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‘Resident Playbook’: Série derivada de ‘Hospital Playlist’ chega ao streaming!

Resident Playbook, série derivada do k-drama ‘Hospital Playlist’, já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção chegou à plataforma de streaming no último dia 12 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

spin-off foi criado por Shin Won-hoLee Woo-jung.

Ambientada na filial de Jongno do Centro Médico Yulje, a série acompanha a vida hospitalar e as amizades turbulentas de jovens residentes de obstetrícia e ginecologia que ingressam orgulhosamente no departamento impopular em uma época de baixas taxas de natalidade.

Go Youn-jungShin Si-ahHan Ye-jiKang You-seokJung Joon-won e outros estrelam.

Kim Song-hee assina o roteiro, enquanto Lee Min-soo fica responsável pela direção.

‘Você’: Netflix divulga RESUMÃO da série antes da estreia dos novos episódios; Confira!

A 5ª (e última) temporada da série ‘Você‘, estrelada por Penn Badgley, chega este mês ao catálogo da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito apresentando um grande resumão das quatro primeiras iterações.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O ciclo de encerramento da atração será lançado na plataforma de streaming no dia 24 de abril.

 

Lukas GageCharlotte RitchieTilly KeeperAmy-Leigh HickmanEd Speleers completam o elenco.

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

‘#1 Happy Family USA’: Sitcom animada do Prime Video ganha novo trailer HILÁRIO; Confira!

Prime Video divulgou o novo trailer oficial de ‘#1 Happy Family USA’sitcom animada criada por Ramy Youssef (‘Ramy’) e Pam Brady.

A produção tem estreia marcada para o próximo dia 17 de abril.

Confira:

A série acompanha os otimistas e maníacos Hussein — a família muçulmana mais patriótica, pacífica e definitivamente nada suspeita da “Amreeka” pós-11 de setembro. Com sátira e absurdo, a série redefine o humor nas dificuldades enquanto eles navegam pelo início dos anos 2000 sob o olhar atento de seus vizinhos aterrorizados!

O elenco de voz inclui YoussefAlia ShawkatSalma HindyRanda JarrarAzhar UsmanChris ReddAkaash SinghWhitmer ThomasMandy Moore.

‘Nautilus’: Série inspirada no clássico ’20 Mil Léguas Submarinas’ ganha trailer e data de estreia!

AMC e a AMC+ divulgaram o primeiro teaser trailer oficial de Nautilus, série inspirada no clássico romance sci-fi 20 Mil Léguas Submarinas, de Júlio Verne.

A produção tem estreia marcada para o dia 29 de junho no canal a cabo e na plataforma, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

A série foi criada por James Dormer.

O ano é 1857, e a Companhia Mercantil Britânica das Índias Orientais detém atualmente mais poder do que qualquer nação na Terra, graças aos seus exércitos e marinhas particulares, enquanto rouba as riquezas das nações que subjugou. Em Kalpani, Índia, um enorme navio submersível, o Nautilus, está sendo construído secretamente pela Companhia usando mão de obra escrava da prisão colonial. Embora originalmente projetado como uma embarcação de exploração submarina, a Companhia pretende armar o Nautilus e usá-lo como um novo tipo de navio de guerra. Um dos prisioneiros forçados a construir o Nautilus é Nemo, que também projetou os motores do Nautilus, mas que também planeja uma revolta de prisioneiros para tomá-lo e usá-lo para escapar.

No entanto, quando são anunciados os planos de que o Nautilus partisse para Bombaim dias antes do esperado, Nemo e seus seguidores ainda conseguem tomar o Nautilus com sucesso e escapar para o mar. Agora caçado pela Companhia Mercantil das Índias Orientais e seu vingativo Diretor Crawley, ambos querendo o Nautilus de volta e a morte de Nemo, Nemo e sua tripulação heterogênea navegam pelos mares em uma missão de retribuição e vingança para destruir completamente o poder da Companhia… e a própria Companhia.

Shazad LatifGeorgia FloodThierry FrémontPacharo MzembeArlo GreenTyrone NgataiLing CooperAndrew ShawAshan KumarChum Ehelepola e outros estrelam.

Kendrick Lamar lança clipe oficial de “luther”, colaboração com SZA; Assista!

O aclamado musicista Kendrick Lamar lançou neste último dia 12 de abril o videoclipe oficial de “luther”.

single integra o elogiado álbum ‘GNX’ e funciona como colaboração com a vencedora do Grammy SZA.

Assista:

Lamar é considerado um dos maiores rappers de todos os tempos e já levou para casa inúmeros prêmios, incluindo um Pulitzer e 17 estatuetas do Grammy.

Seu álbum ‘To Pimp a Butterfly’ é considerado um dos melhores da história e, em 2022, lançou o igualmente elogiado ‘Mr. Morale & The Big Steppers’, de 2022. Em 2024, lançou a faixa “Not Like Us” como capítulo final da rixa contra o rapper Drake (rendendo-lhe nada menos que cinco estatuetas do Grammy, incluindo Música do AnoGravação do Ano).

No mesmo ano, Lamar lançou seu sexto álbum de estúdio, ‘GNX’, que conquistou a crítica e os fãs ao redor do mundo, contando com nada menos que três singles.

EXCLUSIVO: Diretor de ‘Drop: Ameaça Anônima’ se inspirou em Hitchcock, Wes Craven e De Palma para o filme

O terror ‘Drop: Ameaça Anônima‘, novo filme do diretor Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’), já está em exibição nos cinemas nacionais.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Landon, que nos revelou as inspirações por trás do projeto e se voltaria a trabalhar com os astros Meghann FahyBrandon Sklenar, que protagonizam a narrativa.

