Durante uma sessão do filme ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ na Argentina, uma triste tragédia ocorreu quando o teto do cinema desabou.
De acordo com o site Deadline, o incidente aconteceu no Cinema Ocho, em La Plata, capital da província de Buenos Aires, durante a exibição das 21h do dia 19 de maio. Cerca de 40 pessoas estavam presentes na sala 4, quando parte do teto cedeu, fazendo com que entulho caísse sobre os espectadores e interrompesse a sessão.
“Um barulho muito alto foi ouvido”, relatou Fiamma Villaverde, de 29 anos, que foi ao cinema de última hora com sua filha de 11 anos e uma amiga. “A princípio, achamos que fazia parte do filme porque estávamos muito imersas; mas logo depois, um pedaço de entulho caiu sobre mim.”
Ela contou que os destroços atingiram seu ombro, costas, joelho e tornozelo, acrescentando: “Não me atingiu na cabeça porque eu estava levemente inclinada sobre os apoios de braço”.
‘Premonição 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
A trama segue duas famílias criminosas em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo”.
A 4ª temporada da aclamada série antológica sci-fi ‘Love, Death & Robots‘ já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo nos levando aos bastidores do novo ciclo.
Confira:
A nova temporada conta com 10 segmentos inéditos, e inclui a participação de Kevin Hart, Rhys Darby, Brett Goldstein, John Boyega e o youtuber MrBeast.
‘Love, Death & Robots’ é uma série de antologia que reúne contos animados em uma mistura de ficção científica, fantasia, terror e comédia. Produzida por diretores do mundo todo, ela traz diferentes histórias sobre lobisomens soldados, caçadores de recompensas de cyborg e até mesmo aranhas alienígenas. Robôs, monstros de lixo e demônios sedentos também não faltam por lá. Tudo isso combinado com as técnicas e estilos de animação de cada cineasta ou estúdio envolvido no projeto. O que faz de ‘Love, Death & Robots’ um dos títulos mais ousados do catálogo da Netflix, com muito sangue, sexo e violência.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
A produção tem estreia prevista para o outono norte-americano de 2025, isto é, entre os meses de setembro e novembro.
O elenco contará com Chris O’Donnell, Jessica Capshaw, LeAnn Rimes e Kimberly Williams-Paisley.
O novo derivado será escrito e produzido pelos criadores da franquia, Ryan Murphy & Tim Minear, e o showrunner de ‘9-1-1: Lone Star‘, Rashad Raisani.
Além da 20th Television e Ryan Murphy Television, o projeto também contará com a produção executiva de Brad Falchuk, cocriador das duas primeiras séries deste universo.
Angela Bassett, protagonista da série original, também servirá como produtora executiva.
A 2ª temporada do anime ‘Dan Da Dan‘ ganhou um novo trailer oficial legendado, lançado pela Netflix Brasil.
O novo ciclo chega à plataforma de streamingno dia 03 de julho.
Assista:
Esta é uma história sobre Momo, uma garota do ensino médio que vem de uma família de médiuns espirituais, e seu colega de classe Okarun, um garoto fanático pelo ocultismo. Depois que Momo resgata Okarun de uns valentões, eles se tornam amigos. No entanto, suas visões de mundo distintas os levarão a um dilema: Será mesmo que aliens e fantasmas existem?
Visando provar que o que acreditam é real, Momo vai a um hospital abandonado onde um OVNI foi avistado, enquanto Okarun vai a um túnel que dizem ser assombrado. Para surpresa deles, cada um se depara com atividades paranormais avassaladoras que transcendem a compreensão. Em meio a isso tudo, Momo desperta seu lado oculto e Okarun ganha o poder de uma maldição para superar esses novos perigos! Será que o amor deles destinado também começará aqui?
Os novos episódios serão lançados na plataforma de streaming no próximo dia 27 de maio.
A série acompanha a Dra. Sleech (Hsu) e a Dra. Klak (Palmer) enquanto tentam curar ansiedade, loops temporais ilegais e DSTs no espaço profundo.
Relembre o trailer:
Vale lembrar que o renomado astroMacaulay Culkin, famoso por seu papel em ‘Esqueceram de Mim’, com seus irmãos Rory Culkin,Christian Culkin e Shane Culkin, emprestam suas vozes para um grupo de irmãos alienígenas em um episódio especial.
Criada por Cirocco Dunlap, a primeira temporada contou com oito episódios.
Na trama, Wilson interpreta Pryce Cahill, um ex-jogador profissional de golfe decadente cuja carreira foi interrompida prematuramente há 20 anos. Após o fim de seu casamento e depois de ser demitido de uma loja de artigos esportivos em Indiana, ele aposta seu futuro em ajudar um jovem de 17 anos, ainda imaturo, mas que é um fenômeno no esporte, chamado Santi (Peter Dager).
