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‘Mickey 17’: Sci-fi estrelado por Robert Pattinson ganha data de estreia no streaming!

Mickey 17‘, novo sci-fi de Bong Joon-ho (‘Parasita’) estrelado por Robert Pattinson, ganhou data de estreia no streaming.

O longa-metragem chega à plataforma da Max no dia 23 de maio.

Confira o novo trailer promocional:

Crítica | ‘Mickey 17’ traz o melhor de Robert Pattinson e de Bong Joon-ho às telonas

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

‘Adults’: Nova série de COMÉDIA da FX ganha teaser inédito; Confira!

FX divulgou um teaser inédito de sua mais nova série de comédia, intitulada ‘Adults’.

A produção será transmitida no canal a cabo no dia 28 de maio, chegando ao Hulu e à FX on Demand um dia depois. No Brasil, a série deve ser lançada pelo Disney+ em uma data posterior.

Confira, junto ao trailer completo:

A trama gira em torno de um grupo de jovens de vinte e poucos anos em Nova York que tentam ser boas pessoas, apesar de ainda não serem nem “bons” nem “pessoas”. Samir (Malik Elassal), Billie (Lucy Freyer), Paul Baker (Jack Innanen), Issa (Amita Rao) e Anton (Owen Thiele) compartilham suas refeições, ansiedades e, ocasionalmente, escovas de dente. Ao longo da temporada de oito episódios, os colegas de casa encaram a Responsabilidade com R maiúsculo com graus variados de sucesso.

A série foi criada por Ben KronengoldRebecca Shaw, que também entram como produtores executivos ao lado de Nick KrollStefani RobinsonSarah NaftalisJonathan KriselAlicia Van Couvering.

Charlie CoxJulia FoxD’Arcy CardenGrace Kuhlenschmidt, John Reynolds e Ray Nicholson também integram o elenco, em caráter convidado.

Em uma declaração oficial, a FX afirmou que “a série dá uma reviravolta levemente acentuada nas vitórias, perdas e humilhações de adentrar o mundo adulto. Quer estejam tentando progredir no trabalho, navegando no sistema de saúde, dando um jantar ou namorando na era do Find My Friends, o grupo está descobrindo que nada sobre o mundo real é simples, e todas as suas melhores intenções tendem a piorar as coisas.”

A primeira temporada conta com oito episódios.

Dakota Johnson revela que foi cortada financeiramente pelo pai após reprovação na Juilliard

A estrela Dakota Johnson, conhecida por Madame Teia eCinquenta Tons de Cinza, revelou que foi cortada financeiramente por seu pai, o ator Don Johnson, após não ser aceita na prestigiada escola de artes Juilliard.

Na época, a atriz não tinha um plano alternativo para a faculdade, e os papéis que conseguia não eram suficientes para sustentá-la financeiramente.

Em entrevista à Variety, Dakota contou: “Eu não passei, e meu pai me cortou porque eu não fui para a faculdade. Então, comecei a fazer testes. Acho que tinha 19 anos quando fiz ‘A Rede Social’, e depois vieram alguns trabalhos pequenos e coisas do tipo”.

Ela completou: “Durante alguns anos, foi difícil ganhar dinheiro. Teve vezes em que eu ia ao mercado e não tinha dinheiro na conta ou não conseguia pagar o aluguel, e precisava pedir ajuda aos meus pais”.

Apesar das dificuldades, ela reconhece: “Sou muito grata por ter pais que podiam e quiseram me ajudar. Mas, com certeza, não foi divertido. O processo de audição, como você sabe, é uma merda”.

Sobre a tentativa frustrada de entrar na Juilliard, Dakota foi direta: “Aquele maldito processo foi horrível e assustador. Quando você é aceito para uma audição, são dois dias de uma dinâmica estilo ‘linha de coro’. Você deveria ser chamado para uma segunda audição, e eu não fui. Tudo bem”.

Ela também refletiu sobre o que a afastou da vida universitária: “Eu realmente não queria ir para a faculdade. A Juilliard parecia muito pequena, a ideia de estar em uma sala com o mesmo grupo de pessoas, tentando descobrir como ser um ser humano nesse ambiente… Depois de crescer cercada por tantas pessoas diferentes e imersa em várias culturas por conta das viagens, me prender a um só lugar parecia completamente errado”.

‘Guardiões da Galáxia’: Antes de Chris Pratt, veja os atores que quase viveram o Senhor das Estrelas

O astro Chris Pratt marcou os cinemas ao interpretar o icônico Peter Quill, o Senhor das Estrelas, na franquiaGuardiões da Galáxia. No entanto, apesar de sua forte conexão com o personagem, ele não foi a primeira escolha para o papel.

De acordo com o ComicBook, o diretor James Gunn revelou que teve dificuldades em encontrar o Peter Quill ideal.

Segundo ele, foram realizadas inúmeras audições com nomes conhecidos de Hollywood, mas nenhum parecia se encaixar perfeitamente.

Entre os atores foram considerados antes de Pratt assumir o posto, incluindo Eddie Redmayne, Joel Edgerton, Jack Huston, Jim Sturgess e Lee Pace. Zachary Levi também chegou a fazer testes para o personagem.

Outros nomes cogitados foram Michael Rosenbaum, que acabou aparecendo nas sequências de Guardiões em outro papel, e Joseph Gordon-Levitt, outro favorito da Marvel na época.

Curiosamente, Glenn Howerton, da série ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’, foi oficialmente a segunda opção para interpretar Quill, caso a escolha por Pratt não se concretizasse.

Lembrando que Guardiões da Galáxia Vol. 3’ está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter no elenco.

Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia 3‘ arrecadou US$ 838.8 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como um dos grandes sucessos de 2023.

Cannes 2025: Dias 4-5 – ‘Nouvelle Vague’ Destaca-se Entre os Filmes da Competição

No quinto dia do Festival de Cannes 2025, o trabalho foi longo, intenso e absolutamente cinematográfico – uma verdadeira maratona que começou às 8h30 da manhã e só terminou à noite. 

O destaque do dia vai para La Petite Dernière, terceiro longa da atriz e diretora franco-tunisiana Hafsia Herzi. Com uma abordagem delicada e potente, o filme mergulha nas contradições de uma jovem argelina muçulmana que precisa conciliar sua fé islâmica com o despertar de sua sexualidade como mulher lésbica. O conflito é tratado com intimismo e sensibilidade, e a direção de Herzi propõe um olhar profundo sobre identidade, repressão e desejo. O favorito à Palma Queer deste ano,  que conta com a presença de Marcelo Caetano, diretor de Baby, no júri.

Já o cinema japonês trouxe um drama mais lírico e emocional, centrado na visão de uma menina de 11 anos cujo pai enfrenta um câncer terminal. A obra mistura dor, imaginação e fantasia, explorando o papel das histórias como mecanismo de defesa – e possível armadilha. Embora visualmente belo, o filme pode provocar certa exaustão emocional ao longo da projeção.

Estreia atrás das câmeras: Harris Dickinson

Outro nome que despontou foi Harris Dickinson, que estreia na direção antes mesmo dos 30 anos com Urchin, um retrato cru e sincero de um dependente químico em processo (ou tentativa) de recuperação. O protagonista, apesar de ter todo o “potencial para dar certo”, mergulha repetidamente no caos sem que o filme ofereça explicações fáceis. O resultado é um retrato rcomovente de recaídas silenciosas, tão comuns quanto invisíveis.

Durante a apresentação do filme, Harris Dickinson mostrou-se visivelmente tímido ao comentar sobre seu trabalho como diretor. Ele parecia mais confortável em deixar que o filme falasse por si. A produção, protagonizada por Frank Dillane – conhecido por seu papel marcante em Fear The Walking Dead – foi calorosamente recebida, com aplausos que duraram vários minutos após a exibição. Entre os presentes na plateia, um dos rostos mais reconhecíveis era Paul Mescal.

Os Melhores do Dia: Richard Linklater e Pedro Pascal

Nouvelle Vague, de Richard Linklater, foi o grande evento do dia. Uma ode ao cinema francês dos anos 1960, o longa resgata o processo caótico, porém genial, de produção de Acossado, clássico de Jean-Luc Godard. Com atuações impecáveis e uma reconstituição de época primorosa, o filme emociona e fascina quem ama bastidores, cinebiografias e o legado da Cahiers du Cinéma. Para mim, é o melhor filme da competição até agora – e forte candidato a disputar prêmios maiores, incluindo uma campanha robusta para o Oscar 2026.

Além dos filmes, o dia também contou com a coletiva de imprensa de Endington, cujas primeiras impressões você já encontra no site. E para quem ama bastidores e cultura pop: Pedro Pascal roubou os flashes ao aparecer com regata, exibindo o novo visual para seu papel como super-heroi na Marvel, em breve nos cinemas. 

Continuem acompanhando nossas coberturas, stories, reels e críticas completas. O festival segue a todo vapor e ainda temos muito cinema pela frente!

‘Eddington’: Ari Aster revela que escreveu o filme em meio a MEDO e ANSIEDADE

Eddington, novo longa do aclamado diretor e roterista Ari Aster, chega em breve aos cinemas. Em entrevista recente à Variety, o cineasta falou sobre o processo criativo do filme, revelando que o escreveu “em um estado de medo e ansiedade em relação ao mundo”.

“Quis mostrar como é viver em um mundo onde as pessoas não conseguem mais concordar sobre o que é real”, explicou Aster. “Nos últimos 20 anos, entramos em uma era de hiperindividualismo. Aquela força social que antes era central para as democracias liberais de massa – e para a visão de mundo coletiva, desapareceu. A COVID-19 foi, para mim, o momento em que esse elo foi definitivamente rompido. Eu queria fazer um filme sobre como a América me parece hoje. Estou muito preocupado”.

O astro Pedro Pascal, que estrela o longa, também comentou sobre o impacto do roteiro: “Os temas ressoaram tanto comigo que senti que precisava fazer parte disso. Foi como se tivéssemos finalmente uma toupeira, quase um denunciante, alguém de dentro dizendo: ‘Isso é o que está acontecendo’. Isso teve um impacto muito forte em mim, e acho que só compreendi plenamente depois de assistir ao filme”.

Crítica | Eddington – Ari Aster Transforma a Pandemia em Tragicomédia Política e Violenta [Cannes 2025] | CinePOP – Filmes

 

O longa da A24, conta com direção de Ari Aster, responsável por ‘Hereditário’, ‘MidsommareBeau Tem Medo‘.

No elenco temos Joaquin Phoenix (‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.

Pedro Pascal CONDENA governo de Donald Trump: “Não deixe eles ganharem”

O astro Pedro Pascal se manifestou recentemente sobre o atual cenário político nos Estados Unidos, durante o Festival de Cannes. O ator criticou duramente o governo de Donald Trump, afirmando: “Que se danem as pessoas que tentam te fazer ter medo”.

Em entrevista à Variety, Pascal foi questionado sobre sua preocupação em retornar aos Estados Unidos após o lançamento deEddington, um longa com uma forte mensagem política.