Assista à entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Aclamado pelos críticos, o filme conquistou sólidos 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral elogia o ritmo frenético do longa, destacando o suspense da trama e a excelente performance de Fahy.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Há um exagero no drama de ‘Drop: Ameaça Anônima’ que torna todo o enredo meio bobo, mas a atuação de Meghann Fahy nos convence.” (TheWrap)

“É uma premissa perfeitamente absurda para um thriller, mas a performance agonizantemente distraída de Meghann Fahy é algo real e relacionável.” (Vulture)

“Embora existam muitos thrillers que se destacam em manter as coisas ambíguas, ‘Drop: Ameaça Anônima’ não é esse tipo de filme. É um filme perfeito para um encontro romântico, um que fará seu público suspirar, rir e interagir com a telona.” (Collider)

“O filme de Christopher Landon tem um ritmo tão rápido que não há tempo para pensar em nada e, felizmente, somos encorajados a estar no momento com a protagonista.” (Screen Rant)

“O filme sabe que quando os riscos são muito altos, as emoções precisam estar firmemente enraizadas em algo real.” (Slant Magazine)

“Sem perder tempo, o longa apresenta uma combinação perfeita de protagonismo, roteiro e estilo. Para aqueles que buscam algo flexível, ‘Drop: Ameaça Anônima’ é um encontro que vale a pena marcar.” (Guardian)

Na trama, Fahy interpreta Violet, uma mãe viúva em seu primeiro encontro em anos. Chegando no restaurante de luxo, ela fica aliviada ao ver que seu encontro, Henry (Brandon Sklenar), é mais charmoso e bonito do que ela esperava. Mas a química entre eles logo se transforma em tensão após ela começar a receber mensagens anônimas em seu telefone.

Ela é instruída a não contar a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filho e sua irmã, que está servindo como babá. Violet deve fazer exatamente como instruído ou todos que ela ama irão morrer. Sua missão final? Matar Henry.

O elenco ainda conta com Violett BeaneJacob Robinson, Reed Diamond, Gabrielle RyanJeffery SelfEd Weeks e Travis Nelson.

Jillian Jacobs e Chris Roach assinam o roteiro.

EXCLUSIVO: Meghann Fahy e Brandon Sklenar falam sobre o suspense ‘Drop: Ameaça Anônima’

O terror ‘Drop: Ameaça Anônima‘, novo filme do diretor Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’), já está em exibição nos cinemas nacionais.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com os astros Meghann FahyBrandon Sklenar, que contaram sobre como foi participar do projeto e se retornariam para uma possível sequência.

Assista à entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Aclamado pelos críticos, o filme conquistou sólidos 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral elogia o ritmo frenético do longa, destacando o suspense da trama e a excelente performance de Fahy.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Há um exagero no drama de ‘Drop: Ameaça Anônima’ que torna todo o enredo meio bobo, mas a atuação de Meghann Fahy nos convence.” (TheWrap)

“É uma premissa perfeitamente absurda para um thriller, mas a performance agonizantemente distraída de Meghann Fahy é algo real e relacionável.” (Vulture)

“Embora existam muitos thrillers que se destacam em manter as coisas ambíguas, ‘Drop: Ameaça Anônima’ não é esse tipo de filme. É um filme perfeito para um encontro romântico, um que fará seu público suspirar, rir e interagir com a telona.” (Collider)

“O filme de Christopher Landon tem um ritmo tão rápido que não há tempo para pensar em nada e, felizmente, somos encorajados a estar no momento com a protagonista.” (Screen Rant)

“O filme sabe que quando os riscos são muito altos, as emoções precisam estar firmemente enraizadas em algo real.” (Slant Magazine)

“Sem perder tempo, o longa apresenta uma combinação perfeita de protagonismo, roteiro e estilo. Para aqueles que buscam algo flexível, ‘Drop: Ameaça Anônima’ é um encontro que vale a pena marcar.” (Guardian)

Na trama, Fahy interpreta Violet, uma mãe viúva em seu primeiro encontro em anos. Chegando no restaurante de luxo, ela fica aliviada ao ver que seu encontro, Henry (Brandon Sklenar), é mais charmoso e bonito do que ela esperava. Mas a química entre eles logo se transforma em tensão após ela começar a receber mensagens anônimas em seu telefone.

Ela é instruída a não contar a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filho e sua irmã, que está servindo como babá. Violet deve fazer exatamente como instruído ou todos que ela ama irão morrer. Sua missão final? Matar Henry.

O elenco ainda conta com Violett BeaneJacob Robinson, Reed Diamond, Gabrielle RyanJeffery SelfEd Weeks e Travis Nelson.

Jillian Jacobs e Chris Roach assinam o roteiro.

‘Terra da Máfia’: Pierce Brosnan é destaque na imagem INÉDITA da nova série de Guy Ritchie

A série ‘Terra da Máfia‘, nova produção do Guy Ritchie (‘Magnatas do Crime’), ganhou uma nova imagem promocional dando destaque a Conrad Harrigan, personagem interpretado por Pierce Brosnan.

A produção chega ao catálogo da Paramount+ Brasil em 30 de maio, dois meses depois do lançamento nos Estados Unidos.

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Tom Hardy (‘Venom’), Pierce Brosnan (‘Mamma Mia!’), Helen Mirren (‘1923’) e Paddy Considine (‘A Casa do Dragão’) estrelam a produção.

