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‘Do Sul, a Vingança’: Longa produzido no Mato Grosso do Sul ganha imagens INÉDITAS; Confira!

Foram divulgadas imagens inéditas do ambicioso projeto ‘Do Sul, a Vingança’, que chega aos cinemas no próximo dia 15 de maio com distribuição da Kolbe Arte.

O longa, que marca um feito inédito, é o primeiro filme produzido 100% no Mato Grosso do Sul a entrar em circuito comercial no Brasil, reforçando o crescimento do cinema regional e independente.

Com orçamento de apenas R$ 397 mil, a produção surpreende pela qualidade técnica e narrativa, e já começa a chamar atenção internacional: é finalista no Los Angeles Film Awards 2025 e no World Film Festival, em Cannes, um dos mais prestigiados eventos do cinema independente.

A produtora também divulgou nesta semana o trailer e o cartaz oficiais do longa, que mistura ação e comédia em um faroeste moderno com identidade brasileira.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Fábio Flecha, que também assina o roteiro ao lado de Edson Pipoca.

Em busca de material para seu novo livro, o escritor Lauriano parte para a conturbada fronteira entre Mato Grosso do Sul, Paraguai e Bolívia, onde o crime organizado dita suas próprias leis, em busca de um “Jacaré”. O que começa como uma simples investigação se transforma em uma jornada inesperada, repleta de ação, conflitos e personagens excêntricos. Em meio ao caos de uma vastidão silenciosa e cheia de contrastes, Lauriano mergulha em uma trama tão perigosa quanto cômica — onde sobreviver é o seu maior desafio.

Espedito Di Montebranco (Jacaré), Bruno Moser (Febem), Felipe Lourenço (Lauriano), Leandro Faria (Victor Bautista), Luciana Kreutzer (Dra. Lucia), Victor Samudio (Edson) e David Cardoso (Coronel Massada) estrelam.

‘Thunderbolts*’: Após lançamento, diretor Jake Schreier é cotado para assumir filme dos ‘X-Men’

Surpreendendo após o lançamento de Thunderbolts*’, que segue em exibição nos cinemas brasileiros, o diretor Jake Schreier agora figura como forte candidato para comandar outro projeto de grande magnitude da Marvel Studios: o aguardado filme dos ‘X-Men’.

Segundo informações do Deadline, Schreier está nas primeiras etapas de negociação para assumir a direção do novo longa dos mutantes.

Embora o estágio das conversas ainda seja incerto, a reportagem aponta que, após um encontro promissor na semana passada, Schreier emergiu como a principal escolha para liderar um dos projetos mais cobiçados do estúdio. O roteiro está sob a responsabilidade de Michael Lesslie, com a produção a cargo de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios.

Thunderbolts*’ segue em cartaz nos cinemas nacionais

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica em Vídeo | ‘Thunderbolts*’ é um aguardado retorno da Marvel Studios à boa forma

Crítica | ‘Thunderbolts*’ explora temas profundos e traz o MCU de volta à boa forma

Crítica 2 | ‘Thunderbolts*’ é uma reunião sindical com os trabalhadores do MCU

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

‘American Pie’: Natasha Lyonne revela que nunca assistiu aos filmes, apesar de ter atuado na franquia

A atriz Natasha Lyonne, que estreou emAmerican Pie como a sarcástica Jessica, revelou recentemente que nunca assistiu aos filmes da franquia, apesar de ter estrelado os longas.

Durante uma entrevista ao Deadline, Lyonne explicou que não assistiu aos filmes porque não se identifica com o universo adolescente.

“Eu acho que ele está talvez em alguns dos American Pies”, disse Lyonne, referindo-se a John Cho, seu colega em ‘Poker Face’. “Vou ser honesta, eu não vi esses filmes. Vi o primeiro na estreia. Eu adoro o Chris e o Paul Weitz, mas falo muito mal desse filme, embora seja mais porque não entendo o ensino médio, os bailes de formatura ou os subúrbios”.

Apesar de ter assistido apenas ao primeiroAmerican Pie — A Primeira Vez é Inesquecível’ (1999), Lyonne interpretou a personagem Jessica no filme e sua sequência, American Pie 2 – A Segunda Vez é Ainda Melhor’ (2001). Embora tenha ficado de fora de American Pie: O Casamento’ (2003), ela retornou paraAmerican Pie: O Reencontro’ (2012).

Lyonne ainda completou: “Mas eu acho que o John está nesses filmes. Sempre que vejo o John por aí, a gente sempre brinca, ‘American Pie!’ E aí, quando ele chegou no set, ficamos falando ‘American Pie!’ Mas eu estava meio que entrando na brincadeira, para ser honesta, porque já fazemos essa piada há mais de uma década, então eu meio que tive que embarcar. Ele está nos filmes, certo?”.

Olhar de Cinema! Festival Internacional de Curitiba divulga filmes selecionados para sua 14ª edição

Chegando em sua 14ª edição, o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba anunciou os longas e curtas-metragens que compõem a programação deste ano.

Com realização de 11 a 19 de junho, o evento contará com sessões em espaços emblemáticos da capital paranaense, ocupando de forma inédita o MON – Museu Oscar Niemeyer (Auditório Poty Lazzarotto), um dos principais pontos turísticos da cidade. A Ópera de Arame, outro local imponente da capital, receberá por mais um ano a exibição do Filme de Abertura. As sessões também ocorrem no Cine Passeio, no Teatro da Vila, Cine Guarani, que pela primeira vez será local de exibição após passar por um processo de reforma e reestruturação, e a Cinemateca, que completa 50 anos de história com novos equipamentos de projeção e som.

Composto por 10 mostras, sendo Competitiva Brasileira, Competitiva Internacional, Novos Olhares, Mirada Paranaense, Exibições Especiais, Olhar Retrospectivo, Olhares Clássicos, Foco, Pequenos Olhares, Filme de Abertura e Encerramento, o festival promove diferentes olhares sobre determinados segmento, pauta, idade, diretor ou estilo de produção, contando com mais de 80 produções para a edição deste ano.

“Estamos muito felizes em anunciar os selecionados para a 14ª edição do Olhar de Cinema. São mais de 80 filmes que completam a nossa programação, entre estreias mundiais, nacionais, de cineastas de destaque, novos nomes da sétima arte, diretores e diretoras paranaenses, produções para a criançada, entre outros. Para este ano, abrimos ainda mais o nosso leque de locais de exibição, ocupando também o MON, O Cine Guarani e a Cinemateca”, comenta Antonio Gonçalves Jr, diretor do Olhar de Cinema.

Os ingressos para as sessões estarão à venda a partir do dia 16 de maio, com valores que vão de R$8 (meia-entrada) a R$16, disponíveis pelo site oficial: www.olhardecinema.com.br. O Olhar de Cinema ainda contará com sessões gratuitas no Teatro da Vila, na CIC, e no Cine Guarani, no bairro Portão.

 

Filme de abertura

O longa-metragem que abrirá a edição 2025 do Festival Internacional de Curitiba é o “Cloud” (“Kuraudo”), assinado pelo diretor japonês Kiyoshi Kurosawa, um dos mais cultuados cineastas contemporâneos, conhecido por produções como “Pulse” (2001), “Creepy” (2016), e “A Cura” (1997).

O filme, que estreia no Brasil dentro do evento, representou o Japão na corrida do Oscar deste ano, na categoria “Melhor Filme Internacional”, e passou por outros renomados festivais internacionais, como o de Veneza, Toronto e Chicago.

Inspirado em uma história real, a produção é um suspense que aborda a história de um grupo de justiceiros formado na internet que se rebela contra Yoshii (Masaki Suda), que usa o pseudônimo Ratel, um revendedor online de produtos baratos a preços elevados. Apesar de trabalhar como operário em uma pequena fábrica, o jovem se dedica a revender todos os tipos de mercadorias online, desde roupas a equipamentos médicos. Após negar uma promoção no local onde trabalha, ele decide viver com sua namorada em uma casa afastada da cidade.

Ao se sentir lesada, sua clientela é dominada por um sentimento de raiva, levando até mesmo pessoas não diretamente prejudicadas a se unirem contra ele, motivadas por ressentimentos pessoais.

O Filme de Abertura será exibido em uma sessão exclusiva na Ópera de Arame, em uma tela especial de mais de 400 polegadas montada especialmente para a exibição.

Confira todos os filmes que fazem parte da 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

Mostras Competitivas

As produções selecionadas para as Mostras Competitivas, tanto a Internacional quanto a Brasileira, concorrem pelos prêmios de Melhor Filme, Direção, Roteiro, Atuação, entre outros, concedidos pelo Júri, além das premiações do público, responsável por eleger o Melhor Longa e Melhor Curta nas duas mostras.

 

Competitiva Brasileira – Longas

“Apenas Coisas Boas” (Dir. Daniel Nolasco | Brasil | 2025 | 108’)

Sinopse: Catalão, interior de Goiás, 1984. Antonio vive sozinho e isolado cuidando dos afazeres de sua pequena fazenda até o dia em que seu destino cruza com o de Marcelo, um motoqueiro solitário que sofre um acidente atravessando a região. Antonio cuida das feridas de Marcelo. Os dois se apaixonam e vivem uma história que transforma, desestabiliza e provoca rupturas em cada um deles.

– “Aurora(Dir. João Vieira Torres | Brasil, Portugal, França | 2025 | 130’)

Sinopse: Aurora foi a avó do diretor. Sem saber ler ou escrever, ela foi parteira e curandeira por mais de quarenta anos no sertão profundo da Bahia. De um encontro a outro, com os vivos e os mortos, o filme segue seus rastros, confrontando a violência estrutural de gênero e racial, presentes na formação histórica do Brasil.

 “A Voz de Deus” (Miguel Antunes Ramos | Brasil | 2025 | 85’)

Sinopse: Duas crianças pregadoras buscam uma vida melhor através da fé. Daniel,17, lida com a frustração paterna: ele era a criança pregadora mais famosa do Brasil, mas à medida que cresce há cada vez menos interesse. João, por sua vez, está no auge: com 12 anos, possui um milhão de seguidores no Instagram, e prega para multidões. Um ciclo que termina e outro que começa. Um país que não é mais o mesmo.

– “Cais (Dir. Safira Moreira | Brasil | 2025 | 69’)

Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu (Bahia) e pelo Rio Alegre (Maranhão), para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte.

–  “Explode São Paulo, Gil” (Dir. Maria Clara Escobar | Brasil, Portugal | 2025| 97’)

Sinopse: Gil sempre quis ser cantora. Ela se mudou para São Paulo com sua esposa quando tinha 20 e poucos anos. Agora, aos 50, é faxineira. Maria Clara lhe propõe fazer um filme no qual Gil será CANTORA. Ela também quer explodir São Paulo. Gil não quer, mas aceita para que o filme aconteça. Gil se torna uma famosa, elas explodem duas cidades e refletem sobre sonhos, trabalho, envelhecimento e esquecimento.

