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Cannes 2025: Dias 4-5 – ‘Nouvelle Vague’ Destaca-se Entre os Filmes da Competição

No quinto dia do Festival de Cannes 2025, o trabalho foi longo, intenso e absolutamente cinematográfico – uma verdadeira maratona que começou às 8h30 da manhã e só terminou à noite. 

O destaque do dia vai para La Petite Dernière, terceiro longa da atriz e diretora franco-tunisiana Hafsia Herzi. Com uma abordagem delicada e potente, o filme mergulha nas contradições de uma jovem argelina muçulmana que precisa conciliar sua fé islâmica com o despertar de sua sexualidade como mulher lésbica. O conflito é tratado com intimismo e sensibilidade, e a direção de Herzi propõe um olhar profundo sobre identidade, repressão e desejo. O favorito à Palma Queer deste ano,  que conta com a presença de Marcelo Caetano, diretor de Baby, no júri.

Já o cinema japonês trouxe um drama mais lírico e emocional, centrado na visão de uma menina de 11 anos cujo pai enfrenta um câncer terminal. A obra mistura dor, imaginação e fantasia, explorando o papel das histórias como mecanismo de defesa – e possível armadilha. Embora visualmente belo, o filme pode provocar certa exaustão emocional ao longo da projeção.

Estreia atrás das câmeras: Harris Dickinson

Outro nome que despontou foi Harris Dickinson, que estreia na direção antes mesmo dos 30 anos com Urchin, um retrato cru e sincero de um dependente químico em processo (ou tentativa) de recuperação. O protagonista, apesar de ter todo o “potencial para dar certo”, mergulha repetidamente no caos sem que o filme ofereça explicações fáceis. O resultado é um retrato rcomovente de recaídas silenciosas, tão comuns quanto invisíveis.

Durante a apresentação do filme, Harris Dickinson mostrou-se visivelmente tímido ao comentar sobre seu trabalho como diretor. Ele parecia mais confortável em deixar que o filme falasse por si. A produção, protagonizada por Frank Dillane – conhecido por seu papel marcante em Fear The Walking Dead – foi calorosamente recebida, com aplausos que duraram vários minutos após a exibição. Entre os presentes na plateia, um dos rostos mais reconhecíveis era Paul Mescal.

Os Melhores do Dia: Richard Linklater e Pedro Pascal

Nouvelle Vague, de Richard Linklater, foi o grande evento do dia. Uma ode ao cinema francês dos anos 1960, o longa resgata o processo caótico, porém genial, de produção de Acossado, clássico de Jean-Luc Godard. Com atuações impecáveis e uma reconstituição de época primorosa, o filme emociona e fascina quem ama bastidores, cinebiografias e o legado da Cahiers du Cinéma. Para mim, é o melhor filme da competição até agora – e forte candidato a disputar prêmios maiores, incluindo uma campanha robusta para o Oscar 2026.

Além dos filmes, o dia também contou com a coletiva de imprensa de Endington, cujas primeiras impressões você já encontra no site. E para quem ama bastidores e cultura pop: Pedro Pascal roubou os flashes ao aparecer com regata, exibindo o novo visual para seu papel como super-heroi na Marvel, em breve nos cinemas. 

Continuem acompanhando nossas coberturas, stories, reels e críticas completas. O festival segue a todo vapor e ainda temos muito cinema pela frente!

‘Eddington’: Ari Aster revela que escreveu o filme em meio a MEDO e ANSIEDADE

Eddington, novo longa do aclamado diretor e roterista Ari Aster, chega em breve aos cinemas. Em entrevista recente à Variety, o cineasta falou sobre o processo criativo do filme, revelando que o escreveu “em um estado de medo e ansiedade em relação ao mundo”.

“Quis mostrar como é viver em um mundo onde as pessoas não conseguem mais concordar sobre o que é real”, explicou Aster. “Nos últimos 20 anos, entramos em uma era de hiperindividualismo. Aquela força social que antes era central para as democracias liberais de massa – e para a visão de mundo coletiva, desapareceu. A COVID-19 foi, para mim, o momento em que esse elo foi definitivamente rompido. Eu queria fazer um filme sobre como a América me parece hoje. Estou muito preocupado”.

O astro Pedro Pascal, que estrela o longa, também comentou sobre o impacto do roteiro: “Os temas ressoaram tanto comigo que senti que precisava fazer parte disso. Foi como se tivéssemos finalmente uma toupeira, quase um denunciante, alguém de dentro dizendo: ‘Isso é o que está acontecendo’. Isso teve um impacto muito forte em mim, e acho que só compreendi plenamente depois de assistir ao filme”.

Crítica | Eddington – Ari Aster Transforma a Pandemia em Tragicomédia Política e Violenta [Cannes 2025] | CinePOP – Filmes

 

O longa da A24, conta com direção de Ari Aster, responsável por ‘Hereditário’, ‘MidsommareBeau Tem Medo‘.

No elenco temos Joaquin Phoenix (‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.

Pedro Pascal CONDENA governo de Donald Trump: “Não deixe eles ganharem”

O astro Pedro Pascal se manifestou recentemente sobre o atual cenário político nos Estados Unidos, durante o Festival de Cannes. O ator criticou duramente o governo de Donald Trump, afirmando: “Que se danem as pessoas que tentam te fazer ter medo”.

Em entrevista à Variety, Pascal foi questionado sobre sua preocupação em retornar aos Estados Unidos após o lançamento deEddington, um longa com uma forte mensagem política.

Ele respondeu: “O medo é a maneira como eles ganham. Então, continue contando histórias, continue se expressando e continue lutando para ser quem você é. Que se danem as pessoas que tentam te fazer ter medo, sabe? E lute de volta. Essa é a maneira perfeita de fazer isso contando histórias. E não deixe eles ganharem”.

Mais cedo, durante a coletiva de imprensa, Pascal também foi questionado sobre as políticas de imigração de Trump.

“Obviamente, é muito assustador para um ator participar de um filme que aborda questões como essa. A pergunta é intimidante demais para que eu realmente consiga falar sobre isso, não estou informado o suficiente”, disse ele. “Eu quero que as pessoas estejam seguras e protegidas, e quero muito estar do lado certo da história. Eu sou imigrante. Meus pais são refugiados do Chile. Fugimos de uma ditadura, e tive o privilégio de crescer nos Estados Unidos depois de pedir asilo na Dinamarca. Se não fosse por isso, não sei o que teria acontecido conosco. Eu defendo essas proteções. Eu tenho tanto medo da sua pergunta que mal lembro o que era”.

Eddington‘ é um longa da A24, conta com direção de Ari Aster, responsável por ‘Hereditário’, ‘MidsommareBeau Tem Medo‘.

A trama se passa em Eddington, cidade do Novo México, em maio de 2020, no meio da pandemia de Covid-19. A desavença entre o xerife (Joaquin Phoenix) e o prefeito (Pedro Pascal) é o ponto de partida para um caos que se espalha pela cidade.

