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Fotos de bastidores revelam construção MISTERIOSA no set de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’; Confira!

As filmagens de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, filme que integrará o DCU e que traz Milly Alcock como a heroína titular, seguem a todo vapor – e, agora, uma imagem inédita de bastidores começou a circular nas redes sociais.

Através do X (antigo Twitter), o perfil @UnBoxPHD divulgou uma nova foto mostrando uma grandiosa e misteriosa construção ganhando vida no set do longa-metragem. Apesar de poucos detalhes, especula-se que a construção em questão seja uma nave kryptoniana.

Confira:

O perfil também compartilhou mais duas imagens do mesmo set:

O filme fica a encargo de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em Cruella eEu, Tonya.

Gillespie é reconhecido por sua habilidade em trazer à vida histórias cativantes, tendo dirigido também outros filmes comoDinheiro Fácil’, A Garota Ideal e Arremesso de Ouro.

Escrito por Ana Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.

Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.

EMOCIONANTE! Confira o trailer dos episódios FINAIS de ‘Se a Vida Te Der Tangerinas’, novo dorama da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da quarta (e última) parte da série coreana ‘Se a Vida Te Der Tangerinas‘.

Com os doze primeiros episódios já estão disponíveis no serviço de streaming, os capítulos finais estão programados para o dia 28 de março.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em Jeju, a união entre uma jovem ousada e um rapaz esforçado se transforma em uma história de obstáculos e triunfos, provando que o amor pode perdurar por gerações.

Dirigido por Kim Won-seok, o roteiro do seriado é assinado por Lim Sang-choon.

O elenco conta com IUPark Bo-gumMoon So-riPark Hae-joon.

10 Dicas de Ótimos Filmes latino-americanos

A importância cultural por meio das reflexões que uma obra cinematográfica produz é fundamental para entendermos a identidade de um país. Mostrando importantes retratos sociais, o cinema latino-americano vem ganhando cada vez mais visibilidade no cenário mundial com produções marcantes. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 filmaços dessa região do continente americano:

 

Tantas Almas

Na trama, conhecemos José, um homem que sustenta sua família faz anos através da pesca em uma região litorânea na Colômbia. Certo dia, após voltar de uma longa pesca de noite, descobre que integrantes de uma força paramilitar mataram seus dois filhos e os jogaram no rio. Reunindo forças de onde não tem José resolve ir atrás dos corpos dos dois filhos em um perigoso trajeto.

 

Nove Rainhas

Juan e Marcos, dois vigaristas que se encontraram por acaso numa loja, resolvem unir forças para um golpe bastante lucrativo. Com as cartas sempre escondidas, e com a desconfiança rolando solta, nunca sabemos onde está a verdade. Até o final. Brilhante roteiro cheio de reviravoltas.

 

O Segredo dos Seus Olhos

Na trama, acompanhamos o solitário oficial de justiça Benjamin (Ricardo Darín) que acabara de se aposentar e preso a uma história de seu passado, um caso mal solucionado de assassinato, resolve escrever um livro e assim acompanhamos sua vida no tempo do ocorrido, anos atrás, onde inclusive ele conhece o grande amor de sua vida, Irene (Soledad Villamil). Com o passar dos fatos vamos acompanhando as investigações e absurdos dos fatos, que inclusive fere demais o ex-marido da vítima, uma homem que parou no tempo por conta da tragédia e a quem Benjamin promete ajudar.

 

Um Conto Chinês

Muito mal-humorado e recluso, Roberto é dono de uma loja de ferragens. Um dia, ajuda um homem recém chegado da China (que não fala sequer uma palavra em espanhol) a encontrar o tio – seu único parente vivo.

 

Relatos Selvagens

Na trama, acompanhamos pessoas em situações de desequilíbrios emocionais. Um homem perturbado reúne desafetos em um avião com desenrolares inimagináveis; uma garçonete enxerga uma oportunidade quando seu destino se cruza novamente com um agiota inescrupuloso e arrogante que destruiu sua família; uma briga de trânsito toma enormes proporções em uma estrada isolada; um engenheiro, perito em demolição e dominado pelo estresse do cotidiano, vai até as últimas consequências com o Detran argentino; um empresário ricaço precisa lidar com as consequências de um ato trágico feito pelo filho; uma mulher descobre que foi traída em meio a comemoração de sua união.

