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Paul Rudd questiona teoria do ‘Homem-Formiga’ contra Thanos

O ator Paul Rudd, que interpreta Scott Lang/Homem-Formiga no Universo Cinematográfico Marvel (UCM), comentou recentemente sobre a popular teoria de que o herói poderia ter derrotado Thanos ao encolher, entrar no corpo do vilão e se expandir, destruindo-o por dentro.

Em entrevista ao ComicBook, Rudd expressou sua dúvida sobre a eficácia da teoria: “Eu sempre me pergunto, será que ele realmente poderia ter parado o Thanos dessa forma? Porque, naquele ponto, ele não tinha a Joia do Espaço ou algo assim?”.

Respondendo à pergunta do ator, em ‘Vingadores: Ultimato’, o vilão não estava com as Joias do Infinito, embora isso não signifique que a teoria deixasse de ser válida.

A teoria, que se popularizou na internet, ganhou força após um episódio da série ‘What If…?’, onde o Homem-Formiga derrota o Hulk de maneira semelhante.

O filme mais recente do herói, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

O longa é novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói.

Paul Rudd, Evangeline Lilly, Bill Murray, Michelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

Confira o divertido teaser de ‘Overcompensating’, nova comédia LGBTQ+ do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro teaser da série ‘Overcompensating‘, comédia LGBTQ+ criada e estrelada por Benito Skinner.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 15 de maio.

A trama acompanha Benny, um jogador de futebol americano, em sua luta para aceitar sua sexualidade na faculdade, descobrindo que está compensando demais ao tentar parecer algo que não é.

O elenco ainda conta com Wally Baram, Mary Beth Barone, Adam DiMarco e Rish Shah.

Miley Cyrus divulga trailer promocional de ‘Something Beautiful’, seu nono álbum de estúdio

Através das redes sociais, a icônica estrela pop Miley Cyrus divulgou um trailer promocional de Something Beautiful, seu nono álbum de estúdio.

O compilado de originais, agendado para 30 de maio, virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Benoît Debie.

O álbum conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

Confira:

Vale lembrar que o último álbum de estúdio de Cyrus foi o elogiado ‘Endless Summer Vacation’, que lhe rendeu nada menos que duas estatuetas do Grammy Awards pelo single “Flowers” – incluindo Gravação do Ano.

No ano passado, Cyrus integrou o aclamado álbum ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé, na faixa “II Most Wanted” – que lhe rendeu mais um gramofone dourado.

Elogiada pela crítica, a faixa pertence ao álbum ‘Endless Summer Vacation’ e rendeu a Cyrus duas estatuetas do Grammy Awards, incluindo Gravação do Ano.

Krysten Ritter expressa otimismo sobre possível retorno como ‘Jessica Jones’

A atriz Krysten Ritter, que interpretou a detetive alcoólatra ‘Jessica Jones’, revelou recentemente seu otimismo sobre a possibilidade de retornar ao papel da heroína, especialmente após o sucesso de Demolidor: Renascido’, que continua a série do Homem Sem Medo da Netflix.

“Escute, eu adoro a Jessica Jones”, declarou Ritter, conforme o ComicBookMovie. “Acho tão empolgante que parece haver tanto desejo de vê-la novamente. Sou perguntada sobre isso quase todos os dias. Permanecemos cautelosamente otimistas”.

A atriz demonstrou entusiasmo com a ideia de reprisar o papel, afirmando: “Se me chamassem, eu estaria lá pronta. Eu posso ou não ter a jaqueta que eu peguei no set”.

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Artigo | A representatividade feminina em Hollywood: o Código Hays e a censura

Entre os anos de 1930 e 1968, vigorou em Hollywood uma espécie de tabuleta de regras a serem seguidas que censuravam diversas incursões narrativas e imagéticas com o objetivo de restaurar a imagem pública do maior antro artístico do planeta. Tais regras ficaram conhecidas como o Código Hays.

O nome dado às restrições em questão veio como uma espécie de homenagem a Will H. Hays, advogado e político presbiteriano e presidente da Associação de Produtores e Distribuidores de Filmes da América, entre 1922 e 1945, e que listava uma série de proibições a longas-metragens – como nudez, desrespeito à religião e à fé, referências à homossexualidade, referências positivas a atos criminosos e vários outros.

O Código em questão, após o final dos anos 1960, foi obliterado em meio a protestos e a inúmeras questões levantadas, sendo substituído pelo sistema de classificação como o conhecemos hoje. Todavia, foram essas regras que começaram a levantar questionamentos sobre a representatividade da mulher em Hollywood e de que forma personagens femininas estavam submetidas a um controle total de como seriam retratadas.

Porém, antes de partirmos para a análise desse Código, é sempre bom entender o que acontecia antes.

A ERA PRÉ-CÓDIGO

No curto período de tempo entre 1927 e 1934, os filmes hollywoodianos retrataram a vida americana como nunca visto pensado. As mulheres podiam ser indivíduos completos, não apenas virgens divinizadas ou vamps destruidoras; a ação podia ser ambígua, ou seja, não havia padronizações do “bom” e do “ruim”, mas sim um arco de complexidade que permeava ambos extremos. Problemas políticos e sociais eram discutidos; o sexo, a sedução e a luxúria não eram mais considerados tabus 

No meio da pior crise econômica mundial, com mais de 30% da população estadunidense desempregada, as grandes salas de cinema ainda atraíam milhões de espectadores, os quais ficavam fascinados com as imagens das grandes estrelas de Hollywood – como Greta Garbo, Mae West, Norma Shearer, Barbara Stanwyck e Gloria Swanson. Essas atrizes eram reconhecidas pelo seu talento e idolatradas pela sua beleza; sua imagem era sinônimo de glamour, e Hollywood se encarregava do resto para construir, sobre cada uma dessa mulheres, um mito.  

Entretanto, em julho de 1934, o Motion Picture Production Code (Código de Produção Cinematográfica) foi outorgado, levando um dos períodos mais interessantes da história do cinema ao fim. A moral cristã prevaleceu sobre o liberalismo em Hollywood e logo os espectadores esqueceram da era de ouro e das histórias outrora retratadas, e os críticos relevaram a instauração do código supracitado. 

A década de 1920 configurou-se como a era do cinema mudo e do surgimento dos grandes estúdios e primeiros grandes astros: Charlie Chaplin, Mary Pickford, Lilianh Gish, Rudolph Valentino e Douglas Fairbanks. Já nessa época as atrizes eram classificadas em duas categorias: a ingênua ou a vamp. Poucas atrizes conseguiam quebrar o molde pré-estabelecido, já que os produtores não aceitavam outra representação da figura feminina. 

Mary Pickford, assim como outras atrizes da época, integrou-se como parte da categoria “ingênua”. Ela era jovem, bonita e branca e, assim, continuou a interpretar pobres e indefesas adolescentes até os trinta anos de idade em filmes como ‘Pollyana’ (1920) e ‘Little Lord Fauntleroy’ (1921). Porém, essas personagens femininas idealizadas, por assim dizer, não refletiam as mudanças sociais e culturais da sociedade estadunidense da época. 

Os “loucos anos 20” trouxeram uma nova sensação de liberdade para o jovem americano de classe média que estava inserido dentro dos grandes centros urbanos. A expansão do consumo permitiu o desenvolvimento de novas tecnologias, que tinham o objetivo de facilitar todos os aspectos da vida social. A primeira metade do século XX também foi marcada pela “Primeira Onda Feminista” com a conquista do direito do voto em 1919. 

A geração “flapper” – termo usado na época para descrever as mulheres modernas – que surgiu com o final da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) – também marcou o fim da Era Vitoriana e dos ideais religiosos que permeavam a vida social e política. Porém, as únicas mulheres que mostravam autonomia sexual – e social – na tela do cinema eram as personagens denominadas vamps – caracterizadas como predadoras sexuais que seduziam homens e que deixavam um caminho de destruição moral. E devido à sua “habilidade”, o arco narrativo terminava com sua própria morte ou punição severa.  

