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Dica | Filmes do Sean Baker para ver nos streamings

Mãe e filha brincando com carrinho de compras.

Vencedor da Palma de Ouro 2024, Anora vem dando o que falar. Na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, a Mostra SP, nenhum outro filme está mexendo tanto com os espectadores quanto ele. Os ingressos para as sessões pipocam no site e se esgotam em minutos. O longa também foi tema de uma painel de debate no IV Encontro de Ideias Audiovisuais, que é mais voltado para os bastidores das produções da Mostra SP, lotando uma das salas da Cinemateca Brasileira.

Leia também: Mostra SP | Sean Baker é um diretor para se prestar atenção

Dirigido por Sean Baker, o filme está sendo considerado um divisor de águas na sua já brilhante, mas não tão popular carreira. Anora deve ser aquele projeto que fura a bolha e lança o profissional rumo ao estrelato.

Grupo de jovens em festa descontraída.

Pensando nisso, o CinePOP escolheu alguns filmes do diretor para você assistir. Confira onde encontrá-los!

Uma Estranha Amizade 

Duas mulheres conversam em banco ao ar livre.

Mais conhecido como Starlet, esse filme acompanha uma jovem que se muda para Los Angeles para perseguir seu sonho de ser atriz. No entanto, ela acaba conseguindo apenas papeis em produções pornográficas. A vida é complicada e ela vive muito apegada a seu cachorrinho Starlet. Só que a situação muda repentinamente quando ela compra uma garrafa térmica de uma viúva idosa que vivia reclusa e estava se desfazendo de algumas coisas em uma venda de garagem. A garota encontra 10 mil dólares na garrafa e até cogita contar para a velhinha, mas acaba desistindo da ideia. Nesse vai e vem, ela começa a desenvolver uma relação emocionante e cheia de reviravoltas com a idosa, que já estava descrente na vida.

Onde assistir: Mubi.

 

Tangerina

Duas pessoas em frente a mural colorido, ao ar livre.

Gravado inteiramente com iPhones, Tangerina é uma história sobre uma prostituta transsexual que é liberada, após algum tempo na prisão. O problema é que ela descobre que seu namorado/ ‘agenciador’ não perdeu tempo e a substituiu por uma garota de programa cisgênero. Então, ela busca ajuda de sua melhor amiga, que também leva essa vida ‘do job’ para dar início a uma jornada de vingança em plena véspera de natal. No caminho, ela experimenta o famoso ‘caos de Sean Baker’, com uma porção de momentos sofridos e reflexões sobre o preconceito, inseridas de forma orgânica na trama. É um filme pesadíssimo, mas brilhantemente executado.

Onde assistir: Mercado Play.

 

Projeto Flórida

Homem e menina em corredor de motel.

Primeiro filme de Sean Baker a conseguir mais atenção das principais cerimônias de premiação, Projeto Flórida mostra a vida de famílias que vivem nos motéis de beira de estrada de Orlando. É curioso porque são centenas de crianças carentes que vivem no contraste de estarem a uma rua de distância dos parques temáticos da Disney, o grande sonho infantil de meio mundo. Nesse cenário caótico, o público acompanha a história de uma jovem mãe solteira que vive de aplicar pequenos golpes e fazer bicos para sustentar sua filha, a sapeca e desbocada Moonee, que passa os dias aprontando pela região. Ao seu lado, ela conta apenas com o apoio do gerente do motel, que quer o bem delas, mas também precisa cobrar a taxa de hospedagem, dando a ele esse papel de mentor/ carrasco.

Onde assistir: Max.

 

Red Rocket

red rocket 2022

Ambientado em meio às eleições presidenciais dos EUA em 2016, Red Rocket acompanha as desventuras de Mike, um ex-astro pornô que perde tudo e fica em situação de rua. Sem ter para onde ir, ele consegue voltar ao Texas, onde pede abrigo a sua esposa – que ele abandonou sem dar satisfação -, que fez breve carreira na pornografia, mas logo perdeu o prestígio e passou a viver na pobreza. Apesar de relutar, ela decide abrigá-lo até ele conseguir emprego. O problema é que ninguém quer associar a imagem de sua empresa a um ator pornô, então Mike começa a vender maconha pelo bairro. Nesse caminho, ele conhece uma adolescente lindíssima que, na visão dele, será uma grande atriz pornô e tenta agenciá-la.

Onde assistir: Netflix.

Tom Hardy deseja um filme +18 para ‘Venom’, seguindo o estilo de ‘Logan’

Venom 3: A Última Rodada’ já está em cartaz nos cinemas nacionais. Embora o longa marque o fim da saga protagonizada por Tom Hardy, o ator revelou recentemente que gostaria de um filme voltado para maiores de 18 anos.

Durante uma entrevista ao The Wrap, Hardy foi questionado se a produção deVenom já considerou fazer um filme com classificação +18, inspirado em ‘Logan’.

“Já temos isso. Nós imaginamos isso em ‘Venom 2’. Já estamos lá. Somos rápidos também. É como se tivéssemos quatro ou cinco filmes planejados, em tons diferentes, com múltiplos personagens. Se você nos pedir para fazer algo, não somos tímidos, mas precisamos editar para que se alinhe com a declaração de missão. Somos cabeças ocupadas. Se dissermos que vamos fazer algo, queremos dizer isso”, revelou o astro.

Kelly Marcel, a diretora e roteirista de Venom 3’, ainda acrescentou: “Estamos desesperados para fazer isso!”.

Lembrando que Venom 3’ encerra a trilogia estrelada por Tom Hardy, no entanto, a Sony tem planos para explorar ainda mais o universo dos simbiontes nos próximos anos.

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Crítica | Tom Hardy se DIVERTE na farofada sem sentido de ‘Venom: A Última Rodada’

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

venom poster

‘Star Wars’: Daisy Ridley está empolgada e com medo de retornar como Rey

Daisy Ridley is Rey in STAR WARS: THE RISE OF SKYWALKER

A saga de Star Wars está prestes a ganhar um novo capítulo com o retorno de Rey, interpretada por Daisy Ridley. Mas a atriz revelou que reviver a icônica Jedi não está sendo tarefa fácil.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Daisy admitiu que revisitar Rey após tanto tempo está sendo uma experiência complexa.

“O tempo passou e muitas coisas mudaram para mim, pessoalmente, então será interessante voltar a alguém que eu conheço tão bem, mas em um momento tão diferente. Para mim, interpretar Rey novamente após todo esse tempo que não a vimos é realmente assustador, mas também empolgante”, disse a atriz.

star wars finn rey daisy ridley john boyega

Lembrando que o último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

rise of skywalker

Wagner Moura protagoniza ‘The Last Day’ ao lado de Alicia Vikander e Victoria Pedretti

O renomado ator brasileiro Wagner Moura já tem um novo projeto internacional após Guerra Civil. Segundo a Variety, ele foi escalado para protagonizar The Last Day, ao lado de Alicia Vikander e Victoria Pedretti.

O filme segue a história de uma escritora e mãe que confronta sua falta de propósito criativo e embarca em uma jornada de redescoberta ao reencontrar figuras de seu passado. A produção foi finalizada em Nova York em outubro.

Wagner Moura tem conquistado cada vez mais espaço em Hollywood desde sua aclamada interpretação de Pablo Escobar no drama da Netflix, Narcos, um papel que lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro. Seus outros trabalhos notáveis incluem Guerra Civil, Tropa de Elite e Gato de Botas 2: O Último Pedido.

Alicia Vikander, vencedora do Oscar, é conhecida por seus papéis em A Garota Dinamarquesa,Ex Machina eTomb Raider.

Victoria Pedretti, por sua vez, tem em seu currículo trabalhos como ‘Era Uma Vez em… Hollywood’, Shirley eOrigin.

Três pessoas posando de diferentes maneiras.
the last day

Nicolas Cage surge em cena de perseguição no set do live-action ‘Homem-Aranha Noir’

noir

Nicolas Cage está retornando ao universo de super-heróis em grande estilo, desta vez como protagonista da série live-action Homem-Aranha Noir’.

No primeiro vídeo do set, Nicolas Cage aparece em cima de um carro em uma cena de perseguição.

Assista:

nicolas cage
Photo por TMZ

Nicolas Cage (‘Longlegs – Vínculo Mortal’) interpretará o herói titular. Ele já havia dublado o personagem na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’) e Li Jun Li (‘Babilônia’) completam o elenco.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que a produção contará com oito episódios: “A 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) será responsável pela direção.

 

Dica | Filmes e séries da Turma da Mônica para assistir nos streamings

Crianças explorando floresta com brinquedo de pelúcia.

Sucesso dos quadrinhos, TVs, jogos, cinemas e agora dos streamings, a Turma da Mônica fidelizou uma legião de fãs ao redor do mundo  e agora ganha um novo capítulo extremamente adorável na telinha do Globoplay.

Grupo de adultos e crianças sorrindo juntos.

Pensando nisso, o CinePOP listou – de forma cronológica – as produções deste universo e onde você pode assisti-las nos streamings. Confira!

Turma da Mônica – Origens (2024)

Pessoas deitadas em círculo sobre cobertor colorido.

Ambientada entre o futuro e o passado, essa série acompanha a turminha na terceira idade se reunindo novamente após a Mônica sofrer um acidente e perder parcialmente a memória. Então, eles se juntam para contar as histórias de como eles se conheceram e sobre suas grandes aventuras na infância, relembrando de forma emocionante os bons e velhos tempos, enquanto seguem aprontando mesmo já velhinhos.

Onde assistir: Globoplay.

