‘Um Filme Minecraft‘, adaptação live-action do icônico jogo de blocos da Mojang, estreou com uma recepção explosiva — literalmente, em alguns casos.
Mas o que era para ser apenas uma celebração geek se transformou em confusão em algumas salas.
Uma cena em que o personagem Steve grita “Chicken Jockey!” viralizou nas redes sociais e passou a ser repetida em coro por jovens nos cinemas. A frase virou trend no TikTok e Instagram, mas em algumas sessões, o entusiasmo exagerado atrapalhou o público, chegando ao ponto de a polícia ser chamada em um caso para conter a agitação.
PERTURBADOS!
O filme Minecraft estreou nos cinemas em 3 de abril e se tornou um grande sucesso, arrecadando US$ 301 milhões no primeiro fim de semana.
‘Um Filme Minecraft’, a adaptação cinematográfica do clássico jogo de videogame, consolidou-se como um verdadeiro fenômeno de bilheteria, já tendo dobrado seu orçamento.
Além do sucesso financeiro, o longa recebeu uma impressionante aprovação de 88% do público no Rotten Tomatoes, contrastando com a recepção menos entusiástica da crítica.
Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais!
O mês de abril trouxe consigo a maior estreia nas bilheterias de um filme de 2025. Falamos de ‘Um Filme Minecraft’, baseado em um famoso videogame.
Em contrapartida, a Disney amargou dois fracassos consecutivos de produções ambiciosas suas. Primeiro com ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, que tinha como objetivo lançar outro personagem no lugar do Capitão América, e ‘Branca de Neve’, adaptação de sua primeira animação para os cinemas. Ambos tiveram resultados bem abaixo do esperado.
Abaixo trazemos para você outras estreias badaladas nos cinemas para o mês de abril. Confira e programe-se.
Na época da Páscoa, nada melhor do que ir ao cinema com toda a família para assistir a um filme bíblico. E nada se traduz melhor do que um filme em animação, no qual os pequenos possam entrar também. Altamente educativo, ‘O Rei dos Reis’ é uma produção sul coreana (acredite). Uma história de ninar de pai para filho, se torna a história mais edificante da humanidade, quando o pequeno começa a se ver lado a lado com Jesus, caminhar com ele e a testemunhar os seus milagres.
No mesmo fim de semana, a garotada tem ainda um outro filme para conferir nos cinemas. Esta animação fala sobre um par de tênis falantes, que são um casal. Em seu caminho surge um jovem com sonhos de se tornar jogador de basquete profissional, e com a ajuda de seu novo par de tênis ele começa a conquista-lo. Porém, após um incidente, os tênis são roubados e separados. Agora, um dos pares parte em uma jornada para reencontrar o outro tênis e voltar ao seu dono.
Você gosta de MillaJovovich? Você gosta dos filmes ‘ResidentEvil’ estrelados por ela? Então esse filme pode ser para você. Isso porque ‘NasTerrasPerdidas’ é a nova produção estrelada por Jovovich e dirigida por seu marido, Paul S. W. Anderson. A adição aqui fica por conta do grandalhão Dave Bautista, o Drax da Marvel. Lembrando que o casal também esteve envolvido em ‘Monster Hunter’, um pretenso blockbuster que terminou morrendo na praia.
A produtora A24 é a mais fora da caixinha de Hollywood, e sempre aposta em filmes, digamos, alternativos e não recomendados para todos os públicos, por serem bastante subversivos. Porém, um gênero que o estúdio nunca investiu muito foi nos filmes de guerra. Bem, isso muda agora com esta produção dirigida pelo queridinho do estúdio Alex Garland, responsável por sucessos como ‘Ex-Machina: Instinto Artificial’ e o recente ‘Guerra Civil’. Aqui, temos retratada a experiência real do ex-militar Ray Mendoza durante sua passagem pela Guerra do Iraque em 2006. Mendoza roteiriza e codirige o longa.
Finalizando as principais estreias do terceiro fim de semana de abril, temos uma das obras-primas cult do saudoso David Lynch, cineasta autoral que nos deixou há pouco tempo. Como forma de homenagem ao artista, a Retrato Filmes relança ‘Cidade dos Sonhos’, um de seus filmes mais prestigiados, nos cinemas brasileiros 23 anos depois de sua estreia original. Esse foi o filme que fez deslanchar a carreira de Naomi Watts, então uma ilustre desconhecida. Watts interpreta uma jovem sonhadora, que chega em Hollywood querendo se tornar uma atriz. É claro que o filme também ficou conhecido por suas cenas eróticas para lá de fortes, principalmente no que diz respeito à relação das personagens de Watts e Laura Harring.
O mês de abril será um ótimo mês para o gênero do terror e do suspense. Além de ‘Desconhecidos’, ‘Presença’, ‘Drop’ e ‘Pecadores’, o mês termina com mais uma adaptação de um famoso game. Mas esqueça ‘Super Mario Bros’ ou ‘Minecraft’, já que o assunto aqui está mais para ‘Resident Evil’ ou ‘Five Nights at Freddy’s’, afinal trata-se de um jogo de terror. A trama bastante criativa subverte o gênero das casas de cabana. Um grupo de amigos jovens viaja até uma casa de cabana de um deles. Porém, uma criatura assustadora aparece e mata todos eles. A jogada está aí, pois eles ficam presos em um loop temporal, onde todos os dias são mortos por uma nova ameaça. Agora, precisam descobrir como sair dessa.
Looney Tunes – O Dia que a Terra Explodiu
Tão bom quanto para os filmes de terror, o mês de abril trará também um considerável número de estreias para a garotada. Além de ‘O Rei dos Reis’ e ‘Sneakers’, teremos ninguém menos que a turminha clássica dos Looney Tunes. Nada de Pernalonga aqui no entanto, esse é um longa animado estrelado pelos coadjuvantes Patolino e Gaguinho. O mais curioso disso tudo é que os direitos dos personagens estão com o estúdio Ketchup, que lança o filme nas telonas, com parceria com a Warner, é claro. Porém, essa não é uma produção exclusiva da casa. Na história, os personagens precisam impedir o fim do mundo.
Star Wars: A Vingança dos Sith
Não é apenas David Lynch e seu cult ‘Cidade dos Sonhos’ que serão homenageados e relançados nos cinemas no mês de abril. Teremos uma opção também para os fãs do cinema blockbuster e da saga espacial mais famosa da sétima arte. Sim, falamos de ‘Star Wars’, e do Episódio III, ‘A Vingança dos Sith’, que está completando 20 anos de sua estreia em 2025. Dá para acreditar? O episódio faz parte da trilogia prequel e é o mais querido dela. Aliás, os fãs mais novos o têm como um dos melhores de toda a saga. Sem dúvida é um filme sombrio, com a transformação de Anakin em Darth Vader.
Ninguém deu nada pelo trailer deste filme, e muitos já inclusive previam um fracasso para a Warner. Bem, mostrando como tudo relacionado ao público é bastante imprevisível, a base de fãs do jogo fez do longa um verdadeiro sucesso em seu primeiro fim de semana. E se as coisas continuarem assim, ‘Minecraft’ será um dos filmes mais bem-sucedidos financeiramente do ano. Jack Black e Jason Momoa devem ter dado festa.
O que Eastwood, Sylvester Stallone e a nossa Ísis Valverde têm em comum. Bem, esse não é o começo de uma piada do tipo: “um português, um japonês e um alemão entraram em um bar…”, embora pareça. Acontece que os três estão no elenco de um filme de ação. E bem, devo começar dizendo que não é Clint Eastwood, e sim seu filho, Scott Eastwood. No filme, Sly é contratado para encontrar um casal de ex-agentes secretos, que descobriu um grande segredo.
Enquanto a maioria dos grandes estúdios luta para fazer seus filmes “acontecerem”, vez ou outro um fenômeno curioso pode ocorrer com uma produção menor e independente: o público eleger um filme e não parar de falar sobre ele. Hoje em dia, com as redes sociais esse boca a boca se potencializa. Foi o que ocorreu com ‘A Substância’ no ano passado, por exemplo. Em menor escala temos este ‘Desconhecidos’ (Strange Darling), destinado a passar em branco, o longa obteve um burburinho que se espalhou rapidamente, e logo todos estavam falando sobre ele. A Paris Filmes não deu bobeira, se ligou e resolveu lançar o longa aqui no Brasil, para que mais pessoas o conheçam.
Ainda na seara de filmes de terror, temos o novo projeto do diretor vencedor do Oscar Steven Soderbergh (Traffic). O cineasta resolveu se embrenhar no terreno do terror e ousar ao expandir o gênero dos filmes de casas assombradas. Tido como uma revolução do gênero, Soderbergh é sempre criativo em suas escolhas e o filme vem sendo anunciado como experimental, ou seja, espere um longa autoral e diferente do que costumamos esperar. Lucy Liu é o nome mais famoso do elenco.
No segundo fim de semana de abril temos uma produção da Universal Pictures que promete ser um dos suspenses mais interessantes do ano. Sem grandes nomes no elenco, aqui temos uma premissa identificável e ao mesmo tempo de gelar a espinha. Quem dirige é Christopher Landon, o mesmo de ‘A Morte te dá Parabéns’ e ‘Freaky’. Esse, no entanto, é seu filme mais adulto. Um thriller de arrepiar, temos uma mulher aceitando sair em seu primeiro encontro após ter ficado viúva. Tudo parece estar indo bem no restaurante, porém, ela começa a receber mensagens assustadoras em seu celular, que se provam bem reais. Tensão define. Quem protagoniza é a ótima Meghanm Fahy, da segunda temporada de ‘White Lotus’.
No segundo fim de semana de abril, o suspense irá dominar os cinemas. Mas enquanto o filme acima é um thriller que se aproxima mais do terror, ‘Operação Vingança’ já é um suspense mais voltado para a espionagem e a ação. Quem estrela é o vencedor do Oscar Rami Malek, como um agente do governo, que trabalha na parte de informática. Ele perde a mulher em um atentado, e agora decide ir atrás dos culpados. O problema é que ele está bem longe de ser James Bond, então precisa agir com o que sabe, ou seja, usando suas habilidades hacker. Laurence Fishburne também está no elenco.
Rina Sawayama não é um nome que você já ouviu por aí – mas deveria. Tendo lançado seu mini-EP ainda em 2017 e participado de algumas séries, a cantora, modelo e formada em Política começaria a investir na promoção de seu primeiro grande álbum de estúdio apenas no final de 2019, lançando um espetacular single que cairia nas graças do público e da crítica especializada. A música, intitulada “STFU!”, cultivaria altas expectativas para o début oficial de sua obra homônima – que ocorreu apenas há alguns dias e já se tornou um dos favoritos do ano. E não é por menos: a competente produção é simplesmente uma amálgama irreverente de inúmeros gêneros musicais, que desprendem-se de suas engessadas convenções para explodir em uma dançante, crítica e apaixonante jornada sinestésica.
‘SAWAYAMA’, como fica conhecido o CD, começa de um jeito bastante inesperado. Apesar de rotulado como o gênero pop – que faz sentido, considerando as canções promocionais -, as iterações se aproximam muito mais de um heavy metal e de um nu-metal vibrante, colorido, permeado por guitarras impactantes e rendições vocais que se assemelham à perfeição operística de Tarja Turunen e que rendem explorações diversas conforme nos deliciamos com treze irretocáveis faixas. “Dynasty” dá a abertura com um ressonante órgão antes de se dispersar em uma letra romântico-épica que cresce a cada nova batida e mergulha numa atmosfera dark e envolvente após o primeiro refrão. Logo de cara, percebemos que a iteração entra em uma teatral contradição com “Snakeskin”, balada que se constrói apenas através do piano e dos sintetizadores muito bem colocados.