Esse cenário começou a mudar a partir de 1926, quando uma das atrizes mais populares em Hollywood, Greta Garbo, foi colocada em suspensão por se recusar a interpretar uma vamp – cujo papel já havia feito em filmes como ‘Flesh and the Devil’ (1926) e ‘The Torrent’ (1926). Oito meses depois, o estúdio MGM cedeu às demandas da atriz e, a partir desse momento, nasceu um novo tipo de personagem: a mulher sexualmente livre, complexa, emotiva e real 

Em seis de outubro de 1927, o primeiro filme sonoro é lançado: ‘O Cantor de Jazz’ (1927) – e a primeira frase falada do cinema, na voz de Al Jolson -, “You ain’t heard nothing yet” (Vocês ainda não escutaram nada) -, se tornou um ícone e um presságio para a nova fase e o consequente futuro do cinema americano. E foi no cinema falado que a mulher encontrou sua voz. 

Porém, em outubro de 1929, o entusiasmo econômico e social deu lugar a uma das piores crises econômicas da história, com a quebra da bolsa de valores de Nova York. Nessa mesma época, mais de um terço dos cinemas americanos fecharam as portas; o público semanal passou de um milhão para 60 mil espectadores – e nem a maior indústria americana saiu ilesa do que ficou conhecido como A Grande Depressão. 

Com o começo do cinema falado, cujos filmes eram conhecidos na época como “talkies”, os estúdios tiveram total liberdade de criação, assumindo riscos que custariam anos mais tarde sua censura, com a criação do Código Hays.  Em filmes como ‘Anna Christie’ (1930), o primeiro longa falado de Garbo, encontramos a atriz, conhecida pelos papéis glamorosos de vamps, interpretando uma imigrante recém-chegada em Nova York, depois de trabalhar em um bordel por dois anos. A primeira fala de Garbo releva o tom do filme – levando em consideração que a Lei Seca ainda estava em vigor no Estado americano: “Give me a whiskey. Ginger ale on the side. And don’t be stingy, baby” (me dê um whiskey, acompanhado de um ginger ale. E não seja mesquinho, querido).

‘Anna Christie’ foi um sucesso de crítica e público, tornando Garbo uma estrela do cinema falado e garantindo-a, além disso, uma nomeação para o Oscar de melhor atriz em 1931. 

No mesmo ano, a MGM também lançou o filme que rendeu o Oscar de melhor atriz para Norma Shearer‘A Divorciada’ (1930). Conhecida pelos papeis idealizados no cinema mudo, Shearer deu voz a personagens que desafiavam o status quo, e o mais importante, que não eram punidas ou julgadas por isso. 

Em ‘A Divorciada’, Shearer interpreta uma mulher cujo marido mantém relações fora do casamento. Caso dentro dos padrões cinematográficos de alguns anos antes, a personagem sofreria calada e, no final, o marido, em um ato nobre, voltaria para os braços de sua verdadeira amada. Porém, no longa em questão, Jerry (Shearer) responde à traição do marido com a mesma moeda. Nesse momento, a indústria cinematográfica percebe que o sexo, mesmo em uma situação de crise financeira, ainda era lucrativo. E pela primeira vez, as heroínas da silverscreen refletiam o espírito da jovem americana que rejeitava os tabus da Era Vitoriana e estava disposta a explorar o seu poder sexual. Apesar da preocupação do estúdio, o filme foi um sucesso, estabelecendo o domínio feminino entre os atores mais bem pagos de Hollywood. 

Shearer e Garbo não estavam sozinhas. Barbara Stanwyck, em ‘Serpente de Luxo’ (1933), também trouxe um novo retrato da juventude americana, que buscava independência, ao mesmo tempo que enfrentava as dificuldades da crise econômica. 

O filme, analisado pelo grupo, conta a história de Lily, uma jovem que vive explorada pelo pai, dono de um speakeasy – bares onde as bebidas eram vendidas ilegalmente durante a Lei Seca – e que cuja morte a faz tentar a sorte em Nova York. Baseado na filosofia de Nietzsche, a personagem reprime os seus sentimentos para focar apenas no seu objetivo principal – tornar-se rica. Dessa forma, ela usa os homens, assim como os eles a tinham “usado” durante toda sua vida. É importante ressaltar que o simples fato de usar um filosofo como um traço marcante de Lily demonstra uma construção profunda da personagem, recurso que é negligenciado por consequência do Código.  

O filme está carregado de críticas sociais, revelando de forma bruta a situação do operário americano, que se via desamparado pelo governo durante os primeiros anos da crise. Nessa linha, o filme coloca em discussão a corrupção e o caos social gerado pela pobreza – tópicos que anos mais tarde seriam considerados subversivos. 

Nas primeiras cenas do longa, vemos o pai de Lily negociando com um político que protege o seu estabelecimento ilegal em troca de favores. O público é levado a concluir, pelo quadro seguinte, a verdadeira intenção do homem. Lily é deixada sozinha com o político corrupto e recusa os seus avanços, até que ele se torna violento e, como ponto de virada, ela o ataca com uma garrafa de vidro. A cena se encerra com o homem saindo do bar, ensanguentado. Agora, a mulher não só tinha liberdade e desejos sexuais, mas também o direito de escolher, como bem entender, seu parceiro ou sua parceira.

Lily usa da suposta “fraqueza” masculina para ascender profissionalmente, sem nenhuma vergonha de explorar a sua sexualidade para alcançar os seus objetivos pessoais. Essa também era uma característica muito explorada durante esse período do cinema americano, além de outros aspectos de natureza dúbia, principalmente em relação ao caráter das personagens – resultando, assim, em criações tridimensionais. 

Ainda em 1929, Shearer causou um choque na estreia do filme ‘The Trial of Mary Dugan’. Aqui, a atriz interpreta uma dançarina da Broadway, cortejada por vários homens, acusada de homicídio. Mesmo assim, o filme espera que o público se identifique com a personagem, usando de recursos básicos da narrativa para que todos possam torcer pela vida de Mary (Shearer). Assim como outros filmes dessa era, ‘The Trial of Mary Dugan’ ousou desafiar a cultura americana, principalmente em relação ao papel social dos gêneros. Ao invés de refletir a moral pregada pela sociedade, esses filmes incitavam o público a repensar os valores sociais e políticos – e a moral pré-direcionada do que era considerado “bom” ou “ruim”. 

Segundo o livro Complicated Women: Sex and Power in Pre-Code Hollywood (2001), antes do Código, as mulheres tinham amantes, filhos antes do casamento, abandonavam os maridos infiéis, exploravam sua sexualidade e mantinham posições profissionais sem se desculparem pela sua independência, ou seja, agiam de um jeito que, segundo o imaginário coletivo de atualmente, só seria possível depois dos anos de 1960. 

A ERA DO CÓDIGO

O cinema foi concebido, inicialmente, como um lugar escuro, onde a espionagem para com o outro era permitida e a pulsão do olhar encontrava um terreno propicio para manifestação. O “pecado” do voyeurismo está na base do próprio dispositivo técnico do cinema – máquinas, o “ver” através dos buracos da fechadura, ou seja, lugares onde se pode ver sem ser visto. Dessa forma, até hoje, o prazer do filme não pode ser dissociado do olhar como objeto de desejo.  

Os filmes que antecederem o Código tendiam a explorar justamente o prazer do olhar e usavam o corpo feminino como a forma mais óbvia e apelativa em uma sociedade ocidental em crise, regrada, de certa forma, pela ideologia cristã e pelas regras do patriarcado. A objetificação da mulher é, também, uma consequência de uma indústria formada em sua grande maioria por homens, em todos os níveis de produção e direção. Ou seja, os valores e atitudes reafirmados nos produtos da indústria cultual são dessa classe dominante, dona dos meios de comunicação. 

