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Fã-Trailer INCRÍVEL apresenta ‘Os Vingadores’ dos anos 90 com Johnny Depp, Brad Pitt, Tom Cruise e Charlize Theron

Os Vingadores, lançado em 2012, marcou história no cinema ao trazer a super equipe para as telonas, com astros como Robert Downey Jr., Chris Evans e Scarlett Johansson. Mas como seria o filme se tivesse sido lançado nos anos 90?

Pensando nisso, um fã criou um trailer utilizando inteligência artificial para imaginar essa versão alternativa da equipe. No vídeo, Morgan Freeman aparece como Nick Fury, Tom Cruise como Homem de Ferro, Brad Pitt como Capitão América, Dolph Lundgren como Thor, Leonardo DiCaprio como Homem-Aranha, Johnny Depp como Doutor Estranho e Denzel Washington como Pantera Negra.

Além disso, Ben Stiller interpreta Homem-Formiga, Angelina Jolie como Viúva Negra, Jim Carrey como Loki, David Duchovny como Hulk, Eddie Murphy como Falcão, Kevin Costner como Gavião Arqueiro, Keanu Reeves como Soldado Invernal e Michelle Pfeiffer como Vespa.

Para completar, Christian Bale como Mercúrio, Winona Ryder como Feiticeira Escarlate, Charlize Theron como Capitã Marvel, Cuba Gooding Jr. como Máquina de Combate, David Bowie como Visão e, finalmente, Ron Perlman como Thanos.

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Crítica | El Turco – Can Yaman Encarna Herói Sexy Imparável em Série Turca Histórica da Globoplay

Dois fenômenos têm tomado conta das redes e das plataformas nos últimos anos: as novelas turcas e Can Yaman. O ator turco, conhecido pelo seu porte físico imponente e um olhar 43 que faz qualquer um derreter, já vem chamando a atenção das espectadoras mundo afora, que vêm conseguindo assistir às produções da Turquia por meios alternativos. De olho nesta crescente demanda, a Globoplay estreou, com exclusividade no final de março, a minissérie histórica ‘El Turco’ para seus assinantes, e esta foi a melhor escolha que a plataforma fez em muito tempo – afinal, ‘El Turco’ é muito boa em muitos sentidos.

No século XVI, o exército otomano se expandia pelo território do sudeste europeu, ocupando vilarejos, derrotando governos e sequestrando crianças, que eram levadas e convertidas ao islamismo para, mais tarde, se tornarem janízaros – a elite do exército turco. Porém, depois de ser desertado, Hasan Balaban (Can Yaman) vaga até chegar ao vilarejo de Moena, no norte da Itália, onde conhece o menino Topo (Jónás Hefler) e Gloria (Greta Ferro), e rapidamente cria afeição por eles e pelo local. Mas o dragão de Viena, Marco (Will Kemp) está de olho numa vingança, e, sob o pretexto de defender o território do príncipe Francesco di Paulo (David Nykl) ele iniciará uma guerra com a população local.

São apenas seis episódios de cerca de quarenta minutos cada, mas a história de ‘El Turco’ é tão envolvente que dá super para maratonar de uma sentada só. Baseada em eventos reais e no romance de Orhan Yeniaras, o roteiro de Kerem Deren e Çisil Hazal Tenim explora os eventos e personagens da História turca e mesclam com ficção e uma boa dose de romance picante. O resultado é que o público tanto fica interessado na trama, como também, em paralelo, aprende História, e se sente impelido a buscar mais informações sobre os eventos citados no enredo.

Para se ter uma melhor ideia visual, ‘El Turco’ fica algo entre ‘Game of Thrones’ e ‘Vikings’, mas com uma dose de novela da Record para suavizar o drama. Ou seja, ao mesmo tempo em que temos mortes e golpes que fazem sangue voar, o diretor Uluç Bayraktar não se demora nisso, pois o importante é fazer a história andar. Ainda assim, também temos aquela – péssima – mania das séries históricas de criar personagens adoráveis que conquistam o público só para tirá-lo da gente em seguida. Que raiva!

Se um ‘El Turco’ já é bom, quase no meio da série os companheiros de Hasan aparecem na trama, para terminar de conquistar o espectador. O trio Guido (Slavko Sobin), Yedder (Haluk Piyes) e Decebal (Armagan Oguz) ajuda a transportar a mente do espectador para as histórias de ‘As Mil e Uma Noites’ e as tramas bíblicas, cada um representando um pilar da sociedade. Enquanto o líder, Hasan, entrega músculos e força tanto nas suas cenas de batalha quanto nos momentos mais calientes (o único da carreira de Can) com Gloria. E verdade seja dita: os quatro atores mandam muito bem nas cenas de batalha, o que demonstra dedicação e emprenho do elenco como um todo.

Misturando romance, paixão, fantasia e ação com História e muito peitoral bronzeado com óleo de um protagonista bonitão e selvagem, ‘El Turco’ nos remete às paixões desérticas e aos contos de fadas. Uma série que merece todo o sucesso que tem feito mundialmente e que felizmente a Globoplay trouxe oficialmente para o público brasileiro.

Minissérie policial ELOGIADA da diretora de ‘Madame Teia’ está escondida na Netflix….

Criada pelo roteirista David Hare, do elogiado ‘O Leitor‘, a minissérie policial ‘Collateral estreou na Netflix em 2018, mas ainda é pouco conhecida pelo público.

Ambientada em Londres, a trama gira em torno da detetive Kip Glaspie (Carey Mulligan), responsável pela investigação do assassinato de um entregador de pizza sírio, morto a tiros enquanto trabalhava.

A princípio, parecia mais um crime banal, mas as pistas reunidas por Glaspie a direcionam a uma conspiração ligada a corrupções políticas, tráfico humano e escândalos sexuais.

Ao longo dos quatro episódios, a atração também explora questões políticas e sociais do mundo atual, fazendo um paralelo com o aumento de crimes motivados por preconceitos.

