O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer legendado de ‘Stella: Vítima e Culpada‘ (Stella: A Life).
Stella é uma jovem judia alemã que cresce em Berlim durante o regime nazista. Apesar da repressão no país, ela sonha em ser cantora de jazz.
A vida da garota se transforma em uma tragédia quando, em fevereiro de 1943, ela é forçada a se esconder com os pais. Porém, após ser capturada e torturada pela Gestapo, Stella aceita uma condição para evitar que ela e a família sejam mandados para o campo de concentração de Auschwitz: trair e deletar outros judeus.
Assista:
O filme chega aos cinemas dia 29 de Maio, com distribuição da Mares Filmes.
Krysten Ritter está oficialmente de volta ao universo Marvel. A atriz reprisará o papel da investigadora particular com superpoderes Jessica Jones na segunda temporada de ‘Demolidor: Renascido‘, marcando sua entrada no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) após o sucesso de sua personagem durante a era Netflix.
A revelação foi feita durante a apresentação da Marvel na upfront da Disney nesta terça-feira, em Nova York, voltada a anunciantes. Ritter surpreendeu o público ao subir ao palco ao lado de Charlie Cox, o intérprete do Demolidor, oficializando o retorno de Jones e reforçando a integração dos personagens da antiga parceria entre Marvel e Netflix ao MCU.
A série original ‘Jessica Jones‘, exibida entre 2015 e 2019, foi amplamente elogiada pela crítica, conquistando prêmios e estabelecendo Ritter como uma das grandes protagonistas do universo televisivo da Marvel. Sua abordagem sombria e psicológica para os temas de trauma e abuso deixou marca no público e é considerada uma das melhores produções do antigo catálogo.
A adição de Ritter a ‘Renascido‘ reforça a proposta do estúdio de unificar as linhas narrativas do passado com a atual fase do MCU, trazendo rostos familiares e reverberando o legado das séries originais.
Segundo fontes internas, o desempenho da série no Disney+ tem sido sólido, com aumento de audiência especialmente nos episódios finais. O interesse renovado também impulsionou os números das temporadas da Netflix, agora disponíveis exclusivamente na plataforma Disney+.
O retorno de Jessica Jones aponta para uma nova fase de integração e nostalgia, abrindo espaço para mais reencontros com personagens queridos — e talvez, mais surpresas para os fãs da era Marvel-Netflix.
Recentemente,Matthew Lillard foi confirmado no elenco da 2ª temporada. No entanto, detalhes sobre seu personagem ainda não foram revelados.
Durante uma entrevista ao ComicBookMovie, Lillard foi questionado sobre o que poderia compartilhar sobre o papel: “É Marvel, então… nada. Acho que a Marvel é ainda mais sigilosa que Star Wars, mas posso dizer que estou dentro do universo”.
O ator também revelou que sua participação é, por enquanto, modesta: “É um papel meio pequeno por agora, mas espero que as pessoas gostem e que ele volte de alguma forma”.
‘Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.
Relembre o trailer:
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.
O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
As filmagens de ‘Mestres do Universo’, adaptação live-action do clássico desenho ‘He-Man e os Mestres do Universo’, ganharam novas imagens de bastidores. As fotos destacam Camila Mendes no papel de Teela e também mostram Nicholas Galitzine como o Príncipe Adam, o alter ego do herói He-Man.
— The Legacy of Nerd (@thelegacyofnerd) May 10, 2025
A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.
O longa está programado para estrear em 5 de junho de 2026.
O elenco ainda conta com Camila Mendes como Teela, Alison Brie como Evil-Lyn,Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.
Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.
O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).
As grandes franquias de sucesso das últimas décadas do século XIX aos poucos vêm ganhando novos capítulos através de remakes, reboots e sequências que ajudam a trazer aquele universo de tanto sucesso para o público de hoje. Recentemente, na Netflix, a saga de Daniel San ganhou novos ares com a série ‘Cobra Kai’, que teve uma boa recepção de público. Uma vez que houve demanda do público, não era difícil de imaginar que outras possibilidades fossem pensadas para a querida franquia ‘Karatê Kid’, e a resposta não demorou a vir: a partir dessa semana estreia nos cinemas de todo o país o longa ‘Karatê Kid: Lendas’.
Li Fong (Ben Wang, de ‘Meninas Malvadas’) é um rapaz que ainda sofre de uma perda muito grande que teve em sua vida. Por conta disso, sua mãe (Ming-Na Wen) toma uma decisão radical: vão se mudar para Nova York, onde Li tem que se manter afastado das lutas. Mas é claro que isso não funciona porque já no primeiro dia na nova cidade ele sai para comprar pizza e conhece a jovem Mia (Sadie Stanley, de ‘Cruel Summer’), cujo pai, Victor (Joshua Jackson, de ‘Dawson’s Creek’) além de ser dono do estabelecimento, também é um ex-campeão de boxe undergroung em competições do bairro. Só que Joshua está devendo dinheiro para um agiota, e, para conseguir sanar a dívida e manter seu restaurante, ele pedirá ajuda para Li, para que o treine de modo a vencer essa grande luta.