“Glória & Liberdade” (Dir. Letícia Simões | Brasil | 2025 | 73’)
Sinopse: 2050. O continente Pau-Brasil celebra 200 anos das Revoltas Regenciais que dividiram o Brasil em nações. Azul, documentarista da República da Bahia, viaja pelo Norte e Nordeste para investigar o colapso da unidade brasileira. Entrevistando líderes, camponeses, pajés e hackers, ela explora revolução e identidade. Em casa, enfrenta uma insurreição que desafia suas certezas sobre história e luta.

“Paraíso(Dir. Ana Rieper | Brasil | 2025 | 76’)

Sinopse: Documentário de longa-metragem sobre as heranças da condição colonial brasileira na vida diária hoje. A partir de uma narrativa musical e do uso de material de arquivo de naturezas diversas, o filme propõe uma viagem inquieta por relações forjadas pela posse de terras e de pessoas. Uma sinfonia popular sobre violência, resistência, força e afeto.

– “Torniquete(Dir. Ana Catarina Lugarini | Brasil | 2025 | 75’)

Sinopse: Uma família multigeracional de três mulheres enfrenta as marcas de mais uma invasão traumática, revisitando o passado, reconstruindo o futuro e curando suas feridas.

 

Competitiva Brasileira – Curtas

“A Nave que Nunca Pousa” ( Dir. Ellen Morais | Brasil | 2025 Z 15’)
Sinopse: A Nave que Nunca Pousa paira sobre uma comunidade quilombola no sertão da Paraíba. Os moradores locais precisam lidar com as consequências desse acontecimento. Uma ficção científica documental nas terras de Aruanda.

– “Americana(Dir. Agarb Braga |Brasil | 2025 | 20’)

Sinopse: Cinco amigas são detidas após uma briga em praça pública motivada por uma traição. Na delegacia, durante os depoimentos, segredos vêm à tona, revelando verdades inesperadas.

 “Fronteriza” (Dir. Rosa Caldeira, Nay Mendl | Brasil, Paraguai | 2025 | 20’)

Sinopse: Lucca, um jovem trans da periferia de São Paulo, viaja até Foz do Iguaçu, no limite entre Brasil, Paraguai e Argentina, em busca do pai que nunca conheceu. Lá conhece Diego, um paraguaio, que o apresenta os segredos da fronteira.

– “Girassóis (Dir. Jessica Linhares, Miguel Chaves |Brasil, Paraguai |2025 |20’)

Sinopse: Em um Brasil de escala 6×1, Girassóis narra o cotidiano de Zé, um homem negro idoso, que ainda é obrigado a trabalhar. Abordando a realidade que sobrecarrega os trabalhadores brasileiros, a trama reflete sobre os desafios do trabalho, desde a rotina diária até o impacto no relacionamento familiar e nas esperanças para um futuro inóspito. Livremente baseado em fatos reais

– “Maira Porongyta – O Aviso do Céu” (Dir. Kujãesage Kaiabi |Brasil |2025 | 21’)

Sinopse: Itaarió, criador do mundo, é o mais poderoso entre os Mait, os deuses do povo Kaiabi. Ele convoca os outros Mait para uma reunião em sua casa no céu para transmitir um aviso inquietante. Ficção baseada em fatos.

“Mais Um Dia” (Dir. Vinícius Silva | Brasil | 2025 | 21’)

Sinopse: A artista Leonora Maia, mais um dia na Amazônia.

“Ontem Lembrei de Minha Mãe” (Dir. Leandro Afonso | Brasil | 2025 | 23’)

Sinopse: Um episódio da infância retorna à memória de um homem sem terra.

– “Seco(Dir. Stefano Volp | Brasil | 2025 | 17’)
Sinopse: Após terminar seu testamento, horas antes de morrer, um ex-militar viúvo percebe que não se recorda da última vez que chorou. Para encontrar suas lágrimas, ele provocará suas emoções correndo atrás de gestos e sentimentos soterrados.

 

Competitiva Internacional – Longas

“A Árvore da Autenticidade” (“L’arbre de l’authenticité” | Dir. Sammy Baloji | Bélgica, Congo |2025 | 87 min’)

Sinopse: No coração da floresta tropical do Congo, os restos de um centro de pesquisa dedicado à agricultura tropical revelam o peso do passado colonial e seus vínculos indissociáveis com as mudanças climáticas contemporâneas.

– “Ariel (Dir. Lois Patiño | Espanha, Portugal | 2025 | 108’)

Sinopse: Ariel é um filme de teatro dentro do teatro, sobre uma atriz argentina que desembarca em uma ilha estranha e encantadora, onde os habitantes transcenderam em personagens shakespearianos.

“Fire Supply” (“Fire Supply” | Dir. Lucía Seles | Argentina | 2024 | 156’)

Sinopse: Por que os podcasts têm um limite? Uma pessoa que ama sua mãe e seu pai gostaria de fazer gelo ou aço ou ter um cemitério para que sua mãe não sofresse por ninguém

“Medidas para um Funeral” (“Measures For A Funeral”|Dir. Sofia Bohdanowicz|Canadá|2024|142 min)

Sinopse: De Toronto a Oslo, seguimos a jornada de uma jovem acadêmica, Audrey Benac. Audrey embarca em uma busca por uma mulher — a renomada violinista canadense do início do século XX, Kathleen Parlow — enquanto, ao mesmo tempo, foge de outra: sua mãe, uma musicista fracassada.

“Quando o Telefone Tocou” (“Kada je Zazvonio Telefon”|Dir. Iva Radivojević|Sérvia, Estados Unidos|2024|73 min)

Sinopse: Por meio da reconstrução íntima de um telefonema importante, When The Phone Rang investiga o deslocamento e a natureza da memória. Na mente da protagonista de onze anos, a ligação apaga todo o seu país, sua história e identidade.

 “Um Corpo Para Habitar” (“A Body To Live In”|Dir. Angelo Madsen|Estados Unidos|2025|98’)

Sinopse: Entrelaçando fotografias estáticas deslumbrantes com as vozes de pessoas idosas queer, A Body to Live In traça as comunidades, filosofias e histórias controversas que cercam o movimento de Modificação Corporal, iniciao pelo artista underground Fakir Musafar.

 

Competitiva Internacional – Curtas

“As Loucas do Sótão” (“Locas del Ático”| Dir. Tamara García Iglesias|Espanha|2024|16’) 

Sinopse:  Marguerite Duras pode nos curar da loucura? Pode essa mulher que é muda na alma ser louca? Este filme, por meio de um elenco analógico, explora as representações da loucura nos filmes mudos das décadas de 20 e 30.

 

“Barco dos Tolos” (“ىقمحلا ةنيفس | Dir. Alia Haju | Líbano, Alemanha | 2024 | 30’)

Sinopse: Este anima-doc costura os fragmentos da vida pessoal de Alia, uma mulher libanesa. Crescendo enfrentando a guerra e o deslocamento, ela forma uma amizade com um possível super-herói na costa de Beirute, chamado Abu Samra. Ela treina com ele e seus monstros se encontram. Alia e Abu Samra sobrevivem encontrando conforto na insanidade que a cidade semeou neles. Então, a revolução libanesa começa.

 

 “Conseguimos Fazer um Filme” (Dir. Tota Alves | Portugal | 2024 | 15’)
Sinopse: Maria Inês vive as primeiras brisas de amor numas férias de Verão. Acompanhada das amigas, passeia pelo bairro onde vive passando o tempo entre missangas e a rodagem de um filme.

 

 “Coração Azul” (“Coeur Bleu“| Dir. Samuel Suffren | Haiti, França | 2025 | 15’)

Sinopse: Marianne e Pétion vivem no Haiti e aguardam impacientemente uma ligação de seu filho nos EUA. À medida que o silêncio se instala, seus medos e preocupações crescem, revelando as fraturas em suas próprias vidas. A promessa do sonho americano agora parece escapar-lhes, à medida que a linha entre esperança e realidade se torna cada vez mais tênue.

 

 “Después del Silencio” (Dir. Matilde-Luna Perotti | Canadá | 2024 | 14’)

Sinopse: Em um curta-metragem profundamente comovente, uma cineasta retorna à sua avó após seis anos de silêncio para confrontar o tabu familiar: o abuso sexual que ela sofreu.

 

 “Esportes Aquáticos” (“Water Sports” | Dir. Whammy Alcazaren | Filipinas | 2024 | 15’)

Sinopse: Jelson e Ipe, estudantes profundamente apaixonados, enfrentam provas da mente e do corpo enquanto se preparam para sobreviver a um mundo devastado pelas mudanças climáticas. Jelson e Ipe logo descobrem que talvez a melhor maneira de sobreviver ao fim do mundo seja simplesmente viver, rir e amar.

 

 “Ídolo Evanescente” (“ليخنلا تابس” | Dir. Majid Al-Remaihi | França, Kuwait, Catar | 2025 | 19’)

Sinopse: Enquanto o céu azul se encontra com os mares ao redor, o nativo convertido em arqueólogo Hassan AlFailakawy retorna à ilha abandonada de Failaka, na costa do Kuwait. Entre a desolação e as diferentes ruínas da ilha após a Guerra do Golfo, Hassan se depara com questões sobre retorno, restituição e pertencimento.

 

“O Reinado de Antoine” (“El Reinado de Antoine” | Dir. José  Luis Jiménez Gómez | Cuba | 2024 | 19’)

Sinopse: Em uma cidade cubana, Visman, um jovem obcecado por fantasias históricas, se refugia nelas para explorar a complexidade de seus laços familiares e seu ambiente social. Responsável pelo cuidado exclusivo de seu pai deficiente, ele se empenha em dar vida à sua narrativa épica O Reinado de Antoine, enfrentando adversidades diárias e buscando uma fuga em um mundo em ruínas.

 

Mostra Olhar Retrospectivo – Agnès Varda

 

A Mostra Olhar Retrospectivo é um espaço dedicado a um grande nome do cinema mundial, apresentando um panorama de suas produções e uma reflexão sobre sua trajetória. Quem integra a mostra na 14ª edição do Olhar de Cinema é a cineasta Agnès Varda, cujo trabalho é referido como um dos marcos do cinema moderno, do cinema realizado por mulheres, dos filmes-ensaios e dos documentários subjetivos.

 

Foram selecionados 10 filmes da cineasta francesa, sendo seis longas e quatro curtas-metragens, em uma temática intitulada “Derivas por Varda”, em referência aos personagens “em deriva” da realizadora e ao percurso do público pela mostra.

 

– “Saudações aos Cubanos” (“Salut les Cubains / Dir Agnès Varda | França / 1964 / 29’) Sinopse: A partir de mais de mil fotografias tiradas por ela mesma em uma viagem a Cuba em 1963, Agnès Varda monta um documentário vibrante que celebra a cultura cubana pós-revolução. Com narração envolvente e ritmo dinâmico, o filme mistura informação, simpatia e crítica em um olhar afetuoso sobre o povo cubano.

