Site Página 967

‘Um Lugar Silencioso 3’ vai acontecer? Produtor responde!

Durante o Festival SXSW, o produtor Brad Fuller falou sobre a vindoura sequência ‘Um Lugar Silencioso 3’ após o atraso no lançamento do filme.

Fuller, que estava presente no evento promovendo seu próximo filme, ‘O Astronauta’, revelou que a continuação ainda está em andamento.

“Então, ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ não é ‘Um Lugar Silencioso 3’, só para deixar claro”, ele disse. “‘‘Um Lugar Silencioso 3‘ está começando a ser montado agora. Sabe, quando fizemos o primeiro, John [Krasinski] não tinha muito o que fazer. Ele tinha acabado de sair de ‘The Office’ e queria ser diretor.”, disse ao The Direct.

O terceiro capítulo do suspense, estrelado por Emily Blunt, foi adiado por razões desconhecidas e agora permanece sem uma data confirmada de lançamento.

Enquanto aguardamos mais notícias sobre ‘Um Lugar Silencioso 3’, vale ressaltar que o spin-off ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ já está disponível na Netflix.

O filme explorou eventos anteriores ao capítulo de estreia e apresentou um elenco composto por nomes como Lupita Nyong’o (‘Nós‘), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘), e Alex Wolff (‘Hereditário’).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção mostra o primeiro dia da invasão alienígena e é ambientada na cidade grande, em Nova York, seguindo a luta pela sobrevivência da personagem de Nyong’o, que está tentando proteger seu filho.

Michael Sarnoski (‘Pig: A Vingança‘) dirige.

Do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Remakes em Live-Action da Disney, incluindo ‘A Branca de Neve’

Nos últimos anos, a Disney tem investido fortemente na reinterpretação de seus clássicos animados em versões live-action, trazendo novas abordagens para histórias que já conquistaram gerações.

A fórmula tem gerado discussões entre fãs e críticos, com alguns filmes sendo aplaudidos por sua fidelidade e inovação, enquanto outros têm sido alvo de críticas por não conseguirem capturar a essência das animações originais.

A cada novo lançamento, a expectativa cresce: será que a magia que encantou o público no passado pode ser recriada com tecnologia moderna e atores reais?

Neste artigo, vamos explorar e classificar os principais filmes live-action da Disney, destacando os pontos fortes e fracos de cada produção e analisando qual delas realmente conseguiu capturar a essência dos clássicos enquanto traz algo novo para a tela.

Com isso em mente, resolvemos ranquear para você, listando do pior ao melhor, simplesmente todos os 21 remakes em live-action da Disney, baseados em suas clássicas animações.

Confira abaixo.

21 | Pinóquio (2022)

Pinóquio se tornou em pouco tempo um dos filmes menos apreciados pelos críticos e público do acervo da Disney. O filme é baseado no icônico longa de 1940 – fazendo dele o mais antigo a ser adaptado em nova versão, batendo Dumbo por um ano. Apesar de ser dirigido por Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) e ter Tom Hanks no papel do inventor Geppetto, Pinóquio não recebeu lançamento nos cinemas. O filme se torna assim o segundo do subgênero a receber uma estreia direto na plataforma da Disney+ depois de A Dama e o Vagabundo. Mas algo me diz que não será o último com esta proposta. Pinóquio estreou na plataforma no dia 8 de setembro.

20 | 102 Dálmatas (2000)

A segunda incursão da veterana Glenn Close na pele da vilã Cruella não cai no gosto do grande público e dos críticos como o anterior. Na trama, a personagem é libertada após aparentemente ser curada de sua obsessão por pele de cachorros através da hipnose, se tornando uma ativista dos direitos dos animais. Porém, quando o tratamento regride subitamente, ela volta a ser a vilã que conhecemos e perseguir os dálmatas. Segundo os críticos, essa continuação é mais do mesmo, além de se arrastar em partes, o que termina por entediar as crianças. Fora isso, também se mostra um filme muito violento para a sua censura livre.

19 | Alice Através do Espelho (2016)

Mais uma sequência encontra lugar no fundo da lista, na parte dos piores. Aqui, temos a desnecessária continuação de Alice no País das Maravilhas (2010), que por si só é um filme divisor de opiniões no acervo da Disney – enquanto as crianças adoraram, os adultos o consideram um dos esforços mais fracos do diretor Tim Burton. Nesta sequência, Burton retorna apenas como produtor. No elenco, os atores principais retornam, numa trama onde Alice precisa ajudar o Chapeleiro Louco contra o vilão Tempo. Os críticos enalteceram o visual da superprodução, assim como no original, mas reconheceram que isso não é o bastante para sustentar o filme, que decepciona seu material original.

18 | Malévola: Dona do Mal (2019)

Mais uma continuação para a conta, esta é a terceira e última da lista. Um dos maiores pecados cometidos por esse remake de A Bela Adormecida foi colocar a vilã Malévola como a heroína da história, suavizando e justificando seus atos. Um dos poucos atrativos da sequência é a presença da musa Michelle Pfeiffer, como a verdadeira vilã aqui. Os críticos novamente apontam o visual incrível da superprodução, e um roteiro que não consegue equilibrar seu conteúdo com a estética. Ou algo que faça valer sua existência.

17 | Dumbo (2019)

Desde 2014 com Malévola, o estúdio não perde um ano sequer sem uma estreia do tipo. Mas com o ano de 2019 chegaria uma verdadeira enxurrada de nada menos que cinco filmes do subgênero. Dumbo, filme sobre um elefantinho de circo com grandes orelhas que inicialmente é tratado como aberração, mas depois aprende a voar com elas se tornando um verdadeiro astro, foi o primeiro a chegar. Aqui, é claro, temos a adaptação do longa animado mais antigo do estúdio até então, datando de 1941. E para a tarefa foi trazido à cena novamente o diretor Tim Burton. A opção do cineasta, porém, foi por um filme mais realista, ou seja, sem animais falantes. Ou devo dizer, mais realista possível, afinal ainda temos um elefante voador.

16 | 101 Dálmatas (1996)

Ainda na década de 90, este é o filme que todos lembram como sendo a primeira adaptação em live-action de uma clássica animação da Disney. O que muitos esquecem é que antes veio a versão “Tarzan” de Mogli – O Menino Lobo com o filme O Livro da Selva, de 1994. Aqui, é claro, temos uma versão certeira de carne e osso para 101 Dálmatas (1961), que conta com uma interpretação ainda muito elogiada da veterana Glenn Close no papel da vilã Cruella DeVil, roubando muito dos holofotes do filme. Apesar do desempenho certeiro da protagonista, o pensamento dos críticos hoje é que este foi um remake genérico e sem necessidade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Por mais que 101 Dálmatas tenha feito sucesso em sua versão de carne e osso em 1996, demoraria nada menos que 14 anos até a Disney se interessar por outro live-action de um clássico animado de seu acervo. Na era dos novos efeitos 3D trazida por Avatar (2009) aos cinemas, chegava na esteira de tal sucesso a versão de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas (1951). E o filme definitivamente se favoreceu dos efeitos em terceira dimensão para se tornar um dos maiores sucessos da década passada, ao romper a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. A trama, no entanto, fugia da animação, o que pode ter frustrado alguns espectadores mais nostálgicos. Esse filme também gerou uma sequência, lançada em 2016 – o que se mostraria uma “maldição” para os live-action da Disney, de continuações bem inferiores ao seu original.

14 | O Rei Leão (2019)

Fechando as produções lançadas para o cinema em 2019, a Disney ainda faria o sol raiar na savana africana com a versão em live-action (ou CGI-action) de um de seus desenhos mais queridos, O Rei Leão (1994). Essa foi mais uma obra moderna que recebeu novo tratamento, e para a direção foi contratado Jon Favreau, o mesmo de Mogli (2016). Já em termos da trilha sonora, a diva pop Beyoncé ficou encarregada e performou para o longa – além, é claro, de dublar a personagem Nala. O Rei Leão também ganhará uma sequência. E para não dizer que foi o último lançamento nos cinemas em 2019 no subgênero, o estúdio estreou também Malévola 2 no mesmo ano.