A série também aborda as barreiras em que as policiais enfrentam numa classe dominada pelo sexo masculino

Confira o trailer:

Dirigida por S.J. Clarkson (‘Madame Teia’), ‘Collateral recebeu diversos elogios e conta com 79% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, sendo descrita pelo Pajiba como:

“Uma minissérie inteligente, sólida, convincente e atrativa, principalmente para aqueles que ainda não assistem a muitos programas policiais britânicos sombrios. Aqueles que já estão acostumados podem se surpreender com o quanto o retrato de Londres se torna realista na trama.” 

collateral netflix
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Opinião | Lady Gaga transforma show no Coachella em espetáculo seminal

Monstros nunca morrem.

Quase cinco meses antes de sua apresentação no Festival Coachella 2025, Lady Gaga anunciou sua participação como headliner do evento com a seguinte afirmação: “eu tinha uma visão que nunca consegui realizar por completo no Coachella, por razões fora do nosso controle”.

Antes de ser chamada para a mais nova edição desse incrível espetáculo, Gaga havia substituído a igualmente lendária Beyoncé em 2017, tendo pouco mais de um mês para orquestrar um show de quase duas horas – apressando-se para construir a identidade visual, reunir os dançarinos, ensaiar um setlist recheado de hits e até mesmo apresentando uma canção inédita intitulada “The Cure” (e aproveitando a ambientação para gravar uma das cenas do filme ‘Nasce Uma Estrela’). Porém, percebemos que algo faltava – um elemento de extrema importância que esteve presente em cada um de seus outros shows: perfeição. Gaga, ao longo de sua carreira, nunca falhou em entrega performances avassaladoras (vide “Paparazzi” no VMA 2009, ou o medley de ‘A Noviça Rebelde’ no Oscar 2015). E isso não é motivo para culpá-la, visto que o aprazível resultado mostrou que a organização do evento escolheu o nome certo para substituir nossa Queen B.

Porém, 2025 emergiria como uma reviravolta drástica em sua carreira. Além do lançamento do compilado de originais ‘MAYHEM’, que tornou-se um sucesso imediato de vendas e de crítica, ela se tornou a segunda artista do século XXI a ser escalada como headliner do Coachella depois de Björk – e, agora, ela mostrou tudo o que havia deixado de lado oito anos atrás para não apenas a melhor apresentação de sua carreira, mas um espetáculo seminal que ficará marcado como uma das melhores rendições do evento. Ao longo de quase 120 minutos, toda a identidade visual e memorável de Gaga é condensada em uma épica montagem que reúne incontáveis referências artísticas da maneira mais apoteótica possível.

É difícil encontrar algum artista que se equivale à titânica mente de Gaga nos dias de hoje, principalmente no tocante à genialidade criativa. O show abre com uma fusão entre “Bloody Mary”, faixa de ‘Born This Way’ que ganhou fama após viralizar mundo afora através das redes sociais, e “Abracadabra”, single de ‘MAYHEM’. Dando início ao primeiro ato de um emblemático concerto, Gaga aparece em uma estrutura metálica coberta com um tecido aveludado vermelho-sangue, rodeada por uma arquitetura que se afasta por completo da identidade brutalista do ‘Chromatica Ball’ e que aposta fichas na lendária casa parisiense intitulada Ópera Garnier, emulando o estilo monumental e marmóreo do teatro em uma ressignificação atemporal.

Música após música, é notável com Gaga volta com fúria descomunal, agigantando-se perante uma plateia de nada menos que 250 mil pessoas em um envolvimento mágico e narcótico, nos engolfando em uma jornada pelo caos e por uma carreira testamentária que continua a influenciar diversos artistas, inclusive da nova geração – ora, não é surpresa que nomes como Olivia Rodrigo, Doja Cat, RAYE e Chappell Roan já tenham-na citado como inspiração significativa para imortalizarem-se no cenário fonográfico. Esquadrinhando um jogo de xadrez mortal para performar “Poker Face” enquanto utiliza referências claras à ‘Alice no País das Maravilhas’, ela batalha consigo própria conforme analisa a ascensão e a decadência do constructo da fama; enfrentando a Senhora do Caos em uma batalha pela supremacia de si mesma com “Disease”, ela traz referências pós-apocalípticas em um conglomerado arenoso em pleno palco do evento.

Os momentos ao piano não poderiam estar de fora – e ela encarna uma persona diferente para dar a introdução de “How Bad Do U Want Me”, transfigurando-se para a dupla formada por “Shallow” e “Vanish Into You”; dialogando com os little monsters não apenas presentes no deserto da Califórnia, mas ao redor do mundo, ela promove incursões teatrais que refletem seu apreço claro pela arte-performance, puxando elementos que aprendeu ao lado de Marina Abramović para rendições irretocáveis de “Garden of Eden”, “Perfect Celebrity” e “Scheiße”. E, estendendo-se por quatro atos pensados em uma maximização nunca vista no festival e que demonstra seu olhar calculista para cada um dos detalhes, essa jornada propositalmente caótica transforma-se em uma vivência cinemática.

Um dos aspectos que mais nos chama a atenção, além dos inúmeros comentados nos parágrafos acima, é a fiel relação que Gaga mantém com seu público. Se desde sua estreia no show business a ideia de relação parassocial ganhou uma nova camada, aqui ela materializa esses laços com um convite aos espectadores, presentes ou não, como forma de torná-los membros ativos dessa intrincada engrenagem. Rememorando os dias de glória, que passaram por altos e baixos nos últimos anos, Gaga reitera seu status inalcançável como uma das mais célebres artistas de todos os tempos – sempre fazendo questão de manter a humildade e seu amor pelos fãs.

De fato, não havia pessoa melhor para encabeçar o primeiro dia do Festival Coachella 2025 que Lady Gaga. A cantora e compositora, que alia-se ao poder aplaudível da coreógrafa e diretora artística Parris Goebel, transforma o espetáculo em uma experiência operística, notória e que ultrapassa quaisquer expectativas que tínhamos – entrando para a história do evento como um dos shows mais icônicos de todos os tempos.

‘Gladiador 2’ traria Russell Crowe voltando do mundo dos mortos no roteiro original

Gladiador 2‘ dividiu a opinião dos críticos e do público, mas arrecadou US$ 462 milhões mundialmente.