Diferente de outros artistas, que já vêm há algum tempo canalizando seus esforços para homenagens diversas às últimas décadas do século passado, Rina opta por se estender apenas uns anos no passado, destinando sua inspiração aos anos 2000 e ao potente R&B que dominava as rádios e as paradas – mas é claro que ela não faz algo esperado: em “XS”, ela transforma o estilo em questão em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos. O mesmo acontece na supracitada “STFU!”, que une a rebeldia da guitarra com uma dramática unilateralidade dos versos.
Sawayama parece brincar com o que tem: ela nos transporta a uma espécie de karaokê no meio das ruas com a kawaii“Paradisin’”, que nos dá uma sensação propositalmente infantiloide pelo uso de elementos próprios do mundo dos games e de uma repetição constante dos acordes e de sua tecedura – tudo isso em contradição com uma divertida história de amadurecimento; na clubby“Comme Des Garçons (Like The Boys)”, sente-se confiante o bastante para voltar a um synth-pop noventista mascarado com aspectos do avant-industrial e um chorus simplesmente maravilhoso que é premeditado desde o começo; no ato final, entrega-se ao hino de superação “Who’s Gonna Save U Now?”, colocando-o de modo bastante sagaz como uma apresentação ao vivo que apenas aumenta sua sensação de triunfo.
Enquanto “Akasaka Sad” pode passar despercebida em meio a outras produções mais mercadológicas e instigantes, a track merece maior atenção e reconhecimento por ser a mais pessoal de todo o CD. Novamente, Rina nos guia através de um escopo instrumental marcado por sintetizadores e bastante upbeat, deixando suas reais intenções atrás de um significado familiar que atravessa gerações e até mesmo serve como análise antropológica. Nessa faixa, Sawayama explora sua descendência japonesa e a imigração para Londres aos cinco anos de idade, percebendo, anos depois, que sente-se alheia aos dois locais, criando um lugar chamado Akasaka Sawayama (que faz alusão ao palácio Akasaka, no Japão, que abriga os visitantes do Estado), que estende suas raízes para a mãe e para o pai.
Pouco depois, ela volta a entender a si mesma com um autodescobrimento bastante singelo em “Love Me 4 Me”, que ergue-se sob um pop-rock influenciado tanto pelas frases motivacionais da lendária RuPaul e dos sintetizadores cíclicos dos anos 1980 (mantendo relações dialógicas até mesmo com Michael Jackson), sem deixar isso muito claro. Na verdade, a artista é cautelosa em demasia e, num complexo universo que cria dentro do CD, coloca sua identidade única do mesmo modo que cultiva uma ambiência cotidiana e relacionável o bastante. Em outra esfera, ela não deixa construções mais lentas de fora, entregando joias lapidadas como a exuberante “Chosen Family” ou a nostálgica “Bad Friend”.
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‘SAWAYAMA’ segue o caminho de revitalização da música mainstream e indie e equipara-se a tantos ótimos álbuns lançados em 2020. Rina, por sua vez, mostra-se como um nome que tem muito a oferecer nos próximos anos, talvez representando um futuro brilhante para a esfera fonográfica: suas habilidades criativas são invejáveis e aplaudíveis em todos os sentidos – conseguindo enterrar os poucos deslizes do álbum em performances implacáveis.
A cantora sueca Tove Lo definitivamente não tem o reconhecimento que merece: iniciando sua carreira em 2006 e vindo lançar seu primeiro álbum apenas em 2014, a artista grunge ganhou notoriedade por suas cruas e autobiográficas investidas no gênero pop, mostrando seu apreço inigualável pela mistura de gêneros e por complexas lyrics que até hoje são consideradas como algumas das melhores de sua geração. De fato, sua música mais conhecida, “Habits (Stay High)”, foi lançada há doze anos e, desde então, ela vem trilhando um caminho original e envolvente que culminou, finalmente, na divulgação de sua intimista quarta obra, intitulada ‘Sunshine Kitty’. E, diferente do que podemos imaginar, seu controverso título mergulha numa melancólica jornada que nega um escopo ensolarado e prefere entregar algo mais agridoce e com a mesma profundidade que suas iterações predecessoras.
Em sua mais nova epopeia musical, Tove Lo recupera mais uma vez o controle de suas produções e fica responsável por todas as canções de forma propositalmente solitária, imprimindo as conhecidas características de sua discografia ao mesmo tempo que convida outros nomes conhecidos (e inesperados) para ajudá-la nesse processo. Partindo de uma premissa paradoxalmente sintética e natural, ela busca por uma extensão de seu último CD lançado (‘Blue Lips’, 2017) e explora as múltiplas camadas do synth-pop enquanto se alia com uma vanguardista tendência do PC music, convidando-nos para revisitar os primeiros anos da década passada e o nascimento do electro-music.
Logo, a breve introdução “Gritty Pretty” funciona como uma espécie de “ato de contrição” que reúne em um mesmo lugar as sonoridades encontradas nessas 14 novas faixas – desde as baladas guiadas pela guitarra até as obrigatórias dissonâncias que conversam com o nicho eletrônico. O pano de fundo também serve como prólogo para “Glad He’s Gone”, track na qual a lead singer usa e abusa de sua extensão em soubrette para premeditar cada uma das estrofes, além de deixar bem claro que irá se restringir ao recuo de um delicioso e melódico mezzosoprano. E, bom, se em “Habits” essa eu-lírico mergulhava em um angustiante tour-de-force, aqui ela se vê de frente para uma superação e um amadurecimento que vão de encontro à sutil sonoridade e ao aspecto enganoso de romance: na verdade, como ela repete diversas vezes, “você está melhor, estou feliz que ele se foi”.
É inegável dizer que Tove Lo procura nos entregar algo diferente do que tantos outros membros da indústria fonográfica vêm entregando nos últimos meses, mas ela não consegue (ou não quer) se desvencilhar de inúmeras referências automaticamente reconhecíveis. Temos uma drenagem familiar em “Bad as the Boys”, no qual divide os holofotes ao lado do tradicional pop deALMA, e uma minimalista abordagem com “Sweettalk my Heart”, que funde elementos desde “Borderline” até “The Way It Is”. Mas isso não é tudo: essa inclinação permite também que as faixas em questão se afastem de um anacronismo amador e abracem uma crescente e bem-vinda atemporalidade.
‘Sunshine Kitty’ não é apenas sagaz o suficiente para entrelaçar o novo e o antigo, mas também bombardeia os ouvintes com um incontrito electro-dance que viaja pelas décadas de 1980, 1990 e 2000 sem se importar em reverenciar essas três épocas das formas mais inesperadas possíveis. Nesse território, a artista partilha de seus esforços com Jax Jones na sensual e mística “Jacques”, traça uma colaboração abrasileirada com o funkeiro Mc Zaac em uma interessante soturnidade que nos rouba a atenção do começo ao fim na track “Are U Gonna Tell Her?” (com harmonizações surpreendentes) e cria um estilo movido puramente pelos sintetizadores e por um ambience-pop ao lado da lendária Kylie Minogueem “Really Don’t Like U” – que, sem sombra de dúvidas, configura-se como um dos ápices do álbum.
Tove Lo também mostra que não está alheia aos estilos explorados nos dias atuais, voltando-se para uma versão acuada e minimalista do trap que, apesar de aprazíveis, encontram-se em uma dificultosa situação de não conseguir se desvencilhar dos convencionalismos estruturais. É basicamente isso que ocorre com a dramática “Mateo” e é reparado com “Come Undone”, cujo recuo em mid-tempo preza por uma elegante e sexy transição entre seus atos. Já em “Equally Lost”, os aspectos em questão deixam de existir em prol de algo mais latino, diferente de qualquer coisa que já ouvimos dentro de sua ainda jovem carreira.
“Shifted” insurge como inevitavelmente a melhor música do álbum por diversas razões: desde sua resplandecente atmosfera dark, passando pela perfeição vocal da cantora e a culminação no melodrama almejado pelo impacto dos sintetizadores em paralelo aos acordes do violão – tudo caminhando para uma teatral e antirromântica rendição. Felizmente, a clareza sonora dessa peça é seguida pelo avant-pop de “Mistaken”, que pode até perder um pouco de seu brilho por se assemelhar a outras produções, mas presta atenção nos deslizes cometidos e atinge seu propósito.
Tove Lo retorna em gloriosa forma com uma obra inebriante e transbordando com artísticas tendências à frente de seu tempo – sem deixar que essa originalidade ofusque marcas saudosistas e que refletem sua inserção numa época categórica da música contemporânea. Por tais razões, ‘Sunshine Kitty’ aproveita de seus propositais fragmentos para dilacerar e costurar, ao mesmo tempo, um percurso sensorial conduzido por intimistas e melancólicas declamações.
Mesmo a terceira temporada de ‘White Lotus’ não agradando tanto como as duas primeiras, é notório o sucesso desse projeto criado por Mike White. Um dos trunfos desse seriado de antologia é conseguir prender a atenção com ganchos que vão ligando os finais de cada episódio com a sequência da história.
Pensando em algumas séries que também conseguem essa vitória para qualquer roteirista, segue abaixo 10 ótimas dicas para você maratonar:
Essa série de antologia chegou na 7ª temporada nesse início de 2025 com seis episódios que continuam misturando sátira com ficção científica. Mais uma ótima leva de capítulos!
No ano de 1981, nos últimos anos de guerra fria, um fato curioso aconteceu em águas escandinavas. Um submarino russo classe Whiskey, U-137, em treinamento, após uma enorme bebedeira por parte de sua tripulação, acaba ficando encalhado no território sueco. Durante quase duas semanas uma série de situações políticas criou um verdadeiro alarde para os mandachuvas das duas maiores potências mundiais tendo no centro do tabuleiro o ex-primeiro ministro sueco Thorbjörn Fälldin (Rolf Lassgård) que fez de tudo para que a diplomacia vencesse quem tinha a pólvora nas mãos.
Seriado alemão lançado em fevereiro desse ano no ótimo streaming da Apple Tv+ nos apresenta os enormes conflitos que enfrenta a Dra. Parker que assume o comando do pronto-socorro de um dos mais procurados hospitais de Berlim.
Trazendo o nosso Wagner Moura como um dos protagonistas, ao lado do também ótimo Brian Tyree Henry, Ladrões de Drogasnos mostra dois amigos que se passam por policiais para roubar criminosos. Só que um dia, tudo dá errado e eles precisam lidar com as consequências.
Com tudo para ser considerada uma das melhores séries de comédia do ano, O Estúdio nos leva até a história um homem que vira o novo diretor de um poderoso estúdio de cinema. De forma satírica e até mesmo metendo o dedo em várias polêmicas que circulam pelo mundo da sétima arte esse projeto é um golaço que deve ganhar alguns prêmios na próxima temporada de premiações.
Buscando um dinamismo impressionante ao mostrar a cada episódio uma hora de um turno da emergência de um hospital bastante movimentado essa série é uma espécie de ‘24 horas’ médica. Já ganhou renovação para segunda temporada.
Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.
O ex-mandachuva da maior potência mundial George Mullen (Robert de Niro) vive seus dias na tranquilidade de sua confortável residência ao lado da esposa Sheila (Joan Allen). Certo dia, após um ataque hacker sem precedentes, é convocado pela atual presidente Evelyn Mitchell (Angela Bassett) para ser o encarregado pela ‘comissão do dia zero’ – uma ação definida pela presidente com extensão de poderes totais até os responsáveis serem descobertos. Aos poucos vai percebendo que nada será simples.