Ele respondeu: “O medo é a maneira como eles ganham. Então, continue contando histórias, continue se expressando e continue lutando para ser quem você é. Que se danem as pessoas que tentam te fazer ter medo, sabe? E lute de volta. Essa é a maneira perfeita de fazer isso contando histórias. E não deixe eles ganharem”.

Mais cedo, durante a coletiva de imprensa, Pascal também foi questionado sobre as políticas de imigração de Trump.

“Obviamente, é muito assustador para um ator participar de um filme que aborda questões como essa. A pergunta é intimidante demais para que eu realmente consiga falar sobre isso, não estou informado o suficiente”, disse ele. “Eu quero que as pessoas estejam seguras e protegidas, e quero muito estar do lado certo da história. Eu sou imigrante. Meus pais são refugiados do Chile. Fugimos de uma ditadura, e tive o privilégio de crescer nos Estados Unidos depois de pedir asilo na Dinamarca. Se não fosse por isso, não sei o que teria acontecido conosco. Eu defendo essas proteções. Eu tenho tanto medo da sua pergunta que mal lembro o que era”.

Eddington‘ é um longa da A24, conta com direção de Ari Aster, responsável por ‘Hereditário’, ‘MidsommareBeau Tem Medo‘.

A trama se passa em Eddington, cidade do Novo México, em maio de 2020, no meio da pandemia de Covid-19. A desavença entre o xerife (Joaquin Phoenix) e o prefeito (Pedro Pascal) é o ponto de partida para um caos que se espalha pela cidade.

A narrativa mistura elementos de faroeste com sátira política e crítica social, explorando como as notícias falsas e a desinformação, disseminadas pelas redes sociais e pelos meios de comunicação, podem polarizar a população e levar a conflitos sociais.

O filme também aborda a dificuldade da população de lidar com a crise sanitária e as consequências da pandemia, como a crise econômica e a falta de acesso à informação.

Aster ainda trabalha como produtor no novo projeto de Hiro Murai (‘Atlanta’). Chamado ‘Bushido‘. o projeto é considerado um dos mais importantes da A24 e contará uma história passada no Japão feudal. Henry Dunham (‘Assassinato em Sparrow Creek’) roteiriza.

No elenco temos Joaquin Phoenix (‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.

‘Da Magia à Sedução 2’: Nicole Kidman revela que sempre imaginou uma continuação

da magia à sedução

A tão aguardada sequência deDa Magia à Sedução chegará aos cinemas em breve, mais de 30 anos após o lançamento do filme original. No entanto, segundo Nicole Kidman, a ideia de uma continuação já rondava o elenco desde as gravações do primeiro longa.

“Quando estávamos fazendo o filme, com certeza pensamos nisso”, revelou a atriz à Variety. “Estamos muito empolgadas. Sim, sim, além de empolgadas. Você ouviu nosso feitiço — já lançamos nosso feitiço”.

A aguardada sequência ‘Da Magia à Sedução 2′ ganhou data de estreia. O longa será lançado nos cinemas em 18 de setembro de 2026. 

O anúncio veio acompanhado de um breve teaser que detalha um feitiço mágico.

Confira:

De acordo com o Deadline, Susanne Bier (‘Depois do Casamento’) está em negociações para dirigir a continuação, que contará com o retorno de Sandra Bullock e Nicole Kidman.

A cineasta já trabalhou com Bullock em ‘Bird Box‘, e com Kidman nas minisséries ‘The Undoing‘ e ‘O Casal Perfeito‘.

O novo filme será uma adaptação do segundo romance da saga de Alice Hoffman, intitulado O Livro da Magia.

Na trama, as Owens vão se unir para quebrar, de uma vez, a maldição relacionada ao amor que paira sobre as mulheres da família. Quando a amada tia Jet ouve o besouro da morte, sabe que é sinal de que não tem mais tempo a perder: precisa revelar o segredo recém-descoberto para quebrar o mal.

Mas o tempo está se esgotando: ela tem apenas sete dias de vida! No mesmo momento, sua sobrinha-neta Kylie, sem saber que pertence a uma linhagem de bruxas condenadas, acaba por se apaixonar. Com a vida do seu amado em risco, três gerações de Owens são obrigadas a usar todos os seus dons para quebrar a magia que tem marcado a vida de todas.

Sobre o que podemos esperar da continuação, a produtora Denise Di Novi declarou: “Acredito que os fãs irão ficar muito satisfeitos com a sequência. A história será muito fiel ao livro. Estamos cientes que aquelas personagens e aquele filme são muito importantes para muitas pessoas. Não vamos inventar algo novo. Vamos nos inspirar nos livros da Alice Hoffman, como fizemos com o longa original, e vamos nos manter fieis em relação à passagem do tempo.”

Ela completa,  “[As filmagens] estão programadas para 2025, mas ainda não temos certeza de quando irão começar. Nós apenas começamos o desenvolvimento da história, e Akiva Goldsman, que trabalhou no longa original, está escrevendo o roteiro.”

Akiva Goldsman, que escreveu o roteiro do clássico de 1998, irá retornar como roteirista da continuação.

Dirigido por Griffin Dunne e baseado no romance homônimo de Alice Hoffman de 1995, Da Magia à Sedução não foi um sucesso de bilheteria na época de seu lançamento, arrecadando apenas US$68 milhões com um orçamento de US$75 milhões. No entanto, o filme conquistou um status de clássico cult ao longo dos anos, sendo reverenciado por sua história, personagens e elementos mágicos.

Da Magia à Sedução está disponível no Google Play.

‘M.I.A.’: Paramount Global adquire direitos internacionais da série criminal do criador de Ozark

A Paramount Global Content Distribution anunciou a aquisição dos direitos internacionais da série ‘M.I.A.‘, novo drama criminal ambientado no submundo do narcotráfico em Miami. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo Deadline.