Marc Maron, Mariana Treviño, Lilli Kay, Judy Greer e Timothy Olyphant fazem parte do elenco, assim como participações especiais de astros do golfe como Collin Morikawa, Keegan Bradley, Max Homa, Wyndham Clark e muito mais.
‘A Fonte da Juventude’ (‘Fountain of Youth’), nova aventura de assalto estrelada por John Krasinski e Natalie Portman, já está disponível no catálogo da Apple TV+ – e, apesar de ter dividido a crítica, vem conquistando os assinantes da plataforma.
A trama acompanha dois irmãos distantes (Krasinski e Portman) que se unem para uma missão global em busca da mitológica Fonte da Juventude. Eles precisam usar seus conhecimentos em história para desvendar pistas em uma aventura épica que mudará suas vidas – e possivelmente os levará à imortalidade.
Com direção de Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes’) e roteiro assinado por James Vanderbilt (‘Zodíaco’), a produção ainda contou com nomes como Domhnall Gleeson e Eiza González no elenco e reacendeu o interesse dos espectadores em obras de aventura e de assalto.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista com outras cinco produções similares para você conferir nos streamings.
Veja abaixo:
A MÚMIA (1999)
Onde assistir: Prime Video
Em 1999, Brendan Fraser estava no auge de sua fama e de sua carreira – e foi escalado para estrelar a divertida aventura fantástica ‘A Múmia’, uma investida mais cômica do clássico da Universal Pictures que também contou com a presença de Rachel Weisz, Arnold Vosloo e outros. Ainda que tenha tido uma recepção mista à época de seu lançamento, o longa transformou-se em um clássico da “sessão da tarde” e, revisitando-o, é possível ver que seu comprometimento com uma história despojada e envolvente.
A trama nos leva para a década de 1920 e acompanha uma arqueóloga e seu irmão, que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro há muito escondido na cidade perdida de Hamunaptra, conhecida como Cidade dos Mortos – mas acabam ressuscitando Imhotep, uma múmia diabólica e vingativa.
Alcançando um merecido status de clássico cult, ‘A Lenda do Tesouro Perdido’ é uma das produções aventurescas mais conhecidas e adoradas do século – e conta com um dos papéis mais conhecidos da carreira de Nicolas Cage. Arrecadando quase US$350 milhões ao redor do mundo, o longa deu origem a uma sequência e a uma série reboot.
Na trama, o historiador e decodificador Ben Gates tem procurado, durante toda a sua vida, um conhecido tesouro que existe desde a criação dos Estados Unidos. Ao participar de uma expedição liderada pelo caçador de tesouros Ian Howe, Gates encontra um navio colonial preso no gelo do Círculo Ártico que tem uma pista ligando o tesouro com a Declaração da Independência. Mas quando Howe o trai, Gates tem que correr para conseguir o documento antes do seu falso colega.
O CÓDIGO DA VINCI (2006)
Onde assistir: Max
Há quase duas décadas, o mundo parava para assistir ao controverso ‘O Código Da Vinci’, drama de mistério estrelado por Tom Hanks e Audrey Tautou que se tornou um dos títulos mais adorados do público à época. Apesar da recepção mista, cujas principais críticas vieram no tocante ao roteiro e à condução de Ron Howard (isso sem mencionar o boicote da Igreja Católica e de diversos grupos religiosos), o filme arrecadou US$760 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se o segundo mais lucrativo do ano, além de ter gerado duas sequências diretas.
A trama é centrada no simbologista Robert Langdon (Hanks), que é contratado para investigar um assassinato no museu do Louvre, que tem ligação com um mistério milenar envolvendo a linhagem de Jesus Cristo e o Santo Graal – cujas descobertas poderiam até mesmo comprometer o cristianismo.
TOMB RAIDER: A ORIGEM (2018)
Onde assistir: Prime Video
‘Tomb Raider’ é uma das franquias de games mais populares da história e conquistou fãs ao redor do mundo – além de ter dado origem a uma duologia estrelada por Angelina Jolie. Em 2018, a conhecida história centrada na valente exploradora Lara Croft ganhou uma nova versão para os cinemas, trazendo a vencedora do Oscar Alicia Vikander no papel principal de ‘Tomb Raider: A Origem’.
Na trama, Lara estabelece em sua primeira expedição para terminar a pesquisa arqueológica do seu pai e descobrir segredos antigos, a fim de limpar seu nome desonrado. A tragédia começa quando sua aventura se transforma em uma luta pela sobrevivência.