A trama segue duas famílias criminosas em guerra em Londres, cujos empreendimentos se estendem por todos os cantos do globo e o ‘consertador’ ferozmente leal encarregado de proteger uma delas a todo custo”.

Keith Cox, Nina L. Diaz, David C. Glasser, Guy Ritchie, Jez Butterworth, Ronan Bennett, Kris Thykier, Ivan Atkinson, Tom Hardy, Dean Baker, Ron Burkle, David Hutkin e Bob Yari entram como produtores executivos.

Mais informações não foram reveladas.

Angelina Jolie revela pergunta mais “inusitada” que já recebeu

A estrela de cinema Angelina Jolie revelou recentemente qual foi a pergunta mais inusitada que já recebeu da imprensa. A atriz, que estrelou Maria Callas’, cinebiografia na qual interpreta a lendária cantora de ópera.

Durante a promoção do longa, Jolie não conteve o riso ao ser questionada sobre como seria um filme sobre sua própria vida, dirigido por Pablo Larraín, o cineasta de Maria Callas’. Segundo a People, ambos riram “por tempo demais” diante da pergunta.

“Essa leva o prêmio de pergunta mais insana”, brincou Jolie em resposta. “Quando você é uma pessoa pública e está interpretando outra, você tem a consciência de como odiaria que alguém interpretasse sua vida ou pensasse que entende sua vida, então tentamos ser cuidadosos. Vamos torcer para que não haja um filme sobre a minha vida”.

Sobre o treinamento para interpretar a cantora de ópera, Jolie revelou que se preparou intensamente, incluindo sete meses de aulas de canto e estudo do italiano.

“Nunca percebi o quanto isso era a terapia que eu precisava. Cantar ópera exige que você esteja emocionalmente aberto o máximo possível — não é como cantar no carro. É catártico. Eu nunca me empurrei ou me abri dessa forma, isso foi assustador”, afirmou.

O filme ainda não tem uma data oficial de lançamento nos cinemas brasileiros.

maria

Baseado em fatos, o longa vai contar a história tumultuada, bela e trágica da vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970.

O longa tem direção de Pablo Larraín e roteiro de Steven Knight.

Além de Angelina Jolie, o elenco ainda conta com Pierfrancesco Favino (‘Nostalgia’), Alba Rohrwacher (‘Corações famintos’), Haluk Bilginer (‘Şahsiyet’), Kodi Smit-McPhee (‘2067’) e Valeria Golino (‘Euforia’).

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maria callas

Fã-Trailer INCRÍVEL apresenta ‘Os Vingadores’ dos anos 90 com Johnny Depp, Brad Pitt, Tom Cruise e Charlize Theron

Os Vingadores, lançado em 2012, marcou história no cinema ao trazer a super equipe para as telonas, com astros como Robert Downey Jr., Chris Evans e Scarlett Johansson. Mas como seria o filme se tivesse sido lançado nos anos 90?

Pensando nisso, um fã criou um trailer utilizando inteligência artificial para imaginar essa versão alternativa da equipe. No vídeo, Morgan Freeman aparece como Nick Fury, Tom Cruise como Homem de Ferro, Brad Pitt como Capitão América, Dolph Lundgren como Thor, Leonardo DiCaprio como Homem-Aranha, Johnny Depp como Doutor Estranho e Denzel Washington como Pantera Negra.

Além disso, Ben Stiller interpreta Homem-Formiga, Angelina Jolie como Viúva Negra, Jim Carrey como Loki, David Duchovny como Hulk, Eddie Murphy como Falcão, Kevin Costner como Gavião Arqueiro, Keanu Reeves como Soldado Invernal e Michelle Pfeiffer como Vespa.

Para completar, Christian Bale como Mercúrio, Winona Ryder como Feiticeira Escarlate, Charlize Theron como Capitã Marvel, Cuba Gooding Jr. como Máquina de Combate, David Bowie como Visão e, finalmente, Ron Perlman como Thanos.

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Crítica | El Turco – Can Yaman Encarna Herói Sexy Imparável em Série Turca Histórica da Globoplay

Dois fenômenos têm tomado conta das redes e das plataformas nos últimos anos: as novelas turcas e Can Yaman. O ator turco, conhecido pelo seu porte físico imponente e um olhar 43 que faz qualquer um derreter, já vem chamando a atenção das espectadoras mundo afora, que vêm conseguindo assistir às produções da Turquia por meios alternativos. De olho nesta crescente demanda, a Globoplay estreou, com exclusividade no final de março, a minissérie histórica ‘El Turco’ para seus assinantes, e esta foi a melhor escolha que a plataforma fez em muito tempo – afinal, ‘El Turco’ é muito boa em muitos sentidos.

No século XVI, o exército otomano se expandia pelo território do sudeste europeu, ocupando vilarejos, derrotando governos e sequestrando crianças, que eram levadas e convertidas ao islamismo para, mais tarde, se tornarem janízaros – a elite do exército turco. Porém, depois de ser desertado, Hasan Balaban (Can Yaman) vaga até chegar ao vilarejo de Moena, no norte da Itália, onde conhece o menino Topo (Jónás Hefler) e Gloria (Greta Ferro), e rapidamente cria afeição por eles e pelo local. Mas o dragão de Viena, Marco (Will Kemp) está de olho numa vingança, e, sob o pretexto de defender o território do príncipe Francesco di Paulo (David Nykl) ele iniciará uma guerra com a população local.

