O ator Eric Dane, que interpreta Cal Jacobs, o pai autoritário de Nate Jacobs (Jacob Elordi) em ‘Euphoria’, comentou recentemente sobre o futuro de seu personagem na próxima temporada da aclamada série.
“Haverá redenção [para Cal]”, disse Dane à Variety após a exibição da segunda temporada, indicando a possível evolução de seu personagem nos próximos episódios. “Eu não posso julgar o personagem. Essa é uma rua sem saída para qualquer ator. Então eu não fiz nenhum julgamento sobre Cal. Mas eu sabia que, eventualmente, haveria um momento de verdade e algum tipo de redenção para ele”.
Dane tem previsão para iniciar as filmagens de seu papel na terceira temporada em 14 de abril.
A nova temporada, com oito episódios, tem estreia prevista para 2026.
O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.
Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.
O ator Walter Emanuel Jones, que interpretou Zack Taylor, o Ranger Preto em ‘Mighty Morphin Power Rangers’, expressou recentemente seu orgulho em ter vivido o personagem, apesar de muitos considerarem a escalação racialmente carregada.
Segundo o Deadline, o ator se manifestou sobre o assunto após o roteirista principal da série, Tony Oliver, se desculpar pela decisão de escalar um ator negro como o Ranger Preto e uma atriz vietnamita como a Ranger Amarela.
“É incrível como muitos meios de comunicação pegaram isso…”, escreveu Jones no Instagram, referindo-se às manchetes sobre o pedido de desculpas de Oliver. “No entanto, enquanto alguns escolhem focar no negativo, sempre acreditei em focar no positivo. Eu entendo o impulso de abordar o que pode ser visto como insensibilidade cultural, mas chamar isso de ‘erro’ desconsideraria o impacto que teve em inúmeras pessoas ao redor do mundo que encontraram inspiração e representação no primeiro super-herói negro da TV — se transformando no próprio Ranger Negro! Não foi um erro; foi um marco. Foi uma honra”.
Em uma aparição em um podcast que compartilhou em seu post, Jones afirmou: “A ideia de eu estar em um traje preto nunca me incomodou. Na verdade, fiquei feliz quando vi o traje pela primeira vez. Achei que parecia legal também… o preto era o que eu queria usar”.
Ainda assim, Jones observou que “foi um pouco estranho”escalar a atriz asiáticaThuy Trang como Trini Kwan, a nova Ranger Amarela, substituindo Audri Dubois do piloto.
Tony Oliver, ex-chefe de roteiros e um dos criadores da franquia ‘Power Rangers’, abordou recentemente as controvérsias em torno das escolhas de elenco consideradas racialmente insensíveis em ‘Mighty Morphin Power Rangers’.
Segundo a EW, Oliver afirmou: “Nenhum de nós estava pensando em estereótipos”.
Oliver explica que a série conseguiu ser exibida – e durar duas temporadas – com “o personagem negro como o Ranger Negro e o personagem asiático como a Ranger Amarela” porque, inicialmente, a equipe não percebeu a óbvia falha baseada em estereótipos.
“Foi meu assistente quem apontou isso em uma reunião um dia”, recordou Oliver, admitindo: “Foi um grande erro”.
Zack Taylor (Walter Emanuel Jones), o primeiro Ranger Negro, era descrito por Oliver como tendo “o estilo do grupo”. Já Trini Kwan (Thuy Trang), a primeira Ranger Amarela, era caracterizada como “a pacífica, que tende a ser a consciência do grupo”.
Oliver também revelou que “Thuy não foi nossa primeira Ranger Amarela”.
A atriz inicialmente escalada para o papel, Audri Dubois, deixou a produção após uma disputa salarial depois de filmar o piloto. Trang foi então reescalada e inserida na edição do piloto que foi ao ar em 1993.
A série documental ‘Dark Side of the Power Rangers’ inclui imagens de bastidores filmadas pelo coordenador de dublês Jeff Pruitt, revelando que o elenco estava ciente da percepção problemática da escalação e até mesmo zombava abertamente disso.
Em um clipe, Jones brinca para a câmera: “Meu nome é Walter Jones, eu sou Zack. Eu sou negro, e sou o Ranger Negro — vai entender”.
Haim Saban, criador e produtor executivo da franquia, rapidamente estabeleceu a prática de substituir o elenco principal de cinco a seis rangers a cada nova temporada.
No entanto, Jones, Trang e o Ranger Vermelho Austin St. John deixaram a série por vontade própria na segunda temporada devido a uma disputa salarial. Jones foi substituído pelo ator coreano-americano Johnny Yong Bosch, e Trang pela atriz negra Karan Ashley.
Em uma história oral da série de 2013, o co-criador de Saban, Shuki Levi, afirmou que a controversa escolha de elenco de Jones e Trang“não foi intencional. Naquela época, Haim e eu éramos novos neste país. Não crescemos no mesmo ambiente que existe na América em relação à cor da pele. Crescemos em Israel, onde ser negro é como ser de qualquer outra cor. Não era algo sobre o qual falávamos o tempo todo. Não era uma grande questão”.
Amy Jo Johnson, a primeira Ranger Rosa, Kimberly Hart, lembrou que “Walter Jones costumava fazer piadas de bom humor sobre isso. Acho engraçado se foi feito de forma não intencional pelos chefões. Mas, sério? Vamos lá. Isso não aconteceria hoje”.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega em breve às telonas, apresentando a nova versão do icônico grupo da Marvel. Agora, o astro Joseph Quinn falou recentemente sobre sua versão do Tocha Humana, revelando que o herói não será mais mulherengo.
Segundo o Deadline, Quinn explicou como sua versão será diferente das anteriores.
“Ele é um homem que lidera com muita confiança, o que pode ser uma afronta às vezes. Mas também ele é engraçado”, disse Quinn. “Eu e o [chefe da Marvel Studios] Kevin [Feige] conversamos sobre as versões anteriores dele e sobre onde estamos culturalmente. Ele foi rotulado como esse mulherengo, mas isso é sexy hoje em dia? Eu não acho. Esta versão do Johnny é menos insensível aos sentimentos das outras pessoas e, espero, há uma autoconsciência sobre o que está motivando esse comportamento que busca atenção”.
O diretor, Matt Shakman, concordou com Quinn, dizendo que Johnny deveria ser mais do que apenas o irmão impulsivo de Sue.