UNCHARTED: FORA DO MAPA (2022)
Onde assistir: Netflix
Disponível na Netflix, ‘Uncharted: Fora do Mapa’ é baseado no famoso game homônimo e traz Tom Holland, Mark Wahlberg e Antonio Banderas no elenco principal. Na trama, o esperto Nathan Drake é recrutado pelo experiente caçador de tesouros Victor “Sully” Sullivan para recuperar uma fortuna acumulada por Fernão de Magalhães e perdida há 500 anos pela Casa Moncada. O que começa como um assalto para a dupla se transforma em uma corrida eletrizante e eletrizante para alcançar o prêmio antes do implacável Santiago Moncada, que acredita que ele e sua família são os herdeiros legítimos.
Se Nate e Sully conseguirem decifrar as pistas e resolver um dos mistérios mais antigos do mundo, eles poderão encontrar US$5 bilhões em tesouros e talvez até mesmo o irmão há muito perdido de Nate – mas somente se aprenderem a trabalhar juntos.
A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).
A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.
Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.
A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.
‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ já arrecadou sólidos US$ 153.5 milhões mundialmente, e o produtor Caig Perry revelou em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP quais são suas três mortes preferidas da franquia.
Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore, o que representa uma ótima média para um filme do gênero.
Vale lembrar que ‘Premonição 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
Em PREMONIÇÃO 6: LAÇOS DE SANGUE, os fãs podem esperar por acontecimentos chocantes, muito sangue e busca pela verdade. A produção terá como centro os pesadelos violentos de Stefanie, uma estudante universitária que decide voltar para a casa e rastrear a única pessoa capaz de ajudá-la a salvar sua família do destino horrível que se aproxima.
Há alguns anos, o jornalista Marc Bernardin divulgou que o diretor Joel Schumacher gravou diversas cenas que não foram adicionadas à versão oficial de ‘Batman: Eternamente’.
Na época, Bernardin afirmou que o corte planejado por Schumacher tem 170 minutos, aproximadamente 40 a mais do que a versão lançada em 1995.
A versão foi restaurada pelo Cinefile Video e teria uma exibição agendada para 29 de maio em Hollywood, mas ela foi proibida pela Warner Bros., que emitiu uma nota de “cancelar e desistir” devido aos direitos autorais.
Durante o episódio mais recente do podcast Fat Man Beyond, o cineasta Kevin Smithrevelou que já o assistiu.
“Você sabe do que eu tenho uma cópia? Do Schumacher Cut de ‘Batman Eternamente‘. Isso mesmo, então adivinhe o que vou fazer? Eu provavelmente não deveria estar falando sobre isso, a Warner Bros… Bom, eles estão indo levar meu ingresso [para a estreia de ‘The Flash’]. Primeiro vamos debater sobre ‘The Flash‘, então vamos fazer um review do Schumacher Cut de ‘Batman Eternamente‘… Cara, é um filme longo, eu já assisti.”
Ele acrescentou:
“Você sabe como o filme começa, com o Duas-Caras invadindo o banco e coisas assim. Isso não acontece no corte original até uns 15 minutos de filme, é uma loucura. Vocês vão ficar sabendo de tudo no episódio [do podcast] de 19 de junho.”
Entre os elementos cortados dessa versão do filme estava uma cena em que Bruce Wayne de Val Kilmer ficou cara a cara com um morcego humanoide gigante (criado pelo lendário artista de efeitos Rick Baker).
Como Smith destacou, há também uma cena de abertura mais longa e melancólica. Talvez daqui a nove dias, Smith revele mais detalhes sobre esta versão
Anteriormente, Akiva Goldsman, que escreveu o filme, também comentou sobre o corte mais longo, afirmando que:
“É bem mais sombrio que o oficial! É, basicamente, uma exploração bastante psicológica de culpa e vergonha de Bruce Wayne.”
E aí, você está curioso?
Orçado em US$ 100 milhões, ‘Batman: Eternamente‘ arrecadou apenas US$ 336 milhões pelo mundo, e é considerada uma das piores adaptações do Homem-Morcego.
No Rotten Tomatoes, o longa acumulou apenas 39% de aprovação.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Alexander Skarsgård(‘O Homem do Norte’) falou sobre a série ‘Diários de um Robô-Assassino’ (Murderbot) – já está disponível na Apple TV+.
Ele explicou como escolhe seus papeis e falou sobre o avanço da Inteligência Artificial.
Diários de um Robô-Assassino é um consciente androide de segurança que se sente aterrorizado pelas emoções humanas ao mesmo tempo em que se vê atraído por seus “clientes” vulneráveis. Para esconder o seu livre arbítrio, ele deve completar missões perigosas, mas tudo o que ele quer fazer é ficar sozinho assistindo séries dramáticas futuristas e descobrir o seu lugar no universo.