São apenas seis episódios de cerca de quarenta minutos cada, mas a história de ‘El Turco’ é tão envolvente que dá super para maratonar de uma sentada só. Baseada em eventos reais e no romance de Orhan Yeniaras, o roteiro de Kerem Deren e Çisil Hazal Tenim explora os eventos e personagens da História turca e mesclam com ficção e uma boa dose de romance picante. O resultado é que o público tanto fica interessado na trama, como também, em paralelo, aprende História, e se sente impelido a buscar mais informações sobre os eventos citados no enredo.

Para se ter uma melhor ideia visual, ‘El Turco’ fica algo entre ‘Game of Thrones’ e ‘Vikings’, mas com uma dose de novela da Record para suavizar o drama. Ou seja, ao mesmo tempo em que temos mortes e golpes que fazem sangue voar, o diretor Uluç Bayraktar não se demora nisso, pois o importante é fazer a história andar. Ainda assim, também temos aquela – péssima – mania das séries históricas de criar personagens adoráveis que conquistam o público só para tirá-lo da gente em seguida. Que raiva!

Se um ‘El Turco’ já é bom, quase no meio da série os companheiros de Hasan aparecem na trama, para terminar de conquistar o espectador. O trio Guido (Slavko Sobin), Yedder (Haluk Piyes) e Decebal (Armagan Oguz) ajuda a transportar a mente do espectador para as histórias de ‘As Mil e Uma Noites’ e as tramas bíblicas, cada um representando um pilar da sociedade. Enquanto o líder, Hasan, entrega músculos e força tanto nas suas cenas de batalha quanto nos momentos mais calientes (o único da carreira de Can) com Gloria. E verdade seja dita: os quatro atores mandam muito bem nas cenas de batalha, o que demonstra dedicação e emprenho do elenco como um todo.

Misturando romance, paixão, fantasia e ação com História e muito peitoral bronzeado com óleo de um protagonista bonitão e selvagem, ‘El Turco’ nos remete às paixões desérticas e aos contos de fadas. Uma série que merece todo o sucesso que tem feito mundialmente e que felizmente a Globoplay trouxe oficialmente para o público brasileiro.

Minissérie policial ELOGIADA da diretora de ‘Madame Teia’ está escondida na Netflix….

collateral carey mulligan netflix
collateral carey mulligan netflix

Criada pelo roteirista David Hare, do elogiado ‘O Leitor‘, a minissérie policial ‘Collateral estreou na Netflix em 2018, mas ainda é pouco conhecida pelo público.

Ambientada em Londres, a trama gira em torno da detetive Kip Glaspie (Carey Mulligan), responsável pela investigação do assassinato de um entregador de pizza sírio, morto a tiros enquanto trabalhava.

A princípio, parecia mais um crime banal, mas as pistas reunidas por Glaspie a direcionam a uma conspiração ligada a corrupções políticas, tráfico humano e escândalos sexuais.

Ao longo dos quatro episódios, a atração também explora questões políticas e sociais do mundo atual, fazendo um paralelo com o aumento de crimes motivados por preconceitos.

A série também aborda as barreiras em que as policiais enfrentam numa classe dominada pelo sexo masculino

Confira o trailer:

Dirigida por S.J. Clarkson (‘Madame Teia’), ‘Collateral recebeu diversos elogios e conta com 79% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, sendo descrita pelo Pajiba como:

“Uma minissérie inteligente, sólida, convincente e atrativa, principalmente para aqueles que ainda não assistem a muitos programas policiais britânicos sombrios. Aqueles que já estão acostumados podem se surpreender com o quanto o retrato de Londres se torna realista na trama.” 

collateral netflix
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Opinião | Lady Gaga transforma show no Coachella em espetáculo seminal

Monstros nunca morrem.

Quase cinco meses antes de sua apresentação no Festival Coachella 2025, Lady Gaga anunciou sua participação como headliner do evento com a seguinte afirmação: “eu tinha uma visão que nunca consegui realizar por completo no Coachella, por razões fora do nosso controle”.

Antes de ser chamada para a mais nova edição desse incrível espetáculo, Gaga havia substituído a igualmente lendária Beyoncé em 2017, tendo pouco mais de um mês para orquestrar um show de quase duas horas – apressando-se para construir a identidade visual, reunir os dançarinos, ensaiar um setlist recheado de hits e até mesmo apresentando uma canção inédita intitulada “The Cure” (e aproveitando a ambientação para gravar uma das cenas do filme ‘Nasce Uma Estrela’). Porém, percebemos que algo faltava – um elemento de extrema importância que esteve presente em cada um de seus outros shows: perfeição. Gaga, ao longo de sua carreira, nunca falhou em entrega performances avassaladoras (vide “Paparazzi” no VMA 2009, ou o medley de ‘A Noviça Rebelde’ no Oscar 2015). E isso não é motivo para culpá-la, visto que o aprazível resultado mostrou que a organização do evento escolheu o nome certo para substituir nossa Queen B.

Porém, 2025 emergiria como uma reviravolta drástica em sua carreira. Além do lançamento do compilado de originais ‘MAYHEM’, que tornou-se um sucesso imediato de vendas e de crítica, ela se tornou a segunda artista do século XXI a ser escalada como headliner do Coachella depois de Björk – e, agora, ela mostrou tudo o que havia deixado de lado oito anos atrás para não apenas a melhor apresentação de sua carreira, mas um espetáculo seminal que ficará marcado como uma das melhores rendições do evento. Ao longo de quase 120 minutos, toda a identidade visual e memorável de Gaga é condensada em uma épica montagem que reúne incontáveis referências artísticas da maneira mais apoteótica possível.