A narrativa mistura elementos de faroeste com sátira política e crítica social, explorando como as notícias falsas e a desinformação, disseminadas pelas redes sociais e pelos meios de comunicação, podem polarizar a população e levar a conflitos sociais.

O filme também aborda a dificuldade da população de lidar com a crise sanitária e as consequências da pandemia, como a crise econômica e a falta de acesso à informação.

Aster ainda trabalha como produtor no novo projeto de Hiro Murai (‘Atlanta’). Chamado ‘Bushido‘. o projeto é considerado um dos mais importantes da A24 e contará uma história passada no Japão feudal. Henry Dunham (‘Assassinato em Sparrow Creek’) roteiriza.

No elenco temos Joaquin Phoenix (‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.

‘Da Magia à Sedução 2’: Nicole Kidman revela que sempre imaginou uma continuação

da magia à sedução

A tão aguardada sequência deDa Magia à Sedução chegará aos cinemas em breve, mais de 30 anos após o lançamento do filme original. No entanto, segundo Nicole Kidman, a ideia de uma continuação já rondava o elenco desde as gravações do primeiro longa.

“Quando estávamos fazendo o filme, com certeza pensamos nisso”, revelou a atriz à Variety. “Estamos muito empolgadas. Sim, sim, além de empolgadas. Você ouviu nosso feitiço — já lançamos nosso feitiço”.

A aguardada sequência ‘Da Magia à Sedução 2′ ganhou data de estreia. O longa será lançado nos cinemas em 18 de setembro de 2026. 

O anúncio veio acompanhado de um breve teaser que detalha um feitiço mágico.

Confira:

De acordo com o Deadline, Susanne Bier (‘Depois do Casamento’) está em negociações para dirigir a continuação, que contará com o retorno de Sandra Bullock e Nicole Kidman.

A cineasta já trabalhou com Bullock em ‘Bird Box‘, e com Kidman nas minisséries ‘The Undoing‘ e ‘O Casal Perfeito‘.

O novo filme será uma adaptação do segundo romance da saga de Alice Hoffman, intitulado O Livro da Magia.

Na trama, as Owens vão se unir para quebrar, de uma vez, a maldição relacionada ao amor que paira sobre as mulheres da família. Quando a amada tia Jet ouve o besouro da morte, sabe que é sinal de que não tem mais tempo a perder: precisa revelar o segredo recém-descoberto para quebrar o mal.

Mas o tempo está se esgotando: ela tem apenas sete dias de vida! No mesmo momento, sua sobrinha-neta Kylie, sem saber que pertence a uma linhagem de bruxas condenadas, acaba por se apaixonar. Com a vida do seu amado em risco, três gerações de Owens são obrigadas a usar todos os seus dons para quebrar a magia que tem marcado a vida de todas.

Sobre o que podemos esperar da continuação, a produtora Denise Di Novi declarou: “Acredito que os fãs irão ficar muito satisfeitos com a sequência. A história será muito fiel ao livro. Estamos cientes que aquelas personagens e aquele filme são muito importantes para muitas pessoas. Não vamos inventar algo novo. Vamos nos inspirar nos livros da Alice Hoffman, como fizemos com o longa original, e vamos nos manter fieis em relação à passagem do tempo.”

Ela completa,  “[As filmagens] estão programadas para 2025, mas ainda não temos certeza de quando irão começar. Nós apenas começamos o desenvolvimento da história, e Akiva Goldsman, que trabalhou no longa original, está escrevendo o roteiro.”

Akiva Goldsman, que escreveu o roteiro do clássico de 1998, irá retornar como roteirista da continuação.

Dirigido por Griffin Dunne e baseado no romance homônimo de Alice Hoffman de 1995, Da Magia à Sedução não foi um sucesso de bilheteria na época de seu lançamento, arrecadando apenas US$68 milhões com um orçamento de US$75 milhões. No entanto, o filme conquistou um status de clássico cult ao longo dos anos, sendo reverenciado por sua história, personagens e elementos mágicos.

Da Magia à Sedução está disponível no Google Play.

‘M.I.A.’: Paramount Global adquire direitos internacionais da série criminal do criador de Ozark

A Paramount Global Content Distribution anunciou a aquisição dos direitos internacionais da série ‘M.I.A.‘, novo drama criminal ambientado no submundo do narcotráfico em Miami. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo Deadline.

A produção, estrelada por Shannon Gisela e criada por Bill Dubuque (Ozark), será apresentada aos compradores durante os LA Screenings, evento que reúne centenas de executivos de aquisição no lot da Paramount em Los Angeles.

A série é uma produção da MRC e foi encomendada diretamente para o serviço de streaming Peacock, que já havia dado sinal verde para a primeira temporada no ano passado. Com a nova parceria, ‘M.I.A.‘ agora parte para o circuito internacional, com distribuição global a cargo da Paramount.

A trama acompanha Etta “Tiger” Jonze (Shannon Gisela), que cresceu no tráfico de drogas como parte de uma operação familiar. Quando o negócio é ameaçado, ela é forçada a assumir responsabilidades inesperadas e a sobreviver nas perigosas engrenagens do submundo de Miami.

A sinopse oficial resume: “Cuidar do tráfico é um assunto de família para Etta Tiger Jonze, mas quando o negócio familiar é ameaçado, Etta é empurrada para uma vida que nunca esperou, forçando-a a usar sua inteligência para sobreviver enquanto navega pelo submundo criminoso de Miami”. 

O elenco ainda conta com Dylan Jackson, Brittany Adebumola, Cary Elwes, Alberto Guerra, Gerardo Celasco, Maurice Compte, Marta Milans e Danay Garcia.

Bill Dubuque, que também co-criou a aclamada ‘Ozark’ ao lado de Mark Williams, retorna ao tema das dinâmicas familiares envolvidas no tráfico de drogas. Ele atua como criador e produtor executivo da série.

Karen Campbell é a showrunner e também produtora executiva, enquanto Alethea Jones dirige os dois primeiros episódios e assina igualmente como produtora executiva.

A Paramount e a MRC já haviam colaborado na distribuição internacional de títulos como ‘The Great’ e ‘Poker Face’, reforçando agora essa parceria com ‘M.I.A.‘, que se apresenta como um dos destaques mais aguardados entre os novos dramas criminais com potencial global.

‘Premonição 6’: Cineastas falam sobre possíveis sequências após novo filme

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, diretores de Premonição 6: Laços de Sangue’, falaram recentemente sobre o futuro da franquia após o lançamento do novo filme.

Em entrevista à Variety, Adam B. Stein revelou que, embora tenha colocado todas as ideias mais intensas neste último capítulo, não descarta a possibilidade de continuações.

“Passamos os últimos três anos colocando todos os pensamentos mais sombrios e ansiosos de nossas mentes neste filme, então é difícil imaginar o que mais poderíamos explorar em um próximo. Mas o trabalho da Morte nunca termina, então tenho certeza de que ainda há mais a ser descoberto”, declarou o cineasta.

