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‘Guerra Civil’: Sucesso da A24 com Wagner Moura e Kirsten Dunst estreia no streaming; Saiba onde assistir!

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O aclamado drama ‘Guerra Civil‘, que conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já está disponível no streaming. A produção, que é um original da A24, teve sua estreia nesta sexta-feira (18) na Netflix.

A trama se passa em um futuro distópico, e segue um grupo de jornalistas que percorre os Estados Unidos durante um intenso conflito que envolve toda a nação.

Estrelado por Wagner MouraKirsten DunstCailee Spaeny, o longa arrecadou US$ 126.1 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se a segunda maior arrecadação da história da A24 – atrás apenas do fenômeno ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$143.4M).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.

O elenco também inclui, Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Jesse Plemmons (‘Assassinos da Lua das Flores’) e Nick Offerman (‘The Last of Us’).

‘Jane’: 3ª temporada da série familiar vencedora do Emmy estreia no streaming; Saiba onde assistir!

A série familiar vencedora do Emmy Awards, intitulada ‘Jane‘, está de volta e sua terceira temporada já está disponível na Apple TV+. Os novos episódios tiveram sua estreia nesta sexta-feira (18).

A série para crianças e famílias é inspirada no trabalho da primatóloga britânica mundialmente reconhecida Dra. Jane Goodall (Dama do Império Britânico), fundadora do Instituto Jane Goodall e Mensageira da Paz das Nações Unidas, que também faz uma participação especial na nova temporada.

Confira o trailer:

Jane‘ foi criada por J.J. Johnson (‘Dino Dana‘, ‘Endlings‘, ‘O Fantasma Escritor‘), também vencedor do Emmy.

Na trama, Ava Louise Murchison (‘Reacher‘) vive Jane Garcia, uma ambientalista em formação, de 9 anos de idade, em uma missão para salvar animais ameaçados de extinção. Usando sua poderosa imaginação, ela leva seus melhores amigos David, vivido por Mason Blomberg (‘Shameless‘), e Greybeard, o chimpanzé, a grandes aventuras para ajudar a proteger animais em todo o mundo. Ela é inspirada por sua heroína Jane Goodall e pela frase da Dra. sobre a vida selvagem: “Apenas se entendermos, vamos nos importar. Apenas se nos importarmos, ajudaremos. Se os ajudarmos, eles podem ser salvos”.

Oops!… I Did It Again – 25 Anos | As melhores músicas do ICÔNICO álbum de Britney Spears

Um ano depois de fazer uma grandiosa estreia no cenário fonográfico, a princesa do pop Britney Spears retornava com seu segundo álbum de estúdio: o lendário e elogiado ‘Oops!… I Did It Again’.

Após o tremendo sucesso comercial de ‘…Baby One More Time’, Spears percebeu que tinha todas as cartas no jogo na manga para dar vida a sua próxima obra – e, recheada de inúmeros sucessos, seu segundo compilado de originais surgiu. A obra contou com um grupo habilidoso de produtores, que incluiu os incríveis Max MartinRami YacoubDarkchild, gerando uma espetacular e envolvente narrativa pautada no pop, no dance-pop e nas incursões do funk e do R&B, além de eternizá-la como o principal símbolo do teen pop.

Com críticas bastante positivas por parte dos especialistas, ‘Oops!… I Did It Again’ fez um estrondo comercial ao vender impressionantes 1,3 milhões de cópias apenas em sua primeira (um recorde que se sustentaria até 2015, com o lançamento do álbum ’25’, de Adele) e conquistou uma indicação ao Grammy Awards.

Para celebrar seu vigésimo quinto aniversário, preparamos uma breve lista ranqueando suas melhores músicas.

Confira abaixo:

5. “LUCKY”

Spears, já engolfada pela indústria do entretenimento desde muito jovem, sempre fez questão de colocar em suas produções uma análise interessante sobre o que significa ser uma artista – ainda mais uma tão jovem quanto ela. No lírico conto de fadas “Lucky”, a performer esconde mensagens críticas por trás de uma narrativa muito comum ao show business – a de uma jovem que é engolfada pela fama e que, mesmo no centro dos holofotes, se sente sozinha e desamparada nos momentos de crise.

4. “DON’T GO KNOCKING ON MY DOOR”

Para além do espectro mercadológico, que visava eternizar ainda mais a imagem da performer em uma indústria em constantes mudanças, Spears emprestou seus vocais para hinos de autodescobrimento e de independência que apresentam aos ouvintes uma nova faceta de sua personalidade – como “Don’t Go Knockin’ on My Door”, um electro-dance vibrante em que a artista reencontra a confiança em si mesma após um trágico término (e que nutriu de um enorme potencial comercial desperdiçado).

3. “WHAT U SEE (IS WHAT YOU GET)”

Ao longo do álbum, inflexões sonoras diversas despontam como elementos que nos chamam a atenção – algo muito bom para uma carreira que estava apenas dando o passo inicial no complexo mundo fonográfico. E, ao mesmo tempo, temos produções mais pessoais que nos chamam a atenção. Criando um elo entre os dois atos que se dispõe na obra, temos a incrível rendição de “What U See (Is What U Get)”, uma investida upbeat que traz um arranjo instrumental impecável e versos marcantes como “esta sou eu; se você me quer, não se esqueça disso”.

2. “STRONGER”

 

Um ano depois de ter feito sua estreia no cenário fonográfico, Britney Spears estava pronta para dominar o mundo – e continuou trilhando um caminho de extremo sucesso com essa maravilhosa sequência que continua a inspirar inúmeros artistas ao redor do mundo. Dentro do incrível álbum, são várias as iterações que nos chamam a atenção, incluindo “Stronger”, uma das assinaturas de sua carreira. A canção é infundida em distorções envolventes e sedutoras que amalgama o synth-pop ao R&B, declarando uma emancipação que ficou marcada para as eras.