A produção, estrelada por Shannon Gisela e criada por Bill Dubuque (Ozark), será apresentada aos compradores durante os LA Screenings, evento que reúne centenas de executivos de aquisição no lot da Paramount em Los Angeles.

A série é uma produção da MRC e foi encomendada diretamente para o serviço de streaming Peacock, que já havia dado sinal verde para a primeira temporada no ano passado. Com a nova parceria, ‘M.I.A.‘ agora parte para o circuito internacional, com distribuição global a cargo da Paramount.

A trama acompanha Etta “Tiger” Jonze (Shannon Gisela), que cresceu no tráfico de drogas como parte de uma operação familiar. Quando o negócio é ameaçado, ela é forçada a assumir responsabilidades inesperadas e a sobreviver nas perigosas engrenagens do submundo de Miami.

A sinopse oficial resume: “Cuidar do tráfico é um assunto de família para Etta Tiger Jonze, mas quando o negócio familiar é ameaçado, Etta é empurrada para uma vida que nunca esperou, forçando-a a usar sua inteligência para sobreviver enquanto navega pelo submundo criminoso de Miami”. 

O elenco ainda conta com Dylan Jackson, Brittany Adebumola, Cary Elwes, Alberto Guerra, Gerardo Celasco, Maurice Compte, Marta Milans e Danay Garcia.

Bill Dubuque, que também co-criou a aclamada ‘Ozark’ ao lado de Mark Williams, retorna ao tema das dinâmicas familiares envolvidas no tráfico de drogas. Ele atua como criador e produtor executivo da série.

Karen Campbell é a showrunner e também produtora executiva, enquanto Alethea Jones dirige os dois primeiros episódios e assina igualmente como produtora executiva.

A Paramount e a MRC já haviam colaborado na distribuição internacional de títulos como ‘The Great’ e ‘Poker Face’, reforçando agora essa parceria com ‘M.I.A.‘, que se apresenta como um dos destaques mais aguardados entre os novos dramas criminais com potencial global.

‘Premonição 6’: Cineastas falam sobre possíveis sequências após novo filme

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, diretores de Premonição 6: Laços de Sangue’, falaram recentemente sobre o futuro da franquia após o lançamento do novo filme.

Em entrevista à Variety, Adam B. Stein revelou que, embora tenha colocado todas as ideias mais intensas neste último capítulo, não descarta a possibilidade de continuações.

“Passamos os últimos três anos colocando todos os pensamentos mais sombrios e ansiosos de nossas mentes neste filme, então é difícil imaginar o que mais poderíamos explorar em um próximo. Mas o trabalho da Morte nunca termina, então tenho certeza de que ainda há mais a ser descoberto”, declarou o cineasta.

 

Assista a nossa entrevista com os diretores e siga o CinePOP no Youtube:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Birdman’, vencedor do Oscar com Michael Keaton e Emma Stone, estreia no streaming; Saiba onde assistir!

O aclamado longa-metragem ‘Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)’ fez o seu retorno ao streaming. A produção está de volta à grade de programação da Netflix depois de anos.

O vencedor de quatro estatuetas do Oscar teve sua estreia na plataforma na última sexta-feira (16).

A trama acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.

Relembre o trailer:

O filme foi escrito e dirigido por Alejandro González Iñárritu.

O longa se tornou um sucesso considerável de bilheteria, ultrapassando os US$100 milhões mundialmente, e alcançou aclame crítico quase imediato, ganhando inúmeros elogios pela condução da obra, pelo roteiro, pelos aspectos estéticos e pela atuação do elenco protagonista e coadjuvante – além de levar quatro estatuetas do Oscar para casa, incluindo Melhor DireçãoMelhor Filme.

Osgood Perkins, de ‘Longlegs’ e ‘O Macaco’, quer produzir novo filme de ‘O Massacre da Serra Elétrica’

A icônica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ pode ganhar um novo fôlego pelas mãos de Osgood Perkins.

Segundo o jornalista Jeff Sneider, o diretor de ‘Longlegs‘ e ‘O Macaco‘ estaria tentando convencer a distribuidora Neon a adquirir os direitos da franquia com o objetivo de produzir uma nova entrada na série de filmes. Por ora, Perkins estaria interessado apenas na produção do projeto, e não na direção.

A notícia surge em meio a uma crescente movimentação comercial em torno da marca. Conforme revelado pelo site Deadline em março, um novo projeto relacionado à franquia vem circulando nos bastidores, capitaneado pelo diretor JT Mollner e pelo ator Glen Powell (‘Top Gun: Maverick‘).

Estúdios como Lionsgate, A24 e a própria Neon estariam disputando os direitos dessa possível nova continuação.

Criado por Tobe Hooper, o original ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, lançado em 1974, é um marco do cinema de terror. A trama acompanha um grupo de jovens que cruza o caminho de uma família de canibais no interior do Texas, onde o icônico assassino Leatherface — conhecido por usar uma máscara feita de pele humana e manejar uma serra elétrica — dá início a um banho de sangue.

Desde então, a franquia gerou múltiplas sequências, remakes e reinterpretações. Em 2003, um bem-sucedido reboot dirigido por Marcus Nispel e produzido por Michael Bay apresentou uma versão mais brutal da história original, levando à produção da prequela ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início‘ (2006).

Mais recentemente, em 2022, a Netflix lançou ‘O Retorno de Leatherface‘, que ignorou os filmes anteriores e serviu como uma continuação direta do original.

Com a possível entrada de Osgood Perkins e o interesse de grandes players da indústria, a franquia pode estar prestes a ganhar uma nova vida — com mais sangue, tensão e reverência ao legado de um dos maiores vilões do cinema de horror.

