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‘Mestres do Universo’: Vídeo e fotos mostram Nicholas Galitzine como He-Man e Camila Mendes como Teela; Confira!

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As filmagens de Mestres do Universo, adaptação live-action do clássico desenhoHe-Man e os Mestres do Universo, continuam a toda pompa.

Um novo vídeo e fotos das filmagens destacam Nicholas Galitzine como o Príncipe Adam, o alter ego do herói He-Man. Nelas, também podemos ver Camila Mendes no papel de Teela.

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O longa está programado para estrear em 5 de junho de 2026.

O elenco ainda conta com Alison Brie como Evil-Lyn, Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.

Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.

A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).

Crítica em Vídeo 2 | ‘Premonição 6’ é o MAIS GRANDIOSO e ambicioso da franquia – mas tem um defeito…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de Premonição 6: Laços de Sangue’, sequência da clássica franquia de terror que chega aos cinemas no próximo dia 15 de maio.

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Crítica | ‘Premonição 6: Laços de Sangue’ REVITALIZA a icônica franquia slasher da melhor maneira possível | CinePOP Cinema

Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

Cerimônia de abertura do 78º Festival de Cannes: uma noite de cinema, arte e compromisso político

A cerimônia de abertura do 78º Festival de Cannes foi conduzida com elegância e profundidade pelo ator francês Laurent Lafitte, que transformou o palco do Grand Théâtre Lumière em um espaço tanto de celebração quanto de reflexão. Em um discurso espirituoso e incisivo, Lafitte exaltou o papel dos atores, atrizes e cineastas, relembrando ícones como James Stewart, Jean Gabin, Marlene Dietrich, Adèle Haenel e o ex-ator e atual presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky.

Encerrando seu discurso com força simbólica, Lafitte declarou: “Então, viva o cinema, viva o Festival de Cannes, viva a humanidade apesar de tudo. E que nós, atores e atrizes, estejamos à altura de nossos personagens. Nós, cineastas, à altura de nossas obras. E à altura desta frase de Frank Capra: ‘Apenas os audaciosos deveriam fazer cinema.'”

Homenagem a Juliette Binoche

Logo após, Lafitte chamou ao palco os nove membros do júri da competição oficial, presidido por Juliette Binoche, “nascida atriz nesta própria sala”, como destacou o mestre de cerimônias. A atriz francesa foi homenageada em seguida por sua brilhante carreira, pontuada por colaborações com cineastas de diferentes escolas e países:

Abbas Kiarostami, Jean-Luc Godard, Krzysztof Kieslowski, Claire Denis, Léos Carax, Louis Malle, André Téchiné, Chantal Akerman, John Boorman, Jean-Paul Rappeneau, Bruno Dumont, Diane Kurys, Olivier Assayas, David Cronenberg, Anthony Minghella, Christophe Honoré, Amos Gitaï, Tran Anh Hung e Hirokazu Kore-eda.

Binoche emocionou o público ao trazer à tona o conflito entre Israel e Palestina e homenagear a jovem fotojornalista Fatma Hassouna, morta em Gaza em abril deste ano:

No dia 16 de abril, ao amanhecer, em Gaza, a fotojornalista Fatma Hassouna, de 25 anos, e dez de seus entes queridos foram mortos por um míssil que atingiu sua casa. Ela havia escrito: ‘A morte passou por mim, a bala do atirador me atravessou e me tornei um anjo aos olhos de uma cidade imensa, maior que meus sonhos, maior que esta cidade. Tornei-me uma poeta sagrada aos olhos de uma floresta, tornando-me eremita e tomando um cipreste como oferenda.’”

A presidente do júri ainda lembrou que na véspera de sua morte, a jovem recebeu a notícia de que o filme do qual participou havia sido selecionado para o Festival de Cannes. Fatma, portanto, deveria estar naquela sala entre os participantes.

Tributo a David Lynch 

Outro momento tocante da noite foi a homenagem ao cineasta David Lynch, falecido em janeiro deste ano. O tributo começou a partir de uma cena de Coração Selvagem (1990), com Nicolas Cage e Laura Dern, e a cantora franco-canadense Mylène Farmer apresentou uma canção inédita, uma espécie de “canção de ninar” dedicada ao eterno explorador do estranho e do onírico.

Apesar da beleza da performance, vale salientar que a apresentação musical não teve o mesmo impacto da do ano anterior, quando Zaho de Sagazan fez uma poderosa releitura de Modern Love, de David Bowie, contagiando os espectadores e levando Greta Gerwig às lágrimas.

Palma de Ouro Honorária a Robert de Niro

O grande homenageado da noite, Robert De Niro, subiu ao palco após ser apresentado por Leonardo DiCaprio, e fez um discurso fortemente político, posicionando-se abertamente contra o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele criticou os ataques à cultura e às artes, e alertou para os perigos do autoritarismo.

“Isso nos diz respeito a todos, porque as artes são por essência democráticas. A arte é inclusiva, ela reúne as pessoas como esta noite. A arte é uma busca por liberdade. A arte inclui a diversidade, e é por isso que a arte está ameaçada. É por isso que somos uma ameaça para os autocratas e fascistas deste mundo.”

E ainda alertou: “O presidente filisteu americano se autoproclamou à frente de uma de nossas instituições culturais. Ele simplesmente retirou os fundos para as ciências humanas, para a formação superior. E agora anunciou 100% de tarifas sobre os filmes produzidos fora dos Estados Unidos. É algo que merece reflexão. A criatividade não tem preço. Mas, aparentemente, podemos impor tarifas à criatividade – o que é inaceitável. Todos esses ataques são inaceitáveis”. 

Um Grito de Cinema: “Cannes Está Aberto!”

Encerrando a noite com energia e paixão, Quentin Tarantino tomou o palco para abrir oficialmente o festival. Com sua típica intensidade, gritou: “IT’S MY HONOUR TO DECLARE THE 78TH FESTIVAL OPEN!!!”

A 78ª edição do Festival de Cannes começa com um chamado claro: resistir com arte, com coragem e com humanidade. Nos próximos doze dias, filmes de todo o mundo disputarão a Palma de Ouro — entre eles o brasileiro O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, mas, como ficou claro na cerimônia, o espírito do festival vai muito além do prêmio. É sobre liberdade, memória e transformação.

‘Chad Powers’: Série de comédia com Glen Powell ganha data de estreia

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O Hulu finalmente anunciou quando ‘Chad Powers‘, série de comédia estrelada por Glen Powell (‘Todos Menos Você’), será lançada.

A produção está programada para estrear no dia 30 de setembro.

Inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning, a trama segue Chad Powers, que, após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.

Confira a 1ª imagem oficial e siga o CinePOP no Youtube:

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Além de estrelar e produzir, Powell também assina o roteiro ao lado de Michael Waldron (‘Loki’).

“Nós dois somos fãs de futebol. Quando vimos o Eli caracterizado como o Chad Powers, sabíamos que esse poderia ser apenas o começo de uma história maior sobre este universo. Estamos ansiosos para fazer parte desta equipe, e mal podemos esperar começar,” declarou a dupla em comunicado oficial.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Brad Pitt busca redenção nas pistas no trailer DUBLADO de ‘F1’; Confira!

A Warner Bros. divulgou o trailer dublado de ‘F1‘, drama estrelado pelo vencedor do Oscar Brad Pitt.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de junho.