Relembre o trailer:
Criada por Chris ePaul Weitz (‘Mozart in the Jungle’), a série é baseada no livro ‘The Murderbot Diaries’, escrito por Martha Wells.
Em uma recente entrevista concedida ao jornal Los Angeles Times, a aclamada cineasta escocesa Lynne Ramsay compartilhou uma novidade que vem deixando os fãs de cinema bastante curiosos: ela está atualmente envolvida no desenvolvimento de um novo projeto cinematográfico, desta vez voltado para o gênero do terror. Conhecida por sua abordagem autoral e intensa, Ramsay parece estar pronta para explorar os territórios sombrios e inquietantes das histórias de horror.
Seu trabalho mais recente, ‘Die My Love‘, estrelado por Jennifer Lawrence, foi muito bem recebido durante o Festival de Cannes, reafirmando sua reputação como uma das diretoras mais talentosas e visionárias da atualidade. No entanto, o que mais tem chamado a atenção do público e da crítica é o fato de que seu novo projeto será centrado em uma temática bastante específica e fascinante: vampiros.
Ela revelou que o ator Ezra Miller será o protagonista do filme. Essa escolha marca a retomada de uma colaboração significativa entre os dois artistas, que já haviam trabalhado juntos anteriormente no impactante ‘Precisamos Falar Sobre Kevin‘ (2011). Na época, a atuação intensa de Miller no papel de Kevin foi amplamente elogiada, projetando-o ao estrelato em Hollywood.
A volta dessa parceria ganha ainda mais peso considerando o momento conturbado da carreira de Miller.
Nos últimos anos, o ator esteve no centro de várias polêmicas e enfrentou dificuldades pessoais que afetaram sua imagem pública e seus compromissos profissionais.
Assim, esse novo papel sob a direção de Ramsay pode representar não apenas uma nova fase criativa para ambos, mas também uma possível chance de redenção para Miller dentro da indústria cinematográfica.
Sempre que assistimos a um filme de suspense em que o verdadeiro vilão (ou vilã) permanece um mistério, nos tornamos quase detetives da própria trama! Às vezes acertamos nas suspeitas, outras vezes somos completamente surpreendidos. Pensando em histórias que nos levam por essa montanha-russa de emoções e reviravoltas, selecionamos abaixo 10 filmes que exploram o mistério de forma envolvente:
Na trama, encontramos Hercule Poirot (Peter Ustinov), lendário detetive, que curte suas férias no Egito mas logo se vê envolvido em um caso misterioso. Durante um passeio de barco pelo rio Nilo, uma milionária chamada Linnet Ridgeway (Lois Chiles), odiada por muitos presentes nesse local, é assassinada a sangue frio enquanto dormia. Com muitos suspeitos e subtramas ligadas a ganância e amores perdidos, Poirot enfrentará um verdadeiro quebra-cabeça para resolver o caso.
Na trama, ambientada na região de Hudson Valley, conhecemos Augustus Landor (Christian Bale), um inspetor notável, com grandes mistérios resolvidos na carreira, também viúvo, filho de um pastor que passou com um forte trauma num passado recente onde perdera a esposa e logo depois sua filha desapareceu. Certo dia, ele recebeu uma inusitada proposta de trabalho de integrantes da alta patente da famosa Academia Militar Norte-Americana (West Point) para buscar soluções para uma estranha situação num espaço onde fica localizada a Academia, onde um cadete teve o coração arrancado após ser encontrado enforcado. Sofrendo ainda em busca das primeiras pistas, acaba encontrando com um outro cadete da academia militar, Edgar Allan Poe (Harry Melling) um leitor assíduo, inteligente, entusiasmado com que formará uma dupla para resolver o caso.
Na trama, conhecemos o milionário escritor de suspenses Harlan Thrombey (Christopher Plummer) na noite do seu aniversário de 85 anos. Toda a família reunida e também Marta (Ana de Armas) uma jovem enfermeira, imigrante, que cuida das medicações e do bem estar do dono da casa. O tabuleiro narrativo se transforma em um grande quebra-cabeça com inimigos virando amigos, uniões improváveis, após o assassinato de Harlan. Para tentar descobrir o que houve no fim daquela noite, um detetive ao melhor estilo Agatha Christie aparece em cena, Benoit Blanc (Daniel Craig) e não medirá esforços e excentricidades para conseguir chegar a conclusão desse complicado caso.