Ambientado na região de Utah no século XIX, sob diversos pontos de vistas, conhecemos Sara (Betty Gilpin), uma mãe desesperada para chegar até o oeste com o filho Devin (Preston Mota). Seu caminho acaba se cruzando com o de Isaac Reed (Taylor Kitsch) que a ajuda numa jornada de muita dor, sangue e batalhas pela sobrevivência. Paralelo a isso, uma disputa por poder deixa toda a região selvagem e imprevisível.
Continuação da série Demolidor exibida por algumas temporadas entre 2015 e 2018, Demolidor: Renascidotraz de volta o advogado cedo Matt Murdock que esconde ser o vigilante que dá nome ao seriado. Nessa temporada, precisará enfrentar a perda de um alguém bem próximo e seus conflitos pessoais que se chocam após abandonar suas atividades como o famoso mascarado combatente do crime.
O encontro de desabafos, sensações e conclusões. Com um discurso criando seu oásis nas angústias dos relatos de uma viagem pela região amazônica de um dos maiores poetas da nossa literatura, Mário de Andrade, o Turista Aprendiz pode ser interpretado como uma peça filmada – bem definida por atos – caminhando com paradas no experimental, na ficção, no documental. Essa experiência dirigida e roteirizada por Murilo Salles faz valer o encontro das sensações, das emoções, com personagens ganhando força no imaginário.
O caminho traçado por essa obra vai de encontro a uma necessidade de preenchimento de lacunas das verdades do Brasil pouco visto, utilizando como trunfo a experimentação – e todo o alcance e possibilidades – da linguagem cinematográfica na narrativa. Seu ritmo lento parece criar as reflexões no pós instante, algo que ganha complementos ao longo dos 92 minutos de projeção. Imagens da época, fotografias, encenações, uma narração que não se desgruda, se tornam elementos que saltam na aleatoriedade dos movimentos.
Qualquer obra que nos leva na borda do decifrar uma personalidade através de um ofício que liga os tantos pontos de um país já tem seu mérito próprio quando pensamos em registro. Esse longa-metragem, que teve um circuito modesto no tão disputado circuito exibidor brasileiro, se arrisca também em buscar em alguns momentos traçar os paralelos da época com os tempos atuais, como nas imagens de um ambulatório lotado durante a Covid-19 embutido numa passagem por uma região sofrendo com a malária, uma luta naqueles tempos.
Dando ênfase no seu traço mais marcante, o filme busca suas inspirações no Livro O Turista Aprendiz e fatos documentais, apresentando sua versão para o olhar do ávido observador, criador de crônicas que englobam a cultura, a política, a sociedade. Esse cantinho de personalidade que deixa rastros da complexidade de sua inquietude se junta a um se jogar na busca, no entender e interpretar tudo que vê com os próprios olhos durante uma viagem que mudaria sua visão de mundo.
Não há a necessidade de ser um grande conhecedor da história do cronista paulista – e um dos fundadores do modernismo – para chegar as tão variadas reflexões. O roteiro localiza o momento deixando nas entrelinhas uma breve biografia de Mario de Andrade, um homem de mente pulsante que viajou por alguns cantos de nosso extenso território em busca de uma identidade cultural para nosso país.
Retratar os horrores de qualquer guerra é sempre uma jornada angustiante por conta dos inúmeros conflitos emocionais que muitas vezes são os focos de produções a cada ano. Para você que curte o assunto e obras com amplo contexto sobre esses embates, segue abaixo uma lista com algumas dicas:
Tempo de Guerra
Lançado nesse início de 2025 nos cinemas, o drama Tempo de Guerra nos leva até a história real de um grupo de soldados que ficaram cercados em uma casa por inimigos, em meio a conflitos no Iraque.
Dunkirk
Dirigido por Christopher Nolan, Dunkirk nos mostra o cerco feito pelos alemães na cidade francesa de Dunkirk e a evacuação das forças aliadas desse lugar.
Na trama, conhecemos o grupo de batalha liderado pelo sargento Don Collier (Brad Pitt). Nesse grupo, estão o religioso Bible (Shia Lebouf), o esquentadinho Grady Travis (Jon Bernthal), o inteligente Gordo (Michael Peña). Já perto do fim da batalha mais sangrenta que a humanidade já viu, o pequeno batalhão é chamado para invadir cidades alemãs que ainda não haviam se rendido, ao mesmo tempo e para ajudar nesse objetivo, ganham o ‘reforço’ do datilógrafo Normam (Logan Lerman) que acaba sendo introduzido aos horrores da guerra pelo enfurecido líder do grupo.
Na trama, ambientada na cidade de Antuérpia no ano de 1942, conhecemos Wilfred (Stef Aerts) um jovem policial belga que se vê completamente perdido na sua função presenciando atos cruéis de nazistas que ocupam o lugar onde nasceu sem que o governo belga nada possa fazer. Quando seu destino cruza com o outro oficial, Lode (Matteo Simoni), esse último ligado à resistência contra os nazistas, um ato que causa a morte de um oficial nazista fazem esses dois personagens se envolverem em uma trama repleta de reviravoltas onde a iminência da tragédia para todos os lados se torna algo visível.
Na trama, dirigida pelo cineasta Aaron Schneider, conhecemos o capitão da marinha norte-americana Ernest Krause (Tom Hanks) que tem uma missão muito complicada, na fase inicial da Segunda Guerra Mundial, liderar diversas embarcações de mais de três dúzias de navios norte-americanos e britânicos a cruzar o enorme Oceano Atlântico e protege-los dos ataques perigosos dos enormes submarinos nazistas. Ao longo de todo o filme, vamos vendo toda a angústia e pressão na cabine de comando.
Na trama, somos jogados novamente para os horrores da Primeira Guerra Mundial, mais precisamente para o ano de 1917 e no início do mês de abril (exatamente no dia em que os Estados Unidos declararam guerra à Alemanha e seus aliados), onde dois jovens soldados britânicos recebem ordens claras e objetivas para atravessarem um enorme território, inclusive passar próximo das linhas inimigas, tudo isso para entregar uma mensagem importante que pode salvar todo um batalhão com mais de 1.500 britânicos. Assim, reunindo forças de onde podem os jovens enfrentarão obstáculos complicados para chegarem até seu objetivo.
Na trama, ambientada na década de 40, conhecemos o carismático Desmond Doss (Andrew Garfield), um jovem que fora criado no interior dos Estados Unidos junto com seu irmão Hal, sua mãe e seu conturbado pai. Após apaixonar-se por uma linda enfermeira chamada Dorothy Schutte (Teresa Palmer), Desmond resolve se alistar no exército norte americano para lutar na segunda guerra mundial por achar que é seu dever. Cheio de princípios e invocando leis que poucas pessoas conheciam ele quer se manter no exército mas sem tocar em nenhuma arma, fazendo parte do corpo de médicos para ajudar nas batalhas quando preciso. Isso causa uma grande confusão com seus superiores, o Capitão Glover (Sam Worthington) e Sargento Howell (Vince Vaughn) que fazem de tudo para ele desistir. Só que a fé é gigante para esse jovem e mesmo indo a corte marcial consegue os direitos de ir pro campo de batalha totalmente desarmado e assim irá enfrentar os horrores da guerra tentando mostrar seu valor.
Ambientado na guerra civil na Somália, esse filme retrata a história real de alguns soldados que ficaram em fogo cruzado após dois helicópteros serem surpreendentemente abatidos.
Na trama, ambientada já no fim da Guerra do Iraque conhecemos os soldados norte-americanos Matthews (John Cena) e Isaac (Aaron Taylor-Johnson), que durante uma inspeção a um lugar suspeito no meio do deserto acabam sendo encurralados por um conhecido sniper iraquiano que trava com eles um terrível e manipulador jogo psicológico, principalmente com Isaac, que se refugia atrás de uma grande parede quase destruída, e após Matthews ser atingido. Assim, ao longo dos intensos 88 minutos de projeção, somos testemunhas de um confronto entre o desespero e a paciência.
Na trama, conhecemos o atirador de elite do exército norte-americano Chris Kyle (Bradley Cooper), um texano de origem humilde que por volta dos 30 anos resolve abandonar a vida de cowboy e ingressar nas forças armadas norte-americanas. Enviado para uma das maiores zonas de conflitos que o mundo já viu nesse e no último século, Kyle conseguiu virar uma lenda, assassinando mais de 100 pessoas nos combates em que marcou presença. Obviamente, sua vida familiar sofre um grande tormento cada uma das quatro vezes que vai e volta da guerra.
Em nossos momentos de descanso nada melhor do que ir para o sofá da sala, chamar a família e conferir um filminho bom! Para você que está nessa situação, não se preocupe, separamos algumas boas opções:
Na trama, acompanhamos a trajetória do experiente piloto norte americano Barry Seal (Tom Cruise), pai de família e casado com Lucy (Sarah Wright) que vendo oportunidades onde ninguém viu, vira contrabandista de armas para a tão temida CIA e ao mesmo tempo que faz trabalhos de logística e entregas para o alto escalão do cartel de Medellín (Escobar e companhia). Ao longo de quase duas décadas, acompanhamos Seal e seu negócio extremamente rentável, consequentemente perigoso.
Na trama, conhecemos Eduardo (Gabriel Leone) e Mônica (Alice Braga). Eles não sabem mas vão se apaixonar perdidamente. Ele, um jovem que está perto de prestar o vestibular, joga futebol de botão com seu avô (com quem mora após o falecimento de sua mãe), tem o sonho de ser engenheiro, nunca se apaixonou. Ela, uma jovem já na fase final da residência em medicina, que faz experimentos visuais em festas e espaços, mora sozinha e anda de moto, gosta do movimento Nouvelle Vague, está antenada em manifestações e na luta por dias melhores para sua comunidade. Essas duas almas vão se encontrar em uma festa e o destino deles estará entrelaçado para sempre.
Na Mira do Atirador
Na trama, ambientada já no fim da Guerra do Iraque conhecemos os soldados norte-americanos Matthews (John Cena) e Isaac (Aaron Taylor-Johnson), que durante uma inspeção a um lugar suspeito no meio do deserto acabam sendo encurralados por um conhecido sniper iraquiano que trava com eles um terrível e manipulador jogo psicológico, principalmente com Isaac, que se refugia atrás de uma grande parede quase destruída, e após Matthews ser atingido. Assim, ao longo dos intensos 88 minutos de projeção, somos testemunhas de um confronto entre o desespero e a paciência.
Na trama, conhecemos um jovem chamado Balram (Adarsh Gourav) que nasceu em uma pequena comunidade nos arredores de uma cidade indiana. Sem muitas oportunidades (as que tem outros tiram dele), largou a escola cedo e não sabe nem de longe regras básicas de higiene. Mas querendo se tornar alguém na vida, embarca em uma viagem até a casa de um multimilionário onde consegue ser motorista de Ashok (Rajkummar Rao). O tempo passa e muitas vezes, mesmo sendo muito dedicado, Balram é humilhado. Mas tudo muda em um dia em que acontece um acidente de carro, fato que fará o protagonista abrir os olhos para a realidade que lhe é imposta e ir atrás, custe o que custar, por um lugar ao sol.
Greyhound
Na trama, dirigida pelo cineasta Aaron Schneider, conhecemos o capitão da marinha norte-americana Ernest Krause (Tom Hanks) que tem uma missão muito complicada, na fase inicial da Segunda Guerra Mundial, liderar diversas embarcações de mais de três dúzias de navios norte-americanos e britânicos a cruzar o enorme Oceano Atlântico e protege-los dos ataques perigosos dos enormes submarinos nazistas. Ao longo de todo o filme, vamos vendo toda a angústia e pressão na cabine de comando.