Porém, a sequência do clássico de Ridley Scott quase teve uma história completamente diferente, envolvendo o retorno dos mortos de Maximus, interpretado por Russell Crowe.

De acordo com o site Word Of Reel, o diretor Ridley Scott declarou: 

“Eu sabia como trazê-lo de volta. Eu estava tendo essa conversa com o estúdio. Gladiador foi em 2000, então Russell mudou um pouco,”.

Para dar vida a essa história extraordinária, Ridley Scott contratou o músico e roteirista Nick Cave. O filme seria intitulado ‘Assassino de Cristo’, com Maximus usando “o portal de um guerreiro moribundo” para retornar dos mortos na trama.

“(Crowe) me ligou e perguntou se eu queria escrever ‘Gladiador 2’. Para alguém que só tinha escrito um roteiro de filme, foi um grande pedido. ‘Ei, Russell, você não morreu em ‘Gladiador 1′?’ ‘Sim, você resolve isso.’ Então, ele desce ao purgatório e é enviado de volta pelos deuses, que estão morrendo no céu porque há esse único deus, esse personagem tipo Cristo, na Terra que está ganhando popularidade, então os muitos deuses estão morrendo e eles enviam o Gladiador de volta para matar Cristo e seus seguidores”, lembra Nick Cave.

“Eu queria chamar de ‘Assassino de Cristo’ e no final descobrimos que o cara principal era seu filho, então ele tem que matar seu filho e foi enganado pelos deuses. Ele se torna esse guerreiro eterno, e termina com uma cena de guerra de 20 minutos que segue todas as guerras da história, até o Vietnã e todas essas coisas, e foi selvagem. Foi uma obra-prima absoluta. Eu gostei muito de escrevê-lo porque sabia em todos os níveis que nunca seria realizado.”, continuou.

No entanto, o filme não foi adiante. Segundo Cave, o projeto foi interrompido depois que Crowe leu o roteiro e simplesmente reagiu com um “Não gostei, parceiro”.

Segundo a InTouch Weekly, uma fonte próxima a Crowe revelou que o ator ficou extremamente chateado por não ter sido incluído na continuação e, por essa razão, resolveu se afastar dos laços de amizade de longa data que possuía com Scott e com Denzel Washington (que interpreta Macrinus no novo capítulo).

Com o sucesso, Ridley Scott já comenta sobre a possibilidade de mais uma sequência.

Questionado pela Variety sobre a chance de um terceiro filme, o cineasta indicou que Gladiador III’ realmente acontecerá: “Acho que tenho que fazer isso”, afirmou o diretor.

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Após falar que “não consome Marvel”, Elizabeth Olsen diz que estúdio é IMPORTANTE para indústria cinematográfica

Elizabeth Olsen, conhecida mundialmente por seu papel como Wanda Maximoff — a poderosa Feiticeira Escarlate — no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), falou recentemente de forma bastante sincera sobre sua relação com os filmes do estúdio e sobre suas preferências pessoais em relação ao tipo de arte que consome.

Embora tenha ganhado enorme reconhecimento ao integrar uma das franquias mais populares e lucrativas da história do cinema, Olsen revelou que os blockbusters de super-heróis, como os da Marvel, não fazem exatamente parte do tipo de produção que ela prefere assistir em seu tempo livre.

Segundo a atriz, ela tende a se interessar mais por projetos independentes, filmes com temáticas mais intimistas e autorais — obras que, para ela, proporcionam uma experiência artística diferente.

Ainda assim, a atriz fez questão de esclarecer que sua decisão de participar dos filmes da Marvel não foi motivada unicamente por interesses estratégicos ou financeiros.

Em entrevista recente, Olsen afirmou que nunca adotou a lógica comum entre muitos atores de Hollywood de “fazer um filme comercial para, depois, conseguir fazer um filme mais artístico”.

“Eu nunca tive realmente a mentalidade de ‘um para eles, um para mim'”, disse Olsen. “A Marvel tem sido uma constante na qual posso voltar e que criou — qual é a palavra? — uma sensação de segurança na minha vida, que me deu liberdade para escolher outros trabalhos. Então, nunca senti que era algo como: ‘Vou fazer isso para poder fazer aquilo'”, declarou Olsen.

Além disso, a atriz demonstrou um olhar generoso sobre o impacto da Marvel na indústria cinematográfica como um todo. Ela destacou que, apesar de não serem suas produções favoritas como espectadora, os filmes do estúdio têm um papel fundamental para manter a engrenagem do cinema funcionando, especialmente no cenário atual. Para Olsen, os lançamentos da Marvel são, muitas vezes, responsáveis por garantir a viabilidade econômica das salas de cinema, possibilitando que filmes de menor orçamento e com menor apelo comercial também tenham espaço para serem exibidos.

“Esses filmes ajudam a pagar o aluguel dos cinemas”, pontuou ela, reconhecendo o equilíbrio delicado entre o cinema comercial e o artístico.

A fala de Olsen evidencia não apenas sua maturidade profissional, mas também sua sensibilidade em compreender os diferentes papéis que cada tipo de produção exerce no ecossistema cultural contemporâneo. Ao mesmo tempo em que construiu uma carreira sólida dentro de uma franquia bilionária, ela mantém um olhar crítico e pessoal sobre o que considera arte e sobre o espaço que deseja ocupar como atriz.

‘X-Men’: Vazam supostas fotos de Ciclope, Magneto e Wong no set de ‘Vingadores: Apocalipse’

A produção de ‘Vingadores: Apocalipse‘ já foi iniciada e contará com a participação de uma enorme leva de personagens, que foram apresentados em uma recente live realizada pela Marvel Studios.

Fotos vazadas dos bastidores mostram o ator James Marsden como o Ciclope, Ian McKellen como Magneto e Benedict Wong (Wong).

Confira:

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Criador de ‘X-Men ’97’ DETONA a nova abordagem do Tocha Humana

Beau DeMayo, criador da aclamada série ‘X-Men ’97’, expressou duras críticas à recente revelação de que a nova versão do Tocha Humana em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ não será retratada como mulherengo.