“Ele é realmente inteligente”, disse Shakman sobre o personagem. “Ele está naquela nave por um motivo, e eu acho que às vezes as pessoas esquecem que, em várias histórias em quadrinhos, ele foi um dos mais heróicos deles, mesmo que ele esteja diminuindo seu heroísmo a todo momento com humor. Ele é o irmão da Sue, o que significa que eles vêm de um pano semelhante”.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
A Warner Bros. confirmou recentemente que já está trabalhando em ‘Os Fantasmas Se Divertem 3’, a sequência da icônica franquia ‘Beetlejuice’ de Tim Burton.
Segundo o ComicBook, o co-presidente e CEO da Warner Bros. Pictures, Mike De Luca, revelou que o desenvolvimento do terceiro filme não é apenas uma intenção, mas um projeto em andamento.
“Imediatamente. A tinta pode ainda não ter secado nos contratos, mas é iminente”, afirmou De Luca.
‘Os Fantasmas Se Divertem 3’ se junta a outros clássicos do estúdio que serão revitalizados, como ‘O Guarda-Costas’, ‘Matrix’, ‘Da Magia à Sedução’, ‘Gremlins’ e ‘Os Goonies’.
Michael Keaton já expressou seu entusiasmo em reprisar o papel de Beetlejuice. “Ah, com certeza. Eu faria todo ano, sim”, afirmou o ator, reforçando que o personagem continua sendo seu projeto profissional favorito.
beetlejuice 2
Lembrando que o segundo filme, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’, já está disponível no Max.
Com o retorno de membros do elenco original e a adição de novos nomes, como Willem Dafoe e Jenna Ortega, ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice’ foi um enorme sucesso – conquistando 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando mais de US$450 milhões mundialmente.
‘O Rei dos Reis’, a nova animação da Angel Studios que retrata a vida de Jesus Cristo, alcançou um marco significativo nas bilheterias dos Estados Unidos, arrecadando US$ 14,6 milhões em vendas antecipadas.
Segundo o ComicBook, esse valor supera a estreia de ‘O Príncipe do Egito’, consagrando ‘O Rei dos Reis’ como a maior estreia de todos os tempos para um filme bíblico animado.
Brandon Purdie, diretor global de Distribuição e Desenvolvimento de Marca da Angel, comentou:“Assim como ‘O Príncipe do Egito’ levou famílias aos cinemas, nossa Angel Guild tem apoiado este filme desde o início com pré-vendas e um forte boca a boca desde que ele entrou no ecossistema da Angel. Charles Dickens tinha a tradição de compartilhar essa história com sua família, e esperamos que ‘O Rei dos Reis’ se torne parte da tradição da Páscoa para famílias ao redor do mundo”.
O filme já superou os números iniciais de sucessos como ‘Som da Liberdade’ e ‘His Only Son’, conforme informações divulgadas pelo Deadline.
‘O Rei dos Reis’ tem estreia exclusiva nos cinemas brasileiros no dia 17 de abril.
A aguardada animação, que conta com Oscar Isaac dublando Jesus Cristo no idioma original, também já pôde ser conferida pela crítica especializada internacional.
As primeiras avaliações estão entre nós e o longa surpreendeu com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo elogiado pela excelente qualidade da animação e pelas performances do elenco de vozes.
Além disso, a produção foi aclamada por abordar a temática cristã com leveza, sem querer forçar o Evangelho a pessoas que não profeçam o Cristianismo.
Confira:
“Uma história de Jesus Cristo para crianças que cativará o público mais jovem”. – Avi Offer, NYC Movie Guru
“…Uma animação sul-coreana baseada na fé, com um elenco de dubladores de primeira linha e uma tendência desconcertante de interromper momentos cruciais da Bíblia com comédia pastelão sem sentido envolvendo um gato doméstico maluco do século XIX”. – Kevin Maher, Times (UK)
“É improvável que faça muito sucesso com o público pagão, mas para seu público-alvo, tem mais a oferecer em termos de entretenimento do que Two by Two ou The Star”. – Cain Noble-Davies, FILMINK (Australia)
“O Rei dos Reis é um filme de animação lindamente criado que mistura história, fé e imaginação. Seja você atraído pelo elenco de vozes, pela animação ou pelo enquadramento único de Dickens, é um filme que vale a pena assistir nesta temporada de Páscoa”. – Romey Norton, Film Focus Online
“Parece um filme que ainda pode ser apreciado por aqueles que podem não compartilhar a fé cristã. Ele não tenta ser enfadonho ou forçar a conversão, mas conta uma história envolvente e sincera”. – Tony Asankomah, GhMovieFreak
“Sem um traço de infantilidade, [O Rei dos Reis] é uma espécie de representação [familiar] do Novo Testamento, ideal para assistir enquanto se come um donut”. – Ezequiel Boetti, EscribiendoCine
“No final das contas, ‘O Rei dos Reis’ funcionará como uma maneira para pais ansiosos tentarem interessar seus filhos em sua religião, mas é improvável que se torne um novo favorito”. – Daniel Howat, Next Best Picture
A produção é inspirada na obra do famoso escritorCharles Dickens(“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intitulada “A Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.
A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.
Mike De Luca e Pam Abdy, chefes da Warner Bros. Pictures, comentaram recentemente sobre a sequência ‘Batman: Parte 2’, revelando que o longa estrelado por Robert Pattinson ainda não teve seu roteiro finalizado.
“Não estamos envolvidos nos detalhes do projeto Batman. Isso é realmente com James [Gunn] e Peter Safran, que comandam a DC. Temos algum outro tipo de colaboração com Matt Reeves, mas Peter e James sabem que ele é um autor completo — roteirista e diretor — e que o filme virá quando ele tiver escrito o melhor roteiro de Batman possível e estiver pronto”, explicou Abdy, conforme o ComicBookMovie.
Vale ressaltar que o longa está previsto para começar as filmagens no segundo semestre deste ano, no Reino Unido.
Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.
O cineasta Rob Edwards, roteirista de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, compartilhou recentemente detalhes sobre o processo de criação do filme da Marvel e suas expectativas para o futuro do personagem Sam Wilson.
“Faz parte do processo. Existe uma riqueza… são tantos quadrinhos, tantas ideias. Tudo toma caminhos diferentes e, no final, você precisa fazer algumas escolhas”, explicou Edwards, conforme o ComicBookMovie. “E nem todas as escolhas são fáceis, mas você só torce para acabar com o melhor filme possível… e eu acho que conseguimos”.
Ao ser mencionado o prazer de escrever cenas com Harrison Ford como o Hulk Vermelho, Edwards expressou seu entusiasmo com o elenco estelar: “Que ano, né? [risos] Oscar Isaac, Ben Kingsley, Harrison Ford, Anthony Mackie… é fenomenal”.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ estabelece o caminho para Sam Wilson liderar os Vingadores, e Edwards foi questionado sobre o que espera ver do novo Capitão em ‘Vingadores: Apocalipse’, com estreia prevista para o próximo ano.