Uma jovem inglesa vai para os EUA estudar, lá se apaixona por um rapaz. Juntos, vivem uma intensa paixão. Quando tudo está indo muito bem, uma problemática com o visto da jovem coloca em xeque esse forte sentimento. Eles acabam tendo que enfrentar um arriscado relacionamento à distância. Será que esse amor é maior que qualquer obstáculo que a vida impõe?
Abordando um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro, brilham em cena dois artistas que se completam: Santiago Cabrera e Blanca Lewin dão vida aos personagens que comovem o público com suas incertezas e desejos evidentes um pelo outro.
Chet Baker – A Lenda do Jazz
Na trama, conhecemos a lendária história do genial músico de Jazz Chet Baker (Ethan Hawke), que durante todo seu auge se meteu em diversas confusões, além de seu intenso e preocupante vício em vários tipos de drogas. O roteiro foca mais forte na parte da tentativa de reestruturação de sua carreira após uma grave lesão, oriunda de uma agressão motivada por dívidas antigas. Seu encontro com uma atriz chamada Jane (Carmen Ejogo), que conheceu em um set de filmagens, praticamente redefine os anos seguintes de sua trajetória.
Alex e Ruth formam um casal que mora no mesmo edifício, sem elevadores, durante todo esse tempo. Assim, de uma hora para outra, resolvem vender o apartamento e descobrir novos horizontes para viveram a parte final de suas vidas.
Uma das avenidas que todo amante das artes ama, a Broadway, comporta mais de 40 teatros e se tornou lendária com produções que marcam gerações até hoje. Não é à toa que muitas obras cinematográficas se basearam em peças de sucesso exibidas nessa região – não só musicais – que ganharam adaptações para telona. Pensando em algumas delas, segue abaixo uma lista bem legal:
Na trama, voltamos aos anos 50/60, na cidade de New Jersey, onde conhecemos o encrenqueiro Tommy DeVito que vive de roubos na vizinhança, contrabandos e de música. Seu conjunto musical, vai de mal a pior, tocando em pequenos clubes. Certo dia, convida seu grande amigo Frankie Valli (John Lloyd Young) para ser o novo vocalista da banda e assim o grupo ganha projeção. Para dar o último passo rumo ao estrelato, chega o compositor e tecladista Bob Gaudio (Erich Bergen). Apadrinhados pelo mafioso Gyp De Carlo (interpretado pelo sempre excelente Christopher Walken), o grupo tem uma rápida ascensão e uma queda com grandes consequências.
22 anos atrás chegava aos cinemas um musical marcante, pulsante que marcou uma geração. Chicago, dirigido por Rob Marshall, baseado num musical homônimo da Broadway, mistura assassinatos, um advogado aproveitador e uma busca pelo estrelato.
A Noviça Rebelde
Um dos maiores clássicos do cinema, o musical A Noviça Rebelde nos leva até a história de Maria, uma noviça que não se adaptando as regras do convento que vive resolve se jogar no mundo e vira governanta de um capitão.
Criada pelo dramaturgo americano August Wilson no final da década de 1980, a obra Piano de Famíliateve várias adaptações no teatro e até mesmo um outro filme feito para televisão. No no finalzinho de 2024 chegou uma nova leitura agora produzida pela Netflix. Dividida basicamente em dois atos, em grande parte do tempo dentro de uma casa, o roteiro bate forte na tecla do legado resgatando também dores e aflições em torno de pensamentos diferentes dentro de uma própria família que tem num piano um símbolo de resistência.
A vida é um milagre. Fruto da mente de Roald Dahl, um dos escritores britânicos mais aclamados do universo literário, Matilda é uma história bastante conhecida para os amantes de musicais tendo montagens emblemáticas na Broadway e em outros palcos. Nessa versão cinematográfica da história da carismática protagonista, dirigida pelo cineasta Matthew Warchus, acompanhamos Matilda, uma leitora assídua, uma contadora de histórias cheias de detalhes lutando para ser feliz tendo como trunfo sua imaginação e inteligência.
As reflexões sobre a vida por meio das frustrações das relações. Buscando trazer à luz um engenhoso e instigante abrigo para conflitos familiares, o cineasta e dramaturgo Stephen Karam nos apresenta uma família beirando ao disfuncional em uma reunião repleta de momentos chave. O filme pode ser definido como um recorte intimista, duro, intenso, marcante sobre as relações interpessoais de uma família que chegam em um ponto de erupção de suas emoções cada qual nos seus dramas individuais que de alguma forma afetam como um todo. Disponível no ótimo catálogo da MUBI, o projeto é baseado numa famosa peça da Broadway, onde inclusive a atriz Jayne Houdyshell ganhou um Tony (o Oscar do teatro norte-americano) por sua atuação.
Na trama, conhecemos o jovem e pacato Evan (Ben Platt). Ele está quase concluindo o ensino médio norte-americano mas se encontra em dúvidas sobre várias questões, não sabendo lidar com sua marcante solitude, problemas no relacionamento com a trabalhadora e guerreira mãe a enfermeira de vários plantões Heidi (Julianne Moore). Após se machucar de uma maneira a princípio não muito bem explicada, ele engessa o braço e volta a frequentar a escola. Nos dias que se sucedem acaba tendo uma única interação com um aluno problemático chamado Connor (Colton Ryan), e em um ato isolado, esse acaba assinando seu gesso que estava em branco. No dia seguinte Evan descobre que Connor se suicidou e a família de Evan acha uma carta o que faz todos pensarem que Connor e Evan eram grandes amigos. A partir disso, uma série de situações acontecem transformando a vida de Evan para sempre.
Na trama, conhecemos Usnavi (Anthony Ramos), imigrante da República Dominicana, perto dos seus 30 anos que possui um pequeno mercadinho em Washington Heights, bairro de Nova York (um bairro que na visão dos seus moradores, estava desaparecendo em Nova York). Nesse mesmo bairro moram vários imigrantes latinos e personagens que acompanhamos mais de perto, como Vanessa (Melissa Barrera), uma jovem que busca o sonho de ser estilista mas trabalha para pagar as contas em um salão de cabelereiro; Nina (Leslie Grace) a jovem que é o orgulho do bairro pois conseguiu entrar na prestigiada faculdade de Stanford mas ela volta para passar as férias no lugar onde nasceu com segredos sobre sua jornada; Benny (Corey Hawkins) um jovem que trabalha numa empresa de táxi do pai de Nina e sonha em assumir o negócio quando o chefe se aposentar. Esses e outros personagens passarão dias intensos quando um apagão acontece, alguém do bairro ganha 96.000 dólares na loteria, uma querida personagem parte e sonhos precisarão ser reconquistados.
O Festa de Formatura
Baseado em uma peça de grande sucesso na Broadway, O Baile de Formatura, Prom no original, fala sobre preconceito, medos e também de indiferenças por trás das cortinas da Broadway. O projeto dirigido por Ryan Murphy tem duas vertentes: a dos artistas que no meio da batalha contra o preconceito, junto à protagonista, refletem sobre a vida, a carreira e seus medos e inseguranças; e também a de Emma (interpretado pela debutante em longas-metragens Jo Ellen Pellman) que além de forte e corajosa, enfrenta o preconceito para ter a liberdade de amar sem julgamentos.
O passado, o presente e o futuro podem ser caminhos diferentes para percorrermos. Meses atrás, estreou na Netflix o poderoso drama American Son, baseado em uma peça de teatro de grande sucesso na Broadway estrelada, nesse filme e no teatro, pelos ótimos atores Kerry Washington e Steven Pasquale. Em um cenário, que pode até ser considerado uma peça filmada, um desenrolar emotivo que dialoga em questões sobre preconceitos, medos e diferenças com poderosas atuações da dupla protagonista.
A psicologia está completamente ligada ao comportamento, na forma de agir, onde variáveis das mais diversas influenciam uma trajetória. Alguns filmes conseguem grande profundidade nesse campo nos levando de forma avassaladora até epicentros de conflitos. Pensando em algumas dessas obras, e pra você que curte psicologia, segue abaixo um listão com 10 filmes:
O dia depois que eu partir
Na trama, conhecemos o cirurgião veterinário Yoram (Menashe Noy), um homem de meia idade, sério e comprometido com seu trabalho. Quando sua filha Roni (Zohar Meidan) tenta o suicídio, ele precisa buscar ajuda aonde pode para voltar a ter diálogos com ela. Tentando ouvir todos que giram ao seu redor, Yoram embarca em uma viagem de autoconhecimento, quebrando paradigmas existentes em suas geladas e magoadas emoções.
Na trama conhecemos Ollie (Tye Sheridan), um esforçado novato na função de paramédico que se dedica também aos estudos para uma vida melhor. No seu ofício, no complexo turno da noite, logo de cara enfrenta o caos das emoções que chegam forte por um cotidiano repleto de dor e emoções conflitantes. Aos poucos busca na sua única referência, Rut (Sean Penn), um experiente na função, algum sentido para seu presente. Mas nada será tão simples.
Na trama, conhecemos o boxeador e medalhista olímpico mexicano Miguel ‘Bayoneta’ (Luis Gerardo Méndez) que após um trágico final de sua última luta, quando era visto como uma estrela em ascensão no esporte que escolheu, resolve se mudar para a Finlândia se distanciando de amigos e família. Nesse lugar, busca se reestabelecer emocionalmente quando uma nova oportunidade chega até ele.
Esperando Bojangles
Na trama, conhecemos Georges (Romain Duris), um contador de histórias, meio malandro, que durante uma festa que chegou de penetra acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia que acaba passando para seu filho. O casal tem a rotina de escutar, naquelas vitrolas antigas, em muitos desses momentos a canção Mr. Bojangles. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não quer nem consegue acessar o cotidiano e a realidade que se apresenta.
Na trama, conhecemos a peculiar Alice Klieg (Kristen Wiig), uma mulher de meia idade com um transtorno de personalidade evidente, que por acaso acaba ganhando na loteria norte-americana e decide apostar todas suas fichas investindo em um programa de televisão que fala sobre sua vida, suas memórias e situações que já vivenciou. A partir dessa opção, acaba se tornando obsessiva em ser famosa e acaba se distanciando ainda mais de todos os que a cercavam.
Na trama, ambientada pelas décadas de 70 e 80, conhecemos quatro dos irmãos Von Erich, uma família de lutadores que foi criada por um pai exigente e uma mãe permissiva. Ao longo do tempo vamos percebendo como essa criação voltada para um único objetivo, o de fazer campeões, acaba afetando todos esses irmãos que logo precisam conviver com tragédias sem fim.
Na trama, conhecemos Alice (Bárbara Lennie, simplesmente fabulosa no papel) uma investigadora muito inteligente, que está em um momento conturbado no relacionamento com o marido, e resolve aceitar uma investigação de um crime em um hospital psiquiátrico. Para tal, resolve inventar uma personagem com determinado sintoma (aqui, a paranoia) e se internar por livre e espontânea vontade. Durante sua estadia nesse lugar, investigando de perto médicos e pacientes, passará por situações onde descobrirá segredos que aos poucos vão colocando tudo que ela própria pensa em xeque.
Na trama, conhecemos Paloma (Garance Le Guillermic), uma jovem inteligente, muito à frente do seu tempo, que está decidida a se matar por não mais conseguir aturar sua vida e se sentir deslocada em uma família egoísta, rica e distantes entre si. Mas no prédio que ela mora, não é a única que se sente solitária. Reneé (Josiane Balasko) é a zeladora do prédio e precisa aturar todo tipo de situação no seu dia a dia. Amante dos livros, conversa com os poucos amigos que tem. A chegada de um novo vizinho, Sr. Ozu (Togo Igawa), acaba mexendo com a vida não só de Paloma mas também com a de Reneé, criando inclusive uma amizade entre as duas.