 

“La Pointe-Courte” (“La Pointe-Courte | Dir. Agnès Varda | França | 1955 | 81’) 

Sinopse: No vilarejo pesqueiro de La Pointe Courte, um casal em crise revisita sua relação enquanto os habitantes locais enfrentam dificuldades cotidianas. Primeiro longa de Agnès Varda, o filme combina elementos documentais e ficcionais, antecipando a estética da Nouvelle Vague com um olhar lírico e social.

 

“A Ópera-Mouffe” (“L’Ópera Mouffe” | Dir. Agnès Varda | França | 1958 | 17’)

Sinopse: Neste curta-metragem documental-poético de Agnès Varda, uma mulher grávida caminha pelas ruas do bairro Mouffetard, em Paris, observando cenas da vida cotidiana com sensibilidade e estranheza. Misturando realidade e sonho, o filme capta personagens marginalizados e revela o olhar terno e crítico da cineasta sobre a condição humana.

 

“Cléo das 5 às 7” (“Cléo de 5 às 7” | Dir. Agnès Varda | França | 1962 | 90’)

Sinopse: Em tempo quase real, o filme acompanha duas horas na vida de Cléo, uma jovem cantora que espera ansiosamente o resultado de um exame médico. Enquanto vaga por Paris, confronta sua vaidade, seus medos e sua visão da morte. Um retrato sensível da feminilidade e da existência, marcado pelo estilo inovador de Agnès Varda.

 

“Tio Yanco” (“Oncle Yanco” | Dir. Agnès Varda | França | 1967 | 19’) 

Sinopse: Neste documentário leve e encantador, Agnès Varda encontra um tio artista que vive em uma casa-barco em Sausalito, Califórnia. A reunião entre os dois, que não se conheciam, dá origem a um retrato afetuoso e lúdico sobre identidade, arte e laços familiares.

 

“Documentira” (“Documenteur” | Dir. Agnès Varda | França | 1981 | 65’) 

Sinopse: Ambientado em Los Angeles, este filme mistura ficção e realidade para retratar a solidão de uma mulher francesa que vive com seu filho nos Estados Unidos após o fim de um relacionamento. Com tom melancólico e poético, Agnès Varda explora o exílio emocional e a busca por pertencimento em terras estrangeiras.

 

“Uma canta, a outra não” (“L’une chante l’autre pas” | Dir. Agnès Varda | França | 1977 | 122’) 

Sinopse: O filme segue a amizade entre duas mulheres, uma cantora e ativista política e a outra, dona de casa, que vivem experiências muito diferentes durante a Revolução Sexual e os movimentos feministas dos anos 1970. Agnès Varda explora temas de liberdade, feminismo e a complexidade da escolha e da identidade feminina.

 

“Ulysse“ (“Ulysse” | Dir. Agnès Varda | França | 1983 | 22’) 

Sinopse: Agnès Varda revisita a ilha grega de Chios, onde filmou seu marido, o cineasta Jacques Demy, no passado. Em uma reflexão sobre o tempo, a memória e o cinema, ela explora o legado da obra de Demy e sua própria jornada como cineasta. Através de imagens poéticas, Varda investiga as conexões pessoais e culturais com  o mito de Ulisses.

 

“Os Catadores e Eu“ (“Les glaneurs et la glaneuse” | Dir. Agnès Varda | França | 2000 | 82’)
Sinopse:
 Agnès Varda percorre a França filmando catadores — pessoas que recolhem sobras, objetos ou alimentos descartados. Ao mesmo tempo, reflete sobre o envelhecimento, o consumo e sua própria condição de cineasta que também “colhe” imagens.

 

“As Praias de Agnès“ (“Les Plages de Agnès” | Dir. Agnès Varda | França | 2008 | 108’) – Sinopse: Neste documentário autobiográfico, Agnès Varda revisita sua vida e carreira por meio de memórias afetivas e lugares marcantes — especialmente praias. Com humor, sensibilidade e invenção visual, ela costura passado e presente em um autorretrato lírico e criativo.

 

Mostra Pequenos Olhares

 

Este espaço reúne uma seleção de produções voltada às crianças, entre longas e curtas-metragens, com o intuito de promover aos pequenos uma experiência única dentro do festival.

 

“Dentro da Caixinha – Mundo de Papel” (Dir. Guilherme Reis | Brasil |2025 | 83’)
Sinopse: O menino Lúcio está no hospital quando recebe da palhaça Parafina uma misteriosa caixinha que transporta ele e sua família para o Sertão da Memória – um mundo esquecido, habitado por personagens das cantigas de roda brasileiras.

 

“A Lenda de Zamu” (Dir.Ana Clara Mancuso, Marina Okamoto, Mayara Mello, Ronaldo Yoshio, Theo Souza | Brasil | 2025 | 5’)

Sinopse: Um garoto sonhador e uma jovem inventora contam diferentes versões da história da fundação de sua cidade, que envolve um monstro marinho. Enquanto eles brigam sobre qual é a versão verdadeira, uma tempestade começa, e eles terão a oportunidade de conhecer a lenda de perto.

 

 “A Viagem de Tetê” (Dir. Betânia Furtado | Brasil | 2025 | 10’)
Sinopse: A história de Tetê, uma teta cheia de leite, e Jojô, um bebê que ama mamar dia e noite. Mas o tempo passa e as coisas precisam mudar na vida dos dois.

 

– “Abraços (Dir. Barcabogante | Brasil | 2025 | 10’)
Sinopse: Nanai, uma menina de seis anos, percebe que sua mãe está triste. Para alegrá-la, Nanai desenha em seu diário um universo onírico onde ambas vivem aventuras juntas. As peripécias do sonho transbordam para a realidade, afastando a tristeza, culminando em um abraço.

 

– “Mahuru(Dir. Vitor Ferraz | Brasil | 2025 | 12’)

Sinopse: Mahuru, uma jovem indígena, é escolhida para representar a paz em sua ilha. Em meio a rituais ancestrais e decisões importantes, ela precisa seguir seu próprio caminho buscando a liberdade e o direito de amar. Mahuru é uma jornada sobre coragem, amor e a força de ser fiel aos seus sentimentos.

 

“No Início do Mundo” (Dir. Camilla Osório de Castro| Brasil |2024 | 7’)
Sinopse: Maíra aprende o ofício de sua avó.

 

“Rosetta” (Dir. Isabela Paulovic |Brasil | 2025 | 7’)

Sinopse: Rosetta foi criada no ambiente de um circo, seu sonho é seguir os pais e se tornar uma palhaça, mas quando é oferecida a oportunidade de se apresentar em público pela primeira vez, fica nervosa e erra seu número.

 

“Três Vírgula Catorze” (Dir. Joana Nogueira, Patrícia Rodrigues |Portugal | 2024 | 11’)

Sinopse: Uma jornada interna sobre a condição de crianças diagnosticadas com TDAH, que lutam com sua própria visão de mundo e com o que é esperado delas. Uma alegoria sobre a mente e o comportamento dessas crianças.

 

“Um Monstro e Meia” (Dir. Rama Rambo, Mariana Leal | Brasil | 2025 | 22’)
Sinopse: Lola é uma garotinha de 8 anos que, após seu melhor amigo se mudar, enfrenta desafios emocionais lidando com frustrações, solidão e um travesso monstrinho chamado Tufo, que adora roubar suas meias.

 

 

Mirada Paranaense

 

A Mirada Paranaense promove um panorama da produção audiovisual do Paraná, com um olhar dedicado a filmes de todo o estado.

 

“Notas Sobre um Desterro” (Dir. Gustavo Castro | Brasil | 2025 | 80’)

Sinopse: Filmagens do encontro com uma família palestina-brasileira na Cisjordânia de 2018 são revisitadas após 7/10/23. O que era para ser um filme sobre as possibilidades de coexistência em uma terra ocupada, se transforma em uma reflexão sobre colonização, apartheid, genocídio e a recente proliferação de imagens de guerra produzidas pelas próprias vítimas de um massacre que se repete no curso do tempo.

 

“A Mão Invisível” (Dir. Fernando Moreira | Brasil | 2024|16’)
Sinopse: Na rua de um prédio público, Guilherme abre um estacionamento e Claudio cuida dos carros na rua. Quando o mundo real se comporta de forma diferente das palestras americanas que ele assiste no youtube, Guilherme toma uma atitude drástica.

 

“Areia” (Dir. Ive Machado, Gustavo Ribeiro | BRasil | 2024 | 7’)

Sinopse: Em uma jornada por um deserto distante, percorremos nossos desejos e medos mais íntimos a procura de uma resposta. Porém, a vida sempre nos reserva uma surpresa. Você se solta quando a chance aparece?

 

 “Bem Me Quer, Mal Me Quer” (Dir. Victoria Spitzner, Gabrielle Santana |Brasil| 2025| 14’)

Sinopse: Diretora e sua mãe revisitam o passado buscando curar feridas que atravessam gerações. Acompanhamos a história de uma menina do litoral envolta em perguntas sem resposta enquanto lida com a culpa e o fim de sua infância. De volta a Paranaguá, mãe e filha conversam sobre os amores que moldam uma mulher e, por meio da câmera, enfrentam as fragilidades de uma família marcada pelo abuso.

 

– “Dança dos Vagalumes” (Dir. Maikon Nery | BRasil | 2025 | 25’)

Sinopse: Joana retorna ao assentamento onde passou sua infância para trabalhar como professora. Sua volta obriga a confrontar partes esquecidas de sua memória, incluindo a perda de seu pai assassinado por fazendeiros em decorrência da luta pela terra na região. Dança dos vagalumes é um ensaio sobre paisagens afetivas, lampejos históricos, fragmentos da memória coletiva e da luta social no campo.

 

– “Entre Sinais e Marés” (Dir. João Gabriel Ferreira, João Gabriel Kowalski |Brasil |2025|14’)

Sinopse: Mari e Ana são duas surdas que se conhecem em uma festa e decidem fazer uma loucura: uma viagem com destino à Ilha do Mel. Ao chegarem, as duas buscam por um guia que fale a língua delas.

 

“Fabulosas – Operação Aranha” (Dir. Th Fernandes, Lua Lambertti | Brasil | 2025 | 15’)

Sinopse: Em uma cidade gelada, a jornalista travesti Leôncia busca justiça pelo assassinato de uma amiga, descobrindo uma teia de segredos e uma enigmática figura com poderes sobrenaturais. Fabulosas: Operação Aranha explora a força de uma comunidade unida para sobreviver e fazer justiça em seus próprios termos, mesmo que para isso seja preciso enfrentar o sobrenatural — ou ser parte dele.

