Sucesso! A morte dominou as telonas e ‘Premonição 6: Laços de Sangue‘ arrecadou sólidos US$ 51 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
O valor representa a maior abertura da história da franquia no país, facilmente superando o lançamento de ‘Premonição 4‘ (US$27.4M) – que, na época, foi impulsionado pela tecnologia 3D.
A produção marca o terceiro sucesso consecutivo da Warner Bros. nos cinemas, após os fenômenos ‘Um Filme Minecraft‘ (US$928.6M) e ‘Pecadores‘ (US$314.5M).
Internacionalmente, o terror alcançou o topo das bilheterias em 53 mercados, e acrescentou US$ 51 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 102 milhões. Para termos de comparação, o filme está registrando um desempenho +133% acima de ‘Premonição 5‘ e +96% acima de ‘Premonição 4‘.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o México (US$5.5M), Reino Unido (US$5.3M), Filipinas (US$3.4M), Índia (US$3M) e França (US$3M).
Aclamado pelos críticos – com 93% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o filme recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore, o que representa uma ótima média para um filme do gênero.
Vale lembrar que ‘Premonição 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!
‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’) é um dos filmes mais aguardados da Marvel Studios e trará uma série de atores bastante conhecidos do cenário super-heroico de volta às telonas – incluindo o retorno de Kelsey Grammer como Hank McCoy/Fera, membro dos X-Men.
Agora, segundo o famoso insiderDaniel Richtman, Grammer terá um papel de destaque na produção.
Através das redes sociais, o jornalista afirmou que o astro “tem um papel bem grande” no longa-metragem – o que já era de se esperar, considerando que a cena pós-créditos de ‘As Marvels’ reintroduziu o personagem no MCU. Vale lembrar que, nos quadrinhos, Hank era membro dos Illuminati, que tentavam manejar as Incursões do Multiverso.
Lembrando que ‘Vingadores: Ultimato’ já está sendo rodado.
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.
Durante o evento Women in Motion do Festival de Cannes, a vencedora do Oscar Nicole Kidman falou sobre a aguardada sequência do clássico ‘Da Magia à Sedução’, que chega aos cinemas em 18 de setembro de 2026 (via THR).
Durante a conversa, Kidman falou sobre sua parceria com a diretora Susanne Bier, uma amiga próxima e colaboradora frequente, além de ter comentado sobre seu trabalho com Sandra Bullock.
“Sandy também trabalhou com ela, então nós duas pensamos: bem, esse é o triângulo perfeito porque todas nós nos conhecemos muito bem. Então, poder trabalhar juntas em algo despojado e bruxesco é bem divertido e tem algo muito diferente a dizer [do que ‘Babygirl’]”, ela disse.
The spell is cast. The date is set. Sandra Bullock and Nicole Kidman return. Only In Theaters September 18, 2026.
O novo filme será uma adaptação do segundo romance da saga deAlice Hoffman, intitulado O Livro da Magia.
Na trama, as Owens vão se unir para quebrar, de uma vez, a maldição relacionada ao amor que paira sobre as mulheres da família. Quando a amada tia Jet ouve o besouro da morte, sabe que é sinal de que não tem mais tempo a perder: precisa revelar o segredo recém-descoberto para quebrar o mal.
Mas o tempo está se esgotando: ela tem apenas sete dias de vida! No mesmo momento, sua sobrinha-neta Kylie, sem saber que pertence a uma linhagem de bruxas condenadas, acaba por se apaixonar. Com a vida do seu amado em risco, três gerações de Owens são obrigadas a usar todos os seus dons para quebrar a magia que tem marcado a vida de todas.
Sobre o que podemos esperar da continuação, a produtora Denise Di Novi declarou: “Acredito que os fãs irão ficar muito satisfeitos com a sequência. A história será muito fiel ao livro. Estamos cientes que aquelas personagens e aquele filme são muito importantes para muitas pessoas. Não vamos inventar algo novo. Vamos nos inspirar nos livros da Alice Hoffman, como fizemos com o longa original, e vamos nos manter fieis em relação à passagem do tempo.”