‘Grey’s Anatomy’: Showrunner comenta o futuro de Teddy e Owen após reviravolta na 21ª temporada

A 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ chegou ao fim recentemente, e a showrunner Meg Marinis comentou sobre o futuro de Teddy (Kim Raver) e Owen (Kevin McKidd), um dos casais mais centrais e duradouros da série.

Em entrevista à Variety, Marinis falou sobre a decisão de explorar o tema do relacionamento aberto como tentativa de salvar o casamento dos personagens, e também sobre o desfecho impactante, com Teddy pedindo o divórcio.

“Na verdade, achávamos que o final seria diferente”, revelou Marinis. “Mas com as atuações que Kim e Kevin entregaram — eles me impressionaram durante toda a temporada com aquelas conversas difíceis sobre o casamento. Desde o início, nossa ideia era mostrar que essa relação nunca foi realmente feliz. Queríamos retratar em tempo real o que muitas vezes acontece na vida real: as pessoas tentam soluções paliativas para consertar algo que já está quebrado. Acho que o casamento aberto funciona para algumas pessoas, mas, na televisão, geralmente mostramos que é um erro”.

A showrunner explicou que a trama também permitiu introduzir novos personagens que evidenciaram as lacunas emocionais do casal:

“Foi uma maneira interessante de trazer participações especiais que ajudassem a destacar o que Teddy não recebia de Owen e vice-versa. Muito disso se deve ao fato de que agora Teddy ocupa o cargo que antes era de Owen. Essa mudança na dinâmica de poder afetou muito os dois. Eles são pais em tempo integral, com empregos altamente estressantes e duas crianças pequenas. Não priorizaram o casamento, e essa é a consequência. Quando outras pessoas começaram a dar atenção a eles, perceberam: ‘Tem algo errado aqui. Não é que queiramos estar com essas outras pessoas, mas estamos nos olhando de um jeito que não deveríamos'”, acrescentou.

Sobre a decisão final de Teddy, Marinis destacou o momento de transformação da personagem:

“Acho que quando ela vê Owen e Nora juntos no final do penúltimo episódio, e depois precisa fazer uma cirurgia importante, tem aquele momento de dúvida: ‘Será que eu consigo?’ E, ao perceber que consegue realizar a cirurgia — e que é capaz de qualquer coisa — ela entende: ‘Eu posso ir embora. Criei uma cirurgia incrível. Salvei a mulher que dormiu com meu marido. Eu sou forte o suficiente’. Antes disso, havia o medo de não ser capaz. Mas nesse episódio, ela percebe que é. É algo muito difícil e doloroso, mas aquele discurso é tão poderoso. Espero que mulheres do mundo todo assistam e se sintam encorajadas a tomar as decisões certas por si mesmas. Teddy é uma personagem muito forte, mas, às vezes, se colocava em segundo plano por causa dele”, afirmou.

Quanto ao futuro de Teddy e Owen, Marinis acredita que ainda é incerto:

“Acho que nem eles sabem. A dinâmica entre eles pode mudar, especialmente depois do que acontece no hospital no final da temporada. A prioridade será entender quem está ferido, quem está cuidando de quem, e como Teddy vai lidar com isso em seu papel como chefe. Vai ser um período difícil, mas, como roteiristas, estamos interessados em explorar como será vê-los separados por um tempo. Isso não significa que não possam reencontrar o caminho de volta, afinal, estamos falando de Grey’s Anatomy. Podemos continuar por mais uma década!”, destacou.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 22ª temporada.

10 filmes que refletem sobre os perigos dos VÍCIOS!

O vício, oriundo de comportamento compulsivo que logo se abraçam na dependência, é algo que vemos constantemente em nossa sociedade. Não importando qual deles (jogos, drogas, álcool..) as jornadas das pessoas viciadas são profundas idas do céu ao inferno. Muitos filmes já nos levaram para bons debates em cima desse tema. Alguns deles, estão nessa lista abaixo:

 

Rush – Uma Viagem ao Inferno

Nessa dilacerante trama, acompanhamos dois policiais disfarçados com o objetivo de prender um poderoso traficante de drogas, só que acabam se desequilibrando invadindo um profundo vício por drogas.

 

Querido Menino

Na trama, conhecemos David Sheff (Steve Carell), um homem de meia idade, bem sucedido em sua profissão pai amoroso que vive em uma casa confortável com sua atual esposa Karen (Maura Tierney). David é pai de Nick (Timothée Chalamet) um jovem que com o passar do tempo começa a ter sérios problemas com as mais diversas drogas que existem. Ao longo de uma passagem de tempo, vamos acompanhando David, suas lembranças, e principalmente sua busca em encontrar alguma solução para esse problema complicado que o filho passa.

 

O Campeão

Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.

 

Apostando Tudo

Na trama, conhecemos Eddie (Jake Johnson), um homem perto dos 40 anos, sem emprego fixo, que vive de trocos trabalhando em um estacionamento de um estádio de baseball e gastando tudo que possui em apostas nas mesas de carteado clandestinas na cidade. Certo dia, um amigo pede para ele guardar uma bolsa com dinheiro pois irá passar um tempo na prisão. Eddie, em mais um daqueles dias alucinantes, trocando o dia pela noite, de maneira impulsiva gasta parte do dinheiro do amigo ficando com uma dívida que não sabe como pagar. Buscando alguma segunda chance na vida, o protagonista consegue um emprego fixo, conhece uma enfermeira mexicana super legal chamada Eva (Aislinn Derbez) e tenta dar a volta por cima na vida mesmo que seu vício o coloque sempre próximo de conflitos e confusões.

