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‘Esqueceram de Mim 2’: Chris Columbus revela arrependimento por participação de Donald Trump; “Se tornou uma maldição”

O cineasta Chris Columbus revelou que se arrepende de ter incluído uma participação especial de Donald Trump em Esqueceram de Mim 2: Perdido em Nova York’.

Segundo o Deadline, Columbus afirmou que a aparição do então empresário e atual Presidente dos Estados Unidos se tornou uma espécie de maldição para o filme.

“Isso se tornou uma maldição. Algo que eu queria que não estivesse lá”, desabafou o diretor. “Virou uma vergonha para mim. Eu só queria que desaparecesse”.

Apesar do arrependimento, Columbus disse que não se sente à vontade para cortar a cena.

“Eu não posso remover. Se eu cortar, provavelmente serei expulso do país. Vão achar que não sou digno de viver nos Estados Unidos — então talvez eu tenha que voltar pra Itália ou algo assim”, afirmou, ressaltando sua ascendência italiana.

O diretor também negou a alegação feita por Trump, que afirmou ter sido implorado para participar do longa.

“Ele disse que eu supliquei para ele estar no filme, mas não existe mundo onde eu imploraria para um não-ator participar de uma produção. A verdade é que estávamos desesperados para conseguir permissão para filmar no Plaza Hotel”, explicou.

Não é a primeira vez que Columbus expressa desconforto com o assunto. Em 2020, ele contouque Trump permitiu as gravações no luxuoso hotel em troca de uma aparição na produção.

A cena acabou entrando no corte final: nela, Kevin McCallister (vivido por Macaulay Culkin) pergunta a Trump onde fica o saguão. O empresário responde: “No fim do corredor, à esquerda”.

“Na primeira exibição do filme, aconteceu algo muito estranho: o público aplaudiu quando Trump apareceu na tela. Então falei com meu editor: ‘Deixa ele no filme. É um momento para o público’”, contou Columbus.

Esqueceram de Mim’ está disponível no Disney+.

‘Palhaços Assassinos do Espaço Sideral’: Ryan Gosling está envolvido na produção do remake, afirma rumor

O ator Ryan Gosling (‘Barbie’) está supostamente envolvido na produção de um remake do clássico cult de 1988, Palhaços Assassinos do Espaço Sideral’, conforme noticiado pelo ComicBook.

A possível participação de Gosling é particularmente surpreendente, considerando que sua filmografia consiste majoritariamente em dramas aclamados pela crítica, filmes de ação estilizados e comédias, com pouca ou nenhuma ligação direta com o gênero terror.

É importante destacar que, por enquanto, tudo não passa de rumores.

O longa original, lançado em 1988, apresentava uma premissa tão bizarra quanto seu título: “extraterrestres malévolos com a aparência de palhaços grotescos de circo descem sobre uma pequena cidade com o objetivo de capturar humanos utilizando métodos dignos de um pesadelo carnavalesco”.

Embora não tenha sido um sucesso de bilheteria em seu lançamento, o filme acabou se tornando um clássico cult, impulsionado principalmente pela sua presença marcante nas locadoras.

Ao longo dos anos, os criadores de Palhaços Assassinos do Espaço Sideral’ têm expressado abertamente seu desejo de continuar a história, enfrentando inúmeros obstáculos, principalmente relacionados aos direitos autorais e ao interesse dos estúdios.

Stephen Chiodo já havia enfatizado a importância do engajamento dos fãs para potencialmente influenciar a MGM, detentora dos direitos da obra.

“Olha, a MGM controla ‘Palhaços Assassinos’. Se [os fãs] escreverem para a MGM dizendo ‘Cadê a continuação? Cadê essa franquia?’, há muitas formas de explorar isso. A base de fãs é quem tem que ser mais vocal com a MGM do que conosco, porque são eles que controlam”, afirmou.

Mais recentemente, no final de 2023, Chiodo manifestou esperança em uma minissérie de streaming, detalhando um conceito que daria continuidade à narrativa original:

“Meu objetivo é fazer uma minissérie de oito episódios para streamings… Vamos acompanhar um novo grupo de adolescentes que encontram os palhaços e conhecem um bêbado que vive em sua van — é o Mike Tobacco. Há uma grande invasão e acabamos no planeta dos palhaços”, acrescentou.

Tentativas anteriores, incluindo um possível acordo com o canal Syfy para um filme de TV que não avançou devido a restrições orçamentárias, ilustram que a MGM reconhece o valor da franquia, mas também a dificuldade em encontrar a abordagem certa para um retorno.

‘Jumbo’: Longa-metragem da Indonésia se torna a animação mais lucrativa do Sudeste Asiático

A animação em longa-metragem indonésia Jumbo estabeleceu um novo marco na indústria cinematográfica do Sudeste Asiático ao alcançar a maior receita de bilheteria entre as animações da região.

Dados divulgados pelo Deadline indicam que o filme acumulou mais de US$ 8 milhões nas bilheterias da Indonésia desde sua estreia em 31 de março, superando o recorde anteriormente detido pela produção malaia ‘Mechamato Movie’, que registrou aproximadamente US$ 7,68 milhões em 2022.

Jumbo contabiliza um total de US$ 3,2 milhões de ingressos vendidos desde seu lançamento inicial, com um volume significativo de aproximadamente US$ 1 milhão de entradas registradas apenas no fim de semana de 12 a 13 de abril.

Este desempenho notável posicionaJumbo à frente da animação hollywoodiana Moana 2, elevando-o à segunda colocação entre os filmes de animação de maior bilheteria na história da Indonésia, com ‘Frozen 2’ mantendo a liderança.

Em comparação, Moana 2 atingiu a marca de US$ 3,1 milhões de ingressos desde seu lançamento em novembro de 2024, um volume superado por Jumbo em um período de duas semanas.