“Ele é o Capitão América agora, então, teoricamente, ele está no comando. Acho que esse é o próximo passo”, provocou o roteirista. “Estou só chutando como fã, mas acho que é por aí que ‘Apocalipse’ vai. Você recria os Vingadores, como foi sugerido no filme. Agora estou junto na jornada. Mal posso esperar pelo próximo”.
Na trama, Sam Wilson se vê no meio de um incidente internacional após se encontrar com o Presidente Thaddeus Ross. Ele precisa descobrir a razão por trás de um nefasto complô global antes que o verdadeiro mentor faça o mundo inteiro ver vermelho.
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Tony Gilroy, o showrunner da aclamada série ‘Andor’, surpreendeu ao revelar recentemente que descobriu a existência de um novo projeto da franquia ‘Star Wars’ com foco no gênero terror.
Segundo o SFFGazette, Gilroy confirmou ter tomado conhecimento do projeto de terror em desenvolvimento: “Eles estão fazendo isso. Acho que sim. Acho que está em andamento, sim”.
Ao ser questionado sobre a direção que gostaria de ver nesse projeto, Gilroy demonstrou uma mente aberta: “Sou agnóstico quanto ao que deve ser feito. Quer dizer, eu estava improvisando quando disse ‘façam uma comédia com três câmeras’. Estava brincando — e às vezes essas brincadeiras não funcionam com a comunidade de Star Wars. Mas com o criador certo, o comentário certo, a vibe certa — você pode fazer qualquer coisa”.
Vale lembrar que no mês passado, Gilroy já havia expressado seu desejo de ver propostas diferentes ligadas a ‘Star Wars’: “Sempre fantasiei que a série abriria novos caminhos, que alguém pudesse fazer uma sitcom com três câmeras em Star Wars ou um filme de terror”, afirmou.
Ele também compartilhou uma conversa anterior com Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm: “Acho que a primeira coisa que disse à Kathy quando ela falou que queria abrir uma nova linha de projetos foi: ‘E se fizessem um drama de tribunal?’ E por que não? Trabalhamos muito em Andor para construir o nosso espaço, e agora cabe a outras pessoas encontrarem outras maneiras de fazer isso”.
Vale lembrar que a próxima produção de ‘Star Wars’ será a nova temporada de ‘Andor’.
A segunda temporada de ‘Andor’ estreia no dia 22 de abril no Disney+.
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
‘Thunderbolts*’, o novo filme da Marvel, tem estreia próxima nos cinemas, e as primeiras projeções sugerem que o longa pode seguir a trajetória decadente das bilheterias de lançamentos recentes do estúdio.
Segundo o ComicBook, as estimativas apontam para uma arrecadação entre US$ 63 e 77 milhões nos Estados Unidos durante o fim de semana de estreia de ‘Thunderbolts*’. O valor-alvo atual é de US$ 70 milhões, o que representaria uma abertura relativamente fraca para um filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
Caso essas projeções se concretizem, a bilheteria de estreia de ‘Thunderbolts*’ ficaria abaixo de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, lançado em fevereiro, que arrecadou US$ 88,8 milhões em seus três primeiros dias e US$ 100 milhões ao longo do feriado prolongado.
Os US$ 70 milhões projetados também são inferiores às aberturas de outros filmes da Marvel lançados durante a pandemia, como ‘Viúva Negra’ (US$ 80,3 milhões), ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ (US$ 75,3 milhões) e ‘Eternos’ (US$ 71,2 milhões).
“Thunderbolts*” tem lançamento previsto para o dia 02 de maio nos cinemas nacionais.
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
O elenco também conta com, Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).
Glen Morgan, produtor e co-roteirista da clássica franquia de terror ‘Premonição’, relembrou recentemente o início da saga, explicando uma decisão que os criadores originais lamentam.
Segundo o ComicBook, Glen Morgan, o diretor e co-roteirista James Wong, e o co-roteiristaJeffrey Reddick revelaram que rejeitaram a ideia de que a Morte fosse personificada de alguma forma, à semelhança de assassinos icônicos como Freddy Krueger, Michael Myers ou Ghostface.
“Era meio que uma Morte personificada”, relembrou Morgan. “Nós dois pensamos, ‘Você não pode ver a Morte e não pode vencê-la, certo?’ Então sugerimos: ‘A Morte é apenas uma força’. E eles [New Line] disseram: ‘Legal!’, para nossa surpresa. Mas agora, todo Halloween eu penso: ‘A gente vacilou!’ Não tem fantasia para vender, não tem boneco de ação”.
Vale lembrar que ‘Premonição 6’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.
Na próxima iteração, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.
Foi divulgada uma imagem destaca o retorno de Tony Todd (‘A Lenda de Candyman’) como o agente funerário William Bludworth.
O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).
O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.
Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.
Chad Stahelski, o diretor da aclamada franquia ‘John Wick’, expressou grande satisfação com o recente anúncio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sobre a criação da categoria de Melhor Design de Dublês.
Em entrevista ao Deadline, o cineasta celebrou a decisão, agradecendo à Academia: “Nenhum de nós [na indústria] estaria aqui se não fosse pelos últimos 100 anos de dublês. Chegamos até aqui porque muitas outras pessoas se sacrificaram muito. Então, é muito legal estar aqui, no auge de um século inteiro de performers, coordenadores e diretores de ação. E é uma pena que muitos deles não possam ver até onde isso chegou”.
Stahelski enfatizou a importância da colaboração da Academia com a comunidade de dublês para a concretização da nova categoria: “Temos muita sorte de estar nesse ponto, ou no auge, onde, há alguns anos, a Academia veio até nós e disse: ‘Ei, como podemos ajudar? Como colocamos isso em prática?’ Para algumas pessoas pode parecer que demorou muito, mas na verdade, dou muito crédito à Academia por fazer da forma certa. Eles levaram o tempo necessário. Conversaram com muita gente da comunidade de dublês — coordenadores de dublês, diretores de segunda unidade, grupos femininos, grupos masculinos. Todos os diferentes aspectos da comunidade de dublês, eles foram atrás, ouviram e tentaram descobrir, não apenas se deveria haver um prêmio — ninguém questionou isso — mas como entregar o prêmio, para quem, como selecionar os indicados. E eles realmente fizeram o dever de casa. E quando sentiram que tinham tudo sob controle, anunciaram”.