De um modo geral, ‘Karatê Kid: Lendas’ é uma simpática diversão com sabor de nostalgia, entregando tudo que se espera de um novo episódio com a intenção de passar o bastão e manter a chama acesa na franquia: diálogo com a juventude atual, elementos épicos do passado, participações especiais (Jackie Chan como Mr.Han e Ralph Macchio como Daniel LaRusso) e uma intenção de expandir, seguindo possivelmente por outras vertentes.
Mas, ao mesmo tempo, o filme de Jonathan Entwistle acaba se enrolando na sua vontade, trazendo uma história que se desenvolve em outra e que se desenvolve em outra, o que acaba dando a sensação de que o filme é muito mais longo do que suas quase duas horas de duração. Essa escolha também faz com que o filme não solucione de maneira satisfatória algumas das questões que ele mesmo levanta, como o lance da tal dívida de Victor, que no final das contas vira apenas um gatilho para que Li se envolva em uma outra competição, contra Connor Day (Aramis Knight), que aparece desde o início no caminho do protagonista, mas que espera vários minutos para enfim acertar suas contas com o jovem chinês. Assim, fica a impressão de que o roteiro de Rob Lieber se juntou com outro roteiro para tentar condensar o melhor dos dois, o que resultou num filme com muita história para contar e pouco tempo para aprofundar.
Entretanto nada disso tira o brilho da diversão de ‘Karatê Kid: Lendas’, cujo protagonista Li Fong aguarda o momento certo para brilhar. Suas cenas de treino e de luta são belamente coreografadas e dá para perceber o empenho do garoto em fazer tudo parecer bonito ao espectador. Ben Wang tem talento e carisma na medida certa para carregar a franquia a outros ventos.
Entre a novidade e a nostalgia, entre o oriente e o ocidente, ‘Karatê Kid: Lendas’ entrega humor, ação e entretenimento bem pipocão mesmo para quem não viu nada dos outros filmes. Um bom filme de arte marcial para agradar a todos os públicos.
Lewis Pullman, que interpreta Bob e o Sentinela em ‘Thunderbolts*’, compartilhou ao Mens Health, recentemente detalhes fascinantes sobre seu intenso treinamento para dar vida a esses dois personagens distintos no novo longa da Marvel.
“O desafio crucial foi encontrar um tipo físico que funcionasse tanto para Bob quanto para o Sentinela. Eles são indivíduos muito diferentes, com propósitos narrativos distintos. Tornar essa transição crível e impactante em um período tão curto de tempo foi complexo. Felizmente, contei com a orientação de um treinador incrível, Brendan Johnston, que focou em construir definição e os músculos pequenos e intrincados que realçam a silhueta, em vez de buscar ganho de massa excessivo. O boxe desempenhou um papel fundamental nesse processo, algo que eu não tinha muita experiência, mas que realmente adorei. Continuei praticando após o término da produção, pois não sou fã de cardio. Não gosto da sensação de exaustão extrema ao me exercitar, pois isso me desmotiva a voltar à academia. Preciso que seja divertido para manter a consistência. O boxe se mostrou uma ótima maneira de alcançar isso, pois você se esquece do esforço intenso e trabalha diversas partes do corpo, recrutando músculos que geralmente ficam adormecidos”, explicou Pullman.
Sobre o treinamento específico para as cenas de luta, o ator detalhou: “Foi um dos treinamentos de dublês mais práticos e intensos que já participei. Tive a sorte de trabalhar com um dublê incrível, Alec Back, que se tornou um grande amigo. Ele é extremamente experiente e possui um histórico versátil. Juntos, pudemos coreografar as lutas do Sentinela de uma maneira muito específica para mim e para a visão que tínhamos para esse super-herói”.
Pullman também revelou sua pesquisa para diferenciar os estilos de luta dos dois personagens: “Pesquisei bastante, buscando que o Sentinela tivesse um estilo de luta e uma silhueta próprios. Era crucial para mim distinguir como o Sentinela lutava em comparação com Bob. Isso significava permitir que alguns dos meus instintos mais naturalmente desleixados se manifestassem com Bob, para que suas brigas parecessem mais com confrontos de pátio de escola – desordenadas, desconexas e sem forma definida. Já com o Sentinela, buscamos movimentos muito controlados, quase sem esforço e extremamente precisos, para que a reação ao seu impacto, em contraste com o pouco esforço aparente, fosse drástica, transmitindo a imensa potência contida nele”.
O ator também compartilhou uma experiência desafiadora nas filmagens: “Obrigado por perguntar isso! Ninguém me questionou sobre essa sequência, e foi uma das mais difíceis de gravar! Como mencionei, eu era um iniciante no boxe, e a luta tem elementos desse estilo. Tive que interpretar os dois lados, mas felizmente contei com Alec, meu dublê, que interpretava meu outro ‘eu’ quando eu estava diante da câmera. A coreografia era complexa e extensa, exigindo alternância constante entre os personagens a cada tomada. Filmamos a luta inúmeras vezes, com luz estroboscópica piscando entre as partes que estávamos interpretando. Era mentalmente exaustivo lembrar em uma fração de segundo se eu deveria dar ou receber o soco. Felizmente, Alec é muito ágil, o que nos permitiu improvisar com precisão. Foi quase mais cansativo mentalmente do que fisicamente”.