A narrativa de Jumbo centra-se em Don, um órfão cujo apelido deriva de sua compleição física avantajda. Ele possui um livro de histórias herdado de seus pais, caracterizado por ilustrações e narrativas de natureza fantástica. O enredo se desenvolve a partir do encontro de Don com Meri, uma fada que busca sua assistência para reunir-se com sua família.

Atualmente,Jumbo encontra-se em fase de preparação para sua distribuição global, com os direitos para territórios relevantes como China continental, América do Norte, Europa Ocidental e Austrália ainda disponíveis para aquisição.

A direção do filme é de Ryan Adriandhy, que também atuou como coautor do roteiro juntamente com Widya Arifianti.

O elenco de dubladores é composto pelo cantor indonésio Ariel, Prince Poetiray, Muhammad Adhiyat, Graciella Abigail, Yusuf Ozkan e Quinn Salman. O projeto de desenvolvimento do filme foi iniciado no começo de 2020.

‘Psicopata Americano’: diretora diz que, após 25 anos, “a sociedade está muito pior”

A diretora Mary Harron, aclamada por seu trabalho no icônico ‘Psicopata Americano, compartilhou recentemente uma reflexão sobre o filme, 25 anos após seu lançamento, traçando um paralelo sombrio com o atual governo de Donald Trump.

Em entrevista ao Deadline, a cineasta expressou sua preocupação com a persistente má interpretação do longa, apesar de sua duradoura popularidade.

“Era um filme sobre uma sociedade predatória, e agora, 25 anos depois, a sociedade está muito pior. Os ricos estão muito mais ricos, os pobres mais pobres. Eu nunca teria imaginado que haveria uma celebração do racismo e da supremacia branca — que é basicamente o que temos na Casa Branca. Eu nunca teria imaginado que viveríamos isso”, lamentou Harron.

Ao abordar a deturpação da natureza satírica do filme, a diretora manifestou seu “grande intrigamento” com essa leitura equivocada.

“Foi muito claro para mim e para a [roteirista] Guinevere [Turner], que é lésbica, que víamos o filme como uma sátira de um homem gay sobre a masculinidade. O fato do [autor Bret Easton Ellis] ser gay permitiu que ele enxergasse os rituais homoeróticos entre esses machos alfa — algo que também acontece nos esportes, em Wall Street, em todos esses lugares onde os homens valorizam a competição extrema e essa ideia de ‘exaltar a própria força’. Há algo muito, muito gay na forma como eles fetichizam a aparência e a academia”, ressaltou.

Por fim, Harron concluiu ressaltando sua satisfação em ver jovens mulheres se identificando com o filme.

“Ele recebeu muitas críticas antes mesmo de estrear. E o livro foi muito atacado por pessoas que nem o leram. Não que não haja violência horrível no livro — há, sim —, mas para mim é uma crítica clara. Não só ao comportamento masculino, mas uma crítica à sociedade: ao mundo da exploração, do consumo, da ganância, da redução das pessoas… Então, fico realmente feliz que jovens mulheres tenham começado a gostar dele”, concluiu.

Durante a CinemaCon, a Lionsgate confirmou que o remake de ‘Psicopata Americano‘ está mesmo acontecendo.

Luca Guadagnino, de ‘Rivais‘ e ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, comandará a nova versão.

No evento, não foi confirmado se Austin Butler (‘Elvis’) interpretará o psicopata Patrick Bateman, vivido por Christian Bale no longa original. Scott Z. Burns (‘Terapia de Risco’) assina o roteiro da adaptação, baseada no romance homônimo de Bret Easton Ellis.

Fugindo da ideia de ser apenas um remake do filme original, o novo longa de Guadagnino terá como proposta entregar uma adaptação completamente nova da obra literária, seguindo por um caminho próprio e explorando outros aspectos.

O estúdio já desejava produzir o filme há algum tempo e, após conversar com Luca Guadagnino, ficou satisfeito em sentir que o diretor é a escolha perfeita para o projeto.

“Estamos empolgados em adicionar outro cineasta de elite ao nosso próximo catálogo. Luca é um artista brilhante e o visionário perfeito para criar uma nova interpretação dessa IP potente e clássica”, disse o presidente do Lionsgate Motion Picture Group, Adam Fogelson.

O livro de Ellis, publicado em 1991, causou controvérsia por seu conteúdo violento e pela narrativa chocante que acompanha a vida de um banqueiro de investimentos que se torna um serial killer. A nova adaptação promete trazer uma abordagem moderna da trama.

Apesar de não ter sido um grande sucesso de bilheteria (arrecadando apenas US$ 34,2 milhões mundialmente), o suspense Psicopata Americano conquistou status de cult ao longo dos anos, desenvolvendo uma base leal de fãs.

A sinopse oficial do filme afirma: “Em Nova York, em 1987, o belo jovem profissional Patrick Bateman tem uma segunda vida como um horrível assassino em série durante a noite. O elenco é formado pelo detetive, a noiva, a amante, o colega de trabalho e a secretária. Esta é uma comédia de humor seco que examina os elementos que transformam um homem em um monstro.”

Psicopata Americano está disponível no Prime Video.

‘Nonnas’: Vince Vaughn e Susan Sarandon são destaque no cartaz oficial de comédia da Netflix; Confira!

Vince Vaughn eSusan Sarandon são destaque no cartaz oficial da nova comédia original da Netflix, intitulada ‘Nonnas‘.

Na trama, um homem decide honrar a memória de sua mãe abrindo um restaurante de comida italiana. O filme chega à plataforma no dia 9 de maio.

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EmNonnas, Vince Vaughn interpreta Joe Scaravella, um homem que, para honrar a memória de sua mãe, decide arriscar tudo e abrir um restaurante italiano com um grupo peculiar de chefs: todas vovós.