 

Assista a nossa entrevista com os diretores e siga o CinePOP no Youtube:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Birdman’, vencedor do Oscar com Michael Keaton e Emma Stone, estreia no streaming; Saiba onde assistir!

O aclamado longa-metragem ‘Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)’ fez o seu retorno ao streaming. A produção está de volta à grade de programação da Netflix depois de anos.

O vencedor de quatro estatuetas do Oscar teve sua estreia na plataforma na última sexta-feira (16).

A trama acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente.

Relembre o trailer:

O filme foi escrito e dirigido por Alejandro González Iñárritu.

O longa se tornou um sucesso considerável de bilheteria, ultrapassando os US$100 milhões mundialmente, e alcançou aclame crítico quase imediato, ganhando inúmeros elogios pela condução da obra, pelo roteiro, pelos aspectos estéticos e pela atuação do elenco protagonista e coadjuvante – além de levar quatro estatuetas do Oscar para casa, incluindo Melhor DireçãoMelhor Filme.

Osgood Perkins, de ‘Longlegs’ e ‘O Macaco’, quer produzir novo filme de ‘O Massacre da Serra Elétrica’

A icônica franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ pode ganhar um novo fôlego pelas mãos de Osgood Perkins.

Segundo o jornalista Jeff Sneider, o diretor de ‘Longlegs‘ e ‘O Macaco‘ estaria tentando convencer a distribuidora Neon a adquirir os direitos da franquia com o objetivo de produzir uma nova entrada na série de filmes. Por ora, Perkins estaria interessado apenas na produção do projeto, e não na direção.

A notícia surge em meio a uma crescente movimentação comercial em torno da marca. Conforme revelado pelo site Deadline em março, um novo projeto relacionado à franquia vem circulando nos bastidores, capitaneado pelo diretor JT Mollner e pelo ator Glen Powell (‘Top Gun: Maverick‘).

Estúdios como Lionsgate, A24 e a própria Neon estariam disputando os direitos dessa possível nova continuação.

Criado por Tobe Hooper, o original ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, lançado em 1974, é um marco do cinema de terror. A trama acompanha um grupo de jovens que cruza o caminho de uma família de canibais no interior do Texas, onde o icônico assassino Leatherface — conhecido por usar uma máscara feita de pele humana e manejar uma serra elétrica — dá início a um banho de sangue.

Desde então, a franquia gerou múltiplas sequências, remakes e reinterpretações. Em 2003, um bem-sucedido reboot dirigido por Marcus Nispel e produzido por Michael Bay apresentou uma versão mais brutal da história original, levando à produção da prequela ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início‘ (2006).

Mais recentemente, em 2022, a Netflix lançou ‘O Retorno de Leatherface‘, que ignorou os filmes anteriores e serviu como uma continuação direta do original.

Com a possível entrada de Osgood Perkins e o interesse de grandes players da indústria, a franquia pode estar prestes a ganhar uma nova vida — com mais sangue, tensão e reverência ao legado de um dos maiores vilões do cinema de horror.

‘Grey’s Anatomy’: Showrunner comenta o futuro de Teddy e Owen após reviravolta na 21ª temporada

A 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ chegou ao fim recentemente, e a showrunner Meg Marinis comentou sobre o futuro de Teddy (Kim Raver) e Owen (Kevin McKidd), um dos casais mais centrais e duradouros da série.

Em entrevista à Variety, Marinis falou sobre a decisão de explorar o tema do relacionamento aberto como tentativa de salvar o casamento dos personagens, e também sobre o desfecho impactante, com Teddy pedindo o divórcio.

“Na verdade, achávamos que o final seria diferente”, revelou Marinis. “Mas com as atuações que Kim e Kevin entregaram — eles me impressionaram durante toda a temporada com aquelas conversas difíceis sobre o casamento. Desde o início, nossa ideia era mostrar que essa relação nunca foi realmente feliz. Queríamos retratar em tempo real o que muitas vezes acontece na vida real: as pessoas tentam soluções paliativas para consertar algo que já está quebrado. Acho que o casamento aberto funciona para algumas pessoas, mas, na televisão, geralmente mostramos que é um erro”.

A showrunner explicou que a trama também permitiu introduzir novos personagens que evidenciaram as lacunas emocionais do casal:

“Foi uma maneira interessante de trazer participações especiais que ajudassem a destacar o que Teddy não recebia de Owen e vice-versa. Muito disso se deve ao fato de que agora Teddy ocupa o cargo que antes era de Owen. Essa mudança na dinâmica de poder afetou muito os dois. Eles são pais em tempo integral, com empregos altamente estressantes e duas crianças pequenas. Não priorizaram o casamento, e essa é a consequência. Quando outras pessoas começaram a dar atenção a eles, perceberam: ‘Tem algo errado aqui. Não é que queiramos estar com essas outras pessoas, mas estamos nos olhando de um jeito que não deveríamos'”, acrescentou.

Sobre a decisão final de Teddy, Marinis destacou o momento de transformação da personagem:

“Acho que quando ela vê Owen e Nora juntos no final do penúltimo episódio, e depois precisa fazer uma cirurgia importante, tem aquele momento de dúvida: ‘Será que eu consigo?’ E, ao perceber que consegue realizar a cirurgia — e que é capaz de qualquer coisa — ela entende: ‘Eu posso ir embora. Criei uma cirurgia incrível. Salvei a mulher que dormiu com meu marido. Eu sou forte o suficiente’. Antes disso, havia o medo de não ser capaz. Mas nesse episódio, ela percebe que é. É algo muito difícil e doloroso, mas aquele discurso é tão poderoso. Espero que mulheres do mundo todo assistam e se sintam encorajadas a tomar as decisões certas por si mesmas. Teddy é uma personagem muito forte, mas, às vezes, se colocava em segundo plano por causa dele”, afirmou.

Quanto ao futuro de Teddy e Owen, Marinis acredita que ainda é incerto:

“Acho que nem eles sabem. A dinâmica entre eles pode mudar, especialmente depois do que acontece no hospital no final da temporada. A prioridade será entender quem está ferido, quem está cuidando de quem, e como Teddy vai lidar com isso em seu papel como chefe. Vai ser um período difícil, mas, como roteiristas, estamos interessados em explorar como será vê-los separados por um tempo. Isso não significa que não possam reencontrar o caminho de volta, afinal, estamos falando de Grey’s Anatomy. Podemos continuar por mais uma década!”, destacou.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 22ª temporada.

10 filmes que refletem sobre os perigos dos VÍCIOS!

O vício, oriundo de comportamento compulsivo que logo se abraçam na dependência, é algo que vemos constantemente em nossa sociedade. Não importando qual deles (jogos, drogas, álcool..) as jornadas das pessoas viciadas são profundas idas do céu ao inferno. Muitos filmes já nos levaram para bons debates em cima desse tema. Alguns deles, estão nessa lista abaixo:

 

Rush – Uma Viagem ao Inferno

Nessa dilacerante trama, acompanhamos dois policiais disfarçados com o objetivo de prender um poderoso traficante de drogas, só que acabam se desequilibrando invadindo um profundo vício por drogas.