Pullman também refletiu sobre a experiência de lutar contra si mesmo no longa: “Foi algo tão operístico e climático para mim, pessoalmente, vivenciar essa dualidade. Sinto que muitas vezes somos nossos piores inimigos. Assumimos que precisamos manter essas vozes negativas por perto por razões de sobrevivência, para nos proteger do perigo. Mas, frequentemente, elas assumem a pior versão de nós mesmos e prejudicam nosso crescimento como pessoas e como seres emocionalmente disponíveis. Portanto, passar pelo ato de suprimir esses sentimentos negativos foi realmente poderoso para mim”.
‘Thunderbolts*’ está em cartaz nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).
Narrativas distópicas costumam partir de tropos bastante conhecidos, seja em qualquer área da criação artística: desde a queda da civilização moderna à ascensão de um governo totalitário, passando pela criação de grupos dissidentes e rebeldes que enfrentam um antagonista em comum e pincelando toda a atmosfera com incursões sci-fi, são inúmeras as produções que trazem esses elementos à tona. Apenas a encargo de exemplificação, temos ‘Jogos Vorazes’, ‘Expresso do Amanhã’, ‘Maze Runner’, ‘Mad Max’ e outros títulos como exemplos que conquistaram o público e a crítica e que deram origem a uma série de produções similares. Mas o que acontece quando a estrutura épica de obras do gênero é acobertada com um potente drama psicológico?
É a partir disso que ‘A Avaliação’, filme recém-chegado ao catálogo do Prime Video, se desenrola. O longa, estrelado por Alicia Vikander, Elizabeth Olsen e Himesh Patel, reduz a arquitetura epopeica e grandiosa e nos leva a uma sociedade controlada por um rígido governo que obriga todos a ingerir uma substância esterilizante a fim de controlar o crescimento populacional desorganizado, em virtude da escassez de recursos naturais – e que culmina, inclusive, no extermínio completo de animais de estimação para garantir a continuidade da raça humana. Aqueles que se voltam contra as imposições são mandados ao Velho Mundo, sem possibilidade de retornar e marcados como perigosos cismáticos que podem colocar tudo a perder.
Nesse contexto, Mia (Olsen) e Aaryan (Patel) vivem um dia após o outro preparando-se para a dádiva de ter um filho – que só pode ser concedido pelo Estado e através de um procedimento em que a criança é gerada fora do útero e com o material genético dos progenitores. Vivendo em uma área isolada e focando em desenvolvimentos que ajudem a sociedade, o casal recebe a visita de uma avaliadora oficial chamada Virginia (Vikander), que revela que irá acompanhá-los em um intenso e detalhado processo que durará uma semana e que, eventualmente, terminará numa resposta positiva ou negativa (e definitiva, visto que a palavra final da responsável pelo caso é a que conta e não pode ser alterada). O que Mia e Aaryan não esperavam é que a avaliação se transformaria em um tormento psicológico trazendo à tona todos os sacrifícios necessários que um infante traria à vida deles – e que levaria Virginia a se comportar como uma criança em seus piores dias.
Como podemos ver, a ambientação costumeira das distopias é descontruída e transformada em um poderoso e visceral suspense intimista que nos arrebata desde os primeiros momentos e nos conduz em uma montanha-russa de sentimentos que reflete na realidade que enfrentamos – e que lança luz a questões parentais que são discutidas até hoje. Mia e Aaryan, ao perceberem as provas pelas quais Virginia os faz passar, se veem arremessados em um vórtice de sentimentos que é traduzido com honestidade máxima para os espectadores, garantindo um envolvimento completo e inescapável à medida que confrontamos nossa própria pequenez perante forças incontroláveis. As metáforas por trás do enredo são mascaradas pelos tropos da ficção científica e por incursões sociopolíticas profundas, materializadas no arquétipo de cada personagem.
Cada membro do elenco faz um trabalho digno – desde Patel, mergulhando de cabeça em uma personalidade traumatizada e que busca realização completa no desejo desesperado de formar uma família, até a cirúrgica presença de nomes como Indira Varma e Minnie Driver. Entretanto, Olsen e Vikander são as grandes estrelas da narrativa ao se entregarem de corpo e alma a interpretações fabulosas e intrínsecas, compartilhando de uma química esplendorosa e tendo seus respectivos momentos de glória ao estarem em cena sozinhas. Olsen nos presenteia com o que apenas podemos encarar como uma das melhores atuações de sua carreira, navegando pelas dúvidas e pela autossabotagem de Mia, enquanto Vikander retorna às glórias de sua versatilidade ao eternizar a ingênua Virginia em uma tocante performance.
O trabalho artístico tangencia a impecabilidade: Fleur Fortuné faz uma gloriosa estreia diretorial ao assumir as rédeas desse ambicioso projeto, imortalizando uma estrutura cênica que coloca cada persona em conflito máximo com seus medos mais profundos. A cineasta parte do sólido roteiro assinado por Dave Thomas, Nell Garfath-Cox e John Donnelly, além de se aliar com a habilidosa construção fotográfica de Magnus Nordenhof Jønck, que transforma cada frame em uma pintura atemporal. E isso não é tudo: as incursões convergem para a utilização pontual de uma obra de arte conhecida, ‘Composição com Vermelho, Amarelo e Azul’, de Piet Mondrian, ressignificando a ideia de equilíbrio para mostrar que o conceito de harmonia é utópico e inalcançável.