1. “OOPS!… I DID IT AGAIN”

 

Com ‘Oops!… I Did It Again’, inúmeros produtores uniram forças para dar vida à obra e, enquanto alguns poderiam esperar uma miscelânea profusa e problemática, o resultado beira a perfeição sonora e até mesmo ousada, que se ramifica para progressões e escolhas artísticas não muito comuns à época. Talvez a faixa que mais represente esse vanguardismo recém-nascido é a que empresta o nome ao título – uma amálgama alicerçada em pesados sintetizadores e no pináculo do dance-pop, cujos familiares temas ganham uma dimensão mais épica e memorável.

Oops!… I Did It Again | Os 25 anos do álbum que transformou Britney Spears na superestrela como a conhecemos

Um ano depois de ter feito história com ‘…Baby One More Time’, Britney Spears retornou aos holofotes com a estreia do antecipadíssimo ‘Oops!… I Did It Again’. Lançada em maio do ano 2000, a produção, composta por doze faixas na versão padrão comercializada na América do Norte, não apenas fez um estrondo nas paradas estadunidenses (debutando com o altíssimo número de 1.4 milhões de cópias, recorde que segurou durante uma década e meia), mas também caiu no gosto do público e da crítica que reconhecia um novo lado da já consagrada Princesa do pop. Apesar de se manter fiel à icônica identidade desfrutada com o disco anterior, Spears ousou explorar territórios desconhecidos que se afastavam das meras narrativas românticas e que abriam espaço para discussões iniciais sobre liberdade e empoderamento.

Assim como a obra de 1999, ‘Oops!… I Did It Again’ alcançou um sucesso mercadológico óbvio, principalmente pelo fato de a cantora retomar parceria com nomes como Max Martin, Per Magnusson e Rami Yacoub, por exemplo – um trio de habilidades bastante reconhecíveis. Além deles, inúmeros outros produtores uniram forças para dar vida à produção e, enquanto alguns poderiam esperar uma miscelânea profusa e problemática, o resultado beira a perfeição sonora e até mesmo ousada, que se ramifica para progressões e escolhas artísticas não muito comuns à época. Talvez a faixa que mais represente esse vanguardismo recém-nascido, que seria melhor fomentado em ‘In the Zone’ (2003), é a que empresta o nome ao título – uma amálgama alicerçada em pesados sintetizadores e no pináculo do dance-pop, cujos familiares temas ganham uma dimensão mais épica e memorável.

Ao longo do álbum, inflexões sonoras diversas despontam como elementos que nos chamam a atenção – algo muito bom para uma carreira que estava apenas dando o passo inicial no complexo mundo fonográfico. Na semi-balada “One Kiss from You”, que abusa das características do teen pop em uma narrativa romântica que beira o colegial, temos mergulhos em uma espécie de reggae desconstruído, cortesia de Steve Lunt; “Where Are You Now” é eternizado em uma pessoalidade tocante e apaixonante; “Don’t Let Me Be the Last to Know”, por sua vez, se beneficia da elegância de Robert John “Mutt” Lange e da presença pungente de Shania Twain na composição de versos que nos arremessam de volta para meados da década de 1990, rodeada de originalidades. E, criando um elo que une os dois atos do CD, temos a incrível rendição de “What U See (Is What U Get)”.

Em outro espectro, Spears empresta seus vocais para hinos de autodescobrimento e de independência que apresentam aos ouvintes uma nova faceta de sua personalidade – como “Don’t Go Knockin’ on My Door”, um electro-dance vibrante em que a artista reencontra a confiança em si mesma após um trágico término; “Stronger”, facilmente um dos grandes pontos altos do álbum, é infundido em distorções envolventes e sedutoras que fundem o synth-pop ao R&B, declarando uma emancipação que ficou marcada para as eras; e o lírico conto de fadas de “Lucky” esconde mensagens críticas por trás de uma narrativa muito comum ao show business – a de uma jovem que é engolfada pela fama e que, mesmo no centro dos holofotes, se sente sozinha e desamparada nos momentos de crise.

Como se não bastasse o êxtase das tracks supracitadas, Britney não nos deixa descansar nas pistas de dança e expande o microcosmos que arquitetou com tanta cautela – algo que abre uma camada ainda mais envolvente com as canções que concluem a jornada: “Can’t Make You Love Me”, uma subestimada ode ao Europop oitentista que merecia ter sido transformada em single promocional; a etérea construção em hip-hop “When Your Eyes Say It”, definindo um gênero que estaria muito mais em voga nos anos seguintes; e “Dear Diary”, resgatando o classicismo das fábulas encantadas de amor, cuja modesta produção é pincelada suavemente pelo piano e pelos violinos e fecha com chave de ouro o disco. Em meio a tantas joias, até mesmo deixamos de lado a esquecível regravação de “(I Can’t Get No) Satisfaction” – que não tem qualquer lugar dentro do enredo que Spears oferece aos fãs.

‘Oops!… I Did It Again’ faz algo extraordinário e consegue repetir os feitos da estreia espetacular de Britney Spears na música – quiçá os supera com magistral ovação. Beirando os quarenta e cinco minutos de energia sônica e pura segurança performática, o álbum estende aos dias de hoje todas as barreiras que quebrou com um legado incomparável e invejável.

Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: analisando os filmes ‘Roxie Hart’ e ‘Chicago’

O artigo em questão é continuação das matérias sobre o Código Hays e do Teste de Bechdel e finaliza nosso especial sobre a representatividade feminina em Hollywood.

O filme ‘Roxie Hart’ (1942) foi baseado na peça de mesmo nome estreada em 1926. A peça, baseada em fatos reais, conta a história do julgamento de duas mulheres, Roxie Hart e Velma Kelly, que assassinaram, respectivamente, seu amante e seu marido. Em 1975, ‘Chicago’ foi transformado em um musical, e sua mais recente adaptação é o filme homônimo de 2002.

Apesar de ter sido baseado na peça Chicago, o filme ‘Roxie Hart’ é uma adaptação bem distante da original. Na peça, Roxie é culpada do crime que cometeu, e nas adaptações musicais, usa o assassinato e o julgamento para se promover, assim como Velma Kelly.

Porém, por ter sido produzido durante o período do Código Hays, a personagem não podia ser culpada do assassinato, e se fosse, deveria ser punida no final. Portanto, Roxie é inocente no filme de 1942, mas ainda usa o crime para se promover.

À primeira vista temos a impressão de que a personagem principal é uma mulher forte que manipula os homens, essa impressão é reforçada pelo modo como trata seu marido e por toda a representação dele durante o filme. Contudo, durante o decorrer do filme, percebemos como Roxie é, na verdade, manipulada pelos homens ao seu redor, e tem pouco controle sobre suas próprias ações em seu esquema de publicidade.

Após sua prisão, seu marido consegue contratar um dos melhores advogados de Chicago, Billy Flynn, o homem que acaba controlando todo o esquema de Roxie, que também foi sugerido por outro homem, o jornalista Jake Callahan. No final, Roxie consegue se salvar, mas não inteiramente por mérito próprio, mas porque fez exatamente tudo o que seu advogado oportunista lhe disse para fazer, e mesmo assim não consegue a fama, e acaba se casando com o jornalista que nos narra a história, e com ele tem uma dezena de filmes. Um final típico dos filmes produzidos durante o Código.

Além de tudo, Velma Kelly, personagem que na peça original e nas outras adaptações divide o protagonismo com Hart, aparece somente uma vez sob o nome de Velma Wall, em uma única (e curta) cena em que briga com a protagonista. Aliás, durante a briga escutamos barulhos de gatos, colocados no filme para nos remetermos às “cat fights”.

Se compararmos ‘Roxie Hart’ com o filme ‘Chicago’ (2002), podemos perceber como o Código Hays também afetava negativamente a representação das mulheres nos filmes. Em primeiro lugar, no filme dirigido por Rob Marshall, Roxie, que manipula e menospreza seu marido, realmente mata seu amante Fred Casely, e se aproveita da situação para se promover. Ao contrário da Roxie de 1942, a personagem encontra Billy Flynn e tenta contratá-lo por conta própria, e chega até a oferecer seu próprio corpo como pagamento. Durante a contratação do advogado, ela manipula e usa seu marido apenas como um meio para pagar Flynn. Outra grande diferença é o fato de que muitas vezes a Roxie da nova adaptação confronta o advogado e age por conta própria, e isso gera alguns conflitos entre os dois. Ela faz somente o que acredita que irá beneficiá-la, e não segue cegamente o que seu advogado quer que faça.

Velma Kelly é uma importante personagem em ‘Chicago’ de 2002. É a concorrente de Roxie, outra mulher que usa o crime que cometeu (ela assassinou seu marido e sua irmã após descobrir que eles tinham um caso) como publicidade, e é a estrela da prisão e dos jornais até a chegada de Roxie, que a admirava muito.

Vale lembrar que na adaptação para musical temos o número “Cell Block Tango”, com Velma e outras cinco mulheres que contam o motivo para terem assassinado seus maridos e namorados, e se justificam diversas vezes no decorrer da música – como nos versos “se nos usaram e abusaram, como podem dizer que estamos erradas?”. Algo desse tipo jamais seria permitido durante o Código.

Uma das maiores diferenças entre os dois filmes analisados também se encontra no final. Como já foi dito, na produção de 1942, a inocente personagem é absolvida; porém, ela não consegue a fama e acaba se casando e tendo filhos com um jornalista que se mostra apaixonado por ela no decorrer da trama.

Esse final pode ser visto como uma punição pelo fato de Hart ter desejado a fama através de um assassinato, já que Roxie não fica famosa e se torna novamente o tipo de pessoa que não queria ser – uma simples dona de casa com uma vida comum. Em ‘Chicago’, Roxie, culpada pelo crime que cometeu, também é absolvida e não consegue a fama que buscava, mas não torna a se casar após se separar de seu marido Amos. Em vez disso, começa a fazer audições em grandes teatros e cabarés, seguindo seu sonho de fama. Velma é liberada pouco depois e procura Hart com a proposta de fazerem um número juntas, já que ambas se tornaram famosas durante o tempo que passaram na prisão. A performance tem um enorme sucesso e ambas terminam exatamente onde queriam – em um número musical de empoderamento e de libertação.

Podemos observar como a influência do Código Hays afeta a complexidade e representação dessas personagens. Em 1942, Roxie é inocente, controlada pelos homens de sua vida e torna-se a dona de casa que nunca seria ser, como punição. Em 2002, a mesma personagem é culpada pelo crime que cometeu, controla seu próprio “esquema” com a ajuda do charmoso advogado Billy Flynn (Richard Gere), é absolvida e termina bem sucedida com outra mulher, que trilha um caminho similar.

Em relação ao Teste de Bechdel, pode-se analisar as disparidades de representação feminina que ambos os filmes apresentam. Enquanto ‘Roxie Hart’, por mais que se passasse numa prisão feminina e apresentasse cenas em que mulheres conversavam, sempre faziam alusão a homens e/ou assassinatos envolvendo homens. ‘Chicago’, por sua vez, apresenta diversas cenas em que Velma, Roxie e outras personagens conversam entre si sobre a possibilidade de libertação, redenção e aumento da publicidade, bem como autonomia artística e política.

‘Pecadores’: Thriller de vampiros com Michael B. Jordan deve arrecadar US$ 40-45 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o The Hollywood Reporter, o aclamado thriller de vampiros ‘Pecadores‘, estrelado por Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’), deve arrecadar em torno de US$ 40-45 milhões em sua estreia nos EUA.

Enquanto a Warner Bros. está projetando uma abertura modesta de US$ 35 milhões, os estúdios rivais não descartam a possibilidade da produção ultrapassar US$ 50 milhões domesticamente.

O longa irá brigar com ‘Um Filme Minecraft‘ pelo topo das bilheterias no país, que compartilha da mesma projeção em seu terceiro final de semana em exibição. O site ainda afirma que a adaptação live-action do jogo deve fechar ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões globalmente até o próximo domingo (20).

Orçado em US$ 90 milhões, o filme dirigido por Ryan Coogler foi aclamado pelos críticos, conquistando impressionantes 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção foi elogiada por sua qualidade técnica e pelo preciso roteiro, que une elementos socioculturais da América de Jim Crow ao universo ficcional de vampiros.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

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Piper Perabo se junta ao elenco da 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’

De acordo com o Deadline, Piper Perabo (‘Assuntos Confidenciais’) foi confirmada no elenco da 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘.

Em caráter recorrente, a atriz participará de um arco de múltiplos episódios. Ela interpretará Jenna Gatlin, mãe de uma menina de 9 anos. Jenna fará de tudo pela sua filha, que está no hospital para fazer uma cirurgia de alto risco.

Perabo será introduzida na série no episódio que irá ao ar no dia 1º de maio, intitulado Papa Was A Rollin’ Stone.

Na trama, Amelia assume uma cirurgia cerebral de alto risco em uma jovem paciente, enquanto Winston e Jules discordam sobre como lidar com a família de seu paciente traumatizado. Jo e Link enfrentam dificuldades com o planejamento do casamento.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 22ª temporada.

Glen Powell estrelará nova COMÉDIA do diretor de ‘Descompensada’

De acordo com o Deadline, Glen Powell (‘Twisters’) será o protagonista da nova comédia original do diretor Judd Apatow (‘Descompensada’), que está sendo desenvolvida pela Universal Pictures.

Além de estrelar, Powell também assinará o roteiro ao lado de Apatow.

Sem muito detalhes revelados, a trama deve seguir uma estrela country que vê sua carreira em queda livre.

Apatow também servirá como produtor através da sua companhia Apatow Productions, dando continuidade à sua duradoura parceria com o estúdio, que se iniciou com sua estreia diretorial em ‘O Virgem de 40 Anos‘.

Desde então, o cineasta já lançou ‘Ligeiramente Grávidos‘, ‘Tá Rindo do Que?‘, ‘Bem-Vindo aos 40‘, ‘Descompensada‘ e ‘A Arte de ser Adulto‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Jessie terá destaque na trama de ‘Toy Story 5’, promete Tim Allen

Em entrevista ao WIVB, Tim Allen, dublador do icônico Buzz Lightyear, compartilhou novos detalhes sobre a trama da aguardada sequência ‘Toy Story 5‘.

O ator afirma que a Jessie terá grande destaque na narrativa do próximo filme. Dublada originalmente por Joan Cusack, a personagem foi introduzida no segundo filme da saga.

“Posso dizer que a trama [de ‘Toy Story 5’] será muito focada na Jessie. Eu e o Tom [Hanks] — que dubla o Woody — nos realinhamos. E há uma cena de abertura inacreditável com o Buzz Lightyear. Só posso contar dar isso; não posso revela nada mais.”

Anteriormente, o ator havia revelado que o próximo capítulo trará um confronto entre nossos brinquedos favoritos e a tecnologia: “Eu já comecei [o processo de dublagem]. Estou trabalhando no terceiro ato atualmente. É realmente impressionante o que eles fizeram. Há algo muito intrigante envolvendo o Buzz. Jessie está em apuros, e ela precisa de ajuda. É realmente legal.”

Toy Story 5‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de junho de 2026.

Andrew Stanton, diretor de ‘Wall-E‘ e ‘Procurando Nemo‘, comandará a produção, que contará com o retorno de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody).

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Ator promete que a 2ª temporada de ‘Monarch’ irá introduzir “MAIS MONSTROS”

Em entrevista ao Collider, Wyatt Russell (‘Operação Overlord’) revelou o que podemos esperar da 2ª temporada de ‘Monarch: Legado de Monstros‘, série ambientada no Monsterverse da Legendary Pictures.

O ator prometeu que o próximo ciclo irá introduzir mais monstros e se aprofundará no mistério principal da narrativa.

“A segunda temporada será muito interessante porque tivemos a oportunidade de expandir certos temas que foram bem recebidos no primeiro ciclo. Não me falaram sobre o que eu posso ou não comentar, então só posso dizer que iremos aprofundar o mistério.”

Ele completa, “[A nova temporada] ainda terá a introdução de mais monstros, e será muito divertido explorá-los na história. Nós queríamos entregar algo em uma escala maior, aumentando não só os relacionamentos entre os personagens como também os riscos. Posso revelar que alguns relacionamentos ficarão muito abalados.”

Sem data de estreia confirmada, o próximo ciclo deve ser lançado ainda este ano.

A produção é estrelada por Kurt Russell e Wyatt Russell.

Após a batalha estrondosa entre Godzilla e os Titãs que arrasou São Francisco e a chocante revelação de que os monstros são reais, ‘Monarch: Legado de Monstros’ acompanha dois irmãos seguindo os passos de seu pai para descobrir a conexão de sua família com a organização secreta conhecida como Monarch. Pistas os levam ao mundo dos monstros e ao oficial do exército Lee Shaw (interpretado por Kurt Russell e Wyatt Russell) em dois períodos: nos anos 1950 e meio século depois, quando Monarch é ameaçada pelo que Shaw sabe. A saga dramática – abrangendo três gerações – revela segredos enterrados e como eventos épicos e destruidores podem repercutir em nossas vidas. 

O elenco ainda conta com Anna Sawai, Ren WatabeKiersey Clemons, Joe Tippett e Elisa Lasowski.

A produção foi criada por Chris BlackMatt Fraction, com Black servindo como showrunner.

O MonsterVerse começou em 2014, com ‘Godzilla‘, e ganhou continuidade com ‘Kong: A Ilha da Caveira‘ (2017), ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ (2019) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (2021).

Busca pela beleza é DOLOROSA no novo clipe do terror focado na irmã malvada da Cinderela; Confira!

O terror ‘The Ugly Stepsister‘ (A Meia-Irmã Feia, em tradução literal), focado na irmã malvada da Cinderela, ganhou um novo clipe – destacando um processo brutal pela busca da beleza.

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Emilie Blichfeldt será responsável pela direção.

A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…

Lea MyrenThea Sofie Loch NaessAne Dahl Torp estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 18 de abril.

2ª temporada de ‘Twisted Metal’ ganha data de estreia e imagens oficiais; Confira!

Palhaço sinistro com cabelo em chamas dirigindo

O Peacock finalmente anunciou quando a 2ª temporada da adaptação live-action de ‘Twisted Metal‘ será lançada.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 31 de julho.

Além disso, as primeiras imagens oficiais da nova temporada foram divulgadas.

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No Brasil, a primeira temporada está disponível no catálogo do Max.

Pôster Twisted Metal, palhaço em van com fogo

Na trama, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) estrela como um forasteiro deve atravessar uma terra arrasada pós-apocalíptica para entregar um pacote misterioso em busca da promessa de uma vida melhor.

O elenco ainda contará com Samoa Joe, Neve CampbellStephanie BeatrizThomas Haden Church, Mike Mitchell, Tahj Vaughans e Lou Beatty Jr.

Kitao Sakurai será responsável pela direção de múltiplos episódios.

O roteiro fica por conta de Michael Jonathan Smith (‘Cobra Kai’).

O primeiro jogo da franquia ‘Twisted Metal‘ foi lançado em 1995, seguido de diversas sequências e derivados. Em algum momento, um filme baseado no jogo com o diretor de ‘Motoqueiro Fantasma‘ estava em desenvolvimento, mas o projeto nunca saiu do papel.

Oi? 50 Cent que matar um bando de influencers no trailer do terror ‘Skillhouse’; Confira!

O terror ‘Skillhouse‘ ganhou o primeiro trailer.

Na trama, o rapper 50 Cent prende um grupo de influencers em uma casa e os força a participar de um jogo doentio de popularidade: quem tiver menos engajamento nas redes sociais, morre.

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Josh Stolberg, roteirista de ‘Pacto Secreto‘, é responsável pela direção.

Filmado na lendária Sway House, onde muitas personalidades da internet alcançaram a fama, o filme acompanha dez influenciadores que são atraídos por uma oportunidade irresistível e são forçados a competir em desafios letais de mídia social – porque na Skillhouse, influência não é apenas moeda; é sobrevivência.

O elenco ainda conta com Leah Pipes, Jacob Skidmore, McCarrie McCausland, Bryce Hall, Hannah Stocking, Neal McDonough, Paige VanZant e Dani Oliveros.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 11 de julho.

Amazon CONFIRMA série live-action de ‘Círculo de Fogo’

De acordo com o Variety, o Prime Video deu sinal verde para a série live-action baseada na saga ‘Círculo de Fogo‘ (Pacific Rim).

Eric Heisserer (‘Bird Box’) será responsável pelo roteiro do seriado – que servirá como pré-sequência da franquia original.

“Eric é um criador extremamente talentoso cujo histórico crítico e comercial de sucesso fala por si mesmo,” declarou Jason Clodfelter, presidente da Legendary Television. “Estamos animados em iniciar nossa parceria com o Eric, Carmen [Lewis] e sua produtora Chronology, com um novo capítulo no popular universo de ‘Círculo de Fogo’.”

Amazon MGM Studios e Legendary Television são os estúdios por trás do projeto.

Lembrando que ‘Círculo de Fogo: A Revolta‘ se tornou um fracasso de público e crítica. Além de amargar 42% de aprovação no Rotten Tomatoes, a continuação arrecadou apenas US$ 290 milhões nas bilheterias mundiais.

A história é centrada em uma horda de monstros conhecidos como Kaiju que despontam no meio do Oceano Pacífico para trazer caos e desespero ao planeta. Para combatê-los, a humanidade desenvolve uma série de robôs gigantescos, os Jaegers, cada um controlado por duas pessoas através de uma conexão neural. Entretanto, mesmo os Jaegers se mostram insuficientes para derrotar os Kaiju. Diante deste cenário, a última esperança é um velho robô, obsoleto, que passa a ser comandado por um antigo piloto (Charlie Hunnam) e uma treinadora (Rinko Kikuchi).

Vin Diesel COBRA da Universal a data de estreia de ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2’: “Por Favor…”

Vin Diesel pediu que a Universal divulgue logo a data de estreia de ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘, ou ‘Velozes e Furiosos 11‘:

“Universal… por favor, avise aos melhores fãs do mundo quando o próximo filme for lançado. Por favor.”