 

Querido Menino

Na trama, conhecemos David Sheff (Steve Carell), um homem de meia idade, bem sucedido em sua profissão pai amoroso que vive em uma casa confortável com sua atual esposa Karen (Maura Tierney). David é pai de Nick (Timothée Chalamet) um jovem que com o passar do tempo começa a ter sérios problemas com as mais diversas drogas que existem. Ao longo de uma passagem de tempo, vamos acompanhando David, suas lembranças, e principalmente sua busca em encontrar alguma solução para esse problema complicado que o filho passa.

 

O Campeão

Na trama, conhecemos Billy (Jon Voight), ex-boxeador, perto dos 40 anos, que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente de oito anos que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.

 

Apostando Tudo

Na trama, conhecemos Eddie (Jake Johnson), um homem perto dos 40 anos, sem emprego fixo, que vive de trocos trabalhando em um estacionamento de um estádio de baseball e gastando tudo que possui em apostas nas mesas de carteado clandestinas na cidade. Certo dia, um amigo pede para ele guardar uma bolsa com dinheiro pois irá passar um tempo na prisão. Eddie, em mais um daqueles dias alucinantes, trocando o dia pela noite, de maneira impulsiva gasta parte do dinheiro do amigo ficando com uma dívida que não sabe como pagar. Buscando alguma segunda chance na vida, o protagonista consegue um emprego fixo, conhece uma enfermeira mexicana super legal chamada Eva (Aislinn Derbez) e tenta dar a volta por cima na vida mesmo que seu vício o coloque sempre próximo de conflitos e confusões.

 

Mississipi Grind

Na trama, conhecemos Gerry (Ben Mendelsohn) um homem à beira do fracasso que vaga pelas noites da cidade onde vive apostando tudo, e praticamente o que não tem, em diversas mesas de jogos de apostas diferentes. Certo dia, em uma mesa de pôquer, conhece Curtis (Ryan Reynolds) um simpático falastrão que logo de cara fica amigo de Gerry. Ambos resolvem realizar uma espécie de Road Trip em busca de dinheiro. Entre uns drinks e outros, entre as mais diversas mesas de poker e jogos de azar dos Estados Unidos, a dupla de amigos faz uma viagem rumo à liberdade da solidão.

 

Candy

Um dos grandes filmes da carreira de Heath Ledger, uma obra subestimada, profunda e reflexiva. Baseado no romance de Luke Davies, Candy: A Novel of Love and Addiction, em Candy acompanhamos dois jovens apaixonados que acabam embarcando em uma jornada destrutiva pelo mundo das drogas.

 

Quando um Homem Ama uma Mulher

Um casal com dois filhos acaba embarcando em uma jornada complexa e cheia de aprendizados quando uma das partes precisa se internar por conta do alcoolismo.

 

Despedida em Las Vegas

Na trama, conhecemos o roteirista, alcóolatra Ben (Nicolas Cage), um homem completamente perdido, sem amigos, que gera pena nos outros, completamente entregue ao vício que possui. Quando ele é demitido, saca todo dinheiro que tem, paga o cartão de crédito e resolve desistir do mundo, bebendo até morrer, em Las Vegas. Após um quase atropelamento, acaba conhecendo a prostituta Sera (Elisabeth Shue), uma sofrida jovem que é bastante maltratada pelo canalha Yuri (Julian Sands). Após um começo conturbado, Ben e Sera descobrirão que precisam mais um do outro do que imaginavam.

 

O Voo

Na trama, acompanhamos a trajetória conflituosa de Whip Whitaker (Denzel Washington) um piloto de aviões comerciais, alcoólatra, usuário de drogas, que se torna o grande queridinho da mídia colocado, como um herói norte-americano, quando consegue pousar uma aeronave em inúmeras condições adversas, após uma pane no sistema. Quando passam alguns dias, a ficha cai para outras versões dos fatos: ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento do acidente e agora precisa lutar contra si mesmo por não aceitar seu novo status de grande salvador da pátria.

 

Nasce uma Estrela

Na trama, conhecemos a esforçada Ally (Lady Gaga) uma sonhadora que vive de trabalhos pingados mas não deixa de se apresentar como cantora em uma boate na cidade onde mora. Certo dia, em mais uma dessas apresentações acaba sendo avistada pelo famoso músico  Jackson Maine (Bradley Cooper) que fica encantado pela jovem. A partir desse encontro, os dois ficam cada vez mais próximos, apaixonados, e Jackson não medirá forças para conseguir a chance de sucesso que Ally buscava. Mas como tudo na vida tem um preço, o sucesso de Ally acaba afetando demais o relacionamento próximo dos dois.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Sarah Michelle Gellar já ASSISTIU ao novo filme, mas mantém segredo sobre a trama

Apesar de não retornar para a aguardada sequência do slasher Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, a estrela Sarah Michelle Gellar manteve-se discreta sobre o projeto, embora tenha acesso a detalhes da trama.

“Eu realmente assisti”, revelou a atriz, conforme o Deadline. “Sou uma das poucas pessoas que viram o filme, incluindo meu marido, que ainda não o assistiu”.

Questionada sobre detalhes, ela brincou: “Adivinhem? Alguém mata alguém e recebe uma carta dizendo: ‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’. Mas isso fica entre nós – não contem a ninguém”.

Lembrando que o site Bloody Disgusting divulgou uma imagem inédita do novo filme da franquia ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no verão Passado.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick.

“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.

O elenco conta com Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como os sobreviventes originais Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

‘The Girl Who Could Fly’: Daiane dos Santos ganhará cinebiografia

A estrela brasileira Daiane dos Santos ganhará um filme biográfico intitulado ‘The Girl Who Could Fly’ (A Menina que Voa), produzido pela Ashé Ventures, co-fundada por Viola Davis, em parceria com a produtora brasileira Maria Farinha Filmes.

Segundo a Variety, o roteiro do longa ficará a cargo de Flávia Vieira e Janaína Tokitaka.

O filme de ficção é inspirado na vida e na jornada inovadora de Daiane dos Santos, a primeira brasileira e a primeira mulher negra a conquistar a medalha de ouro no Campeonato Mundial de Ginástica Artística.

Entre suas conquistas, Daiane foi a primeira mulher a realizar saltos com duplos arabians, envolvendo meia volta em duplos flips frontais. Ela também teve dois movimentos de solo batizados com seu nome, o “Dos Santos I” e o “Dos Santos II”, uma distinção que só foi igualada mais tarde pela ginasta americana Simone Biles.

“Sempre acreditamos que este projeto tinha o potencial de capturar a imaginação do mundo, e é uma felicidade ter a Ashé compartilhando essa visão conosco nesta co-produção histórica brasileira”, disse Luana Lobo, co-CEO e sócia da Maria Farinha Filmes.