Concluindo-se em uma mistura irretocável de pessimismo, otimismo e realismo, ‘A Avaliação’ sagra-se como um dos melhores títulos do ano por contar com grandes nomes à frente e atrás das câmeras – desenrolando-se de forma a reformular os convencionalismos dos dramas distópicos sci-fi e garantindo uma experiência maximizada que nos deixa em êxtase mesmo depois dos créditos de encerramento subirem.
A Netflix adquiriu os direitos do aguardado documentário ‘Selena y Los Dinos’, dirigido por Isabel Castro, que retrata a ascensão da icônica cantora Selena Quintanilla e sua banda familiar.
O longa será lançado globalmente ainda neste inverno, ampliando o alcance do legado da artista conhecida como a “Rainha da Música Tejana”.
O filme estreou no Festival de Sundance de 2025, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri na categoria Documentário dos EUA por sua abordagem com material de arquivo. A repercussão seguiu nos festivais de SXSW e Miami, onde venceu o prêmio do público — um forte indicativo do apelo duradouro de Selena junto a fãs antigos e novos.
Com registros inéditos extraídos do acervo pessoal da família, o documentário oferece um olhar íntimo sobre a trajetória de Selena — desde os dias se apresentando em festas de quinze anos até a consagração nos palcos de grandes estádios. A obra promete revelar facetas pouco conhecidas da artista, humanizando a figura que se tornou símbolo cultural para gerações.
“Estamos muito empolgados em finalmente compartilhar que nosso documentário Selena y Los Dinos chegará à Netflix! É gratificante poder contar com uma plataforma que leva a história de Selena a fãs do mundo inteiro”, declarou Suzette Quintanilla, irmã da cantora e produtora executiva do projeto.
A diretora Isabel Castro também celebrou a parceria:
“Selena continua a inspirar milhões com sua trajetória única. Como cineasta, eu queria honrar sua ascensão extraordinária e legado duradouro, mostrando também sua vida fora dos holofotes. Com arquivos pessoais e entrevistas íntimas com sua família, o filme revela novas dimensões de sua jornada. Sou imensamente grata pela confiança da família”.
O filme também chamou a atenção do mercado pelo valor expressivo de sua aquisição: entre US$ 6 e US$7 milhões, segundo o Deadline, o que o coloca entre os maiores acordos já feitos para um documentário saído do Festival de Sundance.
Produzido pela Polygram Entertainment, Amsi Entertainment e Motto Pictures, o longa conta com produção de Julie Goldman, Christopher Clements, J. Daniel Torres, David Blackman e Simran Singh, além de ter AB Quintanilla III e Michele Anthony como produtores executivos.
Selena foi assassinada em 1995 aos 23 anos e sua morte teve um impacto devastador, especialmente na comunidade latina nos EUA. Três décadas depois, seu legado permanece vivo e a artista ainda é considerada uma das grandes forças da música POP, bem como uma das maiores perdas da indústria fonográfica.
A estrela Halle Berry causou surpresa ao revelar que precisou alterar seu vestido de última hora devido às novas diretrizes implementadas no Festival de Cinema de Cannes.
Conforme noticiado pela Variety, Berry surpreendeu ao explicar que a mudança em seu traje se deu por conta de uma cauda excessivamente longa.
“Eu tinha um vestido Gupta incrível que não poderei usar esta noite porque a cauda é grande demais”, declarou Berry. “Não vou infringir as regras. A parte da nudez também provavelmente é uma regra sensata”.
Pouco antes do início da edição de 2025, os organizadores de Cannes anunciaram que o evento proibiria nudez e vestimentas “excessivamente volumosas”. Vestidos com caudas longas e outros elementos que pudessem obstruir o tapete vermelho também foram vetados.
Sobre as alterações, o festival esclareceu que estas estão em consonância com “o quadro institucional” do Festival de Cannes e a legislação francesa.
“Este ano, o Festival de Cannes tornou explícitas em sua carta certas regras que já estavam em vigor há muito tempo. O objetivo não é regular o vestuário em si, mas proibir a nudez completa no tapete vermelho, em conformidade com o quadro institucional do evento e a legislação francesa”, detalha a nova diretriz do festival.
Cannes adicionou que “reserva-se o direito de negar acesso a indivíduos cujo traje possa obstruir o movimento de outros convidados ou dificultar a organização dos assentos nas salas de exibição”.
‘Premonição 6: Laços de Sangue’, sequência da clássica franquia de terror, chega aos cinemas no próximo dia 15 de maio – e, agora, trazemos a vocês a crítica em vídeo da produção.
Confira:
O filme conquistou uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 92% de aprovação, baseada em 48 análises.
A maioria dos críticos considera o longa divertido e uma obra que honra o legado da franquia.
“É uma diversão contagiante, repleta de referências sutis aos filmes anteriores e trilhas sonoras estrategicamente inseridas para agradar aos fãs mais fiéis da franquia”, disse Gregory Nussen do Deadline.
