. Ao longo de breves cem minutos, o projeto constrói um enredo literalmente visceral que conta com ótimas performances e que reafirma a visão de Burton como um dos grandes realizadores cinematográficos das últimas décadas.

Falar da condução do cineasta parece óbvio, considerando seus trejeitos e sua paixão inenarrável pelo expressionismo alemão – e, se Burton havia apostado fichas desse estilo fílmico em obras anteriores, aqui ele transforma um contrastante jogo de luz e sombras em um pesadelo palpável, marcado por cenários grotescos e uma veneração ao sobrenatural, visto na vegetação retorcida, na constante e inescapável neblina e na caracterização do antagonista titular. Mais do que isso, ele se alia ao icônico Emmanuel Lubezki para construir uma fotografia sinestésica, realizada com a dessaturação de cores e a supersaturação do preto para garantir a claustrofobia ineludível de Sleepy Hollow. Lubezki também pega elementos emprestados da Hammer Film Productions para garantir um ar mais clássico ao projeto e explorar, ao máximo, a potência das grande-angulares.

Danny Elfman é outro grande colaborador de Burton a regressar para mais um projeto: o compositor, prestigiado por suas incursões caprichosas e mirabolantes, como vemos em ‘O Estranho Mundo de Jack’, em ‘Desperate Housewives’ e em ‘Edward Mãos de Tesoura’. Aqui, Elfman traz aspectos esperados, como cordas dissonantes e crescendos retumbantes, para fornecer a angústia e o desespero às cenas em que o Cavaleiro vai atrás de suas presas, recuando-se para uma tétrica exploração quando o mistério envolvendo a cidade vai ganhando mais pistas. E, como a cereja do bolo, temos a instigante e dinâmica montagem de Chris Lebenzon, que acerta o ritmo em cheio em cada uma das sequências.

Depp faz um trabalho fabuloso como Ichabod, pegando páginas emprestadas de outros personagens burlescos que já havia encarnado, mas mantendo o pé no chão para não exagerar além do devido – e o charme encantador do protagonista traz momentos jocoso que aliviam a constante tensão do suspense. Porém, temos outros nomes que brilham nos holofotes, incluindo Ricci em uma ótima performance como Katrina, a presença pomposa de Gambon e de Richard Griffiths, aqui dando vida ao Magistrado Samuel Philipse, e uma rendição à la Femme fatale de Richardson, cuja quietude em cena apenas prepara terreno para uma potente atuação com a chegada do terceiro ato.

‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça’ é um dos títulos mais subestimados da carreira de Tim Burton e, com o passar dos anos, começou a ser reapreciado em sua completude – ainda que mereça mais. Funcionando como uma gratificante homenagem a Irving e à famosa história sobrenatural, o longa é uma carta de amor ao cinema gótico e nos satisfaz desde os primeiros segundos até os créditos finais.

‘Superman’: James Gunn NEGA rumor sobre tempo de duração do filme

O cineasta James Gunn usou as redes sociais para comentar sobre Superman, filme que dará início ao novo Universo DC nos cinemas. Gunn aproveitou para desmentir um rumor envolvendo a suposta duração do longa.

Nas redes, o diretor negou que o filme tenha 2 horas e 2 minutos de duração, como chegou a ser divulgado por alguns portais.

“Isso não está correto. O filme está quase totalmente finalizado — o que significa que ainda estamos concluindo algumas cenas com efeitos visuais neste fim de semana — mas esse não é o tempo de execução”, afirmou Gunn.

 

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Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Entre Facas e Segredos 3’ ganha misterioso teaser; Confira!

O aguardado Entre Facas e Segredos 3’ (Wake Up Dead Man: A Knives Out Mystery) acaba de ganhar um teaser inédito e repleto de mistério, que revela um dos cenários que será explorado no novo capítulo da franquia.

O filme marca o retorno de Daniel Craig como o carismático detetive Benoit Blanc, e conta com Josh O’Connor entre os destaques do elenco.

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Lembrando que o grandioso elenco conta com Thomas Haden Church (‘Homem-Aranha 3’)se junta aos atores Josh Brolin (‘Duna’, ‘Vingadores: Ultimato’), Daryl McCormack (‘Peaky Blinders’),  Josh O’Connor (‘Rivais’), Mila Kunis (‘Uma Garota de Muita Sorte’), Cailee Spaeny (‘Guerra Civil’), Andrew Scott (‘Todos Nós Desconhecidos’), Glenn Close (‘A Esposa’), Jeremy Renner (‘Gavião Arqueiro’) e Kerry Washington (‘Scandal’), que haviam sido previamente anunciados.

Daniel Craig reprisará o seu papel como o detetive Benoit Blanc.

Confira:

Sem data de estreia, o terceiro filme será lançado na Netflix em 2025.

Lembrando que o filme antecessor, ‘Glass Onion: Um Mistério Knives Out’, recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e se tornou a 3ª maior estreia de um longa-metragem em serviços de streaming da Netflix, com 2.2 bilhões de minutos assistidos durante os três primeiros dias.