 

7 Caixas

Em 7 Caixas somos apresentados a Víctor (Celso Franco), um carreteiro de 17 anos, que trabalha dia e noite em um famoso mercado no centro de Assunção (Paraguai) sonhando em algum dia ser famoso e aparecer nas telinhas das televisões que lotam as lojas do grande mercado. Certo dia, recebe uma proposta diferente e misteriosa, transportar 7 caixas de madeira até um lugar, cujo conteúdo ele desconhece, em troca de uma nota rasgada ao meio de 100 dólares. Assim, ao lado de sua amiga Liz (Lali Gonzalez) precisa chegar até o seu destino fugindo de todos que não querem que isso aconteça.

 

Uma Mulher Fantástica

Na trama, conhecemos Marina (Daniela Vega), uma jovem transexual, garçonete, que mantém um sonho em ser cantora lírica. Sua vida amorosa está muito feliz, mantém um relacionamento com um homem mais velho chamado Orlando (Francisco Reyes) e o carinho é imenso de ambas as partes. Após uma noite agitada, o casal volta para casa e durante a madrugada Orlando começa a passar mal e acaba falecendo horas depois no hospital. Completamente abalada, Marina precisará enfrentar o preconceito da família de Orlando para poder se despedir do seu grande amor.

 

A Vida dos Peixes

Abordando um reencontro de dois eternos namorados, em uma festa rodeada de passado e indefinição sobre o futuro, brilha em cena dois artistas que se completam: Santiago Cabrera e Blanca Lewin dão vida aos personagens que comovem o público com suas incertezas e desejos evidentes um pelo outro.

 

Oeste Outra Vez

Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.

 

Manas

Na trama conhecemos Tiele (Jamilli Correa), que vive com sua família em uma região na Ilha de Marajó, no Pará. Cheia de sonhos logo entra em um pesadelo, começando por perguntas em respostas no sumiço da irmã. Quando se vê perdida e completamente atingida pela violência que chega aos seus olhos de forma cruel, persegue o socorro por um caminho solitário até as últimas consequências.

 

 

Milly Alcock é destaque na imagem INÉDITA de ‘Sirens’, nova comédia sombria da Netflix

Através das redes sociais, Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’, ‘Supergirl’) divulgou uma imagem inédita de Sirens, nova comédia sombria da Netflix.

A produção tem estreia marcada para o dia 22 de maio.

Confira:

O elenco ainda conta com Meghann Fahy, Julianne Moore, Bill Camp, Glenn Howerton, Kevin Bacon, Josh Segarra, Felix Solis, Trevor Salter, Britne Oldford, Lauren Weedman, Jenn Lyon, Erin Neufer e Emily Borromeo.

Criada por Molly Smith Metzler (‘Maid’), a série é baseada na peça também assinada por Metzler, ‘Elemeno Pea‘.

Dani GorinTom AckerleyMargot Robbie entram como produtores, enquanto Nicole Kassell (‘Watchmen’) entra como diretora e produtora executiva.

A trama acompanha Devon (Fahy), que está preocupada com o relacionamento assustador de sua irmã Simone (Alcock) com sua nova chefe, a misteriosa socialite e ativista animal Michaela Kell (Moore). O estilo de vida cult e ultraluxuoso de Michaela é como uma droga para Simone, e Devon acha que é hora de uma intervenção. Quando Devon rastreia sua irmã para descobrir o que está acontecendo, ela subestima o que esperar quando se tem Michaela como inimiga.

10 Ótimos Filmes exibidos no Lanterna Mágica 2025

Um dos eventos mais respeitados no Brasil quando o assunto é animação, o Lanterna Mágica chegou na sua sétima edição em 2025 trazendo um leque de reflexões e olhares com duas fortes mostras competitivas: uma nacional, outra internacional. As sessões ocorreram na excelente projeção da sala de cinema CINEX que fica no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia.