 

 “Guairacá” (Dir. Luan Rodrigues | Brasil | 2025 | 18’)

Sinopse: Guairacá é um documentário sobre a história do indígena Guairacá, personagem que ganhou destaque no cenário paranaense graças ao movimento artístico paranista. O filme se debruça sobre a forma como a figura e a história do indígena é lida por indígenas e pessoas do Movimento Sem Terra da região, trazendo importantes reflexões sobre a ocupação territorial do Paraná.

 

“Interior, Dia” (Dir. Luciano Carneiro, Paulo Abrão| Brasil | 2025|20’)

Sinopse: Após o funeral de sua avó, Paulinho retorna à sua cidade natal no interior do Paraná. Um mal-entendido e uma fotografia perdida iniciam uma busca.

 

Mostra Exibições Especiais

 

Esse espaço é dedicado a obras inéditas no Brasil de grandes nomes do cinema mundial, assim como filmes brasileiros incontornáveis da última temporada que estrearam em outros eventos, mas chegam para Curitiba no Olhar de Cinema.

 

“Batguano Returnos – Roben na Estrada” (Dir. Tavinho Teixeira, Fred Benevides |Brasil | 2025 | 84 min)

Sinopse: Há anos na estrada, Roben se desespera quando uma presença desincorporada invade seus dispositivos eletrônicos: é Batma, seu ex-companheiro. Enquanto discutem as possibilidades de uma relação mediada pela nuvem, Roben precisará se confrontar com sua origem desprezada por ser apenas um coadjuvante, e descobrir se resta algo para além do desejo de dominação de Batma.

 

“Canções de uma Terra Ardente” (Dir. Olha Zhurba | Ucrânia, França, Suécia, Dinamarca | 2024 |95 min)

Sinopse: Um diário audiovisual da imersão da Ucrânia no abismo dos dois primeiros anos da invasão total da Rússia, composto por lugares, personagens ocasionais, diálogos raros, sons e silêncios dentro do quadro que, reunidos, capturam a cronologia da normalização da guerra. Tendo como pano de fundo essa paisagem (meta)física de desastre coletivo, uma nova geração de ucranianos aspira a imaginar o futuro.

 

 “Hot Milk” (Dir. Rebecca Lenkiewicz | Reino Unido, Grécia | 2024 | 92 min)
Sinopse: Com uma doença estranha, mãe e filha embarcam em uma jornada para a costa espanhola para encontrar uma cura, e ao longo do caminho a filha descobre outra realidade longe de sua mãe controladora.

 

– “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte(Dir. Bruno Costa | Brasil | 2025 | 84’)
Sinopse: Sol se apaixona por Lola, uma jovem atriz surda, e elas iniciam um romance. Tudo se complica quando Lola passa a conviver sob o mesmo teto que o ex-marido de Sol, Miguel. Nesse curioso triângulo, eles irão descobrir que a morte de um amor pode ser o nascimento de outro.

 

“Relâmpagos de Críticas, Murmúrios de Metafísicas” (Dir. Júlio Bressane, Rodrigo Lima |Brasil |2025 | 147’)

Sinopse: Montagem de 48 filmes brasileiros realizados entre 1898 e 2022. Os momentos, os fotogramas, onde sentimos aparecer uma clareira, uma inovação, alguma experimentação e emotividade que chega até nós em tempos diversos. Um fio fino que percorre o cinema desde o seu nascimento, e até antes.

 

– “Salomé(Dir. André Antônio | Brasil | 2024 | 118’)
Sinopse: Cecília, uma jovem modelo de sucesso, retorna ao Recife para passar o natal com a mãe. Certa noite, um vizinho que ela não vê há muito tempo, João, lhe mostra um misterioso frasco contendo uma substância verde tóxica. Cecília começa a se apaixonar por João, mas também descobre que ele está envolvido com uma estranha seita ao redor da figura de Salomé, a sanguinária princesa bíblica.

 

 “Tardes de Solidão” (“Tardes de Soledad” | Dir Albert Serra| Espanha, França, Portugal| 2024|125’)

Sinopse: Retrato de uma estrela ativa da tourada, Andrés Roca Rey, que nos permite refletir sobre a experiência íntima do toureiro que assume o risco de enfrentar o touro como um dever pessoal — por respeito à tradição e como um desafio estético.

 

Novos Olhares

 

A Mostra Novos Olhares é voltada a produções ousadas, que flertam com o risco, a invenção e caminhos desconhecidos em seu uso da linguagem cinematográfica, optando pela radicalidade e desprendimento das convenções do cinema.

 

“Aoquic iez in Mexico! O méxico Não Existirá Mais” (“¡Aoquic iez in Mexico! ¡Ya México no existirá más!|Dir. Annalisa D. Quagliata Blanco | México | 2024 | 80’)

Sinopse: Uma visão frenética percorre uma Cidade do México convulsionada, uma colossal metrópole sustentada pelo mito do “mestizaje” e outras formas de violência colonial. Passado e presente tecem uma série de imagens; memórias fragmentadas dessa terra. Deidades antigas se encarnam, enquanto os sonhos se desenrolam através da intimidade, cumplicidade e tumulto.

 

 “Em vez de Árvores” (“En vez de árboles” / “Anstatt Bäumen” | Dir Philipp Hartmann |Alemanha, Argentina | 2024 | 79’)

Sinopse: Um filme que oscila entre a ficção e o documentário, questionando a natureza da natureza — e do cinema.

 

– “Invenção” (“Invention” | Dir. Courtney Stephens| Estados Unidos | 2024 | 72’)
Sinopse: Após a morte inesperada de um pai obcecado por teorias da conspiração, sua filha recebe a patente de um dispositivo experimental de cura. Com imagens de arquivo do verdadeiro falecido pai da atriz Callie Hernandez, Invenção explora o processo de luto por um pai complicado, e a própria realização do filme se torna parte desse processo.

 

“Na Passagem do Trópico” (Dir. Francisco Miguez| Brasil |2025 | 86’)
Sinopse: Um topógrafo mapeia áreas de risco de deslizamento na cidade de Ubatuba, em uma região de encosta na mata atlântica. Obcecado por medir e organizar, ele se depara com um território de ocupação humana caótica e repleta de conflitos. A história da cidade cruza seus passos, e através de seu teodolito, vê imagens do passado

 

“Os Lobos” (“Les Loups” | Dir. Isabelle Prim| França | 2024 | 96’)

Sinopse: No meio do século XVIII, a Besta é caçada ao redor do Château de Saint-Alban. No meio do século XX, um novo tipo de psiquiatria é inventado lá. Teatro e loucura atravessam os séculos.

 

 “Voz Zov Vzo” (Dir. Yhuri Cruz | Brasil | 2025 | 51’)

Sinopse: Voz Zov Vzo é um musical sobre os silêncios que acontece inteiro em um estúdio, numa noite de quarta-feira no ano de 1975, enquanto Jade aquece a sua voz. A chegada inesperada de uma velha amiga, traz de volta para Jade sua irmã – na forma de uma carta. Uma série de silêncios entram em seguida e ecoam pelo espaço. Jade se encontra com eles e com eles conversa.

 

Olhares Clássicos

 

Este espaço reúne uma seleção diversa de filmes de todo o mundo que marcaram a história da sétima arte, integrando a mostra como uma homenagem a seus realizadores, assim como por seus posicionamentos inovadores em relação às produções contemporâneas da edição.

 

“A Grande Cidade” (Dir. Carlos Diegues | Brasil| 1966 | 80’)
Sinopse: Luzia vem do sertão do Nordeste do Brasil para o Rio de Janeiro, em busca de seu noivo. Mas logo ela descobrirá que ele se tornou um criminoso perigoso e está sendo procurado pela polícia.

 

– “A Greve” (“Stachka” | Dir. Sergei Eisenstein | URSS | 1925 | 82’)
Sinopse: Stachka (1925), primeiro longa-metragem de Sergei Eisenstein, retrata a organização e a repressão de uma greve operária em uma fábrica russa no início do século XX. Através de uma estrutura narrativa inovadora e da montagem dialética, o filme apresenta a luta coletiva dos trabalhadores contra a exploração capitalista, destacando a brutalidade das autoridades e o poder da ação unificada.

 

“Carta Camponesa” (“Kaddu Beykat” | Dir. Safi Faye | Senegal | 1975 | 98’)

Sinopse: No vilarejo senegalês de Fad’jal, Kaddu Beykat retrata o cotidiano de camponeses enfrentando dificuldades econômicas e sociais, enquanto denunciam as consequências do colonialismo e das políticas agrícolas injustas.

 

“Desapropriado” (Dir. Frederico Fullgraf | Brasil | 1983 | 59’)
Sinopse: 1983. Após 1 ano e meio de filmagens, Frederico Füllgraf lança este longa-metragem documental atento às famílias desapropriadas de suas terras, condenadas à submersão pelo futuro lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Registros importantes de movimentos sociais e lideranças envolvidas na luta pela vida e por terras produtivas para aqueles que tiveram seus destinos duramente alterados pela Usina se seguem em um trajeto fundamental para a memória de um dos grandes desastres da história paranaense.

 

 “Eraserhead” (Dir. David Lynch | Estados Unidos | 1977 | 89’)

Sinopse: O filme segue Henry Spencer, um homem que vive em um ambiente industrial e desolado, enquanto enfrenta a paternidade de um bebê deformado e a pressão de sua própria sanidade. O filme mistura elementos de horror psicológico, com cenas oníricas e imagens abstratas, criando uma atmosfera única de angústia e desconforto.

 

“Eu, A Pior de Todas” (“Yo, La Peor de Todas”| Dir. Maria Luisa Bemberg | Argentina | 1990 |105 min)

Sinopse: Yo, la peor de todas retrata a vida da escritora e freira mexicana Sor Juana Inés de la Cruz, abordando sua luta por liberdade intelectual e sexual no século XVII. O filme explora sua relação com a Igreja, o amor proibido e seu legado literário, destacando o conflito entre a fé, o desejo e a razão.

 

“Meu Nome é Oona” (“My name is Oona” | Dir. Gunvor Nelson | Estados Unidos | 1969|10’)
Sinopse: Curta-metragem experimental que mergulha na experiência da infância por meio de imagens sensoriais e sonoras. A cineasta Gunvor Nelson utiliza filmagens de sua filha Oona, combinadas com gravações de sua voz dizendo seu nome e os dias da semana, criando uma estrutura rítmica e repetitiva que acompanha a dinâmica visual do filme.

 

“Plantar nas Estrelas” (Dir. Geraldo Sarno | Brasil | 1978 | 17’)

Sinopse: Moçambique, ex-colônia portuguesa na África, independente desde 1975, é um país que busca seu próprio caminho lutando pela erradicação do analfabetismo e a reconquista de seus valores culturais. A prática da discussão comunitária e a educação pelo cinema são amplamente utilizadas nas aldeias, no funcionamento da escola, no trabalho comunitário e nas manifestações culturais deste povo.