É difícil encontrar algum artista que se equivale à titânica mente de Gaga nos dias de hoje, principalmente no tocante à genialidade criativa. O show abre com uma fusão entre “Bloody Mary”, faixa de ‘Born This Way’ que ganhou fama após viralizar mundo afora através das redes sociais, e “Abracadabra”, single de ‘MAYHEM’. Dando início ao primeiro ato de um emblemático concerto, Gaga aparece em uma estrutura metálica coberta com um tecido aveludado vermelho-sangue, rodeada por uma arquitetura que se afasta por completo da identidade brutalista do ‘Chromatica Ball’ e que aposta fichas na lendária casa parisiense intitulada Ópera Garnier, emulando o estilo monumental e marmóreo do teatro em uma ressignificação atemporal.

Música após música, é notável com Gaga volta com fúria descomunal, agigantando-se perante uma plateia de nada menos que 250 mil pessoas em um envolvimento mágico e narcótico, nos engolfando em uma jornada pelo caos e por uma carreira testamentária que continua a influenciar diversos artistas, inclusive da nova geração – ora, não é surpresa que nomes como Olivia Rodrigo, Doja Cat, RAYE e Chappell Roan já tenham-na citado como inspiração significativa para imortalizarem-se no cenário fonográfico. Esquadrinhando um jogo de xadrez mortal para performar “Poker Face” enquanto utiliza referências claras à ‘Alice no País das Maravilhas’, ela batalha consigo própria conforme analisa a ascensão e a decadência do constructo da fama; enfrentando a Senhora do Caos em uma batalha pela supremacia de si mesma com “Disease”, ela traz referências pós-apocalípticas em um conglomerado arenoso em pleno palco do evento.

Os momentos ao piano não poderiam estar de fora – e ela encarna uma persona diferente para dar a introdução de “How Bad Do U Want Me”, transfigurando-se para a dupla formada por “Shallow” e “Vanish Into You”; dialogando com os little monsters não apenas presentes no deserto da Califórnia, mas ao redor do mundo, ela promove incursões teatrais que refletem seu apreço claro pela arte-performance, puxando elementos que aprendeu ao lado de Marina Abramović para rendições irretocáveis de “Garden of Eden”, “Perfect Celebrity” e “Scheiße”. E, estendendo-se por quatro atos pensados em uma maximização nunca vista no festival e que demonstra seu olhar calculista para cada um dos detalhes, essa jornada propositalmente caótica transforma-se em uma vivência cinemática.

Um dos aspectos que mais nos chama a atenção, além dos inúmeros comentados nos parágrafos acima, é a fiel relação que Gaga mantém com seu público. Se desde sua estreia no show business a ideia de relação parassocial ganhou uma nova camada, aqui ela materializa esses laços com um convite aos espectadores, presentes ou não, como forma de torná-los membros ativos dessa intrincada engrenagem. Rememorando os dias de glória, que passaram por altos e baixos nos últimos anos, Gaga reitera seu status inalcançável como uma das mais célebres artistas de todos os tempos – sempre fazendo questão de manter a humildade e seu amor pelos fãs.

De fato, não havia pessoa melhor para encabeçar o primeiro dia do Festival Coachella 2025 que Lady Gaga. A cantora e compositora, que alia-se ao poder aplaudível da coreógrafa e diretora artística Parris Goebel, transforma o espetáculo em uma experiência operística, notória e que ultrapassa quaisquer expectativas que tínhamos – entrando para a história do evento como um dos shows mais icônicos de todos os tempos.

‘Gladiador 2’ traria Russell Crowe voltando do mundo dos mortos no roteiro original

Gladiador 2‘ dividiu a opinião dos críticos e do público, mas arrecadou US$ 462 milhões mundialmente.

Porém, a sequência do clássico de Ridley Scott quase teve uma história completamente diferente, envolvendo o retorno dos mortos de Maximus, interpretado por Russell Crowe.

De acordo com o site Word Of Reel, o diretor Ridley Scott declarou: 

“Eu sabia como trazê-lo de volta. Eu estava tendo essa conversa com o estúdio. Gladiador foi em 2000, então Russell mudou um pouco,”.

Para dar vida a essa história extraordinária, Ridley Scott contratou o músico e roteirista Nick Cave. O filme seria intitulado ‘Assassino de Cristo’, com Maximus usando “o portal de um guerreiro moribundo” para retornar dos mortos na trama.

“(Crowe) me ligou e perguntou se eu queria escrever ‘Gladiador 2’. Para alguém que só tinha escrito um roteiro de filme, foi um grande pedido. ‘Ei, Russell, você não morreu em ‘Gladiador 1′?’ ‘Sim, você resolve isso.’ Então, ele desce ao purgatório e é enviado de volta pelos deuses, que estão morrendo no céu porque há esse único deus, esse personagem tipo Cristo, na Terra que está ganhando popularidade, então os muitos deuses estão morrendo e eles enviam o Gladiador de volta para matar Cristo e seus seguidores”, lembra Nick Cave.

“Eu queria chamar de ‘Assassino de Cristo’ e no final descobrimos que o cara principal era seu filho, então ele tem que matar seu filho e foi enganado pelos deuses. Ele se torna esse guerreiro eterno, e termina com uma cena de guerra de 20 minutos que segue todas as guerras da história, até o Vietnã e todas essas coisas, e foi selvagem. Foi uma obra-prima absoluta. Eu gostei muito de escrevê-lo porque sabia em todos os níveis que nunca seria realizado.”, continuou.

No entanto, o filme não foi adiante. Segundo Cave, o projeto foi interrompido depois que Crowe leu o roteiro e simplesmente reagiu com um “Não gostei, parceiro”.