O elenco estelar conta com Lorraine Bracco (‘Sopranos’), Linda Cardellini (‘O Segredo de Brokeback Mountain’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Michael Rispoli (‘Kick-Ass: Quebrando Tudo’), Joe Manganiello (‘One Piece: A Série’), Brenda Vaccaro (‘Perdidos na Noite’), entre outros.

A direção de Nonnas é de Stephen Chbosky (‘As Vantagens de Ser Invisível’), com roteiro assinado por Liz Maccie (‘Siren: A Lenda das Sereias’).

‘Mosquito Bowl’: Nicholas Galitzine e Bill Skarsgård vão estrelar filme de guerra da Netflix

Os atores Nicholas Galitzine (‘Uma Ideia de Você‘) e Bill Skarsgård (‘Nosferatu‘) vão estrelar o vindouro filme de guerra da Netflix, ‘Mosquito Bowl‘. A produção contará com a direção de Peter Berg (‘O Grande Herói‘) e é parte do acordo recém renovado entre o criativo e o serviço de streaming. A novidade foi revelada com exclusividade pelo Deadline.

Os detalhes a respeito dos personagens de ambos os atores permanecem em sigilo.

O longa é baseado no best-seller do New York TimesThe Mosquito Bowl: A Game of Life and Death in World War II“, escrito pelo jornalista Buzz Bissinger.

O filme se passa após o ataque a Pearl Harbor, quando quatro das maiores estrelas do futebol americano universitário dos Estados Unidos são forçados a deixar sua fama para se alistar na Marinha. À medida em que se preparam para a brutal invasão de Okinawa, eles também participam de um lendário jogo com alguns dos maiores atletas da história – um jogo que, para muitos, será o último de suas vidas.

Berg assina o roteiro da adaptação com Mark L. Smith. Além disso, ele produz o projeto por meio de sua produtora Film 44. Brian Grazer produz pela Imagine Entertainment. Ezra Emanuel assume o cargo de produtor executivo.

Berg renovou sua parceria com a Netflix após o estrondoso sucesso de sua minissérie ‘Terra Indomável‘, que permaneceu no Top 10 Global da Netflix por quatro semanas, conquistando 35.1 milhões de visualizações.

Antes desse sucesso, sua minissérie ‘Império da Dor‘ também superou as expectativas, permanecendo por cinco semanas no Top 10 Global do streaming, conquistando 29.1 milhões de visualizações.

Leonardo DiCaprio e Regina Hall nos cartazes inéditos de ‘Uma Batalha Após a Outra’; Confira!

A Warner Bros. divulgou dois novos cartazes oficiais de ‘Uma Batalha Após a Outra‘ (One Battle After Another), comédia de ação estrelada pelo Leonardo DiCaprio.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de setembro.

Escrito e dirigido por Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’), o filme é baseado no livro Vineland, escrito por Thomas Pynchon.

Este deve ser o projeto mais caro da carreira do cineasta, se aproximando dos US$ 100 milhões de orçamento.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

O elenco ainda conta com Regina Hall, Sean Penn, Alana Haim, Teyana Taylor, Wood Harris e Benicio del Toro.

‘Thunderbolts’: Florence Pugh revela que dispensou dublês e pulou do segundo prédio mais alto do mundo

A estrela Florence Pugh revelou recentemente um feito impressionante durante as filmagens de Thunderbolts*’: ela dispensou dublês para uma cena audaciosa em que sua personagem, Yelena Belova, salta do Merdeka 118, o segundo prédio mais alto do mundo, localizado em Kuala Lumpur, na Malásia.

Conforme à Variety, a atriz compartilhou sua determinação em realizar a cena pessoalmente, enviando múltiplos e-mails ao presidente da Marvel Studios, Kevin Feige.

“Eu insisti em todos os e-mails. A cena estava no roteiro, mas, conforme nos aproximamos das filmagens, começaram a dizer que provavelmente não aconteceria por questões de seguro — que seria uma loucura — e, obviamente, porque não iriam me jogar do segundo prédio mais alto do mundo”, relatou Pugh“E eu fiquei tipo: ‘Que? É claro que vamos fazer! A gente tem que fazer isso'”.

O imponente edifício alcança a marca de 678,9 metros de altura. Entusiasta de alturas, Pugh estava determinada a ser a responsável pelo salto espetacular.

Pugh continuou, em tom bem-humorado: “Fui atrevida, mandando e-mail para o Kevin [Feige] dizendo que isso ia ser ótimo para a turnê de divulgação”, brincou.

“A gente tem que fazer isso! Três mulheres quebrando três recordes mundiais do Guinness, vamos fazer isso e aquilo… Continuei pressionando, até que eles disseram: ‘Ok, se você quer pular do segundo prédio mais alto do mundo, vamos dar um jeito'”, ressaltou. “Eu não me importo com altura. Na verdade, eu gosto, me divirto. Mas aquilo foi outra história. O controle mental que eu precisei ter naquele dia foi um superpoder por si só”.

Segundo a atriz, a descarga de adrenalina do salto foi tão intensa que ela precisou de três horas de sono logo após a realização da cena. “Meu cérebro simplesmente desligou”.

Thunderbolts*’ tem lançamento previsto para o dia 2 de maio nos cinemas brasileiros.

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A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco também conta com, Sebastian Stan (Soldado Invernal), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Wyatt Russell (Agente Americano).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

EXCLUSIVO: Gabriella Di Grecco revela como foi encarnar Lydia Hillard no musical ‘Uma Babá Quase Perfeita’

Foto: Joaquim Araujo

O divertido e emocionante musical da Broadway, Uma Babá Quase Perfeita, apresentado pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, já está em cartaz em São Paulo, no Teatro Liberdade, estendendo-se até o dia 11 de maio – e vem conquistando a crítica e o público desde sua estreia.