Em filmes como ‘Cavadoras de Ouro’ (1933), um musical pré-código dirigido por Mervyn LeRoy e pelo renomado coreógrafo Busby Berkeley, a mulher, apesar de assumir o papel de protagonista no longa, ainda é colocada, muitas vezes, literalmente, como um objeto de cena. Como na primeira sequência do musical, onde todas as mulheres enquadradas nos primeiros minutos aparecem vestidas como moedas, por vezes a fantasia esconde o rosto das dançarinas, que cantam a música “We’re in the Money”. A perda da individualidade e humanidade das showgirls recai, também, sobre a falta de diversidade entre as dançarinas, pois todas as mulheres em cena são fisicamente similares, ao mesmo tempo em que sua identidade está sendo consumida pela grandiosidade do cenário e do espetáculo.

Segundo o linguista e filósofo Ferdinand de Saussere, o processo de criação de sentido não é neutro. Dessa forma, se levarmos o contexto econômico em consideração, o corpo feminino é relacionado diretamente ao “objeto” de desejo mais relevante durante os anos da recessão americana, o dinheiro. O próprio diretor, conhecido por projetar as mais belas coreografias do cinema, descrevia “suas garotas” (as dançarinas) como “perolas idênticas em um fio de nylon”.  A mulher, passiva e objetificada, funciona como um objeto de fetiche, enquanto o homem assume o seu papel de voyeur.   

Moralistas cristãos, especialmente católicos, sempre tiveram uma posição muito clara em relação a “indecência” em Hollywood. Em 1922, os estúdios se uniram para criar o MPPDA (Motion Picture Producers and Distributors of America) e indicar Hays para ser o presidente dessa organização, com o objetivo de limpar a indústria cinematográfica de todos os males. 

Com a popularização do cinema americano, Hollywood, se tornou a terra do pecado e do sucesso, atraindo artistas, investidores e, principalmente, escândalos. Preocupados com possíveis intervenções do Estado, os estúdios se uniram, novamente, em 1930, para criar o Motion Picture Production Code. O objetivo inicial, desse código, era evitar a censura, criando um guia para auxiliar os estúdios durante a produção audiovisual. 

Porém, em 1934, Joseph Breen, um católico fervoroso, assumiu a presidência do MPPDA, e, no dia 1° de julho de 1934, instituiu o Código Hays. A partir de então, as peças audiovisuais só poderiam ser exibidas nas telas de cinemas americanas, ou até mesmo entrar em produção, depois de receberem o selo de aprovação do Código.  

O Motion Picture Production Code durou mais de 34 anos, até 1968, construindo, dessa forma, no imaginário coletivo, uma américa idealizada, a terra da liberdade, com príncipes de terno e gravata e princesas virginais. Esses filmes calcaram, durante anos, barreiras de gênero e raça, que ainda são visíveis na produção cinematográfica atual, e fizeram parte do consumo cultural, que formou os inúmeros profissionais, que hoje, atuam em importantes cargos da indústria do cinema em todo o mundo.

Sob as limitações do Código, a sétima arte entrava em um novo período. Os filmes não só estavam proibidos de exibir nudez ou qualquer linguagem obscena, a partir de agora, os estúdios deveriam seguir uma extensa lista de do’s and don’ts/be careful (faça e não faça/tenha cuidado). Dessa forma, mais uma vez, a mulher seria submetida a posições secundarias; o sexo antes do casamento, o adultério e o divórcio estão proibidos – e caso a personagem cometa qualquer um desses “pecados”, mesmo em nome do enredo, ela deve sofrer as consequências do seu ato.

NÃO FAÇA 

TENHA CUIDADO 

Escravidão branca  Violências, roubos e furtos 
Miscigenação (relações afetivas ou sexuais entre negros e brancos)  Simpatia com criminosos 
Nudez  Pessoas e instituições públicas 
Ofender, ridicularizar ou profanar crenças religiosas (mais especificamente as católicas, cristãs e protestantes)  Homem e mulher deitados na mesma cama e cenas de beijos excessivos 
Gestos e posturas vulgares  Estupro 
Tornar vícios atraentes (jogos de azar, bebidas alcoólicas e drogas ilícitas)  Crueldade com crianças e animais 
Referências a perversões sexuais e doenças sexualmente transmissíveis  Sedução deliberada 

 

Essa lista, apesar de diminuir o papel da mulher como objeto sexual, diminuía sua representação em geral, tornando-as, em todos os filmes, personagens rasas resumidas a “boas” ou “más”. 

Antes da instalação das regras, as mulheres podiam enganar os homens, os fazer de bobos, roubar, matar, trair e isso não significava que estas iriam se dar mal no fim, o que contrasta com os filmes feitos durante o código, onde as personagens “impuras” deveriam morrer, serem presas, ou algo do gênero. 

Os atores e principalmente as atrizes que alcançaram o sucesso durante os anos pré-Código, interpretando personagens complexos e misteriosos, de repente estavam enfrentando dificuldades com péssimos roteiros e com personagens fracos. Algumas estrelas de Hollywood conseguiram sobreviver a transição: Shearer e Stanwyck, por exemplo, mantiveram sua popularidade. Porém, algumas lendas do cinema americano, como Garbo, Marlene Dietrich e Mae West, começaram a perder público poucos anos após a aprovação do Código. Indefesa e frágil, a mulher do cinema, já não representava a mulher atuante na sociedade, que enfrentou os anos difíceis da Depressão e estavam prestes a encarrar a Segunda Guerra Mundial. 

Mick LaSalle escreveu em ‘Complicated Women’ que o Código “[…] foi designado para colocar o gênio de volta na garrafa – e a mulher de volta na cozinha”. O papel da mulher, mais uma vez, estará restrito aos moldes do cinema mudo – a ingênua ou a vamp (que agora será chamada de femme fatale, reforçando o seu papel de vilã) voltam as telas de cinema do mundo todo. 

Em 1939, Dietrich, famosa pelos seus grandes papeis durante o cinema pré-Código, volta as telas depois de dois anos sem atuar, com o aclamado western, ‘Destry Rides Again’ (1939). O filme conta a história do jovem xerife Destry Jr. (James Stewart), que chega na pequena cidade de Bottleneck para acabar com o crime organizado. Dietrich interpreta Frenchy, uma cantora e dançarina do bar local, namorada e cúmplice do chefe da organização criminosa.  

Frenchy, a nova femme fatale do cinema americano, é uma personagem provocativa – suas roupas são curtas e a maquiagem é carregada – uma perfeita atriz de cabaré, a personagem canta músicas provocativas e recebe atenção de todos os homens da cidade. Porém, qualquer semelhança com as mulheres independes do cinema que antecedeu o Código, acaba por aqui. Frenchy se apaixona por Destry, que não se entrega ao “pecado da carne” e, no final da trama, a dançarina morre em seus braços depois da batalha final entre o bem e o mal – com a vitória do jovem xerife, que se torna o herói da cidade. 

A cena final do filme ilustra o significado do Código para o papel feminino. Frenchy, para os padrões do Código Hays, é uma mulher “má”, pois a personagem não é casada, mantém um relacionamento com um bandido e vive em um ambiente hostil. De acordo com a censura, sua única saída é sofrer “a punição”, que nesse caso vem com a sua morte, no último ato do longa.

‘Adolescência’ se torna a PRIMEIRA série de um serviço streaming a superar a audiência da TV britânica

O drama de sucesso ‘Adolescência‘, original Netflix, acaba de quebrar um importante recorde, se tornando a primeira série de um serviço de streaming a superar a audiência da televisão britânica nas classificações semanais

Segundo a Variety, a produção co-criada por Steven Graham superou alguns dos mais populares programas de TV do país, superando a audiência de ‘O Aprendiz‘ e ‘Death in Paradise‘, da BBC. Os dados oficiais foram divulgados pelo órgão de classificação do Reino Unido BARB (Broadcasters Audience Research Board).