Para entender o contexto, confira a matéria sobre a declaração de Joseph Quinn sobre o personagem: ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Joseph Quinn revela que Tocha Humana não será “mulherengo”

Segundo o ComicBookMovie, DeMayo utilizou suas redes sociais para atacar a abordagem moderna de personagens heroicos.

“Esse é um dos maiores problemas que enfraquecem as histórias hoje em dia: a necessidade de transformar os personagens em manifestações idealizadas das ideologias individuais de cada um”, escreveu.

Questionado por um seguidor sobre suas críticas à modernização, DeMayo argumentou: “Existe uma maneira de contar uma história que dramatize a evolução do personagem. Crescimento de personagem — o núcleo do drama — exige falhas. O problema que muitos têm — e o motivo pelo qual o cinema e a TV estão com dificuldades — é a incapacidade das pessoas de assistirem a personagens imperfeitos”.

Em seguida, o roteirista sugeriu uma alternativa para a história de Johnny Storm: “Daria pra — se quisessem — contar uma história realmente interessante sobre um garoto branco fanfarrão, com pouca empatia — e talvez um pouco mulherengo — que é confrontado e levado à humildade após se transformar em um herói celebridade, onde ele próprio é tratado como um produto e passa a refletir sobre seu dever de ser alguém melhor. Esse tipo de história inspira pessoas na vida real a talvez fazerem o mesmo”.

DeMayo, então, direcionou suas críticas à Marvel: “Mas ao invés disso, apesar da Marvel ser um estúdio que demite mulheres porque alguém não gosta de trabalhar com elas, eles preferem fazer marketing de virtude por lucro. Isso é exploração moral, e eu vi por dentro como eles riem enquanto jogam esse jogo conscientemente. É revoltante ver as pessoas caírem nisso. Essa é uma empresa que quase não tem executivas mulheres, e que já encobriu vários incidentes com RH causados pelo ‘clube dos meninos’, mais recentemente envolvendo um produtor de Nova. Então não, eu não compro essa narrativa nem por um segundo”.

O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

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Astro de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ revela DETALHES sobre o novo filme da Marvel

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Artigo | Recalque, projeção e as pulsões da psicanálise em ‘Cidade dos Sonhos’, obra-prima de David Lynch

Em Cidade dos Sonhos, o renomado e saudoso realizador David Lynch utiliza os tropes da estética surrealista para construir sua magnum opus cinematográfica, mergulhando de cabeça em um thriller romântico neo-noir que influenciou e continua influenciando inúmeros nomes do cenário do entretenimento – e, para além de uma aula de direção, roteiro, fotografia, atuação e montagem, o projeto emerge como uma potente análise da psique humana que bebe das fontes freudiana e lacaniana com paixão admirável.

A trama, que divide-se em algumas vinhetas que convergem para um mesmo ponto à medida que a narrativa se desenrola, é centrada em Betty Elms (Naomi Watts), uma aspirante à atriz que se muda de Ontário, Canadá, para Los Angeles, desejando tornar-se uma grande estrela de cinema. Hospedando-se na casa da tia, ela descobre que uma jovem sem memória de quem realmente é (Laura Harring) invadiu a residência, com uma ecoante lembrança de que estava em um acidente de carro. Assumindo a persona de Rita, em homenagem à icônica Rita Hayworth, ela é auxiliada por Betty a descobrir o que aconteceu – apenas para ambas se envolverem em uma potente história de amor cujas consequências são avassaladoras e ambíguas.

Assim que entramos no ato final do longa, percebemos que a história envolvendo Betty e Rita não é a verdade – pelo contrário, funciona como uma profunda remodelação de supostos fatos que nem sequer sabemos se são críveis. Ao que tudo indica, Betty, na verdade, é Diane Selwyn, que teve a chance de se mudar para Hollywood após o falecimento da tia lhe deixar um dinheiro significativo para tentar a carreira de atriz. Fazendo audições e mais audições para os testes, ela se envolveu com Camilla Rhodes (a real Rita), ambas disputando pelo papel protagonista de um projeto intitulado ‘The Sylvia North Story’. Porém, o diretor Adam Kesher (Justin Theroux) deu o papel a Camilla, deixando Diane em segundo plano nos holofotes. As duas, por sua vez, se envolveram em um potente e apaixonante relacionamento escondido que terminou abruptamente, com Camilla e Adam firmando noivado pouco antes de uma destruída Diane dar início a seu plano de vingança.

Como vemos, todas as sequências arquitetadas por Lynch são um mero espectro surrealista do que aconteceu: após se sentir traída e mergulhar em vórtice de decepção e frustração, Diane escalou o mercenário Joe Messing (Mark Pellegrino) para assassinar Camilla, eventualmente se remoendo de culpa pelo ímpeto homicida e tirando a própria vida com um tiro na cabeça – o que dialoga com uma das últimas cenas da história entre Betty e Rita, incluindo a explicação dos múltiplos e misteriosos objetos que as acompanham (a bolsa com o dinheiro, a chave azul e a pequena caixa). E é aí que Lynch reitera toda sua genialidade narrativa – mantendo-se fiel à destituição da realidade conforme fornece explicações sólidas para o que, de fato, aconteceu.

A verdade é que o cineasta, ao seguir de perto as investidas da escola surrealista, bebe bastante das pulsões psicanalíticas de Sigmund Freud e Jacques Lacan, principalmente no tocante à funcionalidade do Inconsciente humano. Afinal, são várias as interpretações sobre o longa-metragem: a primeira delas, mais simplificada, por assim dizer, divide o projeto em dois momentos bem claros – o primeiro correspondendo ao mundo dos sonhos e ao momento imediatamente anterior ao que Diane tira a própria vida; e o segundo à realidade, que foi rearranjada na narrativa de romance entre as duas protagonistas.

A segunda promove uma discussão sobre recalque e projeção, conceitos que se espalham por cada um dos elementos dessa obra-prima cinemática. Segundo Freud, o recalque é um mecanismo de defesa que afasta a consciência de ideias, sentimentos ou impulsos que são inaceitáveis; a projeção, por sua vez, funciona como um artifício semelhante em que o indivíduo atribui seus próprios pensamentos, sentimentos e características a outra pessoa, que não necessariamente exige a obrigatoriedade de uma condição crítica da saúde mental. E, dentro de Cidade dos Sonhos, esses dois mecanismos se aglomeram em uma suntuosa exploração de uma mente descarrilhada pela contrição de algo que está fora de seu controle – no caso, a de Diane.