Segundo a InTouch Weekly, uma fonte próxima a Crowe revelou que o ator ficou extremamente chateado por não ter sido incluído na continuação e, por essa razão, resolveu se afastar dos laços de amizade de longa data que possuía com Scott e com Denzel Washington (que interpreta Macrinus no novo capítulo).

Com o sucesso, Ridley Scott já comenta sobre a possibilidade de mais uma sequência.

Questionado pela Variety sobre a chance de um terceiro filme, o cineasta indicou que Gladiador III’ realmente acontecerá: “Acho que tenho que fazer isso”, afirmou o diretor.

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Após falar que “não consome Marvel”, Elizabeth Olsen diz que estúdio é IMPORTANTE para indústria cinematográfica

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Elizabeth Olsen, conhecida mundialmente por seu papel como Wanda Maximoff — a poderosa Feiticeira Escarlate — no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), falou recentemente de forma bastante sincera sobre sua relação com os filmes do estúdio e sobre suas preferências pessoais em relação ao tipo de arte que consome.

Embora tenha ganhado enorme reconhecimento ao integrar uma das franquias mais populares e lucrativas da história do cinema, Olsen revelou que os blockbusters de super-heróis, como os da Marvel, não fazem exatamente parte do tipo de produção que ela prefere assistir em seu tempo livre.

Segundo a atriz, ela tende a se interessar mais por projetos independentes, filmes com temáticas mais intimistas e autorais — obras que, para ela, proporcionam uma experiência artística diferente.

Ainda assim, a atriz fez questão de esclarecer que sua decisão de participar dos filmes da Marvel não foi motivada unicamente por interesses estratégicos ou financeiros.

Em entrevista recente, Olsen afirmou que nunca adotou a lógica comum entre muitos atores de Hollywood de “fazer um filme comercial para, depois, conseguir fazer um filme mais artístico”.

“Eu nunca tive realmente a mentalidade de ‘um para eles, um para mim'”, disse Olsen. “A Marvel tem sido uma constante na qual posso voltar e que criou — qual é a palavra? — uma sensação de segurança na minha vida, que me deu liberdade para escolher outros trabalhos. Então, nunca senti que era algo como: ‘Vou fazer isso para poder fazer aquilo'”, declarou Olsen.

Além disso, a atriz demonstrou um olhar generoso sobre o impacto da Marvel na indústria cinematográfica como um todo. Ela destacou que, apesar de não serem suas produções favoritas como espectadora, os filmes do estúdio têm um papel fundamental para manter a engrenagem do cinema funcionando, especialmente no cenário atual. Para Olsen, os lançamentos da Marvel são, muitas vezes, responsáveis por garantir a viabilidade econômica das salas de cinema, possibilitando que filmes de menor orçamento e com menor apelo comercial também tenham espaço para serem exibidos.

“Esses filmes ajudam a pagar o aluguel dos cinemas”, pontuou ela, reconhecendo o equilíbrio delicado entre o cinema comercial e o artístico.

A fala de Olsen evidencia não apenas sua maturidade profissional, mas também sua sensibilidade em compreender os diferentes papéis que cada tipo de produção exerce no ecossistema cultural contemporâneo. Ao mesmo tempo em que construiu uma carreira sólida dentro de uma franquia bilionária, ela mantém um olhar crítico e pessoal sobre o que considera arte e sobre o espaço que deseja ocupar como atriz.

‘X-Men’: Vazam supostas fotos de Ciclope, Magneto e Wong no set de ‘Vingadores: Apocalipse’

james marsden ciclope

A produção de ‘Vingadores: Apocalipse‘ já foi iniciada e contará com a participação de uma enorme leva de personagens, que foram apresentados em uma recente live realizada pela Marvel Studios.

Fotos vazadas dos bastidores mostram o ator James Marsden como o Ciclope, Ian McKellen como Magneto e Benedict Wong (Wong).

Confira:

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia agendada para 07 de maio de 2027.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Criador de ‘X-Men ’97’ DETONA a nova abordagem do Tocha Humana

Beau DeMayo, criador da aclamada série ‘X-Men ’97’, expressou duras críticas à recente revelação de que a nova versão do Tocha Humana em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ não será retratada como mulherengo.

Para entender o contexto, confira a matéria sobre a declaração de Joseph Quinn sobre o personagem: ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Joseph Quinn revela que Tocha Humana não será “mulherengo”

Segundo o ComicBookMovie, DeMayo utilizou suas redes sociais para atacar a abordagem moderna de personagens heroicos.

“Esse é um dos maiores problemas que enfraquecem as histórias hoje em dia: a necessidade de transformar os personagens em manifestações idealizadas das ideologias individuais de cada um”, escreveu.

Questionado por um seguidor sobre suas críticas à modernização, DeMayo argumentou: “Existe uma maneira de contar uma história que dramatize a evolução do personagem. Crescimento de personagem — o núcleo do drama — exige falhas. O problema que muitos têm — e o motivo pelo qual o cinema e a TV estão com dificuldades — é a incapacidade das pessoas de assistirem a personagens imperfeitos”.

Em seguida, o roteirista sugeriu uma alternativa para a história de Johnny Storm: “Daria pra — se quisessem — contar uma história realmente interessante sobre um garoto branco fanfarrão, com pouca empatia — e talvez um pouco mulherengo — que é confrontado e levado à humildade após se transformar em um herói celebridade, onde ele próprio é tratado como um produto e passa a refletir sobre seu dever de ser alguém melhor. Esse tipo de história inspira pessoas na vida real a talvez fazerem o mesmo”.