Na trama, conhecemos o detetive Gun-Su (Lee Sun-kyun), um homem que vive uma vida simples ao lado de sua família. Certo dia, no dia do enterro de sua mãe, quando estava dirigindo por uma avenida deserta, atropela um homem. Desesperado e sem saber o que fazer, tem a ideia de esconder o corpo do acidentado dentro do caixão de sua mãe. Com a consciência pesada mas achando que tudo estava resolvido, Gun-Su é surpreendido mais uma vez com uma ligação anônima dizendo saber tudo o que aconteceu. Assim, o protagonista precisa reunir todas as partes do quebra-cabeça e tentar de vez sair limpo desta história.
Jason Corbett era um empresário irlandês bem-sucedido que perdeu a primeira esposa muito cedo e encontrou em Molly Martens um novo amor. No início do relacionamento, ainda morando ainda na Ilha Esmeralda, resolve se mudar para os Estados Unidos ao lado dos dois filhos pequenos para se jogar nesse relacionamento. Anos depois, em 2015, sua vida chegaria ao fim de forma violenta, em sua própria casa, pelas mãos da esposa e do sogro (um ex-agente do FBI).
Disponível no catálogo da Netflix, o chocante documentário A Garota da Fotonos apresenta descobertas surpreendentes da vida de uma jovem que nunca teve uma chance de ser feliz. Ao longo dos desconcertantes 101 minutos de projeção somos levados ao caos que ela vivia durante anos sem tempo de saber as verdades sobre sua própria história. Por meio de depoimentos dos investigadores e pessoas próximas à jovem, somos levados para uma rebobinada na trajetória dessa mulher que tem um passado tão triste quanto sua trágica morte. A direção é de Skye Borgman.
Na trama, acompanhamos o início da trajetória de Sidney (Neve Campbell), uma jovem atormentada pela assassinato da mãe anos atrás que em seu presente precisa fugir de um terrível assassino mascarado que vem aterrorizando e deixando rastros de sangue na cidade onde mora.
No final da década de 90, chegaria aos cinemas de todo o mundo um filme de suspense, repleto de reviravoltas e protagonizado por Denzel Washington e Angelina Jolie, O Colecionador de Ossos. Na trama, acompanhamos a saga de uma jovem policial e um especialista em criminologista forense que perseguem através de pistas enigmáticas um cruel Serial Killer.
Amargurada por anos de sofrimento e sem saber o que fazer quando é ameaçada pelo conhecido Assassino do Calendário, Klara (Luise Heyer) está à beira de um precipício emocional e acaba entrando em contato com um telefone que ajuda vítimas a chegarem em casa. Do outro lado da linha, o traumatizado Jules (Sabin Tambrea) faz de tudo para ajudá-la durante toda noite que se segue. Só que aos poucos vamos entendendo melhor toda essa história que apresenta muitas surpresas.
A vida do veterinário Martin (Marian Mitas) passou por uma enorme transformação após um acidente de trabalho, fato esse que o deixou em uma situação estável mas bastante limitada, sem falar e com sérios problemas. Para cuidar dele, a esposa Erika (Jana Plodková) entra logo num embate com a sogra Dana (Milena Steinmasslová), com quem nunca teve boa relação. Com a chegada de uma outra mulher nessa história, segredos do passado vai sendo passados a limpo culminando em uma série de situações surpreendentes.
“Meus filmes geralmente vão na frente e eu vou atrás”, declaraKleber Mendonça Filho, em entrevista exclusiva para o CinePOP, sobre a euforia ao redor de O Agente Secreto, exibido na 78° edição do Festival de Cannes. O bate-papo foi realizado cinco dias antes da cerimônia de encerramento do Festival de Cannes 2025 — antes dos quatro prêmios do filme, sendo a vitória dupla deWagner Moura(Melhor Ator) e do próprio cineasta (Melhor Direção) — mas já era possível perceber, nas entrelinhas e na vibração do entrevistado, que algo grande estava por vir.
O cineasta pernambucano falava com calma, mas com brilho nos olhos. O tom era de um otimismo contido, de quem já sentia a força do próprio filme ecoar pelo Palácio do Festival. Entre a recepção do público brasileiro, as camadas de memória de sua obra e o carinho da crítica internacional, Kleber revelou também um desejo novo (ou não tão novo assim): fazer um musical. Não parece surpresa para quem reconhece nas trilhas sonoras de seus filmes — especialmente Aquarius — um cuidado quase coreográfico. Música, para ele, nunca é pano de fundo. É personagem.
“A recepção foi excelente, mas vamos por partes. Ainda estamos digerindo”, pondera. Ele evita falar em campanhas de Oscar ou grandes planos de distribuição, mas admite: “Se for chamado, eu represento o Brasil. Mas ainda não estou nesse modo.” Logo depois da conversa, foi anunciado a aquisição da NEON para distribuição do filme nos Estados Unidos e Canadá; e da MUBI, na América Latina (exceto Brasil), Reino Unido e outros países europeus.