O Oscar surpreendeu recentemente ao anunciar oficialmente a criação da categoria para Melhores Dublês. Há anos, fãs de cinema pedem que a Academia reconheça o trabalho essencial dos profissionais responsáveis pelas cenas de ação.
Segundo o ComicBook, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas tornou pública a criação de um prêmio competitivo de Realização em Design de Dublês (Achievement in Stunt Design), que será entregue pela primeira vez na centésima edição do Oscar.
A cerimônia está agendada para 2028 e premiará filmes lançados em 2027. As regras de elegibilidade e votação para a nova categoria serão divulgadas em 2027.
Em comunicado oficial, o CEO da Academia, Bill Kramer, e a presidente da organização, Janet Yang, manifestaram seu entusiasmo com a novidade:
“Desde os primórdios do cinema, o design de dublês tem sido parte essencial da produção cinematográfica. Temos orgulho de homenagear o trabalho inovador desses artistas técnicos e criativos, e os parabenizamos por seu comprometimento e dedicação até alcançarem esse momento histórico”, escreveram.
Em cartaz nos cinemas, Maré Alta é um drama do diretor italianoMarco Calvani. Protagonizado pelo brasileiro Marco Pigossi, o longa conta a história de Lourenço, um brasileiro que viaja para os EUA com o visto de turista, mas procura se encontrar no mundo e sente que precisa ficar por lá. Por isso, ele começa a trabalhar ilegalmente, enquanto busca uma forma de conseguir o visto permanente.
Dentre seus dramas, ele é um homem LGBT, cuja família não sabe de sua sexualidade. E parte dessa busca por autodescoberta é se compreender melhor em um ambiente sem a pressão familiar. Por isso, ele agarra qualquer oportunidade para ficar por lá. Em sua jornada, ele acaba fazendo novos amigos e se apaixonando, fazendo com que todas as suas relações sejam intensas.
No último mês, tivemos a oportunidade de entrevistar Calvani e Pigossi, que são casados, e eles falaram um pouco mais sobre o filme e como fizeram para evitar que o ambiente de trabalho afetasse a vida pessoal.
Para Marco Calvani, por mais que o filme se comunique com suas experiências de vida, ele não é um longa autobiográfico. Ainda assim, há dramas compartilhados tanto por ele quanto por Pigossi que podem trazer identificação para diferentes públicos.
“Bem, Maré Alta não é um filme autobiográfico. Eu não sou brasileiro, mas sou um imigrante, um homem gay que vive nos EUA. Acho que sou um pouco como o Lourenço, mas de uma forma diferente, então criamos esse ‘lugar especial’, por assim dizer que, se você é um homem que vive longe de casa, você acaba encontrando esse lugar cheio de oportunidades, mas também de riscos e incertezas. Apesar de ser muito excitante chegar a esse lugar, também pode ser muito triste, por mexer com saudade, incertezas. Felizmente, o filme fala sobre muitas outras coisas, mas é lindo ver como vem sendo recebido com tanto carinho pelos brasileiros e pelo público ao redor do mundo”, disse Calvani, que também comentou sobre o efeito da pandemia na realização do longa.
“Particularmente, eu me senti um pouco como o Lourenço nos últimos anos, sabe? Como se estivesse em um limbo. Teve a Covid-19, então parecia não haver muito futuro, assim como o passado também parecia não importar mais. E eu não sabia bem o que estava fazendo, eu não fazia ideia do que seria de mim. Como homem, eu me sentia esmagado pelo sistema, pelas mudanças no jogo, pelo crescimento do fascismo no mundo. E acho que esse sentimento de estar perdido foi bem passado no filme”, afirmou.
Marco Pigossi concordou, ressaltando que a questão da imigração, que é o foco do filme, é algo que independe de gênero.
“É um filme muito pessoal, mas zero autobiográfico. Quando a gente fala de imigração, a gente fala sobre essa solidão de morar em um país que não é o seu, falando em uma língua que não é a sua. Então, é uma tentativa de tentar se redescobrir em um ambiente que não é o seu. E sempre muito só. O filme fala sobre pertencimento, porque o Lourenço vai para lá em busca de pertencer a um país, uma cidade, a uma comunidade. Até a si mesmo, que é a grande mensagem do longa. Isso é universal para toda pessoa que vai para fora tentar uma vida melhor, independentemente da razão. Nós refletimos sobre nossas passagens nos Estados Unidos em diferentes momentos, porque, como artistas, nós viajamos sempre tentando expandir nossas carreiras. Mas a verdade é que não buscamos encontrar a carreira, nós queremos aumentar e viver mais experiências para crescer como homens, para contarmos e transcendermos nossas formas de contarmos histórias”, explicou Marco Pigossi.
Outro destaque do filme é a presença de Bill Irwin, ator consagrado do cinema e dos palcos, que interpreta seu primeiro personagem LGBT da carreira. Para Marco Pigossi, trabalhar com ele foi um grande ensinamento.
“Foi fantástico [trabalhar com o Bill Irwin]! O Bill não apenas é um ator fantástico, como também é uma pessoa fantástica! Eu aprendi uma coisa maravilhosa com o Bill Irwin sobre o que é ser ator. Nossa profissão não envelhece. Nunca. Esse foi o primeiro personagem gay que ele fez no cinema, ele tem um filho gay. E o fascínio, o brilho no olho, a vontade dele de aprender e conhecer mais sobre os personagens… Ele queria que eu mostrasse a cidade para ele, apresentasse às pessoas, ele queria aprender mais e existir naquele universo. Isso, para mim, foi uma lição. O Bill Irwin, que tem uma carreira extraordinária, ainda tem esse olhar de criança, de querer descobrir tudo para fazer um personagem novo. Essa é a grande beleza da profissão do ator. A gente está sempre descobrindo, sempre explorando coisas novas. É muito mágico! E não tem outra profissão que te proporcione isso. Claro que há desafios, porque você vai crescendo, mas é diferente. Uma hora você é um médico, outra hora você é um piloto, então você estuda para entender mais desses universos. E a maneira como ele veio aberto para descobrir mais sobre esse personagem foi uma lição para mim. Fora que é um ator brilhante, de muita troca, e uma pessoa incrível. Foi muito especial”, contou Pigossi.
Por fim, o casal contou como foi trabalhar junto neste projeto. Para Pigossi, o filme foi como ter o primeiro filho, porque ele cuidaram de Maré Alta nos mínimos detalhes.