A sequência de ‘Entre Facas e Segredos‘ ficou atrás apenas de ‘Abracadabra 2‘ (2.3 bilhões de minutos) e ‘Mulher-Maravilha 1984‘ (2.3 bilhões de minutos).

Vale lembrar que a Netflix desembolsou mais de US$ 400 milhões para adquirir os direitos para produzir as sequências de ‘Entre Facas e Segredos‘, que foi uma das grandes surpresas de 2019, faturando diversas indicações e prêmios no circuito de festivais e preparando o terreno para um novo universo de mistério.

As sequências trarão de volta também o roteirista e diretor Rian Johnson.

O filme recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas do ano passado.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘Thunderbolts*’: Artes conceituais revelam visual descartado do Guardião Vermelho; Confira!

O filmeThunderbolts*’ continua em exibição nos cinemas brasileiros e, agora, uma nova arte promocional foi divulgada, revelando um visual destacado de Alexei Shostakov, o Guardião Vermelho.

A imagem apresenta uma versão mais séria e imponente do herói, que é conhecido por ser a figura paterna de Natasha Romanoff e Yelena Belova no universo cinematográfico da Marvel.

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Thunderbolts*‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

‘Lilo & Stitch’: Diretor defende final polêmico do remake live-action

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O remake live-action deLilo & Stitch, baseado na aclamada animação da Disney, tem conquistado o público nos cinemas. No entanto, o novo final do filme, que se distancia da versão original de 2002, vem dividindo opiniões. Agora, o diretor Dean Fleischer Camp saiu em defesa da sua escolha para o desfecho da história.

Na animação original, Nani forma um relacionamento com David e, ao lado de Jumba e Pleakley, passa a cuidar de Lilo, formando uma nova família. Já na nova versão, Lilo é acolhida por David e sua avó, enquanto Nani vai para a faculdade e utiliza a arma de portal de Jumba para visitar a irmã e Stitch com frequência.

Essa mudança gerou críticas de alguns espectadores, que consideraram que Nani “abandona” Lilo para seguir seus próprios sonhos.

Nas redes sociais, Camp compartilhou um artigo que defende a nova abordagem do final, escrevendo: “Para quem estiver questionando o final do nosso filme, esse texto lindo […] acertou em cheio”. 

O diretor também repostou mensagens positivas de fãs e agradeceu: “Obrigado por compartilharem suas histórias comigo. Parece que as pessoas com experiências reais semelhantes são justamente aquelas com quem esse final mais ressoa”.

Durante uma entrevista ao site Deadline, Camp explicou por que era importante que Nani tivesse seus próprios sonhos, além de ser vista apenas como uma figura materna após a morte dos pais das duas.

“Uma das coisas que discutimos foi como modernizar e atualizar tematicamente essa versão live-action, ampliando a ideia de Ohana e tornando-a mais complexa. Pareceu a decisão mais correta”, afirmou. “Sempre achei que Nani tinha uma visão muito idealizada, considerando tudo o que passou. Ela é inteligente e teve que abrir mão de muitos sonhos para cuidar da irmã ainda muito jovem”.

“Parecia incoerente que ela aceitasse facilmente a ideia de ‘ninguém fica para trás’, pois provavelmente sentia que ela mesma havia sido deixada para trás. Essa sensação guiou a abordagem que adotamos para a relação entre as irmãs e o desfecho da história”, concluiu.

Lilo & Stitch” está em cartaz nos cinemas nacionais.

A nova versão é dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Lilo & Stitch conta a história de Lilo, uma menina que adota um alienígena chamado Stitch, que fugiu de um planeta alienígena. Lilo não sabe que Stitch é uma perigosa experimentação genética. Juntos, eles descobrem o significado de família.

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

‘Sandman’: Showrunner explica decisão de encerrar série na 2ª temporada; “Um momento infeliz”

‘The Sandman, série de sucesso da Netflix, estreia em breve sua segunda e última temporada, após diversas controvérsias envolvendo o autor e criador Neil Gaiman.

Segundo o site ComicBookMovie, o showrunner Allan Heinberg abordou o encerramento da série, que acontece em meio a novas alegações de má conduta sexual contra Gaiman.

“Foi uma decisão que tomamos há três anos. Um momento infeliz, com certeza”, declarou Heinberg.

Ele também afirmou que essas controvérsias não afetaram o cronograma da produção: “Não posso dizer que isso impactou nosso processo de pós-produção, que é planejado com anos de antecedência. As datas de entrega são definidas, e seguimos com o trabalho. Isso esteve na periferia da minha experiência, mas não fez parte do processo criativo da série”.

“Cada produção é como uma pequena ilha. Mesmo estando em Londres, minha experiência se restringiu quase totalmente à realização da série, até mesmo em termos pessoais, já que praticamente não tive vida pessoal nos últimos seis anos”, acrescentou.

Sobre a nova temporada, Heinberg revelou: “Conseguimos adicionar bastante conteúdo, como fizemos na primeira temporada, com muitas surpresas divertidas para os fãs dos quadrinhos que conhecem a história completa. Recorremos a diversas fontes, inclusive a histórias independentes, e as entrelaçamos com a narrativa principal de Sonho”.