O público brasileiro já abraça o filme e exalta o orgulho nacional, de acordo com os memes e comentários nas redes sociais antes mesmo dos prêmios. “Vi que saiu no Jornal Nacional, que os posts estão bombando… mas não tive tempo de mergulhar nisso. Eu posto [no Instagram] e vou fazer outra coisa”, brinca o diretor. É possível acompanhar a trajetória do filme pela conta do pernambucano e, também, notar suas declarações carinhosas à parceira e produtora Emilie Lescaux, além da admiração por Wagner Moura.
Nossa conversa, entretanto, tomou outros rumos, embora O Agente Secreto seja o grande tema e chamariz do momento, o foco da entrevista era ir além do sucesso recente — mergulhar no olhar, nos desejos e no percurso do diretor.
Conhecido por transformar músicas em elementos dramáticos centrais em seus filmes — como a trilha visceral de Aquarius ou o lirismo de Retrato Fantasma — Kleber Mendonça Filho revelou, em tom casual, mas com honestidade, que tem vontade de fazer um musical. Não se trata de um projeto engatilhado, mas de um desejo antigo que habita seu imaginário desde os tempos em que viu A Ópera do Malandro, de Ruy Guerra, em 1986: “Foi um dos primeiros filmes brasileiros que eu vi no cinema. E me impactou muito”, relembra.
Embora seus filmes ainda não abracem o gênero musical de forma tradicional, ele reconhece que há sequências que flertam com essa linguagem. “Aquarius poderia virar um musical para o teatro tranquilamente”, afirma. Para ele, a trilha sonora nunca é um mero elemento ao fundo: “Quando coloco uma música, é para ser ouvida. Eu quero que as pessoas sintam.” Talvez, por isso, os álbuns de seus filmes ganham ouvintes fieis e representam tão bem a cultura brasileira, como a emblemática entrada da equipe do filme ao som do frevo, na estreia do filme na Croisette.
“Eu já pensei, sim, em fazer um musical clássico — com gente parando para cantar — mas ainda não tenho nada engatilhado“, contou Kleber. Seu interesse em narrativas onde música e dramaturgia se entrelaçam vem de longe — e pode ser uma pista sobre os próximos passos de sua carreira.
Internacionalizar, mas com identidade
Sobre filmar fora do Brasil, o pernambucano não descarta; porém, com uma condição inegociável: ser “dono da história”. “Não adianta me mandarem um roteiro e esperarem que eu apenas dirija. Eu preciso saber do que estou falando“, afirma. Kleber observa o caminho da internacionalização com cautela: “Já vi diretores fazerem roteiros que não gostam. Receita para enxaqueca.”
É uma fala que contrasta com experiências recentes de outros diretores brasileiros que tentaram a sorte fora, nem sempre com bons resultados. José Padilha, por exemplo, após o estrondoso sucesso de Tropa de Elite, amargou críticas e frustração com Robocop (2014), em um projeto engessado por estúdios. Karim Aïnouz, por sua vez, viu Firebrand(2023) ser recebido com frieza após a aclamação de A Vida Invisível (2019), ambos exibidos no Festival de Cannes.
Cannes não é apenas um festival
O cineasta pernambucano conhece Cannes como poucos. De crítico a jurado e hoje habitué da competição oficial, Kleber traça uma linha contínua entre seu amor pelo cinema e a construção de sua carreira: “Eu vim como crítico por treze anos, assistindo tudo, escrevendo. Era meu estágio de cinema. Eu via filmes, escrevia e aprendia”, diz. A transição da crítica para a direção foi natural, e hoje Kleber é nome frequente na programação do festival.
“Já fui exibido na Quinzena, na Sessão Especial, e tive três filmes na competição principal. Fui júri com o Spike Lee e presidente da Semana da Crítica. É impossível diminuir a importância que Cannes tem na minha trajetória.“, resume o cineasta condecorado com o Prêmio do Júri, por Bacurau, em 2019.
Kléber compôs o júri do Festival de Cannes 2021, presidido por Spike Lee, que consagrou ‘Titane’.
Memória, gerações e a força de Recife
Durante a conversa, Kleber também comentou sobre o impacto geracional de seus filmes. De Aquarius a Retrato Fantasma, passando por O Som ao Redor, há sempre uma tensão entre o passado e o presente — seja em fitas VHS, cinemas de rua ou arquivos invisíveis ao Google, como no recém-lançado O Agente Secreto.
A memória, aliás, é um dos fios condutores de sua filmografia. Seja o Recife em permanente mutação de Retrato Fantasma, a luta contra o apagamento histórico em Aquarius ou as referências culturais que atravessam as décadas, Kleber parece ter o compromisso tácito de levar adiante a memória coletiva — e sensibilizar o público mais jovem. “Eu acho que quando um filme capta a imaginação, ele gera novos cineastas. Eu fui assim”, conta, citando seu encantamento juvenil com o cinema nacional dos anos 1980.