Com Eduardo Sterblitch no papel-título, o público embarca em uma história que aborda temas atemporais como a importância da família, o papel dos pais na vida dos filhos e a capacidade de mudança e crescimento pessoal. 

Com música e letra de Karey e Wayne Kirkpatrick e texto de Karey Kirkpatrick e John O’Farrell, a montagem brasileira, produzida pela Touché Entretenimento, capitaneada por Renata Borges e pela Alchemation, promete conquistar plateias de todas as idades com a mesma magia e humor do filme original, baseado no romance Alias Madame Doubtfire, escrito por Anne Fine em 1987.

Foto: Joaquim Araujo

Após o sucesso nos cinemas em 1993, com atuação do saudoso Robin Williams, a história foi adaptada para os palcos em 2019 e chegou à Broadway em 2021, conquistando indicações aos prêmios Tony, Drama Desk e Outer Critics Circle. O espetáculo, que também passou por Londres e realizou uma turnê norte-americana, narra a comovente e divertida história de Daniel Hillard, um pai que, após um divórcio difícil, se disfarça como a adorável e excêntrica babá britânica, a Sra. Doubtfire, para poder ficar mais próximo de seus filhos. 

Apesar da atmosfera de encantamento e diversão que envolve essa superprodução deslumbrante, com números musicais enérgicos, cenários grandiosos, efeitos especiais, trocas rápidas de menos de um minuto e dezenas de figurinos, há uma expectativa que traz à tona reflexões mais profundas sobre o verdadeiro significado de estar presente na vida de outra pessoa, além da ressignificação do amor e das relações, e do uso do humor como forma de lidar com questões emocionais.

Foto: Joaquim Araujo

Além de Sterblitch, o espetacular elenco conta com ninguém menos que a atriz Gabriella Di Grecco, que interpreta Lydia, a filha mais velha de Daniel e Miranda (Thais Piza), entrando em conflito tanto com a personalidade demasiadamente jocosa e desprocupada do pai e com a preocupada e super-zelosa mãe.

Recentemente, tivemos a oportunidade de entrevistar a performer, que nos contou um pouco sobre sua preparação para o papel e como foi integrar essa nova versão da clássica história.

Confira:

Foto: Joaquim Araujo

Como foi participar de um musical inspirado em um dos filmes mais adorados das últimas décadas?

Acho que não tem uma pessoa que não acompanhou e adorou esse clássico nos anos 90. Foi exatamente o meu caso! Assisti muito a esse filme na minha infância e esse gostinho da minha criança interior vai para o palco. Esse mesmo gostinho também me ajudou muito na construção de personagem da Lydia.

Você trouxe referências de outras atrizes que interpretaram Lydia lá fora? Ou teve liberdade de criação para construir sua própria personagem?

Por se tratar de um musical da Broadway, tem algumas orientações que temos que seguir. Apesar disso, me deram muita liberdade para a construção da personagem durante o período de ensaios e aprimoramento dessa construção durante a temporada. Nesse sentido, fiz um trabalho de bater bola com o nosso diretor, Tadeu Aguiar, e o nosso diretor residente, Marcelo Velasques. No musical, tenho muitas cenas com o Sterblitch (que faz o pai da minha personagem; logo, a Babá). Ele é um ator que gosta de jogar, brincar e surpreender em cena. Sou uma atriz que  tem essa mesma essência. Por ser um musical de comédia, eu me permiti construir uma Lydia mais engraçada e com a ousadia típica da adolescência, como se ela tivesse puxado o senso de humor do pai, mas o senso de responsabilidade e a maturidade da mãe. Essa escolha tem sido muito interessante. O público tem se divertido bastante.

Foto: Joaquim Araujo

Houve muitos momentos de improviso durante os ensaios e as apresentações? Eduardo Sterblitch fez você quebrar a personagem em algum momento?

Sim! Isso é bastante comum quando se joga com o Sterblitch. Na verdade, a gente se quebra! Eu também não deixo barato!

Sobre quais projetos futuros você pode falar? Há algum musical do qual você gostaria de participar?

Sobre projetos futuros, posso adiantar que continuarei expandindo meu caminho como educadora e comunicadora. Em breve venho com novidades consistentes e acho que o público vai amar!

Foto: Joaquim Araujo

Já teve vontade de criar um musical ou adaptar algum musical da Broadway para o Brasil?

Sim. Tenho dois favoritos nessa lista: “Pippin” e “Ride The Cyclone”.

Que dicas você pode dar para alguém que gostaria de ingressar no cenário do teatro musical?

Muita disciplina com os estudos, paciência com os nãos que levamos no meio do caminho e muita consciência de classe, não só entre atores, mas com todos os profissionais que compõem o nosso setor.

Foto: Joaquim Araujo

Corpo boiando? Kevin Bacon recorda momento macabro nos bastidores de ‘Garotas Selvagens’

O renomado ator Kevin Bacon relembrou recentemente uma experiência macabra durante as filmagens do suspense erótico de 1998, Garotas Selvagens. Em entrevista à Variety, Bacon revelou a chocante descoberta de um corpo no set de filmagem.

“Estávamos no pântano certa noite — muitos mosquitos, nossa — e estávamos gravando uma cena, não me recordo qual exatamente, perto de um rio. Eles haviam posicionado uma jangada para instalar uma luz”, explicou Bacon.

“De repente, ouvi pelo walkie-talkie: ‘Ei, acho que acabei de ver um corpo boiando’. E, de fato, era um corpo que estava passando pela água. Foi meio que um reflexo da atmosfera do filme”, continuou o ator, referindo-se ao tom sombrio da produção.