“Estamos vivendo um momento muito especial para o Brasil, onde o público busca novos heróis. Temos a oportunidade de transformar este projeto em um grande case local, mas, acima de tudo, em um sucesso global”, acrescentou Maurício Mota, co-produtor e sócio da Ashé Ventures.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado | Relembrando o clássico slasher dos anos 1990

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

O terror passou por uma repopularização entre os anos de 1980 e 1990, com o lançamento de inúmeras produções que conquistaram a crítica e/ou o público através de narrativas instigantes e uma celebração de ramificações desse gênero que reiteravam seu infinito potencial. E, quando voltamos nossa atenção para a década de 90, é notável encontrar obras que continuavam a explorar diferentes perspectivas do terror – como foi o caso da icônica franquia ‘Pânico’, que apostou fichas no slasher e na metalinguagem de maneira bastante funcional e envolvente ao chegar aos cinemas em 1996.

Enquanto a saga supracitada se manteve fiel à estética conterrânea, houve outra produção que, pouco a pouco, transformou-se em um clássico cult ao fazer homenagem direta a clássicos dos anos 1980 como ‘Assassinatos na Fraternidade Secreta’ e ‘Baile de Formatura’. Intitulada Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, o filme comandado por Jim Gillespie mergulhou de cabeça no teen-horror ao centrar o enredo em um grupo de amigos prestes a se formar no colégio que resolveu comemorar o feriado de 4 de julho com muita bebida; porém, a festança logo se transforma em um pesadelo quando eles atropelam um transeunte na volta para casa e resolvem desovar o corpo no oceano, jurando nunca mais falar sobre isso e esquecer aquele evento fatídico.

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

Todavia, o passado sempre dá um jeito de voltar – e, um ano mais tarde, Julie (Jennifer Love Hewitt), Helen (Sarah Michelle Gellar), Barry (Ryan Phillippe) e Ray (Freddie Prinze Jr.) se veem num sangrento julgamento que vem para puni-los: um assassino mascarado e segurando um gancho está atrás deles como forma de se vingar do derradeiro segredo que mantiveram todo esse tempo, lançando-os em uma perigosa jornada de sobrevivência que funciona pela simplicidade e pelo despojamento de sua história. É claro que, ao se inclinar para os tropos explorados em obras similares na década anterior e até mesmo com o advento de ‘Pânico’, a produção fica um pouco ofuscada – mas isso não muda o fato de que angariou uma legião de fãs e que conquistou um sólido legado.

A obra, inspirada no romance homônimo de Lois Duncan lançado em 1973, funciona como uma adaptação recheada de licenças poéticas que, em vez de seguir à risca o aspecto de suspense, resolve se orientar para o slasher. É notável como Gillespie traz inspirações claras de lendas urbanas que começaram a se difundir nos anos 1990 e que já estendiam seus braços para a sétima arte – e, mais do que isso, temos Kevin Williamson responsável pelo roteiro e agora com prestígio considerável após ter emprestado suas habilidades ao filme estrelado por Neve Campbell. E, ainda que certas fórmulas se repitam e inclinações para o melodrama desestabilizam o ritmo em alguns momentos, é sempre interessante revisitar esse cosmos que ajudou a revitalizar o terror nas telonas.

À época de seu lançamento, a obra dividiu os críticos, alguns tecendo elogios para o caráter mimético da produção, outros sendo mais pungentes ao comentar sobre sua inferioridade quando comparado a produções semelhantes – em que eventos rotineiros e já familiares são rearranjados sob uma ótica parecida. Entretanto, é notável como as inevitáveis comparações podem ser deixadas de lado quando Williamson mostra dois lados de uma mesma moeda: em ‘Pânico’, a linguagem metadiegética revela uma autoconsciência do filme em relação à cultura pop, promovendo um encontro entre realidade e ficção; em Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, há um certo hedonismo estético fruto de uma combinação entre a nostalgia oitentista e uma narrativa direta e funcional.

O elenco é, de longe, o melhor aspecto do projeto: Hewitt eterniza Julie James como uma das final girls mais icônicas dos anos 1990, motivo pelo qual retornou para uma esquecível sequência e foi confirmada como personagem-legado do vindouro reboot ao lado de Prinze Jr. como Ray (fazendo um bom trabalho dentro do arquétipo em que se insere). Phillippe utiliza seu charme para nos conquistar como o problemático e cético Barry, enquanto Gellar nos encanta como a memorável Helen Shivers – e que se estenderia poucos meses depois com sua participação em ‘Pânico 2’ como Casey Cooper. E, como a cereja do bolo, a química e o fascínio de que os astros nutrem em cena são muito bem-vindos.

Há quase trinta anos, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado estreava nos cinemas de todo o mundo e se tornava um sucesso inegável de público, graças aos fortes nomes envolvidos nesse projeto. E, apesar dos altos e baixos e dos óbvios convencionalismos que acompanham cada engrenagem do filme, revisitá-lo ou redescobri-lo é sempre uma pedida interessante e que cumpre com o prometido – nos preparando para um ambicioso novo capítulo.

‘Como Treinar o Seu Dragão’: Gerard Butler apresenta Stoico; Confira!

Viking com capacete e barba longa e ornada

O remake live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ ganhou um novo vídeo promocional, no qual o astro Gerard Butler apresenta Stoico, o icônico líder da comunidade viking.

O material leva o público aos bastidores da produção, que tem estreia marcada para o dia 5 de junho nos cinemas.

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O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

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‘Avatar: A Lenda de Aang’: Filme animado derivado é ADIADO

‘The Legend of Aang: The Last Airbender’, o longa animado derivado de Avatar: A Lenda de Aang, que se passa após a derrota de Ozai, o Senhor do Fogo, por Aang, teve sua estreia adiada.

Segundo a Variety, o filme, que inicialmente seria lançado em 30 de janeiro de 2026, agora estreará em 9 de outubro de 2026.

O longa sera estrelado por Steven Yeun, Dave Bautista, Eric Nam, Dionne Quan, Jessica Matten e Román Zaragoza.

A direção fica por conta de Lauren Montgomery, com William Mata como co-diretor.

A estreia está prevista para 30 de janeiro de 2026.

how i’m feeling now | Cinco anos do ELOGIADO álbum de Charli XCX

Charli XCX ganhou fama no começo dos anos 2010 e, desde então, tornou-se um dos principais (ainda que subestimados) nomes do futuro da música pop no cenário mainstream. Ainda que ofuscada por figuras de maior popularidade, a cantora e compositora, de fato, é um vetor de extrema importância para o que a indústria fonográfica irá parecer daqui a alguns anos – do mesmo modo que Björk insurgiu nos anos 1980 e 1990. Encarada como uma das principais representantes do avant-pop e do PC music, Charli sempre fez questão de nos entregar elementos sonoros originais e instigantes, atingindo seu auge artístico no ano passado com o lançamento do premiado ‘BRAT’.