Turma da Mônica: Laços (2019)

Crianças explorando floresta com brinquedo de pelúcia.

No filme que encantou os corações de crianças e adultos, a Turma da Mônica apronta suas travessuras padrões, quando descobrem que o Floquinho, o simpático cachorro do Cebolinha, não apenas sumiu, como provavelmente foi sequestrado. Então, eles seguem as pistas até uma floresta distante, onde precisarão reforçar sua amizade para resgatarem o doguinho e saírem dessa furada sem grandes riscos.

Onde assistir: Globoplay.

 

Turma da Mônica: Lições (2021)

Crianças de uniforme escolar se divertindo no corredor.

Crescer é uma droga, certo? Não necessariamente. Nessa aventura, a turminha aprontava mais uma, quando a Mônica sofre um acidente e quebra o braço. Achando que essa amizade pode não ser exatamente das melhores, os pais da Mônica decidem mudá-la de escola. Já os pais de Cascão, Cebolinha e Magali inscrevem os pequenos em atividades para resolver suas ‘particularidades’, fazendo com que eles conheçam novos amigos. Porém, o Cebolinha se recusa a desistir e vai tentar bolar um plano infalível para trazer a Mônica de volta. No caminho, eles vão aprendendo sobre o amadurecimento e que isso não é necessariamente algo ruim.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 

Turma da Mônica – A Série (2022)

Crianças posando em frente a uma casa de madeira.

Vivendo aquela fase em que não são nem crianças e nem adolescentes, Mônica e seus amigos tentam se encaixar no mundo e em seus respectivos círculos de convivência. Nesse contexto, uma nova aluna, Carminha Frufru, surge e rouba todos os olhares. Ela convida a turminha para sua festa, que seria no mesmo dia da inauguração do clubinho da Mônica. Porém, uma traquinagem humilha Carminha em sua própria casa, dando início a uma investigação da fofoqueir… Investigadora Denise.

Onde assistir: Globoplay.

Kid Cudi é escalado para a sequência de ‘Um Maluco no Golfe’

kid cudi

Um Maluco no Golfe 2’ (Happy Gilmore 2), a tão aguardada sequência do clássico estrelado por Adam Sandler, está em desenvolvimento pela Netflix – e escalou mais um membro ao seu elenco.

Segundo o DeadlineScott Mescudi, também conhecido por seu nome artístico Kid Cudi (‘Não Olhe para Cima’, ‘Armadilha’), fará parte da continuação.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Mescudi se junta aos previamente confirmados Julie BowenChristopher McDonald, reprisando seus papéis como Virginia Venit e Shooter McGavin, respectivamente.

O cantor Bad Bunny (‘Trem-Bala’) também está confirmado no elenco, enquanto Margaret Qualley fará uma pequena participação no filme.

Vale lembrar que as filmagens da sequência já foram iniciadas.

Através do seu Instagram, Sandler afirmou: “Ainda não acabou. Do jeito que eu vejo… nós estamos apenas começando”.

Confira a publicação e siga o CinePOP no YouTube:

Embora a Netflix tenha confirmado a produção da sequência, ainda não há informações oficiais sobre a trama, elenco completo, data de lançamento ou outros detalhes.

Em Um Maluco no Golfe, “Happy Gilmore queria ser jogador profissional de hóquei, mas descobre um talento especial para o golfe. O atleta satírico e desbocado acaba ganhando dinheiro suficiente para ajudar sua avó, prestes a perder a casa por falta de pagamento de impostos. No entanto, seu sucesso como um herói improvável para o esporte incomoda os golfistas tradicionais”.

‘All Night Wrong’: Astro de ‘New Amsterdam’ entra para o elenco da nova comédia estrelada por Maria Bakalova, de ‘Borat 2’

tyler labine

Segundo o DeadlineTyler Labine (‘New Amsterdam’) entrou para o elenco da comédia ‘All Night Wrong’.

Estrelada pela indicada ao Oscar Maria Bakalova e por Zach Cherry, a trama acompanha Gary, um marido covarde, e Ell, uma viúva de coração partido, que se conhecem pelo Tinder apenas para se envolverem com o carro de um assassino, um cadáver e US$ 40.000 em dinheiro. Em um turbilhão de decisões erradas e encontros perigosos, a noite de Gary e Ell se transforma em uma jornada caótica cheia de brigas, mistério e consequências que mudam vidas.

Jason James entra como diretor.

Jason Filiatraut assina o roteiro do longa-metragem, cujas gravações já se iniciaram na Colúmbia Britânica, no Canadá.

All Night Wrong’ é sobre dois indivíduos de coração partido que se encontram on-line pelos motivos errados, mas acabam descobrindo algo um sobre o outro – e sobre si mesmos – ao longo de uma noite caótica. Maria e Zach são a dupla dinâmica que não sabíamos que precisávamos. Mal posso esperar para embarcar nesta aventura com eles”, James afirmou em uma declaração oficial.

Fique ligado para mais informações!

‘Laid’: Comédia estrelada por Stephanie Hsu ganha trailer HILÁRIO e data de estreia; Confira!

stephanie hsu laid

Peacock divulgou o trailer oficial de Laid, nova série de comédia estrelada e produzida pela indicada ao Oscar Stephanie Hsu (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’).

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 19 de dezembro.

Confira:

Baseada na série australiana de mesmo nome, a produção foi criada por Marieke HardyKirsty Fisher.

A trama acompanha Ruby, uma mulher que descobre que seus ex-amantes estão morrendo de maneiras incomuns e deve voltar em sua linha do tempo sexual para confrontar seu passado e seguir em frente. A melhor amiga de Ruby, AJ (Zosia Mamet), ajuda a manter seu cronograma de sexo em ordem para que cada ex seja contabilizado.

Michael AngaranoAndre HylandOlivia HoltDavid DenmanFinneas O’ConnellChloe FinemanEttore “Big E” Ewen John Early também fazem parte do elenco.

‘Say Nothing’: DRAMA histórico da FX ganha trailer e data de estreia; Confira!

say nothing

FX divulgou o trailer oficial de ‘Say Nothing’, minissérie dramático-histórica criada por Josh Zetumer.

A produção chega ao Disney+ no dia 14 de novembro.

Confira:

A produção é baseada no romance de não-ficção Say Nothing: A True Story of Murder and Memory in Northern Ireland, assinado por Patrick Radden Keefe.

Contando a história de vários membros do Exército Republicano Irlandês (IRA), Say Nothing’ explora os extremos a que algumas pessoas irão em nome das suas crenças, a forma como uma sociedade profundamente dividida pode subitamente cair num conflito armado, na longa sombra da violência radical para todos os afetados, e os custos emocionais e psicológicos de um código de silêncio.

Lola PetticrewHazel DoupeAnthony BoyleJosh FinanMaxine Peake estrelam.

‘O Brutalista’: Filme cotado para o Oscar com Adrien Brody conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Dois homens trocam olhares próximos a um ônibus.

O Brutalista, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza em 2024 e é um dos principais concorrentes ao Oscar 2025, obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 67 análises.

Pôster do filme 'The Brutalist' e avaliações.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance do ator Adrien Brody.

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“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.

“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.

“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.

“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo | CinePOP Cinema

O filme estreia dia 6 de Fevereiro nos cinemas nacionais, e tem 3 h 35 min de duração.

Assista:

Dirigido por Brady Cobert (‘Vox Lux – O Preço da Fama’), o filme é estrelado por Adrien Brody, Felicity Jones, Guy Pearce e Alessandro Nivola.

Corbert e sua colaboradora de longa data, Mona Fastvold, co-escreveram o roteiro, cuja história se expande por trinta anos de uma visão monolítica de um grande artista.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
brutalista 2

Crítica | ‘Turma da Mônica – Origens’ explora o passado de forma sensacional!

Grupo de adultos e crianças sorrindo juntos.

O ano começou em baixa para a turminha do bairro do Limoeiro. O lançamento do tenebroso Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo fez com que muitos fãs torcessem o nariz para novas adaptações, após dois filmes espetaculares dirigidos por Daniel Rezende, que foram lançados entre 2019 e 2021. Agora, porém, com o lançamento de Turma da Mônica – Origens, série original Globoplay, os fãs retornarão ao universo dos filmes de Rezende para conferirem como a amizade da turminha começou. E já adianto que é sensacional!

Para os fãs que estão meio por fora, a franquia Turma da Mônica Jovem é separada da Turma da Mônica. A ideia era fazer uma série com seis filmes para os adolescentes e seguir com os derivados da MSP em filmes e séries. No entanto, com a bomba que foi Reflexos do Medo, talvez repensem nessa quantidade de longas. Já Origens mostra que a franquia principal dos cinemas e streaming ainda tem muito a render.

turma da monica origens

Criada por Daniel Rezende e Marina Maria Iório, e dirigida por Isabel Valiante, a série é de uma sensibilidade extraordinária. A trama acompanha a turminha se reunindo novamente na casa dos 70 anos de idade porque a Mônica sofreu um acidente e perdeu momentaneamente a memória. Diante disso, ela se lembra perfeitamente de tudo, menos de seus amigos. Então, a ‘Turma da Mônica Idosa’ se junta para contar a ela histórias de como eles se conheceram e momentos importantes de sua amizade. É uma ideia simples, mas bem executada, o que faz dela genial. A partir daí, a produção intercala momentos deles velhinhos, como o Cebolinha ainda enchendo a paciência da Mônica depois desses anos todos, com as histórias das infâncias deles, como o primeiro encontro dos amigos e até mesmo revelando como foi que a Mônica conseguiu o Sansão. Essa última, inclusive, rende uma cena pós-créditos MARAVILHOSA.