Ela completa, “[As filmagens] estão programadas para 2025, mas ainda não temos certeza de quando irão começar. Nós apenas começamos o desenvolvimento da história, e Akiva Goldsman, que trabalhou no longa original, está escrevendo o roteiro.”
Akiva Goldsman, que escreveu o roteiro do clássico de 1998, irá retornar como roteirista da continuação.
Dirigido porGriffin Dunne e baseado no romance homônimo de Alice Hoffman de 1995, ‘Da Magia à Sedução’ não foi um sucesso de bilheteria na época de seu lançamento, arrecadando apenas US$68 milhões com um orçamento de US$75 milhões. No entanto, o filme conquistou um status de clássico cult ao longo dos anos, sendo reverenciado por sua história, personagens e elementos mágicos.
As delícias e as amarguras da transição entre a adolescência e a vida adulta se entrelaçam em La Petite Dernière, na tradução livre seria A Caçula, com a complexidade da fé islâmica e o desejo de viver plenamente. Hafsia Herzi, em sua direção sensível e firme, mergulha na jornada de Fatima (Nadia Melliti), uma jovem dividida entre a rigidez de sua formação religiosa e os desejos que emergem com a descoberta de si mesma. Em um ambiente onde a repressão é regra, o desejo torna-se uma forma de resistência.
Cercada por uma família devota aos dogmas do Islã e fiel às suas orações diárias, Fatima vive um embate interno silencioso. Veste-se de forma esportiva, é constantemente lembrada de sua aparência pouco feminina e segue, à primeira vista, os preceitos do Islã – inclusive mantendo um “namoradinho” platônico, sem toques, como exige a tradição. Mas é nos detalhes que Herzi constroi sua protagonista: ela só se relaciona com amigos homens e ouve calada piadas misóginas, naturalizadas em seu meio.
Descoberta no cinema por Abdelatif Kechiche em O Segredo do Grão (2007), Hafsia Herzi se distancia do estilo hiperssexualizado de seu padrinho cinematográfico, famoso por filmes como Azul é a Cor Mais Quente (2013). Em vez disso, propõe um olhar mais intimista, respeitando os limites religiosos e emocionais de sua personagem. O erotismo, aqui, surge nas entrelinhas – nas mãos, no pescoço, no rosto de Fatima – nunca no corpo exposto. Herzi subverte a lógica do desejo masculino que domina o cinema, ao filmar o prazer feminino sob uma ótica respeitosa e subjetiva.
A câmera de Herzi é hipnotizada por sua protagonista. Os planos fechados no rosto de Fatima revelam uma força silenciosa e uma vulnerabilidade envolvente. Seus lábios carnudos, frequentemente destacados, tornam-se ponto focal de atenção dos parceiros e do próprio espectador. Fatima é fã de futebol, treina sozinha, prende os cabelos em um rabo de cavalo e veste-se como uma atleta, sendo apelidada, não sem ironia, de Lara Croft pelos colegas – uma referência à heroína sexualizada dos videogames, que aqui ganha uma releitura melancólica e realista.
O ponto de virada se dá após um confronto direto com um dos colegas. Em silêncio, mas com uma determinação crescente, Fatima começa a explorar seus desejos por meio de um aplicativo de encontros queer. O que poderia ser uma simples rebeldia adolescente transforma-se num mergulho existencial profundo – uma tentativa de reconciliar fé, corpo e desejo em um mundo que insiste em colocá-los como opostos inconciliáveis. Até, por fim, apaixonar-se e sofrer toda a disilusão acompanhada deste sentimento de forma bastante realista.
La Petite Dernière é um filme sensível e corajoso, que não recorre ao choque fácil ou ao apelo visual explícito. Hafsia Herzi entrega um retrato poderoso da juventude islâmica contemporânea, marcada por contradições, desejos e silêncios. Semelhante ao belo indiano Sempre Garotas (2024), a diretora termina seu filme não como uma resolução feliz, mas uma conversa entre mãe e filha, a qual ainda não sabemos até que ponto elas estão preparadas para enfrentar às expectativas uma da outra. Este é um filme do olhar, do gesto e da ausência, que pulsa na carne e na alma de sua protagonista.
O longa é dirigido por Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes’), com roteiro assinado por James Vanderbilt (‘Zodíaco’).
A trama acompanha dois irmãos distantes (Krasinski e Portman) que se unem para uma missão global em busca da mitológica Fonte da Juventude. Eles precisam usar seus conhecimentos em história para desvendar pistas em uma aventura épica que mudará suas vidas – e possivelmente os levará à imortalidade.
NINE PERFECT STRANGERS - Nine new strangers connected in ways they could never imagine are invited by mysterious guru, Masha Dmitrichenko (Nicole Kidman), to join a transformational wellness retreat in the Austrian Alps. Over the course of a week, she takes them to the brink. Will they make it? Will she? Masha is willing to try anything in the interest of healing everyone involved, including herself. (Disney/Reiner Bajo)
NICOLE KIDMAN
No segundo ciclo, a trama é ambientada em um retiro de bem-estar transformacional nos Alpes Austríacos. Ao longo de uma semana, Masha ajudará nove estranhos que se encontram à beira do abismo. Ela está disposta a tentar qualquer coisa para curar todos os envolvidos, incluindo ela mesma.
Frustrados com suas vidas, nove estranhos embarcam em um programa de relaxamento e espiritualidade criado por um SPA de luxo liderado por Marsha (Kidman), mas ao longo dos dias eles percebem que a experiência pode acabar colocando suas vidas e sanidade em perigo.
A icônica popstarKeshalançou recentemente o single“BOY CRAZY”, que integra seu vindouro sexto álbum de estúdio, “.”.
O compilado conta com onze faixas, incluindo as faixas “JOYRIDE”, “DELUSIONAL” e “YIPPEE KI YAY”, e será lançado no dia 04 de julho.
Ouça e confira o videoclipe:
Confira a tracklist:
1. FREEDOM. 2. JOYRIDE. 3. YIPPEE-KI-YAY. 4. DELUSIONAL. 5. RED FLAG. 6. LOVE FOREVER. 7. THE ONE. 8. BOY CRAZY. 9. GLOW. 10. TOO HARD. 11. CATHEDRAL.
Kesha ganhou fama em 2009 com o single“Right Round”, que alcançou o primeiro lugar da Hot 100 da Billboard. Seus álbuns ‘Animal’ (2010) e ‘Rainbow’ (2017) também fizeram enorme sucesso ao atingir o #1 da Billboard 200, enquanto ‘Warrior’ (2012) e ‘High Road’ (2020) entraram para o Top 10.
Em 2018, Kesha conquistou duas indicações ao Grammy, nas categorias de Melhor Álbum Pop Vocal por ‘Rainbow’ e Melhor Performance Pop Solo pela canção “Praying”.
Segundo o Deadline, a Netflix escalou seis membros ao elenco do spin-off da clássica série de comédia ‘Um Mundo Diferente’, lançada originalmente em 1987.
A nova versão servirá como sequência do seriado original, e focará nas aventuras da filha de Dwayne e Whitley na universidade.
Por enquanto, o serviço de streaming se comprometeu em produzir apenas o episódio piloto. Dependendo do resultado, o projeto poderá ganhar sinal verde.
Este é um modelo incomum para a plataforma. A Netflix costuma aprovar seus projetos desde os estágios iniciais, sem necessidade da produção de um episódio piloto.
O site afirma que essa é a segunda vez que o serviço de streaming segue esse processo, que é tradicional na televisão aberta norte-americana. Anteriormente, a Netflix havia encomendado um piloto da comédia ‘Little Sky‘, que acabou sendo impactado pelas greves em Hollywood e, infelizmente, não saiu do papel.
As filmagens estão programadas para junho, em Atlanta.
Derivada de ‘The Cosby Show‘, a série original acompanhava Denise Huxtable em uma faculdade historicamente negra onde ela faz amizade com um grupo eclético de estudantes.
Vale lembrar que todas as seis temporadas estão disponíveis na Netflix.
Segundo o Deadline, Ernie Hudson (‘Os Caça-Fantasmas’) foi escalado para o elenco de ‘Boston Blue’, spin-off da série ‘Blue Bloods’.
Hudson interpretará o patriarca da família Silver, Reverendo Peters, um renomado pastor de uma histórica igreja batista em Boston. Um homem de mente aberta e acolhedor, que se sente à vontade com todas as tradições, ele tem o prazer de presidir o tradicional culto batista dominical de sua igreja. O Reverendo Peters é pai de Mae Silver, promotora pública de Boston, e avô da Detetive Lena Silver (Sonequa Martin-Green), da Superintendente Ashley Silver e do policial novato Isaac Silver.
A produção derivada, que traz Donnie Wahlbergde volta como o detetive Danny Reagan, estreia entre setembro e novembro de 2025 – ainda sem data definida.
Na trama, o detetive Danny Reagan do Departamento de Polícia de Nova York assume uma posição no Boston PD. Uma vez em Boston, ele é pareado com a detetive Lena Peters, a filha mais velha de uma importante família de policiais.
Mais detalhes sobre o elenco não foram divulgados.
Batendo na tecla – de forma contundente – em torno de uma temática sobre responsabilidade moral, chegou na Netflix uma minissérie intrigante que se debruça no imprevisível ao abraçar seu mistério a partir de um meticuloso olhar para o ambiente onde se desenrola. Sob o ponto de vista de uma curiosa protagonista, a produção dinamarquesa A Reserva anda pra frente, apresentando a cada episódio fatos importantes para a resolução de seus mistérios.
Um bairro dominado pela elite. As verdades de uma vida de aparências. Uma juventude mimada e perturbada. Uma mulher de negócios casada com um advogado de passado polêmico. O papel da mãe e a educação dos filhos. As incertezas e surpresas no sumiço de uma imigrante filipina. Esses são alguns dos elementos que compõem um roteiro muito bem escrito que avança em suas questões de forma profunda.
Cecilie (Marie Bach Hansen) leva uma vida aparentemente perfeita, dividida entre a carreira de sucesso, o conforto da vida de luxo e um casamento estável com Mike (Simon Sears). Em sua rotina, conta com a confiança e o apoio da dedicada au pair Angel (Excel Busano). No entanto, tudo começa a mudar quando uma jovem imigrante filipina que trabalha para os vizinhos bilionários desaparece misteriosamente. Intrigada, Cecilie se vê envolvida em uma jornada de revelações inesperadas que abalarão suas certezas e transformarão profundamente seu destino.
Em poucos minutos do primeiro episódio, já entendemos que veremos o destrinchar de uma observação crítica da bolha da alta classe social. Além disso, o projeto levanta importantes reflexões sobre a responsabilidade moral e nos conduz a debates altamente relevantes, como a educação dos filhos e o trabalho imigrante, em uma Europa cheia de questões em torno desse último ponto.
Sobre a relação pais e filhos, um leque de situações nos levam até reflexões sobre a maternidade nos nossos tempos e as atenções com os perigos contemporâneos – acesso ilimitado e sem controle das redes sociais, por exemplo. Já em relação ao trabalho migratório, há uma questão levantada que nos leva até uma pergunta em forma de crítica social: o programa Au Pair é de fato uma troca cultural ou apenas uma forma disfarçada de exploração através de uma mão de obra barata?
A criadora e uma das roteiristas da série, a dinamarquesa Ingeborg Topsøe, veio do universo da filosofia e depois se jogou numa especialização em escrita criativa. Inclusive, no seu primeiro projeto audiovisual, o curta-metragem Volume, competiu pelo Grande Prêmio do Júri de Curtas-Metragens no Festival de Cinema de Sundance (12 anos atrás). Ao assistirmos a essa série, já criamos curiosidade sobre seus outros trabalhos.
A Reserva está completinha lá na Netflix. Uma minissérie interessante, com um desfecho chocante, que alcançou o Top1 da plataforma aqui no Brasil. Se eu fosse você, maratonava!
Fenômeno das animações nacionais, a série Mundo Bita tem mais de 19 bilhões de visualizações no YouTube e mais de 14 milhões de inscritos na plataforma. Criado pelo músico e designer pernambucano Chaps Melo em 2011, a franquia é um sucesso absoluto dentre a molecada, com suas histórias sobre imaginação e uma porção de músicas que grudam na cabeça.
Em parceria com o Max, a franquia desenvolveu a série Mundo Bita: Imagine-se, que traz histórias independentes construídas no universo infantil, unindo o entretenimento com a música e trazendo conflitos de forma lúdica para a molecada. Sucesso na plataforma, a produção rendeu um documentário chamado Vozes da série Mundo Bita: Imagine-se, que é focado no elenco de dublagem da série.
Dirigido por Maíra Góes e João Henrique Souza, o documentário traz depoimento da equipe criativa do show, dos criadores da franquia e das vozes que dão vida aos personagens tão amados pela molecada. É um conteúdo muito interessante para os apaixonados por dublagem, mesmo que não acompanhem a série, visto que ele passa por todos os setores dessa arte, desde a parte técnica até os desafios enfrentados pelos dubladores, como a busca pela voz de cada personagem ou como cada um se relaciona com a trama dos capítulos.
Com sua primeira produção original feita diretamente para streaming, o universo de Mundo Bita está se expandindo de forma muito interessante. Por isso, a criação deste documentário é uma forma de aproximar diferentes públicos destas produções tão diferentes do mercado nacional. E temas como amizade e inclusão devem ser universais, então é uma boa ideia mostrar um pouco mais dos bastidores da série.
E há um destaque especial para o dublador Nikolas Darsaclis, jovem autista responsável por dublar o personagem Léo, que também está dentro do espectro. Ele foi escolhido não só por uma questão de inclusão no mercado, mas principalmente porque ele conseguiu passar autenticidade para o personagem, já que ele compreendia em nível pessoal os desafios enfrentados pelo Léo.
“Como diretora de atores busco sempre a verdade da interpretação. Quando o personagem Léo chegou na série e os produtores do Mundo Bita nos pediram teste, logo pensei no Nikolas porque sabia que encontraria essa verdade na interpretação dele. Ele já fazia o curso de dublagem aqui no Beck Studios e demonstrava ter muito talento e paixão por essa arte. Esta não é exatamente uma produção dublada. Por ser uma animação nacional, o que nós fazemos é voz original. Os atores e atrizes gravam os diálogos dos roteiros sob a minha direção e posteriormente a equipe de animação do Mundo Bita faz o produto final. Mas o Nikolas ia muito bem em nosso curso de dublagem [que pode ser até mais difícil por termos que seguir o sincronismo labial] então pensei que faria um ótimo teste. E não deu outra. Ele arrasou e entrou pra esse universo que amamos tanto. Dá alegria ver como ele é feliz quando está gravando e o fato dele ter bastante apoio dos pais, o impulsiona muito”, explica Maíra Goes, diretora de atores na Beck Studios.
E a parte mais legal é que o documentário Vozes da série Mundo Bita: Imagine-se está disponível gratuitamente no YouTube. Confira!
O reboot de ‘X-Men’ da Marvel Studios já contratou Michael Lesslie (‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’) como roteirista e até mesmo Jake Schreier (‘Thunderbolts*’) para assumir a cadeira de direção – com os primeiros rumores sobre o elenco ganhando espaço nas redes sociais.
E, enquanto o estúdio tem planos para dar início à Saga Mutante no Universo Cinemático Marvel com esse ambicioso projeto, a estreia oficial dos heróis no MCU acontecerá em ‘Vingadores: Apocalipse’ em maio do ano que vem.
Apesar de muitos detalhes não terem sido revelados, o filme centrado nos mutantes ganhou seu título de produção: segundo o The Cosmic Circus, o projeto será conhecido como ‘Chunnel’ durante as gravações.
O título pode parecer estranho, mas Chunnel é frequentemente usado para se referir ao Túnel da Mancha/Eurotúnel, um complexo ferroviário submarino que liga a Inglaterra à França. Ele apareceu apenas em algumas histórias em quadrinhos da Marvel, com New X-Men #129 e #130 entre as mais notáveis.
Vale lembrar que as gravações de ‘Vingadores: Apocalipse’ já foram iniciadas.
‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.
O thriller político brasileiro ‘O Agente Secreto‘, sexto longa-metragem do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho(‘Bacurau’), ganhou seu primeiro clipe oficial (via Deadline).
O material dá destaque a Wagner Moura, que estrela o ambicioso projeto.
Confira:
Lembrando que o filme fez sua estreia mundial na 78ª edição do Festival de Cannes, conquistando uma indicação ao Palma de Ouro.
Este é o terceiro filme de Salles a ser selecionado para disputar a Palma de Ouro, o prêmio máximo do festival. No passado, ele disputou o tão sonhado prêmio com os longas ‘Aquarius‘(2016) e ‘Bacurau‘ (2019).
‘O Agente Secreto‘ é um thriller ambientado no Brasil de 1977. Na trama, Marcelo (Moura) é um especialista em tecnologia que foge de um passado misterioso e volta ao Recife em busca de paz. Ele logo percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.
O filme é uma coprodução Brasil (CinemaScópio Produções), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films) e terá distribuição no Brasil pela Vitrine Filmes.
Por meio de um comunicado oficial, Kleber Mendonça Filho refletiu sobre o que o motivou a fazer o vindouro suspense:
“Esse filme é resultado de um desejo grande de continuar filmando o Brasil e o Recife, desta vez no contexto histórico do mundo de 50 anos atrás, de um Brasil do passado. Eu também tinha vontade de fazer um filme de mistério e de suspense, em que o Recife fosse o cenário principal. Eu era criança nos anos 1970, mas me lembro com alguma clareza do ano de 1977, quando eu tinha nove anos. Creio que ‘77 foi o primeiro ano que me marcou ainda como criança. Naquela época, o Brasil era muito diferente, mas, de certa forma, também muito parecido com o de hoje”, destacou.
O diretor também celebrou o convite para estrear o novo longa-metragem no Festival de Cannes:
“É a combinação perfeita: encerra a realização do filme e inaugura a sua trajetória. Estou feliz com ‘O Agente Secreto’, honrado com o convite e quero que as pessoas vejam o filme no exterior e no Brasil. É uma história muito brasileira e, por isso mesmo, é um filme do mundo todo”.
Brasil, 1977. Fugindo de um passado misterioso, Marcelo, um especialista em tecnologia, na casa dos quarenta, volta ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.
Além do rico contexto histórico, ‘O Agente Secreto’ focará em elementos folclóricos, como as festas de Carnaval e as lendas urbanas, além de uma autêntica trilha sonora brasileira.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ teve uma resposta um tanto quanto mista por parte do público e da crítica – mas um dos pontos de elogio em comum foi a presença de Harrison Ford como o antagonista Presidente Thaddeus Ross – que, como vemos na produção, se transforma no impetuoso Hulk Vermelho.
Em uma recente entrevista (via CBM), o diretor Julius Onah foi questionado sobre o projeto e sobre a aparição do personagem em questão – confirmando que, em dado momento durante a construção do projeto, o Hulk Vermelho aparecia armado.
“Houve um momento, na verdade, que não entrou para o filme – em que o Hulk Vermelho, voltando para os quadrinhos, empunharia uma arma”, ele contou. “Mas não soou certo para o filme como o que queríamos”.
E você? Gostaria de tê-lo visto com uma arma?
Lembrando que o longa amargou 48% de aprovação entre os críticos do Rotten Tomatoes e chega ao catálogo do Disney+ no próximo dia 28 de maio.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Foi divulgado um teaser inédito de ‘Jurassic World: Recomeço‘, o antecipado novo capítulo da franquia que conta com Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’) e Jonathan Bailey (‘Bridgerton’).
O novo trailer completo será lançado nesta próxima terça-feira, 20 de maio.
Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.
A FX divulgou um teaser inédito de sua mais nova série de comédia, intitulada ‘Adults’.
A produção será transmitida no canal a cabo no dia 28 de maio, chegando ao Hulu e à FX on Demand um dia depois. No Brasil, a série deve ser lançada pelo Disney+ em uma data posterior.
Confira, junto ao trailer completo:
A trama gira em torno de um grupo de jovens de vinte e poucos anos em Nova York que tentam ser boas pessoas, apesar de ainda não serem nem “bons” nem “pessoas”. Samir (Malik Elassal), Billie (Lucy Freyer), Paul Baker (Jack Innanen), Issa (Amita Rao) e Anton (Owen Thiele) compartilham suas refeições, ansiedades e, ocasionalmente, escovas de dente. Ao longo da temporada de oito episódios, os colegas de casa encaram a Responsabilidade com R maiúsculo com graus variados de sucesso.
Em uma declaração oficial, a FX afirmou que “a série dá uma reviravolta levemente acentuada nas vitórias, perdas e humilhações de adentrar o mundo adulto. Quer estejam tentando progredir no trabalho, navegando no sistema de saúde, dando um jantar ou namorando na era do Find My Friends, o grupo está descobrindo que nada sobre o mundo real é simples, e todas as suas melhores intenções tendem a piorar as coisas.”
Na época, a atriz não tinha um plano alternativo para a faculdade, e os papéis que conseguia não eram suficientes para sustentá-la financeiramente.
Em entrevista à Variety, Dakota contou: “Eu não passei, e meu pai me cortou porque eu não fui para a faculdade. Então, comecei a fazer testes. Acho que tinha 19 anos quando fiz ‘A Rede Social’, e depois vieram alguns trabalhos pequenos e coisas do tipo”.
Ela completou: “Durante alguns anos, foi difícil ganhar dinheiro. Teve vezes em que eu ia ao mercado e não tinha dinheiro na conta ou não conseguia pagar o aluguel, e precisava pedir ajuda aos meus pais”.
Apesar das dificuldades, ela reconhece: “Sou muito grata por ter pais que podiam e quiseram me ajudar. Mas, com certeza, não foi divertido. O processo de audição, como você sabe, é uma merda”.
Sobre a tentativa frustrada de entrar na Juilliard, Dakota foi direta: “Aquele maldito processo foi horrível e assustador. Quando você é aceito para uma audição, são dois dias de uma dinâmica estilo ‘linha de coro’. Você deveria ser chamado para uma segunda audição, e eu não fui. Tudo bem”.
Ela também refletiu sobre o que a afastou da vida universitária: “Eu realmente não queria ir para a faculdade. A Juilliard parecia muito pequena, a ideia de estar em uma sala com o mesmo grupo de pessoas, tentando descobrir como ser um ser humano nesse ambiente… Depois de crescer cercada por tantas pessoas diferentes e imersa em várias culturas por conta das viagens, me prender a um só lugar parecia completamente errado”.
O astro Chris Pratt marcou os cinemas ao interpretar o icônico Peter Quill, o Senhor das Estrelas, na franquia ‘Guardiões da Galáxia’. No entanto, apesar de sua forte conexão com o personagem, ele não foi a primeira escolha para o papel.
De acordo com o ComicBook, o diretor James Gunn revelou que teve dificuldades em encontrar o Peter Quill ideal.
Segundo ele, foram realizadas inúmeras audições com nomes conhecidos de Hollywood, mas nenhum parecia se encaixar perfeitamente.
Entre os atores foram considerados antes de Pratt assumir o posto, incluindo Eddie Redmayne, Joel Edgerton, Jack Huston, Jim Sturgess e Lee Pace. Zachary Levi também chegou a fazer testes para o personagem.
Outros nomes cogitados foram Michael Rosenbaum, que acabou aparecendo nas sequências de Guardiões em outro papel, e Joseph Gordon-Levitt, outro favorito da Marvel na época.
Curiosamente, Glenn Howerton, da série ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’, foi oficialmente a segunda opção para interpretar Quill, caso a escolha por Pratt não se concretizasse.
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.