Na trama, conhecemos Anthony (Anthony Hopkins), um homem já no terço final de sua vida, perto dos 80 anos, que vive seus dias em um apartamento confortável em Londres onde recebe a visita constante de sua filha Anne (Olivia Colman). Quando essa última conta para ele que está indo morar em Paris, situações diferentes começam a aparecer nos seus dias, até mesmo personagens diferentes mas que significam algo ao redor da vida dele, e assim conflitos familiares são trazidos à tona. Alucinações? Lembranças? Quais peças não estão lugar?
Na trama, conhecemos Leda (Olivia Colman), uma professora universitária de Literatura comprada que vai passar férias em uma região agradável na Grécia. Recebida por Lyle (Ed Harris), os primeiros minutos parece que seriam calmos e da maneira como ela queria, descansar e trabalhar um pouco. Só que logo chega Nina (Dakota Johnson) e sua enorme família. Algumas situações que ela observa acaba gerando uma série de lembranças e assim vamos conhecendo melhor sua história nos primeiros anos de sua jornada como mãe de duas crianças e tendo uma série de realizações profissionais e uma amorosa tendo que equilibrar.
Dizer que esse ou aquele filme é um ‘filmaço’ se torna um exercício muito pessoal pois cada filme mexe de formas diferentes com cada pessoa. Mas tem algumas obras que são praticamente unânimes e se tornaram marcantes nas vidas de muitos diretores hoje aclamados. Pensando em alguns desses filmes, segue abaixo uma poderosa lista:
Em, A Felicidade não se Compra conhecemos um empresário que está a ponto de se suicidar quando um anjo o encontra com a missão de ajudar e mostrar para esse homem de negócios como seria o mundo sem ele. Uma história linda, natalina e que fará você acreditar cada vez mais na felicidade.
Na trama, conhecemos uma série de personagens ligados de alguma forma ao mundo do crime. Assassinos, traficantes mafiosos, esportista corrompido, psicopatas, assaltantes descontrolados. Acompanhamos por meio de um roteiro longe de qualquer linearidade um desfile macabro e contundente pelo espelho caótico da natureza humana que percorre as linhas da inconsequência.
Na trama, um tenista profissional embarca em um trem e conhece certo homem que sabe muito sobre sua vida, principalmente que tem um casamento infeliz e que está saindo com a filha de um senador americano. Nisso, esse, fala muito sobre o ódio que tem pelo pai e propõe que o tenista mate o seu pai, e que, ele, em troca, mate a mulher do tenista.
Na trama, ambientada no sul da Filadélfia, conhecemos Malcolm (Bruce Willis) um psicólogo infantil que após um trauma com um antigo paciente vê seu casamento entrar em uma crise profunda, sua esposa nem mais o olha sequer. No outono depois, apresentado a um novo paciente, um jovem com diversos conflitos e repleto de medos de algo que não conta a ninguém e por isso tem um cotidiano conflituoso com a mãe. Aos poucos, paciente e psicólogo vão embarcando em uma jornada onde um ajuda o outro quando as surpresas pelo caminho começam a serem reveladas.
Restando apenas uma semana para entrar na aposentadoria, o experiente detetive Somerset (Morgan Freeman) é designado para um caso macabro que logo se liga em outros tendo os sete pecados capitais como referência. Ao lado do novo parceiro, o impulsivo detetive Mills (Brad Pitt), ambos vão enfrentar dilemas e situações que nunca imaginaram.
Na trama, conhecemos Guido (Marcello Mastroianni), um diretor de cinema já bem famoso que se encontra no meio da concepção de produção do seu novo e mirabolante longa-metragem. Em paralelo, memórias de toda uma vida e personagens marcantes dela começam a afrontá-lo, num misto de fantasia e realidade, em meio a um bloqueio na imensa criatividade esperada por todos.
Na trama, conhecemos Ethan (John Wayne) um ex-soldado confederado (da parte que lutou pelos estados do Sul na Guerra Civil norte-americana) que visita a casa de seu irmão, no Texas, após alguns anos do término da guerra. Pouco tempo depois, a casa de seu irmão é atacada por um grupo da tribo indígena dos comanches que sequestra Debbie (Natalie Wood) a sobrinha de Ethan e mata o restante da família. Assim, ao lado do filho adotivo do irmão, Martin (Jeffrey Hunter), de quem o protagonista não conhece como sendo família por sua ascendência indígena, Ethan enfrentará diversos conflitos e obstáculos embarcando em uma jornada de longos anos atrás da sobrinha raptada.
Adaptação do livro Wiseguy, de Nicholas Pileggi, Os Bons Companheiros é um dos grandes clássicos do cinema quando pensamos em filmes de máfia. Dirigido por Martin Scorsese o filme nos mostra a estrada tumultuada de um homem, desde a adolescência, até seus inconsequentes atos ao longo de anos. Ao longo de cerca de 30 anos vamos acompanhando a ascensão e a queda de três homens que convivem com a violência a cada dia que se encontram. O projeto não deixa de ser um recorte do mundo dos mafiosos sob o ponto de vista dos mesmos, já que é baseado em fatos reais.
Na trama, que é ambientada no estado norte-americano de Wyoming no ano de 1880, conhecemos um grupo de prostitutas de uma pequena cidade comandada pelo xerife Little Bill (Gene Hackman) que se revoltam quando uma delas sofre uma enorme violência tendo o corpo todo marcado por um cliente. Não satisfeitas pela punição dada aos agressores, resolvem juntar a quantia de mil dólares e oferecer a pistoleiros em troca de darem um fim em quem cometeu esse ato violento. A notícia chega até o antigo pistoleiro William Munny (Clint Eastwood), um homem que por mais de uma década largou a bebida e não queria mais saber da antiga profissão mas acaba embarcando nessa história ao lado do inexperiente Schofield Kid (Jaimz Woolvett) e seu eterno braço direito Ned Logan (Morgan Freeman).
Primeiro filme da inesquecível trilogia dirigida por Francis Ford Coppola, baseado na obra de Mario Puzo. Nessa obra começamos a entender os conflitos que vão se seguir por anos da poderosa família da máfia italiana, os corleones.
A relação com os nossos animais de estimação é uma poderosa corrente de amizade que nos ajudam em muitos momentos. No universo do cinema, histórias variadas tendo animais como elemento central, contornaram tramas com mensagens retas e objetivas ao longo dos anos. Pensando num programa para toda a família, separamos abaixo algumas ótimas produções que refletem sobre variados temas de forma interessante:
Na trama, conhecemos um caracol de jardim que gosta de ser chamado de Turbo, um sonhador, aficionado por corridas de automóveis. Certo dia, após uma série de acontecimentos tristes, ganha super poderes e acaba encontrando uma turma que vai ajudar esse amante da velocidade a ficar mais perto de um grande desejo.
Na trama, que conta com a primeira incursão de famosa escritora J.K. Rowling como roteirista, conhecemos o aventureiro Newt Scamander (Eddie Redmayne), uma espécie de Indiana Jones da Magia, um jovem que sai da Inglaterra rumo à Nova Iorque em busca de um objetivo muito incomum portando apenas uma maleta muito especial onde guarda diversos animais poderosos. Para cumprir seu objetivo e conseguir futuramente escrever um manuscrito, contará com a ajuda de Porpentina Goldstein (Katherine Waterston) e sua irmã que lê pensamentos Alison Sudol (Queenie Goldstein), além do hilário Jacob Kowalski (Dan Fogler), o único trouxa (pessoa que nasceu em uma família não-mágica e é incapaz de fazer magia) do grupo.
Pets – A Vida Secreta dos Bichos
Na trama, conhecemos o adorável cachorrinho Max que vive uma vida maravilhosa ao lado de sua dona. Certo dia, ela volta para casa com um outro cachorro, o gigantesco Duke, com quem a princípio, Max, tem uma terrível relação. Após uma saída para passear no parque, os dois cachorrinhos acabam se perdendo e sendo perseguidos pela carrocinha. Agora, para voltar para casa, eles precisarão enfrentar as loucuras do mundo fora do conforto de cãs, e, para isso contarão com a ajuda de seus amigos animais vizinhos que não medirão forças para encontrá-los.
Com direção dos cineastas Byron Howard (Enrolados) e Rich Moore (Detona Ralph), na trama de Zootopia, conhecemos a sonhadora coelhinha Judy Hopps que sonha em ser uma grande policial e defender o planeta do mal. Quando uma série de desaparecimentos pairam sobre a cidade de Zootopia, a agora recruta da polícia Judy percorre cada espaço da cidade atrás das pistas para resolver esse grande mistério. A simpática personagem contará com a ajuda da debochada raposa Nick Wilde.
Na trama, ambientada dentro da hipótese de que na fase pré-histórica do planeta Terra um asteróide não caiu por aqui e os dinossauros não foram extintos, conhecemos a família do jovem dinossauro Aldo que luta diariamente para sobreviver em paz em um planeta selvagem cheio de animais enormes. Certo dia, o pai de Aldo acaba falecendo numa situação extrema e o jovem dinossauro resolve fazer uma expedição para conhecer melhor o planeta onde vive. Buscando uma coragem que não sabia que tinha e fazendo novas amizades, principalmente com o humano Spot, Aldo amadurecerá bastante nessa longa caminhada de descobertas.
Na trama, um jovem órfão se aproxima de uma baleia Orca chamada Willy após vandalizar um parque aquático. Assim, aos poucos vai nascendo uma incrível amizade.
Na trama, conhecemos dois repteis, uma tartaruga preguiça chamada Squirtle (Bill Burr) e uma Tuatara chamado Leo (Adam Sandler) que vivem faz anos em uma colégio na Flórida sendo passados de turma a turma, ano após ano. Nesse ano, eles ficaram com o quinto ano, um grupo de jovens cheios de dúvidas e ligados a todo vapor na tecnologia que alcançou o mundo. Quando Leo percebe que tem poucos anos de vida, seus problemas em lidar com isso se misturam com o da garotada com quem começa a se comunicar gerando um enorme aprendizado a todos.
Na trama, acompanhamos o retorno ao Circo, após a guerra, de Holt Farrier (Colin Farrell) onde vive com os filhos após o falecimento da esposa. O circo está passando por grandes dificuldades e Farrier acaba sendo designado para cuidar de um elefante recém-nascido com orelhas enormes. Sem saber direito como ajudar, junto com seus filhos, descobrem que o pequeno e carismático animal pode voar, se tornando em pouco tempo uma grande sensação do circo.
Baseado no livro homônimo do autor Munro Leaf, O Touro Ferdinando conta a história de Ferdinando em duas partes. Na primeira, é jovem tourinho que vê seu mundo desabar quando seu pai é selecionado para uma tourada e nunca mais volta. Assim, o protagonista resolve fugir e acaba encontrando a felicidade em um lar de um pai e filha, numa fazenda bonita repleta de flores e animais carismáticos. Ferdinando, já na segunda parte, vira um touro gigantesco e atrapalhado que acaba sendo capturado de volta a onde viveu sua infância, uma espécie de vila de treinamento de touros para serem selecionados para touradas.
Na trama, conhecemos Mija (Seo-Hyun Ahn), uma jovem alegre e determinada que mora no alto de uma montanha na capital da Coreia do Sul. Mija foi praticamente criada junto com um super porco chamado Okja, esse, projeto de uma mega indústria liderada pela misteriosa Lucy Mirando (Tilda Swinton) que enviou no ano de 2007 vários porcos gigantes para serem criados por fazendeiros de todo o planeta para que depois de 10 anos haja uma eleição de melhor super porco. Com os dez anos passados, já em 2017, chega a hora de Okja voltar para as mãos da empresa, só que Mija não deixará essa viagem ser fácil e lutará para ficar com seu grande amigo.