Formado por Louise Cardoso (Mônica), Daniel Dantas (Cebolinha), Paulo Betti (Cascão), Malu Valle (Magali) e Dhu Moraes (Milena), o elenco adulto foi escolhido a dedo. É possível ver cada um daqueles personagens arteiros de Laços e Lições refletidos nesse casting de nomes lendárias da arte brasileira. Eles encarnaram perfeitamente a turminha, sempre mantendo aquela inocência infantil e deixando transbordar um carinho gigantesco por esses personagens. O Cascão de Paulo Betti é sensacional.

Crianças abraçadas, sorrindo em frente ao prédio.

Já o elenco infantil, composto por Giovanna Urbano (Mônica), Felipe Rosa (Cebolinha), Bernardo Faria (Cascão), Manu Colombo (Magali) e Sabrina Souza (Milena), além de ser muito parecido fisicamente com o dos filmes, é muito talentoso e consegue manter o nível daqueles personagens que encantaram os fãs há cerca de cinco anos. É impressionante o acerto do casting dessa série, que termina com um gostinho de ‘quero mais’.

E precisamos ressaltar que parte desse sucesso passa diretamente por Daniel Rezende. Ele soube, como poucos, construir esse universo de forma certeira. O Bairro do Limoeiro, que teve suas cenas gravadas em Poços de Caldas (MG) novamente, tem personalidade própria. A fotografia da série remonta a dos filmes, a estética dos personagens é completamente condizente com a que fora trabalhada anteriormente. É um trabalho artístico mais uma vez impecável. Não por acaso, Rezende também assina a direção artística do show. Ou seja, é muito nítido que há um ponto em comum a todas as produções de sucesso da Turma da Mônica no cinema e no streaming. A MSP deveria fazer de tudo para manter Daniel Rezende em algum cargo de supervisão dos futuros projetos da casa, mais ou menos como um Kevin Feige ou um James Gunn da Mauricio de Sousa Produções, porque sua visão para esses personagens é um tesouro para os fãs.

Criança sorrindo com casal ao fundo, atmosfera aconchegante.

Se fosse para definir Turma da Mônica – Origens em uma palavra, seria “amor”. Tudo na série transpira amor e carinho pelos personagens que habitam o coração de milhões de fãs pelo mundo há mais de 60 anos. Seja na versão infantil, na versão ‘baby’ ou na terceira idade, essa franquia criada por Rezende consegue sempre emocionar, divertir e arrancar lágrimas sem que o público perceba.

É mais uma produção sensacional, feita por pessoas extremamente apaixonadas pelo universo e pelos personagens em questão.

Pessoas deitadas em círculo sobre cobertor colorido.

Os oito episódios de Turma da Mônica – Origens estão disponíveis no Globoplay.

‘Queer’: Longa de Luca Guadagnino estrelado por Daniel Craig ganha cartaz de divulgação; Confira!

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Queer, o novo longa da A24 dirigido por Luca Guadagnino e estrelado por Daniel Craig, acaba de ganhar um novo cartaz de divulgação.

Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

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Uma publicação compartilhada por A24 (@a24)

 “Ambientado na Cidade do México dos anos 1950, Queer segue William Lee, um expatriado americano na casa dos quarenta e poucos anos, que leva uma vida solitária em meio a uma pequena comunidade americana. No entanto, a chegada à cidade de Eugene Allerton, um jovem estudante, faz com que William finalmente estabeleça uma conexão significativa com alguém”, diz a sinopse.

Para dar vida a essa história, Guadagnino reuniu um elenco de talentosos atores, incluindo Daniel Craig, Drew Starkey, Omar Apollo, a indicada ao Oscar Lesley Manville, Jason Schwartzman, Andra Ursuta, Michael Borremans e David Lowery.

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Lembrando que o romance Queer, dirigido por Luca Guadagnino e estrelado por Daniel Craig, fez sua estreia no Festival de Veneza, onde foi exibido para a imprensa e recebeu uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 82% de aprovação baseada em 11 análises.

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Os críticos elogiaram amplamente o trabalho de Guadagnino e a atuação de Craig, considerando o filme como um dos melhores da carreira de ambos.

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“Com este filme, Guadagnino e Craig conseguiram o que David Cronenberg não conseguiu [com Mistérios e Paixões]: humanizar um homem cuja preferência pela companhia dos gatos foi vista como misantropia”, disse Damon Wise do Deadline.

“Craig oferece um vislumbre do DNA carrancudo de Burroughs, mas o truque de sua atuação — que é ousada, engraçada e cheia de vida — está em interpretar o Burroughs mais jovem, antes de ele ter mergulhado no abismo da insanidade cultivada”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Craig é tão dominante que, às vezes, parece que Gene quase não está à altura dele. Craig é estranhamente magnífico”, disse Peter Bradshaw do The Guardian.

“Guadagnino busca não só expandir sua percepção como espectador, mas também desmembrar e reorganizar todas as partes de você que captam e sentem emoções ao assistir a um filme”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

Queer é feito para ser espinhoso, reservado e enigmático. Desejar algo mais dele pode ser simplesmente repetir o erro de Lee, buscando algo que nunca poderia ser nosso”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“Para uma adaptação de Burroughs, possui toda a provocação, mas carece da intensidade perturbadora que Naked Lunch ainda conserva, quase 35 anos depois”, disse Fionnuala Halligan do Screen International.

“Esse turbilhão complexo de emoções exige muito de Craig, e ele demonstra estar à altura do desafio. É um prazer vê-lo tão descontraído após anos de atuação controlada como 007, e ele entrega, possivelmente, sua melhor performance até agora”, disse Raphael Abraham do Financial Times.

“Com as imagens mais surreais de sua carreira, Queer é como se Luca Guadagnino fundisse a essência dos quatro últimos filmes que dirigiu em uma única obra”, disse Alexander Harrison do Screen Rant.

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‘Sua Culpa’: Sequência do romance ‘Minha Culpa’ ganha novo trailer; Confira!

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Muita pegação e drama cercam o novo trailer de Sua Culpa, sequência do romance de sucesso Minha Culpa, divulgado pelo Prime Video.

O novo filme estreará exclusivamente na plataforma de streaming em 27 de dezembro.

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O amor entre Noah e Nick parece inquebrável, apesar das manobras de seus pais para separá-los. Mas o emprego dele e a entrada dela na faculdade abrem suas vidas para novos relacionamentos. O aparecimento de uma ex-namorada em busca de vingança e da mãe de Nick com intenções pouco claras abalará os alicerces não apenas do relacionamento deles, mas da própria família Leister. Quando tantas pessoas querem destruir uma história de amor, será que ela realmente pode terminar bem?

Além de Gabriel Guevara e Nicole Wallace, o elenco conta com Marta Hazas, Iván Sánchez, Victor Varona e Eva Ruiz reprisando seus papéis. Novos nomes, como Goya Toledo, Gabriela Andrada, Álex Béjar, Javier Morgade, Felipe Londoño e Fran Morcillo, também integram o elenco.

Baseado na trilogia da autora argentina Mercedes Ron, o novo filme é dirigido por Domingo González, responsável também pelo primeiro filme da franquia.

Pôster do filme 'Sua Culpa' na Amazon Prime.

Blackout – 17 Anos | As Melhores Músicas do LENDÁRIO Álbum de Britney Spears

A indústria do entretenimento não é um lugar tão mágico quanto as pessoas pensam: em um momento, você pode estar no topo das paradas, conquistando milhões de fãs e mergulhando em uma montanha russa rumo ao sucesso; no outro, as estruturas de sua vida podem ser desmanteladas por um simples comentário ou um dia não tão bom quanto gostaria que fosse.

Esse escopo inconstante de conciliação entre o pessoal e o profissional foi um dos principais motivos que desencadearam o famoso e até hoje relembrado meltdown da princesa do pop Britney Spears entre os anos de 2006 e 2007, cuja figura passava por inúmeros problemas dentro e fora de casa e acabaram explodindo da forma mais humilhante possível para a cantora.

Ressentida entre fãs assustados e uma imprensa visceral e compulsória que não a deixava em paz, Spears recuperou as rédeas de sua vida e deu ares de renovação com a chegada de Blackout. O álbum reiterou a importância cultural da artista no cenário do entretenimento e sagrou-se seu melhor disco até os dias de hoje, emergindo como um state-of-art por natureza que não poderia ter melhor representante.

Influenciando diversas artistas com uma sonoridade original e envolvente, o álbum completa 17 anos no dia de hoje, 25 de outubro – e, para celebrar seu legado, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores músicas.

5. “TOY SOLDIER”

Toy Soldier” procura uma abordagem mais bruta, tendo o EDM e o electro-funk como pano de fundo principal – e vibra em cores e sons ao falar de desejos íntimos da cantora.Afinal, sabemos muito bem que Spears nunca teve problemas em falar abertamente sobre sexo, beleza, sensualidade e outros tabus um tanto quanto rechaçados pelos mais conservadores; aqui, entretanto, à medida que algumas faixas trazem narrativas esperadas, outras procuram explorar outros caminhos, criticando sutilmente a manipulação de certas pessoas e como ela está cansada de lidar com “soldadinhos de brinquedo”.

4. “HEAVEN ON EARTH”

Toda a estrutura de Blackoutafasta-se dos convencionalismos anteriores. Os arranjos estendem suas inclinações para algo muito mais indie, talvez até mesmo ousando buscar alguns estilos musicais mais marginalizados. Heaven on Earth”, nesse quesito, presta referências claras ao Europop e a uma construção sintética que tangencia a eletrônica, mas permanece fiel às raízes do electro-pop e do techno-pop. O uso de tons musicais distorcidos contribui para criar uma atmosfera onírica e propositalmente incômoda – um reflexo das próprias emoções da cantora.

