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Diretor de ‘John Wick’, Chad Stahelski, celebra a criação da categoria de Melhor Design de Dublês no Oscar

Chad Stahelski, o diretor da aclamada franquiaJohn Wick, expressou grande satisfação com o recente anúncio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sobre a criação da categoria de Melhor Design de Dublês.

Em entrevista ao Deadline, o cineasta celebrou a decisão, agradecendo à Academia: “Nenhum de nós [na indústria] estaria aqui se não fosse pelos últimos 100 anos de dublês. Chegamos até aqui porque muitas outras pessoas se sacrificaram muito. Então, é muito legal estar aqui, no auge de um século inteiro de performers, coordenadores e diretores de ação. E é uma pena que muitos deles não possam ver até onde isso chegou”.

Stahelski enfatizou a importância da colaboração da Academia com a comunidade de dublês para a concretização da nova categoria: “Temos muita sorte de estar nesse ponto, ou no auge, onde, há alguns anos, a Academia veio até nós e disse: ‘Ei, como podemos ajudar? Como colocamos isso em prática?’ Para algumas pessoas pode parecer que demorou muito, mas na verdade, dou muito crédito à Academia por fazer da forma certa. Eles levaram o tempo necessário. Conversaram com muita gente da comunidade de dublês — coordenadores de dublês, diretores de segunda unidade, grupos femininos, grupos masculinos. Todos os diferentes aspectos da comunidade de dublês, eles foram atrás, ouviram e tentaram descobrir, não apenas se deveria haver um prêmio — ninguém questionou isso — mas como entregar o prêmio, para quem, como selecionar os indicados. E eles realmente fizeram o dever de casa. E quando sentiram que tinham tudo sob controle, anunciaram”.

O Oscar surpreendeu recentemente ao anunciar oficialmente a criação da categoria para Melhores Dublês. Há anos, fãs de cinema pedem que a Academia reconheça o trabalho essencial dos profissionais responsáveis pelas cenas de ação.

Segundo o ComicBook, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tornou pública a criação de um prêmio competitivo de Realização em Design de Dublês (Achievement in Stunt Design), que será entregue pela primeira vez na centésima edição do Oscar.

A cerimônia está agendada para 2028 e premiará filmes lançados em 2027. As regras de elegibilidade e votação para a nova categoria serão divulgadas em 2027.

Em comunicado oficial, o CEO da Academia, Bill Kramer, e a presidente da organização, Janet Yang, manifestaram seu entusiasmo com a novidade:

“Desde os primórdios do cinema, o design de dublês tem sido parte essencial da produção cinematográfica. Temos orgulho de homenagear o trabalho inovador desses artistas técnicos e criativos, e os parabenizamos por seu comprometimento e dedicação até alcançarem esse momento histórico”, escreveram.

Entrevista | Marco Pigossi conta como foi ser dirigido pelo marido em ‘Maré Alta’

Em cartaz nos cinemas, Maré Alta é um drama do diretor italiano Marco Calvani.  Protagonizado pelo brasileiro Marco Pigossi, o longa conta a história de Lourenço, um brasileiro que viaja para os EUA com o visto de turista, mas procura se encontrar no mundo e sente que precisa ficar por lá. Por isso, ele começa a trabalhar ilegalmente, enquanto busca uma forma de conseguir o visto permanente.

Dentre seus dramas, ele é um homem LGBT, cuja família não sabe de sua sexualidade. E parte dessa busca por autodescoberta é se compreender melhor em um ambiente sem a pressão familiar. Por isso, ele agarra qualquer oportunidade para ficar por lá. Em sua jornada, ele acaba fazendo novos amigos e se apaixonando, fazendo com que todas as suas relações sejam intensas.

No último mês, tivemos a oportunidade de entrevistar Calvani e Pigossi, que são casados, e eles falaram um pouco mais sobre o filme e como fizeram para evitar que o ambiente de trabalho afetasse a vida pessoal.

Para Marco Calvani, por mais que o filme se comunique com suas experiências de vida, ele não é um longa autobiográfico. Ainda assim, há dramas compartilhados tanto por ele quanto por Pigossi que podem trazer identificação para diferentes públicos.

“Bem, Maré Alta não é um filme autobiográfico. Eu não sou brasileiro, mas sou um imigrante, um homem gay que vive nos EUA. Acho que sou um pouco como o Lourenço, mas de uma forma diferente, então criamos esse ‘lugar especial’, por assim dizer que, se você é um homem que vive longe de casa, você acaba encontrando esse lugar cheio de oportunidades, mas também de riscos e incertezas. Apesar de ser muito excitante chegar a esse lugar, também pode ser muito triste, por mexer com saudade, incertezas. Felizmente, o filme fala sobre muitas outras coisas, mas é lindo ver como vem sendo recebido com tanto carinho pelos brasileiros e pelo público ao redor do mundo”, disse Calvani, que também comentou sobre o efeito da pandemia na realização do longa.

“Particularmente, eu me senti um pouco como o Lourenço nos últimos anos, sabe? Como se estivesse em um limbo. Teve a Covid-19, então parecia não haver muito futuro, assim como o passado também parecia não importar mais. E eu não sabia bem o que estava fazendo, eu não fazia ideia do que seria de mim. Como homem, eu me sentia esmagado pelo sistema, pelas mudanças no jogo, pelo crescimento do fascismo no mundo. E acho que esse sentimento de estar perdido foi bem passado no filme”, afirmou.

Marco Pigossi concordou, ressaltando que a questão da imigração, que é o foco do filme, é algo que independe de gênero.

“É um filme muito pessoal, mas zero autobiográfico. Quando a gente fala de imigração, a gente fala sobre essa solidão de morar em um país que não é o seu, falando em uma língua que não é a sua. Então, é uma tentativa de tentar se redescobrir em um ambiente que não é o seu. E sempre muito só. O filme fala sobre pertencimento, porque o Lourenço vai para lá em busca de pertencer a um país, uma cidade, a uma comunidade. Até a si mesmo, que é a grande mensagem do longa. Isso é universal para toda pessoa que vai para fora tentar uma vida melhor, independentemente da razão. Nós refletimos sobre nossas passagens nos Estados Unidos em diferentes momentos, porque, como artistas, nós viajamos sempre tentando expandir nossas carreiras. Mas a verdade é que não buscamos encontrar a carreira, nós queremos aumentar e viver mais experiências para crescer como homens, para contarmos e transcendermos nossas formas de contarmos histórias”, explicou Marco Pigossi.

Outro destaque do filme é a presença de Bill Irwin, ator consagrado do cinema e dos palcos, que interpreta seu primeiro personagem LGBT da carreira. Para Marco Pigossi, trabalhar com ele foi um grande ensinamento.