O primeiro episódio de ‘Adolescência‘ atraiu 6,45 milhões de espectadores em sua semana de estreia, conquistando um novo recorde de audiência para um streaming dentro do Reino Unido. Esse número superou as 6.3 milhões de pessoas que conferiram a minissérie ‘A Grande Ilusão‘, lançada em 2024 pela Netflix.

A produção ainda ocupou a segunda posição de título mais assistido no país, com seu 2º episódio conquistando 5,94 milhões de espectadores. ‘O Aprendiz’ e ‘Death in Paradise’ seguem na 3ª e 4ª posição, respectivamente, atraindo 5,79 e 5,75 milhões de pessoas.

O terceiro e quarto episódios de ‘Adolescência‘ também tiveram forte desempenho, atraindo 5,14 milhões e 4,65 milhões de espectadores, respectivamente.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Graham, Jack Thorne e Philip Barantini.

A minissérie narra a história história de como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

Ashley WaltersErin DohertyFaye MarsayChristine TremarcoMark StanleyJo HartleyAmélie PeaseOwen Cooper completam o elenco.

Graham também fica responsável pelo roteiro ao lado de Thorne.

 

28 Continuações de Filmes Famosos que Chegam Ainda em 2025

Nós, seres humanos, temos algumas características curiosas. Uma delas é a preferência pelo que nos é familiar. Por exemplo, em geral preferimos optar por algo que já conhecemos e sabemos que gostamos, a nos aventurar pelo desconhecido. Isso também engloba os filmes. Justamente por isso as franquias são tão apreciadas pelos fãs e por consequência, pelos estúdios.

Sendo assim, falando em familiaridade, as continuações sempre fizeram sucesso no cinema, muito antes do termo “franquia” ser altamente propagado. Isso significa que um filme deu certo e fez tanto sucesso, que o estúdio resolveu repetir a dose, e criar mais uma história dentro do mesmo universo. Em 2025 teremos algumas continuações muito badaladas, que prometem dar o que falar nos próximos meses, seja nos cinemas ou nos streamings. Separamos para você as 28 sequências mais interessantes que chegam ainda em 2025. Confira abaixo.

Outro Pequeno Favor

A vida pessoal da estrela Blake Lively está no olho do furacão atualmente e segue estampando os veículos de fofoca graças às polêmicas de bastidores do sucesso ‘É Assim que Acaba’, do ano passado. Mesmo assim, a sequência do thriller cômico de sucesso, de 2018, ‘Um Pequeno Favor’, teve sua pré-estreia. O longa chega no dia 1º de maio direto no streaming da Amazon Prime Video.

O Contador 2

Outro filme da década passada que vai ganhar continuação em breve é o cult de ação e suspense ‘O Contador’. Ben Affleck está de volta como o matador profissional autista do filme original de 2016. O primeiro filme foi um sucesso moderado, mas ganhou mais fãs quando saiu em streaming. Foi esse sucesso cult que deu sinal verde para essa sequência tardia, de quase 10 anos de intervalo. O filme chega ao Brasil no dia 24 de abril, nos cinemas.

Premonição 6 – Laços de Sangue

Se você é fã de terror, certamente conhece a franquia ‘Premonição’, sobre a vingança da própria morte, atrás de jovens que a enganaram e sobreviveram a algum desastre e depois começam a morrer um a um, das formas mais inusitadas. Tudo começou em 2000, com o primeiro filme. Ao longo destes 25 anos foram mais quatro filmes, com o último tendo sido lançado em 2011 – há exatos 14 anos. Justamente por isso, o hype é grande por esta sequência que já pode ser considerada tardia e promete mais mortes inusitadas. O filme chega por aqui no dia 15 de maio nos cinemas.

M3GAN 2.0

Outra sequência de terror dará as caras nos cinemas este ano. Essa mais recente. Falamos da boneca homicida ‘M3GAN’, dona da dancinha de tik tok mais famosa do cinema. O primeiro filme estreou em circuito em 2023 e se tornou sensação, graças a uma cena específica. Sim, vivemos em uma época na qual um filme pode se tornar sucesso graças a uma cena viralizando na internet. E o que esperar na continuação? Mais uma dancinha, é claro. O terror é prometido para o dia 26 de junho nos cinemas.

Missão: Impossível – O Acerto Final

Agora sim, entramos no território das maiores estreias de 2025. Quem chega agora é Tom Cruise, um dos maiores astros da história de Hollywood, em mais um episódio da maior franquia de sua carreira. Falamos de ‘Missão: Impossível’ e do agente secreto Ethan Hunt. Essa será a última aventura do personagem e a despedida do ator. Desde a década de 90, o ator estrela tais filmes, que já somam sete episódios. Este oitavo marca o adeus. Será? A estreia é prometida para o dia 22 de maio.

Karatê Kid – Lendas

Por falar em nostalgia, Tom Cruise, Missão: Impossível e os anos 90, agora temos um verdadeiro clássico ainda mais antigo, dos anos 80. Falamos de ‘Karatê Kid’, que surgiu nos cinemas em 1984. A série ‘Cobra Kai’, da Netflix, resgatou esta nostalgia por seis temporadas. Agora, ganharemos ainda mais um filme para os cinemas. Este, no entanto, será o primeiro estrelado por Ralph Macchio e seu Daniel San, desde os anos 80. Quem se une a ele é Jackie Chan, que estrelou o remake de 2010. O filme é prometido para o dia 29 de maio.

Extermínio – A Evolução

Voltando ao terreno do terror, mas os filmes do gênero que possuem bastante pompa, temos a sequência do cult ‘Extermínio’. O primeiro filme, de 2003, ficou conhecido por apresentar os zumbis “anabolizados” do cinema, que corriam como maratonistas ao invés de andar lentamente. Muitos podem não lembrar, mas este filme teve uma sequência bem mais convencional em 2007. Agora, teremos uma terceira parte, que chama atenção pelo elenco de primeira, que conta com Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e o indicado ao Oscar Ralph Fiennes. A estreia é no dia 19 de junho.

Jurassic World – Recomeço

Agora na lista temos um blockbuster que irá brigar pela primeira posição das bilheterias do ano. Falamos do sétimo exemplar da franquia ‘Jurassic Park’, agora transformada em ‘Jurassic World’. Os dinos estão de volta e mais ferozes do que nunca. A novidade agora é a primeira protagonista mulher da franquia, nas formas de Scarlett Johansson em pessoa – pronta para pegar mais uma franquia gigante para si. Ao seu lado, o ator duas vezes vencedor do Oscar Mahershala Ali. A estreia é no dia 3 de julho.

The Old Guard 2

A musa Charlize Theron está meio sumida das telas. Ela tem aparecido apenas em pequenas participações ou dublagens e não protagoniza um filme há cinco anos, desde que estrelou o primeiro ‘The Old Guard’ em 2020 para a Netflix. Sendo assim, nada mais normal que a loirona marcar seu retorno na continuação do filme dos guerreiros imortais, novamente em parceria com a Netflix. Mas sem dúvida sentimos falta de um filme estrelado por ela nas telonas. A estreia é no dia 2 de julho direto na Netflix.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

Todos têm os filmes que mais esperam no ano. Para este amigo que vos fala, e a redação do CinePOP em geral, que adora um bom filme de terror (ainda mais se for saído dos anos 80 e 90), um dos que mais nos chama atenção é este reboot do famoso slasher, que é considerado o “irmão” de ‘Pânico’. O longa foi lançado na esteira do sucesso que o filme citado fez em meados da década de 1990, e trouxe Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. como o casal protagonista, combatendo um pescador assassino. A dupla volta neste novo longa, agora na meia idade, ao lado de um elenco de novatos para enfrentar um novo terror. A estreia é no dia 18 de julho.