 

Mississipi Grind

Na trama, conhecemos Gerry (Ben Mendelsohn) um homem à beira do fracasso que vaga pelas noites da cidade onde vive apostando tudo, e praticamente o que não tem, em diversas mesas de jogos de apostas diferentes. Certo dia, em uma mesa de pôquer, conhece Curtis (Ryan Reynolds) um simpático falastrão que logo de cara fica amigo de Gerry. Ambos resolvem realizar uma espécie de Road Trip em busca de dinheiro. Entre uns drinks e outros, entre as mais diversas mesas de poker e jogos de azar dos Estados Unidos, a dupla de amigos faz uma viagem rumo à liberdade da solidão.

 

Candy

Um dos grandes filmes da carreira de Heath Ledger, uma obra subestimada, profunda e reflexiva. Baseado no romance de Luke Davies, Candy: A Novel of Love and Addiction, em Candy acompanhamos dois jovens apaixonados que acabam embarcando em uma jornada destrutiva pelo mundo das drogas.

 

Quando um Homem Ama uma Mulher

Um casal com dois filhos acaba embarcando em uma jornada complexa e cheia de aprendizados quando uma das partes precisa se internar por conta do alcoolismo.

 

Despedida em Las Vegas

Na trama, conhecemos o roteirista, alcóolatra Ben (Nicolas Cage), um homem completamente perdido, sem amigos, que gera pena nos outros, completamente entregue ao vício que possui. Quando ele é demitido, saca todo dinheiro que tem, paga o cartão de crédito e resolve desistir do mundo, bebendo até morrer, em Las Vegas. Após um quase atropelamento, acaba conhecendo a prostituta Sera (Elisabeth Shue), uma sofrida jovem que é bastante maltratada pelo canalha Yuri (Julian Sands). Após um começo conturbado, Ben e Sera descobrirão que precisam mais um do outro do que imaginavam.

 

O Voo

Na trama, acompanhamos a trajetória conflituosa de Whip Whitaker (Denzel Washington) um piloto de aviões comerciais, alcoólatra, usuário de drogas, que se torna o grande queridinho da mídia colocado, como um herói norte-americano, quando consegue pousar uma aeronave em inúmeras condições adversas, após uma pane no sistema. Quando passam alguns dias, a ficha cai para outras versões dos fatos: ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento do acidente e agora precisa lutar contra si mesmo por não aceitar seu novo status de grande salvador da pátria.

 

Nasce uma Estrela

Na trama, conhecemos a esforçada Ally (Lady Gaga) uma sonhadora que vive de trabalhos pingados mas não deixa de se apresentar como cantora em uma boate na cidade onde mora. Certo dia, em mais uma dessas apresentações acaba sendo avistada pelo famoso músico  Jackson Maine (Bradley Cooper) que fica encantado pela jovem. A partir desse encontro, os dois ficam cada vez mais próximos, apaixonados, e Jackson não medirá forças para conseguir a chance de sucesso que Ally buscava. Mas como tudo na vida tem um preço, o sucesso de Ally acaba afetando demais o relacionamento próximo dos dois.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Sarah Michelle Gellar já ASSISTIU ao novo filme, mas mantém segredo sobre a trama

Apesar de não retornar para a aguardada sequência do slasher Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, a estrela Sarah Michelle Gellar manteve-se discreta sobre o projeto, embora tenha acesso a detalhes da trama.

“Eu realmente assisti”, revelou a atriz, conforme o Deadline. “Sou uma das poucas pessoas que viram o filme, incluindo meu marido, que ainda não o assistiu”.

Questionada sobre detalhes, ela brincou: “Adivinhem? Alguém mata alguém e recebe uma carta dizendo: ‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’. Mas isso fica entre nós – não contem a ninguém”.

Lembrando que o site Bloody Disgusting divulgou uma imagem inédita do novo filme da franquia ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no verão Passado.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick.

“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.

O elenco conta com Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como os sobreviventes originais Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

‘The Girl Who Could Fly’: Daiane dos Santos ganhará cinebiografia

A estrela brasileira Daiane dos Santos ganhará um filme biográfico intitulado ‘The Girl Who Could Fly’ (A Menina que Voa), produzido pela Ashé Ventures, co-fundada por Viola Davis, em parceria com a produtora brasileira Maria Farinha Filmes.

Segundo a Variety, o roteiro do longa ficará a cargo de Flávia Vieira e Janaína Tokitaka.

O filme de ficção é inspirado na vida e na jornada inovadora de Daiane dos Santos, a primeira brasileira e a primeira mulher negra a conquistar a medalha de ouro no Campeonato Mundial de Ginástica Artística.

Entre suas conquistas, Daiane foi a primeira mulher a realizar saltos com duplos arabians, envolvendo meia volta em duplos flips frontais. Ela também teve dois movimentos de solo batizados com seu nome, o “Dos Santos I” e o “Dos Santos II”, uma distinção que só foi igualada mais tarde pela ginasta americana Simone Biles.

“Sempre acreditamos que este projeto tinha o potencial de capturar a imaginação do mundo, e é uma felicidade ter a Ashé compartilhando essa visão conosco nesta co-produção histórica brasileira”, disse Luana Lobo, co-CEO e sócia da Maria Farinha Filmes.