“A combinação de CGI e efeitos práticos funciona perfeitamente, e as sequências são editadas de forma sádica para gerar máxima tensão, aliviada, felizmente, por frequentes doses de humor mordaz”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.
“Você não pode escapar da Morte e, diante de um capítulo tão bem executado de uma franquia de terror como ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, nem deveria querer”, disse Becky Darke do Total Film.
“Os fãs podem sair de Laços de Sangue satisfeitos com a revitalização da fórmula, mas, fiel à tradição da franquia, isso acontecerá principalmente porque três cenas são de fato interessantes”, disse Spencer Perry do ComicBook.
“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ é um verdadeiro espetáculo, uma montanha-russa de emoções, e sem dúvida a versão mais divertida da franquia”, disse Nadir Samara do Screen Rant.
“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ prova que, mesmo com seis filmes, a franquia ainda tem vida, e muita morte, pela frente”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.
“Com as franquias de terror constantemente ressurgindo, Laços de Sangue se destaca como uma das mais frescas que vimos em muito tempo. É uma mistura impecável de voltar às origens e, ao mesmo tempo, trazer algo inovador, repleto de sangue e ossos estalando”, disse Emma Kiely do Collider
“Muitos fãs certamente ficarão felizes com o retorno de Premonição após tanto tempo, mas será que essa ânsia movida pela nostalgia vale a pena se o filme não surpreender? No fim das contas, este é o mesmo Premonição que você já viu antes”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.
“Engraçado, delicado, afiado e cruel, ‘Laços de Sangue’ tem suas falhas, mas ainda assim confirma O design da morte como uma força digna de seu próprio lugar especial no hall da fama do terror”, disse Alison Foreman do IndieWire.
Atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.
O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).
O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.
A talentosa Halle Berry, eternamente lembrada por sua interpretação da memorável Jinx na franquia ‘007’, compartilhou recentemente suas reflexões sobre a amada série de filmes de espionagem.
Durante o prestigiado Festival de Cinema de Cannes, a atriz foi questionada sobre a possibilidade de retornar a esse universo cinematográfico icônico e até mesmo sobre a hipotética chance de assumir o papel do próprio James Bond.
Em declarações reproduzidas pela Variety, Berry expressou sua opinião sobre a direção futura da franquia: “Não sei se 007 deveria ser uma mulher”.
Ao abordar a possibilidade de um spin-off focado em sua personagem, ela acrescentou com uma ponta de nostalgia: “Houve um tempo em que isso poderia ter acontecido. Provavelmente deveria ter acontecido. Eu adoraria que tivesse acontecido”.
Enquanto isso, os produtoresAmy Pascal e David Heyman estão em negociações com a Amazon MGM para desenvolver a franquia James Bond. A Variety reportou que as negociações ainda estão em andamento, e nenhum acordo será fechado até que a Amazon finalize a compra do controle criativo da franquia, atualmente nas mãos de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson.
Vale lembrar que Andy Jassy, CEO da Amazon, falou recentemente sobre o futuro do James Bond e da icônica franquia ‘007‘.
O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.
“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”
O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa, que já está sendo filmado na Geórgia (EUA), promete ser um mergulho intenso em temas como punição, desejo e os limites da humanidade.
A trama gira em torno de uma professora presa a um casamento abusivo que aceita um emprego em uma prisão de segurança máxima. Lá, ela se envolve com um preso carismático, iniciando uma cadeia de eventos que desafia noções de moralidade, justiça e sobrevivência emocional.
Nelson, conhecido tanto por seu trabalho como ator quanto como diretor, celebrou o elenco reunido.
“Sinto-me profundamente sortudo por contar essa história com um elenco tão extraordinário. Sempre admirei Amanda e trabalhar com ela no filme ‘Ann Lee‘ confirmou o quanto ela é uma pessoa excepcional, além de talentosa. Quanto ao Scoot, é maravilhoso poder oferecer a ele um papel tão exigente. Ninguém viu ainda o que ele está prestes a fazer neste filme”.
O diretor também destacou a ligação pessoal com a região onde o filme se passa:
“Este é meu terceiro longa ambientado em Oklahoma, um lugar que amo. É uma história difícil, mas feita para agarrar o público e não soltar. Reunimos um time dedicado a criar algo não apenas envolvente, mas inesquecível”.
Roy Scheider, Meryl Streep, Jessica Tandy, Joe Grifasi, Sara Botsford
Robert Benton, um dos grandes nomes do cinema americano, faleceu no último domingo (11) aos 92 anos em sua casa em Manhattan. A informação foi confirmada ao The New York Times por sua assistente e empresária, Marisa Forzano.
Com uma carreira que atravessou mais de quatro décadas, Benton foi responsável por alguns dos filmes mais emblemáticos do cinema norte-anericano, como ‘Bonnie & Clyde‘ (1967), ‘Kramer vs. Kramer‘ (1979) e ‘Um Lugar no Coração‘ (1984).
Nascido em Waxahachie, no Texas, durante a Grande Depressão, Benton cresceu em um cenário que influenciaria diretamente sua obra. Seu olhar sensível para temas sociais e familiares marcou profundamente a cinematografia americana do final do século 20.