Porém, há meia década, Charli dava vida a um de seus projetos mais ambiciosos, que dialogou com o tenso momento da pandemia de COVID-19 que paralisou o mundo por quase dois anos e que representou um de seus projetos mais pessoais: ‘how i’m feeling’.

A nova investida musical é uma obra dilacerante e narcótica que poderia muito bem servir como sucessor do aclamado EP ‘Pop 2’, lançado três anos atrás. Rendendo-se, por vezes, a uma esfera mercadológica que afasta-se da independência lírica e sonora de CDs anteriores, Charli busca se aproximar com um público que exala as preferências pelo trance, pelo electro-trip e pelo EDM com 11 músicas que, apesar de deslizes pontuais, são muito construídas com exímia habilidade – e letras mergulhadas em metáforas originais e interessantes.

O álbum começa com o estrondoso “pink diamond”, uma das melhores canções da carreira da performer. Aqui, os sintetizadores e moduladores constroem-se com essência imprescindível e propositalmente dissonante – tangenciando as tendências contemporâneas do dark-pop e do goth-pop com guitarras gritantes. Charli recua para uma espécie de balada pinceladas com elementos dos videogames com “forever”, cujo experimentalismo pode soar estranho àqueles que não estão acostumados com sua única identidade, mesclada com enigmáticas composições lineares que escondem suas verdadeiras mensagens (neste caso, uma declaração de amor quase obsessiva guiada por desconcertantes versos).

No geral, a cantora alcança sucesso em manter-se estritamente fiel àquilo que deseja dar vida: o curto período de gestação de ‘how i’m feeling’ poderia ser uma faca de dois gumes, roubando os holofotes de uma semana transbordando de aguardadas estreias, incluindo o retorno da popstar Katy Perry e da colaboração inesperada de Bonnie Tyler e Lorraine Crosby – mas também tinha chances de tornar-se um fracasso sem qualquer coesão ou narrativa aparentes. Felizmente, Charli honrou sua ascendente discografia e conseguiu fazer o que poucas conseguem – misturar práticas empíricas com arquiteturas envolventes e memoráveis o bastante para serem ouvidas mais de uma vez. Mesmo voltando-se para o rudimentar espectro do trap eletrônico em “7 years” e o dreampop da cíclica “party 4 u”, ela sempre volta para suas raízes e permanece atada à sua necessidade de revolucionar a si mesma.

A artista revisita suas iterações predecessoras e, dessa forma, faz constantes homenagens às estéticas mais rebeldes dos anos 1980 e 1990 (incluindo uma repaginação contemporânea do synth-pop e do new wave), como podemos ver na retumbante “i finally understand” – uma faixa que serve como subtítulo consequente para o nome do álbum. Afinal, estamos lidando com um vibrante intimismo que vem à tona pela primeira vez, confinado em uma prisão sem grades e que encontrou liberdade apenas agora. Não é por acaso que ela se valha de asserções psíquicas muito bem mascaradas de primitivas e irracionais emoções humanas, traduzindo-as, contraditoriamente, do modo mais inumano possível.

Charli também faz algumas incursões interessantes para as pistas de dança dos anos 1970, mas não da forma esperada: ela coloca os espectros sonoros em um pano de fundo regado por sintetizadores, como é o caso de “anthems”, que abusa de todos os elementos da época em questão e que ganharam mais força a partir de 2012 e 2013. E, quando pensamos que entendemos qual a ideia por trás dessa fervorosa mente criativa, ela estende a si mesma, contrai-se e se põe virada do avesso com ambiências oníricas (“enemy”), fundidas entre minimalismo e praticidade (“detonate”) ou dançantes ao melhor estilo anos 2000 (“visions”). De qualquer forma, não podemos fazer vista grossa quanto à repetitividade excessiva de algumas faixas – anteriormente incumbidas de certas necessidades especiais ou justificativas premeditadas pela própria construção.

Mais uma vez, a cantora toma as rédeas de sua carreira e faz o que bem entender com as músicas que lhe inspiraram, trabalhando numa forte parceria ao lado de produtores como Dijon Duenas, A.G. Cook e BJ Burton (colaboradores de longa data que parecem sempre encontrar uma brecha para superarem a si próprios). De um lado, sua presença ganha força descomunal a cada ano sem esbarrar nas ruínas de uma monotonia fatigante; de outro, soa fora dos padrões e pode ser recebido com repulsa ou ignorância por aqueles mais acostumados com o “pop chiclete” que vem regendo 2020 desde os primeiros dias do ano.

No final das contas, ‘how i’m feeling now’ apenas prova a estigmatizada importância de Charli XCX para o futuro da música – seja por suas composições dissonantes, seja pelo que ela representa dentro de um nicho que ainda há muito para ser explorado.

10 Dicas de Filmes que validam o ditado popular: ‘A VIDA É UMA LOTERIA’!

Fugindo das razões lógicas dentro do campo imprevisível que o destino pode nos levar, alguns filmes utilizando esse epicentro em sua trama nos mostram as reflexões de um amplo contexto ligada as relações interpessoais. Para lembrar algumas dessas obras, segue abaixo uma lista com 10 filmes que valem a pena conferir!

 

Jogando Com a Sorte

Lançado em meados da década de 1970, essa comédia dramática nos leva até a história de dois homens com uma tremenda falta de sorte que após unirem forças e a mesa virar resolvem apostar tudo num campeonato de pôquer.

 

Bem-vindos ao Meu Mundo

Na trama, conhecemos a peculiar Alice Klieg (Kristen Wiig), uma mulher de meia idade com um transtorno de personalidade evidente, que por acaso acaba ganhando na loteria norte-americana e decide apostar todas suas fichas investindo em um programa de televisão que fala sobre sua vida, suas memórias e situações que já vivenciou. A partir dessa opção, acaba se tornando obsessiva em ser famosa e acaba se distanciando ainda mais de todos os que a cercavam.

 

Até que a Sorte Nos Separe

Um dos maiores sucesso de bilheteria do cinema brasileiro dos últimos tempos, Até que a Sorte Nos Separe conta a história de Tino que tem sua vida – e a de todos em sua família -completamente mudada após ganhar na loteria.

 

Atraídos pelo Destino

Dirigido por Andrew Bergman e lançado em maio de 1994 no Brasil, a comédia romântica Atraídos pelo Destino nos mostra a história de um policial boa praça que um dia resolve falar para a garçonete do estabelecimento que ele sempre frequenta o seguinte: se eu ganhar na loteria, divido o prêmio com você! Acontece que ele ganha, fato que vai gerar muitas confusões com sua esposa já que o policial quer cumprir a promessa que fez à garçonete.