A segunda temporada será dividida em duas partes:

  • A primeira leva de episódios estreia em 3 de julho.
  • Já os episódios finais serão lançados em 24 de julho.

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A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

Fetch the Bolt Cutters | As MELHORES músicas do aclamado álbum de Fiona Apple, que completa 5 anos

Há 5 anos, a lendária Fiona Apple fazia seu glorioso retorno ao mundo da música com o lançamento do antecipado álbum Fetch the Bolt Cutters.

Garantindo à artista duas estatuetas do Grammy, o compilado de originais mergulhou de cabeça no experimentalismo fonográfico, trazendo arranjos instrumentais nada convencionais que incluíram instrumentos clássicos como piano e bateria em comunhão com objetos não-musicais – e até mesmo uma graciosa participação de seus cachorros. Discorrendo sobre temas como liberdade, opressão e experiências pessoais, o disco foi extremamente aclamado pela crítica, que o caracterizou como um “revolucionário clássico contemporâneo” e o melhor trabalho da carreira de Apple.

Para celebrar seu quinto aniversário, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores músicas do álbum.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

5. “RACK OF HIS”

Cada canção do álbum é um soco no estômago e uma profunda análise sobre a psique humana. Nesse tocante, a impactante e premonitória “Rack of His” explana uma obsessão compulsiva amorosa que não faz vista grossa acerca de nenhum detalhe – e que respalda em uma atuação irretocável que oscila do blues ao jazz com sutileza aplaudível e emocionante.

4. “I WANT YOU TO LOVE ME”

A faixa inicial dessa incrível e sinestésica jornada, “I Want You To Love Me”, parece ser tirado de uma das suits de comédias dramáticas indies e que giram em torno de donas de casa, girando em torno de um poderoso piano que mergulha num mundo único e transbordando em aventuresco potencial.

3. “HEAVY BALLOON”

“Heave Balloon” vai conquistando mais poder à medida que se aproxima de seus atos finais, deixando que a percussão da bateria seja transmutado em pratos, sinos, latas e sintetizadores atmosféricos que parecem ter sido jogados em um liquidificador e retirado em uma forma original, bizarra e que funciona por seu conceito bastante dadaísta (e, mesmo assim, cheio de conteúdo).

2. “RELAY”

Diferente de pedantes construções sonoras com as quais nos deparamos volta e meia no cenário fonográfico, Apple faz questão de deixar ácidas críticas mais palatáveis para os ouvintes, como é o caso da fanfarra “Relay”: na faixa, as percussões vem em primeiro plano enquanto a música discorre sobre um ciclo sem fim de invejas, ofensas e vinganças, “passando a tocha” para a próxima vítima que será arrastada para dentro desse ardente pântano de sofrimento.

1. “SHAMEIKA”

A inexplicavelmente divertida “Shameika” é o carro-chefe de Fetch the Bolt Cutters– e reitera a propensão de Apple ao experimentalismo, à inovação, ao inesperado e à consequente revolução que promove em seus álbuns – por mais que essa não seja sua ideia primária. Aqui, a performa volta suas influências para o art pop e o baroque pop que a colocou nos holofotes ainda em 1996 com ‘Tidal’, escrevendo um solilóquio de independência marcado pelo cotidiano e pelo banal.

Na canção, as drásticas notas do piano e as bruscas mudanças de tempo – que, na verdade, estendem-se do começo ao fim – servem como máscara para constatações bastante duras da vida: “eu não tinha medo dos valentões, e isso os tornava piores” é o mote que rege análises quase sociológicas do âmago de relacionamentos e de confiança interpessoal.

Lobisomem ataca em nova cena DELETADA de ‘Until Dawn – Noite de Terror’; Confira!

O site ComingSoon divulgou um clipe inédito da adaptação ‘Until Dawn – Noite de Terror‘, destacando a introdução de um Lobisomem – que ficou de fora do corte final do filme.

Confira, com as imagens da criatura:

Apesar da recepção mista, o terror conseguiu arrecadar US$ 49.8 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa mais do que o triplo do valor de seu orçamento, que girou em torno de US$ 15 milhões.

Com 53% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção recebeu uma nota C+ do público no CinemaScore.

Na trama, um ano após o misterioso desaparecimento de sua irmã, Clover e seus amigos vão para o vale remoto onde ela desapareceu em busca de respostas. Explorando um centro de visitantes abandonado, eles se veem presos em um loop mortal. Com a esperança diminuindo, o grupo logo percebe que tem um número limitado de mortes restantes, e a única maneira de escapar é sobreviver até o amanhecer.

Crítica | ‘Until Dawn: Noite do Terror’ se afasta do game original, mas funciona dentro do esperado

Until Dawn – Noite de Terror‘ é dirigido por David F. Sandberg, mesmo responsável por ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘.