Benton começou sua carreira no mundo editorial, como editor da Esquire nos anos 1960, em plena efervescência do movimento conhecido como New Journalism. Foi lá que conheceu David Newman, com quem escreveria o roteiro de estreia, ‘Bonnie & Clyde‘.
Fascinados pela história do casal de criminosos que se tornou símbolo da era da Depressão, os dois viajaram pelos EUA entrevistando pessoas que os conheceram para criar um roteiro inovador — que, mesmo com contribuições não creditadas de Warren Beatty e Robert Towne, acabou sendo indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original.
A parceria entre Benton e Newman rendeu ainda sucessos como ‘What’s Up, Doc?‘ (1972), ‘Má Companhia‘ (1972) e ‘Superman: O Filme’ (1978), este último coescrito também por Mario Puzo e Leslie Newman.
Mas foi como diretor que Benton atingiu o auge. Em ‘Kramer vs. Kramer‘, ele abordou de forma pioneira temas como o divórcio e as mudanças nos papéis de gênero. O drama estrelado por Dustin Hoffman e Meryl Streep conquistou o público e a crítica: venceu cinco Oscars, incluindo Melhor Filme, Diretor e Roteiro Adaptado para Benton, além de Melhor Ator (Hoffman) e Atriz Coadjuvante (Streep).
Cinco anos depois, ele voltaria a explorar suas raízes texanas em ‘Um Lugar no Coração‘, com Sally Field no papel de uma viúva tentando manter sua fazenda durante a Depressão. O filme foi indicado a sete Oscars e venceu dois: Melhor Atriz (Field) e Melhor Roteiro Original para Benton.
Ao longo da carreira, Benton dirigiu outros filmes de destaque como ‘O Indomável: Assim é Minha Vida‘ (1994), com Paul Newman, ‘Revelações‘ (2003), comNicole Kidman, e ‘Banquete do Amor‘ (2007), seu último longa. Sua obra é marcada pela humanidade dos personagens e pela delicadeza com que abordava dramas cotidianos.
Robert Benton deixa um legado de elegância narrativa, sensibilidade social e personagens que marcaram gerações. Sua morte representa o fim de uma era no cinema americano — mas suas histórias permanecem vivas nas telas e na memória dos amantes da sétima arte.
Jaume Collet-Serra é um dos realizadores cinematográficos mais conhecidos da atualidade e ficou responsável por inúmeros clássicos do gênero terror e ação – como o remake de ‘A Casa de Cera’, o subestimado ‘A Órfã’ e títulos como ‘Bagagem de Risco’ e ‘Desconhecido’. Ainda que tenha escorregado em alguns momentos de sua carreira, como a recente adaptação ‘Adão Negro’, estrelada por Dwayne Johnson, Collet-Serra sempre teve um apreço por produções pautadas no puro entretenimento – e foi isso o que almejou com o ambicioso terror psicológico ‘A Mulher no Jardim’, que chega aos cinemas nacionais amanhã, 08 de maio.
A trama é centrada em Ramona (Danielle Deadwyler), uma mulher viúva e mãe de dois filhos que ainda lida com a trágica morte do marido, David (Russell Hornsby), e é forçada a se recordar do acidente dia após dia, considerando os ferimentos que tem na perna e o fato de não aceitar que o amor de sua vida se foi. Deteriorando-se em meio a uma relação nada saudável com o filho mais velho, Taylor (Peyton Jackson), e a caçula, Annie (Estella Kahiha), Ramona parece ter desistido de qualquer prospecto de manter a família estável, além da propriedade da família que ela e David estavam reformando para transformá-la em um idílico paraíso recheado de írises – as flores favoritas da protagonista.
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As coisas começam a tomar um rumo estranho quando Annie percebe que uma mulher coberta por um vestido e um véu pretos está sentada no jardim de sua casa – em uma presença sinistra e agourenta. Ramona, munida apenas da muleta que utiliza para se movimentar, se arrisca ao sair da casa e tentar entender quem é aquela misteriosa mulher, a princípio tentando ajudá-la apenas para descobrir que ela é mais perigosa do que parece e que, pouco a pouco, encarcera a problemática família em um labirinto inescapável de horror que terminará apenas quando todos estiveram mortos.
Collet-Serra faz um sólido trabalho de direção ao não se render aos costumeiros jump scares do gênero, pegando páginas emprestadas de seu trabalho em ‘A Órfã’ para construir um terror atmosférico que se inclina para o thriller psicológico de maneira envolvente e arrepiante. Aqui, ele se une à fotografia excessivamente simétrica de Pawl Pogorzelski e ao contraste promovido pela dissonante trilha sonora de Lorne Balfe para arquitetar o que precisa para transformar o projeto em uma jornada sinestésica: de um lado, os enquadramentos dão enfoque quase total aos personagens, maximizando a abertura focal para colocá-los em um cenário que singra entre a loucura e a realidade; de outro, o arranjo de cordas e o tique-taque incessante gradativamente levam os personagens a uma insanidade interna e externa, engolfando-os em um beco sem saída que ressoa nos espectadores.