O Som ao Redor, lançado em 2012, primeiro longa-metragem elogiadíssimo de Klebér Mendonça Filho.
Questionado sobre o teor político de suas obras, Kleber desconversa: “Eu não acho que faço filmes políticos. Filme político se faz na prefeitura”, ironiza. Seu cinema, no entanto, é político por essência, pelo simples ato de iluminar a cidade, a história, a resistência, a cultura. Recife está sempre lá — como cenário, espírito e símbolo.
Kleber Mendonça Filho termina a conversa com a mesma elegância com que conduz seus filmes: consciente do impacto que causa, mas com os pés no chão. Ele não promete um musical. Não planeja um Oscar. Mas, como sempre, está pronto para ir aonde o filme o levar.
Pouca gente sabe, mas a maior potência bélica do planeta tem um ‘Dream Team’ na sua força aérea que se prontifica a percorrer os Estados Unidos, e outros lugares do mundo, realizando acrobacias aéreas de tirar o fôlego! Pegando um recorte que avança todo o período de certificação de novos integrantes dessa equipe de pilotos de elite, chegou na Netflix um documentário que abre as portas dessa que é uma das mais antigas equipes acrobáticas em atividade, os Thunderbirds.
Com o nome inspirado no ‘Pássaro-Trovão’, criatura lendária que faz parte das mitologias de algumas culturas indígenas norte-americanas, os Thunderbirds tendo como ferramenta o caça supersônico F-16C Fighting Falcon, muitas vezes percorrendo quatro vezes a força da gravidade, em situações de extremo perigo.
Guiados pelos depoimentos do Tenente-Coronel Justin Elliott — nome de guerra ‘Astro’ — líder do esquadrão que se despede do posto de comandante da frota, acompanhamos a jornada rumo à excelência e à construção da confiança, em um ciclo contínuo de renovação com a chegada anual de novos pilotos às posições de destaque. Personagem central da narrativa, Elliott é um pai de família que sonhava em ser astronauta, mas acabou trilhando um caminho diferente, encontrando nas acrobacias perigosas uma nova missão de vida.
É uma pena que a narrativa se perca em um foco excessivo no processo, um verdadeiro calcanhar de aquiles comum em obras de apresentação. Como mencionado, acompanhamos alguns meses do período de certificação, mergulhados em uma rotina árdua marcada por erros, correções e uma repetição incessante. Os poucos conflitos que ganham destaque na tela estão ligados ao perfeccionismo extremo exigido pela função — onde um único erro pode significar a diferença entre a vida e a morte.
Sem tanta profundidade, mesmo que passe por tragédias e conflitos que acompanharam a trajetória dessa equipe desde sua criação no início dos anos 1950, o documentário se coloca numa posição de mera apresentação desse esquadrão que não é tão conhecido assim pelo mundo. Quem curte aviões e todo seu contexto vai se deliciar com imagens de tirar o fôlego. Já quem procura um roteiro mais profundo – com fortes desenrolares de conflitos que se mostram presentes – pode se decepcionar.
Tendo como protagonista um dos rostos mais emblemáticos do cinema francês contemporâneo — Juliette Binoche — ao lado de atores e atrizes sem experiência profissional, o longa-metragem francês Entre Dois Mundosnos mostra uma observadora dos fatos que se apresentam, que quis viver o próprio tema da sua obra. Indicada ao prêmio César de Melhor Atriz por essa atuação, Binoche interpreta uma personagem envolta em inverdades que logo se vê próxima das histórias que encontra, se colocando de frente com dilemas éticos e a morais.
Dirigido pelo cineasta francês Emmanuel Carrère e baseado no livro de não-ficção Le Quai de Ouistreham, da jornalista Florence Aubenas, o filme constrói-se gradualmente a partir das descobertas de uma escritora que se envolve de forma íntima em uma investigação sobre as condições de trabalho no norte da França. Aos poucos somos apresentados as dificuldades enfrentadas por trabalhadores precarizados — também, a escassez de oportunidades, a exploração da força trabalhista de classe baixa. Logo, o cenário se amplia, com reflexões além de uma França atual, se expandindo para um recorte geral europeu.
Ambientado na região da Normandia, em Entre Dois Mundosconhecemos a escritora Marianne Winckler (Juliette Binoche) que para seu novo trabalho, resolve abandonar um tempo sua vida em Paris e desembarcar na cidade de Caen. Lá, busca escrever sua nova obra baseada na experiência de viver como auxiliar de serviços gerais, escondendo sua identidade. Ao longo desse período, faz amizades com trabalhadoras que vivem de frente com a exploração da classe trabalhadora e começa a passar por conflitos pela proximidade que chega em laços que vai construindo.