3. “BREAK THE ICE”

São poucas as pessoas no cenário da música contemporânea que possuem o mesmo apelo comercial de Britney – e, aliando-se a produtores e a compositores de altíssimo calibre, a artista cria mágica com rendições espetaculares. Infelizmente, algumas delas passam longe do nosso radar, como foi o caso de “Break The Ice”, uma icônica peça musical que aposta fichas no electro-R&B de maneira sensual e deliberadamente envolvente, pegando elementos do crunk para uma narrativa que discorre sobre a atração sexual entre duas pessoas – e que é marcada pelo uso quase sinestésico dos sintetizadores.

2. “GIMME MORE”

Após as controvérsias que envolveram seu casamento e seus filhos, ninguém levava Spears a sério – mas o lançamento do primeiro single do disco, “Gimme More”, provou que todos estavam errados e que Britney ainda conseguia causar um impacto. Sem sombra de dúvida, a composição da música já mostra ares totalmente diferentes de seus trabalhos anteriores, mergulhando em uma mescla contemporânea que abandona os ares noventistas e conversa com um público movido pelo dinamismo. A faixa de abertura é sexy, quase empoderadora, cuja letra traz um eu lírico sedento por mais – seja lá a que isso se refira.

1. “PIECE OF ME”

“Piece of Me”, segundo single de Blackout, é a definição perfeita do que o título da obra significa: buscando colocar a vida de volta nos trilhos, Britney percebe que um dos principais motivos de ter cedido a uma insanidade aterrorizante foi a pressão exercida por uma imprensa manipuladora e sensacionalista. E que melhor forma de responder a esses ataques com um afronte bem claro? A faixa, uma ironia nem um pouco sutil que serve de resposta àqueles que tentaram diminui-la, e não só tem uma letra deliciosamente perversa, como também traz elementos do dubstep e das distorções acústicas que a transformam em uma obra-prima.

Lady Gaga | Ranqueamos TODOS os lead singles da icônica artista – incluindo “Disease”

lady gaga

A titânica musicista Lady Gaga lançou neste último dia 25 de outubro o aguardado lead single de seu vindouro sétimo álbum de estúdio.

A canção, intitulada “Disease”, posa como um dos melhores lead singles da cantora, compositora e produtora – e traz um resgate de suas raízes no dark-pop e no synth-pop com poder avassalador e uma construção sonora potente e impactante.

Pensando nisso, preparamos uma lista ranqueando todos os seus lead singles – levando em consideração apenas as músicas presentes em seus álbuns de estúdio oficiais. Isso exclui os discos colaborativos com Tony Bennett, o projeto ‘Harlequin’ e a trilha sonora de ‘Nasce Uma Estrela’.

Confira nossas escolhas abaixo:

7. “STUPID LOVE”

Álbum: Chromatica

Em 2020, Gaga voltou de surpresa com o lançamento de “Stupid Love”. O lead single do aclamado ‘Chromatica’ trouxe os retumbantes elementos do dance-pop e do house para uma colorida, vibrante e envolvente jornada musical que quebrou recordes e que reacendeu o fogo de suas obras anteriores.

6. “PERFECT ILLUSION”

Álbum: Joanne

Três anos depois de ‘ARTPOP’, Gaga anunciou um comeback diferente do esperado: ‘Joanne’. Revivendo a era vocalista da música com uma produção voltada para o country-rock, o álbum ganhou vida através do lead single “Perfect Illusion”, que faz alusões ao icônico Bruce Springsteen e seu conhecido dance-rock.

5. “BORN THIS WAY”

Álbum: Born This Way

Pouco tempo depois de ter estourado com “Just Dance” e “Poker Face”, Gaga estava pronta para dar mais um passo em sua carreira e, homenageando a comunidade LGBTQ+, lançou a aclamada track Born This Way. A faixa-título de seu terceiro álbum foi a primeira a falar diretamente com a liberdade queer e feminina, abrindo portas para discussões de empoderamento, respeito e luta.

4. “APPLAUSE”

Álbum: ARTPOP

‘ARTPOP’ pode não ter feito o estrondoso sucesso dos álbuns anteriores de Gaga e, anos depois de ser duramente criticado, foi compreendido como um state-of-art da música pop. O lead single“Applause”, trouxe o Eurodance de volta ao cenário mainstream e falou sobre fama e sobre o que lhe dá vida: aplausos.

3. “DISEASE”

Álbum: Ainda Sem Título

Apresentando uma amálgama diabolicamente equilibrada de referências a ‘The Fame Monster’ e a ‘Born This Way’“Disease” abre a mais nova era de Lady Gaga com uma força irrefreável e um comprometimento arrepiante – sendo lançada em uma época certeira e revelando que nossa Mother Monster ainda tem muito a nos contar.

2. “JUST DANCE”

Álbum: The Fame

single de estreia de Lady Gaga continua como um dos mais bem-sucedidos não apenas de sua carreira, mas também da história. Escrita em apenas dez minutos, a canção foi bem recebida pelo público por sua produção nostálgica e reminiscente do clubbing electro-pop dos anos 1980 e 1990, além de ter conquistado uma indicação ao Grammy de Melhor Gravação Dance.

1. “BAD ROMANCE”

Álbum: The Fame Monster

Considerada por inúmeros especialistas como a magnum opus de Gaga, “Bad Romance” permanece viva na memória de qualquer um que já tenha ligado a rádio ao menos uma vez em 2009. Vencedora de duas estatuetas do Grammy, a canção é o carro-chefe do aclamado e revolucionário ‘The Fame Monster’ e traz elementos do house e do techno alemães ao vibrante electro-pop do final dos anos 2000.

Crítica | Lady Gaga abre nova era de forma diabolicamente GLORIOSA com o lead single “Disease”

lady gaga

Se o dark pop possui um grande nome, este é o de Lady Gaga.

Desde sua estreia oficial no circuito fonográfico com ‘The Fame’ até os dias de hoje, a titânica musicista nunca pensou duas vezes antes de se jogar de cabeça na transformação do grotesco e do sombrio em arte. Através de uma discografia quase imaculada, a cantora, compositora e produtora já nos entregou peças musicais memoráveis que partiram dessas inflexões, como “Bad Romance”“Judas”“Bloody Mary” e tantas outras – pincelando tais escopos narrativos e estéticos com instrumentais pesados e provocantes.

Qual foi nossa alegria quando, quatro anos depois de seu último compilado de originais, ela anunciou que estava pronta para oficializar uma nova era – tendo como carro-chefe a aguardada faixa “Disease”. Gaga havia confirmado o lançamento do lead single de seu sétimo álbum de estúdio (ainda sem título oficial) há algum tempo, durante a turnê de promoção de ‘Coringa: Delírio a Dois’ – e, neste último dia 25 de outubro, a performer concretizou o debute do que apenas podemos encarar como uma das melhores canções de 2024 e uma das mais bem estruturadas de sua carreira.

Ao longo de 3 minutos e 49 segundos, Gaga nos guia a uma jornada que emula eras anteriores, mas sem deixar de apostar em uma originalidade empolgante. Ao aliar-se com nomes como Michael PolanskyAndrew WattCirkut para uma arquitetura de tirar o fôlego, ela aposta fichas numa mistura de pop industrial, electro-clashsynth-pop que urgem em uma exploração inesperada do significado do amor. Versos como “veneno por dentro, eu poderia ser seu antídoto essa noite”“posso sentir o cheiro da sua doença”, de fato, não poderiam ser entregues com tanta vontade e fervor por ninguém além dessa artista única

É notável como Gaga brinca dentro de sua zona de conforto em um retorno drástico às raízes que a colocaram no centro dos holofotes – mas faz isso de modo inesperado, amadurecido e revolucionário dentro das bases que ajudou a repopularizar no final dos anos 2000 e começo dos anos 2010. Desde o impactante arranjo do baixo, dos sintetizadores e de uma bateria poderosa, às incríveis camadas vocais (que misturam rendições quase teatrais e fraseamentos falados que já se tornaram marca registrada de sua identidade) e a uma performance aplaudível, todas as engrenagens se encaixam com perfeição invejável.

Apresentando uma amálgama diabolicamente equilibrada de referências a ‘The Fame Monster’ e a ‘Born This Way’“Disease” abre a nova era de Lady Gaga com uma força irrefreável e um comprometimento arrepiante – sendo lançada em uma época certeira e revelando que nossa Mother Monster ainda tem muito a nos contar.

‘Não se Mexa’, novo terror produzido por Sam Raimi, já está disponível no streaming!

Pessoa deitada na grama com expressão intensa.

O terror ‘Não Se Mexa‘, produzido pelo mestre Sam Raimi (‘Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio’), já está disponível na Netflix.

O longa chegou à plataforma de streaming hoje, 25 de outubro, bem a tempo das comemorações de Halloween.

Na trama, um serial killer que injeta uma substância paralisante em uma mulher. E ela deve fugir, lutar e se esconder antes que seu corpo perca completamente seus movimentos.

Relembre o trailer:

Kelsey Asbille (‘Yellowstone’) e Finn Wittrock (‘American Horror Story’) estrelam.

Adam Schindler e Brian Netto (’50 States of Fright’) ficam responsáveis pela direção.

O roteiro foi assinado pela dupla T.J. CimfelDavid White.