 

Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘ promete não apenas encerrar a saga de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez da franquia um fenômeno global por mais de duas décadas.

Desde sua estreia em 2001, quando os filmes começaram com rachas nas ruas de Los Angeles e evoluíram para cenas cada vez mais surreais, envolvendo submarinos, carros no espaço e missões internacionais de tirar o fôlego, a franquia foi além de simples filmes de ação. A mistura de velocidade, ação e, principalmente, a ênfase nos laços de família e lealdade conquistou legiões de fãs ao redor do mundo. Mas, ao que tudo indica, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘  poderá trazer uma reviravolta ao retornar às suas origens.

O maior indicativo de que a franquia pode estar revisitando suas raízes vem diretamente de Vin Diesel, astro e produtor da série.

Em uma publicação nas redes sociais, ele atiçou os fãs ao compartilhar uma imagem dos bastidores de ‘Velozes e Furiosos 11‘, mostrando um detalhe que imediatamente chamou a atenção de todos: um Chevrolet Chevelle SS 454 preto, o mesmo modelo que Dominic Toretto dirigia no primeiro filme da série. A imagem estava acompanhada da legenda:

“Algo lendário acabou de chegar ao estúdio… O primeiro VELOZES está aqui! A história está sendo feita…”

Esse momento não passou despercebido pelos fãs, e a escolha do Chevelle não é um detalhe trivial.

Embora o carro original tenha sido destruído em filmes anteriores da franquia, a decisão de trazer um modelo idêntico sugere que ‘Velozes e Furiosos 11‘ pode estar preparando uma despedida emocional para os fãs mais antigos, oferecendo uma homenagem àquele que foi um dos símbolos da saga desde o início.

Além disso, o retorno do Chevelle levanta a possibilidade de que o filme traga um tom mais nostálgico, focando em cenas que lembram a essência do primeiro filme: uma história mais pessoal, com rachas clandestinos, a paixão pela velocidade e a lealdade entre amigos e familiares. Muitas pessoas sentem falta dessa abordagem mais simples, antes que a franquia se transformasse em uma sequência de filmes exagerados e recheados de cenas de ação surrealistas.

A nostalgia, portanto, parece ser um ingrediente essencial para o desfecho da história. O primeiro ‘Velozes e Furiosos‘ cativou o público ao misturar adrenalina e emoção, com rachas clandestinos em Los Angeles e uma trama envolvente sobre amizade, lealdade e o significado de família.

Porém, ao longo dos anos, os filmes foram evoluindo para algo muito mais grandioso e, em certos aspectos, cada vez mais irreconhecível em relação às suas raízes. As sequências começaram a se distanciar da premissa original, incorporando uma escala global, missões de alto risco e até elementos de ficção científica, como carros indo para o espaço e lutas contra vilões internacionais.

A série foi se tornando uma máquina de entretenimento em escala colossal, mas ao custo de perder um pouco da simplicidade e autenticidade que marcaram seu início.

Agora, com ‘Velozes e Furiosos 11‘ sendo anunciado como a última parte da saga principal, muitos veem essa como a chance ideal para a franquia revisitar suas origens e entregar um final que ressoe com os fãs de longa data.

O retorno do Chevelle é, sem dúvida, mais do que uma simples referência ao passado — é um sinal de que a história pode revisitar os momentos mais emocionantes e fundamentais que definiram a série nos primeiros filmes. Além disso, essa decisão pode também ser uma forma de reaproximar o público de personagens e temas que marcaram sua trajetória, deixando uma marca final mais íntima e impactante. Com o encerramento dessa jornada épica, ‘Velozes e Furiosos 11‘ promete ser não apenas uma despedida para os fãs, mas uma celebração da essência que tornou a franquia tão especial: a importância da família, da amizade e, claro, da velocidade.

Vin Diesel confirma o retorno às raízes em ‘Velozes e Furiosos 11’: “Voltará para casa”

Inicialmente, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘ estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o filme será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever Velozes e Furiosos 10, conforme anunciado pelo intérprete do icônico Dominic Toretto.

O capítulo mais recente da franquia, ‘Velozes e Furiosos 10‘, está disponível no Prime Video.

Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e sua família precisam enfrentar o adversário mais letal que já encontraram. Alimentada pela vingança, uma ameaça terrível emerge das sombras do passado para destruir o mundo de Dom e todos que ele ama.

O elenco conta com Vin Diesel e Michelle Rodriguez reprisando seus papéis como Dom Toretto e Letty, além de Jason Momoa (‘Aquaman’), Alan Ritchson (‘Reacher’), Rita Moreno (‘Amor, Sublime, Amor’), Brie Larson (‘Miss Marvel’) e Jason Statham (‘Carga Explosiva’).

‘Natal Sangrento’: Remake anuncia início das filmagens e divulga primeira imagem; Confira!

O aguardado remake do clássico slasher natalino Natal Sangrento (Silent Night, Deadly Night), estrelado por Rohan Campbell, teve suas filmagens iniciadas, e a primeira imagem oficial do longa foi divulgada pelo Deadline.

A imagem revela Campbell no papel de Billy Chapman, o protagonista que embarca em uma brutal onda de assassinatos vestido como Papai Noel.

Na trama, ele contracena com Ruby Modine, que interpreta Pamela, uma colega por quem Billy nutre uma paixão não correspondida. O elenco também ganhou novos nomes confirmados: Mark Acheson, David Lawrence Brown e David Tomlinson.