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contactado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Crítica | Ritas – Documentário Reacende a Chama Imortal de Rita Lee

O dia 22 de maio é celebrado, na religião católica, como o dia de Santa Rita de Cássia, a padroeira das causas impossíveis e protetora das viúvas. E, desde 2024, a data é também conhecida como o Dia de Rita Lee, marco aprovado pela Câmara dos Deputados de São Paulo em homenagem à cantora brasileira. O motivo? Bom, é que Rita Lee, em sua última entrevista, comentou que, apesar de ser capricorniana, gostaria de transferir seu aniversário para o dia 22 de maio, que é dia de Santa Rita. Porque assim era a cantora, inusitada, irreverente. Razão pela qual, em respeito a seu desejo, no próximo dia 22 de maio estreia nos cinemas brasileiros o longa documental ‘Ritas’, após sessões aplaudidíssimas no Festival É Tudo Verdade.

O documentário, com quase noventa minutos, é um presente aos fãs saudosos mas é também um importante veículo para as pessoas que não conhecem ou pouco conheceram a cantora paulista. Com muito esmero, a pesquisa de Antônio Venâncio e Eloá Chouzal mergulha no acervo deixado por Rita com um vasto material tanto de carreira quanto de vida pessoal, com direito a fotos, reportagens, revistas e entrevistas que, muitas vezes, a própria Rita comentava ao se rever estampada. A variedade e a qualidade do material apresentado do filme impressionam.

O roteiro tecido por Fernando Fraiha, Karen Harley e Oswaldo Santana costura muito bem passado e presente, partindo de trechos da última entrevista e as últimas imagens registradas pela própria cantora em videochamadas (aquelas chamadas de gente andando, câmera tremendo, que é como o filme começa). Então, Rita perpassa seu álbum de fotos, criticando as roupinhas de sua infância e observando sua própria família. Mas o filme não se demora aí, afinal, a própria homenageada dá a entender que o que importa conhecer sobre si é sua trajetória musical, iniciada ainda jovem tocando violão.

É no recheio de ‘Ritas’ que reside o tempero da biografada. Enquanto acompanhamos Rita Lee em diversas entrevistas, o espectador é conduzido a acompanhar a formação de caráter da jovem cantora, expulsa dos Mutantes tão somente por ser mulher (palavras dela) e que fez desse baque o combustível de sua carreira solo. Importante dizer que o filme não se furta em dar a devida importância que a dupla Gilberto Gil e Caetano Veloso teve não só na formação musical da jovem, mas, principalmente, apoiando sua carreira para que ela conseguisse voar solo.

Bem relacionada, Rita fez diversos amigos na cena cultural brasileira, que a chamaram para trabalhos e divulgaram suas músicas, como Marília Gabriela, Hebe Camargo, Elis Regina e Betânia, mesmo durante os duros tempos da ditadura. Nestes tempos, a personalidade forte e debochada de Rita Lee virou um artigo explosivo, mas que conseguiu atravessar esse período das trevas ainda que com algumas músicas censuradas e uma prisão.

Já na reta final de ‘Ritas’, chegamos ao momento mais sereno da vida da biografada, comentado pela própria após conhecer o amor com Roberto de Carvalho, tecladista de sua banda que se tornaria seu marido e pai de seus três filhos. Aqui os diretores Oswaldo Santana e Karen Harley fizeram questão de jogar luz sobre essa história de amor, desde seu início, realçando o bem que fazia à Rita.

Do raio de sol que foi, Rita Lee agora se expande no universo post-mortem e, através do documentárioRitas’, sua essência fica eternizada para as atuais e próximas gerações. Um filme apaixonado e irreverente como a própria Rita Lee.

‘Sakamoto Days’: 2ª parte do anime da Netflix ganha trailer e data de estreia!

sakamoto days netflix

Netflix divulgou o trailer oficial da 2ª parte da 1ª temporada de Sakamoto Days, anime baseado na famosa saga mangá criada por Yuto Suzuki.

A nova leva de episódios chega à plataforma de streaming no dia 14 de julho.

Confira:

Masaki Watanabe entra como diretor.

A história gira em torno de Taro Sakamoto, um lendário assassino aposentado que se estabeleceu em uma vida tranquila e mundana como homem de família. No entanto, sua vida pacífica é interrompida quando ex-inimigos e colegas de sua época de assassino chegam em busca de vingança.

Tomokazu SugitaNobunaga ShimazakiAyane SakuraNao ToyamaHina KinoRyota SuzukiNatsuki Hanae e outros fazem parte do elenco original.

Já elenco de vozes na versão em inglês conta com Matthew MercerDallas LiuRosie OkumuraRosalie ChangLexi CabreraXolo MaridueñaSungWon Cho e outros.

‘Creed’: Série derivada ganha título e novidades promissoras

A aguardada série derivada da aclamada franquia de filmesCreed acaba de receber sinal verde para produção. Segundo informações do Deadline, o Prime Video encomendou Delphi, uma série dramática que contará com a produção executiva de Michael B. Jordan e Marco Ramirez, que assumirá o papel de showrunner.

A narrativa da série se concentrará nos jovens talentos da Delphi Boxing Academy, a mesma academia icônica que marcou presença nos filmesRocky e Creed.

A Delphi Boxing Academy, localizada em Los Angeles, foi fundada pelo lendário Tony “Duke” Evers e serviu como o principal centro de treinamento para Apollo Creed durante seus anos de glória. Atualmente sob o comando do filho de Duke, Tony “Little Duke” Evers, a academia continua a ser o lar de Adonis Johnson Creed, filho de Apollo Creed.

Michael B. Jordan marcou presença no evento Amazon Upfront para apresentar a nova série, expressando seu entusiasmo com o projeto:

“Essa série nos transporta de volta ao berço de tudo. O que me encanta nessa história é sua fidelidade à essência da franquia ‘Rocky’ e ‘Creed’: trabalho árduo, determinação inabalável e a luta por algo que transcende a nós mesmos. É uma ode à família – tanto aquela em que nascemos quanto aquela que construímos ao longo do caminho. Estamos edificando algo especial aqui, e estou ansioso para apresentar novos lutadores que trilharão os corredores da Delphi. Como sempre ressoamos em ‘Creed’: um passo, um round, um soco de cada vez”, afirmou o astro.

Delphi terá a produção executiva de Michael B. Jordan e Liz Raposo pela Outlier Society, ao lado de Irwin Winkler, David Winkler e Charles Winkler pela Chartoff/Winkler Productions.

Para os fãs que desejam revisitar o início da jornada de Adonis Creed, ‘Creed: Nascido para Lutar'” está disponível para streaming no Prime Video.

‘Branca de Neve’: Disney divulga os primeiros 9 minutos do filme; Confira!

A Disney divulgou recentemente os primeiros 9 minutos do live-action de Branca de Neve, longa que esteve envolvido em diversas polêmicas. O filme é protagonizado por Rachel Zegler no papel-título e Gal Gadot como a Rainha Má.

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Crítica | ‘Branca de Neve’ recaptura a magia da animação original através da fabulosa atuação de Rachel Zegler

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Branca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

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‘O Garoto do Futuro’ – comédia com Michael J. Fox completa 40 anos – Você Lembra?