Capstone Studios também irá produzir o longa ao lado da Raimi Productions e Hammerstone Studios.

[SPOILER] é coroada a VENCEDORA da 1ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race Global All Stars’

Drag queen posando em frente a mapa dourado.
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O último episódio de ‘RuPaul’s Drag Race Global All Stars‘, novo spin-off do aclamado reality de competição, já foi exibido – e coroou a vencedora da 1ª temporada.

A icônica Alyssa Edwards foi sagrada campeã, levando para casa um prêmio de US$200 mil, uma homenagem no Hall da Fama do programa e o título de Rainha do Mundo.

Ela havia previamente participado da 5ª temporada do show original e também da 2ª temporada do spin-off ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’.

Kitty Scott-ClausKween KongNehellenia ficaram empatadas em 2º lugar.

A temporada também contou com Gala Varo (Drag Race Mexico Season 1), Pythia (Drag Race Canada Season 2), Eva Le Queen (Drag Race Philippines Season 1), Miranda Lebrão (Drag Race Brazil Season 1), Athena Likis (Drag Race Belgique Season 1), Vanity Vain (Drag Race Sweden Season 1), Tessa Testicle (Drag Race Germany Season 1) e Soa de Muse (Drag Race France Season 1).

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RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.

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Halsey lança ‘The Great Impersonator’, seu novo álbum de estúdio; Ouça!

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A cantora e compositora Halsey lançou hoje (25) o seu aguardado álbum de estúdio The Great Impersonator.

O compilado de originais conta com 18 faixas, incluindo os singles “The End”“Lucky”, “Ego” “Lonely is the Muse”.

Relembre a tracklist:

1. Only Living Girl in LA
2. Ego
3. Dog Years
4. Letter to God (1974)
5. Panic Attack
6. The End
7. I Believe in Magic
8. Letter to God (1983)
9. Hometown
10. I Never Loved You
11. Darwinism
12. Lonely Is the Muse
13. Arsonist
14. Life of the Spider (Draft)
15. Hurt Feelings
16. Lucky
17. Letter to God (1998)
18. The Great Impersonator

Lembrando que o disco anterior da artista foi o aclamado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’, que se tornou uma das produções mais bem recebidas do ano passado e inclusive entrou para nossa lista de melhores álbuns de 2021, conquistando o terceiro lugar da lista.

Crítica | Halsey entrega o melhor álbum da carreira com o incrível e politizado ‘If I Can’t Have Love, I Want Power’

O disco veio acompanhado de um filme, dirigido por Colin Tilley e com roteiro da própria Halsey, além de trazer produção de Trent ReznorAtticus Ross, vencedores do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original pela animação ‘Soul’.

Halsey fez sua estreia no mundo da música com Badlands, em 2015. Desde então, lançou mais dois álbuns: Hopeless Fountain Kingdom (2017) e o elogiado Manic (2020), ambos ganhando elogios por parte da crítica especializada. Vendendo mais de um milhão de álbuns e recebendo mais de 6 bilhões de streamings apenas nos Estados Unidos, a artista já foi indicada duas vezes para o Grammy e já levou para casa quatro Billboard Music Awards.

M. Night Shyamalan explica POR QUE sofre muitas críticas: “sou um imigrante”

O diretor M. Night Shyamalan, conhecido por obras como ‘O Sexto Sentido’ e ‘Sinais’, abordou as críticas que seus filmes frequentemente recebem em uma recente declaração.

O cineasta afirmou acreditar que ser um imigrante, enquanto não foca suas histórias nesse tema, acaba fazendo com que parte da crítica tenha algum tipo de má vontade com suas produções.

“Eu sou um imigrante, no fim do dia, e estou contando histórias não sobre imigrantes. Às vezes, parece que seria mais fácil de engolir se eu estivesse fazendo filmes sobre matemáticos indianos ou algo assim. Então eu teria o benefício da dúvida”, declarou Shyamalan.

Shyamalan ganhou destaque em Hollywood por suas narrativas intrigantes e reviravoltas surpreendentes. No entanto, o diretor também já enfrentou muitas críticas e reações mistas em seus lançamentos, principalmente em obras mais recentes de sua carreira.

O trabalho mais recente do cineasta foi ‘Armadilha‘, filme estrelado por Josh Hartnett, que está disponível no catálogo da Max.

Confira o trailer promocional:

‘Armadilha’ acompanha um renomado show da cantora pop Lady Raven que se transforma no centro de uma operação policial sinistra. A trama gira em torno da busca por um serial killer conhecido como “O Açougueiro”, que aterrorizou a população com seus assassinatos brutais.

O elenco também é composto por Ariel Donoghue, Saleka Shyamalan, Hayley Mills e Allison Pill.

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‘Extermínio 3’: Ralph Fiennes revela ENREDO do novo filme de zumbis

Ralph Fiennes trouxe à tona os primeiros detalhes deExtermínio 3’, filme que continuará a famosa franquia de terror com zumbis,Extermínio.

Escrito por Alex Garland e contando, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle, o filme já encerrou suas filmagens.

Em conversa com o IndieWire, Fiennes revelou que a nova trama acompanhará a história de um jovem garoto que busca desesperadamente por um médico para salvar sua mãe.

“A Grã-Bretanha está há 28 anos nessa terrível praga de pessoas infectadas, transformadas em humanos violentos, com poucas comunidades não infectadas. O novo filme é focado em um jovem garoto que deseja encontrar um médico para ajudar sua mãe moribunda”, contou Fiennes.

O ator também destacou o perigo da jornada do protagonista, que acaba encontrando uma figura intrigante que pode oferecer a ajuda necessária.

“O garoto leva sua mãe através dessa paisagem bonita e desolada, no norte da Inglaterra, enquanto se depara com infectados escondidos nas florestas e colinas ao redor. No entanto, ele encontra um médico excêntrico, porém com boas intenções, que se torna importante na jornada”, completou o ator.

Além de Ralph Fiennes (O Menu), o elenco de Extermínio 3‘ também conta com Cillian Murphy (Oppenheimer), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

O longa estreará nos cinemas nacionais no dia 19 de junho de 2025 – um dia antes do lançamento no território norte-americano.

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Liam Payne e Nicole Scherzinger trocavam mensagens no dia da morte do astro

Duas pessoas em evento de gala
nicole scherzinger e liam payne

A morte de Liam Payne, ex-integrante do One Direction, comoveu o mundo da música. E uma das pessoas mais afetadas por essa perda foi Nicole Scherzinger, que foi mentora de Liam quando ele ainda era um jovem participante do X-Factor.

Em uma recente entrevista a Billboard, o compositor Andrew Lloyd Webber revelou detalhes comoventes sobre a relação entre Nicole e Liam. Segundo ele, a cantora estava trocando mensagens com o ex-One Direction no dia em que ele faleceu.

“Eu suponho que algo que não foi dito, e que eu poderia dizer, é que, claro, ela foi mentora do Liam, do One Direction. Na quarta-feira, quando ele morreu, ela ainda estava enviando mensagens para ele naquele dia”, revelou Andrew.

Mesmo após receber a triste notícia, Nicole Scherzinger  se apresentou como Norma Desmond na produção da Broadway.

“Ela acabou de saber que ele havia morrido, e o fato de ela ter feito o show é extraordinário. Quero dizer, ela é uma mulher incrível, incrível. Sem dúvida, é uma das melhores performers com quem já trabalhei”, continuou Andrew.

Por fim, ele exaltou o trabalho dela: “Uma coisa sobre a Nicole é que, uma vez que ela se compromete com algo, ela é a membro mais incrível da equipe e líder de qualquer performer que conheço”.

liam payne

Segundo informações do The Guardian, Liam Payne faleceu devido a múltiplos traumas e sangramentos internos e externos provocados por uma queda de uma sacada no terceiro andar de um hotel em Buenos Aires.

A autópsia confirmou que as lesões na cabeça do pop star foram suficientes para resultar em sua morte.

As investigações também indicaram que ele estava sozinho no momento da queda. Cinco testemunhas foram ouvidas, e substâncias apreendidas em seu quarto sugeriram o consumo de álcool e drogas.

Homem cantando em show com microfone na mão

O paramédico que atendeu o artista compartilhou detalhes sobre como ele foi encontrado após a queda do terceiro andar. Em uma entrevista ao La Nación, o paramédico Alberto Crescenti explicou o ocorrido.

“Quando os oficiais chegaram, o responsável do hotel informou que ouviu um forte barulho na parte interna traseira do estabelecimento e constatou a morte de um homem que havia se jogado da varanda do seu quarto”, constou no boletim policial.

Após a chegada da equipe médica, o artista foi identificado por meio de seu passaporte como Liam Payne. “Até que não tivéssemos o passaporte com seus dados precisos, não queríamos divulgar nenhuma informação”, admitiu Crescenti.

“Gostaríamos de ter tido uma chance para ele, mas as lesões que ele apresentava eram gravíssimas”, lamentou. “Acredito que a queda foi de quase 14 metros. A equipe não pôde fazer nada; não houve possibilidade de reanimação. Todo o corpo apresentava lesões severas”, acrescentou o especialista.

“Depois, soubemos que ele era o cantor de um grupo musical”, indicou Crescenti.

Ele esteve na Argentina recentemente para um show de Niall Horan no começo do mês.

Em junho de 2021, ele lutou contra o vício em álcool e medicamentos prescritos em um momento, e as coisas ficaram tão ruins que ele teve pensamentos suicidas “graves”.

No início desta semana, houve relatos sobre a ex-noiva de Liam, Maya Henry, alegando que ele a deixou depois de pedir que ela fizesse um aborto.

Em maio de 2017, Payne lançou “Strip That Down” como o single principal de seu álbum de estreia. Ele alcançou a terceira posição na UK Singles Chart e a décima posição na Billboard Hot 100 dos EUA, sendo certificado como platina em ambos os países.

Seu álbum de estreia, LP1′, foi lançado em dezembro de 2019. Ele vendeu mais de 18 milhões de singles em menos de três anos desde o hiato do One Direction e mais de 3,9 bilhões de streams de carreira nesse período.

Homem sorrindo em foto em preto e branco.
liam payne (1)

Selena Gomez comete gafe e cita Diddy em evento beneficente

A cantora e atriz Selena Gomez protagonizou uma gafe durante um evento beneficente em prol da saúde mental. Ao apresentar a diretora-executiva do Didi Hirsch Mental Health Services, a artista acabou se confundindo e citou o nome do rapper Diddy.

É importante lembrar que o rapper está sendo investigado por várias acusações graves, incluindo abuso sexual e tráfico humano.

“Para as organizações que o Rare Impact Fund apoia, o D.D. Hirsch Mental Health Services é o lar do primeiro e maior centro de prevenção de suicídio do país. Eles estão comprometidos com a saúde mental das crianças, da prevenção de suicídio, do treinamento nas escolas até o seu centro de ajuda aqui em L.A. e as suas 13 linhas de atendimento”, começou a atriz.

Ela então declarou: “Estou muito honrada de estar trabalhando com tantos criadores de mudanças incríveis. Então, por favor, se unam a mim ao dar as boas-vindas à diretora-executiva da DiddyDiddy? Desculpe. Não! Diddy não! Mais uma vez: da D.D. Hirsch, Lynn Morris, e T-Line”, disse Selena, aos risos.

A cantora rapidamente se recuperou do erro e continuou seu discurso, destacando a importância do trabalho da organização em promover a saúde mental e prevenir o suicídio.

O Didi Hirsch Mental Health Services é uma instituição renomada nos Estados Unidos, dedicada à prevenção do suicídio e ao cuidado da saúde mental. Selena Gomez é uma das embaixadoras da organização e utiliza sua plataforma para conscientizar sobre a importância desse tema.

ENTENDA O CASO DIDDY

As acusações emergem meses depois de diversos processos que começaram em novembro do ano passado quando a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, o acusou de abuso físico e sexual enquanto estavam juntos.

Após o processo, Joi Dickerson-Neal afirmou que Cassie a inspirou a contar sua própria história: em 1991, quando era apenas uma estudante, Combs a drogou, abusou dela sexualmente e gravou o crime sem ela saber. De acordo com o relatório, ela havia concordado em sair para jantar com Diddy no dia 03 de janeiro de 1991, em Harlem, durante as férias de inverno da Universidade de Siracusa.

Foi lá que Combs “intencionalmente a drogou” e a levou para um lugar onde estava ficando. Sem quaisquer “capacidades físicas e mentais de se defender dele”, ele abusou sexualmente dela. Como se não bastasse, ela descobriu mais tarde, através de um amigo, que ele havia gravado o abuso e mostrado a outras pessoas. Combs, por sua vez, negou as alegações.

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No último dia de elegibilidade do Adult Survivors Act, legislação que permitiu que supostas vítimas de crimes sexuais para os quais o prazo de prescrição expirou pudessem abrir ações civis pelo período de um ano (entre 24 de novembro de 2022 e 24 de novembro de 2023), Liza Gardner também abriu um processo contra o produtor, acusando-o de tê-la violentado quando tinha apenas dezesseis anos. No documento, ela afirmou que em 1990 ou em 1991, ela e uma amiga se encontraram com Combs e com o cantor de R&B Aaron Hall em um evento supervisionado pela MCA Records, em Manhattan. Depois da festa, ela foi convidada para o apartamento de Hall, juntamente a Combs, e ambos lhe ofereceram várias bebidas ao longo da noite.

Diddy, então, a forçou a ter relações sexuais, deixando-a “chocada e traumatizada”. Hall entrou no quarto após Combs “terminar” e fez a mesma coisa.

Em dezembro de 2023, uma vítima que preferiu não se identificar, abriu outro processo contra Combs, alegando que foi violentada e traficada sexualmente por um grupo de pessoas comandado por Combs e Harve Pierre, ex-presidente da produtora Bad Boys Records (que fazia parte do império de Diddy). A mulher afirmou que o abuso ocorreu em 2003, quando ela tinha 17 anos, enquanto seu agressor tinha 34.

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Em fevereiro deste ano, o produtor Rodney “Lil Rod” Jones, que trabalhou com Diddy em seu último álbum de estúdio (‘The Love Album: Off the Grid’), alegou em mais um processo que Combs e seus associados engajaram em “atividades ilegais”.

Jones acompanhava Combs e viaja com ele no período entre setembro de 2022 e novembro de 2023. Ele afirma que, durante essa época, ele sofria assédios sexuais constantes de Combs, sendo pressionado a participar de atos sexuais ou até mesmo a procurar profissionais do sexo para seu chefe – além de testemunhá-lo drogando pessoas em suas festas. Jones, inclusive, possuía horas e mais horas de material em câmera, visto que era forçado a gravá-lo constantemente: o conteúdo em questão inclui videoclipes que comprovam inúmeros eventos promovidos por Combs com garotas menores de idade e profissionais do sexo.

Jones também alega que Diddy tentou forçá-lo a ter relações sexuais com ele, tendo sofrido inúmeros assédios e abusos enquanto vivia na cada de Combs na Flórida, em Los Angeles e em Nova York – e até mesmo no iate que alugou nas Ilhas Virgens Americanas.

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Em virtude de sua influência, Combs teve relacionamentos com grandes nomes do cenário musical e do entretenimento. Entre os anos de 1999 e 2001, ele namorou Jennifer Lopez e, à época, foi detido após um tiroteio em Manhattan por “violações de armas e acusações adicionais”. No mesmo período, Thalia Graves revelou ter sido drogada e estuprada por Diddy quando tinha apenas 25 anos de idade.

Outros nomes relacionados a Combs incluem 50 Cent, que sempre teve uma rixa de proporções midiáticas com o produtor – acusando-o, inclusive, de ser responsável pela morte de Notorious B.I.G.. Em 2023, 50 Cent revelou que estava trabalhando em um documentário para explorar as múltiplas alegações contra Combs, intitulado Diddy Do It?’. Jay-Z também possuía um forte relacionamento com Diddy, e foi inclusive criticado por 50 Cent e por Nicki Minaj por não ter se pronunciado frente às polêmicas.

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Na ocasião, Nicki afirmou: “queremos saber se você estava presente durante o abuso de adolescentes e crianças. É o que queremos saber. [Todos] eles precisam manter os holofotes em mim para que ninguém lhes pergunte sobre as acusações contra o melhor amigo deles”.

Vale lembrar que Minaj trabalhou tanto com Combs quanto com Jay-Z no passado. Todavia, Jay-Z não foi citado em qualquer dos processos.

Mais nomes que não se pronunciaram em relação ao ocorrido e mantinham uma relação próxima com Diddy incluem Naomi Campbell, que participava ativamente de suas festas, e o supracitado Usher.

Zachary Levi afirma que muitos em Hollywood têm medo de se assumirem apoiadores de Donald Trump

HOLLYWOOD, CALIFORNIA - MARCH 28: Zachary Levi arrives at Warner Bros. Pictures and New Line Cinema's world premiere of "SHAZAM!" at TCL Chinese Theatre on March 28, 2019 in Hollywood, California. (Photo by Morgan Lieberman/FilmMagic)

As eleições nos EUA continuam a gerar intensos debates, e recentemente o ator Zachary Levi (Shazam!‘) utilizou as redes sociais para rebater Whoopi Goldberg (‘Mudança de Hábito’). Levi afirmou que arriscou sua carreira ao declarar apoio a Donald Trump para a presidência.

Segundo a Variety, no início do mês, Goldberg afirmou que Hollywood sempre teve uma tendência à direita, enquanto tentava ensinar uma lição ao ator. Levi discordou dela, ressaltando que estava colocando sua carreira em risco, pois “Hollywood é uma cidade muito, muito liberal”.

Goldberg rejeitou a afirmação como “mais besteira” e disse a Levi que “somos um grupo misto” em Hollywood. Ela acrescentou que “às vezes parece que há mais democratas, e outras vezes, mais republicanos, mas a verdade é que muito poucas pessoas se arriscam a se identificar como republicanas”.

Ela também citou as carreiras em andamento de atores republicanos atuantes, como Jon Voight e Dennis Quaid.

Em resposta, Levi publicou um vídeo no Instagram: “Para Whoopi Goldberg e todos do ‘The View’, não acho que seja correto afirmar que Hollywood é simultaneamente uma cidade liberal e conservadora. Quanto ao ponto de Whoopi, no passado pode ter havido mais equilíbrio… mas hoje você realmente precisa estar em um certo nível da sua carreira para ser um republicano aberto em Hollywood”.

Levi ainda acrescentou: “Entre os milhares de atores em Hollywood, o fato de você conseguir nomear apenas dois realmente diz algo sobre isso. Há muitas pessoas, e a propósito, elas me enviaram muitas mensagens. Há muitos na minha indústria, em Hollywood, que têm medo de dizer publicamente que votariam em Donald Trump ou que se identificam como conservadores”.

“É por isso que vocês não os veem. É por isso que eles não são muito prevalentes ou proeminentes. Eles sabem que existem consequências para esse tipo de coisa”, ressaltou.

por fim, ele fez um apelo: “Mas, pessoal, nossa indústria está indo para o fundo do poço. Já está. Estamos sendo corroídos. A pandemia e as greves já causaram muito dano. Meu apelo a todos vocês, eleitores de Trump que estão escondidos, é agora ou nunca. Façam o que sentirem que precisam fazer. Se precisarem se declarar publicamente, e ainda não se sentirem prontos, não se sintam obrigados. Eu nunca os pressionaria a fazer isso. Mas saibam que, se o que vocês temem é a repercussão de uma indústria que pode não existir em breve, não deixem que isso os impeça”.

‘Venom 3: A Última Rodada’: Intérprete de Knull foi escolhido há MUITO tempo

Venom 3: A Última Dança’ introduz Knull, o Deus dos Simbiontes, como um grande vilão neste universo da Sony.

Com o personagem sendo um dos vilões mais poderosos da Marvel, os fãs estão empolgados com as possibilidades para o futuro, já que este parece ser apenas o início da jornada de Knull nas telonas.

Em conversa com o ComicBook, Kelly Marcel, diretora e roteirista deVenom 3’, explicou por que Andy Serkis foi escolhido para interpretar o vilão.

“Sabíamos que Andy Serkis seria Knull desde Venom 2’. Ele foi nosso diretor em Venom 2’; Tom e eu estávamos sempre conversando sobre o que Venom 3’ seria, e sabíamos que queríamos apresentar Knull da maneira como fizemos. Ao mesmo tempo, olhando para Andy Serkis todos os dias enquanto ele dirigia, [pensamos] ‘Bem, ele é o melhor'”, contou Marcel.

Além disso, a diretora também destacou a importância do personagem para os fãs da Marvel, revelando que a equipe quis entregar algo fiel aos quadrinhos.

Knull, na verdade, foi o primeiro personagem que começamos a desenvolver para este filme. Antes do Venom-CavaloXenophage e Knull foram os primeiros dois [personagens] que entraram em desenvolvimento em termos de design. Sabíamos que tínhamos que acertar Knull. Ele é um favorito colossal entre os fãs. Queríamos nos manter o mais próximo possível das HQs em termos de como ele se parecia.”

Com Knull, Venom 3’ encerra a trilogia estrelada por Tom Hardy, no entanto, a Sony tem planos para explorar ainda mais o universo dos simbiontes nos próximos anos.

Assista nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Tom Hardy se DIVERTE na farofada sem sentido de ‘Venom: A Última Rodada’

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

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[Exclusivo] CinePOP no Egito | Por dentro da 7ª edição do Festival de Cinema de El Gouna

Palco do Festival de Cinema El Gouna, evento internacional.
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Esta é a primeira vez do CinePOP na cobertura de um Festival de Cinema na África. Apesar de desconhecido do público ocidental, o Festival de Cinema Internacional de El Gouna, realizado de 24 de outubro a 1 de novembro na cidade resort às margens do Mar Vermelho, no Egito, movimenta um grande mercado audiovisual na região do MENA (Oriente Médio e África do Norte, em inglês) e a exibe de dezenas de obras vindas de todos os cantos do mundo.  

Os títulos selecionados disputam a Golden Star (Estrela de Ouro) nas categorias longas e curtas-metragens e documentários. Além do troféu, os vencedores recebem prêmios em dinheiro e menções especiais para filmes voltados a causas ambientais e de origem asiática. O Brasil possui apenas um representante no evento deste ano. O curta Minha Mãe é uma Vaca (My Mother is a Cow), da diretora Moara Passoni, em competição pela Estrela de Ouro. O título teve estreia mundial no Festival de Veneza.

Pessoa olhando para um boi em estábulo rústico.
Cena de Minha Mãe é uma Vaca, único filme brasileiro em El Gouna.

Noite de Gala na Abertura

Com direito a aviões soltando fogos no Palácio do Festival, o qual é rodeado de agudas, e luxuosas estruturas, a sala da cerimônia é completamente aberta e durante as sessões é possível contemplar as estrelas. Como esperado durante a abertura da 7° edição do Festival de Cinema Internacional de El Gouna, a mensagem foi de paz entre as nações. 

Com o lema “Cinema for Humanity” (Cinema para Humanidade), o evento proclamou o fim dos conflitos na região do Golfo, entre Israel e Palestina, e apoio à Ucrânia. Os fundadores do festival Naguib e Samih Sawiris pediram imediato cessar fogo e a posição política a favor da Palestina, além de declarar o cinema como um caminho para construir diálogo e  novas janelas entre os povos. 

Nesse mesmo caminho, as apresentações musicais e discursos foram voltadas para a temática do soft power do cinema, isto é, o poder cultural dos filmes de influenciar e tocar as pessoas ao redor do mundo. Embora o audiovisual do Egito não seja divulgado no Brasil e no continente Americano, o país da África do Norte possui tradição e um grande número de produções, por exemplo, um dos melhores momentos da abertura foi a apresentação de um compilado de canções originais de filmes egípcios. Veja abaixo: 

 

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Festival sofre Censura de Última Hora

Horas antes da noite de abertura, programada para às 20h local, o IFF El Gouna sofreu uma censura do governo e teve que mudar o filme de abertura no último momento.Previsto para fazer sua estreia mundial o drama egípcio O Último Milagre, de Abdelwahab Shawky, foi substituído por The Man Who Could Not Remain Silent (O homem que não conseguia permanecer em silêncio), do croata Nebojsa Slijepcevic, ganhador da Palma de Ouro de melhor curta-metragem no Festival de Cannes deste ano. 

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Cena de O Último Milagre, de Abdelwahab Shawky, censurado na abertura de El Gouna

Em comunicado oficial, os organizadores apenas alegaram “um ajuste na programação original”, já que O Último Milagre “infelizmente não pôde ser exibido”. De acordo com o Screen Daily e jornalistas locais, o real motivo é político, pois a obra não havia sido liberada pelos censores locais, isto é, a Autoridade Central para a Censura de Obras de Arte (CACWA) do Egito se recusou a conceder a aprovação de triagem necessária. 

Estrelado por Khaled Kamal (O Elefante Azul), o curta de 20 minutos narra a trajetória de um editor de uma página de obituário após digitar incorretamente o nome de um proeminente sheikh sufi e ser duramente repreendido pelo dono do jornal. Atormentado, ele busca consolo em um bar, porém ele recebe o surpreendente telefonema do próprio falecido sheikh, solicitando um encontro. 

Programação de Filmes 

Em sua sétima edição, o IFF El Gouna destaca na sua programação os ganhadores do Leopardo de Ouro, no Festival de Locarno 2024, Toxic, de Saulè Bliuvaitè; e O Quarto ao Lado, de Pedro Almodóvar, ganhador do Leão de Ouro, no Festival de Veneza, em setembro. Além de títulos já premiados fora da competição, o festival promete o lançamento mundial de quatro filmes, entre eles o egípcio A jornada inevitável para encontrar um vestido de noiva, de Jaylan Auf, em competição oficial e pelo prêmio FIPRESCI.

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Leticia Alassë no júri FIPRESCI do festival El Gouna.

O CinePOP conta Letícia Alassë no festival, como membro do júri da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema), representando tanto o site quanto o Brasil. Composto por três críticos de cinema, o júri é responsável por selecionar o melhor filme em competição entre o primeiro e segundo trabalho de um cineasta de origem africana, asiática ou sul-americana, um total de dez títulos. 

Por conta dos conflitos próximos à região do Mar Vermelho, o festival foi cancelado em 2022 e três vezes remarcado em 2023. Os conflitos ainda existem, porém este ano o evento está empenhado em dar voz à Palestina e elaborou uma mostra inédita de cinco curtas-metragens produzidos nesta região entre 2023 e 2024, a Window on Palestine. Os filmes selecionados refletem a resiliência, a humanidade e a força de um povo em frente ao genocídio, portanto suas histórias devem ser contadas e ouvidas. 

Pessoa em entrevista no El Gouna Film Festival.
Sylvester Stallone homenageado no Festival El Gouna 2018

Apesar de não focar em obras de Hollywood, o festival já premiou artistas norte-americanos pelo o conjunto da obra, isto é, sua contribuição mundial ao cinema, foram eles: Sylvester Stallone (2018) e Forest Whitaker (2017). Nesta edição, o prêmio será dedicado ao ator e produtor egípcio Mahmoud Hemida. Quer saber mais sobre o que acontece no mundo do cinema no Egito? Acompanhe nossas redes sociais e artigos.

‘Predador’: Site revela que projeto SECRETO será uma animação

Após Steve Asbell, chefe da 20th Century Studios, anunciar que a franquia ‘Predador’ ganhará um filme secreto em 2025, surgiram novas informações intrigantes.

De acordo com o Gizmodo, esse projeto secreto será uma animação dividida em três histórias. O filme em questão contará com três narrativas distintas, cada uma ambientada em diferentes períodos da história da humanidade.

A primeira narrativa se passará na era da pirataria, enquanto a segunda explorará uma trama repleta de samurais.

Assim, a franquia promete expandir seu universo de forma inovadora, atraindo tanto fãs antigos quanto novos espectadores, enquanto amplia suas possibilidades.

No entanto, é importante lembrar que a informação ainda deve ser tratada como rumor.

Vale lembrar queO Predador: A Caçada’ está disponível no Disney +.

Mostra SP | Crítica – ‘O Vidreiro’ traz aventura confusa, mas instigante, em belo longa animado

Personagens animados olhando para o céu com aviões.