Anteriormente, o diretor John McNaughton já havia compartilhado essa história, confirmando que a polícia foi acionada imediatamente após a descoberta do cadáver.

“Chamamos a polícia, e eles realmente retiraram o corpo, evitando que ele aparecesse em nosso plano de filmagem”, relatou o diretor.

Garotas Selvagens trazia no elenco Denise Richards e Neve Campbell como duas adolescentes que manipulam o orientador escolar (interpretado por Matt Dillon) para ajudá-las a executar um golpe e herdar a fortuna da mãe de uma delas.

Kevin Bacon interpretou Ray Duquette, o perspicaz detetive de polícia que nutria suspeitas sobre o envolvimento do trio em atividades criminosas.

Garotas Selvagens’ está disponível no Max.

Crítica | ‘Serra das Almas’ é um grande amontoado de vários nadas em meio a um propósito inexistente

Serra das Almas se mostrava como um interessante projeto com uma forte ambição de apostar fichas em um suspense dramático político. Dirigido por Lírio Ferreira, o filme é centrado em um sequestro e um roubo de joias que nos leva para a suntuosa reserva natural no Sertão dos Inhamuns, no Nordeste do Brasil, em que amigos de longa data se reencontram em meio a tensões e a ressentimentos não resolvidos que culmina em um banho de sangue e em tragédia pura. E, como ponto de partida, todos ali estão envolvidos com um conchavo entre um corrupto Senador e um grupo mafioso que minera pedras preciosas ilegais – e que coloca um time de jornalistas investigativos em perigo mortal ao serem feitos de reféns.

Apresentando-se com um potencial incrível, o projeto comandado por Ferreira tinha todos os elementos necessários para cativar o público, além de trazer às telonas uma história que, há tempos, não víamos no cenário audiovisual nacional. Porém, remando contra as nossas expectativas, o resultado do filme é muito aquém do esperado e transforma-se em um grande amontoado de tramas e subtramas esquecíveis, personagens mal construídos e uma exaltação derradeira do mais puro nada – mostrando que o propósito de sua sinopse não é cumprido em qualquer momento.

Nenhum aspecto do filme funciona como deveria, com uma raríssima exceção destinada à performance de Ravel Andrade como Gislano, braço-direito do senador em questão, que traz o mínimo de humanidade em uma atuação que destoa da completa monotonia artística de seus colegas de trabalho – e que os carrega do começo ao fim com uma força descomunal. Julia Stockler e Pally Siqueira, dando vida à dupla de jornalistas que é sequestrada e levada para a Serra das Almas, são enclausuradas em cápsulas formulaicas de protagonistas novelescas, cujas centelhas de complexidade se esvaem em meio a diálogos e a interpretações risíveis; David Santos, que dá vida ao ladrão Charles, é engolido quando em cena ao lado de Andrade; e Vertin Moura, um desconhecido que acidentalmente se viu arrastado para essa artimanha, rende-se a uma das piores atuações do ano (ao menos até agora).

Ferreira parece indiferente à maneira que vai conduzir a obra, e soa como se estivesse copiando o ótimo drama interpessoal ‘Os Sapos’, lançado no começo de 2025: a paisagem campestre é remodelada em arbitrárias sequências panfletárias que não dizem nada além do óbvio, urgindo como fillers cansativos e que apenas tapam buracos de um roteiro recheado de metáforas ridículas e vencidas; a condução dos planos e os enquadramentos é prosaica demais para ser levada a sério, como se o filme fosse um mero projeto de estudantes em seu primeiro ano na faculdade de cinema; e a suposta simbologia que desponta aqui e ali é tão falha que chega a causar risos inesperados em momentos inoportunos – denotando uma falta de preparo clara da tonalidade das sequências e das reviravoltas (se é que podemos encontrar alguma).

Até mesmo elementos que poderiam suprir a carência artística e criativa da obra não cumprem seu simples papel. A trilha sonora é pautada na dissonância das cordas e das buzinas, porém, não há qualquer momento em que a música faça sentido dentro do que é-nos apresentado; a paleta de cores é banal, rendendo-se ao minimalismo exacerbado do uso de cores que tenta se aproximar com a dura realidade política e social que serve de base para o enredo, mas ecoa como uma falha de pós-produção; a montagem, que busca uma abordagem anacrônica que viaja para o passado e para o presente com cortes bruscos e recursos de passagem de tempo exauríveis, não tem qualquer sentido dentro da estrutura.

Por fim, as duas horas de duração do projeto se espalham profusamente em cansativas repetições, que nos fazem se mexer na cadeira esperando pelos créditos de encerramento subirem à tela – e que nos levam a perguntar quantas vezes uma história pode acabar. Em virtude dos incontáveis equívocos técnicos que estendem esses minutos em uma incompleta e insossa narrativa, a subtrama que explora a “origem” dos personagens é descartável e delineada com pressa frenética que torna o ritmo ainda mais desequilibrado e perturbador.

A máxima “de boas intenções, o Inferno está cheio” talvez nunca tenha sido tão bem aplicada quanto ao frustrante corolário de Serra das Almas. Conforme saímos da sala de cinema, percebemos que o magnífico potencial do longa foi varrido para debaixo do tapete, nos deixando com uma espécie de versão encruada e estagnada do que, de fato, deveria ter chegado aos cinemas – um amontoado de vazios cênicos cujo propósito é, com a falta de outro termo para empregar, inexistente.

‘Dead Letters’: Lucy Hale vai estrelar série da Netflix baseada em livro de suspense

A atriz Lucy Hale está retornando para o universo das séries de TV com ‘Dead Letters‘, adaptação do livro homônimo de Caite Dolan-Leach. A informação foi divulgada com exclusividade pelo site Deadline.