A personagem encarnada por Watts nos leva a acreditar que ela está apenas recalcando seus desejos mais sombrios – a falta de uma reciprocidade necessária de Camilla, que parece tê-la usado apenas como objeto de descarte; a falta de prospecto dentro do cenário do entretenimento (uma representação simbólica da morte da indústria hollywoodiana); e seu crescente ódio pelo relacionamento de Camilla e Adam, que deveria lhe pertencer. E, à medida que a frustração cresce, ela se enxerga no espelho como uma vítima que não sabe mais o que faz – e é aí que o suposto recalque transforma-se em projeção. Imbuída em uma insanidade que a leva a duvidar dos próprios atos, seu último respiro de sobrevivência ou de pós-vida é criar uma persona totalmente diferente, que a transforma em uma espécie de heroína condecorada com tudo aquilo que sempre mereceu – apoio da tia, amigos próximos, um romance duradouro e um mistério tirado direto dos filmes.

Dentro desse espectro, Betty funciona como tudo aquilo que Diane queria ser – e Rita, assim, torna-se submissa a seus desejos (não em um sentido pejorativo, e sim dentro de uma projeção em que ambas podem ficar juntas). O desejo de Betty de ter sua grande chance em Hollywood também aparece no momento em que faz audição para um ambicioso longa-metragem, arrancando elogios dos produtores, do diretor e de seus parceiros de cena. E como sabemos que essa projeção é apenas uma manifestação inconsciente de alguém já levado pela loucura e pela culpa? Pela materialização da moral da própria Diane através do casal idoso que o alter-ego Betty conhece em sua viagem para Hollywood.

O casal, formado por Irene (Jeanne Bates) e seu companheiro (Dan Birnbaum), funcionam como um constructo palpável da bússola ética que acompanha a protagonista – mostrando-se convidativos e afeiçoados no começo e transformando-se na gota d’água que compele Diane a se matar. É possível, inclusive, encará-los como as versões mais velhas de Camilla e Adam, cuja vida juntos foi interrompida pelo desejo psicótico de Diane – e, puxando elementos mitológicos, ambos podem representar as Erínias (cuja sonoridade se aproxima do nome Irene com provável relação de causa e consequência), deusas gregas do remorso que punem pessoas que cometem atos errôneos, enlouquecendo-os até a morte. E, se Irene e seu companheiro são representações materiais do superego de Diane (ou seja, de sua Consciência), encontramos sentido em meio a uma artística representação da mente humana.

Lembrando que Cidade dos Sonhos será relançado nos cinemas em 17 de abril, remasterizado em 4K.

‘Superman’: Chefes da Warner Bros. exaltam longa de James Gunn como um filme “cinco estrelas”

Os atuais chefes da Warner Bros. Pictures, Mike De Luca e Pam Abdy, em entrevista ao Deadline, não pouparam elogios ao filme Superman de James Gunn, que marca o início do novo Universo Cinematográfico DC (DCU).

“Eu amo o Superman. Acho que o James Gunn mandou muito bem”, declarou De Luca. “Tem muito do coração e humor característicos dele, e a ação é de cair o queixo. É o Superman com o qual cresci, então fico até emocionado quando assisto. Acho épico, visualmente impressionante e emocionante”.

De Luca continuou, expressando grande entusiasmo com o filme: “As atuações estão ótimas. Para mim, é um filme cinco estrelas, e mal posso esperar para o mundo ver. Sim, estamos muito empolgados com Superman, o James arrasou”.

Ao serem questionados sobre a semelhança do filme com as produções de Richard Donner estreladas por Christopher Reeve, De Luca comentou:

“Eu diria que, em espírito, está mais próximo disso, mas também é um épico de ficção científica. Tem um pouco do que eu amava em ‘Guardiões da Galáxia’, mas ainda assim é o Superman verdadeiro, clássico. As fontes dos quadrinhos que ele usou como inspiração, como ‘Grandes Astros’ e outras, estão ali também”, afirmou.

O executivo concluiu, enfatizando a fidelidade da adaptação: “É realmente uma carta de amor ao que fez o Superman perdurar por quase cem anos. Ele conseguiu colocar tudo isso no filme”.

Superman’ será lançado em 10 julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’; Vanessa Kirby compartilha detalhes sobre a Mulher Invisível

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega em breve às telonas, e agora a atriz Vanessa Kirby compartilhou novos detalhes sobre sua versão de Sue Storm, a Mulher Invisível.

Segundo o ComicBookMovie, Kirby falou sobre a experiência de interpretar uma super-heroína grávida e como buscou trazer profundidade emocional à personagem:

“Matt e eu estávamos muito conscientes de que praticamente não existem mães com bebês nesses arquétipos de super-heroínas que temos visto”, explicou a atriz. “Uma das coisas que mais amo na história da Sue é quando ela se torna a Malice, e todo o seu lado sombrio vem à tona. Fiquei obcecada com esse capítulo da vida dela”.

Kirby se referia ao alter ego maligno da personagem nos quadrinhos, despertado após eventos traumáticos.

“Então, quis garantir que houvesse traços de Malice nela, que ela não fosse apenas o estereótipo da mãe boazinha e doce”, acrescentou.

“Sempre me interessei pela complexidade da feminilidade — como é possível ser tudo ao mesmo tempo? Não apenas a mulher forte, invencível e poderosa, mas também uma mãe que dá à luz, o que por si só já é um ato de super-heroísmo”, continuou. “Amo que esses personagens são humanos reais, parte de uma família imperfeita, que discute, tenta se entender e comete erros”.

O diretor Matt Shakman também falou sobre Sue Storm, descrevendo-a como alguém que “ajudou a alcançar a desmilitarização global e a paz”, além de ser “a pessoa mais emocionalmente inteligente do planeta”.

Segundo ele, “ela e Reed, estão construindo uma sociedade idealista”.