“A gente fala que o ‘Maré Alta’ foi nosso primeiro filho. A partir do momento que o Marco me mostrou o roteiro, a gente vem trabalhando juntos e decidiu que era essa história que a gente queria contar, e desse jeito. E isso é muito difícil. Quantas pessoas estão nos EUA com roteiros brilhantes e não conseguem? Fazer um filme independente é quase um milagre. ‘Maré Alta’ é um filme feito muito mais com amor do que com dinheiro. É um filho que a gente criou e colocou no mundo. E tinha essa responsabilidade, porque foi o primeiro longa do Marco e o meu primeiro filme como protagonista nos Estados Unidos, então a gente queria ter essa responsabilidade de fazer dar certo. Mas também houve uma admiração sincera como artistas, porque o Marco é um diretor brilhante com seus atores. Ele tem um olhar muito bonito para os atores, o que, para mim, representou um renascimento como ator, descobrindo coisas novas, limpando vícios, manias e maneirismos que a gente acumula ao longo do tempo. Foi uma experiência maravilhosa! E faria outros milhões de filmes junto com ele!”, explicou.
Já Calvani ressaltou que a experiência foi muito boa e muito disso por conta de estratégias que eles tomaram para separar o lado profissional do lado pessoal.
“Se não tivesse sido bom, nós não estaríamos aqui hoje. Sobrevivemos a uma pandemia e a um filme como ator e diretor [risos]. Mas é o amor verdadeiro que nos mantém juntos. E o amor nasce do respeito e companheirismo, não só um pelo outro, mas também pela arte. Mas é claro que tomamos alguns cuidados para não atrapalhar as relações. Nós não dormíamos no mesmo lugar, porque precisávamos desse descanso para nos desligarmos do dia de filmagens. Mas nós faríamos tudo de novo. E esse processo foi incrível por ter nos permitido conectar ainda mais com esse lado artístico um do outro, mas também desenvolver ainda mais nossos laços de confiança. Nós conseguimos traduzir nosso amor para darmos forma a esse filme”, concluiu Marco Calvani.
Esse fim de semana trouxe produções sensacionais para os catálogos dos principais streamings. Então, como de costume, o CinePOP selecionou cinco delas para te indicar. As plataformas da vez são:Amazon Prime Video, Netflix,Max eDisney+.
E são produções de todos os gêneros. Tem ação, aventura, drama, ficção e documentário. Então, é só escolher o que te agrada mais, sentar no sofá e assistir. Confira!
Estrelado por Viola Davis e Antony Starr, esse filme de ação original do Prime Video acompanha a jornada de uma ex-militar que assume o cargo de presidente dos EUA. Com um plano ousado para impulsionar o desenvolvimento social africano, ela comparece à reunião do G20 na África do Sul, mas o que deveria ser um encontro da política vira uma noite de horror, quando um cryptoterrorista invade o hotel e sequestra os líderes das 20 nações mais economicamente poderosas do mundo. Diante deste desafio, a presidente dos EUA coloca em jogo seu conhecimento militar para tentar salvar sua família e derrotar o terrorista.
Filmado em Paraty, cidade histórica do estado do Rio de Janeiro, essa aventura conta a história da amizade completamente inesperada entre João (Jean Reno) e um simpático pinguinzinho que se perde da família e acaba ficando preso em uma rede encharcada de óleo. João, que trabalha como pescador, encontra o bichinho e tenta ajudá-lo a se recuperar. Nesse processo, ele vai aprendendo mais sobre família e amizade e começa a refletir sobre as escolhas de sua própria vida. É um belíssimo filme.
A sétima temporada de Black Mirrorchegou com tudo à Netflix. Diferentemente das últimas três temporadas, que foram essencialmente péssimas, com um ou dois episódios se salvando meio a desgraça, essa aqui acertou em cheio nas tecnologias e tramas abordadas, trazendo a melhor temporada desde a terceira (2016). Dentre as críticas da vez, estão Inteligência Artificial no cinema, plataformas de criação de conteúdo pago, deepfake, streamings e muito mais. É natural que haja uma certa má vontade com a série diante das porcarias que eles vieram lançando nas últimas temporadas, mas essa aqui definitivamente vale a pena.
Fenômeno dos videogames e agora também das séries, a franquia The Last Of Us vai começar a lançar sua segunda temporada neste domingo (13). Ou seja, este sábado é o dia perfeito para maratonar a primeira temporada para conhecer a série ou para relembrar os eventos dela. A trama se passa em um mundo contaminado por fungos que transformaram pessoas em criaturas monstruosas. Nessa realidade complexa, um contrabandista é contratado para atravessar o país com uma garotinha, mantendo ela em segurança das ameaças que existem por aí.
Dirigido por Bryce Dallas Howard (que vem se mostrando uma diretora muito promissora), esse documentário é como um raio de alegria em meio a dias tristes. Ele aborda as relações de amor, encantamento e suporte emocional que são construídas entre os tutores e seus bichinhos de estimação. Os personagens vão desde tutores comuns até guardiões que dedicam suas vidas ao resgate de animais. E também são mostrados os mais diversos tipos de Pets possíveis. É o programa perfeito para os apaixonados por bichos.
Geralmente a mentira não é uma coisa infinita, chega num ponto que descobertas são feitas! Em alguns filmes, a trajetória de personagens contornam essa questão nos levando para os conflitos que se seguem com a revelação da verdade. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com filmes onde uma mentira vira o centro dos holofotes:
Até Amanhã
Na trama, acompanhamos um dia tenso na vida da jovem Fereshteh (Sadaf Asgari), que vive sozinha na capital do Irã onde estuda e trabalha em uma gráfica para sustentar sua filha recém nascida de 2 meses. Quando um parente sofre um acidente e logo hospitalizado na cidade de onde mora, seus pais resolvem visitá-la. A questão é que eles não sabem da existência da criança. Assim, sem saber em quem confiar, ela precisa encontrar um lugar para a criança ficar enquanto seus pais estão por perto embarcando em uma série de conflitos que se seguem.
A vida de Lainy (Amy Schumer), uma professora do ensino fundamental, parece estar em um total desequilíbrio. Seu sonho em ser mãe nunca se realizou e sua melhor amiga Kate (Jillian Bell) acaba de ficar grávida. Sem saber como lidar com a situação resolve fingir que está grávida e assim, se jogando na mentira descarada, acaba conhecendo novos amigos e acaba se apaixonando Josh (Will Forte). A questão é que uma hora a verdade sempre aparece.