 

Má Sorte

Na trama, conhecemos Bernie (William H. Macy) um homem já rumando para fase final de sua vida que após anos lutando contra um vício em apostas acaba indo para em um famoso Cassino tendo que pagar durante seis anos uma dívida de jogo com o proprietário do lugar o indecifrável Shelly (Alec Baldwin). O curioso é que Bernie tem uma função como poucas outras, ele é o chamado ‘Má Sorte’, uma pessoa que acaba repassando essa estranha condição em mesas onde clientes estão ganhando muito dinheiro. Perto de enfim conseguir sua liberdade, faltando poucos dia para sua liberdade acaba se envolvendo em um intenso romance com Natalie (Maria Bello) uma funcionária do lugar além de um reencontro que lhe trará diversos problemas.

 

Cartas na Mesa

Na trama, conhecemos Mike (Matt Damon), um jovem estudante de direito que passou anos de sua vida rapelando mesas de pôquer pela cidade acumulando um bom dinheiro. Seguindo no seu vício, durante uma noite acaba perdendo tudo que conquistou em um jogo cruel contra o russo Teddy (John Malkovich). A partir desse dia ele resolve nunca mais voltar aos jogos de cartas com apostas. Nove meses passam, ele está mais firme no relacionamento com a namorada Jo (Gretchen Mol), trabalhando dirigido um caminhão de entregas e estudando no resto do dia. Mas essa rotina de paz muda quando seu antigo amigo Worm (Edward Norton) sai da prisão e essa péssima amizade começa a chamar Mike de volta ao universo dos jogos clandestinos de pôquer, fato que o leva a mais conflitos com todos ao seu redor.

 

Jerry & Marge Go Large

Na trama, conhecemos Marge (Annette Bening) e Jerry (Bryan Cranston) um casal que está juntos faz anos e morando sempre no mesmo lugar na cidadezinha de Evart, no interior de Michigan. O segundo está a mais de quatro décadas acordando cedo, as vezes antes do sol nascer, trabalhando em uma fábrica de sucrilhos, um emprego que começou ainda quando estava no Ensino Médio. Quando chega a aposentadoria, após a linha de produção que gerenciava sair de linha, Jerry, buscando algum novo sentido para sua vida, acaba descobrindo uma brecha em apostas de bilhetes de loteria. Fato que mudará sua rotina, de sua família e de seus amigos.

 

Yesterday

Na trama, conhecemos Jack Malik (Himesh Patel), um cantor com pouca sorte em sua profissão que pensa sempre em desistir de seu maior sonho mas logo é incentivado por sua melhor amiga Ellie (Lily James) e parte em busca de novos desafios. Um dia, após sofrer um acidente, acorda e acaba descobrindo de maneira inusitada que ninguém no mundo conhece Os Beatles. Praticamente como se estivesse em um universo alternativo ou algo assim. Agarrando a oportunidade que surgiu em sua frente, com as músicas de seus ídolos ele começa a fazer enorme sucesso. Mas, escolhas precisarão serem feitas.

 

Um Suburbano Sortudo

Na trama, conhecemos o simpático Denílson (Rodrigo Sant’anna), um camelô malandro que vive humildemente com sua excêntrica família no subúrbio do Rio de Janeiro. Certo dia, acaba descobrindo que é herdeiro de um famoso milionário, seu pai biológico, dono de uma grande rede de lojas e assim começa a mudar de vida. Mas nem tudo são flores, Denílson enfrentará a ira da outra parte da família de seu pai e ainda precisará enfrentar uma grande crise nas empresas que agora é dono.

 

Em um Bairro de Nova York

Na trama, conhecemos Usnavi (Anthony Ramos), imigrante da República Dominicana, perto dos seus 30 anos que possui um pequeno mercadinho em Washington Heights, bairro de Nova York (um bairro que na visão dos seus moradores, estava desaparecendo em Nova York). Nesse mesmo bairro moram vários imigrantes latinos e personagens que acompanhamos mais de perto, como Vanessa (Melissa Barrera), uma jovem que busca o sonho de ser estilista mas trabalha para pagar as contas em um salão de cabelereiro; Nina (Leslie Grace) a jovem que é o orgulho do bairro pois conseguiu entrar na prestigiada faculdade de Stanford mas ela volta para passar as férias no lugar onde nasceu com segredos sobre sua jornada; Benny (Corey Hawkins) um jovem que trabalha numa empresa de táxi do pai de Nina e sonha em assumir o negócio quando o chefe se aposentar. Esses e outros personagens passarão dias intensos quando um apagão acontece, alguém do bairro ganha 96.000 dólares na loteria, uma querida personagem parte e sonhos precisarão ser reconquistados.

‘Premonição 6’ tem melhor estreia da franquia e projeção de até US$ 50 milhões no fim de semana

O terror está mais vivo do que nunca nos cinemas. ‘Premonição: Laços de Sangue‘, novo capítulo da clássica franquia da New Line, estreou com impressionantes US$ 21 milhões em seu primeiro dia nos EUA, marcando a maior abertura de sexta-feira da história da série (via Deadline).

A projeção para o fim de semana é de US$ 46 milhões, com possibilidade de ultrapassar os US$ 50 milhões, caso o desempenho continue firme — algo raro para o gênero, geralmente mais “concentrado” nos primeiros dias de exibição.

O longa está sendo lançado pela Warner Bros. e chega como um reboot que equilibra visual moderno com respeito às origens da saga. O público respondeu bem: a produção recebeu nota B+ no CinemaScore, avaliação considerada alta para filmes de terror, tradicionalmente polarizadores entre os espectadores.

Esse tipo de sucesso não é incomum quando franquias de terror antigas são revividas com qualidade. Exemplos incluem o reboot de ‘A Hora do Pesadelo‘ (2010), que arrecadou US$ 32,9 milhões no fim de semana de estreia, ‘Horror em Amityville‘ (2005) com Ryan Reynolds (US$ 23,5 milhões), e a volta de Jamie Lee Curtis em ‘Halloween‘ (2018), que alcançou US$ 76,2 milhões na estreia — o maior da franquia até hoje.

A audiência de ‘Laços de Sangue‘ é majoritariamente masculina (52%), com destaque para o público entre 25 e 34 anos (34%). Apenas 27% dos ingressos foram vendidos para maiores de 35 anos, indicando que o título está se conectando fortemente com uma audiência jovem, trazendo a geração millennial – que cresceu com a franquia -de volta aos cinemas.

As regiões com melhor desempenho são o Sul, Sudeste e Meio-Oeste dos EUA, com o Regal Times Square, em Nova York, liderando como o cinema mais lucrativo até o momento, com quase US$ 82 mil arrecadados até sexta-feira.

No restante da bilheteria norte-americana, o thriller vampiresco ‘Pecadores‘, da Warner, se mantém estável em seu quinto fim de semana com US$ 15 milhões estimados (-32%), atrás de ‘Thunderbolts*‘, da Disney, que aparece em segundo lugar com US$ 15,5 milhões (-52%). Este último já acumula US$ 154,4 milhões desde a estreia.