13 | A Dama e o Vagabundo (2019)

Agora sim, finalizando as estreias de 2019, no entulhadíssimo ano dos live-action da Disney, temos uma produção que não ganhou um lançamento nos cinemas. Acontece que pela primeira vez em filmes do tipo, A Dama e o Vagabundo, baseado na animação clássica de 1955, estreou diretamente na plataforma da Disney+ para ser assistido em casa – como forma de impulsionar o streaming da Disney junto aos fãs. Desta forma, o romance entre uma cachorrinha da raça Cocker Spaniel e um cãozinho vira-lata pôde ser conferido por toda uma nova geração… de assinantes da plataforma do estúdio.

12 | O Livro da Selva (1994)

Engana-se quem pensa que as refilmagens de carne e osso das animações clássicas da Disney são coisa de agora. A primeira delas remete lá do início década de 90. Trata-se da adaptação de Mogli – O Menino Lobo (1967) na forma de uma aventura mais séria e realista (sem animais falantes, por exemplo). Fora isso, aqui Mogli cresce e se torna um adulto, interpretado por Jason Scott Lee, numa trama que lembra mais um filme do Tarzan.

11 | Branca de Neve (2025)

O remake, apesar de alguns deslizes, consegue capturar a magia do clássico original, trazendo elementos novos que tornam os arcos mais interessantes. A jovem atriz Rachel Zegler brilha como Branca de Neve, entregando uma performance marcante com vocais emocionantes e uma abordagem única do personagem. A direção de Marc Webb, com apoio da roteirista Erin Cressida Wilson, utiliza contrastes visuais para diferenciar as jornadas de Branca e da Rainha, utilizando cores e enquadramentos para simbolizar a luta pela liberdade e o empoderamento de Branca.

Apesar de acertos como a fotografia e a trilha sonora moderna de Benj Pasek e Justin Paul, o filme peca na performance de Gal Gadot como a Rainha Má. Sua interpretação foi criticada por ser exagerada e caricata, o que prejudica a construção de uma vilã memorável. Contudo, Branca de Neve conquista o público por não tentar imitar o original, permitindo que Zegler brilhe e trazendo um charme próprio à história, mesmo que não alcance a perfeição da animação clássica.

10 | Mufasa: O Rei Leão (2024)

Ainda que melhor que o primeiro live-action, ainda falta alma para a pré-sequência. Apesar da animação de alta qualidade e da direção musical de Lin-Manuel Miranda, o filme apresenta algumas falhas. As canções, embora competentes, não deixam uma marca emocional forte, e o fato de animais realistas cantarem pode parecer estranho para o público. No entanto, Mufasa: O Rei Leão se destaca como uma história emocional e profunda, enriquecendo o legado do personagem e contribuindo para a mitologia de O Rei Leão com valores e lições que ressoam ao longo do filme.

 

09 | A Pequena Sereia (2023)

Dirigido por Rob Marshall, o remake de A Pequena Sereia utiliza a nostalgia de forma eficaz e, apesar de alguns pontos fracos, como a batalha final e alguns enquadramentos, se estabelece como uma das melhores adaptações em live-action da Disney. Os personagens, como a vilã Úrsula (Melissa McCarthy), o comediante Sabidão (Awkwafina) e o carismático Linguado (Jacob Tremblay), são interpretados com destaque. A produção, que celebra tanto a animação de 1989 quanto o legado Disney, é uma experiência visualmente rica e emocional, agradando a fãs antigos e novos.

08 | A Bela e a Fera (2017)

Em 2017 ocorreu uma quebra de paradigma no subgênero. Antes, o objetivo da Disney era reformular suas animações mais antigas para um novo público – leia-se as crianças de hoje. Assim, tínhamos novas versões de carne e osso de clássicos das décadas de 1950 e 1960, basicamente. Com este item a coisa mudou de figura. Acontece que este subgênero criado pela Disney estava dando tão certo, que o estúdio resolveu colocar para jogo uma de suas maiores e mais prestigiadas animações de todos os tempos, A Bela e a Fera (o primeiro filme do estúdio a receber uma indicação ao Oscar na categoria principal), de 1991. A história imortal de amor trouxe Emma Watson como Bela e Dan Stevens como a fera (inteiramente gerada por CGI).

07 | Mulan (2020)

Uma das grandes promessas da Disney para o ano de 2020 era o lançamento do representativo Mulan – que aborda a cultura chinesa e o empoderamento feminino. Lançada em 1998, a animação Mulan é o filme mais recente da Disney a ganhar uma versão em live-action. E assim como alguns itens citados acima, a opção dos produtores e da diretora Mira Nair foi por um filme mais realista e pé no chão, eliminando os elementos fantásticos, como pequenos dragões falantes. Acontece que aí veio a pandemia… e Mulan foi um dos lançamentos que sofreu com os efeitos de cinemas fechados – precisando recorrer à plataforma da Disney+.

06 | Malévola (2014)

Assim como Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, Malévola não é exatamente uma adaptação de um desenho clássico da Disney, mas sim uma subversão de um deles. Enquanto Alice mostrava a protagonista não mais criança, e sim uma jovem em seus 20 anos retornando ao País das Maravilhas, Malévola tira o foco da Bela Adormecida (animação icônica de 1959) e o coloca na vilã da história – agora tratada como anti-heroína. Tudo isso porque a estrela Angelina Jolie revelou que A Bela Adormecida era seu filme preferido da Disney. Jolie ficou perfeita no papel da bruxa chifruda, mas levando em conta o ditado que “se melhorar estraga”, Malévola foi outro live-action que sofreu com uma continuação bem inferior, lançada em 2019.

05 | Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível (2018)

Aqui temos mais um item curioso na lista. O Ursinho Pooh (antes ursinho Puff) é um dos personagens mais queridos da Disney, e assim como símbolos do estúdio como o Mickey, Pato Donald e o Pateta, protagonizou ao lado de sua turminha uma série de desenhos animados para a TV, mas também alguns longas-metragens para o cinema. Ou seja, ele não é parte de uma única animação clássica marcante como os demais citados acima, mas sim é um personagem recorrente no universo do estúdio. Pooh e as outras criaturas como o leitão chamado Leitão e o burrinho Ió (antes Bisonho) são na verdade animais de pelúcia que ganham vida através da imaginação do menino Christopher Robin. Mas o que acontece quando o menino se torna homem, ganha uma família, e os animaizinhos reaparecem? É o que conta esse criativo live-action com Ewan McGregor no papel do menino crescido.

04 | Cinderela (2015)

Logo no ano seguinte de Malévola, a Disney tirou do papel outra de suas animações clássicas em versão de carne e osso. Mas ao contrário de Alice e Malévola, que subvertiam seu material fonte, Cinderela é um retrato fiel do clássico de 1950 no qual é baseado. Isto é, tentando ao máximo ser uma história mais sóbria e realista – apesar de ainda contar com elementos fantásticos, vide a Fada Madrinha, vivida por Helena Bonham-Carter. O filme serviu para revelar ao mundo o talento e beleza de Lily James e ainda trazia Cate Blanchett como a Madrasta Má, e a direção de Kenneth Branagh.

 

03 | Aladdin (2019)

Depois de A Bela e a Fera, outra animação um pouco mais moderna ganhava o tratamento em live-action, com direito a gênio da lâmpada estapeador e tudo. No ano seguinte da animação A Bela e a Fera, a Disney emplacava Aladdin, que está completando 30 anos de lançamento em 2022 – e garantia um novo fenômeno mundial. Pulamos para 2019, o ano mais “crowdeado” para as versões live-action da Disney. Depois de Dumbo, foi justamente Aladdin o escolhido para seguir com o subgênero naquele ano. O chamariz aqui deste filme de Guy Ritchie, sem dúvida é a presença de Will Smith substituindo Robin Williams no papel do gênio azul. Aladdin é outro que já tem uma sequência anunciada – resta saber como ficará a situação de Smith após o tapa visto e ouvido no mundo todo.

02 | Cruella (2021)

Voltando para um dos primeiros live-action de sucesso da Disney (baseado numa animação clássica), 101 Dálmatas receberia nova chance de brilhar com Cruella – que assim como Malévola (2014), resolveu dar os holofotes e, em especial, o título do filme para sua vilã. Podemos dizer que Cruella já havia roubado a cena no filme de 1996 nas formas de Glenn Close, mas a opção do estúdio desta vez foi por uma história de origem, num conto bem revolucionário e anárquico, que foi comparado ao longa do vilão Coringa. De fato, estes dois guardam algumas semelhanças. Para a missão de encarnar a personagem foi escalada a vencedora do Oscar Emma Stone – e o resultado foi tão positivo que uma sequência já se encontra em andamento.

01 | Mogli – O Menino Lobo (2016)

Depois dos sucessos arrebatadores de Alice no País das Maravilhas e Malévola, foi aberta a porta deste subgênero das versões em carne e osso das animações clássicas da Disney – e passamos a ganhar ao menos uma por ano. No ano de 2016 foi a vez da nova roupagem do clássico Mogli, de 1967, que por sua vez já havia sido adaptado num filme sóbrio e que serviu como o primeiro do subgênero no estúdio ainda em 1994. Aqui, porém, com direção de Jon Favreu, temos uma obra bem mais fiel à animação, com direito a um Mogli igualzinho ao do desenho e, claro, os animais falantes. Uma continuação é anunciada para 2026, ou seja, dez anos depois.

Sequência de ‘Smallville’ é colocada em PAUSA e motivo é revelado

O cocriador Alfred Gough revelou que a sequência  animada de ‘Smallville‘ terá que esperar até que a Warner Bros. termine ‘Superman‘, de James Gunn.

“A Warner obviamente passou por muita coisa, e acho que o fato de que eles estão no processo de reiniciar ‘Superman’ novamente, meio que infelizmente, eu acho, mantém nossa coisa fora de questão por um tempo”, disse Gough às estrelas de “SmallvilleMichael Rosenbaum e Tom Welling em seu podcast “Talk Ville” . “Tudo se resolve de uma forma ou de outra, acabei de ler outro dia que eles estão reiniciando ‘Buffy’ para o Hulu.”

Cocriada por Gough e Miles Millar, ‘Smallville‘ teve 217 episódios em 10 temporadas na CW. O programa seguiu um adolescente Clark Kent (Welling) aprendendo a controlar seus superpoderes para o bem na pitoresca cidade de Smallville, Kansas.

Gough continuou acrescentando que outra ruga na sequência da série ‘Smallville‘ poderia ser a “mudança de regime” que aconteceu na Warner Bros. Em 2022, Gunn e Peter Safran foram nomeados co-CEOs da DC Studios , um braço de produção recém-criado encarregado de supervisionar as propriedades da DC na WB.

“É isso, acho que o problema com a maioria dos projetos em desenvolvimento em qualquer estúdio e/ou qualquer rede é a mudança de regime”, disse Gough. 

Smallville’ está disponível no Max.

FLOPOU!’ Branca de Neve’, ‘As Marvels’, ‘Minecraft’ e os Trailers que tiveram a Maior REJEIÇÃO da História

Qual o objetivo de um trailer? Ele possui alguns. O primeiro e mais essencial é comunicar ao público que determinado filme existe e quando será lançado. Afinal, a maneira que grande parte dos espectadores ainda fica sabendo da existência de um filme e através de seu trailer. Ou seja, o primeiro objetivo é informar. O segundo objetivo é mostrar o teor que determinado filme terá para o público. Ou seja, mesmo os que já sabem que determinado filme está sendo produzido, só terá uma noção real de como o filme será (clima, visual, atuações) a partir do trailer. E o terceiro é informar qual é a história de determinado filme.

Assim, existem hoje diversas empresas especializadas em trailers trabalhando em Hollywood, que nada tem a ver com os responsáveis pelo filme em si. O que essas empresas fazem é resumir em um pouco mais de dois minutos (dependendo) todos esses tópicos: a trama do filme, o clima, visual e atuações, e a data do lançamento. É claro também que aí teremos dois resultados: bons trailers para filmes ruins e trailers ruins para bons filmes. Sabendo que esse segundo não fez um bom trabalho.

A rejeição de um trailer também pode expressar o pensamento de grande parte do público em relação a uma obra. É justamente disso que falaremos nessa nova matéria. Confira abaixo os trailers mais rejeitados pelo público da história do cinema e entenda um pouco mais do motivo.

Aladdin (2019)

A Disney não é estranha a mais dislikes do que likes em seus trailers. Porém, aqui temos um caso curioso. Assim como a vindoura versão de ‘Branca de Neve’, o reboot em live-action de ‘Aladdin’ gerou bastante controvérsia com sua primeira prévia há mais de cinco anos. Acontece que toda atenção foi focada no Gênio da Lâmpada, interpretado por Will Smith. A comparação com o saudoso Robin Williams foi inevitável, e Smith não tinha como vencer essa. E isso foi antes do desastre conhecido como o “tapa ouvido ao redor do mundo” no Oscar 2022. Os fãs acharam que os efeitos do personagem estavam capengas. Outro alvo de polêmica foi o vilão Jafar em versão galã, nas formas de Marwan Kenzari.

Mas aqui temos um caso curioso porque o filme se mostrou um verdadeiro sucesso, apesar da má reputação trazida pelo trailer. Sim, existem casos assim. No ano de 2019, a Disney bateu o recorde e lançou três remakes em live-action de suas animações queridas: ‘Aladdin’, ‘Dumbo’ e ‘O Rei Leão’. Enquanto todos torceram o nariz para o trailer de ‘Aladdin’, que recebeu 70 mil dislikes contra os 44 mil likes, o público abraçou as prévias de ‘Dumbo’ e principalmente ‘O Rei Leão’ como promessas de boas atrações. Provando que o mundo dá voltas, ‘Aladdin’ se tornou o mais querido dos três.

As Caça-Fantasmas (2016)

Não dá para falar dos trailers mais rejeitados da história sem falar em ‘As Caça-Fantasmas’, de 2016. Você conhece a história. O filme que gerou mais comoção, demonstrando o poder da internet há oito anos, segue sendo bastante polêmico. Aliás, o ano de 2016 lançou alguns dos filmes mais polêmicos de anos recentes, vide ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’. Se juntando ao lote, temos a versão feminina da equipe dos investigadores paranormais. E sim, aí podemos dizer que entra em jogo muito do pensamento purista e antiquado que não aceita mudanças, ainda mais se estas mudanças forem de gênero e etnia.

Desde que foi confirmado pelo estúdio, a versão só com mulheres para ‘Caça-Fantasmas’ foi recebida com rejeição. Acontece que, por um lado, os fãs sempre esperaram um terceiro filme desde 1989, com a equipe original. E quando foi revelado que o elenco original estaria de volta, porém, interpretando outros personagens, muitos viram como uma oportunidade desperdiçada. E sim, como de costume, grande parte também é formada por misóginos e racistas. Seja como for, a manifestação contrária surgiu com o primeiro trailer, que se tornaria o mais rejeitado da história do Youtube. O fato chamou imediatamente atenção, pois nunca uma análise negativa dessa proporção havia sido feita.

Foi a partir de ‘As Caça-Fantasmas’ que se começou a ter consciência que certos trailers poderiam gerar mais dislikes do que likes, enfatizando a insatisfação da maioria. No caso deste trailer, 647 mil dislikes contra 220 mil likes. Na época, se chegou ao absurdo de não permitir mais clicadas no botão de dislikes, e a seção de comentários foi desativada – para se ter noção. Talvez tudo isso fosse remediado se o filme “matasse a pau”, se fosse um enorme sucesso adorado por todos. Porém, passou bem longe disso. Não chegou a ser uma atrocidade, apenas um filme sem sal e sem graça. Se tivesse colhões de verdade, a Sony bancaria uma sequência e tentaria melhorar/ evoluir com o segundo filme. Porém, o reboot feminino foi logo descartado em prol de um novo reboot, esse fim uma passagem de bastão dos veteranos para uma nova equipe.

Um Filme Minecraft (2025)

O ano de 2025 mal começou, mas já temos alguns candidatos a filmes mais odiados pelo público. Isso é, se o resultado do filme em si for parecido com o de sua prévia. Muitos acharam que a adaptação do querido game ‘Minecraft’ em forma de filme era uma ideia meio sem-noção, mas poderia dar certo – como já ocorreu no passado. No entanto, foi só o primeiro teaser cair online que o público deu o seu recado, rejeitando completamente o que foi mostrado até aqui. Primeiro, porque a trama sobre um grupo de pessoas excêntricas cair em um mundo novo já foi muito feito em Hollywood e até lembra a trama de ‘Jumanji’, também com Jack Black.

Segundo, porque o trailer não teve qualquer graça, nenhuma piada realmente divertida, apenas frases de efeito batidas, com os personagens surpresos pelo novo mundo. Por fim, a aparição de Jack Black (caracterizado como ele mesmo) proferindo: “eu sou Steve” foi tão digna de “qualquer nota” que terminou se tornando meme. A Warner precisará reverter esse quadro caso queira que o filme se torne um sucesso. Nos primeiros três dias após a estreia do trailer, ‘Um Filme Minecraft’ teve absurdos 28.2 milhões de visualizações, sendo que desse número, 1.2 milhões de espectadores clicaram no botão de dislike – e apenas 588 mil no botão oposto de curtir. O filme estreia no início de abril.

Branca de Neve (2025)

Antes de ‘Minecraft’, a Disney passou por provação semelhante com sua versão em live-action da primeira animação em longa-metragem da casa, com ‘Branca de Neve’, que já está nos cinemas. Desde que foi anunciado o projeto do filme tinha sido recebido com bastante desconfiança pelos fãs, para dizer no mínimo. E passou por refilmagens controversas. Primeiro, o longa não teria os sete anões por medo de estereótipos e cancelamento. Depois decidiu que teria, mas substituiu atores reais por anões gerados por CGI. Fora isso, a protagonista Rachel Zegler gerou polêmica por ser uma Branca de Neve latina, parte da política de representatividade da Disney.

Como se não bastasse, Zegler é uma atriz “bocuda”, que gosta de enfiar o dedo na ferida e desafiar os haters, assim como Brie Larson. Ou seja, não tentou reverter o quadro de sua imagem para os que não gostam dela. ‘Branca de Neve’ entrou na lista dos trailers mais rejeitados pelos fãs com 1 milhão de “descurtidas” contra 80 mil curtidas.

Por fim, o live-action arrecadou apenas US$ 87.3 milhões em sua estreia global – ficando abaixo das projeções recentes, que indicavam uma abertura acima de US$ 100 milhões.

Para termos de comparação com outros live-actions da Disney, o desempenho ficou 16% abaixo de ‘Cinderela‘, 19% abaixo de ‘Dumbo‘ e 33% abaixo de ‘A Pequena Sereia‘.

As Marvels (2023)

Falando em Brie Larson, é claro que um filme da atriz estaria na lista também. A verdade é que Larson não tem papas na língua com seus comentários, que desafia os haters com seu posicionamento feminista. Mas isso não impediu de fazer sua primeira aparição como Carol Danvers um fenômeno com ‘Capitã Marvel’, 2019, um filme que arrecadou mais de US$1 bilhão em bilheterias mundiais, entrando para o seleto clube de filmes bilionários. A magia, no entanto, não se repetiu na continuação – que não era um filme exclusivo da personagem. E talvez aí esteja o problema. Houveram relatos inclusive de que a própria Larson estaria insatisfeita de dividir sua continuação com duas outras novatas, personagens saídas de séries de TV da Disney+. Ou seja, não é como se outros personagens masculinos da casa tiveram que passar por isso.

Muitos reclamaram que o problema era justamente esse. E quem não viu as séries de onde saíram Kamala (Iman Vellani) e Monica (Teyonah Parris)? Fora isso, o clima juvenil e despretensioso, sem qualquer drama ou risco aparente, fez de ‘As Marvels’ o filme mais leve do MCU, um capítulo que qualquer um poderia pular na saga, por não ser significativo realmente para o todo. É como se os próprios realizadores dissessem: “esse aqui não tem muita relevância”. Mas o ângulo abordado pelos envolvidos foi o da misoginia e o do racismo. O que convenhamos, sempre está ali inserido também. ‘As Marvels’ se tornou o trailer com mais “descurtidas” da história do MCU, e em seus primeiros três dias de lançados gerou 500 mil dislikes. E como sabemos, resultou também na pior bilheteria dessa nova fase do estúdio.

As 10 melhores adaptações em live-action da Disney – será que ‘Branca de Neve’ entrou na lista?

Já faz um bom tempo que os estúdios Walt Disney vem investindo esforços em reimaginações em live-action de suas clássicas animações – apresentando histórias atemporais e que marcaram época para uma nova geração.

Apesar de nem todas funcionarem como deveriam, alguns títulos conseguem nos surpreender por recapturar a magia da obra original e expandir uma mitologia através de narrativas bem construídas e envolventes.

Pensando nisso – e celebrando a estreia do remake de Branca de Neve nos cinemas -, preparamos uma lista ranqueando as dez melhores adaptações em live-action da Disney.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. A DAMA E O VAGABUNDO (2019)

Se A Dama e o Vagabundo tornou-se um clássico e detém, até hoje, algumas das sequências mais memoráveis do cinema hollywoodiano (afinal, como se esquecer do momento-chave ao som de “Bella Notte”), o diretor Charlie Bean teria uma tarefa e tanto pela frente com o remake e, entre acertos e erros, ao menos explorou alternativas para aumentar o arco narrativo dos cãezinhos e utilizou elementos naturalistas do mumblecore para garantir uma fluidez considerável entre os personagens.

Aqui, Tessa ThompsonJustin Theroux fazem o que conseguem com os diálogos que recebem para interpretar os personagens titulares e delineiam os primórdios de uma relação que se consolida no grand finale da obra – emergindo como os pontos mais fortes da produção e conseguindo ofuscar os deslizes.

9. PETER PAN & WENDY (2023)

Enquanto outras tentativas de traduzir ‘Peter Pan’ em um live-action aconteceram, poucas encontraram sucesso – com exceção, talvez, do longa-metragem de 2003 que trouxe Jeremy Sumpter e Jason Isaacs no elenco protagonista (e que, mesmo assim, gerou um prejuízo multimilionário para a Universal Pictures). Em 2023, fomos convidados a revisitar a Terra do Nunca com o remake da própria Casa Mouse, ‘Peter Pan & Wendy’, que apostou fichas em investidas diferentes das anteriores – e que acertou em cheio em alguns elementos e falhou em outros, transformando a produção em uma aceitável adaptação que drena o máximo que pode de um elenco talentoso e convincente.

O elenco é o principal ponto de exploração do longa-metragem, com destaque a Ever Anderson como Wendy, recuperando os trabalhos de atrizes que já interpretaram a personagem à medida que oferece algo de novo. Não é surpresa, pois, que ela roube nossa atenção em todos os momentos que aparece em cena, conseguindo nos encantar com seu poder performático. E, aliada a ela, temos Jude Law fazendo um ótimo trabalho, apresentando novas facetas de um dos maiores vilões da Disney.

8. BRANCA DE NEVE (2025)

O primeiro filme de princesas da Casa Mouse foi Branca de Neve e os Sete Anões’, lançado em 1937 e dando origem ao icônico império da animação que se alimentaria de seus frutos até os dias de hoje. Logo, a adaptação em live-action dessa icônica obra-prima cinematográfica seria um trabalho difícil – mas Marc Webb conseguiu nos encantar mais uma vez ao recapturar a magia desse clássico em uma roupagem modernizada e expandida.

Para além de um sólido trabalho de direção, que comete deslizes aqui e ali, Rachel Zegler faz um trabalho primoroso ao encarnar a heroína titular, soltando vocais impecáveis que fornecem ainda mais camadas à personagem – promovendo uma visão nova da personagem à medida que remodela seus conhecidos trejeitos. É claro que Gal Gadot posa como o elo mais fraco em uma atuação esquecível e canastrona, mas Zegler consegue roubas os holofotes e nos divertir ao longo de quase duas horas.

7. A PEQUENA SEREIA (2023)

Problemas à parte – incluindo a frustrante cena da batalha final e alguns enquadramentos que ficam fora do lugar -, o live-action de A Pequena Sereia se sagra uma das melhores adaptações da Disney. Mais do que isso, ela se eleva como uma carta de amor à animação dos anos 1980 e aos próprios fãs, novos ou antigos, que com certeza irão se (re)apaixonar pela produção.

Um dos aspectos de maior sucesso da produção é seu elenco: Melissa McCarthy adota os trejeitos propositalmente exagerados de Úrsula no melhor estilo camp – e até ousa aqui e ali com o solo “Poor Unfortunate Souls”Awkwafina e Daveed Diggs dividem os holofotes como os escapes cômicos, interpretando Sabidão e Sebastião, respectivamente; e, como já era de esperar, Halle Bailey guia toda nossa atenção, imprimindo uma identidade fantástica em todos os aspectos ao encarnar Ariel – fazendo jus ao legado que lhe foi dado em mãos e nos tirando o fôlego quando começa a cantar “Part of Your World”.

6. ALADDIN (2019)

‘Aladdin’ pode não ter feito o sucesso que prometeu entre a crítica, mas considerando as extensas investidas da Disney em recriar suas próprias peças fílmicas, o longa-metragem cumpre o que promete e cria uma mística aventura liderada por Mena Massoud como o personagem-título e Will Smith como uma hilária rendição do icônico Gênio da Lâmpada.

Com exceção de alguns deslizes, incluindo a música original e a atuação canastrona de Marwan Kenzari, o resultado é interessante, envolvente e dançante em aspectos inesperados – além de uma hábil performance de Naomi Scott como a Princesa Jasmine.

5. CRUELLA (2021)

Cruella não é exatamente um remake em live-action de ‘101 Dálmatas’, e sim funciona como uma história de origem no mesmo estilo de ‘Malévola’. Porém, no final das contas, essas arbitrariedades não importam muito quando o resultado é sólido o suficiente para nos encantar – ainda que o roteiro deixe a desejar em um terceiro ato irreal demais para ser levado a sério.

Mesmo com claros deslizes estruturais, Emma Stone tem o carisma e a força suficientes para nos encantar em uma rendição espetacular como a icônica vilã, humanizando-a com camadas complexas e com um charme irrefreável. E, como a cereja do bolo, temos uma estética pautada no icônico cenário punk-rock londrino eternizado por Vivienne Westwood e que é traduzido em alguns dos figurinos mais memoráveis da década.

4. MEU AMIGO, O DRAGÃO (2016)

‘Meu Amigo, o Dragão’ é um dos remakes em live-action da Disney que podem ter passado longe de seu radar – mas, quase dez anos desde seu lançamento nos cinemas, permanece como uma sólida e encantadora adaptação comandada pelas habilidosas mãos de David Lowery, que nos conquista logo nos primeiros minutos através de uma condução aplaudível.

A trama acompanha Pete, um menino órfão que mora na floresta junto de seu melhor amigo Elliott, um enorme dragão verde. Após uma garotinha e um guarda florestal o encontrarem, Pete vai ganhando a confiança para contar sua história e a de seu leal companheiro.

3. A BELA E A FERA (2017)

Nenhum remake em live-action é necessário, por assim dizer. Nem mesmo as melhores produções se desvencilham desse rótulo – afinal, por que não apenas ficar com as obras originais? Dito isso, Bill Condon fez um trabalho sólido o bastante quando levou A Bela e a Fera de volta aos cinemas, ganhando aclame pela fidelidade à obra original, pelos elementos teatrais que compuseram a narrativa e pelas atuações de Emma WatsonDan Stevens e Luke Evans.

É claro que a estética da mobília que compõe o elenco coadjuvante pode assustar por seu chocante realismo, mas ao menos as vozes por trás dos personagens imprimem uma atuação surpreendentemente boa – e até mesmo as canções originais recebem um escopo diferente e prático.

2. MOGLI – O MENINO LOBO (2016)

A nova versão do clássico de Rudyard Kipling alcançou o feito de melhorar a animação original, mesmo tendo feito alguns cortes de protagonismo (como Kaa, que aparece menos do que deveria) e abandonado o choque pós-vaudeville de 1967. Porém, no geral, as aventuras do protagonista-título ganharam uma dimensão fotorrealista de impressionante catarse cênica e todas as expressões antropomorfizadas aparecem aqui com deliciosas atuações de Bill Murray, Ben Kingsley, Scarlett Johansson e outros.

Não é surpresa que o filme tenha recebido uma série de prêmios, incluindo a estatueta de Melhores Efeitos Especiais no Oscar 2017 e Melhor Produção no Annie Awards (um dos circuitos de maior prestígio na animação). Além de recuperar a glória dos estúdios Disney‘Mogli’ tornou-se base para longas-metragens futuros – e suas conquistas deveriam ser seguidas à risca.

1. CINDERELA (2015)

O longa-metragem dirigido por Kenneth Branagh trouxe Lily James como a heroína titular, uma jovem que perdeu a mãe e o pai e agora vive à mercê de uma madrasta psicótica (Lady Tremaine, encarnada com maestria por Cate Blanchett) que a obriga a fazer todos as tarefas de casa sem qualquer ajuda, além de ser maltratada pelas duas meias-irmãs – sonhando com o momento em que poderá começar a viver a própria vida e encontrar o amor, mas não de uma forma submissa, e sim como algo a mais que a faça transbordar e que a prove que existe mais além de uma subserviência compulsória.

O resultado da produção, que completa uma década este ano, foi bastante positivo, através de uma perspectiva um tanto quanto original de Branagh que trouxe elementos do conto assinado por Charles Perrault e da animação de 1950, à medida que expandiu esse incrível e inspirador universo.

Live-action de ‘Branca de Neve’ teve seus anões criados em CGI após críticas de Peter Dinklage; Entenda!

Branca de Neve‘, estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot, já está nos cinemas e os anões criados em CGI dividiram opiniões.

Mas por que os anões foram criados em CGI? ENTENDA!

Peter Dinklage, o astro de ‘Game of Thrones‘ e do novo filme ‘Cyrano‘, mostrou sua indignação com o projeto:

“Literalmente sem ofensa a ninguém, mas fiquei um pouco surpreso quando eles ficaram muito orgulhosos de escalar uma atriz latina como Branca de Neve, mas ainda estão contando a mesma história da Branca de Neve e os Sete Anões. Dê um passo para trás e veja o que você está fazendo aí. Não faz sentido para mim”.

O ator foi ainda mais além e demonstrou sua indignação com a postura do estúdio – sem saber que o projeto seria mais uma empreitada da Disney. Em sua fala, ele ainda refletiu sobre seus esforços para valorizar as pessoas que lidam com nanismo.

“Você é progressista de uma maneira, mas ainda está fazendo aquela história invertida sobre sete anões vivendo juntos em uma caverna, que p**** é essa que eles estão fazendo cara? Eu não fiz nada para avançar a causa da minha comunidade? Acho que não estou falando alto o suficiente. Não sei que estúdio é esse, mas eles estavam tão orgulhosos disso. Todo amor e respeito à atriz e todas as pessoas que achavam que estavam fazendo a coisa certa. Mas eu fiquei tipo, ‘o que vocês estão fazendo?'”

Com isso, os sete anões foram criados em CGI. 

Após as duras críticas feitas por Peter Dinklage, a Disney decidiu “adotar uma abordagem diferente‘ no novo live-action. Um porta-voz da Disney esclareceu a situação afirmando que os antigos estereótipos do conto dos Irmãos Grimm e da animação original não seriam replicados.

“Para evitar reforçar os estereótipos do filme de animação original, estamos adotando uma abordagem diferente com esses sete personagens e consultando membros da comunidade de nanismo. Estamos ansiosos para compartilhar mais à medida em que o filme entra em produção, após um longo período de desenvolvimento.”

O ator Choon Tan descreveu o uso de CGI para os sete anões como “absolutamente absurdo e discriminatório de certa forma”.

“Acho que a Disney está tentando ser politicamente correta demais, mas, ao fazer isso, está prejudicando nossas carreiras e oportunidades. Não há nada de errado em escalar alguém com nanismo para um papel de anão, desde que sejamos tratados de forma igual e com respeito. Estamos mais do que felizes em assumir papéis de atuação adequados para nós”, afirmou.

“Além disso, é também uma oportunidade para que crianças pequenas vejam alguém com nanismo, algo que talvez nunca tenham visto antes”, ressaltou.

Tan se disse “ofendido e desapontado” com a decisão, acrescentando: “Há muitos atores capazes e que adorariam interpretar esses papéis, e isso tirou uma das poucas oportunidades que temos.”

Ele ainda questionou: “Não usariam CGI para um personagem alto, então por que precisam usar para anões? Eu me sinto discriminado, pois todos deveriam ter uma oportunidade igual”.

Ele tem receio de que essa decisão possa afetar negativamente outras produções.

“Essa decisão pode ter um efeito dominó em outras produções e oportunidades, pois isso começou com Peter Dinklage dizendo que anões não deveriam ser escalados para esses papéis específicos. Não há muitos papéis adequados para nós, então isso só torna mais difícil nossas oportunidades de atuação e nossas carreiras como um todo”, desabafou.

Tan também expressou o desejo de ter interpretado um dos sete anões no remake, dizendo: “Nos pagam para fazer o que amamos, atuar e performar”. 

Assista ao trailer, com o cartaz oficial, e siga o CinePOP no Youtube:

branca de neve poster

O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.

Há alguns meses, Zegler, que interpreta a icônica princesa titular, revelou que o remake terá bastante mudanças em relação à animação de 1937, que mostra a personagem como a típica mocinha indefesa e inocente.

Já o remake dará a ela uma personalidade forte e destemida, entre outras alterações na trama.

Em entrevista para o Collider, a estrela voltou a tocar no assunto e disse que apoia essas mudanças.

Para ela, essa foi uma importante adição feita pelo diretor Marc Webb (‘O Espetacula Homem-Aranha’), a fim de mostrar que a personagem não é uma donzela indefesa.

“Marc e eu chamamos essa nova visão de abertura de um terceiro olho. Há momentos nos quais ela se expressa como se fosse alguém que já acumulou muita experiências em outras vidas, e isso é algo com o qual eu me identifico, algo que foi dito sobre mim durante toda minha vida.”

Ela continuou:

“Trazer essa sabedoria para uma personagem que eu amo tão profundamente e que interpretei por tanto tempo é simplesmente incrível, e eu mal posso esperar para que as pessoas testemunhem isso na tela.”

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

FLOPOU! Filme mais CARO da Netflix, ‘The Electric State’ cai para 2º lugar entre filmes mais vistos do streaming após uma semana

O novo sci-fi dos Irmãos Anthony e Joe Russo, ‘The Electric State‘, foi detonado pelos críticos especializados e falhou em atrair o público.

Apenas uma semana após seu lançamento, o filme perdeu o posto de mais assistido da Netflix para o lançamento de Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

Nos primeiros três dias de exibição, ‘The Electric State‘ registrou 25,2 milhões de visualizações globais. Embora tenha liderado o ranking de filmes mais assistidos da Netflix em 85 países, esse número é considerado baixo para uma produção desse porte.

Para efeito de comparação, filmes como ‘De Volta à Ação‘ e ‘Bagagem de Mão‘ tiveram desempenhos iniciais superiores, com 46,8 milhões e 42 milhões de visualizações, respectivamente, apesar de possuírem orçamentos menores. ​

Quando você investe US$ 320 milhões em um filme, você gostaria que ele fosse bem sucedido, e você gostaria que muitas pessoas o assistissem. Em ambas as frentes, o filme parece estar falhando.

Segundo a Forbes, ‘The Electric State‘ já caiu para o 3º lugar na lista dos 10 melhores da Netflix nos Estados Unidos, atrás do novo ‘Twister: Caught in the Storm‘, um documentário sobre tornados, e até mesmo ‘Kraven, o Caçador‘, um dos maiores desastres de bilheteria de super-heróis de todos os tempos. E isso não é nem uma semana inteira após o lançamento.

Abrindo com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme estrelado por Millie Bobby Brown e Chris Pratt, foi duramente criticado por não honrar o livro distópico de Simon Stålenhag e por emular diversas outras produções do gênero, sem muita originalidade. O filme se tornou o mais caro da Netflix, com orçamento de US$ 320 milhões.

Porém, os assinantes da Netflix ficaram polarizados com a produção. Teve muitas pessoas que amaram, e outras que odiaram.

Confira as reações e algumas das principais críticas:

Millie Bobby Brown mais uma vez prova que brilha como protagonista. Não é um filme perfeito de forma alguma, mas também não é terrível. É fofo, divertido e me fez chorar”. – Tessa Smith, Mama’s Geeky

“O filme mais caro da história da Netflix é um enorme desperdício de US$ 320 milhões”. – Mikel Zorrilla, Espinof

“Uma mistura de coisas que já foram feitas antes – e muito melhores”. – Chris Bumbray, JoBlo’s Movie Network

“Os diretores Joe e Anthony Russo surpreendentemente subestimam o projeto de seu material de origem, transformando o suspense sombrio e saliente do autor Simon Stålenhag em uma bagunça caprichosa e higienizada de ideias mimeografadas de um punhado de inspirações cinematográficas muito melhores”. – Courtney Howard, Variety

“É um filme difícil de se conectar – para quem é? Millennials que conseguem sentir o cinismo na implantação de nostalgia do filme? Fãs do livro que já criticaram o filme em reação ao trailer?… É um pouco desconcertante”. – Tori Brazier, metro.co.uk

“Os Russos…transformaram uma estética de lixo em um filme trash”. – Kristy Puchko, Mashable

The Electric State é um conjunto de ideias que já vimos antes – e, em última análise, menos do que a soma de suas partes promissoras”. – Ian Sandwell, Digital Spy

“Tudo, desde o design dos personagens até as batidas da história, parece resultado de modelos do ChatGPT que os irmãos fizeram às pressas a caminho para o set todos os dias”. – Alistair Ryder, Looper.com

Confira o mais novo trailer do filme e siga o CinePOP no Youtube:

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

Jonathan Majors fala sobre voltar como Kang no Universo Cinematográfico Marvel: “Enquanto os fãs estiverem falando, há esperança”

O ator Jonathan Majors, demitido da Disney após ser condenado por agressão à ex-namorada, revelou que ainda está aberto a voltar como Kang, o Conquistador no Universo Cinematográfico Marvel.

Majors interpretou pela primeira vez uma variante de Kang, conhecida como He Who Remains, na primeira temporada de ‘Loki‘ antes de aparecer como Kang e como suas variantes na segunda temporada de ‘Loki e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘.

O personagem foi posicionado como o próximo grande vilão do MCU após Thanos.

Apesar da Marvel ter se separado de Majors, o ator tem falado abertamente sobre querer retornar à franquia. Falando no The Breakfast Club, Majors disse que “não acabou até que acabe”.

Ele ofereceu algum otimismo em relação à sua potencial represália a Kang: “Cara, aqui está a coisa sobre a Marvel: você não sabe até saber”.

“O papel é incrível e é único de qualquer outro papel que eu já interpretei por causa do leque de personagens que ele interpreta. Eu realmente quero fazê-lo novamente e, se houver um jeito, eu adoraria fazê-lo novamente. Enquanto os fãs estiverem falando, há esperança. Isso está nas mãos da corporação Disney.”, ele afirmou. 

Após a demissão de Jonathan Majors, o personagem Kang foi descartado como vilão principal nos próximos filmes dos Vingadores, e Robert Downey Jr. foi escalado para interpretar o Doutor Destino.

Vale lembrar que, conforme informado pela Variety, Jonathan Majors foi condenado a:

  • Completar um programa presencial de 52 semanas sobre violência doméstica em Los Angeles, onde reside atualmente, com a possibilidade de migrar para sessões parcialmente virtuais no futuro.
  • Continuar sua terapia de saúde mental e fornecer atualizações sobre seu progresso.
  • Manter-se afastado de Grace Jabbari, já que a vítima recebeu uma ordem de proteção permanente.

 

‘Destruição Final 2’: Sequência do filme sobre o FIM DO MUNDO com Gerard Butler termina as filmagens com US$ 90 milhões de orçamento

Foram encerradas as filmagens da sequência do longa ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘, que teve o orçamento de US$ 90 milhões – o dobro do filme original.

O novo filme é intitulado ‘Greenland: Migration‘.

Durante uma entrevista com o Deadline, o produtor Sébastien Raybaud falou sobre a sequência e a possibilidade de um terceiro filme

“Nós terminamos as filmagens e eu vi um primeiro corte na semana passada, o que é ótimo. É uma grande conquista para os cineastas envolvidos. É um filme de US$ 90 milhões e exatamente o tipo que queremos ver mais na Europa… Estamos pensando sobre o que pode acontecer depois. Há algo que acontece em 2 que pode ser complicado, mas tenho certeza de que podemos encontrar um jeito de fazer o 3.”, afirmou.

Gerard Butler (‘Invasão à Casa Branca’) e Morena Baccarin (‘Deadpool’) retornam para a continuação.

Ric Roman Waugh (‘O Acordo’) volta a dirigir, a partir de um roteiro novamente escrito por Chris Sparling (‘Enterrado Vivo’).

Na trama do novo filme…

Após terem sobrevivido a um evento de quase extinção quando um cometa interestelar atinge a Terra, a família Garrity deve deixar a segurança do bunker da Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa através do deserto congelado e dizimado da Europa para encontrar um novo lar.

Crítica Amazon Prime | ‘Destruição Final: O Último Refúgio’ é um tenso e ótimo filme-catástrofe

‘Viva: A Vida é uma Festa 2′: Sequência “será cheia de humor, coração e aventura”

A sequência de ‘Viva: A Vida é um Festa‘ foi oficialmente confirmada pela Disney/Pixar e chegará aos cinemas em 2029.

O CEO Bob Iger falou sobre a sequência e prometeu um filme cheio de humor, que voltará a acompanhar o menino Miguel.

“Será uma história cheia de humor, coração e aventura. E nós mal podemos esperar para compartilhar mais em breve”. 

O diretor do primeiro filme, Lee Unkrich, retorna à frente da direção, ao lado de Adrian Molina.

Lançado em 2017, ‘Viva: A Vida é uma Festa‘ foi um sucesso estrondoso de público e crítica, conquistando dois Oscar e faturando mais de US$ 800 milhões nas bilheterias ao redor do mundo.

Na época, o filme quebrou recorde de bilheterias no México, arrecadando US$ 50 milhões e ultrapassando o recorde que pertencia a ‘Os Vingadores‘, que arrecadou US$ 40 milhões em 2012.

Na história, o menino Miguel deseja ser cantor. Ele terá a maior aventura de sua vida ao adentrar o mundo dos mortos e encontrar seu tataravô, um lendário músico. O filme aborda a cultura mexicana e as celebrações do Dia dos Mortos.

Assista ao trailer:


 

Saiba QUANDO ‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’, estreia nos cinemas brasileiros

Bailarina, derivado da franquia John Wick‘ estrelado por Ana de Armas, já tem data de estreia nos cinemas nacionais.

O filme chega por aqui no dia 5 de junho de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

‘Pecadores’: Michael B. Jordan precisa SOBREVIVER até o amanhecer no teaser do terror de Ryan Coogler

O terror ‘Pecadores‘, próximo filme do diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) e estrelado por Michael B. Jordan, ganhou um novo teaser.

Assista:

O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “forte violência sangrenta, conteúdo sexual e linguagem”.

Na trama, dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.

Pecadores chega aos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

SPOILER! ‘Branca de Neve’ faz mudanças significativas na história original; Saiba quais!

O live-action deBranca de Neve já está em cartaz nos cinemas nacionais. O longa, que estreou cercado de diversas polêmicas, traz mudanças significativas na adaptação da primeira princesa da Disney.

Segundo o ComicBookMovie, o filme começa com uma mudança na origem do nome da princesa. Agora, ela não recebe mais o nome “Branca de Neve” por ter a pele “branca como a neve”, mas porque nasceu durante uma tempestade de neve.

Após os comentários de Zegler, que compararam o Príncipe original a um “stalker”, o personagem foi transformado em um ladrão chamado Jonathan. Ele se revela ser um ator liderando um grupo de artistas e, no longa, ganha mais destaque e tem um romance mais desenvolvido com a princesa.

Em meio às polêmicas sobre a participação dos anões na história, eles inicialmente foram descartados do filme, mas foram incluídos nas refilmagens. Agora, os anões não são mais “anões”, mas uma raça de criaturas mágicas que vivem por séculos na floresta e possuem poderes mágicos, usados principalmente para encontrar joias valiosas.

Dunga, por exemplo, agora pode falar e narra o ato final do filme, que traz muitas mudanças. Após acordar com o “beijo do verdadeiro amor”, Branca de Neve se envolve na batalha final, entrando em confronto com a Rainha Má.

Nos momentos finais, a vilã é arrastada para o Espelho Mágico e transformada em pó após a destruição do espelho. Vale lembrar que, no filme clássico, a Rainha era perseguida pelos anões e, durante sua fuga, acabava morrendo ao cair de um penhasco após ser atingida por um raio.

Ao final, Branca de Neve é nomeada governante do reino.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

branca de neve poster

Revelados detalhes sobre a VILÃ de ‘Homem-Aranha 4’

A Marvel Studios está escalando uma nova vilã para Homem-Aranha 4’ e detalhes foram revelados.

“Mulher, 30-50 anos, qualquer etnia. Uma figura poderosa e imponente. Procurando uma atriz com presença e profundidade de tela fortes e dominantes.”, afirmou o estúdio.

Recentemente, foi revelado que Sadie Sink, conhecida por seu papel em ‘Stranger Things’, estará no filme.

Segundo o ComicBookMovie, a atriz abordou os rumores de que interpretaria Mary Jane, o interesse amoroso de Peter Parker (Tom Holland).

“Isso é novidade para mim. Isso é novidade para mim”, respondeu Sink de forma enigmática. “Não tenho nada a dizer sobre isso. Mas os rumores são muito legais. É um rumor incrível. Eu conheço a personagem. Ela é uma grande personagem, então foi legal ler sobre isso”.

Questionada sobre a possibilidade de um compromisso de mais de 10 anos com a Marvel, Sink respondeu: “Acho isso super empolgante, sim”.

Além de Mary Jane, também surgiram rumores de que Sink poderia interpretar Jean Grey, a mutante com poderes telecinéticos.

Caso isso se confirme, sua aparição emHomem-Aranha 4’ seria uma estreia bastante incomum, devido à pouca história de parceria entre os heróis nos quadrinhos.

Em uma recente entrevista, Tom Holland comentou sobre o quarto filme solo do Homem-Aranha:

“Temos os melhores profissionais trabalhando para o que quer que a história seja. Mas até que tenhamos resolvido isso, temos um legado a proteger. O terceiro filme foi tão especial de tantas maneiras que precisamos garantir que estamos fazendo a coisa certa”, afirmou.

Lembrando que a aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.

 

2ª temporada de ‘Canibal’ estreia no Disney+; Confira o trailer LEGENDADO!

Os dois primeiros episódios da 2ª temporada de ‘Canibal‘, série de suspense e terror japonesa, já estão disponíveis no serviço de streaming do Disney+.

No novo ciclo, os segredos sombrios da vila Kuge finalmente são revelados e o policial Daigo Agawa luta pela sua sobrevivência enquanto tenta levar a nefasta família Goto à justiça.