De Volta para o Futuro’, clássico atemporal dos anos 80 e provavelmente o filme mais famoso daquela década completa nada menos do que 40 anos de sua estreia em 2025. Sim amigos, o tempo passa. Mas existe ainda outro filme estrelado por Michael J. Fox que também está completando quatro década de lançamento este ano: ‘O Garoto do Futuro’, comédia obscura hoje, mas que na época obteve um sucesso cult. Vamos conhecer um pouco mais desse longa nessa matéria.

Nos anos 80, os filmes adolescentes eram sensação. No início da década, as produções de John Hughes, como ‘Gatinhas e Gatões’ e ‘O Clube dos Cinco’ faziam grande sucesso. Até mesmo filmes adolescentes de humor mais ácido e incorreto como ‘Porky’s’ e ‘Picardias Estudantis’ arrastavam verdadeiras multidões. Assim, os produtores da Atlantic Entertainment Group viram a oportunidade de fazer um filme adolescente, unindo a proposta com outra tendência forte na época: os filmes de fantasia. Esse seria seu diferencial. Mas e que tipo de fantasia: que tal um filme de lobisomem? Afinal, ‘Um Lobisomem Americano e Londres’ e ‘Grito de Horror’ haviam se tornado ícones em 1981.

A proposta de ‘Teen Wolf’ era misturar filmes adolescentes com elementos de fantasia e terror.

Como sempre, o primeiro passo é contratar roteiristas para criar a história. Matthew Weisman e Jesh Loeb foram os escolhidos. A sacada aqui era uma subversão de ‘Carrie – A Estranha’, livro de Stephen King, ou seja, uma história de amadurecimento na puberdade, na qual não são apenas os hormônios que começam a mudar o corpo de um adolescente. Enquanto ‘Carrie’ descobria poderes telecinéticos junto com a primeira menstruação, o personagem central aqui se transformaria em um lobo adolescente (daí o título original). Mais tarde ele descobriria que essa é uma “maldição” passada em sua linhagem familiar.

A proposta é misturar dois gêneros que costumam casar muito bem: a comédia e o terror. Enquanto alguns filmes como ‘Pânico’ são essencialmente terror com toques de humor, outros como ‘O Garoto do Futuro’ são comédias com elementos leves de terror. E se você achou familiar o nome do roteirista Jeph Loeb, saiba que você não está enganado, ele é o mesmo que depois se tornou roteirista de quadrinhos, escrevendo para as maiores editoras do segmento: Marvel e DC.

A ideia dos produtores era ter como chamariz um jovem ator famoso, e Michael J. Fox fazia sucesso na TV com ‘Caras e Caretas’.

Tendo o roteiro pronto, agora era preciso um diretor e um protagonista. A intenção do estúdio desde o início foi criar uma produção rápida e barata, que visasse capitalizar em cima da imagem de um jovem astro em ascensão. Rod Daniel foi escolhido para dirigir o longa ainda nos estágios iniciais da produção. Ele vinha de um background na TV e este foi seu primeiro filme para o cinema. Segundo reza a lenda, Daniel foi contratado após responder que o filme era sobre o relacionamento de pai e filho, ao invés de responder que era sobre lobisomens, como todos os outros candidatos haviam feito.

Para o papel principal, é claro, temos Michael J. Fox. O ator baixinho já fazia sucesso na sitcom ‘Caras e Caretas’ (Family Ties), que havia estrelado em 1982 e entrava em sua quarta temporada – no auge de sua popularidade. Ao todo, ‘Caras e Caretas’ durou sete temporadas até 1989. Na série, Fox interpretava o filho “careta” de um casal de ex-hippies liberais. A sacada cômica é que o filho adolescente era o conservador da história. Ter um astro jovem da TV em seu filme significava atrair exatamente o público-alvo desejado.

Além de ficar coberto de pelos, Michael J. Fox seguiria no mesmo ano para estrelar ‘De Volta para o Futuro’, seu maior sucesso.

A narrativa é tratada de forma cômica e até cartunesca. Na trama, Fox vive Scott Howard, estudante colegial retraído, que não tem sucesso com as mulheres e vive sendo atormentado por valentões – ou seja, a típica fórmula identificável saída dos anos 80. A virada está no fato de que o rapaz ao adentrar à puberdade começa a sofrer transformações “cabeludas”. Porém, essa sua nova “versão lobo” (que chega inclusive durante o dia, em horário escolar) faz um tremendo sucesso com os colegas de classe e até com as meninas, tornando o protagonista extremamente popular. Ao invés de causar repulsa ou medo, o lobo muda a vida de Scott positivamente.

Estratégia Lucrativa

No mesmo ano em que fez ‘O Garoto do Futuro’, Michael J. Fox seguiria também para estrelar o maior sucesso de sua carreira, com ‘De Volta para o Futuro’. E podemos dizer que realmente foi obra do destino, pois o ator escolhido originalmente para ‘De Volta para o Futuro’ havia sido Eric Stoltz. O ator inclusive filmava o longa há um mês quando o diretor Robert Zemeckis decidiu que não dava mais e que Stoltz não era o ator certo para viver Marty McFly em seu filme sobre viagem no tempo. Mas enquanto Stoltz filmava, Michael J. Fox estava coberto de pelo em ‘O Garoto do Futuro’. É dito que Fox estava infeliz, mas sabia que era uma grande oportunidade de migrar da TV para o cinema, sonho de todo ator. Segundo relatos, Fox teria dito “Steven Spielberg está filmando no fim da rua e eu aqui interpretando um lobisomem”.

Malandramente, os produtores de ‘O Garoto do Futuro’ esperaram o lançamento de ‘De Volta para o Futuro’ para surfar em seu sucesso.

Fox mencionava justamente ‘De Volta para o Futuro’, que tinha produção do criador de ‘Tubarão’, ‘E.T.’ e ‘Indiana Jones’. O golpe do destino veio com a saída de Eric Stoltz – a vaga ficou aberta e Michael J. Fox seria eternizado com o papel de McFly. Sabendo da substituição, os produtores de ‘O Garoto do Futuro’, que trabalhavam na pós-produção enquanto seu astro adentrava o ambicioso projeto, tiveram a brilhante ideia de adiar o lançamento de seu filme para capitalizar em cima do sucesso que certamente seria ‘De Volta para o Futuro’ – afinal tudo o que o midas Spielberg tocava virava ouro.

Dito e feito, ‘O Garoto do Futuro’ foi adiado para depois da estreia de ‘De Volta para o Futuro’ e surfou em seu sucesso na maior cara de pau. No entanto, cara de pau maior tiveram os profissionais responsáveis por dar o título do filme de lobisomem aqui no Brasil. Com a estratégia mais deslavada possível ‘Teen Wolf’ (Lobo Adolescente) viraria ‘O Garoto do Futuro’ em nossas terras tupiniquins, mesmo que a trama do filme nada tenha a ver com viagem no tempo. O marketing foi todo criado em cima do outro filme com “o garoto do futuro”. O fato fez grande parte do público ficar confuso ao adentrar a sessão e descobrir que o longa nada tinha de sci-fi, gênero que esperavam encontrar.

O sucesso do filme garantiu um desenho animado, uma continuação dois anos depois e uma série dramática em 2011.

Legado

Michael J. Fox deixou claro que só topou estrelar ‘O Garoto do Futuro’ por dinheiro, e no fim das contas o verdadeiro filme responsável por sua revelação seria ‘De Volta para o Futuro’. Fox desgostou tanto que se recusou a retornar na eventual continuação. E sim, o longa fez sucesso suficiente para criar um legado na época. Hoje, é visto como obra cult.

O Garoto do Futuro’ atingiu em cheio o público-alvo – e como todo filme adolescente, termina acertando também o público infantil com força. Isso motivou a criação de um desenho animado que tinha como base o filme e estreou logo no ano seguinte, em 1986 – todos que viveram na época certamente lembram. Nos anos 80 era comum uma versão infantil na forma de desenho animado de um filme de sucesso, por mais inapropriado que ele fosse para isso. Alguns exemplos são as animações de ‘Rambo’, ‘Robocop’, ‘Loucademia de Polícia’, ‘Karatê Kid’ e ‘Os Caça-Fantasmas’.

O filme se tornou um cult da época e este ano está completando 40 anos de sua estreia.

O desenho animado durou duas temporadas até 1987. E quando chegou ao fim, a saga dos lobisomens adolescentes cômicos não parou por aí. Isso porque o estúdio ainda tinha mais suco para espremer desta fruta. A opção desta vez foi por uma sequência do filme original. Porém, como Michael J. Fox já havia ganhado o mundo com ‘De Volta para o Futuro’ e dois anos depois lançava o drama roqueiro ‘Luz da Fama’ (ao lado da roqueira da vida real Joan Jett) e o sucesso de humor ‘O Segredo do Meu Sucesso’, a opção dos produtores foi por centrar a narrativa de ‘O Garoto do Futuro 2’ no primo de Scott, Howard, que também carrega o gene lobo da família. A continuação contou com outro roteirista e diretor, e foi estrelada por Jason Bateman.

Mas não parou por aí, pois ‘O Garoto do Futuro’ saiu dos anos 80 diretamente para os tempos atuais, bem, ao menos de 14 anos atrás e se transformou em uma série moderninha, criado nos moldes adolescentes de ‘Crepúsculo’ (2008), com conflitos juvenis de relacionamento e um teor de terror de mentirinha. Ou seja, com a mudança de época, Teen Wolf deixava de ser comédia para ser drama aborrecente. Mas não pense você que não fez sucesso com seu público-alvo. Com produção da MTV, ‘Lobo Adolescente’ (como se chamou por aqui) pode ser considerada a versão mais bem-sucedida da marca – já que durou nada menos que 100 episódios ao longo de seis temporadas.

O Garoto do Futuro’ custou US$4 milhões para ser produzido. O longa estreou no dia 23 de agosto de 1985 e ficou em segunda posição no ranking das maiores bilheterias dos EUA. Michael J. Fox era desbancado por… bem, por ele mesmo, já que ‘De Volta para o Futuro’ ainda estava em cartaz, em sua oitava semana (pasme) e ainda liderava as bilheterias na primeira posição (com um total de US$120 milhões só na Terra do tio Sam). Sim, o filme foi um fenômeno. Já ‘O Garoto do Futuro’ também não fez feio e só em seu fim de semana de estreia arrecadou US$6.1 milhões, já pagando seu custo de produção. O filme terminaria sua passagem nos cinemas com US$33 milhões apenas em seu país de origem, e entraria para a história como um dos cults mais queridos dos anos 80.

‘American Love Story’: Naomi Watts será Jackie Kennedy na nova série antológica de Ryan Murphy

O premiado produtor Ryan Murphy já definiu parte do elenco principal de sua aguardada série ‘American Love Story‘, derivada da antologia de sucesso ‘American Crime Story‘, do FX.

Segundo informações divulgadas pelo jornalista de cultura pop, Evan Ross Katz, Naomi Watts dará vida a Jackie Kennedy, enquanto o estreante Paul Kelly interpretará seu filho, John F. Kennedy Jr.

A série, que será exibida pelo canal FX, fará parte da nova fase de antologias de Murphy, em parceria com o estúdio 20th Television, com quem mantém contrato geral via Disney.

Sarah Pidgeon foi escalada para dar vida à Carolyn Bessette, esposa de John F. Kennedy Jr. 

Pidgeon é mais conhecida por ter estrelado a série ‘The Wilds: Vidas Selvagens‘.

A primeira temporada da série antológica vai acompanhar a trágica historia de amor de JFK Jr. e Bassette.

Filho homem mais velho do presidente John F. Kennedy e Jacqueline Bouvier Kennedy, JFK Jr. morreu em 16 de julho de 1999, em um acidade de avião. A pequena aeronave que ele pilotava caiu no Oceano Atlântico, a cerca de 12 km da ilha Martha’s Vineyard, em Massachusetts. Ele estava acompanhado de sua esposa, Carolyn, e de sua cunhada, Lauren, que também morreram na ocasião.

John-John, como era chamado pelos mais próximos, era dono de um carisma enigmático e cativante e tinha apenas 38 anos.

Confira a sinopse oficial da 1ª temporada:

“O que começou como uma bela união de um jovem casal, amplamente considerado como a realeza americana, acabou se desgastando sob o estresse da microscópica e implacável perseguição dos tabloides. As pressões de suas carreiras e rumores de discórdia familiar terminaram com suas trágicas mortes, quando seu avião particular caiu no oceano em uma nebulosa noite de verão na costa de Massachusetts”.

Murphy, Brad Falchuck, Nina Jacobson e Brad Simpson serão os produtores executivos de ‘American Love Story‘.

A produção se une ao crescente universo de antologias criadas por Murphy, que também inclui ‘American Horror Story‘ e ‘Feud‘.

A nova série ainda não tem data oficial de estreia.

Robert Eggers, Ari Aster e Jordan Peele! Conheça os Atuais Diretores Mestres do Terror em Hollywood…

Hollywood é a fábrica de astros e estrelas. Mas isso não se restringe apenas aos atores. Tanto os cinéfilos, quanto o público casual, conhecem bem os nomes de certos realizadores, os verdadeiros responsáveis pelo resultado de um filme. Cineastas como Jordan Peele, Ari Aster e Robert Eggers estão na boca do povo. O diretor é quem assume a função de comandar uma obra cinematográfica e é o responsável por seu sucesso ou seu fracasso – já que um filme é essencialmente a sua visão.

Abaixo falaremos justamente deles, diretores da nova geração que já se tornaram nomes badalados da sétima arte e que todos nós devemos prestar atenção. Mas não apenas isso, pois esses são realizadores que atuam principalmente em um gênero que gostamos muito: o terror. Um filme de gênero pode ser extremamente criativo, pois não necessita das amarras dos demais, ele não precisa agradar todo tipo de público, por exemplo. Isso permite uma liberdade maior aos diretores, que podem deixar sua imaginação correr solta, sem limite. Abaixo separamos alguns dos nomes mais quentes da indústria na atualidade, nomes que você deve prestar atenção ou se ligar para conhecer. Confira.

Robert Eggers

Se você gosta de terror, certamente deve conhecer Robert Eggers. E se não gosta, a chance de já ter ouvido falar dele também é grande. Cineasta autoral, Eggers chamou atenção pelo mundo graças ao sucesso do “terror de arte” ‘A Bruxa’, um filme bem diferente do que o grande público está esperado a receber. E justamente por isso não é uma obra, digamos, muito comercial. Aliás, os filmes de Eggers não são. Mas o diretor vem fazendo um baita sucesso mesmo assim. A cada novo exemplar o sucesso só aumenta. O cineasta tem no currículo filmes como ‘O Farol’, ‘O Homem do Norte’ e o recente ‘Nosferatu’. Seu próximo projeto é uma versão de ‘O Lobisomem’, e ele também está encarregado da sequência do infantil ‘Labirinto – A Magia do Tempo’ (1986), algo que já nos deixa completamente curiosos pelo seu nível de inusitado.

Ari Aster

Ari Aster surgiu na mesma época de Robert Eggers e serviu para desafiar o reinado do diretor de ‘A Bruxa’. Embora ambos façam um tipo de terror similar, ou seja, filmes com uma pegada mais alternativa e menos comercial, os filmes de Ari Aster ainda são mais, digamos, vendáveis. Bem, ao menos os seus dois primeiros. Justamente por isso, com ‘Hereditário’ e ‘Midsommar’, Aster se tornou um cineasta de apelo maior dentro do gênero terror, que fugia das rodinhas cinéfilas, ou não agradava somente a eles. Tudo mudou quando ele decidiu embarcar em sua obra mais ambiciosa, ‘Beau tem Medo’, com Joaquin Phoenix, um filme tão fora da caixinha que terminou tirando um pouco do brilho do que o cineasta vinha realizando. Porém, ele pode voltar aos trilhos com seu próximo projeto, sobre uma cidadezinha misteriosa, que conta com Emma Stone no elenco.

Jordan Peele

Mesmo dentro do terror, existe um estilo que você pode pegar para construir sua carreira em cima. Veja o caso com o diretor Jordan Peele, que apenas com três longas já se tornou um dos cineastas mais poderosos e influentes de Hollywood. Oriundo da comédia, ninguém entendeu nada quando Peele decidiu fazer filmes de terror. Porém, suas obras não são apenas filmes de terror, e ele foi esperto ao utilizar muito humor nelas também. Mas não apenas isso, os filmes de Peele possuem uma carga social, sempre dando um recado importante. Seus filmes, como ‘Corra!’, ‘Nós’ e ‘Não! Não Olhe!’ são altamente representativos para a comunidade negra. O próximo da lista do cineasta, ainda sem título, chega ano que vem.

Ti West       

Ti West é um dos diretores mais experientes da lista. E embora seja igualmente uma voz jovem, já realiza seus filmes desde a década de 2009. Com a pegada do cinema independente, West entregou obras cult, mas que nunca atingiram o grande público, apenas os aficionados por terror e os cinéfilos. Mesmo assim, você deve assistir a longas como ‘A Casa do Diabo’ (2009) e ‘Hotel da Morte’ (2011), duas verdadeiras preciosidades. No entanto, a popularidade do diretor aumentou muito graças ao sucesso de ‘X – A Marca da Morte’ (2022), homenagem a clássicos como ‘O Massacre da Serra Elétrica’, mas como muito humor e originalidade. O sucesso permitiu que West investisse em uma trilogia – e assim nasceu ‘Pearl’ (ainda mais elogiado que o anterior) e ‘MaxXxine’, a conclusão desta “saga”.

Fede Alvarez

O uruguaio Fede Alvarez é a prova viva de que a internet é uma excelente ferramenta de divulgação do trabalho de um artista. Foi através do Youtube que o então ilustre desconhecido postou um curta chamado ‘Ataque de Pânico’, sobre uma invasão alienígena em grande escala, e rapidamente chamou atenção pela qualidade. Mas não chamou atenção apenas do público, como de Hollywood também. Logo, ele seria convidado para tocar o remake de ‘A Morte do Demônio’, de Sam Raimi, em 2013. O diretor deu sequência com o ótimo ‘O Homem nas Trevas’ três anos depois. E embora tenha escorregado com ‘A Garota na Teia da Aranha’, recuperou a boa forma ano passado com ‘Alien: Romulus’.

Osgood Perkins

A realeza do terror está no sangue do cineasta Osgood Perkins. Isso porque o cineasta é filho de ninguém menos que o Norman Bates de ‘Psicose’ em pessoa, Anthony Perkins. E o diretor faz valer o seu sobrenome como realizador. Embora seus três filmes iniciais não tenham chamado muita atenção, Perkins se tornou um nome conhecido na indústria graças ao sucesso cult de ‘Longlegs – Vínculo Mortal’, um dos filmes do gênero mais comentados dos últimos anos. E o cineasta deu continuidade a essa boa forma, emendando esse ano com ‘O Macaco’, baseado em um texto de Stephen King – que rendeu inúmeros elogios, em especial pelo uso do humor ácido. Para esse ano ele já tem engatilhado outro projeto, chamado ‘Keeper’.

Parker Finn           

Para certos realizadores tudo o que basta é o projeto certo. Mesmo que você tenha em seu currículo filmes anteriores que não chamaram tanta atenção, pode tirar a sorte grande e se reinventar, tudo o que basta é um sucesso. E se você é um cineasta novato, e emplaca logo de cara um sucesso, melhor ainda. É o caso com Parker Finn, que tinha apenas dois curtas em seu currículo, até assumir a direção de ‘Sorria’ em 2022. Aliás o conceito do filme parece realmente ter surgido de um curta. O longa se tornou um sucesso muito comentado e ganhou rapidamente sinal verde do estúdio para uma sequência. Esperto, Finn foi se reinventou e criou uma parte dois totalmente diferente do original, centrada em outra história e outros personagens. Resultado: para grande parte do público e dos críticos, conseguiu criar um filme ainda melhor. O cineasta já prepara a parte três de sua franquia.

Danny e Michael Philippou

O que foi dito de Parker Finn acima, facilmente pode ser usado também para os irmãos Philippou, que tiraram a sorte grande ao ter seu projeto aprovado pela A24, a casa do cinema alternativo autoral em Hollywood. O texto dos irmãos para ‘Fale Comigo’ mostra um grupo de jovens australianos se aventurando por uma brincadeira muito perigosa, falar com os mortos através de uma mão embalsamada. A graça do filme, no entanto, são as relações e o drama, seja da protagonista com sua melhor amiga, ou do trauma de lidar com a perda da mãe. Os diretores já estão produzindo uma parte dois, mas enquanto ela não sai, lançarão o original ‘Faça Ela Voltar’ este ano.

Zach Cregger    

Centenas de filmes de terror são lançados todos os anos. Poucos são os que se destacam. Mas os que conseguem fazer isso tem a capacidade de colocar o nome de todos os envolvidos no mapa, incluindo o do diretor. Poucos foram os filmes de terror tão comentados dos últimos anos quanto ‘Noites Brutais’ (2022), longa que é basicamente dois filmes de terror em um só – podendo ser dividido em duas partes, assim como ‘Um Drink no Inferno’ (1996). O também ator Zach Cregger é quem dirige. O sucesso já deixou seu nome entre os que devemos ficar de olho. E ele voltará esse ano com ‘Weapons’, filme que deve igualmente dar o que falar. Mas não apenas isso, pois ele resolveu dizer sim para a nova versão de ‘Resident Evil’ nas telonas. Será que fez uma boa escolha.

Mike Flanagan

Por fim, o último diretor selecionado dispensa apresentações, embora muitos possam não conhecer seu nome ainda. Mike Flanagan é provavelmente o diretor com maior bagagem dentro do terror na atualidade, o que o categoriza como um verdadeiro mestre. Dentre os filmes que já dirigiu no gênero temos ‘O Espelho’, ‘Hush: A Morte Ouve’, ‘O Sono da Morte’, ‘Ouija: Origem do Mal’, ‘Jogo Perigoso’ e ‘Doutor Sono’, baseado em Stephen King. Mas Flanagan não fica só nisso, e em 2018 começou uma muito bem-sucedida parceria com a Netflix, criando séries impressionantes, que se destacam como algumas das melhores do gênero. Produções como ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘A Maldição da Mansão Bly’, ‘Missa da Meia Noite’ e ‘A Queda da Casa de Usher’. Agora ele está envolvido com um novo reboot de ‘O Exorcista’.

YouTube reforça punições a canais que produzem trailers falsos com uso de IA

O YouTube intensificou suas medidas contra canais que divulgam trailers de filmes falsos. A decisão surge após uma investigação do Deadline que expôs a amplitude e a sofisticação dessas produções enganosas.

Conforme apurou a reportagem, o YouTube suspendeu a monetização de anúncios nos canais Screen Trailers e Royal Trailer, duas contas alternativas gerenciadas pelos mesmos criadores por trás do Screen Culture e do KH Studio.

O Screen Culture e o KH Studio já haviam sido suspensos em março. Esses canais figuravam entre os maiores produtores de trailers conceituais, que frequentemente utilizam inteligência artificial para gerar engajamento e, em alguns casos, induzem os usuários a acreditar na autenticidade dos vídeos.

Em comunicado oficial, o YouTube declarou: “Nossas decisões de aplicação, incluindo suspensões do Programa de Parceiros do YouTube, abrangem todos os canais que possam pertencer ou ser operados pelo criador afetado”.

É importante ressaltar que as políticas de monetização do YouTube estabelecem que, caso os criadores utilizem material de terceiros, é necessário “alterá-lo significativamente para torná-lo seu”. Adicionalmente, os vídeos não devem ser “duplicados ou repetitivos” e não devem ser criados com o “único propósito de obter visualizações”.

Além disso, as políticas de desinformação do YouTube proíbem conteúdo que tenha sido tecnicamente manipulado ou adulterado com o intuito de enganar os espectadores.

EXCLUSIVO: Trailer legendado de ‘Stella: Vítima e Culpada’, sobre jovem judia alemã durante o regime nazista

Homem e mulher estilosos em fundo amarelo geométrico

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer legendado de ‘Stella: Vítima e Culpada‘ (Stella: A Life).

Stella é uma jovem judia alemã que cresce em Berlim durante o regime nazista. Apesar da repressão no país, ela sonha em ser cantora de jazz.

A vida da garota se transforma em uma tragédia quando, em fevereiro de 1943, ela é forçada a se esconder com os pais. Porém, após ser capturada e torturada pela Gestapo, Stella aceita uma condição para evitar que ela e a família sejam mandados para o campo de concentração de Auschwitz: trair e deletar outros judeus.

Assista:

O filme chega aos cinemas dia 29 de Maio, com distribuição da Mares Filmes.

‘Demolidor: Renascido’: Krysten Ritter retorna como Jessica Jones na segunda temporada da série

Krysten Ritter está oficialmente de volta ao universo Marvel. A atriz reprisará o papel da investigadora particular com superpoderes Jessica Jones na segunda temporada de ‘Demolidor: Renascido‘, marcando sua entrada no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) após o sucesso de sua personagem durante a era Netflix.

A revelação foi feita durante a apresentação da Marvel na upfront da Disney nesta terça-feira, em Nova York, voltada a anunciantes. Ritter surpreendeu o público ao subir ao palco ao lado de Charlie Cox, o intérprete do Demolidor, oficializando o retorno de Jones e reforçando a integração dos personagens da antiga parceria entre Marvel e Netflix ao MCU.

A série original ‘Jessica Jones‘, exibida entre 2015 e 2019, foi amplamente elogiada pela crítica, conquistando prêmios e estabelecendo Ritter como uma das grandes protagonistas do universo televisivo da Marvel. Sua abordagem sombria e psicológica para os temas de trauma e abuso deixou marca no público e é considerada uma das melhores produções do antigo catálogo.

A adição de Ritter a ‘Renascido‘ reforça a proposta do estúdio de unificar as linhas narrativas do passado com a atual fase do MCU, trazendo rostos familiares e reverberando o legado das séries originais.

Segundo fontes internas, o desempenho da série no Disney+ tem sido sólido, com aumento de audiência especialmente nos episódios finais. O interesse renovado também impulsionou os números das temporadas da Netflix, agora disponíveis exclusivamente na plataforma Disney+.

O retorno de Jessica Jones aponta para uma nova fase de integração e nostalgia, abrindo espaço para mais reencontros com personagens queridos — e talvez, mais surpresas para os fãs da era Marvel-Netflix.

Recentemente, Matthew Lillard foi confirmado no elenco da 2ª temporada. No entanto, detalhes sobre seu personagem ainda não foram revelados.

Durante uma entrevista ao ComicBookMovie, Lillard foi questionado sobre o que poderia compartilhar sobre o papel: “É Marvel, então… nada. Acho que a Marvel é ainda mais sigilosa que Star Wars, mas posso dizer que estou dentro do universo”.

O ator também revelou que sua participação é, por enquanto, modesta: “É um papel meio pequeno por agora, mas espero que as pessoas gostem e que ele volte de alguma forma”.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

‘Mestres do Universo’: Foto de bastidores revela visual de Camila Mendes como Teela; Confira!

As filmagens de Mestres do Universo, adaptação live-action do clássico desenhoHe-Man e os Mestres do Universo, ganharam novas imagens de bastidores. As fotos destacam Camila Mendes no papel de Teela e também mostram Nicholas Galitzine como o Príncipe Adam, o alter ego do herói He-Man.

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A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

O longa está programado para estrear em 5 de junho de 2026.

O elenco ainda conta com Camila Mendes como Teela, Alison Brie como Evil-Lyn, Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.

Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).

Crítica | Karatê Kid: Lendas – Novo Filme da Franquia Equilibra Nostalgia e Novos Rumos

As grandes franquias de sucesso das últimas décadas do século XIX aos poucos vêm ganhando novos capítulos através de remakes, reboots e sequências que ajudam a trazer aquele universo de tanto sucesso para o público de hoje. Recentemente, na Netflix, a saga de Daniel San ganhou novos ares com a série ‘Cobra Kai’, que teve uma boa recepção de público. Uma vez que houve demanda do público, não era difícil de imaginar que outras possibilidades fossem pensadas para a querida franquia ‘Karatê Kid’, e a resposta não demorou a vir: a partir dessa semana estreia nos cinemas de todo o país o longa ‘Karatê Kid: Lendas’.

Li Fong (Ben Wang, de ‘Meninas Malvadas’) é um rapaz que ainda sofre de uma perda muito grande que teve em sua vida. Por conta disso, sua mãe (Ming-Na Wen) toma uma decisão radical: vão se mudar para Nova York, onde Li tem que se manter afastado das lutas. Mas é claro que isso não funciona porque já no primeiro dia na nova cidade ele sai para comprar pizza e conhece a jovem Mia (Sadie Stanley, de ‘Cruel Summer’), cujo pai, Victor (Joshua Jackson, de ‘Dawson’s Creek’) além de ser dono do estabelecimento, também é um ex-campeão de boxe undergroung em competições do bairro. Só que Joshua está devendo dinheiro para um agiota, e, para conseguir sanar a dívida e manter seu restaurante, ele pedirá ajuda para Li, para que o treine de modo a vencer essa grande luta.

De um modo geral, ‘Karatê Kid: Lendas’ é uma simpática diversão com sabor de nostalgia, entregando tudo que se espera de um novo episódio com a intenção de passar o bastão e manter a chama acesa na franquia: diálogo com a juventude atual, elementos épicos do passado, participações especiais (Jackie Chan como Mr.Han e Ralph Macchio como Daniel LaRusso) e uma intenção de expandir, seguindo possivelmente por outras vertentes.

Mas, ao mesmo tempo, o filme de Jonathan Entwistle acaba se enrolando na sua vontade, trazendo uma história que se desenvolve em outra e que se desenvolve em outra, o que acaba dando a sensação de que o filme é muito mais longo do que suas quase duas horas de duração. Essa escolha também faz com que o filme não solucione de maneira satisfatória algumas das questões que ele mesmo levanta, como o lance da tal dívida de Victor, que no final das contas vira apenas um gatilho para que Li se envolva em uma outra competição, contra Connor Day (Aramis Knight), que aparece desde o início no caminho do protagonista, mas que espera vários minutos para enfim acertar suas contas com o jovem chinês. Assim, fica a impressão de que o roteiro de Rob Lieber se juntou com outro roteiro para tentar condensar o melhor dos dois, o que resultou num filme com muita história para contar e pouco tempo para aprofundar.

Entretanto nada disso tira o brilho da diversão de ‘Karatê Kid: Lendas’, cujo protagonista Li Fong aguarda o momento certo para brilhar. Suas cenas de treino e de luta são belamente coreografadas e dá para perceber o empenho do garoto em fazer tudo parecer bonito ao espectador. Ben Wang tem talento e carisma na medida certa para carregar a franquia a outros ventos.

Entre a novidade e a nostalgia, entre o oriente e o ocidente, ‘Karatê Kid: Lendas’ entrega humor, ação e entretenimento bem pipocão mesmo para quem não viu nada dos outros filmes. Um bom filme de arte marcial para agradar a todos os públicos.

‘Thunderbolts*’: Lewis Pullman detalha preparação intensa para interpretar o Sentinela

Lewis Pullman, que interpreta Bob e o Sentinela emThunderbolts*’, compartilhou ao Mens Health, recentemente detalhes fascinantes sobre seu intenso treinamento para dar vida a esses dois personagens distintos no novo longa da Marvel.

“O desafio crucial foi encontrar um tipo físico que funcionasse tanto para Bob quanto para o Sentinela. Eles são indivíduos muito diferentes, com propósitos narrativos distintos. Tornar essa transição crível e impactante em um período tão curto de tempo foi complexo. Felizmente, contei com a orientação de um treinador incrível, Brendan Johnston, que focou em construir definição e os músculos pequenos e intrincados que realçam a silhueta, em vez de buscar ganho de massa excessivo. O boxe desempenhou um papel fundamental nesse processo, algo que eu não tinha muita experiência, mas que realmente adorei. Continuei praticando após o término da produção, pois não sou fã de cardio. Não gosto da sensação de exaustão extrema ao me exercitar, pois isso me desmotiva a voltar à academia. Preciso que seja divertido para manter a consistência. O boxe se mostrou uma ótima maneira de alcançar isso, pois você se esquece do esforço intenso e trabalha diversas partes do corpo, recrutando músculos que geralmente ficam adormecidos”, explicou Pullman.

Sobre o treinamento específico para as cenas de luta, o ator detalhou: “Foi um dos treinamentos de dublês mais práticos e intensos que já participei. Tive a sorte de trabalhar com um dublê incrível, Alec Back, que se tornou um grande amigo. Ele é extremamente experiente e possui um histórico versátil. Juntos, pudemos coreografar as lutas do Sentinela de uma maneira muito específica para mim e para a visão que tínhamos para esse super-herói”.

Pullman também revelou sua pesquisa para diferenciar os estilos de luta dos dois personagens: “Pesquisei bastante, buscando que o Sentinela tivesse um estilo de luta e uma silhueta próprios. Era crucial para mim distinguir como o Sentinela lutava em comparação com Bob. Isso significava permitir que alguns dos meus instintos mais naturalmente desleixados se manifestassem com Bob, para que suas brigas parecessem mais com confrontos de pátio de escola – desordenadas, desconexas e sem forma definida. Já com o Sentinela, buscamos movimentos muito controlados, quase sem esforço e extremamente precisos, para que a reação ao seu impacto, em contraste com o pouco esforço aparente, fosse drástica, transmitindo a imensa potência contida nele”.

O ator também compartilhou uma experiência desafiadora nas filmagens: “Obrigado por perguntar isso! Ninguém me questionou sobre essa sequência, e foi uma das mais difíceis de gravar! Como mencionei, eu era um iniciante no boxe, e a luta tem elementos desse estilo. Tive que interpretar os dois lados, mas felizmente contei com Alec, meu dublê, que interpretava meu outro ‘eu’ quando eu estava diante da câmera. A coreografia era complexa e extensa, exigindo alternância constante entre os personagens a cada tomada. Filmamos a luta inúmeras vezes, com luz estroboscópica piscando entre as partes que estávamos interpretando. Era mentalmente exaustivo lembrar em uma fração de segundo se eu deveria dar ou receber o soco. Felizmente, Alec é muito ágil, o que nos permitiu improvisar com precisão. Foi quase mais cansativo mentalmente do que fisicamente”.

Pullman também refletiu sobre a experiência de lutar contra si mesmo no longa: “Foi algo tão operístico e climático para mim, pessoalmente, vivenciar essa dualidade. Sinto que muitas vezes somos nossos piores inimigos. Assumimos que precisamos manter essas vozes negativas por perto por razões de sobrevivência, para nos proteger do perigo. Mas, frequentemente, elas assumem a pior versão de nós mesmos e prejudicam nosso crescimento como pessoas e como seres emocionalmente disponíveis. Portanto, passar pelo ato de suprimir esses sentimentos negativos foi realmente poderoso para mim”.

Thunderbolts*’ está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica em Vídeo | ‘Thunderbolts*’ é um aguardado retorno da Marvel Studios à boa forma

Crítica | ‘Thunderbolts*’ explora temas profundos e traz o MCU de volta à boa forma

Crítica 2 | ‘Thunderbolts*’ é uma reunião sindical com os trabalhadores do MCU

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Crítica | ‘A Avaliação’ é uma visceral narrativa guiada pelas performances irretocáveis de Alicia Vikander e Elizabeth Olsen

a avaliação
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Narrativas distópicas costumam partir de tropos bastante conhecidos, seja em qualquer área da criação artística: desde a queda da civilização moderna à ascensão de um governo totalitário, passando pela criação de grupos dissidentes e rebeldes que enfrentam um antagonista em comum e pincelando toda a atmosfera com incursões sci-fi, são inúmeras as produções que trazem esses elementos à tona. Apenas a encargo de exemplificação, temos ‘Jogos Vorazes’, ‘Expresso do Amanhã’, ‘Maze Runner’, ‘Mad Max’ e outros títulos como exemplos que conquistaram o público e a crítica e que deram origem a uma série de produções similares. Mas o que acontece quando a estrutura épica de obras do gênero é acobertada com um potente drama psicológico?

É a partir disso que A Avaliação, filme recém-chegado ao catálogo do Prime Video, se desenrola. O longa, estrelado por Alicia Vikander, Elizabeth Olsen e Himesh Patel, reduz a arquitetura epopeica e grandiosa e nos leva a uma sociedade controlada por um rígido governo que obriga todos a ingerir uma substância esterilizante a fim de controlar o crescimento populacional desorganizado, em virtude da escassez de recursos naturais – e que culmina, inclusive, no extermínio completo de animais de estimação para garantir a continuidade da raça humana. Aqueles que se voltam contra as imposições são mandados ao Velho Mundo, sem possibilidade de retornar e marcados como perigosos cismáticos que podem colocar tudo a perder.

Nesse contexto, Mia (Olsen) e Aaryan (Patel) vivem um dia após o outro preparando-se para a dádiva de ter um filho – que só pode ser concedido pelo Estado e através de um procedimento em que a criança é gerada fora do útero e com o material genético dos progenitores. Vivendo em uma área isolada e focando em desenvolvimentos que ajudem a sociedade, o casal recebe a visita de uma avaliadora oficial chamada Virginia (Vikander), que revela que irá acompanhá-los em um intenso e detalhado processo que durará uma semana e que, eventualmente, terminará numa resposta positiva ou negativa (e definitiva, visto que a palavra final da responsável pelo caso é a que conta e não pode ser alterada). O que Mia e Aaryan não esperavam é que a avaliação se transformaria em um tormento psicológico trazendo à tona todos os sacrifícios necessários que um infante traria à vida deles – e que levaria Virginia a se comportar como uma criança em seus piores dias.

Como podemos ver, a ambientação costumeira das distopias é descontruída e transformada em um poderoso e visceral suspense intimista que nos arrebata desde os primeiros momentos e nos conduz em uma montanha-russa de sentimentos que reflete na realidade que enfrentamos – e que lança luz a questões parentais que são discutidas até hoje. Mia e Aaryan, ao perceberem as provas pelas quais Virginia os faz passar, se veem arremessados em um vórtice de sentimentos que é traduzido com honestidade máxima para os espectadores, garantindo um envolvimento completo e inescapável à medida que confrontamos nossa própria pequenez perante forças incontroláveis. As metáforas por trás do enredo são mascaradas pelos tropos da ficção científica e por incursões sociopolíticas profundas, materializadas no arquétipo de cada personagem.

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Cada membro do elenco faz um trabalho digno – desde Patel, mergulhando de cabeça em uma personalidade traumatizada e que busca realização completa no desejo desesperado de formar uma família, até a cirúrgica presença de nomes como Indira Varma e Minnie Driver. Entretanto, Olsen e Vikander são as grandes estrelas da narrativa ao se entregarem de corpo e alma a interpretações fabulosas e intrínsecas, compartilhando de uma química esplendorosa e tendo seus respectivos momentos de glória ao estarem em cena sozinhas. Olsen nos presenteia com o que apenas podemos encarar como uma das melhores atuações de sua carreira, navegando pelas dúvidas e pela autossabotagem de Mia, enquanto Vikander retorna às glórias de sua versatilidade ao eternizar a ingênua Virginia em uma tocante performance.

O trabalho artístico tangencia a impecabilidade: Fleur Fortuné faz uma gloriosa estreia diretorial ao assumir as rédeas desse ambicioso projeto, imortalizando uma estrutura cênica que coloca cada persona em conflito máximo com seus medos mais profundos. A cineasta parte do sólido roteiro assinado por Dave Thomas, Nell Garfath-Cox e John Donnelly, além de se aliar com a habilidosa construção fotográfica de Magnus Nordenhof Jønck, que transforma cada frame em uma pintura atemporal. E isso não é tudo: as incursões convergem para a utilização pontual de uma obra de arte conhecida, ‘Composição com Vermelho, Amarelo e Azul’, de Piet Mondrian, ressignificando a ideia de equilíbrio para mostrar que o conceito de harmonia é utópico e inalcançável.

Concluindo-se em uma mistura irretocável de pessimismo, otimismo e realismo, A Avaliação sagra-se como um dos melhores títulos do ano por contar com grandes nomes à frente e atrás das câmeras – desenrolando-se de forma a reformular os convencionalismos dos dramas distópicos sci-fi e garantindo uma experiência maximizada que nos deixa em êxtase mesmo depois dos créditos de encerramento subirem.

‘Selena Y Los Dinos’: Aclamado documentário lançado no Festival de Sundance é adquirido pela Netflix

A Netflix adquiriu os direitos do aguardado documentário ‘Selena y Los Dinos’, dirigido por Isabel Castro, que retrata a ascensão da icônica cantora Selena Quintanilla e sua banda familiar.

O longa será lançado globalmente ainda neste inverno, ampliando o alcance do legado da artista conhecida como a “Rainha da Música Tejana”.

O filme estreou no Festival de Sundance de 2025, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri na categoria Documentário dos EUA por sua abordagem com material de arquivo. A repercussão seguiu nos festivais de SXSW e Miami, onde venceu o prêmio do público — um forte indicativo do apelo duradouro de Selena junto a fãs antigos e novos.

Com registros inéditos extraídos do acervo pessoal da família, o documentário oferece um olhar íntimo sobre a trajetória de Selena — desde os dias se apresentando em festas de quinze anos até a consagração nos palcos de grandes estádios. A obra promete revelar facetas pouco conhecidas da artista, humanizando a figura que se tornou símbolo cultural para gerações.

“Estamos muito empolgados em finalmente compartilhar que nosso documentário Selena y Los Dinos chegará à Netflix! É gratificante poder contar com uma plataforma que leva a história de Selena a fãs do mundo inteiro”, declarou Suzette Quintanilla, irmã da cantora e produtora executiva do projeto.

A diretora Isabel Castro também celebrou a parceria:

Selena continua a inspirar milhões com sua trajetória única. Como cineasta, eu queria honrar sua ascensão extraordinária e legado duradouro, mostrando também sua vida fora dos holofotes. Com arquivos pessoais e entrevistas íntimas com sua família, o filme revela novas dimensões de sua jornada. Sou imensamente grata pela confiança da família”.

O filme também chamou a atenção do mercado pelo valor expressivo de sua aquisição: entre US$ 6 e US$7 milhões, segundo o Deadline, o que o coloca entre os maiores acordos já feitos para um documentário saído do Festival de Sundance.

Produzido pela Polygram Entertainment, Amsi Entertainment e Motto Pictures, o longa conta com produção de Julie Goldman, Christopher Clements, J. Daniel Torres, David Blackman e Simran Singh, além de ter AB Quintanilla III e Michele Anthony como produtores executivos.

Selena foi assassinada em 1995 aos 23 anos e sua morte teve um impacto devastador, especialmente na comunidade latina nos EUA. Três décadas depois, seu legado permanece vivo e a artista ainda é considerada uma das grandes forças da música POP, bem como uma das maiores perdas da indústria fonográfica.