Outro destaque é ‘O Contador 2‘, da Amazon MGM Studios, que disputa o quinto lugar com ‘Hurry Up Tomorrow‘, lançamento musical da Lionsgate e Live Nation. O primeiro tem previsão de US$ 4,6 milhões, enquanto o segundo deve ficar entre US$ 3 milhões e US$ 3,6 milhões, com público estimado entre 232 mil e 278 mil pessoas — números modestos em comparação ao show mais recente de The Weeknd, que arrecadou US$ 8,7 milhões em Glendale, Arizona, com ingressos a preços muito mais altos.

Se manter o ritmo, ‘Premonição: Laços de Sangue‘ pode não apenas revigorar a franquia, mas também reafirmar o apetite do público por terrores clássicos repaginados.

Assista a nossa entrevista com os diretores e siga o CinePOP no Youtube:

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Rapture’: Terror medieval com Will Poulter e Kit Connor ganha distribuição nos EUA, Canadá e Reino Unido

O suspense de terror medieval ‘Rapture‘, estrelado por Will Poulter (Midsommar), Kit Connor (Heartstopper) e Manu Ríos (Elite), teve seus direitos de distribuição adquiridos nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá durante o mercado do Festival de Cannes.

O longa será dirigido por Jordan Tannahill, premiado dramaturgo canadense que estreia no cinema. A novidade foi revelada em primeira mão pelo Deadline.

Ambientada na Inglaterra medieval do ano de 1348, a história se passa na Abadia de Lansley, um remoto mosteiro de pedra em Yorkshire, que abriga dez monges presos a uma vida de rotina e devoção rigorosas. Sua frágil paz é perturbada pela chegada de um mensageiro – um homem com notícias assustadoras do mundo exterior que rapidamente apresenta sintomas de uma doença misteriosa. Uma peste virulenta se espalha pela terra: marcada inicialmente por uma febre hemorrágica, transforma suas vítimas em “revenants” – seres inquietos e mortos-vivos.

À medida que o contágio se aproxima, a Abadia de Lansley se torna um campo de batalha: forasteiros desesperados imploram por refúgio enquanto os infectados ameaçam invadir seus muros. Os monges são dilacerados por uma cisão moral – entre aqueles que acreditam que devem cuidar dos doentes e aqueles que querem proteger os séculos de conhecimento salvaguardados pelo mosteiro. À medida que a morte é totalmente liberada, também o é a capacidade dos irmãos para atos extraordinários de altruísmo e traição implacável, forçando-os a confrontar a questão fundamental: o que significa ser humano?

Nos Estados Unidos, os direitos foram adquiridos pela Independent Film Company (antiga IFC Films) e Shudder, em acordo intermediado por Christine D’Souza Gelb (2AM), Noah Segal (Elevation), CAA Media Finance Group e WME Independent.

No Reino Unido, a True Brit Entertainment garantiu os direitos, em negociação com HanWay Films, que também cuida das vendas internacionais.

“Ficamos instantaneamente cativados pela visão de Jordan — é uma proposta ousada e arrepiante que funde drama histórico com horror sobrenatural de uma forma inédita, ancorada por três dos atores mais empolgantes da atualidade”, declarou Ayo Kepher-Maat, vice-presidente da Independent Film Company.

O CEO da True Brit, Zygi Kamasa, estendeu as comemorações pela aquisição do longa e ponderou sobre a autenticidade do novo projeto:

“Na True Brit estamos sempre buscando novas vozes e estamos entusiasmados em levar Jordan Tannahill às telas com seu primeiro longa. ‘Rapture’ é um filme de terror tão distinto que vai manter o público do Reino Unido e da Irlanda na beira da cadeira querendo mais”. 

Em ‘Rupture‘, Will Poulter e Kit Connor se reencontram após contracenarem recentemente em ‘Tempo de Guerra‘, de Alex Garland. Já Manu Ríos foi destaque em ‘Estranha Forma de Vida‘, de Pedro Almodóvar.

As gravações devem começar no final deste ano, na Hungria. A Elevation Pictures, a 2AM e a Brookstreet Pictures supervisionam o projeto, enquanto Eli Arenson (‘Lamb’) entra como diretor de fotografia.

‘Eddington’: Filme estrelado por Joaquin Phoenix e Pedro Pascal conquista 62% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Eddington, longa estrelado por Joaquin Phoenix e Pedro Pascal, teve uma estreia mediana no Rotten Tomatoes, conquistando 62% de aprovação, com base em 21 análises.

Os críticos, em geral, elogiaram o longa, embora tenham apontado algumas falhas na narrativa.

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“O filme provavelmente teria sido melhor se fosse mais focado (e mais curto), mas a visão insana de Aster faz com que a maioria dos diretores pareça tímida em comparação”, disse Nicholas Barber do BBC.

“Sem cerimônia nem piedade, Eddington arranca o curativo de uma vez — e nem todos vão querer olhar ou pensar sobre o que está por baixo dele”, disse Damon Wise do Deadline.

“Há um lado indulgente em Ari Aster e, embora esteja mais contido aqui, é possível sentir que ele ainda se entrega a isso. No entanto, esse traço também é inseparável do que faz dele, em Eddington, um cineasta tão estimulante”, disse Owen Gleiberman do Variety.

“Se Hereditário e Midsommar mexeram com o psicológico por meio de narrativas genuinamente assustadoras e imagens impactantes, e Beau Tem Medo foi igualmente desconcertante e enlouquecedor, Eddington é apenas irritante e vazio”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Aster nos entregou mais um filme que arrepia, perturba e dá vontade de sair da própria pele. Você só gostaria que este não parecesse tão próximo da não ficção”, disse David Fear do Rolling Stone.

“O quarto longa de Aster é menos impactante como um choque ao sistema do que pela forma vívida, e desconfortável, com que retrata, no dia a dia, o quanto o nosso futuro digital tem tirado das pessoas a capacidade de identificarem suas próprias verdades”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“‘Eddington’ pode parecer um passo atrás para Ari Aster no que diz respeito aos seus visuais marcantes e à sua habilidade de criar experiências cinematográficas perturbadoras. No entanto, o filme revela justamente o contrário: Aster mostra que é capaz de transportar esses pesadelos para o mundo real — e fazê-los funcionar dentro dele”, disse Emma Kiely do Collider.

“Um filme melhor sintetizaria de forma coesa o macro com o micro, mas Aster, em vez disso, os deixa lado a lado de forma dissonante, ressoando ao vento do deserto”, disse Richard Lawson do Vanity Fair.

O longa da A24, conta com direção de Ari Aster, responsável por ‘Hereditário’, ‘MidsommareBeau Tem Medo‘.

No elenco temos Joaquin Phoenix (‘Coringa‘), Emma Stone (‘Pobres Criaturas‘), Pedro Pascal (‘The Last of Us‘), Austin Butler (‘Elvis‘), Deirdre O’Connell (‘The Affair: Infidelidade‘), Micheal Ward (‘Top Boy‘) e Clifton Collins Jr. (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘) completam o elenco.