Segundo a publicação, além de estrelar, Hale também assumirá a função de produtora executiva do projeto, que está sendo desenvolvido pela Unwell Productions, da Alex Cooper, criadora do podcast Call Her Daddy, e pela Kapital Entertainment, de Aaron Kaplan.

Dead Letters‘ é descrito como “um thriller viciante, que mistura mistério e suspense psicológico, centrado em duas irmãs gêmeas idênticas, Ava e Zelda, interpretadas por Hale. Quando Ava retorna para casa, para o vinhedo da família, após a morte repentina de Zelda, ela precisa descobrir quem assassinou sua amada irmã gêmea, enquanto lida com revelações perigosas sobre a mulher em que Zelda se tornou em sua ausência. Para complicar ainda mais: Zelda sabia que estava em sério perigo, então deixou cartas para Ava. As enigmáticas e angustiantes ‘cartas mortas da irmã levam Ava a uma perversa busca pela verdade — forçando-a a questionar todos aqueles que ela já amou”.

Rachel Caris Love assina o roteiro, além de também operar como produtora executiva, ao lado de Liz Friedlander – que ainda dirige a série.

O projeto originou com Hale, que leu o livro e se apaixonou pela histórias. Ela então procurou Kaplan, com quem já estava conversando a respeito de desenvolver alguma produção em parceria.

Outras informações devem ser divulgadas em breve.

‘Star Wars’: John Boyega tinha só US$ 60 quando recebeu convite de J.J. Abrams

O ator John Boyega relembrou recentemente os seus humildes começos emStar Wars, revelando que possuía apenas cerca de 45 libras (aproximadamente US$ 60 dólares na época) em sua conta bancária quando recebeu a ligação crucial de J.J. Abrams, conforme à Variety.

“Eu já estava fazendo testes há tanto tempo que senti como se ele tivesse tirado um pouco da minha dignidade”, confessou Boyega sobre a ligação de Abrams.

“Decidi fingir que estava ocupado, sabe quando você finge que tem algo pra fazer? ‘Tenho outras coisas pra resolver, J.J.’ Aí ele pergunta: ‘Onde você está?’ E eu respondi: ‘Estou em uma exposição de arte em Greenwich, cara. Muito ocupado. E você?’ Ele diz: ‘Estou em Mayfair, num restaurante. Preciso falar com você agora. É sobre algo importante’. E eu: ‘Tá bom, tá bom, já estou indo’. Naquela época eu tinha 45 libras na conta. Gastei 33,83 libras pra chegar até o J.J. Faça as contas”, recordou.

Boyega continuou a narrar o momento de tensão:

“Então eu fui. A cada passo que eu dava, eu ficava nervoso. Tipo, ‘Beleza, vamos lá’. O J.J. é um cara fenomenal, super gente boa, e se ele me dissesse que eu não consegui o papel, ainda assim ele me daria comida. Aí eu me sentei, e o J.J. disse: ‘Muito obrigado por ter voltado. Sei que a gente meio que te desgastou com essa quantidade de testes'”, afirmou.

Foi então que Boyega tomou uma atitude ousada: “Naquele momento, eu tomei a iniciativa de tentar mais uma vez e disse: ‘J.J., por favor. Olha, eu posso fazer outro teste. Posso fazer sotaque britânico, escocês, nigeriano, o que quiser’. E aí ele disse: ‘Você está em Star Wars'”, acrescentou.

O ator descreveu o instante em que ouviu a notícia como um “congelamento no tempo”.

“Eu até reparei quantos cubos de açúcar tinham naquela xícara minúscula em cima da mesa. Tudo pareceu muito surreal. E aí vem o selo final de Star Wars: o [co-roteirista do filme, Lawrence Kasdan] saiu de uma sala e disse: ‘Garoto, esse filme vai mudar a sua vida.’ Isso é Hollywood, sabe como é?”, ressaltou.

John Boyega fez sua estreia como Finn em Star Wars: O Despertar da Força’, um sucesso estrondoso que arrecadou mais de US$ 2 bilhões de dólares em bilheteria mundial. Ele reprisou o papel em ‘Os Últimos Jedi’ e ‘A Ascensão Skywalker’, ambos também ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão de dólares globalmente.

Vale lembrar que a próxima produção de Star Wars será a nova temporada deAndor.

A segunda temporada de ‘Andor’ estreia no dia 22 de abril no Disney+.

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Classe dos Heróis Fracos 2’: Gangues violentas e muita porradaria no novo trailer da 2ª temporada de dorama; Assista!

Classe dos Heróis Fracos 2‘, sequência do popular dorama homônimo da Netflix, ganhou um novo e eletrizante trailer, que apresenta a Associação, um grupo que reúne todas as gangues escolares da região.

Nos vindouros episódios, Si-eun enfrentará novos desafios e terá que encarar um grupo ainda mais perigoso de adversários.

Confira:

Na 2ª temporada, temos uma escola nova, uma vida nova. Assombrado pelo passado, Si-eun enfrenta ainda mais brutalidade, mas se mantém ao lado dos amigos e se fortalece conforme vai se encontrando.

O vindouro ciclo estreia em 25 de abril na Netflix.

Confira o cartaz:

Park Ji-hoon, Choi Hyun-wook, Hong Kyung, Lee Yeon, Kim Su-gyeom e Cha Woo-min formam o elenco.

Lançado originalmente em 2022, ‘Classe dos Heróis Fracos‘ estreou na Netflix em 2025 e se tornou um grande sucesso do gênero K-drama.

No ciclo inaugural, com a ajuda de amigos inesperados, um aluno talentoso e introvertido decide enfrentar os valentões do colégio, sem fazer ideia do perigo que está correndo.