Um Maluco no Golfe 2    

Os maiores astros de Hollywood já fizeram acordo com a Netflix, para estrelar os filmes da plataforma de streaming número 1. Porém, o primeiro visionário a fechar acordo com a empresa foi o comediante Adam Sandler. O ator já protagonizou mais de 10 filmes junto à casa, porém, este ano irá realizar algo inédito na parceria: uma continuação de um filme querido de sua filmografia, criado antes da parceria com a empresa. Ou seja, a Netflix será a responsável pela sequência de ‘Um Maluco no Golfe’, anteriormente de propriedade da Universal Pictures. A estreia é no dia 25 de julho.

Os Caras Malvados 2

Por falar em sequências da Universal, o estúdio criou uma das animações mais originais de anos recentes. E não apenas devido ao seu estilo único de desenho, mas sim por sua história igualmente. Na trama, um grupo de animais liderados por um lobo são vilões, que adoram dar golpe. No bando, temos também uma cobra, uma aranha e um tubarão. Na continuação, eles estão reformados, mas por quanto tempo? A estreia é no dia 31 de julho.

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

A onda de continuações tardias de filmes família da Disney segue firme e forte. Em anos recentes ganhamos ‘Abracadabra 2’ e ‘Desencantada’, e em breve teremos ‘Mudança de Hábito 3’. Antes disso, porém, é a vez de Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan mudarem de corpo outra vez. Agora, no entanto, não serão somente as duas, mas também outros membros de sua família. A diferença é que este será lançado nos cinemas, no dia 7 de agosto.

Anônimo 2

Durante a pandemia, alguns filmes fizeram sucesso de forma surpresa. Filmes que não esperaríamos que fossem abraçados pelo público. Um deles foi o hit cult de ação ‘Anônimo’, que se inspirou no estilo “tiro, porrada e bomba” de John Wick, e fez de Bob Odenkirk um improvável herói do gênero. A continuação traz como maior atrativo a presença da musa Sharon Stone. A estreia será em agosto.

Invocação do Mal 4

Quando falamos de filmes de terror de prestígio, poucos foram tão aceitos pelo grande público, quanto ‘Invocação do Mal’. É claro que o longa se tornou uma franquia, e o casal Warren se tornou a dupla de personagens mais queridos do gênero na última década. O terceiro filme mudou o diretor e foi o menos badalado. Agora, no quarto, o diretor do terceiro retorna. Resta saber se a aclamação dos dois primeiros voltará. A estreia é no dia 5 de setembro.

Isto é Spinal Tap 2

Tem filmes que surgem do nada e nos pegam completamente desprevenidos. É o caso com a sequência do mockumentary cult ‘Isto é Spinal Tap’. O filme original completou 40 anos em 2024. O longa é um sucesso cult nos EUA, mas por aqui nunca foi muito conhecido ou celebrado. A graça é brincar com os bastidores de uma banda fictícia. Agora, 40 anos depois, a banda está de volta. A estreia, por enquanto, será nos cinemas, embora talvez fosse mais adequado um lançamento no streaming.

Jogos Mortais XI

Voltamos ao mundo do terror, com uma das franquias mais longevas do gênero no cinema. Todos os filmes de ‘Jogos Mortais’ foram lançados no cinema, e esse será o caso com o décimo primeiro longa. Sim, essa franquia já possui nada menos que 11 filmes. O anterior foi um dos mais elogiados, dando, mais uma vez, uma história bem dramática ao vilão Jigsaw. Esperemos que siga por essa linha. Mas os fãs querem mesmo é mais uma série de armadilhas mortais. A estreia é em 25 de setembro.

Tron – Ares

O ‘Tron’ original já tem 42 anos, tendo sido lançado em 1982. O filme da Disney revolucionou o uso de efeitos especiais, e foi um dos pioneiros da tecnologia que chamamos hoje de CGI. Em 2010, uma sequência tardia fez certo sucesso – embora tenha ficado longe de ser um blockbuster fenômeno. Agora, 15 anos depois do segundo, chega um novo exemplar, novamente estrelado por Jeff Bridges. O verdadeiro protagonista, no entanto, será Jared Leto. A estreia é em outubro.

O Telefone Preto 2

Mais um filme de terror na lista. ‘O Telefone Preto’ é adaptação de um conto do filho de Stephen King, Joe Hill. O longa foi um sucesso surpresa, e contou com Ethan Hawke como um vilão mascarado que sequestra adolescentes na década de 70. A questão é que o vilão morreu no final do filme, o que nos leva a saber como ele irá retornar na sequência. Acreditamos que será em uma versão sobrenatural. A estreia é em 16 de outubro.

Mortal Kombat II

O sangue irá jorrar. E não estamos falando de um filme de terror. Este ano chega a tão aguardada sequência de ‘Mortal Kombat’, filme que estreou durante a pandemia, e serviu de reboot para a franquia de games violentos no cinema. A graça da sequência é a presença do sempre ótimo Karl Urban como o fanfarrão Johnny Cage. A estreia é no dia 23 de outubro.

Predador Badlands

Depois que ‘O Predador – A Caçada’ conseguiu satisfatoriamente revigorar a franquia, um sinal verde foi logo dado para um novo filme. Ao invés de um lançamento nos cinemas, ‘A Caçada’ estreou no streaming da Disney. ‘Badlands’ será estrelado por Elle Fanning, e tem estreia para 6 de novembro no cinema.

Truque de Mestre 3

Outra continuação que irá aportar nas telonas é o terceiro da franquia de mágicos golpistas estrelada por Jesse Eisenberg e grande elenco. Todos irão retornar, incluindo Isla Fisher, que ficou de fora do segundo. A adição no elenco é da indicada ao Oscar Rosamund Pike. A estreia é em 13 novembro.

Wicked para Sempre

Ser sucesso em um formato não significa que automaticamente se tem em mãos um sucesso em outra forma de arte. Por exemplo, um videogame de sucesso não se traduz automaticamente em um filme de sucesso. O mesmo vale para os livros, quadrinhos e séries de TV. O mesmo pode ser dito de peças de teatro. Mas ‘Wicked’ se mostrou um fenômeno nas telonas igualmente.

A história de origem da bruxa má do Oeste e da fada boa, e como suas imagens são subvertidas, saiu diretamente do clássico absoluto ‘O Mágico de Oz’ para se tornar um ícone pop moderno. Assim como ‘Duna’, não temos toda a história contada de uma vez só, com o filme dividido em duas partes. A segunda chega no dia 20 de novembro.

Zootopia 2

O bicho vai ficar solto em 2025. Isso porque os animais antropomórficos falantes estão de volta na continuação do sucesso da Disney de 2016. Muitos podem não lembrar, mas o ‘Zootopia’ original foi uma das animações que ultrapassaram a marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial. Ou seja, a continuação quase dez anos depois, que trará uma nova parceria entre a coelhinha policial Juddy Hopps e a raposa trapaceira Nick Wilde, poderá ser um dos filmes mais lucrativos do ano. A estreia ocorre no dia 27 de novembro.

Five Nights at Freddy’s 2

Já pensou arrumar emprego como vigia noturno? Não é um emprego para muitos. Ainda mais quando o local a ser vigiado é uma lanchonete abandonada, repleta de bichinhos mecânicos assustadores. É a proposta de ‘Five Nights at Freddy’s’, um dos videogames mais cultuados pelo seu clima assustador. Em 2023, a ideia foi adaptada para o cinema, e apesar de ter abrandado bastante o terror, caiu nas graças do público e se tornou sucesso. Foi o que bastou para o sinal verde da sequência, que chega no dia 5 de dezembro.

Avatar – Fogo e Cinzas

Se tivéssemos que apostar na maior bilheteria de 2025, sem dúvidas nossa aposta seria no terceiro ‘Avatar’. Afinal, a esta altura quem é louco de apostar contra James Cameron? Lembrando que o primeiro ‘Avatar’ foi durante anos a maior bilheteria do cinema, perdeu a posição para ‘Vingadores: Ultimato’, mas recuperou o posto graças a um novo relançamento. O segundo ‘Avatar’, de 2022, é o terceiro maior filme da história. Alguém duvida que o terceiro estará ao menos no top 5? A estreia é no dia 19 de dezembro.