A estreia do filme nos cinemas dos Estados Unidos está programada para o dia 12 de dezembro de 2025

Mike P. Nelson, diretor de ‘Pânico na Floresta: A Fundação‘, comandará a nova versão. Ele também assinará o roteiro do longa.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas, no filme original, o pequeno Billy testemunha o assassinato de seus pais pelas mãos de um maníaco fantasiado de Papai Noel. Anos depois, ele sai do orfanato e decide se tornar a lendária figura natalina… com a intenção de punir todos que foram malvados.

Scott J. SchneidDennis Whitehead, produtores executivos do filme original de 1984, retornarão ao lado de Jamie R. Thompson.

Brandon Hill & Brad Miska (‘Terrifier 3’) também servirão como produtores executivos ao lado de Erick Opeka e Yolanda Macias.

“Sempre fui um grande fã de ‘Natal Sangrento’ e mal posso esperar para apresentar a visão do Mike para este icônico slasher,” declarou Brandon Hill, diretor executivo de aquisições da Cineverse. “Como vimos neste ano, há uma grande demanda para filmes de terror independentes, e nós acreditamos que podemos alcançar um público sólido através dos cinemas, lançamento digital e streaming.”

A expectativa é que a nova versão será lançada no final de 2025.

Vale lembrar que o terror clássico já havia ganhado uma refilmagem em 2012, estrelada por Jaime King e Malcolm McDowell.

What’s Your Pleasure | Escolhemos as MELHORES músicas do aclamado álbum de Jessie Ware

A artista britânica Jessie Ware é realmente única.

Desde sua estreia oficial no cenário fonográfico em 2012 com o lançamento do icônico ‘Devotion’, a cantora e compositora sempre fez questão de trazer uma identidade nova a uma indústria marcada por repetições e impulsões mercadológicas baratas que não fogem do espectro mainstream. Porém, ao longo de sua carreira, Ware garantiu que mesmo investidas clássicas, como o disco e o new wave, ganhassem um novo parâmetro.

Há cinco anos, Ware lançou apenas o que podemos encarar como a magnum opus de sua discografia: o memorável ‘What’s Your Pleasure’. Contando com uma versão padrão e uma versão deluxe, a performer reiterou seu merecido status com faixas pautadas no hedonismo e no prazer em sua forma mais pura – além de sagrar-se um sucesso comercial que daria continuidade à sua arte.

Para celebrar a meia década desde que foi lançado, preparamos uma breve lista escolhendo as cinco melhores canções do álbum.

Confira:

5. “OOH LA LA”

Promovendo um encontro entre R&B, funkdisco“Ooh La La” leva Ware de volta aos anos 1980, buscando inspirações em PrinceStevie Wonder para a divertida e despretensiosa faixa “Ooh La La”. A canção, lançada como single promocional do compilado de originais, conta com a presença bem-vinda do sempre ótimo James Ford para uma narrativa neo-noir surrealista à la David Lynch que utiliza as propositais dissonâncias para um encontro romântico e sensual entre duas pessoas que estão apenas se conhecendo.

4. “SAVE A KISS”

É costumeiro no cenário pop que canções falem sobre paixões efervescentes e duradouras e relacionamentos que deixam profundas marcas de companheirismo e saudade. Porém, o que acontece quando uma artista do calibre de Jessie Ware resolve mergulhar em tais tropos? O nascimento da joia intitulada “Save a Kiss”. Trazendo elementos do synth-pop, do Hi-NRG e do new wave em um reestruturação dos convencionalismos de baladas românticas, a performer dá vida a uma impactante e inebriante jornada de amor que não desliza em nenhum de seus beats.

3. “REMEMBER WHERE YOU ARE”

‘What’s Your Pleasure’ carrega uma distinção clara entre incursões hedonistas e uma melancolia identitária que revela um entendimento amadurecido sobre o mundo, por mais introspectivo e letárgico que seja. E, em meio a essas tracks“Remember Where You Are” é a que melhor representa esse coming-of-age: servindo como conclusão dessa jornada espetacular e sensorial, a canção é cinemática e evocativa em sua completude, além de contar com um ótimo curta-metragem estrelado por Gemma Arterton.

2. “SPOTLIGHT”

Abrindo com a poderosa e inspiradora “Spotlight”, Ware dá as cartas do jogo a seu bel-prazer, navegando pelas pulsões de um eu-lírico que não deseja nada além do mais puro dos amores, seja ele como for. “Não é o bastante dizer que eu penso em você; palavras nunca conseguem fazer o que eu preciso que elas façam” são os versos que dão início a essa espetacular sinestesia musical.

1. “WHAT’S YOUR PLEASURE”

Jessie Ware exalou toda sua glória com o requinte sensorial do compilado de originais – e a faixa titular do álbum é tudo o que esperaríamos de uma obra desse calibre. Nutrindo-se de um disco mais amadurecido e mergulhando de cabeça nas recriações uptempo do EDM (sendo inspirada inclusive por Lady Gaga), a sutileza vocal e a onírica atmosfera são o bastante para nos tirar do chão.

‘Until Dawn – Noite de Terror’: Primeiras impressões elogiam aguardado terror; Confira!

O aguardado ‘Until Dawn – Noite de Terror‘ estreia apenas na semana que vem, mas a crítica especializada internacional já pôde conferir o longa e as primeiras impressões estão entre nós.

E conforme ponderado por algumas poucas pessoas que compartilharam suas opiniões, a adaptação do popular game é realmente surpreendente e abraça o gênero de terror com força, a fim de gerar sustos que sejam genuínos.

Além disso, a direção de David F. Sandberg foi bastante elogiada, bem como a execução do roteiro. Mas um dos aspectos mais citados foi, definitivamente, o fato da trama ser bastante sangrenta e violenta.