“Foi fantástico [trabalhar com o Bill Irwin]! O Bill não apenas é um ator fantástico, como também é uma pessoa fantástica! Eu aprendi uma coisa maravilhosa com o Bill Irwin sobre o que é ser ator. Nossa profissão não envelhece. Nunca. Esse foi o primeiro personagem gay que ele fez no cinema, ele tem um filho gay. E o fascínio, o brilho no olho, a vontade dele de aprender e conhecer mais sobre os personagens… Ele queria que eu mostrasse a cidade para ele, apresentasse às pessoas, ele queria aprender mais e existir naquele universo. Isso, para mim, foi uma lição. O Bill Irwin, que tem uma carreira extraordinária, ainda tem esse olhar de criança, de querer descobrir tudo para fazer um personagem novo. Essa é a grande beleza da profissão do ator. A gente está sempre descobrindo, sempre explorando coisas novas. É muito mágico! E não tem outra profissão que te proporcione isso. Claro que há desafios, porque você vai crescendo, mas é diferente. Uma hora você é um médico, outra hora você é um piloto, então você estuda para entender mais desses universos. E a maneira como ele veio aberto para descobrir mais sobre esse personagem foi uma lição para mim. Fora que é um ator brilhante, de muita troca, e uma pessoa incrível. Foi muito especial”, contou Pigossi.

Marco Pigossi e Marco Calvani durante as filmagens de ‘Maré Alta

Por fim, o casal contou como foi trabalhar junto neste projeto. Para Pigossi, o filme foi como ter o primeiro filho, porque ele cuidaram de Maré Alta nos mínimos detalhes.

“A gente fala que o ‘Maré Alta’ foi nosso primeiro filho. A partir do momento que o Marco me mostrou o roteiro, a gente vem trabalhando juntos e decidiu que era essa história que a gente queria contar, e desse jeito. E isso é muito difícil. Quantas pessoas estão nos EUA com roteiros brilhantes e não conseguem? Fazer um filme independente é quase um milagre. ‘Maré Alta’ é um filme feito muito mais com amor do que com dinheiro. É um filho que a gente criou e colocou no mundo. E tinha essa responsabilidade, porque foi o primeiro longa do Marco e o meu primeiro filme como protagonista nos Estados Unidos, então a gente queria ter essa responsabilidade de fazer dar certo. Mas também houve uma admiração sincera como artistas, porque o Marco é um diretor brilhante com seus atores. Ele tem um olhar muito bonito para os atores, o que, para mim, representou um renascimento como ator, descobrindo coisas novas, limpando vícios, manias e maneirismos que a gente acumula ao longo do tempo. Foi uma experiência maravilhosa! E faria outros milhões de filmes junto com ele!”, explicou.

Já Calvani ressaltou que a experiência foi muito boa e muito disso por conta de estratégias que eles tomaram para separar o lado profissional do lado pessoal.

“Se não tivesse sido bom, nós não estaríamos aqui hoje. Sobrevivemos a uma pandemia e a um filme como ator e diretor [risos]. Mas é o amor verdadeiro que nos mantém juntos. E o amor nasce do respeito e companheirismo, não só um pelo outro, mas também pela arte. Mas é claro que tomamos alguns cuidados para não atrapalhar as relações. Nós não dormíamos no mesmo lugar, porque precisávamos desse descanso para nos desligarmos do dia de filmagens. Mas nós faríamos tudo de novo. E esse processo foi incrível por ter nos permitido conectar ainda mais com esse lado artístico um do outro, mas também desenvolver ainda mais nossos laços de confiança. Nós conseguimos traduzir nosso amor para darmos forma a esse filme”, concluiu Marco Calvani.

Maré Alta está em cartaz nos cinemas.

Dica do fim de semana | Lançamentos imperdíveis para ver nos principais streamings

Esse fim de semana trouxe produções sensacionais para os catálogos dos principais streamings. Então, como de costume, o CinePOP selecionou cinco delas para te indicar. As plataformas da vez são: Amazon Prime Video, Netflix, Max e Disney+.

E são produções de todos os gêneros. Tem ação, aventura, drama, ficção e documentário. Então, é só escolher o que te agrada mais, sentar no sofá e assistir. Confira!

G20

Estrelado por Viola Davis e Antony Starr, esse filme de ação original do Prime Video acompanha a jornada de uma ex-militar que assume o cargo de presidente dos EUA. Com um plano ousado para impulsionar o desenvolvimento social africano, ela comparece à reunião do G20 na África do Sul, mas o que deveria ser um encontro da política vira uma noite de horror, quando um cryptoterrorista invade o hotel e sequestra os líderes das 20 nações mais economicamente poderosas do mundo. Diante deste desafio, a presidente dos EUA coloca em jogo seu conhecimento militar para tentar salvar sua família e derrotar o terrorista.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

Meu Amigo Pinguim

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Filmado em Paraty, cidade histórica do estado do Rio de Janeiro, essa aventura conta a história da amizade completamente inesperada entre João (Jean Reno) e um simpático pinguinzinho que se perde da família e acaba ficando preso em uma rede encharcada de óleo. João, que trabalha como pescador, encontra o bichinho e tenta ajudá-lo a se recuperar. Nesse processo, ele vai aprendendo mais sobre família e amizade e começa a refletir sobre as escolhas de sua própria vida. É um belíssimo filme.

Onde assistir: Amazon Prime Video

 

Black Mirror

A sétima temporada de Black Mirror chegou com tudo à Netflix. Diferentemente das últimas três temporadas, que foram essencialmente péssimas, com um ou dois episódios se salvando meio a desgraça, essa aqui acertou em cheio nas tecnologias e tramas abordadas, trazendo a melhor temporada desde a terceira (2016). Dentre as críticas da vez, estão Inteligência Artificial no cinema, plataformas de criação de conteúdo pago, deepfake, streamings e muito mais. É natural que haja uma certa má vontade com a série diante das porcarias que eles vieram lançando nas últimas temporadas, mas essa aqui definitivamente vale a pena.

Onde assistir: Netflix

 

The Last Of Us

Fenômeno dos videogames e agora também das séries, a franquia The Last Of Us vai começar a lançar sua segunda temporada neste domingo (13). Ou seja, este sábado é o dia perfeito para maratonar a primeira temporada para conhecer a série ou para relembrar os eventos dela. A trama se passa em um mundo contaminado por fungos que transformaram pessoas em criaturas monstruosas. Nessa realidade complexa, um contrabandista é contratado para atravessar o país com uma garotinha, mantendo ela em segurança das ameaças que existem por aí.

Onde assistir: Max

 

Bichinhos de Estimação

Dirigido por Bryce Dallas Howard (que vem se mostrando uma diretora muito promissora), esse documentário é como um raio de alegria em meio a dias tristes. Ele aborda as relações de amor, encantamento e suporte emocional que são construídas entre os tutores e seus bichinhos de estimação. Os personagens vão desde tutores comuns até guardiões que dedicam suas vidas ao resgate de animais. E também são mostrados os mais diversos tipos de Pets possíveis. É o programa perfeito para os apaixonados por bichos.

Onde assistir: Disney+.

10 Filmes que mostram que a mentira tem perna curta!

Geralmente a mentira não é uma coisa infinita, chega num ponto que descobertas são feitas! Em alguns filmes, a trajetória de personagens contornam essa questão nos levando para os conflitos que se seguem com a revelação da verdade. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com filmes onde uma mentira vira o centro dos holofotes:

 

Até Amanhã

Na trama, acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.

 

Meio Grávida

A vida de Lainy (Amy Schumer), uma professora do ensino fundamental, parece estar em um total desequilíbrio. Seu sonho em ser mãe nunca se realizou e sua melhor amiga Kate (Jillian Bell) acaba de ficar grávida. Sem saber como lidar com a situação resolve fingir que está grávida e assim, se jogando na mentira descarada, acaba conhecendo novos amigos e acaba se apaixonando Josh (Will Forte). A questão é que uma hora a verdade sempre aparece.

 

O Jogo do Disfarce

Na trama, conhecemos Emma (Kaley Cuoco), uma mulher super dedicada a sua linda família, casada com o carinhoso Dave (David Oyelowo), mas que esconde um importante segredo. Sete anos casada, com dois filhos, moradora de Nova Jérsei, Emma passa seus dias se desdobrando entre os afazeres profissionais como assassina de aluguel e a vida familiar. Certo dia, quando percebe junto ao marido que precisam apimentar a relação, eles tem a ideia de se encontrarem em um hotel luxuoso, fingindo não se conhecerem, e assim terminar a noite de uma forma diferente. Só que nesse lugar, Emma vai bater de frente com sua outra vida, gerando uma série de situações.

 

Aparências

Na trama, conhecemos Eve (Karin Viard) e Henri (Benjamin Biolay), um casal francês de classe alta que moram faz anos na Suíça. Ela uma competente gerente de uma biblioteca, ele um maestro rumo aos mais altos cargos de sua prestigiada profissão. Vivendo sob os holofotes da posição social que conquistaram, esse casamento se encontra em um presente frio. Quando Eve descobre a traição do marido com uma professora que dá aula ao único filho do casal, a protagonista se joga em uma noite de inconsequências se relacionando com o problemático Jonas (Lucas Englander). Quando um passa a descobrir a traição do outro, a trama vai se desenvolvendo rumo ao imprevisível.

 

Fiéis

Na trama, conhecemos Bodil (Bracha van Doesburgh), uma experiente juíza holandesa que leva uma vida feliz com o marido, o médico Milan (Nasrdin Dchar). Sua melhor amiga, Isabel (Elise Schaap) é uma mulher que passa por uma crise no casamento. As duas, em determinadas épocas do mês fazem uma viagem onde vivem outras vidas, com calientes romances, um plano que dá sempre certo pois uma é cúmplice da outra. Quando um assassinato acontece e misteriosamente Isabel desaparece, Bodil se vê em um labirinto onde achar verdades em meio a tantas mentiras é uma tarefa complexa. Tudo se complica mais ainda quando Luuk (Gijs Naber), marido de Isabel resolve se juntar na busca pela esposa.

 

A Farsa

Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.

 

Sharper – Uma Vida de Trapaças

Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.

 

Jogada de Amor

Na trama, conhecemos Gianni (Pierfrancesco Favino) um mentiroso compulsivo, egocêntrico, arrogante, que adora desfilar seu carrão pelas ruas de Roma, dono de uma empresa de calçados com grande sucesso no mercado que gosta de contar vantagens para os amigos tão machistas quanto ele em relação as suas conquistas, todas elas baseadas em mentiras para embarcar em relacionamentos logo descartáveis. Certo dia, tentando seduzir a vizinha de porta do apartamento de sua mãe recém falecida, acaba conhecendo a bela violinista Chiara (Miriam Leone), que anos atrás, após um trágico acidente de carro, acabou perdendo os movimentos das pernas. Desse encontro, acaba nascendo uma relação que vai crescendo mas precisando enfrentar diversos conflitos pois Gianni à princípio mente dizendo também ser paraplégico.

 

O Segredo de Madeleine Collins

Na trama, acompanhamos a história de Judith Fauvet (Virginie Efira), uma tradutora, com a desculpa perfeita de ter um trabalho onde viaja muito, acaba criando na sua rotina duas vidas. Esposa de um maestro e mãe de dois filhos na França e também tendo um amante e uma filha pequena na Suíça, vamos entendendo aos poucos o que acontece nessa história com algumas reviravoltas que reflete sobre o lado psicológico de uma personagem perdida em realidades distintas fazendo força para acreditar que ambas são suas verdades. Quando as mentiras desabam, seu castelo criado vai ruindo aos poucos, ela se vê perdida sem saber como resetar tudo que criou.

 

O Palestrante

Na trama, conhecemos Guilherme (Fábio Porchat), um homem consumido por um trabalho maçante que no mesmo dia descobre que a esposa está saindo de casa e que será alvo de demissão do seu chefe. Só que algo inusitado acontece: em meio a uma viagem pela empresa, acaba vendo a chance de ter uma experiência nova quando (forçadamente) é confundido com um famoso palestrante que dará uma super palestra em um resort no Rio de Janeiro. A chefe da empresa contratante, Denise (Dani Calabresa) e o protagonista acabam gostando um do outro o que dará margens para mais problemas em meio a mentira contada.

 

 

Diretor revela que já tem ideias para ‘Sorria 3’: “Vamos mudar o rumo de uma forma inesperada”

Parker Finn revelou em uma conversa exclusiva com Russ Millheim, do The Direct, que já tem ideias para ‘Sorria 3‘.

“Acho que é importante que Sorria 3 seja realmente rico em temática e emocionalmente.”, ele afirma.

“Acho que o mais importante para a franquia é que ela tenha algo em mente, e que, talvez entre os filmes, ela esteja meio que mudando de rumo de uma forma inesperada, como fizemos do primeiro para o segundo. Então, se houver mais um Sorria, eu gostaria de garantir que continuemos essa tendência.”

Quando perguntado se houve algum movimento em relação ao filme nos últimos meses, Finn observou que ele está no “mesmo lugar” em que estava no lançamento de ‘Sorria 2‘ e que ele só quer “ter certeza de que eles acertarão”:

“[Estamos] basicamente no mesmo ponto. Se for para ter mais ‘Sorria’, queremos ter certeza de que acertamos.”

Embora nenhuma data de lançamento específica para o terceiro filme tenha sido anunciada, os fãs sabem que ele está chegando. Uma listagem de produção de dezembro de 2024 indicava que o filme seria filmado em algum momento no verão de 2025, mas isso não foi confirmado oficialmente pela Paramount ou pela equipe criativa .

Sorria 2‘ está no catálogo da Paramount+ Brasil.

Na trama, Skye Riley começa a experimentar eventos cada vez mais aterrorizantes e inexplicáveis. Sobrecarregada pelos horrores crescentes e pelas pressões da fama, ela deve enfrentar seu passado sombrio para recuperar o controle de sua vida.

Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência arrecadou US$ 138.1 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 28 milhões.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Parker Finn retorna à direção.

Kyle Gallner reprisa seu papel do primeiro filme. O elenco ainda conta com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).

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Dica | ‘Black Mirror’ volta às raízes em sua sétima temporada

Não sabe o que assistir neste fim de semana? A Netflix colocou em seu catálogo a sétima temporada de Black Mirror. E pode acreditar que ela está muito mais perto das três primeiras temporadas do que das porcarias lançadas nos últimos anos.

É muito estranho parar pra pensar que já faz 14 anos do lançamento da primeira temporada, e acaba sendo meio frustrante refletir sobre como a produção deixou de ser revolucionária após a aquisição pela Netflix, caindo em um lugar comum bastante incômodo a partir da quarta temporada. Com exceção de um ou outro episódio genial, a maioria das histórias lançadas a partir de 2017 perdeu aquele poder de impacto, focando em tecnologias não tão próximas da atualidade ou mais distantes do cotidiano ocidental. Por mais que já exista nos campos de guerra, ninguém convive com um cão robô homicida. Já uma sociedade baseada nas notas dadas pelos outros… É algo que integra o cotidiano e choca pela semelhança.

A notícia boa é que essa sétima temporada parece ter passado por uma curadoria mais rígida, apostando em episódios cujas temáticas são fantasiosas, mas estão cada vez mais presentes na vida das pessoas. Há metáforas sobre os Streamings, Deepfake, Inteligência Artificial nos cinemas e por aí vai. De certa forma, a sétima temporada se aproxima muito mais de episódios como Nosedive, The Entire History of You e White Bear do que dos episódios das temporadas mais recentes, apesar de alguns deles serem sequências diretas de episódios como Bandersnatch e USS Callister.

E por ser uma antologia, o público não precisa ver a temporada na ordem de lançamento dos episódios. Por conta disso, fica a recomendação para talvez não começar a assistir pelo primeiro episódio, Pessoas Comuns. Ao lado de Eulogy, ele é o melhor e mais próximo da realidade capítulo dessa temporada. Por isso, talvez seja mais interessante deixá-lo para o final – ou pode assisti-lo logo de cara, mas fique ciente de que é muito impactante mesmo.

Ele choca justamente por construir a trama ao redor de duas tecnologias extremamente irritantes que já integram o dia a dia da população local: as plataformas virtuais, como o TikTok e o Onlyfans, que monetizam gente imbecil, que passa a lucrar fazendo barbaridades contra a própria vida, e a farra dos streamings, que ficam inventando novos planos caríssimos e removem benefícios considerados padrões para conseguirem lucrar mais.

[SPOILER]

Bom, a descrição do episódio não pode ser considerada exatamente um spoiler, mas diante das tecnologias usadas neles, dá para fazer a associação do que acontece na trama, que gira em torno de um casal comum. Eles querem ter um bebê, mas não conseguem. Então, em um dia como qualquer outro, a esposa desmaia enquanto dava aula na escola e acaba sendo levada para o hospital. Por lá, o marido descobre que ela tem uma doença neurológica praticamente incurável e não há muito o que fazer.

Porém, uma vendedora surge com uma solução ‘mágica’ que permite fazer uma cirurgia para contornar a doença por meio de um chip no cérebro, que faria um tipo de upload de quem ela era e manejaria a doença para mantê-la viva. O único custo para isso seria uma mensalidade de 300 pratas. Desesperado para ter a esposa de volta, ele assina o pacote, mas não lê as letrinhas miúdas. E aí começa um novo inferno na vida do casal, porque a cada seis meses é lançado um novo pacote de atualização que ela deve baixar para ter o mínimo de qualidade de vida.

[SPOILER]

É um episódio extremamente chocante, cuja crítica deveria ser absorvida pela própria Netflix, que aumenta os valores da mensalidade de forma completamente desproporcional quando dá na telha. Essa crítica explícita aos streamings é extremamente necessária, é uma pena que a “N Vermelho” vá se fazer de sonsa com isso, usando como desculpa de ‘minha parte eu já, lancei a crítica’, em vez de rever suas políticas de assinatura.

Eulogy é o grande episódio da temporada por trazer uma crítica interessante, mas principalmente por se apoiar no talento brutal de Paul Giamatti. A trama, de alguma forma, se assemelha com San Junipero e Entire History Of You, clássicos da série, mas tem um desenrolar diferente.

Ele acompanha um senhorzinho amargurado e sozinho, cuja vida parece não fazer mais sentido. Então, ele testa uma tecnologia que permite reviver momentos com base em fotografias. Por meio desse procedimento, ele vai atrás do único momento de sua vida em que ele sentiu que existir tinha algum valor. Embebido pela nostalgia, ele busca um amor antigo, mas descobre coisas que não gostaria de saber. E isso é algo mais do que presente nos dias de hoje. A existência miserável que o presente proporciona faz com que o apego ao passado esteja cada vez mais em alta. A forma sensível como isso é retratado aqui faz dele um dos melhores episódios de toda a série.

Com seis episódios, a sétima temporada de Black Mirror já está completinha no catálogo da Netflix.

‘O Guarda-Costas’, estrelado por Whitney Houston e Kevin Costner, vai ganhar REMAKE

De acordo com o Deadline, Sam Wrench foi contratado para dirigir o remake de ‘O Guarda-Costas‘ (The Bodyguard), filme clássico de 1992, estrelado por Whitney Houston e Kevin Costner.

Apesar de não ter muita experiência na direção de longas-metragens, o cineasta tem uma extensa carreira no comando de concertos e especiais musicais, incluindo ‘Taylor Swift: The Eras Tour‘, ‘Billie Eilish Live at the O2‘, ‘Lizzo: Live in Concert‘ e ‘A Nonsense Christmas with Sabrina Carpenter‘.

Jonathan A. Abrams, de ‘Jurado Nº2‘, assina o roteiro da nova versão.

Warner Bros. é o estúdio por trás do projeto.

Na trama original…

Frank Farmer, um guarda-costas altamente eficiente e caro, é contratado para proteger Rachel Marron, uma grande cantora e atriz que está recebendo cartas anônimas e ameaçadoras. Frank é um ex-agente do Serviço Secreto que ainda não se perdoou do sentimento de culpa em relação à sua inabilidade de proteger o presidente Reagan, que quase foi assassinado. Frank e Rachel se apaixonam e logo ele se torna parte integrante do círculo íntimo dela. Paralelamente, novos atentados acontecem.

Sucesso nos cinemas, o longa original arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Projeções indicam que ‘Lilo & Stitch’ e ‘Missão Impossível – O Acerto Final’ vão estrear fazendo BARULHO nas bilheterias

Segundo a empresa Quorum, ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ vão fazer barulho quando chegarem aos cinemas no fim de semana do Memorial Day.

O monitoramento afirma que ‘Lilo & Stitch‘ deve abrir com US$ 100 milhões nos EUA e ‘M:I 8‘ mira um recorde de 3 dias para a franquia, bem acima dos US$ 61 milhões de ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ de 2018.

O fim de semana do Memorial Day do ano passado foi péssimo nas bilheterias, com ‘Furiosa‘ abrindo com fracos US$ 25,6 milhões e assustando o mercado.

Todo mundo fica irritado quando o Quorum divulga suas previsões super antecipadas: a empresa de rastreamento acertou em cheio com semanas de antecedência nas estreias de ‘Deadpool & Wolverine‘, ‘Planeta dos Macacos: O Reino‘, ‘Mickey 17‘ e ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘.

Sempre há um asterisco em qualquer projeção neste momento inicial, já que a campanha de um filme ainda não foi totalmente engatilhada.

Como vimos com ‘Um Filme Minecraft‘ no último fim de semana, o burburinho de que o filme poderia superar em muito a projeção de US$ 65 milhões do início da semana só surgiu na quinta-feira anterior à sua estreia, quando a Warner Bros. e a Legendary reforçaram a aposta nas mídias sociais e digitais. Os estúdios na era das mídias sociais sempre adiam significativamente suas campanhas.

Confira o trailer de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ legendado e dublado, e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

Crítica 2 | ‘Operação Vingança’ diverte com armadilhas criativas e elenco afiado

No final do ano passado, quando Rami Malek subiu ao palco da D23 Brasil para anunciar Operação Vingança, o público do auditório não sabia bem o que esperar desse projeto, que mais parecia uma grande série de espionagem do que um filme. E agora que chegou aos cinemas, é realmente curioso perceber como o longa parece uma grande série editada para esse formato.

A trama gira em torno de Charles Heller (Malek), um programador da CIA que é conhecido por seus amigos de setor por ter um raciocínio lógico incomodamente afiado. Durante uma viagem de sua esposa a Londres, Heller recebe uma mensagem de um contato sobre arquivos roubados de sua instituição que apontam o envolvimento da diretoria da CIA em crimes de guerra. O problema é que sua investigação é interrompida por uma notícia devastadora: a esposa de Charles morreu em um atentado terrorista durante a viagem. Desolado com a inércia da CIA em resolver o caso, ele começa uma investigação por conta própria e vai atrás dos bandidos, dando início a uma trama sobre uma pesadíssima conspiração internacional.

Rami Malek interpreta Heller, e Rachel Brosnahan é Sarah em ‘Operação Vingança’. Divulgação/ 20th Century Studios.

O longa é um projeto muito pessoal para Rami Malek, que faz sua estreia nos cinemas também como produtor. Ele contou na coletiva que tentou participar de todos os detalhes do filme, e isso fica bastante nítido no desenrolar da trama. O ator/ produtor é muito metódico, e o Operação Vingança é um thriller efetivamente metódico. Dá para enxergar referências buscadas de produções como 24 Horas, 007 e também Mr. Robot. Mas o que realmente conquista são os momentos Esqueceram de Mim. Sim, você leu certo. Como Charles não se considera um assassino, ele busca sua vingança contra os algozes de sua esposa por meio de armadilhas.

A lógica de seus atos é criar arapucas por meio de sua inteligência. Dessa forma, por menores que sejam as chances dos bandidos escaparem, ele considera que se eles morrerem, ao menos tiveram uma possibilidade de tentar fugir. E isso reflete em toda a complexidade desse protagonista, que aparenta ser frio, antissocial e distante, mas que é extremamente humano. É como se ele tivesse guardado seus sentimentos por toda a vida, mas eles tivessem aflorado todos de uma vez diante da tragédia.

Caitriona Balfe interpreta uma personagem misteriosa na trama. Foto: John Wilson. Divulgação/ 20th Century Studios.

No fim das contas, por mais que as cenas de ação sejam de tirar o fôlego e haja espaço até mesmo para um pouco de humor, a trama é essencialmente sobre o luto e como cada um lida com ele. E isso faz desse gênio incompreendido um personagem identificável. O luto é uma condição complexa e que mexe com as pessoas. E o filme é construído de uma forma que parece adaptar todas as possíveis reações exprimidas da perda de uma pessoa amada. E isso se deve muito à atuação de Rami Malek, que mantém seu padrão de atuação, mas também ao elenco de apoio, principalmente Rachel Brosnahan, que tem pouco tempo de tela, mas faz valer cada segundo, e Caitríona Balfe, que interpreta uma personagem misteriosa.

A personagem de Caitríona é interessantíssima porque vive situação parecida com a de Heller. Ela também é movida pelo luto, mas do outro lado do mundo. E quis o destino que eles se encontrassem nessa busca por vingança, nessa busca por ‘paz de espírito’. A dinâmica entre eles, mostrando ela como uma mulher um pouco mais calejada pela perda, enquanto ele ainda age pelo impulso do que está sentindo, é muito bem trabalhada. E os momentos deles em cena trazem um pouco mais de humanidade para o protagonista. Ela é como um lembrete vivo de que se deixar tomar pelo luto pode trazer consequências graves, como a solidão, e sair disso é muito difícil.

Laurence Fishburne dá vida a Henderson, um tipo de mentor das missões de campo de Heller. Divulgação/ 20th Century Studios.

E precisamos falar sobre Laurence Fishburn. Astro dos filmes de ação da década de 1990, o eterno Morpheus se especializou em interpretar personagens ambíguos em thrillers. Neste filme, não é diferente. Ele interpreta o agente Henderson, um treinador de agentes da CIA para missões de campo. Seu papel começa como um tipo de mentor para Heller, mas a trama o obriga a perseguir seu pupilo, criando um verdadeiro jogo de gato e rato entre eles.

Algumas das melhores cenas do filme são construídas por conta da dinâmica entre os dois, já que além da bandidagem internacional, Heller entra na mira de seu próprio governo, precisando escapar da supervisão de um amigo. São muitas coisas para o protagonista administrar, mas ele lida muito bem com os desafios.

Foto: John Wilson. Divulgação/ 20th Century Studios.

Operação Vingança é um típico thriller de ação e espionagem à moda antiga. Seu diferencial está na criatividade empregada na forma do protagonista lidar com seus inimigos, criando cenas visualmente incríveis e instigantes. É um filme que tenta te colocar na mente de um gênio da computação, enquanto ele busca formas de lidar com o turbilhão de emoções que sua vida virou. É uma experiência muito interessante.

Operação Vingança está em cartaz nos cinemas.

Um Dia Daqueles

(One of Them Days)

 

Elenco:

Keke Palmer
SZA
Lil Rel Howery

 

Direção: Lawrence Lamont

Gênero: Comédia

Duração: 97 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 14 milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em UM DIA DAQUELES, duas melhores amigas e colegas de quarto, Dreux e Alyssa, estão prestes a enfrentar um daqueles dias difíceis. Quando descobrem que o namorado de Alyssa gastou todo o dinheiro do aluguel, as duas se veem em uma corrida cômica contra o tempo para evitar a expulsão e preservar a amizade.

Curiosidades: 

» Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a comédia já arrecadou quase US$ 40 milhões nas bilheterias mundiais;

» Syreeta Singleton, da série ‘Insecure‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Presença: Steven Soderbergh brilha na direção em intimidador suspense sobrenatural

Cômodos espaçosos e amplos, vazios de significado e de móveis, logo se transformarão em um claustrofóbico e sombrio cenário. Sob uma ótica intimidadora, Steven Soderbergh adentra essa casa, marcada por janelas extensas e que destacam o quão arejado cada ambiente de fato é. Mas nem toda corrente de ar é capaz de aliviar a pesada atmosfera que rodeia essa família. Diante de duas perdas dolorosas, ela tenta se reconstruir em um outro lar, na tentativa de deixar o velho para trás, a fim de abraçar o novo. Mas os problemas nunca se vão e agora ganham uma outra dimensão aqui em Presença.

Steven Soderbergh não é do tipo que mergulha na ficção sobrenatural em seus trabalhos. Com uma cartela de filmes marcada por longas tão díspares entre si como Magic Mike, Contágio, Traffic e Onze Homens e um Segredo, o aclamado cineasta passeia pelos gêneros mais diversos, mas nunca ousara flertar com aquilo que o trouxe para Presence. Mas, impressionantemente, seu grande retorno ao Festival de Sundance 35 anos depois do lançamento de Sexo, Mentiras e Videotape é de fato uma admirável e atípica surpresa. Aqui, Chloe é assombrada pelas memórias da misteriosa morte de sua melhor amiga. Traumatizada, ela crê que seu espírito habita nesse novo lar.

Seu trauma nem de longe é o único. Conforme conhecemos essa diferente família, mais percebemos a dimensão de suas próprias rachaduras, profundas demais para serem curadas com uma mera mudança de casa ou de ares. E dentro desse único ambiente – que deveria simbolizar o novo – mágoas antigas e frustrações do passado mal resolvidas começam a florescer e criar raízes profundas, tomando as paredes de cada cômodo e sufocando cada membro dessa complicada família. E sob o formato POV (Point of View), Soderbergh faz de seu mais recente longa uma experiência sufocante, claustrofóbica e intimidadora.

Conduzindo a direção de maneira certeira e autoral, o aclamado cineasta opta por filmar Presença unicamente em planos sequência. Cada momento em especial é fruto de uma hábil arquitetura visual e de performances muito bem coreografadas e posicionadas, garantindo que os ousados ângulos do diretor sempre captem a soturna e tensa atmosfera da cena. Dispondo seus protagonistas de maneira que tenhamos a visão clara do primeiro, do segundo e do terceiro plano, ele entrega um filme muito bem ajustado, que nos coloca nas lentes de sua câmera, como aquele espectador invasivo e observador que analisa cada movimento, cada expressão facial e cada sinistro silêncio.

A escolha de fazer Presença como um filme episódico, em que cada plano sequência se encerra com cortes secos que funcionam como um ponto final da cena, transforma o filme em uma experiência cinematográfica ainda mais intrigante. Aqui, somos conduzidos pelo mistério e pelo estranho sobrenatural que é pouco explorado até a chegada de seu clímax. E explorando a ideia de trauma em suas diversas esferas e dimensões, o roteirista David Koepp consegue nos envolver nessa inesperada catarse, trabalhando seus protagonistas com brilhantismo e permitindo que eles se desenvolvam em tela com fluidez e vivacidade.

Dentro disso, Callina Liang assume o papel mais complexo, dialogando diretamente com as lentes de Soderbergh. Desenvolvendo uma relação particular com a câmera, em virtude da complexidade de sua personagem, ela surpreende com sua intensidade e angústia. Sua performance ainda é acompanhada pelo sempre ótimo trabalho de Lucy Liu e Chris Sullivan, que vivem um casal em crise. E com uma reviravolta absolutamente arrebatadora, que surge como um estrondo em meio ao mais absoluto silêncio, Presence é Steven Soderbergh em sua melhor forma criativa. Nos deixando à deriva com um final dúbio e confuso, o diretor faz de seu retorno ao Festival de Sundance um statement de que aquele mesmo jovem talentoso de 1989 ainda existe e tem ótimas histórias para contar.

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

Operação Vingança

(The Amateur)

 

Elenco:

Rami Malek
Laurence Fishburne
Adrian Martinez
Holt McCallany

 

Direção: James Hawes

Gênero: Ação

Duração: 112 min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Orçamento: US$ 30 milhões

Estreia: 10 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em OPERAÇÃO VINGANÇA, um codificador da CIA consegue chantagear sua agência para treiná-lo e deixá-lo ir atrás de um grupo de terroristas que matou sua esposa em Londres.

Crítica | Operação Vingança – Rami Malek Estrela Thriller de Ação cheio de Plot Twist e Conspiração

Curiosidades: 

» Com o roteiro escrito por Ken Nolan e Gary Spinelli, o longa é baseado no romance homônimo de Robert Littell;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Crítica | Operação Vingança – Rami Malek Estrela Thriller de Ação cheio de Plot Twist e Conspiração

Quanto mais a gente presta atenção nas notícias dos jornais, mais o nosso cérebro nos instiga a criar diversas teorias conspiratórias em que tudo que vemos parece estar conectado e voltado contra nós, de uma maneira mirabolante. Linhas de raciocínio como esta são motivadores de escritores e roteiristas para criar histórias que deixam o leitor ou espectador no limite da tensão, principalmente quando o protagonista é um cidadão comum, gente como a gente. Esse é o plot de ‘Operação Vingança’ (‘The Amateur’), o mais novo filme da 20th Century Studios e que chega aos cinemas brasileiros a partir dessa semana.

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Heller (Rami Malek, o eterno Freddie Mercury de ‘Bohemian Rhapsody’) e Sarah (Rachel Brosnaham) são casados e apaixonados. Ela está prestes a viajar a trabalho para Londres, a negócios, e pede uma vez mais que o marido vá, porém Heller, analista de dados criptografados da inteligência dos EUA, tem trabalho a fazer e recusa o convite. Infelizmente, nesta viagem Sarah é feita de refém em um episódio de violência e perde a vida, o que faz com que Heller perca seu chão. Com o passar dos dias e a ineficiência do serviço de inteligência em ir atrás dos culpados pela morte de Sarah, Heller toma uma decisão radical: se voluntaria para receber um treinamento de alto padrão, tal qual oferecidos aos informantes, para ele mesmo buscar, encontrar e punir os assassinos de sua esposa.

Baseado no livro homônimo escrito pelo estadunidense Robert Littell, a adaptação fílmica de ‘Operação Vingança’ transparece ser exatamente isso: uma adaptação literária. Ou seja, em vez de enxugar enredos, situações, personagens para promover dinamismo na narrativa visual, o roteiro de Ken Nolan e Gary Spinelli entrega uma enxurrada de elementos para esta história, que deve caber em duas horas de duração. O resultado é que o espectador fica os cento e vinte minutos olhando para lá e para cá, tentando acompanhar os personagens, as locações, as motivações e as sequências de plot twists do enredo.

laurence fishburne operação vingança

Com tantos elementos a serem inseridos e pouco tempo para desenvolvê-los, não são poucos os momentos em que o espectador se perde na história. E ainda temos o franzino Rami Malek, no papel de um super nerd introspectivo que, pela força da perda, se transforma num mega espião capaz de dar a volta no sistema. Talvez na literatura a gente consiga apostar nesta ideia, mas a fragilidade que Rami Malek emprega ao seu personagem torna difícil para o espectador acreditar em toda a sua capacidade física e intelectual, afinal, estamos falando de um sujeito comum versus o FBI dos EUA né.

Ainda que confuso, ‘Operação Vingança’ é um filme muito bem realizado, com orçamento milionário e que entrega cenas de ação condizentes às grandes produções hollywoodianas, com direito a explosões, carros capotando, tiroteios e muitos deslocamentos para cenários improváveis. Também o elenco de apoio – que conta com nomes como Laurence Fishburne, Jon Bernthal, Holt McCallany e Julianne Nicholson – entrega competência e sintonia a personagens duas caras, intrigantes e cheios de responsabilidade. É o trabalho desse grupo que ajuda a equilibrar a atuação de Malek.

Misturando thriller com ação e dirigido por James Hawes, ‘Operação Vingança’ chega aos cinemas trazendo a velha história de conspiração e corrupção que embala boa parte dos filmes de perseguição em que o sistema dos EUA está ameaçado.

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Drop: Ameaça Anônima

(Drop)

 

Elenco:

Meghann Fahy
Brandon Sklenar
Violett Beane

 

Direção: Christopher Landon

Gênero: Suspense

Duração: 85 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 10 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em DROP: AMEAÇA ANÔNIMA, Violet, uma mãe viúva ainda jovem em seu primeiro encontro em anos, chega a um restaurante de luxo e fica aliviada ao constatar que seu pretendente, Henry, é mais charmoso e bonito do que esperava. Mas a química entre eles fica comprometida quando Violet começa a se irritar e ficar amedrontada ao receber insistentes mensagens anônimas em seu celular. As mensagens alertam que ela não deve mencioná-las a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filhinho e a sua irmã que está cuidando dele. Ela deve fazer exatamente tudo o que lhe é pedido ou todos que ela ama vão morrer. A diretriz final de seu algoz invisível? Mate Henry.

Crítica | Meghann Fahy e Brandon Sklenar BRILHAM no instigante suspense ‘Drop: Ameaça Anônima’

Curiosidades: 

» Produzido pela Blumhouse, o longa é do mesmo diretor de ‘A Morte te Dá Parabéns‘ e ‘Freaky – No Corpo de um Assassino‘;

» Jillian Jacobs e Chris Roach assinam o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Meghann Fahy e Brandon Sklenar BRILHAM no instigante suspense ‘Drop: Ameaça Anônima’

Christopher Landon ganhou notoriedade no cenário cinematográfico contemporâneo ao reviver o gênero do terror através de histórias originais e misturadas com drama, suspense ou comédia. Recebendo reconhecimento por parte da crítica e do público através de obras como ‘A Morte Te Dá Parabéns’ (cujo terceiro filme já foi confirmado com o retorno de Jessica Rothe) e ‘Freaky: No Corpo de um Assassino’, Landon sempre fez questão de trazer uma perspectiva diferenciada a suas produções. E, agora, ele retorna às telonas com o ambicioso thriller Drop: Ameaça Anônima’, que chega aos cinemas nacionais amanhã, 10 de abril.

A trama é centrada em Violet (Meghann Fahy), uma mãe solteira e viúva que lida com o trauma de quase ter sido assassinada por seu ex-marido ao lançar-se de volta ao mundo. Trabalhando com vítimas de abuso doméstico físico e sexual, ela enfim decide enfrentar seus “demônios interiores” ao aceitar sair em um primeiro encontro com Henry (Brandon Sklenar), que conheceu em um aplicativo de relacionamentos há três meses. Deixando o filho aos cuidados da irmã, Jen (Violett Beane), ela vai até um prestigiado restaurante e conhece, enfim, seu pretendente – e as coisas vão bem até Violet começar a receber mensagens anônimas e assustadoras em seu celular, pedindo-lhe que envenene a bebida de Henry caso queira que o filho e a irmã não sejam mortos.

Como podemos perceber, a narrativa abraçada por Landon traz inúmeras referências a obras similares, prestando clara homenagem aos filmes whodunnit que se tornaram bastante populares com a ascensão do cinema neo noir, além de abrir espaço para uma carta de amor a icônicos diretores. Porém, o diretor sabe que tem um enredo bastante familiar em mãos e, aliando-se aos roteiristas Jillian Jacobs e Chris Roach, constrói algo que não tem desejo de “reinventar a roda”, e sim apoiar-se em convencionalismos remodelados para satisfazer um público-alvo muito bem definido. O resultado, dessa forma, é extremamente positivo e nos envolve do começo ao fim ao longo de pouco mais de uma hora e meia.

Drop usa e abusa do talento de um elenco e de uma equipe criativa de ponta: para além das incursões certeiras de Landon, que aposta fichas em um uso propositalmente exagerado das cores vermelhas – refletindo não apenas o caráter do encontro de ambos, mas o perigo constante em que Violet se encontra, desde seu traumático relacionamento com o ex-marido até as contínuas ameaças de um psicopata anônimo – e em ângulos ousados à la Brian De Palma, a trilha sonora de Bear McCreary utiliza arranjos tétricos para nos guiar por essa jornada de subserviência mandatória e sobrevivência, enquanto a fotografia de Marc Spicer transfigura as fórmulas em pequenas sequências hitchcockianas que anunciam a iminência de um perigo mortal.

Recém-saída de seu ótimo trabalho em ‘The White Lotus’, Fahy é o principal destaque de um ensemble de peso: aqui, a atriz indicada ao Emmy rouba os holofotes sem precisar se render a convencionalismos melodramáticos para transmitir a dor da protagonista, mantendo-se enclausurada em uma interpretação assustadora e fabulosa através de expressões on point e um trabalho invejável com a câmera. E, ditando o tom da história à medida que se desvencilha de fantasmas de um passado não muito distante, Fahy desfruta de uma química impressionante com Sklenar, que nos entrega uma performance tão boa quanto sua colega de cena, ainda que circunspecto a certos limites.

Contando ainda com a bem-vinda presença de Reed Diamond como Richard, um homem que Violet conhece no bar do restaurante enquanto espera Henry, todas as engrenagens do filme funcionam à medida que exploram quase todo seu potencial. É claro que, à medida que o filme chega à conclusão, percebemos que o roteiro adota um tom um pouco ocasional demais para ser crível aos espectadores, mas nada que arruíne a experiência, principalmente quando Landon consegue utilizar uma locação comum em um antro de possíveis suspeitos que estão sob vigilância constante de uma protagonista que não aguenta mais se ver na mesma situação.

drop meghann fahy

Drop: Ameaça Anônima’ é uma grata surpresa que reúne, em um mesmo lugar, talentos aplaudíveis que dão tudo de si para cumprir com o objetivo do projeto. Esquivando-se de deslizes amadores em prol de um entretenimento puro, o filme não pensa duas vezes antes de se apoiar nos tropismos do terror e do suspense, fazendo questão de mergulhar nas fórmulas para remontá-las a seu bel-prazer – e encontrando enorme sucesso com a proposta.

 

Código Alarum

(Alarum)

 

Elenco:

Scott Eastwood
Sylvester Stallone
Willa Fitzgerald
Mike Colter
Isis Valverde

 

Direção: Michael Polish

Gênero: Ação

Duração: 95 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em CÓDIGO ALARUM, Joe e Lara são agentes secretos que vivem fora do radar, mas quando saem de férias com amigos, eles se tornam alvos de uma caçada brutal. Suspeitos de estarem ligados à ALARUM, uma rede secreta de espiões, o casal é forçado a fugir, sem saber em quem confiar. Perseguidos por inimigos implacáveis e em um mundo de mentiras e traições, eles são obrigados a duvidar até mesmo de seus próprios aliados.

Curiosidades: 

» Alexander Vesha, de ‘Impacto Mortal‘, assina o roteiro;

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Cartazes: 

Fotos: 

Bolero: A Melodia Eterna

(Bolero)

 

Elenco:

Raphaël Personnaz
Doria Tillier
Jeanne Balibar

 

Direção: Anne Fontaine

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse: 

BOLERO: A MELODIA ETERNA conta a biografia do compositor Maurice Ravel durante seu processo de criação de Boléro, encomendado pela coreógrafa Ida Rubinstein para embalar um balé nos loucos anos 1920, em Paris.

Curiosidades: 

» O longa é inspirado pela monografia Maurice Ravel, escrita por Marcel Marnat, em 1986;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Presença

(Presence)

 

Elenco:

Lucy Liu
Julia Fox
Chris Sullivan

 

Direção: Steven Soderbergh

Gênero: Terror

Duração: 85 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em PRESENÇA, após se mudaram para uma nova casa, a família Payne – uma mãe, pai e seus dois filhos – logo descobre que não está sozinha na residência.

Crítica | Presença: Steven Soderbergh brilha na direção em intimidador suspense sobrenatural

Curiosidades: 

» David Koepp, de ‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros‘, assina o roteiro;

» O terror causou polêmica em sua estreia no festival Sundance 2024, tendo feito diversos espectadores abandonaram a sala de cinema por ser considerado “muito intenso”;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Legado

(Homestead)

 

Elenco:

Neal McDonough
Dawn Olivieri
Susan Misner

 

Direção: Ben Smallbone

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Março de 2025

Sinopse: 

Em O LEGADO, após o rápido colapso da sociedade, o complexo da montanha de um homem rico luta entre as compulsões militares de seus operadores veteranos e os valores rurais de seus membros familiares.

Curiosidades: 

» O longa é baseado na saga literária Black Autumn, escrita por Jeff Kirkham e Jason Ross;

Trailer:

Cartazes: 

Cartaz de filme 'Homestead' com cowboy e fogo.

Fotos: 

Dois homens conversando ao ar livre com árvores.

Homem com chapéu em ambiente escuro

Desconhecidos

(Strange Darling)

 

Elenco:

Willa Fitzgerald
Kyle Gallner
Barbara Hershey

 

Direção: JT Mollner

Gênero: Terror

Duração: 97 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em DESCONHECIDOS, um predador implacável rastreia uma mulher ferida pela natureza selvagem de Oregon, nos EUA. Ela faz o possível para ser mais esperta que seu agressor, mas a cada momento de tensão ela fica mais fraca e se sente menos capaz. Ele é um homem com uma missão e é apenas uma questão de tempo até capturar sua presa.

Crítica | Willa Fitzgerald entrega a MELHOR performance da carreira no suspense ‘Desconhecidos’

Curiosidades: 

» Além de dirigir, JT Mollner também assina o roteiro do longa;

» Aclamado pelos críticos, o longa conquistou impressionantes 95% de aprovação no Rotten Tomatoes;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster do filme "Strange Darling" com mulher de cabelo vermelho.

Fotos: 

Mulher ruiva em quarto iluminado por abajur.

Pessoa correndo com expressão séria, vestindo roupa vermelha.

Homem com espingarda em floresta densa

Casal em cena íntima, quarto com decoração rústica.

Mulher correndo em jardim ensolarado.