Entre Facas e Segredos 3

Hoje, muitos filmes de prestígio são feitos com o intuito de serem assistidos no conforto de nossas casas. Uma das franquias mais legais dos últimos tempos é ‘Entre Facas e Segredos’, que eleva o gênero “murder mystery” a outro patamar, brincando muito com o estilo. A partir do segundo exemplar, os filmes se tornaram propriedade da Netflix. O terceiro será lançado diretamente na plataforma este ano, sem data de estreia definida até o momento, mas provavelmente em dezembro.

Return to Silent Hill

Finalizando a lista, você lembra da franquia de terror ‘Silent Hill’? Bem, se você for um aficionado por games também, a resposta facilmente pode ser sim. Acontece que os jogos assustadores foram adaptados para o cinema pela primeira vez em 2006, em ‘Terror em Silent Hill’, um filme que apesar da fidelidade não atingiu o esperado no quesito sucesso. Seis anos depois, em 2012, uma continuação ainda mais obscura, chamada ‘Silent Hill: Revelação’ foi vista por meia dúzia de gatos pingados. Agora, é a Netflix quem resolve produzir e dar uma chance para a franquia com um novo filme, que é prometido para a segunda metade do ano.

Terror de tubarão assassino do diretor de ‘Zumbis na Neve’ ganha novo título e tem estreia ADIADA para 2026

O novo terror de tubarão assassino do diretor Tommy Wirkola (‘Zumbis na Neve’) teve seu título alterado e ganhou uma nova data de estreia.

Originalmente intitulado ‘Beneath the Storm‘ (Sob a Tempestade, em tradução literal), o longa agora se chamará ‘Shiver‘ e não mais estreia em 1º de agosto de 2025.

A Sony Pictures readequou seu calendário de lançamentos e transferiu o vindouro filme para julho de 20226.

A mudança de data visa posicionar o filme na temporada do verão norte-americano, período em que a movimentação nos cinemas cresce vertiginosamente.

Phoebe Dynevor (‘Jogo Justo’) será a protagonista. Whitney Peak (‘Gossip Girl’) e Djimon Hounsou (‘Um Lugar Silencioso: Parte 2’) também foram confirmados no elenco.

Infelizmente, detalhes sobre a trama do filme não foram divulgados.

Wirkola é conhecido pelos fãs do gênero, tendo comandado ‘Zumbis na Neve‘ e sua sequência, ‘João e Maria: Caçadores de Bruxas‘, ‘The Trip‘ e ‘Noite Infeliz‘.

Adam McKay e Kevin Messick serão responsáveis pela produção.

As filmagens estão programadas para os próximos meses, na Austrália.

‘Toy Story’: Pete Docter revela que nunca imaginou que o filme faria tanto sucesso: ‘Eu ainda fico impressionado'”

Pete Docter, co-diretor criativo da Pixar, relembrou recentemente o impacto deToy Story tanto em sua carreira quanto no mundo da animação, destacando o caráter inesperado do sucesso do filme.

“O fato de [Toy Story] ter atingido a cultura popular nunca foi [esperado]”, afirmou Docter ao The Hollywood Reporter. “Quando estávamos trabalhando nisso, éramos apenas um grupo de nerds. Era como trabalhar na nossa garagem. Era um espaço alugado, não muito chique e com uma equipe pequena, então tudo era muito casual e descontraído”.

“Eu ainda fico impressionado. Está entre os filmes mais assistidos no Disney+. Trinta anos depois, você olha para ele e, para ser honesto, ele meio que parece um videogame agora, dada a evolução da animação computadorizada”, acrescentou Docter. “Mas acho que isso é um testemunho do grande trabalho dos atores; tivemos tantos atores incríveis, os dubladores, quanto a animação, que é meio que uma mistura de estilos, mas foi o suficiente para fazer as pessoas se apaixonarem pelos personagens. É louco pensar que já se passaram quase 30 anos”.

Docter também destacou a inovação da narrativa de Toy Story, que fugia dos musicais e filmes de princesa tradicionais da Disney. “O coração disso, que não havia sido feito na época, foi que, em vez de fazer um musical ou um filme de princesa, foi um filme de amizade. Era sobre esses dois personagens que se enfrentam, que se odeiam, mas que crescem e aprendem a se amar a ponto de se sacrificarem. E acho que essa é uma história muito bonita, e é uma história que revisitamos várias vezes”.

Lembrando que foi anunciado ‘Toy Story 5‘ que será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de junho de 2026.

Andrew Stanton, diretor de ‘Wall-E‘ e ‘Procurando Nemo‘, comandará a produção, que contará com o retorno de Tim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody).

toy story 1

‘The Handmaid’s Tale’: ÚLTIMA temporada ganha trailer legendado e data de estreia na Paramount+ Brasil!

Paramount+ Brasil divulgou o trailer legendado da 6ª e última temporada de ‘The Handmaid’s Tale’, drama distópico estrelado por Elisabeth Moss.

O ciclo de encerramento chega à plataforma de streaming no dia 09 de abril, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

Confira:

Na nova temporada, June (Elisabeth Moss) enfrenta as consequências pela morte de Waterford, enquanto luta para redefinir sua identidade e propósito, buscando vingança por todo o mal que Gilead lhe causou.

A chegada da 6ª e última temporada ocorre após um hiato de mais de dois anos. A 5ª temporada foi lançada em setembro de 2022, com seus dois primeiros episódios estreando no Festival de Toronto.

O ciclo em questão começou com June Osborne (Moss) em oposição à Serena Joy Waterford (Yvonne Strahovski), com ambas vivendo momentos bem distintos em suas vidas. A temporada então se encerra com a mesma expressão entre as duas, quando elas inesperadamente se encontraram em um trem de refugiados de Gilead a caminho de  Vancouver e, eventualmente, Havaí.

Agora, a série retorna com June e Serena Joy em lados opostos desse tabuleiro de xadrez. Enquanto a mocinha se reúne com o marido Luke (O-T Fagbenle) e o amante Nick (Max Minghella) para planejar o fim de Gilead e de seu perverso governo, Serena Joy parece confusa em relação ao que está por vir.

OT Fagbenle, Samira Wiley, Madeline Brewer, Amanda Brugel e Sam Jaeger completam o elenco da produção. Alexis Bledel deixou a série após quatro temporadas.

‘Aqui’: Filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks chega ESTA SEMANA ao Prime Video; Confira o novo trailer!

‘Aqui’, novo longa-metragem que retoma parceria entre o diretor Robert Zemeckis e o astro Tom Hanks, chega esta semana ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou um trailer promocional inédito da obra.

Lembrando que o filme será lançado em 28 de março.

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Na trama, várias gerações experimentam tristeza, perda, luto e renascimento na mesma casa. Uma história de amor que começa no passado distante e vai até o futuro próximo. A emocionante jornada por milhares de anos ocorre, do início ao fim, em um único lugar.

Além de Hanks, o elenco conta com Robin WrightPaul BettanyKelly Reilly e Michelle Dockery.

Cartaz do filme 'Aqui' com Tom Hanks.

‘Doctor Who’: Ncuti Gatwa está de volta no novo trailer DUBLADO da 2ª temporada; Confira!

Disney+ Brasil divulgou o novo trailer dublado da 2ª temporada de ‘Doctor Who‘, reboot que traz no Ncuti Gatwa (‘Sex Education’) no papel titular.

O próximo ciclo estreará em 12 de abril, mesmo dia de lançamento nos Estados Unidos.

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Criada por Russell T. Davies, a série está disponível no Disney+.

Millie Gibson, Susan Twist e Jinkx Monsoon também estrelam a nova versão.