Ainda pouco comentado no Brasil, O Vidreiro é um filme que talvez sequer chegue a conseguir distribuição no circuito nacional, mas é interessantíssimo, principalmente para os fãs de animação à moda antiga. Na Mostra SP, a animação fez um sucesso danado, enchendo várias salas ao longo da programação. Dirigido por Usman Riaz, o longa se popularizou no exterior por ser a primeira animação 2D 100% feita à mão no Paquistão. Veja bem, é comum que o país produza animações geradas por computador, mas adotar esse formato meio artesanal no país que tem pouquíssimos incentivos a essa arte é uma missão realmente heróica.

Com forte inspiração não apenas no estilo de animação de Hayao Miyazaki, mas também na trama que apela a elementos como uma guerra de grandes proporções e sequências que beiram o onirismo, o longa é visualmente encantador. Fruto de uma produção que durou uma década para ser finalizada.

Crianças animadas olhando objeto brilhante.
A trama acompanha a improvável história de amor entre Vincent, um jovem pacifista e aprendiz de vidreiro, e Alliz, a filha do coronel que comanda as tropas na guerra que assola a região. O filme se passa em dois momentos, na infância e na juventude da dupla, mostrando como nasce essa amizade e como o contexto cruel em que estão inseridos afeta suas vidas.

Nesse ponto, a trama poderia ser bastante simples, mas existe um elemento cultural muito impactante que pode causar estranhamento ao público do ocidente: os Djinn. Naturais da mitologia árabe, eles são espíritos superpoderosos que podem ser benignos ou malignos, assumindo distintas formas e aprontando bastante por aí. No Ocidente, o exemplo mais popular dos Djinn talvez seja o Gênio da Lâmpada de Aladdin. Porém, ele é apenas uma representação do folclore. A versão de O Vidreiro é mais complexa e dramática. Esse choque cultural pode não agradar a todos, mas traz viradas interessantes na trama.

Casal conversando em loja de cristais.
Mas o grande chamariz é mesmo essa estética próxima do anime, mas com personalidade própria. É um visual que remete bastante a cultura paquistanesa, principalmente no uso das cores, e ainda assim é bastante palatável ao ocidente.

Também há um debate sutil, mas cativante sobre a arte e suas diferentes manifestações. Na verdade, esse é o grande mote do filme. Todos os protagonistas acreditam ser artistas a sua maneira.

O Coronel é elevado ao posto de artista da guerra. O pai de Vincent é um artesão do vidro que faz de tudo para manter a tradição de suas peças diferenciadas em vez de se render à demanda popular por copos simples. Vincent é um aprendiz de vidreiro que parece ter herdado a visão artística sensível e refinada da mãe, enquanto Alliz é uma aspirante a violinista que se vê diante de um questionamento interno: “o que é ser artista de verdade?”.

Personagem toca violino em ambiente fechado.

Conforme o amor impossível dos dois vai se manifestando, suas respectivas artes afloram. Afinal, mais que apaixonados, eles são unidos pelo amor à arte. Agora pense em um trabalho lindo da animação na hora de retratar a confecção das peças de vidro. São momentos de encher os olhos!

No fim das contas, apesar de ter uma reta final um pouco mais confusa por conta da mitologia dos Djinn, O Vidreiro é um conto clássico de amor em tempos de guerra, tendo a arte como esperança de dias melhores e apontando todas as contradições que esses conflitos mortais e sem sentido causam. Guerra não é arte, porque a arte pode machucar, pode fazer entristecer, mas os apreciadores vivem para desfrutar de outras artes posteriormente. A guerra, não. Ela só traz morte e destruição, acabando com esperanças e chacinando inocentes. É um projeto realmente interessante.

Personagens animados olhando para o céu com aviões.
O Vidreiro
não tem previsão de estreia no Brasil.

Christine Boisson, atriz de ‘Emmanuelle’, morre aos 68 anos

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A atriz francesa Christine Boisson, mundialmente conhecida por seu papel marcante como Marie-Ange no clássicoEmmanuelle (1974), faleceu no último dia 21 de outubro, aos 68 anos, em Paris.

A notícia foi confirmada por sua filha, Juliette Kowski, ao The New York Times.

Boisson vivia em uma casa de repouso e lutava contra uma doença pulmonar, que acabou por levar à sua morte.

Além deEmmanuelle, Christine Boisson construiu uma carreira sólida no cinema, participando de dezenas de filmes. Sua atuação no drama ítalo-francês ‘Identificação de uma mulher’ (1982), dirigido por Michelangelo Antonioni, é considerada uma de suas melhores performances.

Outros trabalhos de destaque em sua filmografia incluem ‘O segredo de Charlie’ (2002) e ‘Confissões de um tira’ (1974).

Mulher posando ao ar livre, foto em preto e branco.

‘Um Tira Muito Suspeito 2’: Comédia com Martin Lawrence ganhará sequência

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‘Um Tira Muito Suspeito’, a comédia de 1999 estrelada por Martin Lawrence e Luke Wilson, ganhará uma sequência.

De acordo com o Deadline, a produção já está em desenvolvimento. Cole Maliska está encarregado de escrever o roteiro, e fontes ligadas ao projeto afirmam que ele se encontra em fase inicial, sem outros talentos envolvidos até o momento.

Martin Lawrence está assumindo a produção do longa, ao lado de Robert Lawrence, Rae Proctor, Stacy Lyles e Toby Jaffe, da RDV Films.

Cena de ação com homens e carro prateado.

Lançado em 1999, ‘Um Tira Muito Suspeito’ traz Lawrence no papel de Miles, um ladrão de joias que tenta recuperar um diamante deixado em uma delegacia. Para isso, ele se disfarça de detetive e se junta a um policial de verdade, interpretado por Luke Wilson, para investigar uma série de roubos.

O filme estreou em primeiro lugar nas bilheteiras da América do Norte e arrecadou quase US$ 120 milhões globalmente.

‘Um Tira Muito Suspeito’ está disponível na Netflix.

James Franco revela fim da amizade com Seth Rogen: “Não foi por falta de tentativa”

Dois homens sérios em traje formal, verificando relógios.
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O astro James Franco, conhecido por seu papel em127 Horas, revelou recentemente que não mantém mais contato com Seth Rogen, seu antigo amigo e colega de trabalho em A Entrevista.

Em uma entrevista à Variety, Franco comentou: “Não, eu não falei com o Seth. Eu amo o Seth, tivemos 20 anos ótimos juntos, mas acho que chegou ao fim. E não foi por falta de tentativa. Eu disse a ele o quanto ele significou para mim”.

Vale lembrar que, em 2021, após James Franco ser acusado de má conduta sexual, Rogen se afastou do ator.

Na ocasião, ele afirmou: “O que posso dizer é que desprezo o abuso e o assédio, e nunca encobriria ou ocultaria as ações de alguém que os comete. Olho para aquela entrevista de 2018, onde disse que continuaria trabalhando com James, e a verdade é que não tenho feito isso e não pretendo agora”, disse ao The Sunday Times.

No mesmo ano, James admitiu no podcast The Jess Cagle que se envolveu sexualmente com alunas, afirmando: “Isso foi errado”, mas “não foi um plano mestre” da sua parte.

Ele concordou em pagar uma quantia de US$ 2,235 milhões para encerrar a ação coletiva que enfrentava.

Após confessar seus erros, Franco foi “expulso” de Hollywood e viu sua carreira estagnar, deixando de conseguir novos trabalhos como antes.

Quando questionado se achava a expulsão injusta, Franco respondeu: “Quer dizer, é o que é. Honestamente, eu já passei por isso. Foi resolvido, e eu consegui mudar. Então é isso, acabou. Também trabalhei nos EUA, e estou apenas tentando seguir em frente”.

james franco

‘Juror #2’: Confira os BASTIDORES do novo filme de Clint Eastwood

Dois homens conversando em um parque, um com fone.
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O aguardado dramaJuror #2, dirigido pelo lendário Clint Eastwood, ganhou um novo vídeo especial que revela mais sobre os bastidores da produção.

O conteúdo permite que os fãs tenham uma visão exclusiva do processo de criação do filme, enquanto Eastwood comanda o projeto, que conta com grandes nomes em seu elenco.

Vale lembrar que Juror #2’ seria o último filme da carreira do cineasta. No entanto, recentemente, Clint Eastwood indicou que já está planejando um novo projeto.

Confira o vídeo dos bastidores:

Inicialmente cogitado para ir direto para o streaming, Juror #2 ganhou a chance de brilhar nas telonas, mas em um formato bem diferente do que estamos acostumados.

O drama judicial, que acompanha um jurado que descobre ser o culpado por um crime, terá sua estreia mundial no prestigioso AFI Fest e, em seguida, será exibido em menos de 50 cinemas nos Estados Unidos.

Lembrando que a exibição em festivais e cinemas selecionados é essencial para a elegibilidade aos principais prêmios da indústria.

Uma fonte próxima à Warner Bros. revelou que a decisão de lançarJuror #2 nos cinemas é um gesto de gratidão a Eastwood, que gerou bilhões em bilheteira para a empresa e conquistou inúmeros prêmios com filmes comoOs Imperdoáveis eMenina de Ouro’.

O longa é estrelado por Toni Collette (‘Hereditário’), Nicholas Hoult (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), Kiefer Sutherland (‘Designated Survivor’) e Zoey Deutch (‘Tinha Que Ser Ele?’), sob a direção de Clint Eastwood.

O filme tem um orçamento de US$ 30 milhões.

Juror #2 está marcado para estrear em 1º de novembro, nos cinemas.

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