Na trama, conhecemos Emma (Kaley Cuoco), uma mulher super dedicada a sua linda família, casada com o carinhoso Dave (David Oyelowo), mas que esconde um importante segredo. Sete anos casada, com dois filhos, moradora de Nova Jérsei, Emma passa seus dias se desdobrando entre os afazeres profissionais como assassina de aluguel e a vida familiar. Certo dia, quando percebe junto ao marido que precisam apimentar a relação, eles tem a ideia de se encontrarem em um hotel luxuoso, fingindo não se conhecerem, e assim terminar a noite de uma forma diferente. Só que nesse lugar, Emma vai bater de frente com sua outra vida, gerando uma série de situações.
Na trama, conhecemos Eve (Karin Viard) e Henri (Benjamin Biolay), um casal francês de classe alta que moram faz anos na Suíça. Ela uma competente gerente de uma biblioteca, ele um maestro rumo aos mais altos cargos de sua prestigiada profissão. Vivendo sob os holofotes da posição social que conquistaram, esse casamento se encontra em um presente frio. Quando Eve descobre a traição do marido com uma professora que dá aula ao único filho do casal, a protagonista se joga em uma noite de inconsequências se relacionando com o problemático Jonas (Lucas Englander). Quando um passa a descobrir a traição do outro, a trama vai se desenvolvendo rumo ao imprevisível.
Na trama, conhecemos Bodil (Bracha van Doesburgh), uma experiente juíza holandesa que leva uma vida feliz com o marido, o médico Milan (Nasrdin Dchar). Sua melhor amiga, Isabel (Elise Schaap) é uma mulher que passa por uma crise no casamento. As duas, em determinadas épocas do mês fazem uma viagem onde vivem outras vidas, com calientes romances, um plano que dá sempre certo pois uma é cúmplice da outra. Quando um assassinato acontece e misteriosamente Isabel desaparece, Bodil se vê em um labirinto onde achar verdades em meio a tantas mentiras é uma tarefa complexa. Tudo se complica mais ainda quando Luuk (Gijs Naber), marido de Isabel resolve se juntar na busca pela esposa.
Na trama, conhecemos Adrien (Pierre Niney), um ex-bailarino, agora gigolô profissional que mora com a ex-atriz Martha (Isabelle Adjani). Certo dia ele encontra um novo sentido na sua limitada vida no amor por uma linda trambiqueira Margot (Marine Vacth). Juntos, o casal planeja os detalhes e execução de um golpe no corretor de imóveis e ex-alcoólatra Simon (François Cluzet) que assumiu o controle total da empresa da família. Mas muitas surpresas vão chegar nesse caminho que traçaram.
Sharper – Uma Vida de Trapaças
Na trama, conhecemos o jovem Tom (Justice Smith), um amante de livros, que possui uma simpática livraria no centro de uma grande cidade norte-americana. Certo dia, entra pela porta do local uma jovem doutoranda chamada Sandra (Briana Middleton) e logo os dois se apaixonam perdidamente. Certo dia, Sandra, desesperada, avisa Tom que precisa de 350 mil dólares e ele, um herdeiro do milionário Richard (John Lithgow), logo consegue a quantia. Só que Sandra some, e Tom percebe que caiu em um golpe. Paralelo a isso, vamos conhecendo Max (Sebastian Stan) e Madeline (Julianne Moore), um dupla de trambiqueiros que vão nos mostrar os lados desse golpe aplicado por Sandra.
Na trama, conhecemos Gianni (Pierfrancesco Favino) um mentiroso compulsivo, egocêntrico, arrogante, que adora desfilar seu carrão pelas ruas de Roma, dono de uma empresa de calçados com grande sucesso no mercado que gosta de contar vantagens para os amigos tão machistas quanto ele em relação as suas conquistas, todas elas baseadas em mentiras para embarcar em relacionamentos logo descartáveis. Certo dia, tentando seduzir a vizinha de porta do apartamento de sua mãe recém falecida, acaba conhecendo a bela violinista Chiara (Miriam Leone), que anos atrás, após um trágico acidente de carro, acabou perdendo os movimentos das pernas. Desse encontro, acaba nascendo uma relação que vai crescendo mas precisando enfrentar diversos conflitos pois Gianni à princípio mente dizendo também ser paraplégico.
Na trama, acompanhamos a história de Judith Fauvet (Virginie Efira), uma tradutora, com a desculpa perfeita de ter um trabalho onde viaja muito, acaba criando na sua rotina duas vidas. Esposa de um maestro e mãe de dois filhos na França e também tendo um amante e uma filha pequena na Suíça, vamos entendendo aos poucos o que acontece nessa história com algumas reviravoltas que reflete sobre o lado psicológico de uma personagem perdida em realidades distintas fazendo força para acreditar que ambas são suas verdades. Quando as mentiras desabam, seu castelo criado vai ruindo aos poucos, ela se vê perdida sem saber como resetar tudo que criou.
Na trama, conhecemos Guilherme (Fábio Porchat), um homem consumido por um trabalho maçante que no mesmo dia descobre que a esposa está saindo de casa e que será alvo de demissão do seu chefe. Só que algo inusitado acontece: em meio a uma viagem pela empresa, acaba vendo a chance de ter uma experiência nova quando (forçadamente) é confundido com um famoso palestrante que dará uma super palestra em um resort no Rio de Janeiro. A chefe da empresa contratante, Denise (Dani Calabresa) e o protagonista acabam gostando um do outro o que dará margens para mais problemas em meio a mentira contada.
Parker Finn revelou em uma conversa exclusiva com Russ Millheim, do The Direct, que já tem ideias para ‘Sorria 3‘.
“Acho que é importante que Sorria 3 seja realmente rico em temática e emocionalmente.”, ele afirma.
“Acho que o mais importante para a franquia é que ela tenha algo em mente, e que, talvez entre os filmes, ela esteja meio que mudando de rumo de uma forma inesperada, como fizemos do primeiro para o segundo. Então, se houver mais um Sorria, eu gostaria de garantir que continuemos essa tendência.”
Quando perguntado se houve algum movimento em relação ao filme nos últimos meses, Finn observou que ele está no “mesmo lugar” em que estava no lançamento de ‘Sorria 2‘ e que ele só quer “ter certeza de que eles acertarão”:
“[Estamos] basicamente no mesmo ponto. Se for para ter mais ‘Sorria’, queremos ter certeza de que acertamos.”
Embora nenhuma data de lançamento específica para o terceiro filme tenha sido anunciada, os fãs sabem que ele está chegando. Uma listagem de produção de dezembro de 2024 indicava que o filme seria filmado em algum momento no verão de 2025, mas isso não foi confirmado oficialmente pela Paramount ou pela equipe criativa .