 

“Quarup Sete Quedas” (Dir. Frederico Fullgraf | Brasil | 1983 | 14’)
Sinopse: Quarup é um ritual de homenagem aos mortos. As Sete Quedas eram as maiores cachoeiras, em volume de água, do mundo. Em 1982, foi concluído o violento processo de alagamento das cachoeiras e das terras de comunidades tradicionais da região para a inauguração do lago da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Neste curta, o cineasta Frederico Füllgraf registra os últimos dias desta maravilha natural paranaense, acompanhado pelos versos de Carlos Drummond de Andrade (escritos em alusão a destruição das cachoeiras) e do ritual quarup Avá-Guarani.

 

 “Yeelen – A Luz” (“The Light” | Dir. Souleymane Cissé | Mali | 1987 | 105’)

Sinopse: Em “Yeelen – A Luz”, um jovem, dotado de poderes mágicos, busca a ajuda de seu tio para confrontar seu pai, um feiticeiro poderoso que busca a morte do próprio filho. A história é uma exploração de conflitos entre o novo e o tradicional, a vida e a morte, e a luz e a escuridão, inspirada na mitologia africana, como a do Mande.

 

Mostra Foco

 

Neste ano, a Mostra Foco leva o tema “Arquivos Desobedientes: O Cinema e as Rasuras da História”, promovendo um recorte de filmes e diálogos entre comunidades do Sul Global, com obras de diferentes contextos e épocas, que convocam e elaboram arquivos a partir de posturas contestatórias.

 

“A Fidai Film” (Dir. Kamal Aljafari | Alemanha, Catar, Brasil, França |2024 | 78 min)
Sinopse: Durante a invasão de Beirute em 1982, o exército israelense confiscou o acervo visual do Centro de Pesquisa Palestina. Em “A Fidai Film”, Kamal Aljafari recupera essas imagens, criando uma narrativa que resiste ao apagamento da memória palestina.

 

 “A Zerda e os Cantos do Esquecimento” (“La Zerda et Les Chants de l’Oubli” | Dir. Assia Djebar |Algeria | 1983 | 60’)

Sinopse: Usando imagens de arquivo colonial, o filme revela a vida cotidiana dos povos do Magrebe sob o domínio francês, resgatando, com sensibilidade e poesia, as vozes silenciadas da história.

 

 “Dahomey” (Dir. Mati Diop| Senegal, França, Benim | 2024 | 68’)
Sinopse: O filme acompanha o retorno de 26 tesouros reais do antigo Reino do Daomé, saqueados por tropas coloniais francesas em 1892, ao atual Benin. Misturando realidade e ficção, a obra dá voz a uma das estátuas repatriadas e promove reflexões sobre identidade, memória e os impactos do colonialismo.

 

“Ngupelngamarrunu, Tempo da Noite Vamos” (“Ngupelngamarrunu, Night Time Go” | Dir. Elizabeth Povinelli | Austrália| 2017 | 31’)

Sinopse: Documentário experimental que revisita um episódio histórico da Austrália durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1943, um grupo de ancestrais Karrabing escapou de um campo de internamento em Delissaville, onde haviam sido confinados pelo governo australiano devido ao medo de que se tornassem espiões japoneses.

 

“Notas Sobre a Tortura e Outras Formas de Diálogo” (“Apuntes sobre la tortura y otras formas de diálogo” | Dir. Patricio Guzmán | Espanha | 1968 | 15’)
Sinopse: Curta-metragem experimental que denuncia a repressão política na América Latina. Através de uma dramatização de tortura a um prisioneiro, o filme critica a brutalidade dos regimes militares e a passividade de certos intelectuais de esquerda. Utilizando uma estética que parodia a publicidade institucional, Guzmán combina elementos de humor negro e sátira para questionar a moralidade e a eficácia da resistência intelectual frente à opressão.

 

 “O Grito” (“El Grito” | Dir. Leobardo López Arretche | México | 1968 | 120’)

Sinopse: Documentário que registra o movimento estudantil mexicano de 1968, capturando manifestações, repressões e a tragédia de Tlatelolco, oferecendo um testemunho visual único desse período turbulento.

 

– “Recorrências Perpétuas” (“Perpetual Recurrences” | Dir. Reem Shilleh | Palestina | 2016 | 60’)
Sinopse: Documentário experimental que examina quatro décadas de cinema palestino e filmes sobre a Palestina. Em vez de apresentar filmes inteiros, Shilleh monta uma seleção de cenas recorrentes, identificando padrões visuais e narrativos que se repetem ao longo do tempo. Essas cenas incluem imagens de salas de aula, militantes discursando em campos abertos, jovens discutindo política revolucionária e tomadas de ruas e campos de refugiados. Ao reunir essas sequências, o filme questiona como a memória histórica e as narrativas políticas são construídas e perpetuadas no cinema palestino.

 

“Sobrenome Viet, Nome Próprio Nam” (“Surname Viet Given Name Nam” | Dir. Trinh T. Minh-ha | Estados Unidos | 1988 | 108’)
Sinopse: Documentário experimental que investiga as experiências de mulheres vietnamitas, tanto no Vietnã quanto nos Estados Unidos. Utilizando entrevistas encenadas, imagens de arquivo, poesia popular e dança, o filme questiona as representações tradicionais e as fronteiras entre realidade e ficção, explorando temas como identidade, memória e tradução cultural.

 

“Yõg Ãtak: Meu pai, Kaiowá” (Dir. Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero, Luisa Lanna | Brasil | 2024 | 90’)
Sinopse: O filme narra a jornada de Sueli e Maísa Maxakali em busca de seu pai, Luis Kaiowá, de quem foram separadas durante a ditadura militar no Brasil. Além de retratar esse reencontro, a obra aborda as lutas dos povos indígenas Tikmũ’ũn e Kaiowá na defesa de seus territórios e modos de vida.

 

Filme de Encerramento

 

O longa selecionado para encerrar a 14ª edição do Festival Internacional de Curitiba é o “Verde Oliva”, do diretor Wellington Sari, um suspense político inspirado no filme de Brian de Palma, “Um Tiro na Noite”.

 

João, interpretado por Jean Guilherme, trabalha com edição e realização de vídeos, e está em busca de um novo trabalho. Ele consegue um job em uma agência de investigação, sendo contratado para captar imagens de drone de um caso de adultério, porém fica intrigado com as imagens que obtém. O jovem acaba registrando um suposto assassinato. Embora não haja corpo, nem um assassino, João fica cada vez mais obcecado e precisa enfrentar um exército de mentiras.

 

1º MECI – Mercado do Cinema Independente

 

A programação do Olhar de Cinema deste ano ainda conta com o 1º MECI – Mercado do Cinema Independente, um evento que nasce com o objetivo de fortalecer o cinema independente, criando um espaço dedicado à conexão entre realizadores, distribuidores, exibidores, plataformas de streaming, canais e profissionais do setor audiovisual.

 

Com realização de 16 a 18 de junho, no MON – Museu Oscar Niemeyer, o MECI é a primeira iniciativa no Brasil focada em longas-metragens independentes, visando ampliar oportunidades, fomentar parcerias estratégicas e impulsionar negócios que movimentam e fortalecem a sétima arte.

 

“O MECI é o momento ideal para trocas e construção de novos caminhos para a indústria cinematográfica independente no país, facilitando a comercialização de longas e oferecendo um espaço para rodadas de negócios, pitchings, masterclasses e painéis, viabilizando ainda filmes brasileiros para o mercado nacional e internacional”, explica Antonio Gonçalves Jr.

 

Entre alguns dos nomes confirmados para o 1º Mercado do Cinema Independente, estão as produtoras Fernanda Lomba e Ana Camila Esteves; o executivo de aquisição e coprodução de conteúdo nacional do Telecine, Gabriel Cohen; o chefe de estratégias de conteúdo da Disney, Cristiano Lima; a pesquisadora de cinema alemã, Barbara Wurm; e os cineastas Aly Muritiba e Marcelo Caetano.

 

Acompanhe a programação completa do Olhar de Cinema pelo site oficial www.olhardecinema.com.br ou pelas redes sociais oficiais Instagram @olhardecinema, Tik Tok @olhardecinema, X-Twitter @Olhardecinema_ e Facebook.com.br/Olhardecinema.

A 14ª edição do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba tem produção da Grafo Audiovisual, com realização do Ministério da Cultura – Governo Federal. O projeto foi aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná. A edição é apresentada pela Rumo Logística, com patrocínio master do Itaú, patrocínio ouro do TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá, patrocínio prata da Solvay Peróxidos e apoio da Sanepar, Adami S/A, do Instituto Rumo, do Projeto Paradiso, do Teatro da Vila, da Cinemateca, do Cine Passeio, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e da Prefeitura de Curitiba. Verifique a classificação indicativa de cada filme e as sessões com acessibilidade de audiodescrição e intérpretes de Libras.


Serviço
:
14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba
Data
: 11 a 19 de junho de 2025
Site oficial: www.olhardecinema.com.br
Redes Sociais: Instagram: www.instagram.com/Olhardecinema
                          Facebook: www.facebook.com.br/Olhardecinema
                          Tik Tok: @olhardecinema,
X/Twitter: @Olhardecinema_
Realização: Ministério da Cultura – Governo Federal
Apresentação: Rumo Logística
Patrocínio Master: Itaú
Patrocínio Ouro: TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá
Patrocínio Prata: Solvay Peróxidos
Apoio: Sanepar, Adami S/A, Instituto Rumo, Projeto Paradiso, Teatro da Vila, Cinemateca, Cine Passeio, ICAC, Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba
Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura | PROFICE da Secretaria de Estado da Cultura | Governo do Estado do Paraná
Produção: Grafo Audiovisual

Crítica | ‘Detetive Chinatown: O Mistério de 1900’ é uma frustrante comédia de mistério que se beneficia apenas de um bom elenco

Detetive Chinatown é uma das franquias cinematográficas mais conhecidas e bem-sucedidas da contemporaneidade e, desde sua estreia há uma década, vem conquistando o público e a crítica ao redor do mundo através de uma narrativa despojada e bastante envolvente. Agora, somos convidados a retornar a esse universo – mas não da maneira que esperamos. Apesar de trazer Wang Baoqiang e Liu Haoran de volta aos papéis principais, os espectadores são convidados a viajar no tempo para o último ano do século XIX em uma história à la Sherlock Holmes que, para o bem ou para o mal, é exagerada em cada uma de suas sequências.

Intitulado Detetive Chinatown: O Mistério de 1900’, a trama é centrada em Qin Fu (Haoran), um tradicional médico chinês que viaja para a cidade de São Francisco, em 1900, para resolver o mistério do brutal assassinato da filha do congressista Grant (John Cusack), cuja visão tradicionalista e xenofóbica afirma continuamente que os responsáveis pelo homicídio foram os imigrantes asiáticos que vivem no bairro de Chinatown. Aliando-se ao peculiar Ah Gui (Baoqiang), um indígena de descendência chinesa que vai para a cidade grande para vingar a morte do pai (cujo corpo foi encontrado ao lado da filha do congressista), Qin reúne todo seu conhecimento para descobrir quem, de fato, é o responsável por trazer caos à cidade – e de que forma uma artimanha política para expulsar os imigrantes chineses pode estar relacionada ao caso.

Como podemos perceber, a trama traz inúmeras inspirações de inúmeras obras detetivescas, como as já mencionadas aventuras de Sherlock (que inclusive dá as caras em uma remodelação mais cômica e menos atraente, por assim dizer) ou as de Hercule Poirot e Miss Marple, icônicos personagens do panteão detetivesco de Agatha Christie. Porém, apesar de um sólido início, que mantém-se fiel à identidade explorada nas incursões anteriores, as mais de duas horas de duração transformam-se em uma transbordante e cansativa jornada sem pé nem cabeça que não sabe que direção seguir e que vale a pena pelas boas mensagens de aceitação e equidade que dialogam com o tenso momento social que vivemos nos dias de hoje.

Chen Sicheng, retornando à cadeira de direção ao lado de Dai Mo e ficando responsável pelo roteiro, deixa de lado as costumeiras incursões neo-noir exploradas por Hollywood e abrindo espaço para um vibrante jogo de cores que acompanha cada um dos personagens em uma quantidade absurda de tramas e subtramas que, eventualmente, convergem para um mesmo ponto – ainda que como resultado de uma bola de neve incontrolável. O próprio ato de abertura não tem muito sentido quando paramos para analisar o projeto como um todo: uma investida em conjunto de países europeus contra o império chinês que, de alguma maneira, volta para a sequência inicial apenas para amarrar as pontas – mas que se mostra desnecessária e desgastada.

Baoqiang e Haoran têm uma química nata, já explorada nos títulos antecessores, e nutrem de um ótimo trabalho em conjunto com outros nomes do elenco – incluindo o vilanesco retrato que Cusack apresenta como o congressista Grant; a ótima performance de Chow Yun-fat como Bai Xuanling, dono de boa parte dos estabelecimentos de Chinatown e responsável pela proteção de seus moradores, ainda que faça parte de uma máfia local que não conhece limites para alcançar o que quer; Zhang Xincheng como Bai Zhenbang, filho de Xuanling, que é apontado como o culpado, mas, na verdade, emerge como um dos alicerces da revolução chinesa contra o imperialismo branco; e vários outros. Todavia, o estelar elenco não tem força o suficiente para ofuscar os múltiplos equívocos.

Conforme a história se desenrola, percebemos uma quantidade incontável de clichês do gênero que desponta em cada uma das falas, além de uma intrincada backstory que tenta fornecer mais profundidade às complexas relações entre os personagens e que, eventualmente, morre na praia por não conseguir explicá-las por completo e deixando pontas soltas que são aparadas em frenética pressa – e transformando o que poderia ser um competente final em uma série de conclusões desnecessárias e que servem apenas para tapar alguns buracos. E, por mais que o projeto emerja como um espetáculo visual que traz elementos de originalidade muito interessantes e dialogue com o teor cômico do enredo, inúmeras perguntas ficam em aberto e a desenvoltura do mistério, em si, é frustrante e aquém do esperado.

Apesar das ótimas atuações e da inegável química dos protagonistas e coadjuvantes, Detetive Chinatown: O Mistério de 1900’ falha em manter o mesmo nível da qualidade camp dos capítulos anteriores ao mergulhar em um mistério de época que infunde mensagens instigantes e necessárias a uma ambientação desequilibrada e sem muita palpabilidade – afastando-nos do que poderia ser e deixando uma sensação inquietante de incompletude assim que saímos da sala.

‘Juntos’: Terror estrelado por Dave Franco conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

O terror Juntos, estrelado por Dave Franco (‘Anjos da Lei’) e Alison Brie (‘Bela Vingança’), teve uma estreia impecável no Rotten Tomatoes, conquistando 100% de aprovação, com base em 46 análises.

Os críticos, de maneira geral, elogiaram as atuações de Dave Franco e Alison Brie, além de destacarem o roteiro e a direção de Michael Shanks.

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“Embora Alison Brie e seu marido, Dave Franco, já tenham dividido a tela anteriormente, desta vez eles se entregam completamente um ao outro em performances intensas, porém cheias de emoção e humor”, disse Glenn Garner do Deadline.

“É divertido (de uma forma um tanto ousada), estrelado por dois excelentes atores que interpretam um casal com tantos problemas quanto qualquer um na vida real, e funciona como um thriller totalmente imprevisível, mas longe de ser fútil, construído em torno de uma Grande Ideia”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Neste intenso romance de terror, Brie e Franco se entregam de corpo e alma a um conceito deliciosamente estranho, que acaba sendo um dos melhores trabalhos de suas carreiras. O roteiro de Shanks é uma excelente combinação de terror implacável com momentos hilariamente desconfortáveis”, disse Ross Bonaime do Collider.

“É o tipo de comédia excêntrica que cumpre sua premissa com um humor descontrolado e cheio de coração”, disse Meagan Navarro do Bloody Disgusting.

“O diretor Shanks está totalmente à vontade em seu elemento, com uma abordagem diabòlicamente irreverente, enquanto Brie e Franco se entregam intensamente a um cenário que se torna cada vez mais bizarro”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Uma reviravolta deliciosamente descontrolada no gênero de body horror”, disse Kate Erbland do IndieWire.

Juntos é um filme óbvio, mas a forma como consegue equilibrar com maestria a comédia e o terror é simplesmente impressionante”, disse Sean Boelman do FandomWire.

“Se você está procurando pelo mais novo filme de body horror para se viciar, não procure mais além da estreia de Michael Shanks na direção, Juntos, disse Brittany Patrice Witherspoon do Screen Rant.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de agosto.

Na trama, com uma mudança para o campo já testando os limites do relacionamento de um casal, um encontro sobrenatural inicia uma transformação extrema de seu amor, de suas vidas e de sua carne.

A Neon adquiriu os direitos de distribuição mundial de Together, se tornando a primeira grande venda do Festival de Sundance 2025.

O longa recebeu elogios da crítica e foi disputado por diversos estúdios, como A24 e Mubi, que também tentaram garantir a aquisição do filme do subgênero body horror.

Embora o valor da venda não tenha sido revelado, a Variety indica que o filme pode ter sido negociado com a Neon por algo entre US$ 10 a US$ 15 milhões. Se o valor alcançar o limite superior, Together se tornará uma das maiores vendas da história do festival.

O terror é o primeiro trabalho do roteirista e diretor Michael Shanks e acompanha um casal, interpretado por Franco e Brie, que se muda para o campo. Durante o cotidiano na casa, o vínculo tóxico entre eles se transforma em um pesadelo após a aparição de grotescas manifestações físicas, causadas por uma força sobrenatural presente no local.

‘Crepúsculo’: Henry Cavill fala sobre ter sido cotado para viver Edward Cullen

O ator Henry Cavill, conhecido por interpretar o Superman no antigo DCEU e Geralt de Rívia em ‘The Witcher’, falou recentemente sobre ter sido cogitado para o papel de Edward Cullen na franquia Crepúsculo.

Segundo o ComicBook, a autora Stephenie Meyer afirmou abertamente que Cavill era sua primeira escolha para interpretar Edward, depois de vê-lo atuando em ‘O Conde de Monte Cristo’, onde interpretava Albert Mondego.

Sobre o assunto, Cavill revelou que teria ficado feliz em viver o icônico vampiro:

“Eu não sabia que eles queriam me escalar, e a internet não era o que é hoje, então só descobri depois. Pensei: ‘Ah, teria sido legal'”, contou o ator.

No entanto, apesar da preferência de Meyer, os produtores de Crepúsculo nunca chegaram a entrar em contato com Cavill para um teste.

Provavelmente, a idade foi um fator decisivo para sua exclusão. Quando o primeiro filme foi lançado, em 2008, Cavill já tinha 25 anos, enquanto Kristen Stewart, que interpretava Bella Swan, tinha apenas 18.

Crepúsculo’ está disponível no Prime Video.

Morre James Foley, diretor das sequências de ’50 Tons de Cinza’, ‘House of Cards’ e diversos projetos de Madonna

O cineasta James Foley, conhecido por seu trabalho marcante tanto no cinema quanto na televisão, faleceu aos 71 anos após uma batalha de um ano contra um câncer no cérebro. A informação foi confirmada por sua família por meio de um representante ao site Deadline.

Nascido no Brooklyn, em 28 de dezembro de 1953, Foley teve uma carreira que atravessou quatro décadas, iniciando com sua estreia na direção em ‘Reckless’ (1984), um drama romântico protagonizado por Aidan Quinn e Daryl Hannah, com roteiro de estreia de Chris Columbus. Em seguida, dirigiu ‘Caminhos Violentos‘ (1986), estrelado por Sean Penn e Christopher Walken — filme que estreou no Festival de Berlim e foi indicado ao prêmio Urso de Ouro.

Sua parceria com Madonna se destacou nos anos 1980, quando dirigiu clipes icônicos como Papa Don’t Preach, True Blue e Live to Tell, além do filme Who’s That Girl?. Foley também comandou o documentário-concerto ‘Madonna Live: The Virgin Tour’ e se tornou uma figura importante no universo da artista.

Em 1992, dirigiu uma de suas obras mais aclamadas, ‘O Sucesso a Qualquer Preço, adaptação da peça de David Mamet sobre corretores imobiliários em crise. O longa contou com um elenco estrelado por Al Pacino, Jack Lemmon, Alec Baldwin, Ed Harris, Alan Arkin, Kevin Spacey e Jonathan Pryce, consolidando Foley como um diretor respeitado em dramas de alto calibre.

Entre seus outros trabalhos no cinema estão ‘Medo‘ (1996), com Reese Witherspoon e Mark Wahlberg, ‘Confidence – O Golpe Perfeito‘ (2003), ‘A Estranha Perfeita‘ (2007) e os dois últimos filmes da trilogia ‘Cinquenta Tons de Cinza‘ — ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ (2017) e ‘Cinquenta Tons de Liberdade (2018), ambos sucessos de bilheteria mundial.

Na TV, Foley também deixou sua marca dirigindo episódios da premiada série ‘House of Cards, da Netflix, e um capítulo da cultuada ‘Twin Peaks‘, de David Lynch, em 1991.

James Foley deixa um legado de versatilidade, indo do thriller psicológico ao drama político, da cultura pop à literatura adaptada, sempre com um olhar autoral. Seu impacto permanece tanto nas bilheterias quanto na memória cinéfila de diferentes gerações.

Terrence Howard revela que recusou cinebiografia sobre Marvin Gaye por beijo gay: “Cortaria meus lábios fora”

O ator Terrence Howard, conhecido por seus papéis em ‘Empire – Fama e Poder’ e Homem de Ferro, revelou recentemente que recusou estrelar uma cinebiografia por ser recusar a beijar homens.

Conforme a Variety, durante sua participação no podcast “Club Random” de Bill Maher, Howard contou que recusou a oportunidade de interpretar o lendário cantor Smokey Robinson em uma cinebiografia, um convite feito pessoalmente pelo próprio músico.

Howard explicou que declinou o papel de Robinson porque já estava em negociações com Lee Daniels para viver outro ícone da soul music, Marvin Gaye, em uma produção biográfica diferente.

Bill Maher apoiou a escolha inicial de Howard, argumentando que a história de vida de Gaye era “muito mais interessante” e que o ator “teria sido perfeito como Marvin Gaye, uma história que, segundo Maher, “precisa ser contada”.

No entanto, surpreendentemente, Howard também acabou desistindo do projeto sobre Marvin Gaye. A razão por trás dessa decisão inusitada veio à tona quando o ator compartilhou uma conversa que teve com o lendário produtor Quincy Jones.

“Eu estava na casa do Quincy Jones e perguntei: ‘Estou ouvindo rumores de que o Marvin era gay’, e perguntei: ‘Ele era gay?'”, explicou Howard. “E o Quincy disse: ‘Sim'”.

A revelação impactou profundamente o ator. “Eles provavelmente iriam querer abordar isso no filme, e eu não conseguiria fazer isso”, afirmou Howard, referindo-se à perspectiva de interpretar um homem gay nas telas.

Maher então questionou diretamente: “Você quer dizer que não conseguiria beijar um homem em cena, em um filme”.

A resposta de Howard foi enfática: “Não. Porque eu não finjo”.

E ele elaborou sua posição: “Isso acabaria comigo. Eu cortaria meus lábios fora. Se eu beijasse um homem, cortaria meus lábios fora”.

O ator, por fim, concluiu: “Isso não me torna homofóbico por não querer beijar um homem”.

Após ser cancelado, “Coyote vs. Acme” ressurge e será colocado à venda no mercado de Cannes

A novela envolvendo ‘Coyote vs. Acme’, produção live-action com animação baseada nos clássicos Looney Tunes, ganhou um novo capítulo: o filme será oficialmente oferecido a compradores internacionais no mercado de Cannes deste ano.

Originalmente arquivado pela Warner Bros. no fim de 2023 como uma manobra contábil para abatimento fiscal, o longa foi resgatado em março de 2025 pela Ketchup Entertainment, que adquiriu os direitos por cerca de US$ 50 milhões. Agora, a distribuidora francesa Kinology, comandada por Grégoire Melin, será responsável pelas vendas internacionais.

Estrelado por Will Forte, John Cena e Lana Condor, ‘Coyote vs. Acme‘ é dirigido por Dave Green (‘Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘) e tem produção assinada por Chris DeFaria (‘Uma Aventura Lego‘) e James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘).

“Não estamos apenas levando um filme familiar a Cannes — estamos levando um evento global”, afirmou Gareth West, CEO da Ketchup Entertainment. “‘Coyote vs. Acme‘ é uma verdadeira experiência para todas as idades. As atuações são sublimes, a construção de mundo é extraordinária e Dave Green entregou algo visualmente criativo e emocionalmente cativante, que honra o legado dos Looney Tunes ao mesmo tempo em que o projeta para uma nova dimensão”. 

Melin, da Kinology, também celebrou o projeto:

“Sendo o maior fã de Roger Rabbit do mundo, estou empolgado por apresentar ‘Coyote vs. Acme’ aos compradores internacionais. É raro encontrar um filme com esse nível de reconhecimento prévio, pedigree criativo e apelo geracional. O filme é hilário, cinematográfico e global em essência. Em duas palavras: grande e único — um título perfeito para o mercado atual”.

Coyote vs. Acme‘ combina elementos clássicos dos desenhos animados com uma narrativa contemporânea, posicionando-se como uma aposta de forte apelo comercial e nostálgico. Após um início conturbado, o projeto parece finalmente ter encontrado um novo caminho rumo ao público global.

Coyote vs. Acme’ foi escrito por Samy Burch, a partir de uma história concebida por James Gunn, Jeremy Slater e Burch. A narrativa foi, segundo relatos, parcialmente inspirada por um artigo do The New Yorker, escrito por Ian Frazier em 1990.

O filme é centrado no personagem Looney Tunes, Wile E. Coyote, que finalmente decide processar a Acme Corporation após anos lidando com produtos defeituosos que o feriam constantemente e o impediam de capturar o Papa-Léguas.

John Cena vive o chefe da Acme, Will Forte é o advogado de Wile E. Coyote e Lana Condor dá vida a um papel não revelado.

‘The Midnight Pool’: Aaron Paul estrelará terror psicológico do diretor de ‘V de Vingança’

aaron paul

O aclamado Aaron Paul, eternamente lembrado por seu papel emBreaking Bad, assume o protagonismo de ‘The Midnight Pool, um novo e promissor terror psicológico sob a direção de James McTeigue, conhecido por filmes comoV de Vingança e O Corvo.

De acordo com a Variety, o roteiro é assinado por Jonathan Easley (‘Red Right Hand’).

“A trama mergulha na vida de Johnny Black (interpretado por Paul), um jornalista desiludido que, após ser assolado por uma tragédia pessoal, se vê irresistivelmente atraído para os bastidores sombrios de uma sociedade secreta e de elite. Em sua busca incessante por uma reportagem que finalmente defina sua carreira, Johnny inicia uma descida perturbadora em um labirinto de ilusão, manipulação e realidades cada vez mais distorcidas”, diz a sinopse.

The Midnight Pool será um dos destaques do prestigiado Festival de Cannes. A distribuição internacional do filme será gerenciada pela recém-lançada Stoic, em uma colaboração estratégica com a CAA Media Finance e a UTA Independent Film Group.

“No instante em que ‘Midnight Pool’ chegou às minhas mãos, soube que precisava conversar com James”, revelou Aaron Paul, demonstrando seu entusiasmo pelo projeto. “O mundo intrincado criado por Jonathan Easley permaneceu comigo muito depois de eu ter terminado de ler o roteiro. A perspectiva de James assumir essa história me deixou incrivelmente animado para explorar esse universo ao seu lado. Nós nos encontramos no meu quintal e passamos horas conversando sobre nossa paixão pelo cinema. Após essa conversa, ficou evidente que queríamos embarcar nessa jornada juntos. Sou um grande admirador do trabalho de James e me sinto verdadeiramente privilegiado por fazer parte dessa experiência com ele e toda a talentosa equipe”.

‘Adults’: Nova série de COMÉDIA da FX ganha divertido trailer oficial; Confira!

FX divulgou o trailer oficial de sua mais nova série de comédia, intitulada ‘Adults’.

A produção será transmitida no canal a cabo no dia 28 de maio, chegando ao Hulu e à FX on Demand um dia depois. No Brasil, a série deve ser lançada pelo Disney+ em uma data posterior.

Confira:

A trama gira em torno de um grupo de jovens de vinte e poucos anos em Nova York que tentam ser boas pessoas, apesar de ainda não serem nem “bons” nem “pessoas”. Samir (Malik Elassal), Billie (Lucy Freyer), Paul Baker (Jack Innanen), Issa (Amita Rao) e Anton (Owen Thiele) compartilham suas refeições, ansiedades e, ocasionalmente, escovas de dente. Ao longo da temporada de oito episódios, os colegas de casa encaram a Responsabilidade com R maiúsculo com graus variados de sucesso.

A série foi criada por Ben KronengoldRebecca Shaw, que também entram como produtores executivos ao lado de Nick KrollStefani RobinsonSarah NaftalisJonathan KriselAlicia Van Couvering.

Charlie CoxJulia FoxD’Arcy CardenGrace Kuhlenschmidt, John Reynolds e Ray Nicholson também integram o elenco, em caráter convidado.

Em uma declaração oficial, a FX afirmou que “a série dá uma reviravolta levemente acentuada nas vitórias, perdas e humilhações de adentrar o mundo adulto. Quer estejam tentando progredir no trabalho, navegando no sistema de saúde, dando um jantar ou namorando na era do Find My Friends, o grupo está descobrindo que nada sobre o mundo real é simples, e todas as suas melhores intenções tendem a piorar as coisas.”

A primeira temporada conta com oito episódios.

‘Lilo & Stitch’ se DIVERTEM no novo teaser do live-action; Confira!

O live-action deLilo & Stitch ganhou um novo teaser emocionante, trazendo os personagens titulares se divertindo enquanto surfam em um oceano paradisíaco.

A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para o dia 22 de maio.

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O elenco também conta com Maia Kealoha no papel de Lilo, Kahiau Machado, Billy MagnussenZach Galifianakis.

A nova versão é dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Lilo & Stitch conta a história de Lilo, uma menina que adota um alienígena chamado Stitch, que fugiu de um planeta alienígena. Lilo não sabe que Stitch é uma perigosa experimentação genética. Juntos, eles descobrem o significado de família.

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

‘Burning Rainbow Farm’: Sebastian Stan e Leo Woodall vão estrelar novo drama LGBTQ+ de Justin Kurzel

Sebastian Stan (‘Thunderbolts*’) e Leo Woodall (‘The White Lotus’) foram confirmados como os protagonistas de ‘Burning Rainbow Farm’, novo longa do diretor Justin Kurzel (‘A Ordem‘), que será apresentado a compradores internacionais no Festival de Cannes deste ano. A informação foi revelada inicialmente em dezembro passado e agora ganha novos detalhes com a definição do elenco principal.

Inspirado no livro homônimo de Dean Kuipers, o filme retrata a história verídica de Tom Crosslin e Rollie Rohm, um casal que construiu uma comunidade alternativa e pacífica em Michigan, conhecida como Fazenda do Arco-Íris. Defensores da legalização da maconha e da liberdade civil, os dois acabaram entrando em conflito com as autoridades locais. Quando perdem a guarda do filho adotivo, a situação escala para um impasse dramático que culmina em um dos cercos mais intensos e trágicos da história recente dos Estados Unidos.

O roteiro é assinado por Tommy Murphy (‘Holding the Man‘), e a produção está a cargo de Nicole O’Donohue, Alexandra Taussig e o próprio Kurzel pela Thirdborn, ao lado de Adam Shulman (pela Anonymous Content), Alix Madigan (pela Mad Dog Films), Justin Lothrop e Brent Stiefel (pela Votiv).

Por meio de um comunicado, Kurzel refletiu sobre o novo projeto:

“‘Burning Rainbow’ é uma história de amor sobre dois excluídos que erguem o dedo do meio para o ódio e declaram: ‘É assim que somos, e desafiamos vocês a tirar isso de nós’. Estou animado para criar esse casal corajoso e cativante com Sebastian e Leo — a união deles será inesquecível”. 

A distribuição norte-americana está sendo negociada pela CAA Media Finance, enquanto a Rocket Science cuidará das vendas internacionais.

‘Law & Order’ e ‘Law & Order: SVU’ são RENOVADAS pela NBC

A NBC renovou oficialmente as séries ‘Law & Order‘ e ‘Law & Order: SVU‘.

A original ‘Law & Order‘, que foi retomada após uma pausa de 12 anos, retornará para a 25ª temporada, enquanto ‘SVU‘ retornará a para o 27º ciclo.

Juntas, ambas séries alcançaram mais de 44 milhões de espectadores através da exibição ao vivo e plataformas digitais.

De acordo com o Deadline, o atraso na renovação se deu por conta do corte de custos. O site afirma que cada episódio de ‘SVU‘ custa em torno de US$ 5-6 milhões para ser produzido.

Como consequência, Juliana Martinez e Octavio Pisano deixaram o elenco regular do derivado.

Vale lembrar que Michele Fazekas assumirá como a nova showrunner de ‘Law & Order: SVU‘, sendo a primeira mulher a comandar um procedural veterano.

Mariska Hargitay, Ice T, Kelli Giddish, Peter Scanavino, Jamie Gray Hyder e Demore Barnes estrelam.

O spin-off ‘Law & Order: SVU‘ é um sucesso sem precedentes, ultrapassando até mesmo o nível de popularidade de sua série materna, ‘Law & Order‘, exibida entre os anos de 1990 e 2010.

SVU‘ conquistou 6.4 milhões de espectadores, entre a faixa etária de 18 e 49 anos, com sua temporada mais recente.

 

Filme sobre o Cara-de-Barro recebe atualização preocupante

Novidades preocupantes agitam a produção do longa do DCU focado no Cara-de-Barro. Segundo o ComicBook, o roteiro inicialmente escrito por Mike Flanagan está passando por uma reescrita nas mãos de Hossein Amini, roteirista indicado ao Oscar por ‘Asas do Amor’ (1998).

A reportagem indica que Amini está reformulando a trama do filme, embora os detalhes específicos das alterações ainda permaneçam sob sigilo.

Vale lembrar que os co-diretores da DC Studios, James Gunn e Peter Safran, justificaram a decisão de produzir um filme sobre o vilão do ‘Batman’ (em um DCU que ainda não conta com o herói) com base na “força de um roteiro excepcional”.

Descrito como um filme de terror corporal para maiores, com uma atmosfera que remete a ‘A Mosca’, de David Cronenberg, o roteiro de Flanagan havia recebido grandes elogios de Gunn, que o classificou como “horror puro e f—, tão real, verdadeiro, psicológico, grotesco e cheio de terror corporal”.

Safran complementou, descrevendo o longa como “um filme de terror corporal incrível que revela a origem envolvente de um vilão clássico do Batman”. Ele ainda ressaltou que a história do personagem é “igualmente ressonante” e, “em muitos aspectos, mais assustadora” do que as de outros vilões renomados como o Coringa e o Pinguim, que também ganharam filmes para o público adulto.

“Uma das coisas que Peter e eu comentamos quando recebemos o roteiro de Cara-de-Barro foi: ‘Se estivéssemos produzindo filmes da DC na época em que fizemos The Belko Experiment, e alguém nos trouxesse esse roteiro de terror chamado Cara-de-Barro, sobre esse cara… nós teríamos morrido de vontade de produzir esse filme'”, compartilhou Gunn, referindo-se ao suspense de 2016 que escreveu e co-produziu com Safran. “Porque Cara-de-Barro é simplesmente um excelente roteiro de terror corporal. E o fato de estar dentro do DCU é só um bônus”.

Apesar do entusiasmo inicial com o roteiro de Flanagan, a decisão de reescrevê-lo por Amini levanta questionamentos sobre o futuro da produção e se a visão original para o filme de terror corporal sobre o Cara-de-Barro será mantida em sua totalidade.

O longa e chega aos cinemas em 11 de setembro de 2026.

Lembrando que o vilão já apareceu em ‘Comando das Criaturas’.

Com roteiro de Mike Flanagan (‘Missa da Meia-Noite’) e direção de James Watkins (‘Não Fale o Mal’), o projeto promete trazer uma abordagem inovadora para um dos vilões mais icônicos do Batman.

James Gunn explicou recentemente a decisão de criar um filme baseado nesse personagem do Batman: “Eu não planejei fazer um filme do Cara de Barro. O Mike [Flanagan] chegou e apresentou essa ideia maravilhosa. Eu fiquei tipo: ‘Caramba, não acredito que você me fez querer fazer um filme do Cara de Barro’. Mas ele ainda tinha que escrever o roteiro, e quem sabe como isso ia funcionar. Ele foi lá e escreveu o roteiro. O primeiro rascunho ficou ótimo. O segundo ficou ainda melhor. E aí eu disse: ‘Vamos fazer isso.’ Encontramos um lugar para o projeto, porque se tem qualidade, podemos encontrar uma maneira de encaixar”.

Questionado sobre o fato do filme ser lançado um mês antes de ‘Batman – Parte II’, Gunn afirmou: “Bem, quero dizer, o Cara de Barro está no DCU, então não importa”.

‘Fallout’: Filmagens da 2ª temporada já foram finalizadas!

Através de suas redes sociais, o elenco principal do live-action de ‘Fallout‘ confirmou que as gravações da 2ª temporada da adaptação já foram finalizadas.

Para comemorar, Walton Goggins, Ella Purnell, Kyle MacLachlan e Aaron Moten compartilharam imagens inéditas dos bastidores do próximo ciclo.

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Jonathan Nolan, cocriador de ‘Westworld‘, é responsável pela adaptação.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servem como showrunners.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

‘F1’: Brad Pitt é destaque no novo cartaz nacional; Confira!

Estrelado pelo vencedor do Oscar Brad Pitt, F1 é uma aposta ambiciosa que promete agradar aos fãs de automobilismo com um tom realista. E o longa acaba de ganhar seu cartaz nacional, divulgado pela Warner Bros.

Confira:

Assista o trailer:

Apesar dos rumores iniciais de um orçamento astronômico de US$ 300 milhões, o produtor Jerry Bruckheimer e o diretor Joseph Kosinski desmentiram as especulações, garantindo que o custo real está significativamente abaixo desse valor.

Segundo o ScreenRant, sem mencionar valores específicos, o produtor afirmou que o divulgado orçamento de US$ 300 milhões está muito distante da realidade: “está completamente, fora da realidade em dezenas de milhões de dólares na direção errada, e na direção certa para nós”.

Ele ainda explicou: “o que as pessoas não percebem é que, primeiro, estamos filmando em locais com descontos. A Inglaterra tem grandes incentivos fiscais, muitos países europeus também oferecem descontos, e o mesmo acontece com Abu Dhabi. Tudo isso reduz consideravelmente o orçamento. Além disso, arrecadamos mais dinheiro para nosso carro [através de patrocínios] do que alguns times de Fórmula 1. Levando tudo isso em consideração, o número real é muito menor do que as pessoas imaginam”.

O produtor também revelou por que não pode divulgar o orçamento exato: “não podemos fornecer um número porque o dinheiro é da Apple e cabe a eles divulgar. Mas posso dizer que é significativamente menor do que o que foi reportado”.

Kosinski acrescentou: “Eu apenas direi que estou acostumado, em muitos dos filmes em que trabalhei, a ter seus custos superestimados por qualquer motivo, mas nunca tive uma experiência onde estivessem tão equivocados em um filme. Não sei de onde esse número surgiu”.

F1‘ é estrelado por Brad Pitt no papel de um ex-piloto que retorna à Fórmula 1, ao lado de Damson Idris, como seu companheiro na fictícia equipe APXGP do grid da competição. O filme está sendo rodado durante os finais de semana das rodadas do Grande Prêmio da Fórmula 1, com a equipe de produção em competição com os titãs do esporte.

O elenco estelar inclui ainda Kerry Condon, indicada ao Oscar; Javier Bardem, vencedor do Oscar; Tobias Menzies, vencedor do Emmy e indicado ao Globo de Ouro; Emmy Sarah Niles, indicada ao Emmy; Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Segundo o Deadline, a Apple Original Films fechou um acordo com a Warner Bros. Pictures para o lançamento nos cinemas, marcado para 27 de junho de 2025. .

‘Vingadores: Apocalipse’: Alan Cumming acidentalmente revela SPOILER de longa da Marvel

alan cumming x men 2 noturno
alan cumming x men 2 noturno

O talentoso Alan Cumming está se preparando para reviver seu icônico papel como Noturno, mas desta vez no Universo Cinematográfico Marvel (UCM) em ‘Vingadores: Apocalipse’. Contudo, em uma declaração recente, o astro de ‘X-Men’ pode ter inadvertidamente revelado um encontro surpreendente.

Conforme reportou o Deadline, ao comentar sobre o retorno ao papel e, de forma bem-humorada, lamentar o exigente preparo físico, Cumming possivelmente deixou escapar um detalhe intrigante sobre uma cena de luta.

“Ontem eu estava aprendendo acrobacias para uma cena de luta e só conseguia pensar: ‘Eu tenho 60 anos’. Há 23 anos, eu interpretei esse super-herói”, compartilhou Cumming. “Eu já era meio velho para um super-herói naquela época. E agora estou de volta fazendo isso. E isso, para mim, é hilário”.

O ator prosseguiu, descrevendo o processo de aprendizado das coreografias de luta: “Eu estou meio que aprendendo essas lutas e fico tipo, ‘O quê? Com quem estou lutando?’ E eles disseram, ‘Você está batendo com a cabeça de Pedro Pascal’, ou algo assim”.

Embora a Marvel Studios ainda não tenha confirmado oficialmente essa interação, um embate inicial entre heróis é um recurso narrativo comum em suas produções. Considerando que os personagens ainda não se conhecem, um primeiro encontro conflituoso faria sentido dentro da trama de ‘Vingadores: Apocalipse’.

vingadoresdoomsday

vingadoresdoomsdayAlém de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

‘Premonição 6: Laços de Sangue’: O mundo está em chamas em novo cartaz IMAX; Confira!

O mundo está em chamas no novo e belo cartaz IMAX da aguardada sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘. O material de divulgação traz em evidência alguns dos locais onde as mortes mais grotescas acontecerão na nova trama.

Confira:

Recentemente, o site IGN divulgou um clipe inédito da aguardada sequência ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘.

No vídeo, Tony Todd revela que há um sobrevivente que conseguiu enganar a morte e explica as regras ao novo grupo de vítimas: “Para quebrar o ciclo, há somente duas maneiras: vocês precisam matar alguém – e tomar os anos de vida dessa pessoa – ou terão que morrer.”

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.

Na próxima iteração, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.