O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

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Astro de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ revela DETALHES sobre o novo filme da Marvel

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Euphoria’: Eric Dane fala sobre o futuro de Cal Jacobs na terceira temporada

O ator Eric Dane, que interpreta Cal Jacobs, o pai autoritário de Nate Jacobs (Jacob Elordi) em ‘Euphoria’, comentou recentemente sobre o futuro de seu personagem na próxima temporada da aclamada série.

“Haverá redenção [para Cal]”, disse Dane à Variety após a exibição da segunda temporada, indicando a possível evolução de seu personagem nos próximos episódios. “Eu não posso julgar o personagem. Essa é uma rua sem saída para qualquer ator. Então eu não fiz nenhum julgamento sobre Cal. Mas eu sabia que, eventualmente, haveria um momento de verdade e algum tipo de redenção para ele”.

Dane tem previsão para iniciar as filmagens de seu papel na terceira temporada em 14 de abril.

A nova temporada, com oito episódios, tem estreia prevista para 2026.

O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.

Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Walter Emanuel Jones, o Ranger Preto original, defende escalação em ‘Power Rangers’: “Foi uma honra”

O ator Walter Emanuel Jones, que interpretou Zack Taylor, o Ranger Preto em Mighty Morphin Power Rangers, expressou recentemente seu orgulho em ter vivido o personagem, apesar de muitos considerarem a escalação racialmente carregada.

Segundo o Deadline, o ator se manifestou sobre o assunto após o roteirista principal da série, Tony Oliver, se desculpar pela decisão de escalar um ator negro como o Ranger Preto e uma atriz vietnamita como a Ranger Amarela.

“É incrível como muitos meios de comunicação pegaram isso…”, escreveu Jones no Instagram, referindo-se às manchetes sobre o pedido de desculpas de Oliver. “No entanto, enquanto alguns escolhem focar no negativo, sempre acreditei em focar no positivo. Eu entendo o impulso de abordar o que pode ser visto como insensibilidade cultural, mas chamar isso de ‘erro’ desconsideraria o impacto que teve em inúmeras pessoas ao redor do mundo que encontraram inspiração e representação no primeiro super-herói negro da TV — se transformando no próprio Ranger Negro! Não foi um erro; foi um marco. Foi uma honra”.

Em uma aparição em um podcast que compartilhou em seu post, Jones afirmou: “A ideia de eu estar em um traje preto nunca me incomodou. Na verdade, fiquei feliz quando vi o traje pela primeira vez. Achei que parecia legal também… o preto era o que eu queria usar”.

Ainda assim, Jones observou que “foi um pouco estranho” escalar a atriz asiática Thuy Trang como Trini Kwan, a nova Ranger Amarela, substituindo Audri Dubois do piloto.

Tony Oliver, ex-chefe de roteiros e um dos criadores da franquiaPower Rangers, abordou recentemente as controvérsias em torno das escolhas de elenco consideradas racialmente insensíveis em Mighty Morphin Power Rangers.

Segundo a EW, Oliver afirmou: “Nenhum de nós estava pensando em estereótipos”.

Oliver explica que a série conseguiu ser exibida – e durar duas temporadas – com “o personagem negro como o Ranger Negro e o personagem asiático como a Ranger Amarela” porque, inicialmente, a equipe não percebeu a óbvia falha baseada em estereótipos.

“Foi meu assistente quem apontou isso em uma reunião um dia”, recordou Oliver, admitindo: “Foi um grande erro”.

Zack Taylor (Walter Emanuel Jones), o primeiro Ranger Negro, era descrito por Oliver como tendo “o estilo do grupo”. Já Trini Kwan (Thuy Trang), a primeira Ranger Amarela, era caracterizada como “a pacífica, que tende a ser a consciência do grupo”.

Oliver também revelou que “Thuy não foi nossa primeira Ranger Amarela”.

A atriz inicialmente escalada para o papel, Audri Dubois, deixou a produção após uma disputa salarial depois de filmar o piloto. Trang foi então reescalada e inserida na edição do piloto que foi ao ar em 1993.

A série documental ‘Dark Side of the Power Rangers inclui imagens de bastidores filmadas pelo coordenador de dublês Jeff Pruitt, revelando que o elenco estava ciente da percepção problemática da escalação e até mesmo zombava abertamente disso.

Em um clipe, Jones brinca para a câmera: “Meu nome é Walter Jones, eu sou Zack. Eu sou negro, e sou o Ranger Negro — vai entender”.

Haim Saban, criador e produtor executivo da franquia, rapidamente estabeleceu a prática de substituir o elenco principal de cinco a seis rangers a cada nova temporada.

No entanto, Jones, Trang e o Ranger Vermelho Austin St. John deixaram a série por vontade própria na segunda temporada devido a uma disputa salarial. Jones foi substituído pelo ator coreano-americano Johnny Yong Bosch, e Trang pela atriz negra Karan Ashley.

Em uma história oral da série de 2013, o co-criador de Saban, Shuki Levi, afirmou que a controversa escolha de elenco de Jones e Trang “não foi intencional. Naquela época, Haim e eu éramos novos neste país. Não crescemos no mesmo ambiente que existe na América em relação à cor da pele. Crescemos em Israel, onde ser negro é como ser de qualquer outra cor. Não era algo sobre o qual falávamos o tempo todo. Não era uma grande questão”.

Amy Jo Johnson, a primeira Ranger Rosa, Kimberly Hart, lembrou que “Walter Jones costumava fazer piadas de bom humor sobre isso. Acho engraçado se foi feito de forma não intencional pelos chefões. Mas, sério? Vamos lá. Isso não aconteceria hoje”.

Mighty Morphin Power Rangers’ está disponível na Netflix. 

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Joseph Quinn revela que Tocha Humana não será “mulherengo”

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega em breve às telonas, apresentando a nova versão do icônico grupo da Marvel. Agora, o astro Joseph Quinn falou recentemente sobre sua versão do Tocha Humana, revelando que o herói não será mais mulherengo.

Segundo o Deadline, Quinn explicou como sua versão será diferente das anteriores.

“Ele é um homem que lidera com muita confiança, o que pode ser uma afronta às vezes. Mas também ele é engraçado”, disse Quinn. “Eu e o [chefe da Marvel Studios] Kevin [Feige] conversamos sobre as versões anteriores dele e sobre onde estamos culturalmente. Ele foi rotulado como esse mulherengo, mas isso é sexy hoje em dia? Eu não acho. Esta versão do Johnny é menos insensível aos sentimentos das outras pessoas e, espero, há uma autoconsciência sobre o que está motivando esse comportamento que busca atenção”.

O diretor, Matt Shakman, concordou com Quinn, dizendo que Johnny deveria ser mais do que apenas o irmão impulsivo de Sue.

“Ele é realmente inteligente”, disse Shakman sobre o personagem. “Ele está naquela nave por um motivo, e eu acho que às vezes as pessoas esquecem que, em várias histórias em quadrinhos, ele foi um dos mais heróicos deles, mesmo que ele esteja diminuindo seu heroísmo a todo momento com humor. Ele é o irmão da Sue, o que significa que eles vêm de um pano semelhante”.

O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

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O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Os Fantasmas se Divertem 3’: Warner Bros. confirma desenvolvimento de sequência de ‘Beetlejuice’

A Warner Bros. confirmou recentemente que já está trabalhando emOs Fantasmas Se Divertem 3’, a sequência da icônica franquia ‘Beetlejuice’ de Tim Burton.

Segundo o ComicBook, o co-presidente e CEO da Warner Bros. Pictures, Mike De Luca, revelou que o desenvolvimento do terceiro filme não é apenas uma intenção, mas um projeto em andamento.

“Imediatamente. A tinta pode ainda não ter secado nos contratos, mas é iminente”, afirmou De Luca.

Os Fantasmas Se Divertem 3’ se junta a outros clássicos do estúdio que serão revitalizados, como ‘O Guarda-Costas’, ‘Matrix’, ‘Da Magia à Sedução’, ‘Gremlins’ e ‘Os Goonies’.

Michael Keaton já expressou seu entusiasmo em reprisar o papel de Beetlejuice. “Ah, com certeza. Eu faria todo ano, sim”, afirmou o ator, reforçando que o personagem continua sendo seu projeto profissional favorito.

beetlejuice 2
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Lembrando que o segundo filme, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’, já está disponível no Max.

Com o retorno de membros do elenco original e a adição de novos nomes, como Willem Dafoe e Jenna Ortega, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ foi um enorme sucesso – conquistando 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando mais de US$450 milhões mundialmente.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘O Rei dos Reis’: Animação da Angel Studios bate recorde de bilheteria para filmes bíblicos animados

O Rei dos Reis, a nova animação da Angel Studios que retrata a vida de Jesus Cristo, alcançou um marco significativo nas bilheterias dos Estados Unidos, arrecadando US$ 14,6 milhões em vendas antecipadas.

Segundo o ComicBook, esse valor supera a estreia de O Príncipe do Egito, consagrando O Rei dos Reis como a maior estreia de todos os tempos para um filme bíblico animado.

Brandon Purdie, diretor global de Distribuição e Desenvolvimento de Marca da Angel, comentou: “Assim como ‘O Príncipe do Egito’ levou famílias aos cinemas, nossa Angel Guild tem apoiado este filme desde o início com pré-vendas e um forte boca a boca desde que ele entrou no ecossistema da Angel. Charles Dickens tinha a tradição de compartilhar essa história com sua família, e esperamos que ‘O Rei dos Reis’ se torne parte da tradição da Páscoa para famílias ao redor do mundo”.

O filme já superou os números iniciais de sucessos comoSom da Liberdade e His Only Son, conforme informações divulgadas pelo Deadline.

O Rei dos Reis’ tem estreia exclusiva nos cinemas brasileiros no dia 17 de abril.

A aguardada animação, que conta com Oscar Isaac dublando Jesus Cristo no idioma original, também já pôde ser conferida pela crítica especializada internacional.

As primeiras avaliações estão entre nós e o longa surpreendeu com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo elogiado pela excelente qualidade da animação e pelas performances do elenco de vozes.

Além disso, a produção foi aclamada por abordar a temática cristã com leveza, sem querer forçar o Evangelho a pessoas que não profeçam o Cristianismo.

Confira:

“Uma história de Jesus Cristo para crianças que cativará o público mais jovem”. – Avi Offer, NYC Movie Guru

“…Uma animação sul-coreana baseada na fé, com um elenco de dubladores de primeira linha e uma tendência desconcertante de interromper momentos cruciais da Bíblia com comédia pastelão sem sentido envolvendo um gato doméstico maluco do século XIX”. – Kevin Maher, Times (UK)

“É improvável que faça muito sucesso com o público pagão, mas para seu público-alvo, tem mais a oferecer em termos de entretenimento do que Two by Two ou The Star”. – Cain Noble-Davies, FILMINK (Australia)

O Rei dos Reis é um filme de animação lindamente criado que mistura história, fé e imaginação. Seja você atraído pelo elenco de vozes, pela animação ou pelo enquadramento único de Dickens, é um filme que vale a pena assistir nesta temporada de Páscoa”. – Romey Norton, Film Focus Online

“Parece um filme que ainda pode ser apreciado por aqueles que podem não compartilhar a fé cristã. Ele não tenta ser enfadonho ou forçar a conversão, mas conta uma história envolvente e sincera”. – Tony Asankomah, GhMovieFreak

“Sem um traço de infantilidade, [O Rei dos Reis] é uma espécie de representação [familiar] do Novo Testamento, ideal para assistir enquanto se come um donut”. – Ezequiel Boetti, EscribiendoCine

“No final das contas, ‘O Rei dos Reis’ funcionará como uma maneira para pais ansiosos tentarem interessar seus filhos em sua religião, mas é improvável que se torne um novo favorito”. – Daniel Howat, Next Best Picture

A produção é inspirada na obra do famoso escritor Charles Dickens (“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intituladaA Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido Seong-ho “Jay” Jang, um pioneiro em efeitos visuais na Coreia, com produção de Anfernee Kim (‘Os Últimos Cavaleiros’).