DeMayo, então, direcionou suas críticas à Marvel: “Mas ao invés disso, apesar da Marvel ser um estúdio que demite mulheres porque alguém não gosta de trabalhar com elas, eles preferem fazer marketing de virtude por lucro. Isso é exploração moral, e eu vi por dentro como eles riem enquanto jogam esse jogo conscientemente. É revoltante ver as pessoas caírem nisso. Essa é uma empresa que quase não tem executivas mulheres, e que já encobriu vários incidentes com RH causados pelo ‘clube dos meninos’, mais recentemente envolvendo um produtor de Nova. Então não, eu não compro essa narrativa nem por um segundo”.

O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

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O longa é dirigido por Matt Shakman.

Artigo | Recalque, projeção e as pulsões da psicanálise em ‘Cidade dos Sonhos’, obra-prima de David Lynch

Em Cidade dos Sonhos, o renomado e saudoso realizador David Lynch utiliza os tropes da estética surrealista para construir sua magnum opus cinematográfica, mergulhando de cabeça em um thriller romântico neo-noir que influenciou e continua influenciando inúmeros nomes do cenário do entretenimento – e, para além de uma aula de direção, roteiro, fotografia, atuação e montagem, o projeto emerge como uma potente análise da psique humana que bebe das fontes freudiana e lacaniana com paixão admirável.

A trama, que divide-se em algumas vinhetas que convergem para um mesmo ponto à medida que a narrativa se desenrola, é centrada em Betty Elms (Naomi Watts), uma aspirante à atriz que se muda de Ontário, Canadá, para Los Angeles, desejando tornar-se uma grande estrela de cinema. Hospedando-se na casa da tia, ela descobre que uma jovem sem memória de quem realmente é (Laura Harring) invadiu a residência, com uma ecoante lembrança de que estava em um acidente de carro. Assumindo a persona de Rita, em homenagem à icônica Rita Hayworth, ela é auxiliada por Betty a descobrir o que aconteceu – apenas para ambas se envolverem em uma potente história de amor cujas consequências são avassaladoras e ambíguas.

Assim que entramos no ato final do longa, percebemos que a história envolvendo Betty e Rita não é a verdade – pelo contrário, funciona como uma profunda remodelação de supostos fatos que nem sequer sabemos se são críveis. Ao que tudo indica, Betty, na verdade, é Diane Selwyn, que teve a chance de se mudar para Hollywood após o falecimento da tia lhe deixar um dinheiro significativo para tentar a carreira de atriz. Fazendo audições e mais audições para os testes, ela se envolveu com Camilla Rhodes (a real Rita), ambas disputando pelo papel protagonista de um projeto intitulado ‘The Sylvia North Story’. Porém, o diretor Adam Kesher (Justin Theroux) deu o papel a Camilla, deixando Diane em segundo plano nos holofotes. As duas, por sua vez, se envolveram em um potente e apaixonante relacionamento escondido que terminou abruptamente, com Camilla e Adam firmando noivado pouco antes de uma destruída Diane dar início a seu plano de vingança.

Como vemos, todas as sequências arquitetadas por Lynch são um mero espectro surrealista do que aconteceu: após se sentir traída e mergulhar em vórtice de decepção e frustração, Diane escalou o mercenário Joe Messing (Mark Pellegrino) para assassinar Camilla, eventualmente se remoendo de culpa pelo ímpeto homicida e tirando a própria vida com um tiro na cabeça – o que dialoga com uma das últimas cenas da história entre Betty e Rita, incluindo a explicação dos múltiplos e misteriosos objetos que as acompanham (a bolsa com o dinheiro, a chave azul e a pequena caixa). E é aí que Lynch reitera toda sua genialidade narrativa – mantendo-se fiel à destituição da realidade conforme fornece explicações sólidas para o que, de fato, aconteceu.

A verdade é que o cineasta, ao seguir de perto as investidas da escola surrealista, bebe bastante das pulsões psicanalíticas de Sigmund Freud e Jacques Lacan, principalmente no tocante à funcionalidade do Inconsciente humano. Afinal, são várias as interpretações sobre o longa-metragem: a primeira delas, mais simplificada, por assim dizer, divide o projeto em dois momentos bem claros – o primeiro correspondendo ao mundo dos sonhos e ao momento imediatamente anterior ao que Diane tira a própria vida; e o segundo à realidade, que foi rearranjada na narrativa de romance entre as duas protagonistas.

A segunda promove uma discussão sobre recalque e projeção, conceitos que se espalham por cada um dos elementos dessa obra-prima cinemática. Segundo Freud, o recalque é um mecanismo de defesa que afasta a consciência de ideias, sentimentos ou impulsos que são inaceitáveis; a projeção, por sua vez, funciona como um artifício semelhante em que o indivíduo atribui seus próprios pensamentos, sentimentos e características a outra pessoa, que não necessariamente exige a obrigatoriedade de uma condição crítica da saúde mental. E, dentro de Cidade dos Sonhos, esses dois mecanismos se aglomeram em uma suntuosa exploração de uma mente descarrilhada pela contrição de algo que está fora de seu controle – no caso, a de Diane.