Confira:

“UAU! Until Dawn é meu filme de terror surpresa do ano. @ponysmasher pega um videogame e o transforma em um filme gloriosamente sangrento e visceral, cheio de cenas explosivas e momentos engraçados. As mortes são revigorantes e o elenco tem uma química incrível. Este filme é muito divertido!”

Until Dawn é um dos filmes de terror mais engenhosos do ano, servindo também como uma carta de amor ao gênero. Ele arrasa o dia todo, ou melhor, a noite toda. Emociona e detona em profusão! Um sucesso de público com sustos bem elaborados, que traz um pouco de sinceridade de fininho”. 

Until Dawn: Eu me diverti MUITO. O filme é um pouco superficial com a história, mas há muito cuidado com os sustos e mortes, mantendo-os revigorantes e originais. Atuações fortes do elenco, uma vibe levemente nostálgica de ‘adolescentes em apuros’. Efeitos visuais sólidos. @ponysmasher arrasou. Crítica em breve!”

“Então, Until Dawn é inegavelmente o filme de MAIS terror do ano. Repleto de criaturas, bestas, design de produção assustador e um elenco de atores de jogos, o filme capitaliza engenhosamente a promessa da premissa e é uma explosão de meta-terror. Você vai querer assistir com uma plateia!”

Until Dawn – Noite de Terror‘ é dirigido por David F. Sandberg, mesmo responsável por ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.

Confira o cartaz, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com Ella Rubin (‘Uma Ideia de Você’), Maia Mitchell (‘Good Troube’), Michael Cimino (‘Com Amor, Victor’), Odessa A’zion (‘Hellraiser’), Ji-young Yoo (‘Expatriadas’), Belmont Cameli (‘Saved by the Bell’) e Peter Stormare (‘Constantine’).

No game ‘Until Dawn‘, os jogadores assumem o controle de um grupo de amigos que, em uma noite isolada em Blackwood Mountain, precisam lutar para sobreviver enquanto suas vidas são constantemente ameaçadas.

O jogo se destaca por seu sistema de “efeito borboleta”, no qual as escolhas feitas pelos jogadores influenciam diretamente o curso da história, podendo resultar em diferentes desfechos e consequências.

Esse tipo de mecânica, que é um dos maiores atrativos do jogo, seria difícil de ser implementado de forma satisfatória em uma adaptação cinematográfica.

O filme baseado no jogo, no entanto, tomará uma direção bastante diferente ao incorporar elementos de uma narrativa inspirada no conceito de ‘Feitiço do Tempo‘.

Ao invés de seguir a lógica original do jogo, onde os jogadores fazem escolhas para alterar o destino dos personagens, a versão cinematográfica propõe que, quando os amigos morrem, eles retornam para o início do dia, como se vivessem um loop temporal.

Cada vez que isso acontece, o filme os coloca em um novo cenário de terror, explorando diferentes subgêneros do gênero.

Essa abordagem, embora intrigante, se distorce bastante da essência do jogo, criando uma experiência que pouco ou nada tem a ver com o que os jogadores vivenciaram nas telas.

Vale destacar que, de acordo com o insider @Cryptic4KQual, pessoas que eram fãs do jogo e assistiram às exibições de teste do filme “não ficaram particularmente impressionadas com a adaptação, mas os novatos, que não tinham uma conexão prévia com o jogo, pareceram gostar muito mais do resultado”.   

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Adam Warlock quase teve visual bem diferente no filme; Confira!

Guardiões da Galáxia Vol. 3’ marcou a aguardada estreia de Adam Warlock no Universo Cinematográfico da Marvel, interpretado por Will Poulter. Mas o herói dourado quase apareceu nas telonas com um visual totalmente diferente do que vimos no longa dirigido por James Gunn.

De acordo com o ComicBookMovie, o artista conceitual Constantine Sekeris compartilhou em suas redes sociais alguns dos primeiros designs desenvolvidos para o personagem.

“Faz um tempo desde a última vez que postei algo… então estou dando uma pausa nos esboços do Homem-Aranha e compartilhando alguns dos primeiros conceitos que criei para o Adam Warlock em Guardiões da Galáxia Vol. 3, enquanto trabalhava no Marvel Vis Dev, liderado por Andy Park”, escreveu.

“Esse design é mais voltado para um traje espacial, com capacete. A ideia era que ele usasse o uniforme básico da Frota Soberana por baixo, e esse traje extra se formasse quando ele voasse pelo espaço. Foi um personagem muito divertido de desenvolver. Estávamos no começo do processo e testando várias ideias para ver o que funcionava. Mais por vir… Muito obrigado pela oportunidade!”, completou Sekeris.

Lembrando que Guardiões da Galáxia Vol. 3’ está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter no elenco.

Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia 3‘ arrecadou US$ 838.8 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como um dos grandes sucessos de 2023.

‘Thunderbolts*’: Novo filme da Marvel ganha cartazes inusitados inspirados no Ano Novo tailandês; Confira!

O novo longa da Marvel,Thunderbolts*’, focado em um time de anti-heróis, está cada vez mais perto de chegar aos cinemas. E para entrar no clima da estreia, a Disney divulgou dois novos cartazes internacionais que surpreenderam os fãs.

Segundo o ComicBookMovie, os pôsteres são totalmente diferentes do que estamos acostumados e trazem os personagens celebrando o Songkran, o tradicional Ano Novo da Tailândia. A festividade acontece entre os dias 13 e 15 de abril e marca o início da temporada de chuvas no país.

O filme tem lançamento agendado para o dia 2 de maio nos cinemas brasileiros.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

Confira o vídeo dos bastidores e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com Florence Pugh (Viúva Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.