Na trama, Skye Riley começa a experimentar eventos cada vez mais aterrorizantes e inexplicáveis. Sobrecarregada pelos horrores crescentes e pelas pressões da fama, ela deve enfrentar seu passado sombrio para recuperar o controle de sua vida.
Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência arrecadou US$ 138.1 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de US$ 28 milhões.
Kyle Gallner reprisa seu papel do primeiro filme. O elenco ainda conta com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).
Não sabe o que assistir neste fim de semana? A Netflix colocou em seu catálogo a sétima temporada de Black Mirror. E pode acreditar que ela está muito mais perto das três primeiras temporadas do que das porcarias lançadas nos últimos anos.
É muito estranho parar pra pensar que já faz 14 anos do lançamento da primeira temporada, e acaba sendo meio frustrante refletir sobre como a produção deixou de ser revolucionária após a aquisição pela Netflix, caindo em um lugar comum bastante incômodo a partir da quarta temporada. Com exceção de um ou outro episódio genial, a maioria das histórias lançadas a partir de 2017 perdeu aquele poder de impacto, focando em tecnologias não tão próximas da atualidade ou mais distantes do cotidiano ocidental. Por mais que já exista nos campos de guerra, ninguém convive com um cão robô homicida. Já uma sociedade baseada nas notas dadas pelos outros… É algo que integra o cotidiano e choca pela semelhança.
A notícia boa é que essa sétima temporada parece ter passado por uma curadoria mais rígida, apostando em episódios cujas temáticas são fantasiosas, mas estão cada vez mais presentes na vida das pessoas. Há metáforas sobre os Streamings, Deepfake, Inteligência Artificial nos cinemas e por aí vai. De certa forma, a sétima temporada se aproxima muito mais de episódios como Nosedive, The Entire History of You e White Bear do que dos episódios das temporadas mais recentes, apesar de alguns deles serem sequências diretas de episódios como Bandersnatch e USS Callister.
E por ser uma antologia, o público não precisa ver a temporada na ordem de lançamento dos episódios. Por conta disso, fica a recomendação para talvez não começar a assistir pelo primeiro episódio, Pessoas Comuns. Ao lado de Eulogy, ele é o melhor e mais próximo da realidade capítulo dessa temporada. Por isso, talvez seja mais interessante deixá-lo para o final – ou pode assisti-lo logo de cara, mas fique ciente de que é muito impactante mesmo.
Ele choca justamente por construir a trama ao redor de duas tecnologias extremamente irritantes que já integram o dia a dia da população local: as plataformas virtuais, como o TikTok e o Onlyfans, que monetizam gente imbecil, que passa a lucrar fazendo barbaridades contra a própria vida, e a farra dos streamings, que ficam inventando novos planos caríssimos e removem benefícios considerados padrões para conseguirem lucrar mais.
[SPOILER]
Bom, a descrição do episódio não pode ser considerada exatamente um spoiler, mas diante das tecnologias usadas neles, dá para fazer a associação do que acontece na trama, que gira em torno de um casal comum. Eles querem ter um bebê, mas não conseguem. Então, em um dia como qualquer outro, a esposa desmaia enquanto dava aula na escola e acaba sendo levada para o hospital. Por lá, o marido descobre que ela tem uma doença neurológica praticamente incurável e não há muito o que fazer.
Porém, uma vendedora surge com uma solução ‘mágica’ que permite fazer uma cirurgia para contornar a doença por meio de um chip no cérebro, que faria um tipo de upload de quem ela era e manejaria a doença para mantê-la viva. O único custo para isso seria uma mensalidade de 300 pratas. Desesperado para ter a esposa de volta, ele assina o pacote, mas não lê as letrinhas miúdas. E aí começa um novo inferno na vida do casal, porque a cada seis meses é lançado um novo pacote de atualização que ela deve baixar para ter o mínimo de qualidade de vida.
[SPOILER]
É um episódio extremamente chocante, cuja crítica deveria ser absorvida pela própria Netflix, que aumenta os valores da mensalidade de forma completamente desproporcional quando dá na telha. Essa crítica explícita aos streamings é extremamente necessária, é uma pena que a “N Vermelho” vá se fazer de sonsa com isso, usando como desculpa de ‘minha parte eu já, lancei a crítica’, em vez de rever suas políticas de assinatura.
Já Eulogy é o grande episódio da temporada por trazer uma crítica interessante, mas principalmente por se apoiar no talento brutal de Paul Giamatti. A trama, de alguma forma, se assemelha com San Juniperoe Entire History Of You, clássicos da série, mas tem um desenrolar diferente.
Ele acompanha um senhorzinho amargurado e sozinho, cuja vida parece não fazer mais sentido. Então, ele testa uma tecnologia que permite reviver momentos com base em fotografias. Por meio desse procedimento, ele vai atrás do único momento de sua vida em que ele sentiu que existir tinha algum valor. Embebido pela nostalgia, ele busca um amor antigo, mas descobre coisas que não gostaria de saber. E isso é algo mais do que presente nos dias de hoje. A existência miserável que o presente proporciona faz com que o apego ao passado esteja cada vez mais em alta. A forma sensível como isso é retratado aqui faz dele um dos melhores episódios de toda a série.
Com seis episódios, a sétima temporada de Black Mirror já está completinha no catálogo da Netflix.
Apesar de não ter muita experiência na direção de longas-metragens, o cineasta tem uma extensa carreira no comando de concertos e especiais musicais, incluindo ‘Taylor Swift: The Eras Tour‘, ‘Billie Eilish Live at the O2‘, ‘Lizzo: Live in Concert‘ e ‘A Nonsense Christmas with Sabrina Carpenter‘.
Jonathan A. Abrams, de ‘Jurado Nº2‘, assina o roteiro da nova versão.
Warner Bros. é o estúdio por trás do projeto.
Na trama original…
Frank Farmer, um guarda-costas altamente eficiente e caro, é contratado para proteger Rachel Marron, uma grande cantora e atriz que está recebendo cartas anônimas e ameaçadoras. Frank é um ex-agente do Serviço Secreto que ainda não se perdoou do sentimento de culpa em relação à sua inabilidade de proteger o presidente Reagan, que quase foi assassinado. Frank e Rachel se apaixonam e logo ele se torna parte integrante do círculo íntimo dela. Paralelamente, novos atentados acontecem.
Sucesso nos cinemas, o longa original arrecadou mais de US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.
Segundo a empresa Quorum, ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ vão fazer barulho quando chegarem aos cinemas no fim de semana do Memorial Day.
O monitoramento afirma que ‘Lilo & Stitch‘ deve abrir com US$ 100 milhões nos EUA e ‘M:I 8‘ mira um recorde de 3 dias para a franquia, bem acima dos US$ 61 milhões de ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ de 2018.