A aguardada série ‘Marvel Zombies’, que estreia em breve no Disney+, dará sequência direta ao episódio “E se… Zumbis?!” da animação ‘What If…?’. Agora, rumores indicam que a trama apresentará uma variante surpreendente: Blade/Cavaleiro da Lua, interpretado por Mahershala Ali.
Segundo o site Comic Book Movie, uma arte conceitual dessa possível versão do herói foi compartilhada no Instagram pelo ilustrador @justinkimart.
Caso essa participação se confirme, será a primeira aparição oficial de Mahershala Ali como Blade no MCU, desde seu anúncio na San Diego Comic-Con e sua breve participação por voz na cena pós-créditos de ‘Eternos’ (2021).
Vale lembrar que o desenvolvimento do filme solo de ‘Blade’ tem enfrentado diversos atrasos e mudanças criativas nos bastidores, mantendo o projeto em constante incerteza.
De acordo com a reportagem, quando Ali gravou as falas para essa versão alternativa do Cavaleiro da Lua, a intenção era que o público já tivesse sido apresentado a ele como Blade antes da estreia de ‘Marvel Zombies’.
Lembrando que, de acordo com a Rolling Stone, a série chega ao catálogo da plataforma no dia 03 de outubro de 2025.
A produção será composta por apenas 4 episódios.
Hudson Thames (Homem- Aranha)se junta a um elenco que também conta com Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Awkwafina (Katy), David Harbour (Guardião Vermelho), Simu Liu (Shang-Chi), Randall Park (Jimmy Woo), Florence Pugh (Yelena Belova), Hailee Steinfeld (Kate Bishop), Dominique Thorne (Coração de Ferro), Iman Vellani (Ms. Marvel) e Todd Williams em um papel ainda não revelado.
Já faz dois anos desde que a lendária musicista Rita Lee nos deixou.
Lee, que fez parte do aclamado grupo Os Mutantes e que também teve uma carreira solo de extremo sucesso, foi e continua sendo considerada a Rainha do Rock nacional por inúmeros motivos – principalmente pelas belíssimas e importantes críticas impressas em suas canções, bem como pelas revoluções artísticas que promoveu no cenário fonográfico.
Agora, o CinePOP traz para você uma breve lista com suas dez melhores canções, incluindo algumas do tempo em que fazia parte da banda supracitada, para comemorar o vindouro lançamento do documentário que trará sua última e inédita entrevista em vida – intitulado ‘Ritas’.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
10. “OBRIGADO, NÃO”
“Quando mais proibido, mais faz sentido a contravenção” são os dois irretocáveis versos que abrem uma das músicas mais ácidas e importantes da carreira de Rita Lee. Lançada em 1997, a canção veio acompanhada de um chocante videoclipe, através dos quais a cantora e compositora se posicionava contra proibições inexplicáveis – e que a adesão do povo a lutar contra sanções idióticas era essencial.
9. “PAGU”
Lee lançou o country-rock “Pagu” como um dos singles promocionais de seu aclamado álbum ‘3001’. Através de versos pungentes mascarados com uma atmosfera sutil e dissonante, ela fala sobre a mais pura estética do feminismo, dizendo também que as mulheres podem ser o que bem entenderem: “minha força não é bruta, não sou freira, nem sou puta” resume com potência a jornada crítica da canção.
8. “ERVA VENENOSA”
Já aclamada por sua carreira solo, Lee apostou fichas em uma ótima regravação do grupo Golden Boys, que, por sua vez, readaptaram a música “Poison Ivy”, do “The Coasters”. É quase desnecessário que a versão de Rita ficou mais conhecida, principalmente pela icônica rendição performática, abrindo espaço para uma mistura entre pop, new rave e soft rock.
7. “LANÇA PERFUME”
Lee sempre falou abertamente sobre drogas, conseguindo desmistificá-las em narrativas inesperadas e muito bem construída. É isso que vemos em “Lança Perfume”, um dos singles do álbum homônimo da artista que saiu em 1980: aqui, o ambíguo título fala tanto do desnorteio causado pela droga em questão, quanto como nos sentimos quando estamos irrefreavelmente apaixonados.
6. “AMOR & SEXO”
Facilmente uma das músicas mais conhecidas de Lee, “Amor & Sexo” foi inspirada por um texto que o jornalista Arnaldo Jabor havia enviado à artista. Infundida com soft-rock e com MPB, a faixa é uma poética aventura que diferencia o que significa amar e o que significa a vontade carnal. E, através de metáforas incríveis, Lee eterniza uma capacidade lírica invejável e atemporal que atravessa gerações e que a auxilia a ser redescoberta ano após ano.
5. “BALADA DO LOUCO”
Uma das investidas mais tocantes d’Os Mutantes saiu em 1972: “Balada do Louco” navega entre a insanidade e a realidade ao exercer o direito de ser feliz – e ignorar as pessoas que enxergam essa felicidade como sandice. “Se eu sou muito louco por eu ser feliz, mais louco é quem me diz” é o trecho que resguarda todas as exaltações promovidas pela música.
4. “OVELHA NEGRA”
“Ovelha Negra” é uma antêmica declaração de que ser diferente dos outros não tem nenhum problema – e que, por mais que nos sintamos deslocados, sempre acharemos alguém que nos entende. A faixa também faz parte de ‘Fruto Proibido’ e inclusive é utilizada como uma manifestação artística contra o status quo e contra o cerceamento da liberdade.
3. “AVE, LÚCIFER”
Lá em 1970, Rita Lee, juntamente a Arnaldo Baptista e Sérgio Dias, compunham a banda de rock conhecido como Os Mutantes – e, dentre as várias canções que exemplificam o poder do grupo musical, “Ave, Lúcifer” é uma das mais potentes e importantes. A track, movida pelo rock psicodélico e por mesclas de outros gêneros, discorre sobre uma jornada pelo inferno (na melhor referência a ‘A Divina Comédia’) e nos apresenta às tentações do anjo caído – tudo pincelado com sensuais e imponentes conotações sexuais.
2. “PANIS ET CIRCENSES”
Com versos assinados por Caetano Veloso e Gilberto Gil, “Panis Et Circenses” se tornou um arauto crítico ao duro regime militar que se instaurara no país a partir de 1964. Trazendo melhor da MPB à tona, a vibrante e propositalmente repetitiva canção fala sobre como as pessoas se veem alienadas à verdade, acostumadas apenas a “nascer e morrer”, como se o prospecto de indagar e de discutir aquilo que não faz sentido não fosse uma opção. Não é por qualquer motivo, pois, que a faixa sirva como estandarte do álbum-manifesto epônimo (também conhecido como ‘Tropicália’).
1. “AGORA SÓ FALTA VOCÊ”
Em 1975, Rita Lee e a banda Tutti Frutti uniam forças para o memorável álbum ‘Fruto Proibido’ – que, até hoje, é considerado um dos melhores discos da história do Brasil. E, em seu escopo, “Agora Só Falta Você” resume bem as mensagens passadas pela obra, em que Lee percebe que precisava mudar e seguir em frente (e espere que as pessoas a acompanhem num movimento que é apenas natural: o de evolução). A faixa, inclusive, foi regravada por Maria Rita e por Pitty.
‘WondLa – A Trilogia’, série animada baseada na saga de romances ‘The Search for WondLa’, de Tony DiTerlizzi, já está disponível na Apple TV+ e, agora, foi divulgado um vídeo inédito nos levando aos bastidores da produção.
Bobs Gannaway entra como showrunner e produtor executivo.
A temporada de estreia conta com sete capítulos.
A trama acompanha Eva (Jeanine Mason), uma adolescente curiosa, entusiasmada e espirituosa que está sendo criada em um bunker subterrâneo de última geração por Muthr, um robô zelador (Teri Hatcher). No seu aniversário de 16 anos, um ataque ao bunker força Eva a regressar à superfície da Terra, que agora é habitada por alienígenas, coberta por uma fauna de outro mundo e sem outros humanos. Na verdade, o planeta não se chama mais Terra, mas sim Orbona.
Otto (Brad Garrett), um adorável tardígrado gigante com quem Eva compartilha poderes telepáticos, e Rovender (Gary Anthony Williams), um alienígena rabugento com um passado conturbado, juntam-se a Eva enquanto ela lidera a equipe em uma perigosa missão para encontrar humanos, seu lar e seu verdadeiro destino.
Histórias sobre amizade e família numa aventura cheia de emoções sempre conquistam nossos corações. Seja baseado em jogo famoso, uma animação criativa, ou mesmo um clássico da sessão da tarde, muitos desses filmes são logo lembrados quando pensamos em cinema. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista bem legal com 10 filmes de aventuras alegres!
Na trama, acompanhamos Orion (Jacob Tremblay), um menino de 11 anos desconfiado de tudo, cursando a 5ª série, que vive pensando sempre nas coisas negativas que podem acontecer, vivendo seus dias em constante aflição e com a mente repleta de imaginação. Dentro esse leque de medos, o escuro é o número um. Certo dia, durante a noite, acaba conhecendo o próprio escuro (Paul Walter Hauser), uma criatura gigante que o leva para um tour fazendo o protagonista descobrir uma visão diferente de muitos medos que tinha.
Dungeons & Dragons – Honra Entre Rebeldes
Na trama, conhecemos o carismático ladrão Edgin (Chris Pine) que viveu toda sua vida dando pequenos golpes ao lado de sua companheira de aventuras Holga (Michelle Rodriguez) até que um dia precisa largar a família para mais uma jornada e acaba sendo preso por algum tempo. Quando consegue sair dessa prisão, a dupla de aventureiros embarca em mais uma aventura, agora ao lado de outros novos amigos, em busca de uma relíquia que está nas mãos de pessoas que querem criar o caos no mundo onde eles vivem.
Na trama, conhecemos a jovem Katie que está prestes a entrar na universidade para seguir a tão sonhada carreira de cineasta. Ela sempre se interessou pelo assunto e quase sempre posta vídeos em seu canal na internet com o foco divertido mostrando muito das situações de sua família. Seu relacionamento com o pai Rick está numa fase complicada, parece que ambos não conseguem se entender. A mãe, Linda, tenta sempre que possível intervir para que ambos se entendam. E nessa família, ainda tem o irmão de Katie, Aaron, um jovem que adora dinossauros. Um dia, o mundo das máquinas, já recheada de inteligência artificial, se rebela contra os humanos o que inusitadamente faz com que a família Mitchell seja uma única fonte de esperança para a raça humana.
Um dos filmes de maior sucesso na famosa ‘Sessão da Tarde’, nessa aventura dirigida por Richard Donner acompanhamos jovens que encontram um misterioso mapa do tesouro, se metendo em diversos conflitos.
Na trama conhecemos Alan (Robin Williams/Adam Hann-Byrd), um jovem que tem problemas de relacionamento com o pai que certo dia acaba achando um jogo de tabuleiro chamado Jumanji em meio a uma obra de uma casa. Quando resolve jogar, ao lado da amiga Sarah (Bonnie Hunt/Laura Bell Bundy), acaba ficando preso no jogo. Depois de duas décadas, os irmãos Judy (Kirsten Dunst) e Peter (Bradley Pierce), que recentemente perderam os pais, acham o mesmo jogo, libertando Alan. Agora, todos eles precisam terminar de jogar até o fim.