O elenco conta com Ella Rubin (‘Uma Ideia de Você’), Maia Mitchell (‘Good Troube’), Michael Cimino (‘Com Amor, Victor’), Odessa A’zion (‘Hellraiser’), Ji-young Yoo (‘Expatriadas’), Belmont Cameli (‘Saved by the Bell’) e Peter Stormare (‘Constantine’).

SAWAYAMA | Os 5 anos da exuberante explosão musical de Rina Sawayama

Rina Sawayama não é um nome que você já ouviu por aí – mas deveria. Tendo lançado seu mini-EP ainda em 2017 e participado de algumas séries, a cantora, modelo e formada em Política começaria a investir na promoção de seu primeiro grande álbum de estúdio apenas no final de 2019, lançando um espetacular single que cairia nas graças do público e da crítica especializada. A música, intitulada “STFU!”, cultivaria altas expectativas para o début oficial de sua obra homônima – que ocorreu apenas há alguns dias e já se tornou um dos favoritos do ano. E não é por menos: a competente produção é simplesmente uma amálgama irreverente de inúmeros gêneros musicais, que desprendem-se de suas engessadas convenções para explodir em uma dançante, crítica e apaixonante jornada sinestésica.

SAWAYAMA, como fica conhecido a obra, começa de um jeito bastante inesperado. Apesar de rotulado como o gênero pop – que faz sentido, considerando as canções promocionais -, as iterações se aproximam muito mais de um heavy metal e de um nu-metal vibrante, colorido, permeado por guitarras impactantes e rendições vocais que se assemelham à perfeição operística de Tarja Turunen e que rendem explorações diversas conforme nos deliciamos com treze irretocáveis faixas. “Dynasty” dá a abertura com um ressonante órgão antes de se dispersar em uma letra romântico-épica que cresce a cada nova batida e mergulha numa atmosfera dark e envolvente após o primeiro refrão. Logo de cara, percebemos que a iteração entra em uma teatral contradição com “Snakeskin”, balada que se constrói apenas através do piano e dos sintetizadores muito bem colocados.

Diferente de outros artistas, que já vêm há algum tempo canalizando seus esforços para homenagens diversas às últimas décadas do século passado, Rina opta por se estender apenas uns anos no passado, destinando sua inspiração aos anos 2000 e ao potente R&B que dominava as rádios e as paradas – mas é claro que ela não faz algo esperado: em “XS”, ela transforma o estilo em questão em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos. O mesmo acontece na supracitada “STFU!”, que une a rebeldia da guitarra com uma dramática unilateralidade dos versos.

Sawayama parece brincar com o que tem: ela nos transporta a uma espécie de karaokê no meio das ruas com a kawaii “Paradisin’”, que nos dá uma sensação propositalmente infantiloide pelo uso de elementos próprios do mundo dos games e de uma repetição constante dos acordes e de sua tecedura – tudo isso em contradição com uma divertida história de amadurecimento; na clubby “Comme Des Garçons (Like The Boys)”, sente-se confiante o bastante para voltar a um synth-pop noventista mascarado com aspectos do avant-industrial e um chorus simplesmente maravilhoso que é premeditado desde o começo; no ato final, entrega-se ao hino de superação “Who’s Gonna Save U Now?”, colocando-o de modo bastante sagaz como uma apresentação ao vivo que apenas aumenta sua sensação de triunfo.

Enquanto “Akasaka Sad” pode passar despercebida em meio a outras produções mais mercadológicas e instigantes, a track merece maior atenção e reconhecimento por ser a mais pessoal de todo o CD. Novamente, Rina nos guia através de um escopo instrumental marcado por sintetizadores e bastante upbeat, deixando suas reais intenções atrás de um significado familiar que atravessa gerações e até mesmo serve como análise antropológica. Nessa faixa, Sawayama explora sua descendência japonesa e a imigração para Londres aos cinco anos de idade, percebendo, anos depois, que sente-se alheia aos dois locais, criando um lugar chamado Akasaka Sawayama (que faz alusão ao palácio Akasaka, no Japão, que abriga os visitantes do Estado), que estende suas raízes para a mãe e para o pai.

Pouco depois, ela volta a entender a si mesma com um autodescobrimento bastante singelo em “Love Me 4 Me”, que ergue-se sob um pop-rock influenciado tanto pelas frases motivacionais da lendária RuPaul e dos sintetizadores cíclicos dos anos 1980 (mantendo relações dialógicas até mesmo com Michael Jackson), sem deixar isso muito claro. Na verdade, a artista é cautelosa em demasia e, num complexo universo que cria dentro do CD, coloca sua identidade única do mesmo modo que cultiva uma ambiência cotidiana e relacionável o bastante. Em outra esfera, ela não deixa construções mais lentas de fora, entregando joias lapidadas como a exuberante “Chosen Family” ou a nostálgica “Bad Friend”.

SAWAYAMA segue o caminho de revitalização da música mainstream e indie e equipara-se a tantos ótimos álbuns lançados em 2020. Rina, por sua vez, mostra-se como um nome que tem muito a oferecer nos próximos anos, talvez representando um futuro brilhante para a esfera fonográfica: suas habilidades criativas são invejáveis e aplaudíveis em todos os sentidos – conseguindo enterrar os poucos deslizes do álbum em performances implacáveis.