O fim de semana do Memorial Day do ano passado foi péssimo nas bilheterias, com ‘Furiosa‘ abrindo com fracos US$ 25,6 milhões e assustando o mercado.
Todo mundo fica irritado quando o Quorum divulga suas previsões super antecipadas: a empresa de rastreamento acertou em cheio com semanas de antecedência nas estreias de ‘Deadpool & Wolverine‘, ‘Planeta dos Macacos: O Reino‘, ‘Mickey 17‘ e ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘.
Sempre há um asterisco em qualquer projeção neste momento inicial, já que a campanha de um filme ainda não foi totalmente engatilhada.
Como vimos com ‘Um Filme Minecraft‘ no último fim de semana, o burburinho de que o filme poderia superar em muito a projeção de US$ 65 milhões do início da semana só surgiu na quinta-feira anterior à sua estreia, quando a Warner Bros. e a Legendary reforçaram a aposta nas mídias sociais e digitais. Os estúdios na era das mídias sociais sempre adiam significativamente suas campanhas.
Confira o trailer de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ legendado e dublado, e siga o CinePOP no Youtube:
Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.
No final do ano passado, quando Rami Malek subiu ao palco da D23 Brasil para anunciar Operação Vingança, o público do auditório não sabia bem o que esperar desse projeto, que mais parecia uma grande série de espionagem do que um filme. E agora que chegou aos cinemas, é realmente curioso perceber como o longa parece uma grande série editada para esse formato.
A trama gira em torno de Charles Heller (Malek), um programador da CIA que é conhecido por seus amigos de setor por ter um raciocínio lógico incomodamente afiado. Durante uma viagem de sua esposa a Londres, Heller recebe uma mensagem de um contato sobre arquivos roubados de sua instituição que apontam o envolvimento da diretoria da CIA em crimes de guerra. O problema é que sua investigação é interrompida por uma notícia devastadora: a esposa de Charles morreu em um atentado terrorista durante a viagem. Desolado com a inércia da CIA em resolver o caso, ele começa uma investigação por conta própria e vai atrás dos bandidos, dando início a uma trama sobre uma pesadíssima conspiração internacional.
O longa é um projeto muito pessoal para Rami Malek, que faz sua estreia nos cinemas também como produtor. Ele contou na coletiva que tentou participar de todos os detalhes do filme, e isso fica bastante nítido no desenrolar da trama. O ator/ produtor é muito metódico, e o Operação Vingança é um thriller efetivamente metódico. Dá para enxergar referências buscadas de produções como 24 Horas, 007 e também Mr. Robot. Mas o que realmente conquista são os momentos Esqueceram de Mim. Sim, você leu certo. Como Charles não se considera um assassino, ele busca sua vingança contra os algozes de sua esposa por meio de armadilhas.
A lógica de seus atos é criar arapucas por meio de sua inteligência. Dessa forma, por menores que sejam as chances dos bandidos escaparem, ele considera que se eles morrerem, ao menos tiveram uma possibilidade de tentar fugir. E isso reflete em toda a complexidade desse protagonista, que aparenta ser frio, antissocial e distante, mas que é extremamente humano. É como se ele tivesse guardado seus sentimentos por toda a vida, mas eles tivessem aflorado todos de uma vez diante da tragédia.
Caitriona Balfe interpreta uma personagem misteriosa na trama. Foto: John Wilson. Divulgação/ 20th Century Studios.
No fim das contas, por mais que as cenas de ação sejam de tirar o fôlego e haja espaço até mesmo para um pouco de humor, a trama é essencialmente sobre o luto e como cada um lida com ele. E isso faz desse gênio incompreendido um personagem identificável. O luto é uma condição complexa e que mexe com as pessoas. E o filme é construído de uma forma que parece adaptar todas as possíveis reações exprimidas da perda de uma pessoa amada. E isso se deve muito à atuação de Rami Malek, que mantém seu padrão de atuação, mas também ao elenco de apoio, principalmente Rachel Brosnahan, que tem pouco tempo de tela, mas faz valer cada segundo, e Caitríona Balfe, que interpreta uma personagem misteriosa.
A personagem de Caitríona é interessantíssima porque vive situação parecida com a de Heller. Ela também é movida pelo luto, mas do outro lado do mundo. E quis o destino que eles se encontrassem nessa busca por vingança, nessa busca por ‘paz de espírito’. A dinâmica entre eles, mostrando ela como uma mulher um pouco mais calejada pela perda, enquanto ele ainda age pelo impulso do que está sentindo, é muito bem trabalhada. E os momentos deles em cena trazem um pouco mais de humanidade para o protagonista. Ela é como um lembrete vivo de que se deixar tomar pelo luto pode trazer consequências graves, como a solidão, e sair disso é muito difícil.
Laurence Fishburne dá vida a Henderson, um tipo de mentor das missões de campo de Heller. Divulgação/ 20th Century Studios.
E precisamos falar sobre Laurence Fishburn. Astro dos filmes de ação da década de 1990, o eterno Morpheus se especializou em interpretar personagens ambíguos em thrillers. Neste filme, não é diferente. Ele interpreta o agente Henderson, um treinador de agentes da CIA para missões de campo. Seu papel começa como um tipo de mentor para Heller, mas a trama o obriga a perseguir seu pupilo, criando um verdadeiro jogo de gato e rato entre eles.
Algumas das melhores cenas do filme são construídas por conta da dinâmica entre os dois, já que além da bandidagem internacional, Heller entra na mira de seu próprio governo, precisando escapar da supervisão de um amigo. São muitas coisas para o protagonista administrar, mas ele lida muito bem com os desafios.
Foto: John Wilson. Divulgação/ 20th Century Studios.
Operação Vingançaé um típico thriller de ação e espionagem à moda antiga. Seu diferencial está na criatividade empregada na forma do protagonista lidar com seus inimigos, criando cenas visualmente incríveis e instigantes. É um filme que tenta te colocar na mente de um gênio da computação, enquanto ele busca formas de lidar com o turbilhão de emoções que sua vida virou. É uma experiência muito interessante.
Em UM DIA DAQUELES, duas melhores amigas e colegas de quarto, Dreux e Alyssa, estão prestes a enfrentar um daqueles dias difíceis. Quando descobrem que o namorado de Alyssa gastou todo o dinheiro do aluguel, as duas se veem em uma corrida cômica contra o tempo para evitar a expulsão e preservar a amizade.
Curiosidades:
» Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a comédia já arrecadou quase US$ 40 milhões nas bilheterias mundiais;