Na trama, dirigida por Harold Ramis, conhecemos a família Griswold. No leme, o atrapalhado Clark (Chevy Chase), um pai de família já cinquentão que organiza uma viagem de carro durante as férias até um famoso parque de diversões cerca de 4.000 quilômetros longe da casa deles. Com ele, embarcam nessa viagem a esposa Ellen (Beverly D’Angelo) e os dois filhos do casal. Só que nada será muito fácil para eles completarem o objetivo uma série de imprevistos que começam logo na troca do carro da família e se segue estrada a dentro.
Na trama, primeiro longa-metragem da carreira do cineasta britânico Tom George, ambientada em uma Londres dos anos 50, conhecemos os bastidores da peça A Ratoeira, da famosa escritora britânica Agatha Christie. Após uma comemoração de artistas e produtores pela centésima apresentação, Leo (Adrien Brody), o futuro diretor da adaptação cinematográfico da obra é encontrado morto. A partir desse crime, entram em cena o Inspetor Stoppard (Sam Rockwell) e a jovem policial Stalker (Saoirse Ronan) que se jogam em uma série de entrevistas para a resolução do assassinato.
Na trama, conhecemos um assassino de aluguel, zen, que não usa armas, que diz ter falta de sorte que para uma nova missão recebe o codinome de Joaninha (Brad Pitt). Essa missão consiste em entrar em um trem bala no Japão, roubar uma maleta cheia de dinheiro e sair imperceptível. A questão é que outros personagens estão dentro dessa locomotiva urbana com objetivos parecidos. Assim conhecemos uma dupla de assassinos que estão levando o filho de um terrível assassino de volta ao lar, uma jovem enigmática mas que já se antecedeu a tudo que poderia acontecer nessa jornada e outros personagens que vão se somando a uma sequência eletrizante atrás da outra.
Na trama, conhecemos o casal Allison Torres (Jennifer Garner) e Carlos Torres (Edgar Ramírez) e seus três filhos que após alguns desentendimentos diários, principalmente em relação a linha dura que a mãe impõe com suas tabelas organizadas e disciplina constante, resolvem adotar uma nova ideia na dinâmica da família: o dia do sim. Esse inusitado e diferente dia consiste em os pais não poderem dizer não (com alguns pequenos limites impostos) a tudo que as crianças querem fazer naquele dia, para isso os filhos precisam cumprir tarefas ao longo dos dias das semanas anteriores (como notas altas na escolas, etc…).
No filme, acompanhamos o jovem sonhador Tadeo, que possui um sonho de ser um arqueólogo assim como seu pai (esse, faleceu quando Tadeo tinha 5 anos). Certo dia, após ser demitido, pela sétima vez, busca a ajuda de um professor que acaba o colocando no rumo de uma grande aventura. A bordo de um mini fusquinha futurístico, o carismático protagonista viaja até a América do Sul ao lado de amigos que o ajudarão a decifrar um grande segredo da humanidade.
A cada ano que passa mais cineastas mulheres estão conseguindo projeção dentro do complexo e ainda machista universo audiovisual. Com os avanços nas reflexões de pautas importantes de nossa sociedade, em vários cantos do mundo surgem cada vez mais novas profissionais em todas as áreas da indústria cinematográfica. Pensando sobre isso, resolvemos criar uma poderosa lista com 10 filmaços de diretoras aclamadas:
Um dos grandes filmes de ação dos anos 90 (e podemos dizer também da história do cinema norte-americano), Caçadores de Emoção – dirigido pela vencedora do Oscar Kathryn Bigelow – reúne uma forte história, personagens carismáticos, ação, aventura, nos mostra os limites da amizade, os limites da lei, vários pontos reflexivos reunidos em um filme pulsante protagonizado por Patrick Swayze e Keanu Reeves.
Depois de um intervalo de 12 anos longe dos cinemas, a cineasta neo zelandesa Jane Campion voltou aos longas-metragens, dessa vez em uma produção para a Netflix. Ataque dos Cães não é um filme fácil. Rico em detalhes, com excelentes interpretações, caminhamos até o ano de 1925, no velho oeste americano, onde conhecemos a história de dois ricos irmãos fazendeiros e as surpresas que acontecem quando outras pessoas passam a frequentar suas vidas mais de perto.
O que é lembrado, vive. Baseado no livro homônimo de Jessica Bruder, dirigido pela cineasta chinesa Chloé Zhao, Nomadland é um road movie cíclico sobre a solidão e os desencontros em relação ao lugar no mundo de uma forte e solitária protagonista (interpretada pela ótima Frances McDormand). Nos faz refletir bastante sobre nossa existência e também sobre as estradas da vida que todos enfrentamos, cada qual a sua forma. Assuntos atuais como a crise econômica e as gangorras de um capitalismo que leva a maioria dos trabalhadores a serem um mero número sem piedade quando as dificuldades ou rendimentos abaixo do esperado chegam também estão presentes nesse belo trabalho.
Já um clássico da ótima filmografia da cineasta Sofia Coppola,Encontros e Desencontros nos mostra um ator norte-americano que está no outro lado do mundo, no Japão, para participar de um comercial. No mesmo hotel que ele, está uma jovem que está em viagem com o marido que a deixa sozinha quase sempre. Essas duas almas se encontram certa vez e seus destinos acabam interligados a partir desse momento.
Escrito e dirigido pela atriz, roteirista e cineasta adorada pelos cinéfilos de todo o planeta, Greta Gerwig, Lady Bird mostra os caminhos percorridos por uma jovem perto dos 18 anos que equilibra sua vida na linha tênue entre rebeldia e personalidade forte.
Transformando uma história simples em um fabuloso roteiro, Que Horas ela Volta?, longa-metragem de 112 minutos, dirigido por Anna Muylaert é cativante do início ao fim. Na trama, acompanhamos a carismática empregada Val (Regina Casé), uma mulher que vive com uma família de classe alta em São Paulo e possui um conflito mal resolvido em seu passado, com sua única filha, que precisou abandonar há mais de 10 anos. Toda essa junção de emoções chega como uma erupção sentimental quando a antes jovem, agora vestibulanda Jéssica (interpretada pela excelente Camila Márdila), bate em sua porta.
Minha dor é perceber que apesar de termos feito tudo o que fizemos ainda somos os mesmos. Falando sobre a dura rotina impossibilitada do sonhar de uma mulher perto dos quarenta anos que descobre segredos de família e precisa lidar com um casamento em declínio, Como Nossos Pais, trabalho da excelente cineasta Laís Bodanzky, é um filme que emociona e gera reflexões, aliada a uma impactante atuação da atriz Maria Ribeiro que consegue prender a atenção do público do início ao fim.
Selma: Uma Luta Pela Igualdade
Ser profundamente amado por alguém nos dá força, amar alguém profundamente nos dá coragem. Dirigido pela cineasta norte-americana Ava DuVernay, Selma: Uma Luta Pela Igualdade, tem como principal tema central em seu roteiro a luta pelo direito a votação dos negros nas eleições norte-americanas, o filme de 128 minutos possui uma excelente direção, além de discursos empolgantes e uma atuação brilhante e inspirada do ator David Oyelowo que interpreta o protagonista Martin Luther King Jr.
No ano de 2002, a brilhante cineasta dinamarquesa Susanne Bier, brindou os cinéfilos com mais um filme maravilhoso. Na trama, conhecemos um casal de namorados apaixonados, Cæcilie e Joachim, que vivem tranquilamente em uma grande cidade na Dinamarca. Certo dia, após um grave acidente, Joachim perde os movimentos da cintura para baixo e isso causa uma série de transtornos para Cæcilie que não consegue se adaptar a essa nova situação. Joachim, fora atropelado por Marie (Paprika Steen) que é casada com o médico Niels (Mads Mikkelsen) e trabalha no mesmo hospital onde Joachim é internado. O que acontece? Cæcilie começa a se aproximar de Niels e um intenso relacionamento amoroso acontece, deixando o destino de cada personagem incerto.
As hipóteses de uma tragédia. Vencedor de muitos prêmios, inclusive a Palma de Ouro em Cannes o longa-metragem Anatomia de uma Queda nos leva para o campo das suposições, dos dilemas, na vida de uma família que desmorona por completo após uma fato impactante. Escrito e dirigido pela cineasta francesa Justine Triet, o projeto caminha de forma minuciosa pela exclusão da determinação, jogando todos seus holofotes para os fatos, conclusões e achismos que envolvem um casamento em crise que se afunda em frustrações, com a presença de um fardo emocional marcante, após uma outra tragédia no passado.
A amizade é um dos elos mais profundos e bonitos que existe em nossa sociedade. Mas por alguma situação, pode-se chegar até uma ruptura nessa relação. Pensando nesse curioso recorte social, na linha de uma oposição conflituosa de ideias, segue abaixo uma lista com 10 filmes onde há duelos entre amigos:
Guerra é Guerra
Na trama, dois agentes da CIA (que adoram se meter em confusão) são parceiros inseparáveis e melhores amigos até que ficam interessados pela mesma mulher. Assim, começa um jogo de gato e rato para saber quem conquista o coração da atraente jovem, que acaba afetando a amizade entre eles.
Na trama, conhecemos os inseparáveis amigos Patrick (Josh O’Connor) e Art (Mike Faist) que tem como elo uma paixão pelo esporte favorito, o tênis. Disputando alguns torneios ainda adolescentes, um dia conhecem pessoalmente Tashi (Zendaya), uma jovem promissora nesse esporte. Após algumas idas e vindas, um triângulo amoroso acaba sendo instaurado sem possibilidades de se prever o que aguardaria seus destinos.
Te Peguei!
O filme conta uma história para lá de inusitada de um grupo de amigos já na fase adulta de suas vidas que durante o mês de maio pregam inusitadas situações para brincar de ‘pega a pega’. Apenas um deles nunca perdeu nessa brincadeira (nunca conseguiu ser ‘pego’), Jerry (Jeremy Renner), que vai se casar exatamente no mês da brincadeira, o que faz com que seus amigos bolem diversos planos mirabolantes para tentar enfim pegar o melhor jogador do grupo de amigos.
Na trama, voltamos a encontrar o mestre da sinuca Eddie (Paul Newman) que agora está aposentado das mesas e possui um empreendimento, vivendo sua vida sem a adrenalina das apostas pelos Estados Unidos. Tudo muda quando ele conhece o abusado e metido Vincent (Tom Cruise), um tremendo jogador, ainda muito jovem, arrogante, que leva Eddie a imaginar novos rumos para seu pacato presente. Ao lado da namorada de Vincent, Carmen (Mary Elizabeth Mastrantonio), resolvem fazer uma road trip em busca de apostas em mesas de sinuca de diversas cidades onde um vai conhecendo melhor o outro e onde um ponto de ruptura chega quando as ambições saem do equilíbrio.
Uma das ótimas adaptações literárias (baseado no livro homônimo de Alexandre Dumas) que o mundo do cinema nos brindou nos últimos anos, sem dúvidas, é O Conde de Monte Cristo. No filme conhecemos a saga de angústia e vingança de Edmond Dantès que é preso por um crime que não cometeu.
Lançado em janeiro de 1960 no Brasil, esse épico de três horas e meia se tornou um filme inesquecível no coração de muitos cinéfilos. Na trama, uma adaptação do romance Ben-Hur: A Tale of the Christ escrito por Lew Wallace, conhecemos Judah Ben-Hur um homem bondoso que após um desentendimento e uma situação é condenado pelo próprio amigo de infância Messala (comandante das legiões romanas) a uma pena perpétua vivendo como escravo. Só que Ben-Hur consegue sobreviver por anos e traça um retorno triunfante junto com sua sede de vingança.