‘The Westies’: J.K. Simmons irá estrelar a nova série CRIMINAL do criador de ‘Narcos’

Segundo o Deadline, o vencedor do Oscar J.K. Simmons foi escalado como o protagonista da série The Westies, drama criminal de época de Chris Brancato (‘Narcos’).

Com oito episódios em sua primeira temporada, a trama segue a violenta gangue irlandesa que dá nome à produção e se passa durante a construção do Centro de Convenções Jacob Javitz, no território dos Westies, em Hell’s Kitchen.

Supervisionada pela MGM+, a atração traz Simmons como Eamon Sweeney, o carismático e impiedoso líder dos Westies, cujo charme old school e sua lealdade à vizinhança que vive mascaram uma ambição criminosa e uma brutalidade calculada.

Segundo a sinopse:

Apesar de serem superados em número de cinquenta para um pelas Cinco Famílias da Máfia Italiana, a lendária brutalidade e astúcia dos Westies deram a eles a alavancagem necessária para dividir os despojos por meio de uma frágil distensão. Mas o conflito interno entre a geração mais jovem e impetuosa e a liderança da velha escola ameaça atiçar esse barril de pólvora, o que levará os Westies para dentro da investigação cada vez mais profunda do FBI sobre a máfia italiana.

Bracato assina a criação de ‘The Westies‘ ao lado de Michael Panes e ambos também assumem o papel de produtores executivos. As filmagens da série começam em julho, em Toronto.

The Westies é a 3ª série desenvolvida por Bracato para a MGM+. Ele é o mesmo responsável por ‘Godfather of Harlem‘ e ‘Hotel Cocaine‘.

As gravações começam em julho deste ano em Toronto, Canadá.

Crítica | ‘Eros’ – Do Tesão aos desabafos, documentário brasileiro aborda o SEXO de forma inteligente

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Do universo dos fetiches às reflexões sobre a sociedade e sua relação com o sexo, o instigante documentário Eros revela a intimidade de forma direta e sem pudores, provocando, entre outros pontos, uma reflexão sobre as hipocrisias do pensamento conservador.

A grande sacada é contornar seu discurso através do lugar onde as intimidades e o afeto se tornam óbvias, o motel. Esse lugar, cheio de histórias, vira um personagem importante imerso numa premissa inusitada e nos guiando para realidades diversas.

Do desejo ao desabafo, passando por fantasias sexuais, as histórias de pessoas convidadas a se filmarem se desenrolam uma a uma, compondo um retrato amplo e sensível que mergulha em camadas profundas e entrelaçadas de emoção. Com total liberdade diante da câmera, esses personagens reais se revelam em gestos de coragem e entrega, deixando surgir conflitos que precisam ser expostos. O mais curioso é que, por vezes, a experiência se assemelha a uma sessão de terapia — um resultado, no mínimo, surpreendente.

Um filme que tem seu tema central o sexo, é óbvio que possui cenas de relações íntimas (aqui, algumas explicitas) mas o que se reflete a partir do que é visto se torna muito mais interessante do que qualquer choque com a proposta. Pelas entrelinhas do que vemos e ouvimos, percebemos dramas pessoais, traumas não resolvidos, expressões de intimidade indecifráveis, feridas marcadas por parte de uma sociedade cheia de limites e que não enxerga o natural como deveria.

Exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes ano passado, o longa-metragem dirigido por Rachel Daisy Ellis é um recorte consistente de algo que para muitos será um eterno tabu. Chega aos cinemas dia 12 de junho.

Olivia Cooke substituirá Maika Monroe em TERROR de vampiros inspirado por Drácula

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De acordo com o Deadline, Olivia Cooke (‘A Casa do Dragão’) foi confirmada no elenco de ‘Brides‘, novo terror da diretora Chloe Okuno (‘Observador’).

A atriz substituirá Maika Monroe (‘Longlegs – Vínculo Mortal’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos na agenda com o drama ‘Reminders of Him‘, da Universal Pictures.

Na trama…

“Sally Bishop (Cooke) e seu marido viajam para uma vila remota na Itália, onde o proprietário da vila, um misterioso conde, passa a demonstrar um interesse peculiar por Sally.”

Além de dirigir, Okuno também assina o roteiro do longa.

O projeto, descrito como “gótico, glamoroso e sangrento”, será levemente inspirado pelo romance clássico de Bram Stoker, “explorando a luta entre repressão social e desejo carnal”.

Sem data de estreia, o terror será lançado nos cinemas pela NEON.

Anthony Bregman e Stefanie Azpiazu servirão como produtores.

‘DOC’: Dois atores são PROMOVIDOS ao elenco regular da 2ª temporada

doc molly parker

Segundo informações do Deadline, Patrick Walker e Charlotte Fountain-Jardim foram promovidos ao elenco regular da 2ª temporada de DOC, drama médico estrelado por Molly Parker (‘Perdidos no Espaço’).

Walker dá vida ao Dr. TJ Coleman, um amigo de longa data de Amy (Parker). Fountain-Jardim, por sua vez, interpreta Katie Hamda, filha de Amy e de Michael (Omat Metwally).

Mais informações não foram divulgadas.

Na trama…

Depois que uma lesão cerebral apaga os últimos oito anos de sua vida, Amy deve navegar em um mundo desconhecido, onde ela não se lembra dos pacientes que tratou, dos colegas que traiu, da alma gêmea de quem se divorciou, do homem que agora ama e da tragédia que a afastou de todo mundo. Ela só pode contar com sua filha distante de dezessete anos, de quem ela se lembra quando tinha apenas nove, e com um grupo de amigos dedicados, enquanto luta para continuar praticando a medicina, apesar de ter perdido quase uma década de conhecimento e experiência.

Omar MetwallyAmirah VannJon-Michael EckerAnya BanerjeeScott WolfPatrick Walker e outros também fazem parte do elenco.

A série foi criada por Barbie Kligman.

‘Contagem Regressiva’: Série de SUSPENSE com Jensen Ackles e Eric Dane ganha trailer INSTIGANTE; Confira!

Prime Video divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Contagem Regressiva’ (‘Countdown’), série de suspense estrelada por Jensen Ackles (‘Supernatural’) e Eric Dane (‘Grey’s Anatomy’).

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de junho.

Confira, junto às imagens promocionais:

Na trama…

Um assassinato suspeito em plena luz do dia leva o oficial do LAPD Mark Meachum (Ackles) a ser recrutado para se juntar a uma força-tarefa secreta de agentes disfarçados de todos os ramos da aplicação da lei para investigar. Mas, à medida que a verdade de uma trama mais sinistra entra em foco, a equipe deve superar suas agendas pessoais conflitantes para se unir e salvar uma cidade de milhões de pessoas.

A produção foi criada por Derek Haas, da franquia ‘Chicago Fire‘.

Este é o primeiro projeto após o acordo de exclusividade entre o realizador e a Amazon MGM Studios após sua saída da Wolf Entertainment.

“Estamos incrivelmente animados em nossa parceria com o Derek Haas,” declarou a Amazon MGM Studios em um comunicado oficial. “Ele tem uma habilidade inegável de despertar o interesse do público através de suas narrativas emocionantes. Mal podemos esperar para que nossos espectadores possam conferir essa série dinâmica, liderada pelo talentoso Jensen Ackles.”

Jessica CamachoViolett Beane, Uli LatukefuElliot Knight completam o elenco.

Treze episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Keanu Reeves, Seth Rogen e Aziz Ansari no primeiro trailer de ‘Good Fortune’; Confira!

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A Lionsgate divulgou o primeiro trailer oficial de ‘Good Fortune’, comédia dirigida e escrita por Aziz Ansari em sua estreia no circuito dos longas-metragens.

Ansari também estrela o projeto ao lado de Keanu ReevesSeth Rogen.

Confira a descrição:

Ansari também entra como produtor ao lado de Anthony KatagasAlan Yang.

Gabriel (Reeves) é um “anjo da guarda do orçamento”. Um dia, ele nota um homem sem sorte (Ansari), que faz trabalhos estranhos para um socialite rico chamado Jeff (Rogen). Assim que o homem adormece em uma cabine em um restaurante Denny’s, ele atinge o fundo do poço depois de posteriormente ter seu carro rebocado do estacionamento.

Intervindo em sua situação, Gabriel tenta convencer o homem de que ser rico como Jeff não resolveria seus problemas trocando as vidas dos dois homens. Fracassando nessa demonstração, pois os problemas do homem são resolvidos pela riqueza de Jeff, Gabriel perde suas asas e é enviado à Terra para viver entre os humanos, enquanto o homem assume o corpo e o sustento de Jeff. Gabriel então se torna colega de quarto do deslocado Jeff, enquanto o trabalho que ele fazia como um anjo começa a se desfazer ao redor deles.

Keke PalmerSandra Oh completam o elenco.

Kevin Costner é processado por assédio sexual por dublê em ‘Horizon: Uma Saga Americana’

O renomado ator Kevin Costner foi citado em um processo de assédio sexual por Devyn LaBella, dublê do filme ‘Horizon: Uma Saga Americana’.

Segundo a People, LaBella alega ter sido submetida a uma cena de estupro improvisada e não programada no set. As produtoras do filme também são rés no processo, registrado no Tribunal Superior da Califórnia em 27 de maio. O valor da indenização não foi divulgado.

Devyn LaBella foi contratada como dublê de Ella Hunt, atriz principal de ‘Horizon: Uma Saga Americana – Parte 2’, para realizar cenas físicas e acrobacias.

Segundo a queixa, o SAG (Screen Actors Guild) exige aviso prévio de 48 horas e consentimento do artista para alterações em cenas íntimas, além de um coordenador de intimidade para cenas com essa natureza, requisitos que, de acordo com LaBella, não foram cumpridos.

A dublê relatou que, após semanas de filmagens sem incidentes, foi informada sobre uma “cena de estupro roteirizada, agressiva e íntima” em 1º de maio de 2023, que foi filmada sem problemas. No dia seguinte, 2 de maio, enquanto estava no set para uma cena não íntima, Costner teria adicionado uma cena improvisada onde um segundo ator, Roger Ivens (não réu no processo), deveria “subir em cima da Sra. Hunt, levantando violentamente sua saia”. LaBella afirmou que essa cena não estava na folha de chamada do dia.

kevin costner em horizon an american saga

Após Hunt deixar o set, Costner supostamente pediu que LaBella a substituísse “sem o devido aviso, consentimento, preparação ou medidas de salvaguarda apropriadas”, uma tarefa que, segundo ela, estava fora de seu escopo como dublê.

LaBella insiste que nunca consentiu com a cena improvisada, que era muito diferente da planejada. Ela também alegou que não houve gritos de “ação” ou “corte” de Costner, e que os coordenadores de dublês e intimidade não foram informados da gravação.

Após o incidente, LaBella sofreu um colapso emocional, sentindo “vergonha, humilhação e completa falta de controle”. Ela tirou dias de folga e, ao retornar, descreveu o ambiente como “estranho”, sendo instruída a permanecer em seu trailer. A experiência, segundo ela, resultou em “trauma permanente”, levando-a a buscar terapia para tratar “distúrbios do sono, medos de intimidade” e “ansiedade”.

“Fiquei exposta, desprotegida e profundamente traída por um sistema que prometia segurança e profissionalismo”, declarou LaBella.

Homem de chapéu em paisagem desértica
horizon

O advogado de Kevin Costner, Marty Singer, negou veementemente as acusações, afirmando que o ator “sempre quer ter certeza de que todos se sintam confortáveis trabalhando em seus filmes e levem a segurança no set muito a sério”.

Singer classificou LaBella como uma “acusadora em série” e declarou que as alegações são “completamente contraditas por suas próprias ações – e pelos fatos”, acusando-a de “táticas de extorsão”.

Singer afirma que LaBella aprovou a cena após ensaiá-la com outro ator, dando um “polegar para cima” ao seu coordenador de dublês. Ele adicionou que LaBella estava “de bom humor” na noite da filmagem e enviou uma mensagem de texto ao coordenador expressando gratidão pela oportunidade, acompanhada de emojis.

“Os fatos são claros e estamos mais do que confiantes de que Kevin prevalecerá”, concluiu Singer.

VINGANÇA! Prime Video divulga as primeiras cenas da 2ª temporada de ‘Cangaço Novo’

O Prime Video divulgou hoje, dia 28, no Rio2C, as primeiras imagens da segunda temporada de Cangaço Novo, com previsão de lançamento em 2026.

Na prévia apresentada, Ubaldo (Allan Souza Lima) e Dinorah (Alice Carvalho) invadem a fazenda da família Maleiro, que controla a região há 40 anos, para cobrar uma resposta sobre a morte de Ernesto, pai adotivo de Ubaldo.

Assista:

Considerada pela imprensa nacional e especializada como uma das melhores séries de 2023, Cangaço Novo fez história ao ser a primeira série a integrar o Festival Internacional de Cinema de Gramado, onde apenas filmes participam. Alice Carvalho ganhou o prêmio APCA 2023 (Associação Paulista de Críticos de Artes) de Atriz Revelação por sua atuação na produção, que também foi indicada na categoria de Melhor Série de Drama. A série foi nomeada, ainda, em seis categorias do Prêmio Platino Ibero-Americano de Cinema 2024.

Cangaço Novo mostra o poder das histórias brasileiras e achamos importante contá-las. É um prazer poder fazer isso com um elenco tão talentoso e engajado. Estamos todos muito felizes com o impacto da série, não só no Brasil, mas em todo o mundo, e também com seu sucesso de crítica. Espero que os fãs estejam tão empolgados quanto nós com a nova temporada”, diz Javiera Balmaceda, Head de Local Originals, América Latina, Canadá, Austrália & Nova Zealândia da Amazon Studios.

A série foi criada por Mariana BardanEduardo Melo.

Hermila GuedesRicardo BlatMarcélia CartaxoÊnio CavalcanteAdélio LimaJoálisson CunhaPedro LaminNivaldo NascimentoPedro WagnerRodrigo GarciaLuiz Carlos VasconcelosRafael Losso completam o elenco.

Bardan e Melo também entram como roteiristas ao lado de Fernando Garrido Erez MilgromFábio MendonçaAly Muritiba ficam responsáveis pela direção dos episódios.

10 filmes que mais parecem POESIAS! Não percam essas reflexões sobre sentimentos e estado de espírito!

Falar sobre as dores dos sentimentos conflitantes não é uma tarefa muito simples, principalmente quando falamos sobre cinema. A partir de roteiros cheios de emoção, alguns longas-metragens conseguem nos levar até as angústias das reflexões mais profundas. Pensando em algumas dessas obras, separamos abaixo uma lista cheia de ótimas filmes:

 

Asas do Desejo

A mais bela poesia sobre a existência. Lançado no final da década de 80 e ainda ambientado em uma Berlim dividida pelo famoso muro que consta em todos os livros de história, a obra-prima do cineasta alemão Wim Wenders, Asas do Desejo, nos leva para uma série de reflexões sobre a existência entre anjos querendo o viver e almas perdidas quase sempre em desespero. Indicado para a Palma de Ouro em Cannes no ano de 1987 e vencedor do prêmio de melhor diretor no mesmo festival, esse filme consta na lista de muitos como um dos melhores da história do cinema.

 

Aldeotas

A longa caminhada de uma amizade por meio de memórias. Baseado em uma premiada peça teatral criada no ano de 2004 pelo ator e diretor Gero Camilo, Aldeotas se propõe a um exercício constante e bastante criativo de complemento com o imaginário apresentando em curtos recortes momentos chaves na vida de dois amigos que se reencontram no funeral de um deles.

 

Tick, Tick… Boom!

Jonathan Larson é um jovem que beirando ao seu aniversário de 30 anos e trabalhando em uma lanchonete em Nova Iorque busca conseguir sucesso com o que ama. Ele está juntando as peças finais de um musical de sua criação para uma apresentação que pode mudar sua vida. Assim, vamos caminhando por meio das emoções, conflitos, medos desse artista que marcou seu nome no cenário teatral norte-americano e que faleceu muito cedo, aos 35 anos.

 

História de Amor em Copenhague

A poesia de um roteiro sensível e cheio de significados encontrando as verdades de muitas realidades é um pouco do que explica o surpreendente filme dinamarquês História de Amor em Copenhague. Ao longo de um recorte na vida de uma mulher vivendo as expectativas de realizar o sonho de ser mãe e os atritos de um relacionamento com altos e baixos, o longa-metragem dirigido por Ditte Hansen e Louise Mieritz consegue, em seus 105 minutos de projeção, emocionar do início ao fim.

 

Centro Ilusão

Quando o som traduz o sentimento. Direto e reto em seu discurso, o longa-metragem cearense Centro Ilusão ultrapassa as camadas superficiais com um nocaute nas levitações até o sonhar. Dando ênfase à cena cultural e musical nordestina, esse novo trabalho do excelente cineasta Pedro Diógenes também apresenta as diferenças do pensar no tempo, num choque de gerações, numa busca de um mesmo repouso para as interpretações dos momentos de devaneios.

 

Paterson

O filme, grande sucesso de crítica e público pelos lugares onde já fora exibido, como em Cannes, é uma grande jornada emocional com recheios poéticos onde atravessamos e somos testemunhas de uma alma quase solitária que busca em seu rotineiro cotidiano, sem grandes eventos, formas lindas de ver a tão pacata vida.

 

Eu Estava Justamente Pensando em Você

O tempo e o seu começo, meio e fim. Qual a diferença entre sonhos e lembranças? Por que parece ser tão impossível tentar te esquecer? Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano, estreante em longas-metragens, Sam Esmail (criador de um dos seriados mais aclamados por crítica e público nos últimos anos, Mr. Robot) Eu Estava Justamente Pensando em Você parece uma peça de teatro, com vários cenários, diálogos inteligentes beirando ao tragicômico e dois atores em grande harmonia em cena.

 

Uma Vida Comum

Na trama, conhecemos o sereno John May (Eddie Marsan). Um homem que trabalha a mais de 20 anos na mesma empresa, onde exerce a função inusitada de ser o encarregado de encontrar o parente mais próximo de pessoas que morreram sozinhas. Meticuloso e detalhista em suas pesquisas, não é visto com bons olhos pelo restante do departamento. Assim, quando há uma mudança na estrutura onde trabalha, é demitido mas pede para resolver o último caso que vai levá-lo a uma viagem de descobertas e amores buscando encontrar um sentido para sua própria vida.

 

O Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Um dos maiores sucessos da carreira da talentosa atriz Kate Winslet é sem dúvidas esse filme de meados de 2004, Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças. O filme, que mostra também o talento de Jim Carrey em longas de drama, fala sobre amor, memórias, perdas e consegue se conectar com muitos cinéfilos com uma história muito emocionante brilhantemente interpretada pela dupla de protagonistas. Um filme necessário em qualquer cabeceira.

 

Nove Dias

Na trama, conhecemos Will (Winston Duke), um homem que vive em uma casa longe de tudo e todos que passa seus dias acompanhando por meio de algumas televisões a vida de algumas pessoas que vamos saber já estiveram perto dele. Até que uma dessas pessoas morre em um acidente, deixando uma vaga para uma nova vida na Terra. Assim, ao longo dos nove dias seguintes, almas não nascidas começam a bater em sua porta para uma espécie de um processo de seleção e por essa mesma seleção é onde chega Emma (Zazie Beetz), um alguém que o fará refletir sobre a própria vida. O filme teve estreia mundial no Festival de Cinema de Sundance e passou pela Mostra de SP em 2020.