Crítica | Alex Garland arquiteta um claustrofóbico drama bélico com ‘Tempo de Guerra’

No ano passado, Alex Garland deu vida a uma das melhores produções de sua carreira – o drama bélico intitulado ‘Guerra Civil’, que nos levou a uma espécie de futuro próximo distópico em que os Estados Unidos se transformam no palco de um beligerante conflito civil que é acompanhado de perto por uma dupla de fotógrafos já protegido contra os horrores da guerra e que são acompanhados por uma ambiciosa novata que deseja ver seu nome entrar para a história. Agora, o diretor se reúne novamente com a A24 para nos levar de volta no tempo, nos transportando para o ápice da Guerra do Iraque, com ‘Tempo de Guerra’ – um angustiante e claustrofóbico drama que, apesar de não trazer nada de novo ao gênero, funciona dentro de seus limites.

Garland, dividindo a cadeira de direção e assinando o roteiro ao lado do veterano de guerra Ray Mendoza, constrói uma cinebiografia recontando a Batalha de Ramadi – um dos capítulos mais conhecidos do conflito mencionado no parágrafo acima -, através de recontagens do pelotão de fuzileiros da marinha que se apropriou de uma casa iraquiana para patrulhar a região e que se viu no centro de uma emboscada perigosa. Mendoza, inclusive, esteve presente no conflito e foi um dos sobreviventes, ajudando o cineasta a reconstruir os fatos a partir de um arauto memorialístico que não procura romantizar a disputa entre Iraque e Estados Unidos, e sim fornecer uma dramatização do que ele se recorda.

No geral, o projeto tem uma praticidade óbvia que pega páginas emprestadas de tantas outras produções – como ‘Guerra Civil’ e ‘Sniper Americano’ – e que sabe das demarcações autoimpostas, não se esquivando muito de convencionalismos, mas cuidando para que as fórmulas não falem mais alto que a história que deseja contar. A partir daí, temos um trabalho sólido de fotografia, responsável por David J. Thompson, que se apoia em tons assépticos de amarelo e bege para denotar a consequente aridez da guerra (denunciando a completa falta de prospecto daqueles que são arrastados para combates sem sentido) e que se afasta de incursões panfletárias para focar no drama de cada um dos personagens. Dessa maneira, Thompson se apropria de planos fechados e em close, transmutando o cenário em um labiríntico e claustrofóbico beco que tem como força-motriz o angustiante ciclo prisional em que se encontram.

Para além de uma aplaudível conquista imagética, Garland faz questão de não usar qualquer tipo de trilha sonora, deixando que planos-sequência dilacerantes e um elenco de ponta transmitam aos espectadores o que deseja – garantindo uma experiência sinestésica natural, em vez de forçá-la através de um melodrama estilístico. É claro que alguns exageros poderiam ter passado por um tratamento mais minucioso, mas o realizador acerta em cheio em reiterar um proposital vazio narrativo que dialoga diretamente com o propósito de qualquer guerra: o nada. E, ao longo de breves 95 minutos, é notável o cuidado rítmico, que singra entre o combate armado e a melancólica espera por uma salvação, a fim de não entediar o público com mais um enredo bélico.

Para assegurar essa vivência, o time de atores se joga de cabeça em interpretações fantásticas: temos D’Pharaoh Woon-A-Tai em uma performance de tirar o fôlego, humanizando Mendoza com um retrato diferenciado e que usa e abusa de seu talento nato; Will Poulter como Erik, encarregado de liderar o pelotão, transmitindo um assombro espectral quando percebe que suas tentativas de proteger seus colegas não são páreo para o que se espalha ao redor da casa onde estão; Kit Connor como o novato Tommy, soterrado por sonhos falidos de honrar seu país e sendo absorvido por um vórtice traumático; Joseph Quinn no melhor trabalho de sua carreira (ao menos até agora) como Sam, um ponto-chave “jocoso”, por assim dizer, que se torna vítima das próprias circunstâncias; e vários outros que incluem Cosmo Jarvis, Charles Melton, Noah Centineo e Henry Zaga.

Como supracitado, os equívocos do filme se resumem a, basicamente, não apresentar nada de novo – considerando que até as incursões mais dramáticas e introspectivas já foram exploradas em outras obras, como ‘Nada de Novo no Front’. De qualquer maneira, ‘Tempo de Guerra’ funciona em boa parte de suas investidas, oferecendo um retrato envolvente sobre a Guerra do Iraque; porém, ao passo que nos envolvemos com a narrativa do pelotão, é sempre bom lembrar que memórias não dialogam, necessariamente, com os fatos – e que nem tudo deve ser levado à seriedade que o longa defende.

‘And Just Like That’: O verão está começando no belíssimo cartaz da 3ª temporada; Confira!

O verão está começando na cidade de Nova York no belíssimo cartaz da 3ª temporada de And Just Like That’, série derivada de Sex and the City.

Vale lembrar que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 29 de maio na plataforma de streaming.

Confira, com o trailer:

Vale lembrar que Rosie O’Donnell foi escalada para o novo ciclo e dará vida a uma personagem chamada Mary. Mais detalhes não foram revelados.

Além disso, Karen Pittman (Dra. Nya Wallace) e Sara Ramirez (Che Diaz) não irão retornar para os próximos episódios.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

‘Aladdin: The Monkey’s Paw’; Clássico da Disney ganha nova versão em formato de terror

E a tendência de transformar clássicos da Disney em contos de terror sombrios continua. Desta vez, o icônico Aladdin será reimaginado sob uma perspectiva horripilante. Segundo o Deadline, as filmagens de Aladdin: The Monkey’s Paw’ estão programadas para começar no próximo mês.

O filme é descrito como uma “releitura sombria e sobrenatural” e está sendo produzido pelos estúdios Empire Studios, Every Entertainment e 8th Law Pictures.