“Estamos vivendo um momento muito especial para o Brasil, onde o público busca novos heróis. Temos a oportunidade de transformar este projeto em um grande case local, mas, acima de tudo, em um sucesso global”, acrescentou Maurício Mota, co-produtor e sócio da Ashé Ventures.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado | Relembrando o clássico slasher dos anos 1990

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

O terror passou por uma repopularização entre os anos de 1980 e 1990, com o lançamento de inúmeras produções que conquistaram a crítica e/ou o público através de narrativas instigantes e uma celebração de ramificações desse gênero que reiteravam seu infinito potencial. E, quando voltamos nossa atenção para a década de 90, é notável encontrar obras que continuavam a explorar diferentes perspectivas do terror – como foi o caso da icônica franquia ‘Pânico’, que apostou fichas no slasher e na metalinguagem de maneira bastante funcional e envolvente ao chegar aos cinemas em 1996.

Enquanto a saga supracitada se manteve fiel à estética conterrânea, houve outra produção que, pouco a pouco, transformou-se em um clássico cult ao fazer homenagem direta a clássicos dos anos 1980 como ‘Assassinatos na Fraternidade Secreta’ e ‘Baile de Formatura’. Intitulada Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, o filme comandado por Jim Gillespie mergulhou de cabeça no teen-horror ao centrar o enredo em um grupo de amigos prestes a se formar no colégio que resolveu comemorar o feriado de 4 de julho com muita bebida; porém, a festança logo se transforma em um pesadelo quando eles atropelam um transeunte na volta para casa e resolvem desovar o corpo no oceano, jurando nunca mais falar sobre isso e esquecer aquele evento fatídico.

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

Todavia, o passado sempre dá um jeito de voltar – e, um ano mais tarde, Julie (Jennifer Love Hewitt), Helen (Sarah Michelle Gellar), Barry (Ryan Phillippe) e Ray (Freddie Prinze Jr.) se veem num sangrento julgamento que vem para puni-los: um assassino mascarado e segurando um gancho está atrás deles como forma de se vingar do derradeiro segredo que mantiveram todo esse tempo, lançando-os em uma perigosa jornada de sobrevivência que funciona pela simplicidade e pelo despojamento de sua história. É claro que, ao se inclinar para os tropos explorados em obras similares na década anterior e até mesmo com o advento de ‘Pânico’, a produção fica um pouco ofuscada – mas isso não muda o fato de que angariou uma legião de fãs e que conquistou um sólido legado.

A obra, inspirada no romance homônimo de Lois Duncan lançado em 1973, funciona como uma adaptação recheada de licenças poéticas que, em vez de seguir à risca o aspecto de suspense, resolve se orientar para o slasher. É notável como Gillespie traz inspirações claras de lendas urbanas que começaram a se difundir nos anos 1990 e que já estendiam seus braços para a sétima arte – e, mais do que isso, temos Kevin Williamson responsável pelo roteiro e agora com prestígio considerável após ter emprestado suas habilidades ao filme estrelado por Neve Campbell. E, ainda que certas fórmulas se repitam e inclinações para o melodrama desestabilizam o ritmo em alguns momentos, é sempre interessante revisitar esse cosmos que ajudou a revitalizar o terror nas telonas.

À época de seu lançamento, a obra dividiu os críticos, alguns tecendo elogios para o caráter mimético da produção, outros sendo mais pungentes ao comentar sobre sua inferioridade quando comparado a produções semelhantes – em que eventos rotineiros e já familiares são rearranjados sob uma ótica parecida. Entretanto, é notável como as inevitáveis comparações podem ser deixadas de lado quando Williamson mostra dois lados de uma mesma moeda: em ‘Pânico’, a linguagem metadiegética revela uma autoconsciência do filme em relação à cultura pop, promovendo um encontro entre realidade e ficção; em Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, há um certo hedonismo estético fruto de uma combinação entre a nostalgia oitentista e uma narrativa direta e funcional.

O elenco é, de longe, o melhor aspecto do projeto: Hewitt eterniza Julie James como uma das final girls mais icônicas dos anos 1990, motivo pelo qual retornou para uma esquecível sequência e foi confirmada como personagem-legado do vindouro reboot ao lado de Prinze Jr. como Ray (fazendo um bom trabalho dentro do arquétipo em que se insere). Phillippe utiliza seu charme para nos conquistar como o problemático e cético Barry, enquanto Gellar nos encanta como a memorável Helen Shivers – e que se estenderia poucos meses depois com sua participação em ‘Pânico 2’ como Casey Cooper. E, como a cereja do bolo, a química e o fascínio de que os astros nutrem em cena são muito bem-vindos.

Há quase trinta anos, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado estreava nos cinemas de todo o mundo e se tornava um sucesso inegável de público, graças aos fortes nomes envolvidos nesse projeto. E, apesar dos altos e baixos e dos óbvios convencionalismos que acompanham cada engrenagem do filme, revisitá-lo ou redescobri-lo é sempre uma pedida interessante e que cumpre com o prometido – nos preparando para um ambicioso novo capítulo.

‘Como Treinar o Seu Dragão’: Gerard Butler apresenta Stoico; Confira!

Viking com capacete e barba longa e ornada

O remake live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ ganhou um novo vídeo promocional, no qual o astro Gerard Butler apresenta Stoico, o icônico líder da comunidade viking.

O material leva o público aos bastidores da produção, que tem estreia marcada para o dia 5 de junho nos cinemas.

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O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

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‘Avatar: A Lenda de Aang’: Filme animado derivado é ADIADO

‘The Legend of Aang: The Last Airbender’, o longa animado derivado de Avatar: A Lenda de Aang, que se passa após a derrota de Ozai, o Senhor do Fogo, por Aang, teve sua estreia adiada.

Segundo a Variety, o filme, que inicialmente seria lançado em 30 de janeiro de 2026, agora estreará em 9 de outubro de 2026.

O longa sera estrelado por Steven Yeun, Dave Bautista, Eric Nam, Dionne Quan, Jessica Matten e Román Zaragoza.