O roteiro foi escrito por Jang em parceria com Rob Edwards (‘A Princesa e o Sapo’).

Além de Isaac, o filme conta com um elenco de estrelas de peso, incluindo Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’) como o apóstolo Pedro, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’), Roman Griffin Davis (‘Jojo Rabbit’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.

‘Batman: Parte 2’: Chefes da Warner Bros. trazem atualização decepcionante sobre a sequência

Mike De Luca e Pam Abdy, chefes da Warner Bros. Pictures, comentaram recentemente sobre a sequência ‘Batman: Parte 2’, revelando que o longa estrelado por Robert Pattinson ainda não teve seu roteiro finalizado.

“Não estamos envolvidos nos detalhes do projeto Batman. Isso é realmente com James [Gunn] e Peter Safran, que comandam a DC. Temos algum outro tipo de colaboração com Matt Reeves, mas Peter e James sabem que ele é um autor completo — roteirista e diretor — e que o filme virá quando ele tiver escrito o melhor roteiro de Batman possível e estiver pronto”, explicou Abdy, conforme o ComicBookMovie.

Vale ressaltar que o longa está previsto para começar as filmagens no segundo semestre deste ano, no Reino Unido.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Roteirista de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ fala sobre o futuro de Sam Wilson no UCM

O cineasta Rob Edwards, roteirista de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, compartilhou recentemente detalhes sobre o processo de criação do filme da Marvel e suas expectativas para o futuro do personagem Sam Wilson.

“Faz parte do processo. Existe uma riqueza… são tantos quadrinhos, tantas ideias. Tudo toma caminhos diferentes e, no final, você precisa fazer algumas escolhas”, explicou Edwards, conforme o ComicBookMovie. “E nem todas as escolhas são fáceis, mas você só torce para acabar com o melhor filme possível… e eu acho que conseguimos”.

Ao ser mencionado o prazer de escrever cenas com Harrison Ford como o Hulk Vermelho, Edwards expressou seu entusiasmo com o elenco estelar: “Que ano, né? [risos] Oscar Isaac, Ben Kingsley, Harrison Ford, Anthony Mackie… é fenomenal”.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ estabelece o caminho para Sam Wilson liderar os Vingadores, e Edwards foi questionado sobre o que espera ver do novo Capitão em ‘Vingadores: Apocalipse’, com estreia prevista para o próximo ano.

“Ele é o Capitão América agora, então, teoricamente, ele está no comando. Acho que esse é o próximo passo”, provocou o roteirista. “Estou só chutando como fã, mas acho que é por aí que ‘Apocalipse’ vai. Você recria os Vingadores, como foi sugerido no filme. Agora estou junto na jornada. Mal posso esperar pelo próximo”.

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Sam Wilson se vê no meio de um incidente internacional após se encontrar com o Presidente Thaddeus Ross. Ele precisa descobrir a razão por trás de um nefasto complô global antes que o verdadeiro mentor faça o mundo inteiro ver vermelho.

Crítica | Com uma história esquecível, ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ não justifica a própria existência

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler também estrelam.

‘Star Wars’ vai explorar o terror em novo projeto já em andamento

Tony Gilroy, o showrunner da aclamada sérieAndor, surpreendeu ao revelar recentemente que descobriu a existência de um novo projeto da franquiaStar Wars com foco no gênero terror.

Segundo o SFFGazette, Gilroy confirmou ter tomado conhecimento do projeto de terror em desenvolvimento: “Eles estão fazendo isso. Acho que sim. Acho que está em andamento, sim”.

Ao ser questionado sobre a direção que gostaria de ver nesse projeto, Gilroy demonstrou uma mente aberta: “Sou agnóstico quanto ao que deve ser feito. Quer dizer, eu estava improvisando quando disse ‘façam uma comédia com três câmeras’. Estava brincando — e às vezes essas brincadeiras não funcionam com a comunidade de Star Wars. Mas com o criador certo, o comentário certo, a vibe certa — você pode fazer qualquer coisa”.

Vale lembrar que no mês passado, Gilroy já havia expressado seu desejo de ver propostas diferentes ligadas a Star Wars: “Sempre fantasiei que a série abriria novos caminhos, que alguém pudesse fazer uma sitcom com três câmeras em Star Wars ou um filme de terror”, afirmou.

Ele também compartilhou uma conversa anterior com Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm: “Acho que a primeira coisa que disse à Kathy quando ela falou que queria abrir uma nova linha de projetos foi: ‘E se fizessem um drama de tribunal?’ E por que não? Trabalhamos muito em Andor para construir o nosso espaço, e agora cabe a outras pessoas encontrarem outras maneiras de fazer isso”.

Vale lembrar que a próxima produção de Star Wars será a nova temporada deAndor.

A segunda temporada de ‘Andor’ estreia no dia 22 de abril no Disney+.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Thunderbolts’: Projeções iniciais indicam estreia abaixo de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ nos EUA

Thunderbolts*’, o novo filme da Marvel, tem estreia próxima nos cinemas, e as primeiras projeções sugerem que o longa pode seguir a trajetória decadente das bilheterias de lançamentos recentes do estúdio.

Segundo o ComicBook, as estimativas apontam para uma arrecadação entre US$ 63 e 77 milhões nos Estados Unidos durante o fim de semana de estreia deThunderbolts*’. O valor-alvo atual é de US$ 70 milhões, o que representaria uma abertura relativamente fraca para um filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Caso essas projeções se concretizem, a bilheteria de estreia deThunderbolts*’ ficaria abaixo deCapitão América: Admirável Mundo Novo, lançado em fevereiro, que arrecadou US$ 88,8 milhões em seus três primeiros dias e US$ 100 milhões ao longo do feriado prolongado.

Os US$ 70 milhões projetados também são inferiores às aberturas de outros filmes da Marvel lançados durante a pandemia, como Viúva Negra’ (US$ 80,3 milhões),Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ (US$ 75,3 milhões) e ‘Eternos’ (US$ 71,2 milhões).

Thunderbolts*” tem lançamento previsto para o dia 02 de maio nos cinemas nacionais.

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A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco também conta com, Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.