Confira o trailer legendado e siga o CinePOP no Youtube:

Depois de causar um certo incidente, o policial Daigo Agawa leve sua esposa e filha para morar na vila Kuge, apesar do misterioso desaparecimento do oficial que prestava serviço por lá. Um dia, o corpo de uma idosa é encontrado na montanha. A família Goto diz que ela foi atacada por um urso, mas Daigo percebe uma marca de mordida humana nela. Logo fica claro que nem tudo é o que parece nessa vila.

O elenco conta com Yuya Yagira, Show Kasamatsu, Riho Yoshioka, Mahiro Takasugi, Baijaku Nakamura e Mitsuko Baisho.

Vin Diesel EMOCIONA internautas ao postar foto ao lado da filha de Paul Walker

Através de seu perfil oficial no Instagram, o astro Vin Diesel compartilhou uma cândida foto ao lado de Meadow Walker, filha de seu saudoso amigo Paul Walker.

Na postagem, Diesel escreveu: “família… Agradecido e abençoado”.

Diesel e Paul trabalharam juntos na franquia ‘Velozes e Furiosos’. Walker participou de cinco filmes antes de seu trágico falecimento em 2013, além de gravações antigas terem sido usadas em dois outros capítulos da franquia multibilionária.

Confira:

Vale lembrar que o próximo filme da saga de ação, Velozes e Furiosos 10 – Parte 2’, começa a ser rodado entre junho e setembro deste ano.

O longa não apenas promete encerrar a franquia de uma forma grandiosa, mas também trazer de volta o que fez dela um fenômeno global por mais de duas décadas.

Desde sua estreia em 2001, quando os filmes começaram com rachas nas ruas de Los Angeles e evoluíram para cenas cada vez mais surreais, envolvendo submarinos, carros no espaço e missões internacionais de tirar o fôlego, a franquia foi além de simples filmes de ação. A mistura de velocidade, ação e, principalmente, a ênfase nos laços de família e lealdade conquistou legiões de fãs ao redor do mundo. Mas, ao que tudo indica, ‘Velozes e Furiosos 10 – Parte 2‘  poderá trazer uma reviravolta ao retornar às suas origens.

Inicialmente, o filme estava sendo escrito por Christina Hodson (‘Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa’) e Oren Uziel (‘Sonic: O Filme’). No entanto, agora o longa será escrito por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’), que ajudou a escrever Velozes e Furiosos 10, conforme anunciado por Diesel.

Mais informações não foram reveladas.

Jovem é substituído por entidade SINISTRA no trailer de ‘O Verão em que Hikaru Morreu’, novo anime da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer do anime ‘O Verão em que Hikaru Morreu‘.

Na trama, Yoshiki e Hikaru são garotos da mesma idade que cresceram juntos em um vilarejo. Um dia, Yoshiki se convence de que seu amigo morreu e foi substituído por “alguma coisa”.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Sem data de estreia, a produção estreará no serviço de streaming em 2025.

A série é baseada no mangá homônimo escrito e ilustrado por Mokumokuren, lançado originalmente em 2021.

‘Paddington: Uma Aventura na Floresta’ já arrecadou quase US$ 200 milhões mundialmente

A sequência ‘Paddington 3: Uma Aventura na Floresta‘ já conseguiu arrecadou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 43.6 milhões – o que representa apenas 23% de sua arrecadação global. Para termos de comparação, a nova sequência conseguiu superar a bilheteria total do segundo filme no país (US$40.9M).

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 146.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 190 milhões.

Vale lembrar que o filme abriu no TOP 2 no território norte-americano, atrás do blockbuster ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$100M).

Aclamado pelos críticos, ‘Paddington 3: Uma Aventura na Floresta‘ alcançou impressionantes 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso, “o filme leva o urso mais educado do cinema para um novo cenário sob nova administração criativa, proporcionando uma aventura muito agradável para toda a família.”

Crítica | Paddington: Uma Aventura na Floresta – Ursinho Volta ao Peru em Busca de Ancestralidade

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No novo filme, Paddington (Ben Whishaw) deixa Londres e viaja à sua terra natal na América do Sul para visitar sua amada tia Lucy (Imelda Staunton), que agora reside no Lar para Ursos Aposentados. No entanto, o que seria uma pacata temporada de férias se transforma em uma aventura emocionante acontece quando um mistério os mergulha em uma jornada inesperada pela floresta amazônica e até os picos das montanhas do Peru.

O longa-metragem marca a estreia diretorial de Dougal Wilson e terá a produção de Paul King, Simon Farnaby e Mark Burton.

Além de Wishaw (‘007 – Sem Tempo para Morrer’), Colman (‘The Crown’) e Staunton (‘Harry Potter’), o elenco conta com Antonio Banderas (‘Zorro’), Carla Tous (‘Através da Minha Janela 3’), Emily Mortimer (‘Ilha do Medo’), Hugh Bonneville, Madeleine Harris, Samuel Joslin, Julie Walters e Jim Broadbent.

Lembrando que ‘Paddington‘ (2014) e ‘Paddington 2‘ (2017) arrecadaram quase US$ 500 milhões mundialmente.

Meghann Fahy precisa fazer uma ESCOLHA no novo teaser do terror ‘DROP’; Confira!

O terror ‘Drop: Ameaça Anônima‘, novo filme do diretor Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’), ganhou mais um teaser oficial.

Confira:

O filme abriu com sólidos 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia o ritmo frenético do longa, destacando o suspense da trama e a excelente performance de Meghann Fahy (‘The White Lotus’).

Separamos os trechos das principais críticas:

“Há um exagero no drama de ‘Drop: Ameaça Anônima’ que torna todo o enredo meio bobo, mas a atuação de Meghann Fahy nos convence.” (TheWrap)

“É uma premissa perfeitamente absurda para um thriller, mas a performance agonizantemente distraída de Meghann Fahy é algo real e relacionável.” (Vulture)

“Embora existam muitos thrillers que se destacam em manter as coisas ambíguas, ‘Drop: Ameaça Anônima’ não é esse tipo de filme. É um filme perfeito para um encontro romântico, um que fará seu público suspirar, rir e interagir com a telona.” (Collider)

“O filme de Christopher Landon tem um ritmo tão rápido que não há tempo para pensar em nada e, felizmente, somos encorajados a estar no momento com a protagonista.” (Screen Rant)

“O filme sabe que quando os riscos são muito altos, as emoções precisam estar firmemente enraizadas em algo real.” (Slant Magazine)

“Sem perder tempo, o longa apresenta uma combinação perfeita de protagonismo, roteiro e estilo. Para aqueles que buscam algo flexível, ‘Drop: Ameaça Anônima’ é um encontro que vale a pena marcar.” (Guardian)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de abril.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube

Na trama, Fahy interpreta Violet, uma mãe viúva em seu primeiro encontro em anos. Chegando no restaurante de luxo, ela fica aliviada ao ver que seu encontro, Henry (Brandon Sklenar), é mais charmoso e bonito do que ela esperava. Mas a química entre eles logo se transforma em tensão após ela começar a receber mensagens anônimas em seu telefone.

Ela é instruída a não contar a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filho e sua irmã, que está servindo como babá. Violet deve fazer exatamente como instruído ou todos que ela ama irão morrer. Sua missão final? Matar Henry.

O elenco ainda conta com Violett BeaneJacob Robinson, Reed Diamond, Gabrielle RyanJeffery SelfEd Weeks e Travis Nelson.

Jillian Jacobs e Chris Roach assinam o roteiro.

‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’ ultrapassa US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais

A sequência ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Após mais de um mês, o longa permanece no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana no território norte-americano, ficando atrás apenas de ‘Branca de Neve‘ e ‘Código Preto‘.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 192.1 milhões. Internacionalmente, foram US$ 208.7 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 400.8 milhões.

O TOPO 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$22.4M), México (US$15.3M), China (US$14.3M), França (US$13.6M) e Coreia (US$11.2M).

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e vai precisar arrecadar em torno de US$ 425 milhões para se pagar.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

capitaoamerica4 2