Na trama, conhecemos, ao longo do tempo, os amigos de infância Kyle (Kyle Marvin) e Mike (Michael Angelo Covino), dois homens que passaram por diversas fases em suas agitadas vidas. Na primeira, mais marcante, quando Kyle descobre que Mike transou com sua futura esposa e o tempo passa e Mike casa com ela. O abalo desse fato nos leva em uma jornada de tentativa de reconstrução dessa amizade abalada por egoísmo e más escolhas. Fazendo paralelos com o universo do ciclismo, entre subidas complicadas e descidas onde é só controlar a bicicleta sem muito esforço, a vida desses dois possui altos e baixos, além de trocas de quem está no alto e quem está por baixo.
Solidão que não encontra a solitude. Escrito e dirigido pelo britânico Martin McDonagh, Os Banshees de Inisherin, indicado à 9 Oscars é um projeto repleto de reflexões. Uma busca pela fuga da mesmice desencadeia o rompimento de uma longa amizade o que acaba trazendo novos conflitos dentro de uma espécie de síntese da loucura, tudo isso em um curto período de tempo numa fictícia pequena comunidade na Irlanda, uma ilha no litoral, chamada inisherin.
Dirigido pelo excelente David Fincher cerca de 13 anos atrás chegava aos cinemas A Rede Social, filme que conta a história da criação do Facebook por Mark Zuckerberg que logo se tornaria um dos mais jovens bilionários da história mudando para sempre o planeta e o universo da comunicação.
Na trama, ambientada na década de 60, conhecemos duas amigas, vizinhas, praticamente inseparáveis: Celine (Anne Hathaway) e Alice (Jessica Chastain). Quando uma tragédia acontece, essa relação entre as amigas é completamente abalada. Assim, ao longo dos dias, entre o luto e a culpa, no campo das suposições uma série de desconfianças encontra o caminho das personagens.
As estratégias na forma de contar uma história é fundamental para qualquer produção. E falando em narrativas, as que não seguem uma ordem cronológica são muito vistas por aí. E muitas dessas, acertam em cheio! Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista abaixo com 10 filmes não-lineares que são um verdadeiro espetáculo!
Na trama, conhecemos Evan (Ashton Kutcher), um jovem já perto da fase adulta que ao longo de sua vida manifesta falhas de memórias sempre em momentos de alto estresse. Certo dia, por meio de diários que escrevia, consegue voltar no tempo para momentos em que nunca pensara mais encontrar. Buscando consertar determinadas situações traumáticas no passado, acaba criando novas variáveis tão ou mais complicadoras, muitas dessas que envolvem a vida de seu grande amor Kayleigh (Amy Smart).
Pulp Fiction – Tempo de Violência
Na trama, conhecemos uma série de personagens ligados de alguma forma ao mundo do crime. Assassinos, traficantes mafiosos, esportista corrompido, psicopatas, assaltantes descontrolados. Acompanhamos por meio de um roteiro longe de qualquer linearidade um desfile macabro e contundente pelo espelho caótico da natureza humana que percorre as linhas da inconsequência. Vincent Vega (John Travolta), Mia (Uma Thurman), Jules (Samuel L. Jackson), Sr.Wallace (Ving Rhames), Butch (Bruce Willis) entraram para a galeria de personagens inesquecíveis do cinema.
Exibido pela primeira no Festival de Cannes, 20 anos atrás, o longa-metragem dirigido pelo cineasta Gaspar Noé possui uma das cenas mais chocantes das duas últimas décadas no cinema. Na trama, que tem uma narrativa com cronologia inversa, vamos vendo os desenrolares na vida de alguns personagens após um ato violento.
Nesse filmaço do cineasta norte-americano Terry Gilliam, acompanhamos num mundo com sérios problemas um condenado que é enviado de volta no tempo com o objetivo único de descobrir a origem de um vírus que destruiu grande parte do planeta. O projeto é inspirado no curta-metragem La jetée, do fotógrafo e cineasta francês Chris Marker.
Precisamos Falar sobre Kevin
Baseado no livro homônimo escrito por Lionel Shriver, o aterrorizante Precisamos Falar sobre Kevin apresenta a história de uma mãe que busca não se entregar ao fundo do poço após traumáticos acontecimentos provocados por seu filho Kevin.
Vanilla Sky
Lançado no já no longínquo ano de 2001, e remake do longa-metragem espanhol Abre los ojos (1997), Vanilla Sky nos mostra as reviravoltas na vida de um milionário após um acidente, onde aos poucos vamos buscando as peças por meio de lembranças para entendermos melhor esse quebra-cabeça imposto. Dirigido por Cameron Crowe.
Na trama, conhecemos Bernardo (Milhem Cortaz), um fiscal de uma empresa de ônibus, casado com Sylvia (Fabiula Nascimento) com quem tem uma filha. Quando a garota desaparece misteriosamente após ser pega por alguém na creche em que estava, Bernardo e Sylvia vão até a polícia onde um tenso interrogatório acontece. O delegado de plantão (Juliano Cazarré) começa a desconfiar de algumas versões da história e logo se descobre que Bernardo tem uma amante chamada Rosa (Leandra Leal) que também é convocada para prestar depoimento. O tempo passa e as verdades começam a aparecer.
8 e ½
Na trama, conhecemos Guido (Marcello Mastroianni), um diretor de cinema já bem famoso que se encontra no meio da concepção de produção do seu novo e mirabolante longa-metragem. Em paralelo, memórias de toda uma vida e personagens marcantes dela começam a afrontá-lo, num misto de fantasia e realidade, em meio a um bloqueio na imensa criatividade esperada por todos.
Na trama, ambientada no sul da Filadélfia, conhecemos Malcolm (Bruce Willis) um psicólogo infantil que após um trauma com um antigo paciente vê seu casamento entrar em uma crise profunda, sua esposa nem mais o olha sequer. No outono depois, apresentado a um novo paciente, um jovem com diversos conflitos e repleto de medos de algo que não conta a ninguém e por isso tem um cotidiano conflituoso com a mãe. Aos poucos, paciente e psicólogo vão embarcando em uma jornada onde um ajuda o outro quando as surpresas pelo caminho começam a serem reveladas.
Forrest Gump – O Contador de Histórias
Na trama, conhecemos Forrest Gump (Tom Hanks), um homem nascido e criado em Greenbow no Alabama, que está sentado em um banco de praça à espera de um determinado ônibus. Conforme outras pessoas vão surgindo do outro lado desse banco, Forrest e seu carisma contagiante relembra para cada um deles, partes de toda sua fantástica história até ali. O primeiro amor, a forte ligação com a mãe, o serviço militar, os dramas, a saudade, os empreendimentos de sucesso, encontros e desencontros que marcaram toda sua vida.
Analisar os caminhos para o amor muitas vezes nos coloca diante de recortes violentos provocados por psicopatias que surgem a partir de uma relação. Pensando nesse recorte sobre as emoções, separamos abaixo uma lista com 10 filmes de amor ao extremo!
Na trama, conhecemos Bernardo (Milhem Cortaz), um fiscal de uma empresa de ônibus, casado com Sylvia (Fabiula Nascimento) com quem tem uma filha. Quando a garota desaparece misteriosamente após ser pega por alguém na creche em que estava, Bernardo e Sylvia vão até a polícia onde um tenso interrogatório acontece. O delegado de plantão (Juliano Cazarré) começa a desconfiar de algumas versões da história e logo se descobre que Bernardo tem uma amante chamada Rosa (Leandra Leal) que também é convocada para prestar depoimento. O tempo passa e as verdades começam a aparecer.
Decisão de Partir
Na trama, conhecemos o ex-militar da marinha sul-coreana e detetive da divisão de homicídios da polícia de Busan Jang Hae-joon (Park Hae-il) que vive seus dias agitados decifrando casos complexos. Ele vive uma rotina monótona, é casado, e se afunda perto da linha da obsessão no seu trabalho. Certo dia, é chamado para investigar o caso de um homem que caiu do topo de uma montanha e logo percebe que a esposa chinesa do falecido, Song Seo-rae (Tang Wei), tem tudo para ser uma das suspeitas. Só que ao longo dos dias que se passam, o detetive acaba se interessando além da conta pela misteriosa mulher.
Na trama, acompanhamos um detetive que se envolve em uma intrigante investigação de assassinato e acaba sendo seduzido pela principal suspeita do caso.
Ata-me!
Na trama, conhecemos Ricky (Antonio Banderas) um jovem sedutor que passou grande parte do seu tempo em vida em instituições psiquiátricas. Quando enfim consegue a liberdade, não pensa duas vezes e vai atrás de sua atual obsessão, Marina (Victoria Abril) uma ex-atriz pornô que está atualmente rodando um longa-metragem. A perseguição começa e logo Ricky consegue prender Marina em seu próprio prédio buscando durante dias fazer com que ela o aceite como seu amado.
Louca Obsessão
Na trama, acompanhamos um pacato escritor de sucesso chamado Paul Sheldon (James Caan) que está prestes a entregar a primeira e única cópia de seu mais novo livro. No seu processo de escrever, ele sempre vai para uma cabana numa região gelada do estado do Colorado. Saindo desse lugar rumo ao encontro com sua editora, ele acaba sofrendo um grave acidente. Ele acorda em uma casa onde mora Annie (Kathy Bates) uma enfermeira super fã do escritor que viu o acidente e o ajudou. Nos primeiros dias de recuperação Paul acha que tirou a sorte grande mas aos poucos vai entendendo que se meteu em uma grande enrascada e precisa encontrar soluções para fugir daquele lugar.
O Homem Invisível
Na trama, somos apresentados a arquiteta Cecília Kass (Elisabeth Moss), uma mulher que está em plena fuga de seu casamento obsessivo com Adrian (Oliver Jackson-Cohen) e busca refúgio em sua irmã Emily (Harriet Dyer) e na casa do amigo policial James (Aldis Hodge). Tudo ia indo bem até que após ser anunciado o suicídio de Adrian, Cecília passa a ser perturbada por situações inusitadas como se um homem invisível estivesse a perseguindo, fato que se mostra verdade quando descobrimos que seu ex-marido, um bilionário do ramo da tecnologia, vinha desenvolvendo um trajeto inovador que transformava a pessoa em um ser invisível. Lutando para provar seus argumentos, a protagonista embarca em uma perigosa jornada rumo novamente à liberdade.
Dirigido pelo cineasta Barry Levinson e estrelado por Michael Douglas e Demi Moore, baseado no livro homônimo do grande escritor Michael Crichton , Assédio Sexual possui uma narrativa que aborda crimes empresariais e o assédio nas empresas. O longa-metragem, que faturou 4 vezes mais do que custou, nos mostra a trajetória de um executivo que sofre um assédio e acaba envolvido em uma trama que envolve chantagens e outras questões.
Dirigido pelo cineasta britânico Adrian Lyne, em Atração Fatal acompanhamos a história de um advogado casado que acaba traindo sua esposa com uma mulher. Quando resolve terminar de vez esse caso, a mulher não aceita ser rejeitada e passa a infernizar sua vida e a de sua família. O projeto é baseado no curta-metragem Diversion de James Dearden.
Na trama, acompanhamos uma professora de meia idade que acabara de deixar o marido após uma traição dele. Certo dia, conhece Noah (Ryan Guzman), o sobrinho de seu idoso vizinho. Após uma série de troca de olhares, a professora se rende ao jovem mas ao longo de tempo percebe que se meteu em uma furada já que o seu affair é um desequilibrado que passa a persegui-la.
Dirigido por James Foley, nesse suspense acompanhamos a história de Nicole que encontrou em David a realização de um grande amor. Mas aos poucos ela vai percebendo que esse homem esconde outros lados.