Para além do domínio técnico, o roteiro do estreante Sam Stefanak é conduzido com maestria nos dois primeiros atos, deixando que Deadwyler domine os holofotes com uma atuação irretocável e com uma química invejável com Jackson e Kahiha – além de garantir que Okwui Okpokwasili, intérprete da mulher no jardim, tenha seu momento de fisgar a atenção do público. Porém, tanto preparo é jogado no lixo quando o ato de conclusão se inicia em uma mixórdia incompreensível de incontáveis metáforas sobre depressão, ressentimento e culpa, além de um final ambíguo que se transforma em um amontoado de convencionalismos previstos em sutilezas presentes no longa-metragem. E, conforme Collet-Serra e seu time criativo se perdem em uma presunção desmedida, o terreno cultivado na primeira hora do projeto destoa por completo do modo como o enredo é finalizado, deixando-nos frustrados pela própria imemorabilidade.
São claras as referências temáticas que o filme pega de produções como ‘O Babadook’ e ‘Quando as Luzes se Apagam’ ao transformar a presença sobrenatural da mulher encoberta pelo véu em uma materialização de pulsões psíquicas, como já mostrado. Seguindo as tendências exploradas nas obras em questão, Collet-Serra cria um reflexo derradeiro e torturante que se expande para discussões sobre o suicídio como única forma de libertar os entes queridos, ainda mais considerando o segredo que Ramona guarda de seus filhos e a culpa dilacerante que a consome pouco a pouco – além de mergulhar em pontos que abrem debates sobre a falsa ideia de que maternidade é algo natural e inerente da mulher. Entretanto, enquanto as boas intenções existem, o resultado fica aquém do esperado, perdendo potencial em um vórtice intrincado demais para ser levado a sério.
‘A Mulher no Jardim’ não chega a ser uma produção ruim, mas poderia ter sido muito melhor – ainda mais considerando as ótimas investidas dos dois primeiros atos. Contando com fabulosas atuações, em especial a de Danielle Deadwyler, o longa morre na praia ao não saber como alcançar a linha de chegada, deixando-nos com um gostinho agridoce de que, caso melhor pensado, o filme tinha todos os elementos para se sagrar um dos melhores filmes de terror do ano.
Em KARATÊ KID: LENDAS, depois de uma tragédia familiar, o prodígio do kung fu Li Fong (Ben Wang) é forçado a sair de sua casa em Beijing para morar em Nova York com sua mãe. Li sofre para superar o passado enquanto ele tenta se encaixar na nova escola e, apesar de não querer lutar, os problemas parecem que o encontram em todos os lugares. Quando um novo amigo precisa de ajuda, Li entra em uma competição de caratê – mas só suas habilidades não bastam. O professor de kung fu de Li, Sr. Han (Jackie Chan) recruta o Karate Kid original, Daniel LaRusso (Ralph Macchio) para ajudar, e Li aprende uma nova maneira de lutar, unindo os dois estilos em um só para um show definitivo de artes marciais.
Em A MULHER NO JARDIM, Ramona é uma mulher afetada pela dor após sobreviver a um acidente de carro que levou seu marido. Gravemente ferida, Ramona agora deve cuidar de seu filho de 14 anos e sua filha de 6 anos, sozinha em sua casa rural. Então, um dia, uma mulher aparece em seu quintal.
Ramona assume que a mulher está perdida ou louca, mas conforme a mulher se aproxima cada vez mais da casa, fica claro que ela não é uma figura comum e suas intenções não são pacíficas. Agora, Ramona deve resistir para proteger a si mesma e seus filhos das garras da mulher que simplesmente não os deixa em paz.
Curiosidades:
» O terror é produzido pela Blumhouse;
» Do mesmo diretor de ‘A Casa de Cera‘, ‘A Órfã‘ e ‘Águas Rasas‘;
Como qualquer outro adolescente, Austin adora pizza, filmes, dança e garotas. Mas, ao contrário da maioria dos outros jovens de 18 anos, ele tem uma doença rara de ossos quebradiços e é autista. Austin é literalmente um em um bilhão.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Jon Gunn também é responsável pelo roteiro da produção;
O astroTom Hardy revelou recentemente que seu corpo já ultrapassou o limite de recuperação, após anos acumulando lesões em cenas de ação nos sets de filmagem.
Segundo a Variety, o ator, conhecido por seus papéis intensos em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’ e ‘Venom’, desabafou sobre os impactos físicos de sua carreira:
“Já passei por duas cirurgias no joelho, tenho uma hérnia de disco nas costas e sofro de ciática”, contou Hardy. “E ainda apareceu aquela… como chama? Fascite plantar? De onde isso surgiu? E por quê? Por quê?! Também rompi o tendão do quadril. É como se tudo estivesse se desfazendo agora, e não há perspectiva de melhora”.
Atualmente, Hardy protagoniza ‘Terra da Máfia’, nova série criminal da Paramount+ dirigida por Guy Ritchie (‘Magnatas do Crime’). A produção, que também conta com Pierce Brosnan e Helen Mirren no elenco, estreia este mês no catálogo da Paramount+ Brasil.
A produção será lançada no próximo dia 30 de maio na plataforma de streaming, dois meses depois do lançamento nos Estados Unidos.
A trama segue duas famílias criminosas em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo”.