Na nova era de Doctor Who, o Doutor (Gatwa), viaja através do tempo em uma cabine telefônica chamada TARDIS. Na companhia de Ruby Sunday (Gibson), ele desvenda mistérios e combate criaturas estranhas e anomalias em diferentes períodos históricos.

‘Street Fighter’: Sony REMOVE Live-action de seu calendário de estreias

A Sony Pictures removeu o live-action de ‘Street Fighter‘ de seu calendário de estreias. A informação foi confirmada pela Variety.

Originalmente programado para chegar aos cinemas em 20 de março de 2026, o longa é coproduzido e desenvolvido pela Capcom a empresa japonesa responsável pela clássica franquia lançada em 1987 -, em parceria com a Legendary Entertainment, que adquiriu os direitos de TV e cinema da saga.

Mais detalhes sobre o filme, como enredo, elenco, diretor e roteirista, permanecem em sigilo.

Com a remoção do projeto do calendário, o futuro do lançamento permanece incerto.

Vale lembrar que a franquia já foi adaptada para os cinemas anteriormente, com um filme lançado em 1994, que contava com Jean-Claude Van Damme, Ming-Na Wen e Raul Julia no elenco. No entanto, a adaptação foi recebida com críticas bem negativas e não obteve grande sucesso de bilheteria.

Relembre o trailer de ‘Street Fighter – A Última Batalha‘:

‘Tempo de Guerra’: Novo filme do diretor de ‘Guerra Civil’ é ELOGIADO em suas primeiras reações; Confira!

Tempo de Guerra‘ (Warfare), novo filme dirigido e roteirizado por Alex Garland (‘Guerra Civil’) e Ray Mendoza (‘A Lista Terminal’) já pôde ser conferido pela crítica especializada norte-americana e as primeiras impressões estão entre nós.

O longa foi amplamente elogiado por sua voracidade em retratar as minúcias da guerra e a irmandade que se forma entre os membros do Exército. Além disso, a produção foi considerada “crua”, “honesta” e “intensa”, por não se esquivar de mostrar os detalhes mais brutais dos confrontos entre Os Estados Unidos e o Iraque.

A direção de Garland e Mendoza também foi fortemente elogiada. Essa é a primeira vez que o ex-membro dos Navy Seal assume a direção e o roteiro de um projeto.

Conhecimento em Hollywood por ser um Conselheiro Técnico Militar, Mendoza é comumente chamado para orientar estúdios e cineastas a respeito de como funciona o trabalho de um fuzileiro. Alémn disso, ele frequentemente assume a função de produtor executivo de filmes/séries de guerra.

Confira as primeiras reações disponíveis:

Tempo de Guerra, de Alex Garland e Ray Mendoza, é uma obra honesta, angustiante, intensa e poderosa. É um dos primeiros filmes imperdíveis do ano. Uma homenagem incrível ao sacrifício inimaginável que essa corajosa tropa de irmãos fez. Coisa incrível. Impecável”.

“Tempo de Guerramistura alguns dos elementos esperados de filmes de guerra — tensão, brutalidade, sangue — com alguns ousados, a saber, a representação da pura mundanidade da guerra (até, é claro, que isso mude). Ao mesmo tempo nos poupando e sendo e implacáveis, Garland & Mendoza capturam aqui uma memória convincente da guerra”. 

Tempo de Guerraé quase insuportavelmente tenso — um filme de combate em que você está lá, livre de quase todos os enfeites. Excelentes atuações do elenco jovem, com Garland e Mendoza trabalhando lindamente juntos. Também tem uma das mixagens de som mais incríveis de todos os tempos — veja no cinema mais barulhento”. 

Tempo de Guerra é um filme absolutamente lindo e horrível. Ray Mendoza dirige cada sequência chocante com amor e respeito e isso vai tirar seu fôlego. São realmente alguns dos melhores 95 minutos que já vi em anos. Ainda estou sem palavras”.

“Muito bem feito, uma sensação assustadoramente realista. Apenas uma história inacreditavelmente bem contada”. 

Tempo de Guerraé um ataque cinematográfico épico, diferente de qualquer representação cinematográfica de guerra antes dele. Uma experiência implacável de contenção de 90 minutos que deixa você prendendo a respiração e buscando ar de cena em cena. Cru, envolvente e inegavelmente intenso”.

“Uma experiência cinematográfica visceral. Com direção intensa e magistral, Tempo de Guerra é um filme incrível. Uma imersão devastadora e comovente nas vidas desses homens corajosos”.

Warfare, de Alex Garland e Ray Mendoza, ganha seu lugar entre os melhores filmes de guerra, ao lado de Falcão Negro em Perigo. Ao contrário de muitos filmes que enfatizam a bravura, este parece cru e autêntico. As reações dos personagens são profundamente humanas, capturando o verdadeiro impacto do combate de uma maneira que os distingue dos demais do gênero”. 

A produção ainda ganhou um novo e emocionante vídeo promocional, que mostra os bastidores das gravações. O featurette ainda destaca a bravura dos combatentes que inspiraram o vindouro filme e traz parte do elenco comentando a respeito do preparo e dedicação necessários para honrar os heróis de guerra.

Assista:

O longa será lançado nos cinemas brasileiros no dia 18 de abril.

Confira as imagens oficiais e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco deWarfare conta com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Will Poulter, Joseph Quinn, Charles Melton, Cosmo Jarvis, Kit Connor, Finn Bennett, Taylor John Smith, Michael Gandolfini, Adain Bradley, Noah Centineo, Evan Holtzman e Henrique Zaga.

‘Twisters 2’ vem aí com Daisy Edgar-Jones e Glen Powell

O thriller de ação ‘Twisters‘ vai ganhar sequência, afirmou o insider DanielRPK.

Daisy Edgar-Jones, Glen Powell e Anthony Ramos voltarão a estrelar.

O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 370 milhões nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, original fez US$ 494 milhões mundialmente.

 

Dirigido por Lee Isaac Chung, o longa é um reboot de ‘Twister‘, filme clássico de 1996.

Na trama, Kate Cooper (Edgar-Jones) é uma ex-caçadora de tempestades assombrada por um encontro devastador com um tornado durante seus anos de faculdade, que agora estuda padrões de tempestades nas telas em segurança na cidade de Nova York. Ela é atraída de volta às planícies por seu amigo, Javi, para testar um novo sistema revolucionário de rastreamento. Lá, ela cruza seu caminho com Tyler Owens (Powell), o carismático e imprudente ícone das redes sociais que se diverte postando suas aventuras de caça a tempestades com sua equipe barulhenta, quanto mais perigoso melhor. À medida que a temporada de tempestades se intensifica, fenômenos aterrorizantes nunca antes vistos são desencadeados e Kate, Tyler e suas equipes concorrentes se encontram diretamente no caminho de múltiplos sistemas de tempestades convergindo sobre o centro de Oklahoma na luta de suas vidas.

O elenco ainda conta com David Corenswet, Brandon Perea, Sasha Lane, Daryl McCormack, Kiernan Shipka, Nik Dodani e Maura Tierney.

Pete Docter, diretor da Pixar, defende o uso da IA nas animações: “Um ponto de virada”

Pete Docter, co-diretor criativo da Pixar, compartilhou suas reflexões sobre o uso da Inteligência Artificial (IA) na produção de animações, comparando o momento atual com a revolução causada pelo streaming.

“Acho que estamos em um ponto de virada, um novo horizonte, muito parecido com o que aconteceu com o streaming. Embora não seja mais algo inédito, ainda estamos vivendo um pouco o ‘far Oeste’ quando se trata de tipos de programas que as pessoas estão procurando e de como a narrativa é entregue. Estamos em uma fase em que duas ou até três gerações cresceram com ‘Toy Story’ especificamente. E agora, o que será surpreendente e novo para elas? Estamos sempre em busca dessa resposta, e temos coisas interessantes em andamento para tentar atendê-la da nossa maneira. Vai ser, sem dúvida, um momento fascinante”, disse em entrevista ao The Hollywood Reporter.

Ele destaca que a tecnologia sempre foi um fator de mudança na animação.

“Quando ‘Toy Story’ surgiu, foi um marco para muitos dos meus colegas que aprenderam animação à mão. A ideia de animar digitalmente era algo inusitado. Eu imaginava que estaria sentado em uma mesa desenhando o Mickey Mouse, e em vez disso, encontrei-me usando um mouse para mover um boneco virtualmente na tela. Na época, todos ficaram surpresos com isso, e agora é algo completamente comum”, afirmou.

Docter seguiu comentando sobre o impacto da IA: “E agora, a grande novidade é a IA, algo que provoca reações como ‘Uau, eu digito “urso polar na cidade tomando Coca-Cola” e isso acontece!’ Então, até que ponto ela é útil? Acho que a verdadeira questão é: por que assistimos a esses filmes ou consumimos essas histórias? É para sentir algo, para refletir sobre nossa própria experiência enquanto seres humanos. A IA pode gerar isso até certo ponto. Ela é uma ferramenta poderosa, se usada com o objetivo de explorar a experiência humana. Será, sem dúvida, um divisor de águas, mas, para ser realmente eficaz, precisa estar nas mãos de artistas e contadores de histórias”.

O co-diretor criativo da Pixar expressou cautela em relação à capacidade da IA de criar algo genuinamente novo.

“Até agora, a IA tem a tendência de suavizar as bordas, tornando tudo mais genérico. Isso pode ser útil em diversos contextos, mas se o objetivo é criar algo verdadeiramente inovador, algo profundo e com uma perspectiva única, isso dificilmente virá exclusivamente da IA. Ela apenas gera o que foi alimentado nela, criando uma mistura de elementos preexistentes, e não algo genuinamente novo”, concluiu.

‘O Contador 2’: Ben Affleck e Jon Bernthaln estão prontos para a AÇÃO no novo teaser da sequência; Confira!

A Warner Bros. divulgou um novo teaser oficial de ‘O Contador 2‘, sequência estrelada por Ben Affleck (‘Garota Exemplar’) e Jon Bernthal (‘Justiceiro’).

Confira, junto às mais recentes imagens:

Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Prime Video © Amazon Content Services LLC

Brax (Jon Bernthal) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Anais (Daniella Pineda) and Ray King (J.K. Simmons) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Brax (Jon Bernthal) and Christian Wolff (Ben Affleck) in ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Warrick Page/Prime © Amazon Content Services LLC
Christian Wolff (Ben Affleck) and Brax (Jon Bernthal) in THE ACCOUNTANT 2 Photo Credit: Courtesy of Amazon MGM Studios © Amazon Content Services LLC

Assista o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de abril.

Gavin O’Connor (‘Em Busca da Justiça’) retorna à direção.

Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.

Daniella Pineda, Allison Robertson e J.K. Simmons também estrelam a produção.

‘DROP’: Terror da Blumhouse ganha novo trailer TENSO com cenas INÉDITAS; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer do terror ‘Drop: Ameaça Anônima‘, próximo filme do diretor Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de abril.

Aclamado pelos críticos, o filme conquistou sólidos 88% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral elogia o ritmo frenético do longa, destacando o suspense da trama e a excelente performance de Meghann Fahy (‘The White Lotus’).

Separamos os trechos das principais críticas:

“Há um exagero no drama de ‘Drop: Ameaça Anônima’ que torna todo o enredo meio bobo, mas a atuação de Meghann Fahy nos convence.” (TheWrap)

“É uma premissa perfeitamente absurda para um thriller, mas a performance agonizantemente distraída de Meghann Fahy é algo real e relacionável.” (Vulture)

“Embora existam muitos thrillers que se destacam em manter as coisas ambíguas, ‘Drop: Ameaça Anônima’ não é esse tipo de filme. É um filme perfeito para um encontro romântico, um que fará seu público suspirar, rir e interagir com a telona.” (Collider)

“O filme de Christopher Landon tem um ritmo tão rápido que não há tempo para pensar em nada e, felizmente, somos encorajados a estar no momento com a protagonista.” (Screen Rant)

“O filme sabe que quando os riscos são muito altos, as emoções precisam estar firmemente enraizadas em algo real.” (Slant Magazine)

“Sem perder tempo, o longa apresenta uma combinação perfeita de protagonismo, roteiro e estilo. Para aqueles que buscam algo flexível, ‘Drop: Ameaça Anônima’ é um encontro que vale a pena marcar.” (Guardian)

Na trama, Fahy interpreta Violet, uma mãe viúva em seu primeiro encontro em anos. Chegando no restaurante de luxo, ela fica aliviada ao ver que seu encontro, Henry (Brandon Sklenar), é mais charmoso e bonito do que ela esperava. Mas a química entre eles logo se transforma em tensão após ela começar a receber mensagens anônimas em seu telefone.

Ela é instruída a não contar a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filho e sua irmã, que está servindo como babá. Violet deve fazer exatamente como instruído ou todos que ela ama irão morrer. Sua missão final? Matar Henry.

O elenco ainda conta com Violett BeaneJacob Robinson, Reed Diamond, Gabrielle RyanJeffery SelfEd Weeks e Travis Nelson.

Jillian Jacobs e Chris Roach assinam o roteiro.

Morte persegue família no SANGRENTO trailer de ‘Premonição 6: Laços de Sangue’; Assista!

Premonição 6: Laços de Sangue‘ teve seu trailer divulgado.

No próximo capítulo, atormentada por um pesadelo violento e recorrente, a estudante universitária Stefanie volta para casa para rastrear a única pessoa que, talvez, possa ser capaz de quebrar o ciclo fatal anunciado e salvar sua família da morte terrível que inevitavelmente aguarda todos eles.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de maio.

Assista:

Foi divulgada uma imagem destaca o retorno de Tony Todd (‘A Lenda de Candyman’) como o agente funerário William Bludworth.

Confira a imagem e siga o CinePOP no Youtube:

Zach Lipovsky e Adam B. Stein, de ‘Aberrações‘, são responsáveis pela direção.

Kaitlyn Santa Juana (‘O Jogo da Amizade’), Brec Bassinger (‘Stargirl’) e Teo Briones (‘Chucky’) estrelam. O elenco ainda conta com Richard Harmon (‘The 100’), Anna Lore (‘They/Them – O Acampamento’), Owen Patrick Joyner (‘Julie and the Phantoms’), Max Lloyd-Jones (‘O Livro de Boba Fett’), Rya Kihlstedt (‘Obi-Wan Kenobi’) e Tinpo Lee (‘A Mansão’).

O roteiro é assinado por Lori Evans Taylor (‘O Nascimento do Mal’) e Guy Busick (‘Pânico 6’), com a produção de Jon Watts (‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’).

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

SZA e Keke Palmer aprontam todas no teaser INÉDITO da comédia ‘Um Dia Daqueles’; Confira!

A Sony Pictures divulgou um teaser inédito da comédia ‘Um Dia Daqueles‘ (One of Them Days), estrelada por pela cantora SZA e pela atriz Keke Palmer (‘Não! Não Olhe!’).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de abril.

Na trama, duas melhores amigas e colegas de quarto, Dreux (Palmer) e Alyssa (SZA), estão prestes a enfrentar um daqueles dias difíceis. Quando descobrem que o namorado de Alyssa gastou todo o dinheiro do aluguel, as duas se veem em uma corrida cômica contra o tempo para evitar a expulsão e preservar a amizade.

Lawrence Lamont é responsável pela direção.

O elenco também conta com Maude Apatow (‘Bem-vindo aos 40’), Lil Rel Howery (‘Amizade de Férias’), Katt Williams (‘A Mais Louca Sexta-Feira em Apuros’) e Janelle James (‘Abbott Elementary’).

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a comédia já arrecadou quase US$ 40 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 14 milhões.

Pôster do filme One of Them Days.