A direção fica por conta de Lauren Montgomery, com William Mata como co-diretor.

A estreia está prevista para 30 de janeiro de 2026.

how i’m feeling now | Cinco anos do ELOGIADO álbum de Charli XCX

Charli XCX ganhou fama no começo dos anos 2010 e, desde então, tornou-se um dos principais (ainda que subestimados) nomes do futuro da música pop no cenário mainstream. Ainda que ofuscada por figuras de maior popularidade, a cantora e compositora, de fato, é um vetor de extrema importância para o que a indústria fonográfica irá parecer daqui a alguns anos – do mesmo modo que Björk insurgiu nos anos 1980 e 1990. Encarada como uma das principais representantes do avant-pop e do PC music, Charli sempre fez questão de nos entregar elementos sonoros originais e instigantes, atingindo seu auge artístico no ano passado com o lançamento do premiado ‘BRAT’.

Porém, há meia década, Charli dava vida a um de seus projetos mais ambiciosos, que dialogou com o tenso momento da pandemia de COVID-19 que paralisou o mundo por quase dois anos e que representou um de seus projetos mais pessoais: ‘how i’m feeling’.

A nova investida musical é uma obra dilacerante e narcótica que poderia muito bem servir como sucessor do aclamado EP ‘Pop 2’, lançado três anos atrás. Rendendo-se, por vezes, a uma esfera mercadológica que afasta-se da independência lírica e sonora de CDs anteriores, Charli busca se aproximar com um público que exala as preferências pelo trance, pelo electro-trip e pelo EDM com 11 músicas que, apesar de deslizes pontuais, são muito construídas com exímia habilidade – e letras mergulhadas em metáforas originais e interessantes.

O álbum começa com o estrondoso “pink diamond”, uma das melhores canções da carreira da performer. Aqui, os sintetizadores e moduladores constroem-se com essência imprescindível e propositalmente dissonante – tangenciando as tendências contemporâneas do dark-pop e do goth-pop com guitarras gritantes. Charli recua para uma espécie de balada pinceladas com elementos dos videogames com “forever”, cujo experimentalismo pode soar estranho àqueles que não estão acostumados com sua única identidade, mesclada com enigmáticas composições lineares que escondem suas verdadeiras mensagens (neste caso, uma declaração de amor quase obsessiva guiada por desconcertantes versos).

No geral, a cantora alcança sucesso em manter-se estritamente fiel àquilo que deseja dar vida: o curto período de gestação de ‘how i’m feeling’ poderia ser uma faca de dois gumes, roubando os holofotes de uma semana transbordando de aguardadas estreias, incluindo o retorno da popstar Katy Perry e da colaboração inesperada de Bonnie Tyler e Lorraine Crosby – mas também tinha chances de tornar-se um fracasso sem qualquer coesão ou narrativa aparentes. Felizmente, Charli honrou sua ascendente discografia e conseguiu fazer o que poucas conseguem – misturar práticas empíricas com arquiteturas envolventes e memoráveis o bastante para serem ouvidas mais de uma vez. Mesmo voltando-se para o rudimentar espectro do trap eletrônico em “7 years” e o dreampop da cíclica “party 4 u”, ela sempre volta para suas raízes e permanece atada à sua necessidade de revolucionar a si mesma.

A artista revisita suas iterações predecessoras e, dessa forma, faz constantes homenagens às estéticas mais rebeldes dos anos 1980 e 1990 (incluindo uma repaginação contemporânea do synth-pop e do new wave), como podemos ver na retumbante “i finally understand” – uma faixa que serve como subtítulo consequente para o nome do álbum. Afinal, estamos lidando com um vibrante intimismo que vem à tona pela primeira vez, confinado em uma prisão sem grades e que encontrou liberdade apenas agora. Não é por acaso que ela se valha de asserções psíquicas muito bem mascaradas de primitivas e irracionais emoções humanas, traduzindo-as, contraditoriamente, do modo mais inumano possível.

Charli também faz algumas incursões interessantes para as pistas de dança dos anos 1970, mas não da forma esperada: ela coloca os espectros sonoros em um pano de fundo regado por sintetizadores, como é o caso de “anthems”, que abusa de todos os elementos da época em questão e que ganharam mais força a partir de 2012 e 2013. E, quando pensamos que entendemos qual a ideia por trás dessa fervorosa mente criativa, ela estende a si mesma, contrai-se e se põe virada do avesso com ambiências oníricas (“enemy”), fundidas entre minimalismo e praticidade (“detonate”) ou dançantes ao melhor estilo anos 2000 (“visions”). De qualquer forma, não podemos fazer vista grossa quanto à repetitividade excessiva de algumas faixas – anteriormente incumbidas de certas necessidades especiais ou justificativas premeditadas pela própria construção.

Mais uma vez, a cantora toma as rédeas de sua carreira e faz o que bem entender com as músicas que lhe inspiraram, trabalhando numa forte parceria ao lado de produtores como Dijon Duenas, A.G. Cook e BJ Burton (colaboradores de longa data que parecem sempre encontrar uma brecha para superarem a si próprios). De um lado, sua presença ganha força descomunal a cada ano sem esbarrar nas ruínas de uma monotonia fatigante; de outro, soa fora dos padrões e pode ser recebido com repulsa ou ignorância por aqueles mais acostumados com o “pop chiclete” que vem regendo 2020 desde os primeiros dias do ano.

No final das contas, ‘how i’m feeling now’ apenas prova a estigmatizada importância de Charli XCX para o futuro da música – seja por suas composições dissonantes, seja pelo que ela representa dentro de um nicho que ainda há muito para ser explorado.