‘Premonição 6: Laços de Sangue’, sequência da clássica franquia de terror, conquistou uma avaliação positiva no Rotten Tomatoes, com 93% de aprovação, baseada em 43 análises.
A maioria dos críticos considera o longa divertido e uma obra que honra o legado da franquia.
“É uma diversão contagiante, repleta de referências sutis aos filmes anteriores e trilhas sonoras estrategicamente inseridas para agradar aos fãs mais fiéis da franquia”, disse Gregory Nussen do Deadline.
“A combinação de CGI e efeitos práticos funciona perfeitamente, e as sequências são editadas de forma sádica para gerar máxima tensão, aliviada, felizmente, por frequentes doses de humor mordaz”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.
“Você não pode escapar da Morte e, diante de um capítulo tão bem executado de uma franquia de terror como ‘Premonição 6: Laços de Sangue’, nem deveria querer”, disse Becky Darke do Total Film.
“Os fãs podem sair de Laços de Sangue satisfeitos com a revitalização da fórmula, mas, fiel à tradição da franquia, isso acontecerá principalmente porque três cenas são de fato interessantes”, disse Spencer Perry do ComicBook.
“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ é um verdadeiro espetáculo, uma montanha-russa de emoções, e sem dúvida a versão mais divertida da franquia”, disse Nadir Samara do Screen Rant.
“‘Premonição 6: Laços de Sangue’ prova que, mesmo com seis filmes, a franquia ainda tem vida, e muita morte, pela frente”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.
“Com as franquias de terror constantemente ressurgindo, Laços de Sangue se destaca como uma das mais frescas que vimos em muito tempo. É uma mistura impecável de voltar às origens e, ao mesmo tempo, trazer algo inovador, repleto de sangue e ossos estalando”, disse Emma Kiely do Collider
“Muitos fãs certamente ficarão felizes com o retorno de Premonição após tanto tempo, mas será que essa ânsia movida pela nostalgia vale a pena se o filme não surpreender? No fim das contas, este é o mesmo Premonição que você já viu antes”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.
“Engraçado, delicado, afiado e cruel, ‘Laços de Sangue’ tem suas falhas, mas ainda assim confirma O design da morte como uma força digna de seu próprio lugar especial no hall da fama do terror”, disse Alison Foreman do IndieWire.
‘Premonição 6: Laços de Sangue’ tem estreia nos cinemas nacionais marcada para 15 de maio.
Na próxima iteração, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.
O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).
O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.
O astro Ryan Reynolds falou recentemente sobre os bastidores de ‘Deadpool & Wolverine’, sucesso de bilheteria da Marvel, e revelou algumas restrições criativas impostas pela Disney durante a produção do longa.
Segundo o ComicBook, Reynolds explicou que o próprio CEO da Disney, Bob Iger, esteve pessoalmente envolvido no projeto e definiu duas regras claras que nem mesmo Deadpool poderia quebrar.
“A primeira vez que ele [Bob Iger] viu o filme, ele já estava em boa forma”, contou Reynolds. “E ele disse: ‘Você precisa tirar aquela fala, certo?’ E eu fiquei tipo: ‘Qual fala?’ E ele respondeu: ‘Você sabe qual’. E eu: ‘A do Mickey Mouse?’ E ele: ‘É’. Aí eu falei: ‘Mas Bob, o filme inteiro gira em torno dessa fala! Ela é o coração do roteiro, a base de tudo'”.
Reynolds ainda comentou que teve dificuldade em aceitar a mudança: “Meu cérebro só pensava: ‘É preciosa, não posso tirar’. Tive que dar umas voltas no escritório dele, respirar fundo, e no fim resolvemos. Fizemos uma mudança. Ele só… simplesmente não queria a piada com o Mickey Mouse”.
A piada em questão, revelada mais tarde no roteiro de divulgação da campanha For Your Consideration, mostrava Deadpool reclamando ao descobrir que o Magneto não faria uma participação especial:
“P*! O quê, a gente não pode nem pagar por mais um X-Man? A Disney é tão mão de vaca. Mal consigo respirar com todo esse p** do Mickey Mouse entalado na minha garganta”, afirmava.
Além disso, Reynolds também comentou o quanto lutou para que ‘Deadpool & Wolverine’ saísse do papel:
“Lembro de tentar fazer esse filme acontecer, e foquei totalmente nisso”, continuou. “Disse: ‘Vou garantir o retorno do investimento. Pode confiar. Não sou um piloto inconsequente, vou pousar esse avião com precisão. Vai ser um filme para quatro quadrantes com classificação +18. O primeiro da Disney com essa proposta'”.
Segundo o ator, o projeto só foi aprovado após diversas negativas: “Eles disseram ‘não’ para 18 ideias diferentes, incluindo uma em que Deadpool caçava o caçador que matou a mãe do Bambi. A resposta foi: ‘Não mexemos com Bambi’. E eu disse: ‘Mas vocês também disseram que não mexem com o Mickey Mouse’. E eles: ‘Exatamente. Não tocamos no Bambi e não tocamos no Mickey Mouse'”.
Lembrando que ‘Deadpool &Wolverine’, que arrecadou US$1,388 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo e conquistou 78% de aprovação no Rotten Tomatoes, está disponível no Disney+.