A personagem encarnada por Watts nos leva a acreditar que ela está apenas recalcando seus desejos mais sombrios – a falta de uma reciprocidade necessária de Camilla, que parece tê-la usado apenas como objeto de descarte; a falta de prospecto dentro do cenário do entretenimento (uma representação simbólica da morte da indústria hollywoodiana); e seu crescente ódio pelo relacionamento de Camilla e Adam, que deveria lhe pertencer. E, à medida que a frustração cresce, ela se enxerga no espelho como uma vítima que não sabe mais o que faz – e é aí que o suposto recalque transforma-se em projeção. Imbuída em uma insanidade que a leva a duvidar dos próprios atos, seu último respiro de sobrevivência ou de pós-vida é criar uma persona totalmente diferente, que a transforma em uma espécie de heroína condecorada com tudo aquilo que sempre mereceu – apoio da tia, amigos próximos, um romance duradouro e um mistério tirado direto dos filmes.

Dentro desse espectro, Betty funciona como tudo aquilo que Diane queria ser – e Rita, assim, torna-se submissa a seus desejos (não em um sentido pejorativo, e sim dentro de uma projeção em que ambas podem ficar juntas). O desejo de Betty de ter sua grande chance em Hollywood também aparece no momento em que faz audição para um ambicioso longa-metragem, arrancando elogios dos produtores, do diretor e de seus parceiros de cena. E como sabemos que essa projeção é apenas uma manifestação inconsciente de alguém já levado pela loucura e pela culpa? Pela materialização da moral da própria Diane através do casal idoso que o alter-ego Betty conhece em sua viagem para Hollywood.

O casal, formado por Irene (Jeanne Bates) e seu companheiro (Dan Birnbaum), funcionam como um constructo palpável da bússola ética que acompanha a protagonista – mostrando-se convidativos e afeiçoados no começo e transformando-se na gota d’água que compele Diane a se matar. É possível, inclusive, encará-los como as versões mais velhas de Camilla e Adam, cuja vida juntos foi interrompida pelo desejo psicótico de Diane – e, puxando elementos mitológicos, ambos podem representar as Erínias (cuja sonoridade se aproxima do nome Irene com provável relação de causa e consequência), deusas gregas do remorso que punem pessoas que cometem atos errôneos, enlouquecendo-os até a morte. E, se Irene e seu companheiro são representações materiais do superego de Diane (ou seja, de sua Consciência), encontramos sentido em meio a uma artística representação da mente humana.

Lembrando que Cidade dos Sonhos será relançado nos cinemas em 17 de abril, remasterizado em 4K.

‘Superman’: Chefes da Warner Bros. exaltam longa de James Gunn como um filme “cinco estrelas”

Os atuais chefes da Warner Bros. Pictures, Mike De Luca e Pam Abdy, em entrevista ao Deadline, não pouparam elogios ao filme Superman de James Gunn, que marca o início do novo Universo Cinematográfico DC (DCU).

“Eu amo o Superman. Acho que o James Gunn mandou muito bem”, declarou De Luca. “Tem muito do coração e humor característicos dele, e a ação é de cair o queixo. É o Superman com o qual cresci, então fico até emocionado quando assisto. Acho épico, visualmente impressionante e emocionante”.

De Luca continuou, expressando grande entusiasmo com o filme: “As atuações estão ótimas. Para mim, é um filme cinco estrelas, e mal posso esperar para o mundo ver. Sim, estamos muito empolgados com Superman, o James arrasou”.

Ao serem questionados sobre a semelhança do filme com as produções de Richard Donner estreladas por Christopher Reeve, De Luca comentou:

“Eu diria que, em espírito, está mais próximo disso, mas também é um épico de ficção científica. Tem um pouco do que eu amava em ‘Guardiões da Galáxia’, mas ainda assim é o Superman verdadeiro, clássico. As fontes dos quadrinhos que ele usou como inspiração, como ‘Grandes Astros’ e outras, estão ali também”, afirmou.

O executivo concluiu, enfatizando a fidelidade da adaptação: “É realmente uma carta de amor ao que fez o Superman perdurar por quase cem anos. Ele conseguiu colocar tudo isso no filme”.

Superman’ será lançado em 10 julho de 2025.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’; Vanessa Kirby compartilha detalhes sobre a Mulher Invisível

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega em breve às telonas, e agora a atriz Vanessa Kirby compartilhou novos detalhes sobre sua versão de Sue Storm, a Mulher Invisível.

Segundo o ComicBookMovie, Kirby falou sobre a experiência de interpretar uma super-heroína grávida e como buscou trazer profundidade emocional à personagem:

“Matt e eu estávamos muito conscientes de que praticamente não existem mães com bebês nesses arquétipos de super-heroínas que temos visto”, explicou a atriz. “Uma das coisas que mais amo na história da Sue é quando ela se torna a Malice, e todo o seu lado sombrio vem à tona. Fiquei obcecada com esse capítulo da vida dela”.

Kirby se referia ao alter ego maligno da personagem nos quadrinhos, despertado após eventos traumáticos.

“Então, quis garantir que houvesse traços de Malice nela, que ela não fosse apenas o estereótipo da mãe boazinha e doce”, acrescentou.

“Sempre me interessei pela complexidade da feminilidade — como é possível ser tudo ao mesmo tempo? Não apenas a mulher forte, invencível e poderosa, mas também uma mãe que dá à luz, o que por si só já é um ato de super-heroísmo”, continuou. “Amo que esses personagens são humanos reais, parte de uma família imperfeita, que discute, tenta se entender e comete erros”.

O diretor Matt Shakman também falou sobre Sue Storm, descrevendo-a como alguém que “ajudou a alcançar a desmilitarização global e a paz”, além de ser “a pessoa mais emocionalmente inteligente do planeta”.

Segundo ele, “ela e Reed, estão construindo uma sociedade idealista”.

O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

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O longa é dirigido por Matt Shakman.