A sinopse oficial revela a premissa sinistra: “Um londrino dos dias atuais chamado Aladdin herda uma antiga pata de macaco, acreditada por conceder desejos. No entanto, ele logo descobre que cada desejo realizado cobra um preço devastador para a alma. À medida que aqueles ao seu redor se tornam vítimas da maldição, ele precisa confrontar um mal crescente — e a força demoníaca que se alimenta de cada desejo feito”.

A produção tem início previsto para o final de maio de 2025, com as filmagens principais ocorrendo no Reino Unido.

O elenco já conta com Nick Sagar (‘A Princesa e a Plebeia’), Ricky Norwood (‘The Best of EastEnders’), Montana Manning (‘Legacy’) e Bradley Stryker (‘Terrifier 3’), que também assume a direção do longa-metragem.

O roteiro é assinado por Charley McDougall.

“Sempre quisemos explorar o horror através de uma lente pessoal — não apenas os sustos, mas o custo humano dos desejos”, declarou McDougall sobre o filme.

“Essa história nos assombra há um tempo, e chegou a hora de libertá-la. Os melhores filmes de terror continuam a nos perturbar muito depois dos créditos finais. É isso que essa história faz. É afiada, emocional e carregada da angústia certa. Não estamos apenas fazendo mais um filme de terror — estamos construindo um mundo inteiro em torno de um conceito realmente icônico. A pata, a mitologia, os personagens — tudo está lá”, destacou.

Stryker complementou: “Esse filme vai ser muito divertido — trata-se dos altos e baixos, os picos e os vales do que consideramos nossos sonhos e desejos… e então jogamos tudo isso dentro de um filme de gênero onde as apostas nunca foram tão diabólicas e envolventes”.

‘American Classic’: Laura Linney entra para nova série de comédia da MGM+

A premiada atriz Laura Linney vai estrelar a vindoura série de comédia da MGM+, intitulada ‘American Classic‘. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter. Ela se une a Kevin Kline e Jon Tenney, que já haviam sido confirmados.

Na trama, uma estrela decadente da Broadway retorna aos palcos de um pequeno teatro tocado por sua família, em sua cidade natal.

Linney dará vida à Kristen Forrest Bean, que se apaixonou por Richard aos 19 anos e fugiu com ele para viver em Nova York. Embora o egoísmo de Richard tenha ajudado sua carreira a decolar, isso destruiu seu relacionamento, com ela voltando para casa e, eventualmente, se casando com Jon, irmão mais novo de seu ex-namorado.

Em ‘American Classic‘, Kline interpreta o astro da Broadway e notório narcisista Richard Bean, que sofre um grandioso colapso público e retorna à sua cidade natal e ao teatro familiar onde descobriu seu próprio talento. Ao chegar lá, fica chocado ao descobrir que seu pai, o ex-diretor artístico, perdeu o ritmo e que o outrora respeitado teatro, agora administrado por seu irmão Jon (Tenney) e sua esposa (Linney), se tornou, por necessidade, um teatro com jantar barato, servindo rosbife e mistérios de assassinato. Richard decide salvar o teatro, a cidade e o mundo montando um clássico americano no teatro.

Michael Hoffman e Bob Martin assinam a criação da série, além de assumirem a função de produtores executivos.

Fifth Season está por trás da série, com a Mar-Key Pictures, Likely Story e Anonymous Content produzindo.

Hoffman também dirige o primeiro episódio da produção.

3ª temporada de ‘And Just Like That’ ganha trailer e data de estreia na Max; Confira!

Max divulgou o trailer oficial da 3ª temporada de And Just Like That’, série derivada de Sex and the City.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 29 de maio na plataforma de streaming.

Confira:

Vale lembrar que Rosie O’Donnell foi escalada para o novo ciclo e dará vida a uma personagem chamada Mary. Mais detalhes não foram revelados.

Além disso, Karen Pittman (Dra. Nya Wallace) e Sara Ramirez (Che Diaz) não irão retornar para os próximos episódios.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

‘Geni e o Zepelim’: Thainá Duarte e Seu Jorge vão estrelar novo filme inspirado em canção de Chico Buarque

Thainá Duarte (‘Cangaço Novo‘, ‘Aruanas‘) e Seu Jorge (‘Marighella‘, ‘Cidade de Deus‘, ‘Medida Provisória‘) vão estrelar o vindouro drama ‘Geni e o Zepelim‘, inspirado na clássica canção de Chico Buarque, composta em 1978.

O longa homônimo conta a história de uma prostituta que se sacrifica para salvar sua comunidade, mesmo sendo desprezada e marginalizada pela elite local.

Na trama, Duarte dará vida a lendária personagem Geni. Já Seu Jorge interpretará o Comandante Zepelim.

O longa é uma produção Migdal Filmes, em coprodução com Paris Entretenimento e Globo Filmes, e terá distribuição nos cinemas pela Paris Filmes.

Anna Muylaert, responsável pelo aclamado ‘Que Horas Ela Volta‘ assina a direção e o  roteiro.

Criada há quase 50 anos, a canção sobre uma prostituta que sofre recorrente humilhação pública já ganhou diversas versões no campo das artes, mas inspira pela primeira vez um longa de ficção. Seu nome, Geni, virou adjetivo para se referir a pessoas perseguidas pela sociedade, marginalizadas sem motivo aparente.

Por meio de um press release, Muylaert comentou sobre sua decisão de rodá-lo cercado pela Floresta Amazônia:

“Quando a Iafa Britz me chamou para dirigir esta fábula de Chico, me veio claramente a ideia de rodar na Amazônia. Vejo um paralelo entre a desvalorização do corpo feminino e da floresta, ambos são desrespeitados e explorados, sem pudor”. 

As filmagens serão realizadas na Cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre.