A animação fantástica que foi um fracasso de bilheterias em 2023, intitulada ‘Ruby Marinho – Monstro Adolescente‘, acaba de estrear no streaming. A produção teve foi lançada nesta quinta-feira (15) na grade de programação da Netflix.
Na trama, uma adolescente tímida descobre que faz parte de uma lendária linhagem real dos míticos krakens do mar e que seu destino, nas profundezas dos oceanos, é maior do que ela jamais sonhou.
A 78ª edição do Festival de Cannes foi inaugurada com um gesto ousado e simbólico: pela primeira vez na história do evento, a escolha do filme de abertura recaiu sobre uma debutante:Partir un jour, de Amélie Bonnin, estrelado por Juliette Armanet e Bastien Bouillon. A proposta parecia clara — celebrar a juventude e um certo espírito pop francês. No entanto, embora simpático em sua forma e intenção, o filme se revela frágil na execução, oferecendo uma experiência aquém da expectativa que essa cobiçada abertura costuma gerar.
De fato, Cannes tem um histórico de inícios mornos — basta lembrar do modorrento Jeanne du Barry, de Maïwenn, ou mesmo Segundo Ato, de Quentin Dupieux, que, embora tente divertir, pouco arrisca. Em 2022, ao menos Corta!, de Michel Hazanavicius, trouxe frescor e metalinguagem, além de uma mensagem de trabalho de equipe. JáPartir un jouré semelhante a muitas outras comédias românticas francesas, jamais vistas fora do país hexagonal. Seu principal mérito, portanto, seja o de conseguir chegar a um público global graças ao prestígio da Croisette — algo que dificilmente aconteceria fora desse contexto.
O filme aposta numa estrutura de comédia romântica enfeitada por números musicais baseados em hits francófonos dos anos 1990. A ideia, à primeira vista, é interessante: evocar uma nostalgia coletiva e transformar o reencontro de um casal em uma espécie de karaokê popular. O problema é que a execução raramente alcança esse potencial. Ouso dizer queEvidências do Amor (2023), com Fábio Porchat e Sandy, é mais engraçado e cativante ao público brasileiro, por exemplo. A sequência inicial, ao som de Alors on danse, de Stromae, se apresenta pálido para canção bastante conhecida e um convite pouco vibrante a vida de Cécile, uma chef conhecida pelo programa de TV Masterchef, que volta a sua cidade natal por conta da saúde fragilizada do seu pai.
Alguns números musicais arrancam sorrisos — como o simpático Ce soir-là dentro de uma boate —, mas outros beiram o constrangimento. A releitura de Paroles… Paroles (originalmente imortalizada por Dalida) é um dos momentos mais desequilibrados do filme, parecendo deslocada, pouco inspirada e excessivamente teatral. É nesse vai e vem entre o encantador e o incômodo que Partir un jour se desenrola, nunca conseguindo manter um ritmo consistente ou um tom que verdadeiramente nos prenda a atenção.
As dores, dúvidas e desejos dos seus personagens estão mais nos diálogos do que na experiência em tela, portanto falta uma fotografia adaptada e densidade dramática, tanto nas atuações quanto na direção sem estilo ou destaque. Embora Juliette Armanet e Bastien Bouillon se esforcem para emprestar carisma aos seus personagens, o amor do passado não se materializa aos olhos do público.
Além de uma mise en scène comedida, o roteiro se prende a fórmulas previsíveis, salvo por uma breve ruptura próxima ao desfecho. Nesse momento — o único em que a diretora se permite algum risco estético, numa cena etérea ambientada numa pista de patinação — o filme brinca com sobreposições visuais entre o passado e o presente, como se a memória irrompesse no agora. O ritmo se torna mais envolvente, a narrativa enfim sugere complexidade, mas esse sopro de frescor logo se dissipa. Voltamos aos eventos triviais e à estética domesticada, encerrando o filme num tom melancólico, mais pelo esgotamento do que pela emoção.
Um ponto que poderia ter sido ousado — a decisão da personagem principal de interromper uma gravidez por convicção pessoal — acaba sendo suavizado por um arco melodramático que reconduz tudo ao lugar-comum da redenção materna. O mesmo festival que recentemente acolheu o turbilhão musical de Emília Pérez (2024), agora se contenta com lufadas de tédio, embaladas por um melodrama preso às fórmulas da cultura pop francesa — ou, melhor dizendo, um “karaokê nacional” cuja voz dificilmente atravessará as fronteiras.
A música final, da boy band2Be3, que dá nome ao filme, deve ter sido a balada sentimental da juventude de Amélie Bonnin,e fonte de inspiração desde o curta que lhe rendeu um César, mas ela ainda carece de maturação para tornar suas ideias compartilháveis e vivas. Basta compará-la à Lady Bird (2017), de Greta Gerwig — outro primeiro filme quase autobiográfico, que fala da juventude da cineasta em Sacramento. Ali, Gerwig nos convida a uma complexa relação de amor e repulsa com nossas raízes. Aqui, nem sequer sabemos o nome da cidade natal da protagonista. Se Partir un jouré um convite, ele nos deixa sem destino.
A Netflix anunciou hoje (14) que a série ‘ParaSempre’, um dos mais novos sucessos da plataforma, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.
A adaptação do clássico livro ‘O Primeiro Amor‘, de Judy Blume, lançado em 1975, chegou ao catálogo do streaming no começo de maio.
Mais detalhes não foram revelados.
A série acompanha a história dos adolescentes negros, Keisha (Lovie Simone) e Justin (Michael Cooper Jr.), dois jovens atletas que se tornam o primeiro amor um do outro, o que impactará suas vidas para sempre. A trama se passa em Los Angeles, no ano de 2018.
Keisha Clark é uma confiante estrela do atletismo, com sonhos grandiosos para além do Ensino Médio. Já Justin Edwards almeja jogar basquete na primeira divisão e provar que é capaz de conquistar muito mais do que seus pais bem-sucedidos conseguiram em suas carreiras.
Mara Brock Akil, responsável pela sitcom de sucesso dos anos 2000, ‘Girlfriends‘, será a showrunner e produtora executiva. ‘Para Sempre‘ é o primeiro projeto fruto de seu acordo firmado com a Netflix.
Dizer que Cate Blanchett é uma das melhores atrizes de sua geração é esbarrar na redundância. Com pontuais exceções (que se destinam mais ao feitio cinematográfico ou televisivo do que sua performance), sua carreira é recheada de incríveis e inesquecíveis rendições artísticas que refletem uma versatilidade invejável e a colocam ao lado de nomes como Meryl Streep e Viola Davis.
E, em comemoração aos seus 56 anos de idade – comemorados hoje, 14 de maio -, separamos uma singela lista com produções recentes estreladas pela vencedora do Oscar para você ver nos streamings.
Apesar dos poucos créditos televisivos, Blanchett voltou a nos chamar a atenção ao fechar contrato com o Hulu para estrelar ‘Mrs. America’, uma série biográfica baseada na vida da militante conservadora Phyllis Schlafly, uma ativista que mobilizou um grupo de mulheres conservadoras para se opor diretamente à aprovação da legislatura, alegando a destruição dos ideais do matrimônio e da família e da perda de privilégios já conquistados desde a primeira onda do feminismo ainda no século XIX.
Aqui, Blanchett volta a nos assombrar com sua versatilidade performática, abandonando suas raízes australianas para encarnar com visceralidade o sotaque de Missouri e nos fazer apaixonar (e odiar, é claro) uma atuação bastante concisa – e reiterando seu status como uma das maiores atrizes de todos os tempos.
Quando pensávamos que Blanchett não poderia mais nos surpreender, ela retorna com força total e entrega uma tour-de-force aplaudível – e que lhe rendeu mais uma indicação ao Oscar. Em ‘TÁR’, que chegou aos cinemas em 2022 e trouxe Todd Field na direção, Blanchett interpreta Lydia Tár em uma poderosa performance que nos arrebata desde os primeiros segundos de tela.
Na trama, Lydia, a primeira diretora musical feminina da Filarmônica de Berlim, está no topo do mundo. Como regente, Lydia não apenas orquestra, mas também manipula. Como uma pioneira, a virtuosa apaixonada lidera o caminho na indústria da música clássica dominada por homens. No entanto, forças que nem mesmo ela pode controlar lentamente destroem a elaborada fachada de Lydia, revelando segredos sujos e a natureza corrosiva do poder.
BORDERLANDS: O DESTINO DO MUNDO ESTÁ EM JOGO (2024)
A adaptação do aclamado game‘Borderlands’ definitivamente não fez o sucesso que prometia, mas ao menos divertiu uma parcela do público que comprou a farofada dirigida por Eli Roth. E, entre mais baixos do que altos, ao menos o elenco da produção fez um trabalho sólido ao não levar a sério a narrativa e divertir-se dentro de um universo vibrante e frenético.
Na trama, Blanchett interpreta Lilith, uma infame fora da lei forma uma aliança inesperada com uma equipe de heróis – cujos nomes incluem Jamie Lee Curtis, Ariana Greenblatt, Kevin Hart, Jack Black e outros. Juntos, eles lutam contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar uma garota desaparecida que detém a chave para um poder inimaginável.
Uma das habilidades mais incríveis de Blanchett é a capacidade de, produção a produção, transmutar-se em uma persona totalmente diferente e dotada de características únicas, adicionando camadas de interpretação que nem sequer sabíamos que era possível. E em ‘DISCLAIMER*’, série da Apple TV+ criada e dirigida por ninguém menos que Alfonso Cuarón, ela nos arrebata com uma performance visceral e irretocável do começo ao fim.
Baseada no romance homônimo de Renée Knight, a trama acompanha uma famosa jornalista chamada Catherine Ravenscroft (Cate Blanchett) que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando um romance recém-publicado expôs um sombrio segredo sobre seu passado e a lançou em uma empreitada para não apenas trazer a verdade à tona, mas proteger sua família de um vingativo pai de família que deseja destruir tudo o que ela conhece a qualquer custo.
CÓDIGO PRETO (2025)
Onde assistir: Apple TV+ (Aluguel)
A trama de ‘Código Preto’ é centrada em um casal de espiões formado por George Woodhouse (Michael Fassbender) e Kathryn St. Jean (Cate Blanchett). Ambos trabalham em uma empresa que monitora possíveis atividades terroristas no Reino Unido e no restante do mundo – colocando George em um impasse quando, ao investigar o paradeiro de uma poderosa arma que pode dizimar o mundo, descobre que a esposa está entre a lista de suspeitos que podem ter traído o próprio país em prol de um conluio criminoso.
Porém, considerando a confiança que nutre em Kathryn, George delineia um plano para revelar o verdadeiro culpado, percebendo que as coisas não são tão simples quanto parecem e que a verdade está bem à frente dos seus olhos, mesmo escondida sob pretextos controversos.
Segundo a Variety, o filme narrará a história de um segurança de banco que se une a um ladrão profissional para planejar um assalto. A trama também explorará a ascensão e queda de seu relacionamento com uma caixa do banco, tecendo uma rede de reviravoltas que desvendarão o verdadeiro golpe por trás dos acontecimentos.
O roteiro do filme é assinado porSimon Kinberg, conhecido por seu trabalho em ‘Sr. & Sra. Smith’.
A Netflix descreve ‘Here Comes the Flood’ como “um filme de assalto fora do comum sobre um segurança, uma caixa de banco e um ladrão profissional envolvidos em um perigoso jogo de trapaças e traições”.
A Netflix revelou nesta quarta-feira (14), durante sua apresentação para o mercado publicitário em Nova York, a primeira imagem oficial da segunda temporada de Wandinha (Wednesday), um dos maiores sucessos recentes da plataforma. A nova fase da série estrelada por Jenna Ortega colocará em foco não apenas a protagonista, mas também sua excêntrica e icônica família.
Na foto divulgada — um retrato sombrio e estilizado da família Addams — estão reunidos os principais personagens que acompanharão Wandinha na próxima etapa de sua jornada:
A presença reforçada da família indica que a nova temporada será mais íntima e explorará as complexas relações familiares de Wandinha, aprofundando-se em suas origens e na herança peculiar dos Addams.
O próximo ciclo será dividido em duas partes: a primeira será lançada no dia 6 de agosto, enquanto a segunda chegará apenas em 5 de setembro.
A série é um mistério investigativo e sobrenatural que traça os anos de Wandinha como estudante na Escola Nunca Mais, enquanto ela tenta dominar sua habilidade psíquica emergente, frustrar uma monstruosa matança que aterrorizou a cidade local e resolver o mistério sobrenatural que envolveu seus pais há 25 anos – tudo isso ao mesmo tempo em que mergulha em complicados relacionamentos sociais.
A comédia ‘Sobrevivendo em Grande Estilo‘, protagonizada e criada por Michelle Buteau, chegará ao fim. A Netflix anunciou nesta quarta-feira (14), durante sua apresentação no Upfront, que a série foi renovada para uma 3ª temporada — que também será a última.
Inspirada no livro de ensaios de Buteau, a trama acompanha Mavis Beaumont, uma mulher negra, plus-size e recém-solteira que precisa reconstruir sua vida após o fim de um relacionamento em que apostou tudo. Com a ajuda de seus amigos escolhidos como família, muito brilho labial e um decote certeiro, Mavis está determinada a não apenas sobreviver, mas florescer.
Danielle Sanchez-Witzele Amy Aniobi coassinam como showrunners. Aniobi também dirige a série.
A produção é assinada pelo estúdio A24, em parceria com a Mosaic.
Ao longo de suas temporadas, ‘Sobrevivendo em Grande Estilo‘conquistou uma base fiel de fãs por seu humor afetuoso, representatividade e mensagens de autoestima e empoderamento.
Com a renovação final, a Netflix promete encerrar a jornada de Mavis com a mesma autenticidade que definiu a série desde o início.
A Warner Bros. divulgou recentemente o tema musical oficial de ‘Superman’, filme estrelado por David Corenswet que marca o início do novo DCU.
Composição de John Murphy em parceria com David Fleming, a trilha captura a essência heroica do personagem com fortes influências do clássico tema criado por John Williams.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de julho.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
A Netflix anunciou oficialmente que ‘Building the Band‘, reality musical que traz a última participação de Liam Payne na televisão, estreia neste verão no hemisfério norte (período que compreende o inverno no hemisfério sul).
A confirmação foi feita por Bela Bajaria, diretora de conteúdo da plataforma, durante a apresentação da empresa no Upfront em Nova York (via Deadline).
A produção da série foi concluída antes da trágica morte de Payne, em outubro passado, em Buenos Aires. Diante da perda inesperada, a Netflix decidiu suspender o lançamento temporariamente e consultou a família do cantor para avaliar a melhor forma de seguir adiante com a exibição. Segundo a própria plataforma, a decisão de manter Liam no programa foi tomada com total respaldo e apoio de seus entes queridos.
Em janeiro, o chefe de conteúdo não roteirizado da Netflix, Brandon Riegg, já havia mencionado que a empresa estava em contato com os familiares do artista, mas que nenhuma decisão havia sido tomada até aquele momento. A inclusão de Payne no projeto acabou sendo considerada uma homenagem ao seu legado artístico e pessoal.
As gravações de ‘Building the Band‘ aconteceram em Manchester, no Aviva Studios, e incluíram três episódios ao vivo realizados em agosto, com plateia presente. Fãs do cantor compartilharam nas redes sociais registros emocionados da experiência, muitos relatando encontros com Payne nos bastidores — que, agora, ganham um peso ainda maior.
A série, descrita como uma mistura de talent show e experimento social no estilo ‘Love is Blind‘, convida jovens cantores a formarem uma nova boy band — mas sem se verem. O programa é apresentado por AJ McLean, dos Backstreet Boys, e conta com um painel de jurados formado por Nicole Scherzinger (Pussycat Dolls), Kelly Rowland (Destiny’s Child) e o saudoso Liam Payne, do One Direction.
‘Building the Band‘ é uma produção da Remarkable Entertainment, subsidiária do grupo Banijay. A série promete oferecer não apenas um novo olhar sobre a criação de bandas, mas também uma celebração final da trajetória de um dos artistas mais queridos da música pop dos últimos anos.
Liam-Payne
A Netflix descreve o programa como “um reality show verdadeiramente único, onde a formação da banda perfeita depende exclusivamente da química entre os participantes. Os cantores terão total controle enquanto buscam montar suas próprias bandas em ‘cabines’ individuais, sem nunca se encontrarem pessoalmente. A única base para sua formação é a compatibilidade musical, conexão, química e mérito”.
O programa promete revelar: “O que acontecerá quando as bandas finalmente se encontrarem e a aparência, coreografia e estilo começarem a influenciar? Com performances impressionantes, drama envolvente e um grande objetivo — encontrar a próxima grande banda musical — o palco está pronto para uma experiência inesquecível”.
No ‘Building the Band’, 50 músicos selecionados através de audições virtuais serão agrupados de acordo com suas afinidades musicais, mesmo sem se conhecerem pessoalmente. Eles colaborarão em projetos musicais distintos e só se encontrarão pessoalmente em fases mais avançadas do programa. A proposta é formar grupos com uma forte química musical antes que as questões pessoais entrem em cena.
O ator Ryan Phillippe relembrou recentemente seu teste para o icônico papel de Anakin Skywalker na franquia ‘Star Wars’, revelando o motivo de sua rejeição, que acabou consagrando Hayden Christensen no papel.
Conforme a Variety, Phillippe explicou que não conseguiu o papel por ser considerado muito velho na época, aos 29 anos.
“Tendo nascido nos anos 70, pensei: ‘Seria um sonho'”, contou o ator. “Mas acho que as coisas acontecem por um motivo, e é fácil fazer as pazes com isso. Parte do que temos que desenvolver como atores é essa casca grossa contra a rejeição, contra as coisas que não saem como esperávamos. Então, é preciso saber deixar pra lá e não ficar remoendo”.
Hayden Christensen conquistou o papel, tornando-se o rosto de Darth Vader tanto em ‘Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones’ e ‘Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith’, quanto nas séries ‘Obi-Wan Kenobi’ e ‘Ahsoka’.
Lembrando que a segunda e última temporada de ‘Andor’, a mais recente adição ao universo ‘Star Wars’, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.
Relembre o trailer:
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
O ator Hayden Christensen, estrela de ‘Star Wars’, entrou na onda de divulgação do live-action de ‘Lilo & Stitch’ e compartilhou um vídeo ao lado do adorável Experimento 626.
No clipe, é possível ver uma versão animatrônica de Stitch, segurando um balde de pipoca.
A nova versão é dirigida pelo vencedor do OscarDean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On‘).
‘Lilo & Stitch’ conta a história de Lilo, uma menina que adota um alienígena chamado Stitch, que fugiu de um planeta alienígena. Lilo não sabe que Stitch é uma perigosa experimentação genética. Juntos, eles descobrem o significado de família.
Dan Lin eJonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.
O aguardado ‘Uma Sexta-Feira Ainda Mais Louca’, sequência do icônico filme da Disney ‘Sexta-Feira Muito Louca’, acaba de ganhar uma nova imagem que mostra Lindsay Lohan e Manny Jacinto em um momento romântico do casal.
No novo longa, Jacinto interpreta o atual marido da personagem de Lohan, substituindo Chad Michael Murray como o interesse amoroso, ao menos na premissa inicial da trama, já que ainda há poucos detalhes sobre o desenrolar da história.
A trama do novo filme será ambientada décadas após Tess (Curtis) e Anna (Lohan) terem passado por uma crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e logo terá uma enteada. Enquanto enfrentam os inúmeros desafios que surgem quando duas famílias se juntam, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.
Segundo o Deadline, a Miramax adquiriu os direitos para produzir o remake. A negociação foi conduzida por Nelson Mok, da Mokster Films, uma empresa de investimentos e vendas sediada em Cingapura, com foco principal em conteúdo asiático, representando a GDH.
A Miramax expressou grande confiança no “apelo universal e nos temas profundamente relacionáveis”do filme, acreditando que eles ressoarão com talentos e audiências de destaque em todo o mundo.
“Uma obra-prima em contar histórias, este é o tipo de filme que nos lembra por que fazemos cinema”, declarou o CEO da Miramax, Jonathan Glickman. “‘Como Ganhar Milhões Antes Que A Vovó Morra’ é uma joia rara que consegue ser hilária, surpreendentemente comovente e tocante simultaneamente. Assim como o original, esperamos que nossa adaptação leve gerações de famílias aos cinemas juntas.”
O diretor do filme original, Pat Boonnitipat, comentou: “Seu sucesso em todo o mundo me surpreende, mas aquece meu coração saber que pessoas em todo o globo compartilham esse valor – ou algum tipo de núcleo – que nos conecta além das identidades de países ou culturas”.
O produtor Vanridee Pongsittisak acrescentou: “O coração de uma família é universal, mas cada lar tem uma história completamente diferente. É por isso que estou animado para ver ‘Como Ganhar Milhões Antes Que A Vovó Morra’ ganhar vida mais uma vez – desta vez em um lar americano”.
Dirigido por Pat Boonnitipat, o filme foi o representante oficial da Tailândia para a categoria Melhor Filme Internacional na 97ª edição do Oscar;
Na trama, um jovem que precisa cuidar da vó que está doente, mas ele não está muito feliz com a ideia. Motivado tanto pela ambição do dinheiro que a avó dele guarda, quanto por sentimentos que ele não consegue entender, a culpa, arrependimento e o desejo por uma vida melhor, ele arquiteta um plano para conquistar a preferência da avó antes que ela faleça.
‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ promete ser um dos maiores lançamentos dos cinemas em 2025 e a crítica especializada internacional já pôde conferir o longa e as primeiras impressões estão entre nós.
A sequência, que marca a despedida de Tom Cruise da franquia que o eternizou, foi amplamente elogiado por suas impressionantes cenas de ação, pela construção da tensão e pelo exímio roteiro, que combina o melhor do gênero a uma trama atual e realista.
Confira:
#MissionImpossibleTheFinalReckoning rips! Loved it. An exhilarating adrenaline rush for the head & heart & immersive, awe-inducing stuntacular of the highest order. McQ, @TomCruise & Co have crafted the gold standard – a brilliant, bold actioner for the ages. See it BIG & LOUD. pic.twitter.com/LbodfHWRey
“Missão: Impossível – O Acerto Final arrasa! Adorei. Uma descarga de adrenalina eletrizante para a cabeça e o coração, com cenas de ação imersivas e impressionantes do mais alto nível. McQ, Tom Cruise e companhia criaram o padrão ouro: um filme de ação brilhante e ousado para todas as idades. Assista no formato GRANDE e ALTO”.
#MissionImpossibleTheFinalReckoning stands as one of the greatest action movies of all time. The tension, stunts, direction, editing, everything borders on perfection.
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) May 13, 2025
“Missão: Impossível – O Acerto Final se destaca como um dos maiores filmes de ação de todos os tempos. A tensão, as acrobacias, a direção, a edição, tudo beira a perfeição.
Tom Cruise entrega mais uma atuação lendária, e o valor da produção é simplesmente insano. Se você achava que já tinha visto de tudo nesta franquia, este filme redefine o que é impossível. Uma experiência absolutamente alucinante”.
“Missão: Impossível – O Acerto Final é tudo o que você espera de um filme de ação e muito mais. É o evento cinematográfico do ano com Tom Cruise, as acrobacias mais insanas que já vi e o filme #MissãoImpossível mais emocionante de todos os tempos. Os últimos 45 minutos são excepcionais”.
#MissionImpossibleTheFinalReckoning IS AN EPIC OPERA OF AN ACTION MOVIE! A love letter to the franchise, and to those of us who love it, that turns its amplifiers up to 11 on everything: the action, drama, emotions, death defying action sequences and entertainment.
“Missão: Impossível – O Acerto Final É UMA ÓPERA ÉPICA DE FILME DE AÇÃO! Uma carta de amor à franquia, e a todos nós que a amamos, que eleva seus amplificadores ao máximo em tudo: ação, drama, emoções, sequências de ação que desafiam a morte e entretenimento.
Uma história sobre os perigos globais da IA e as pessoas que tentam explorá-la. Também serve como um comentário sobre o poder da humanidade quando nos esforçamos para fazer o que é bom para todos e não para poucos.
Seu maestro, Tom Cruise, nunca esteve melhor como Ethan Hunt, e este filme o coloca no inferno e o traz de volta! Ele (e McQuarrie) agarram você pelo colarinho e te jogam no trem desgovernado do filme para te entreter pela última vez!
O filme tropeça um pouco no primeiro ato, apresentando sua trama densa (o que não é ruim) e prendendo os espectadores casuais com flashbacks. Mas então ele encontra seu equilíbrio e nos leva a todo vapor pelo filme, passando de um ponto da trama para o outro. Apresenta alguns ótimos retornos para nós, fãs hardcore de Missão Impossível (especialmente o de Donloe), duas das melhores sequências de ação da série (as cenas do submarino e dos biplanos) e algumas das emoções mais genuínas que você já viu nesta franquia.
Se esta for a despedida final de Tom Cruise na franquia #MissionImpossible , então eles acertaram em cheio no alvo, no estilo Ethan Hunt. ASSISTAM EM #IMAX!”
“Uau! Missão: Impossível – O Acerto Final é puro cinema. O mais recente Missão Impossível será facilmente considerado o maior filme de ação de todos os tempos. Uma emoção de tirar o fôlego e de cair o queixo do início ao fim. Assista na maior tela e no volume possível”.
If #MissionImpossibleTheFinalReckoning really is the final Mission…they went out on a great note. While I still believe that FALLOUT is the peak. THE FINAL RECKONING is full of white knuckle tension and the set pieces are jaw dropping. And in IMAX? WOW! pic.twitter.com/WdaZHawZ8g
“Se Missão: Impossível – O Acerto Final for realmente a missão final…eles terminaram com uma ótima nota. Embora eu ainda acredite que FALLOUT seja o ápice, O Acerto Final é cheio de tensão e os cenários são de cair o queixo. E em IMAX? UAU!”
“Para mim, além do espetáculo absoluto e da emoção de Missão: Impossível – O Acerto Final, a magia do filme está em como ele conduz a sinfonia de perigo, riscos, tensão e leviandade. É o que faz com que o tempo de duração de quase 3 horas passe num piscar de olhos”.
“Eu definitivamente adorei Missão: Impossível – O Acerto Final, porque é uma experiência cinética na tela grande. Presenteie-se e veja em IMAX – fica absolutamente fantástico! Parabéns a Christopher McQuarrie e sua talentosa equipe de cineastas por mais uma aventura selvagem!”
“Eu vi Missão: Impossível – O Acerto Final e é simplesmente MARAVILHOSO! Há muitas sequências de ação incríveis que vão impressionar os fãs. Hayley Atwell está incrível e Cruise está ótimo como sempre, mas o verdadeiro destaque é Pom Klementieff como Paris. Não perca no dia 22 de maio!”
#MissionImpossibleTheFinalReckoning is Whip-smart and razor-sharp, this tense eighth entry in one of the most exhilarating franchises of all time is another winner. With sphincter tightening set pieces, blockbusters do not get much better than this. Cruise & McQuarrie nail it! pic.twitter.com/Q4sIm6SX6Z
“Missão: Impossível – O Acerto Final é . Inteligente e afiado como uma navalha, este tenso oitavo filme de uma das franquias mais emocionantes de todos os tempos é outro vencedor. Com cenas de ação de tirar o fôlego, não há sucessos de bilheteria melhores do que este. Cruise e McQuarrie arrasam!”
#MissionImpossibleTheFinalReckoning runs almost three hours and at times feels more in line with the recent “Fast and Furious” films than MI films like “Fallout” (the best one imo). But the action scenes slap HARD and the stunt team deserves all the awards! pic.twitter.com/tRD6PEett3
“Missão: Impossível – O Acerto Final tem quase três horas de duração e, às vezes, parece mais alinhado com os filmes recentes da série ‘Velozes e Furiosos’ do que com filmes da MI, como “Fallout” (o melhor, na minha opinião). Mas as cenas de ação são sensacionais e a equipe de dublês merece todos os prêmios!”
De acordo com o The Hollywood Reporter, prevê-se que o filme terá uma estreia na faixa de US$72 milhões a US$ 88 milhões, com especialistas projetando um lançamento doméstico de US$80 milhões ao longo do feriado de quatro dias do Memorial Day.
Caso as previsões se concretizem, o longa teria a melhor abertura da saga, superando o montante de US$61,2 milhões de ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, em 2018.
Lembrando que a produção chega aos cinemas nacionais no dia 22 de maio.
Em uma recente entrevista à Empire, o diretor Christopher McQuarrie revelou que o público se surpreenderá com o capítulo final da franquia ‘Missão Impossível’ – e uma exibição-teste do filme aparentemente já provou isso.
McQuarrie revelou que, durante uma das primeiras exibições do filme, um dos membros da audiência quase teve um ataque do coração ao conferir umas das sequências de ação.
“Tivemos uma pequena exibição e alguém disse: ‘eu estava sufocando durante a sequência inteira. Quase tive um ataque do coração’. E eu pensei: ‘acho que fizemos algo certo'”, ele disse.
Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.
‘Superman’, longa estrelado por David Corenswet e que marca o início do novo DCU, ganhou um novo trailer que destaca o icônico Homem de Aço. Nas redes sociais, os fãs se mostraram entusiasmados com o vídeo e compartilharam sua empolgação com o filme.
As reações, em geral, foram muito positivas, com destaque para o talento de David Corenswet na interpretação do Homem de Aço.
“Também adoro como estão mostrando a frustração dele, de forma justificada, com as regras para salvar as pessoas, quando tudo o que ele quer é simplesmente ajudar e salvar todos. Nunca haviam mostrado o Superman ficando tão irritado com isso nos filmes atuais, exceto em Smallville”.
also i love how they’re showing how he’s justifiably getting frustrated with how there are rules to saving people, when all he wants to do is try to help and save people
“Eu adoro ver o quanto o Clark é apaixonado por fazer o bem. Esse filme entende que o Superman não representa nenhum país — e isso me deixa muito feliz. Ele é a personificação perfeita da verdade, da justiça e de um futuro melhor”.
I LOVE how passionate Clark is about doing good. This movie understands that Superman doesn’t represent any country and that makes me so happy
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de julho.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
Lembrando que as duas primeiras iterações já estão disponíveis na Netflix.
A série foi criada por Debora Cahn (‘Homeland’, ‘The West Wing’).
A obra é descrita como um thriller político ambientado na Embaixada dos Estados Unidos em Londres e acompanha uma diplomata que consegue um novo papel como embaixadora em Londres – mas com grandes implicações para seu trabalho e vida pessoal. Isso tudo enquanto uma crise internacional está se desenrolando em segundo plano.
Através das redes sociais, a Lionsgate revelou que Lili Taylor (‘Invocação do Mal’) foi escalada para o elenco de ‘Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita’, filme que adapta o romance de Suzanne Collins.
Taylor dará vida a Mags Flanagan, tributo do Distrito 4 que venceu a 11ª edição dos Jogos Vorazes – a edição seguinte da que Lucy Gray Baird saiu vitoriosa – e que também participou do Terceiro Massacre Quaternário ao lado de Finnick Odair. Na trama de ‘Amanhecer na Colheita’, ela é mentora dos tributos do Distrito 12 no Segundo Massacre Quaternário ao lado de Wiress.
Em ‘Jogos Vorazes: Em Chamas’, a personagem foi interpretada por Lynn Cohen.
A trama se passa vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.
Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.
O filme chega aos cinemas em 20 de novembro de 2026.
O filme mais recente foi ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).
A sentença dos irmãos Erik e Lyle Menendez, inicialmente condenados à prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional pelos assassinatos de seus pais em 1989 em Beverly Hills, foi reformada.
Segundo o Deadline, os irmãos foram re-sentenciados a 50 anos de prisão. Tendo já cumprido cerca de 35 anos, eles agora são elegíveis para liberdade condicional.
É importante ressaltar que essa nova sentença não garante a libertação imediata dos irmãos. Eles deverão comparecer a uma audiência de liberdade condicional, onde será feita uma recomendação sobre sua elegibilidade. Essa recomendação será então encaminhada ao governador Gavin Newsom, que tem o poder de vetar a liberação.
Uma audiência de liberdade condicional está agendada para o dia 13 de junho.
O novo ciclo promete explorar um dos casos mais chocantes da história americana: o assassinato brutal dos pais José e Mary Louise “Kitty” Menendez, pelos próprios filhos, Lyle e Eric.
Enquanto a acusação pintou os irmãos como assassinos frios e calculistas, motivados pela ganância, a defesa alegou que os crimes foram motivados por anos de abusos físicos, emocionais e sexuais sofridos pelos jovens.
O elenco de peso conta com Javier Bardem (‘Duna’), Chloë Sevigny (‘Psicopata
O ator Sean Penn causou controvérsia ao declarar sua disposição em trabalhar novamente com Woody Allen, mesmo diante das persistentes acusações de abuso sexual infantil contra o renomado cineasta.
Em uma entrevista ao Deadline, Penn expressou sua admiração por um projeto anterior com Allen e afirmou que repetiria a parceria sem hesitar.
“Eu amo esse filme. Trabalharia com ele num piscar de olhos, se fosse a coisa certa”, disse o ator.
Penn também manifestou ceticismo em relação às acusações, levantadas principalmente pela filha adotiva de Allen, Dylan Farrow.
“Não conheço ninguém o suficiente para dizer com 100% de certeza que isso aconteceu ou não aconteceu. Deus me livre de estar errado e haver uma vítima envolvida, certo? Não li tudo, mas a maioria das histórias vem de pessoas em quem eu não confiaria nem uma moeda. Parece algo muito tendencioso nesse sentido”, afirmou.
“Não conheço nenhum psicólogo ou psiquiatra que tenha falado sobre o tema da pedofilia, dizendo que, em 80 anos de vida, isso acontece apenas uma vez. Nunca ouvi isso”, acrescentou.
O ator também abordou a questão dos relacionamentos de Allen com mulheres mais jovens: “Quando tentam associar Allen a namoradas muito mais jovens, certo ou errado não é a questão aqui, relações consensuais pós-puberdade são outra conversa”.
Em sua defesa a Allen, Penn argumentou pela presunção de inocência: “Acho que, seja qual for a pior das suspeitas que as pessoas têm sobre ele, é preciso confrontá-las com os fatos, separadamente do movimento [#MeToo] e de todos que se beneficiaram dele. Só estou dizendo que deveríamos respirar por um segundo. Vejo que ele não foi considerado culpado, então o considero inocente. Trabalharia com ele num piscar de olhos”.
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