A sensação de não existir em contraponto ao egoísmo na necessidade do ofício. Dentro de conflitos que se estendem ao longo dos pouco mais de 100 minutos de projeção, vai sendo construindo um alicerce rico cheio de críticas sociais mas onde a paciência é parte da experiência, tudo chega com um ritmo desacelerado, resgatando o que poderia ficar na entrelinha. A fluidez para devolver esses conflitos que se amontoam é um dos pontos altos desse longa-metragem que roda festivais pelo mundo desde 2021.
A partir de uma inesperada enxurrada de laços verdadeiros baseada em partes de uma mentira, imerso a um egoísmo na necessidade, enxergamos pelos olhos da protagonista reflexões dentro da ‘vida como ela é’, um pedaço de vivência distante de suas experiências até ali. É ético? É moral? Há algumas interpretações quando pensamos sobre o objetivo da personagem principal, com seu desfecho que encosta no novelesco mas sem perder a força de suas revelações.
Vencedor do Prêmio do Público de Melhor Filme Europeu no Festival de San Sebastián, Entre Dois Mundosfinalmente chega aos cinemas brasileiros nesse final de maio. Mais uma atuação competente, num filme com camadas profundas, de uma das mais importantes artistas do cinema francês.
‘Madame Teia’ se tornou uma das produções de super-heróis menos bem recebidas da década, mostrando-se como um fracasso de crítica e de público. Porém, pouco depois do filme encerrar sua jornada nos cinemas, detalhes sobre a história original e disputas internas começaram a ganhar forma.
De acordo com o famoso insider e jornalista Daniel Richtman, o longa, a princípio, faria parte do Universo Cinemático Marvel em fez de funcionar como apenas um spin-off de ‘Homem-Aranha’. Todavia, os planos mudaram e o resultado foi bem aquém do esperado.
“O Homem-Aranha de Tom Holland também deveria aparecer no início do filme, e a trama era originalmente sobre as Mulheres-Aranha salvando o bebê Peter. A trama mudou bastante porque a Marvel não permitiu que o filme fosse incluído no MCU”, ele escreveu.
Yeah, and Tom Holland’s Spider-Man was also supposed to appear at the start of the film and the plot was originally about the Spider-Women saving baby Peter. They changed a lot because Marvel didn’t let them make it part of the MCU. https://t.co/3q4B3AEIzA
O comentário de Richtman veio como resposta a recentes fotos de baldes de pipoca e porta-bebidas que serviriam como material promocional do longa-metragem, mas que foram retirados de várias redes de cinema à medida que a história foi alterado.
Como podemos ver acima, as artes promocionais trariam inúmeras referências ao panteão super-heroico, como um jornal do Daily Bugle trazendo notícias de personagens como Thanos, Tony Stark, Carol Danvers, Hulk, Doutor Estranho, Thor e vários outros.
Lembrando que ‘Madame Teia’ está disponível no catálogo da Max.
Na trama, Cassandra Webb é uma paramédica em Manhattan que tem habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos.
Com orçamento de US$ 80 milhões, o longa arrecadou US$ 100.2 milhões mundialmente.
De acordo com o Deadline, o live-action de ‘Lilo & Stitch‘ arrecadou impressionantes US$ 341.7 milhões em sua estreia global.
O valor representa o terceiro maior lançamento mundial da história para um live-action da Disney, atrás apenas de ‘O Rei Leão‘ e ‘A Bela e a Fera‘.
Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 158.7 milhões através de 50 mercados. Para termos de comparação, o novo live-action está registrando um desempenho +139% acima de ‘A Pequena Sereia‘, +70% acima de ‘Mufasa: O Rei Leão‘ e +44% acima de ‘Aladdin‘.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o México (US$23.7M), Reino Unido (US$12.9M), Brasil (US$11.1M), França (US$10.7M) e Itália (US$9.2M).
Nos EUA, o filme abriu com US$ 183 milhões em seu primeiro final de semana estendido nos EUA – e US$ 145.5 milhões no final de semana regular. O valor representa a maior estreia da história do Memorial Day no território norte-americano, superando ‘Top Gun: Maverick‘ (US$126M em 3 dias; US$160M em 4 dias).
Além disso, a nova aposta da Disney também registrou o segundo maior lançamento estendido de 4 dias da história do país, atrás apenas de ‘Pantera Negra‘ (US$242M), que estreou no final estendido do Dia do Presidente.
Com 69% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme já se encontra em exibição nos cinemas nacionais.