Com filmes de vários lugares do mundo e seus assuntos e técnicas variadas, o público teve a oportunidade de conferir projetos criativos e participar de debates sobre as obras. O evento contou também com outras atividades complementares – laboratórios de projetos, palestras, oficinas – que rolaram do dia 18 a 22 de março.

Para contar um pouco mais sobre algumas interessantes histórias que acompanhamos através do universo da animação, segue abaixo uma lista com 10 Ótimos Filmes exibidos no Lanterna Mágica 2025:

 

The Car That Came Back From the Sea

Premiado em alguns festivais, essa ótima animação curta-metragem polonesa – com seu ritmo intenso e equilibrado por uma narrativa certeira – nos leva até a história de alguns amigos, um carro e uma viagem que acaba passando mudanças sociais e políticas de um país.

 

In the Shadows of the Cypress

Emocionante curta-metragem iraniano, vencedor do Oscar de Melhor Curta de Animação. No exílio de suas ações, tendo a distância como elemento agregador das emoções, e trazendo questões que atingem o estresse pós-traumático, conhecemos pai e filha em uma crise nessa relação. Quando a filha chega em seu limite e está prestes a ir embora, uma baleia encalha bem na frente da casa deles.

 

Anacleto, o Balão

Nesse curta-metragem do Paraná, acompanhamos a saga de um jovenzinho que um dia se vê de frente com um balão vermelho. Esse artefato de papel fino e com formatos variados passa a fazer parte da família, interagindo no café da manhã e até acompanhando jogos de futebol com toda a família. Após um tempo, algumas situações inusitadas começam a fazer parte das percepções do jovem e os sustos se tornam algo constante.

 

Papillon

O curta-metragem francês Papillon conta a incrível história de um homem, suas memórias e a forte ligação com a água. Esse personagem é baseado no nadador Alfred Nakache, um dos únicos atletas judeus a competirem nos Jogos Olímpicos depois de passar os horrores do Holocausto. Um filmaço!

 

The Salami Sandwich

Trazendo os olhares para a terrível ditadura argentina que percorreu os anos 70 e 80, o curta argentino The Salami Sandwich nos mostra através de uma animação cheia de efeitos e com traços marcantes o retrato de um militante capturado e torturado por autoridades militares que busca uma saída para aquela situação.

 

Eu e o Boi, o Boi e Eu

Em cinco interessantes minutos acompanhamos um pequeno recorte na vida de uma criança que paralisa seus olhos para as histórias que escuta da mãe sobre um tal boi da manta que é uma figura representativa de uma festa popular conhecida em sua cidade, Pedro Leopoldo. Com o passar do tempo a criança embarca em jornada de onde vai do extremo de um medo incessante até um fascínio pelas descobertas.

 

A Viagem de Tetê

Trazendo outros significados e maneiras de olhar um momento importante na vida de uma mãe – o desmame – o longa-metragem carioca A Viagem de Tetê nos leva até um simpático recorte tendo na frente das questões uma jovenzinha e sua relação com Tetê, uma teta carismática que um dia precisa ir embora. Esse é um filme lindo, que emociona, além de refletir sobre um tema importante e pouco falado no cinema.

 

Mergulhão

Adaptação de um quadrinho homônimo, o curta-metragem pernambucano Mergulhão bate na tecla das relações sociais, nas lutas de muitos contra o sufocamento de quem está no poder. Adorei, deu vontade de ler o quadrinho!

 

O Nome da Vida

Com uma ampla contextualização sobre um momento conturbado de nosso país, o curta-metragem O Nome da Vida é um poderoso thriller baseado na história de um militante preso durante uma operação na ditadura militar.

 

Pressure

Ao abordar o transbordar das emoções escondidas, algo como uma necessidade de desabafo, aos olhos de uma personagem em conflito, o curta-metragem Pressure nos leva até um projeto reto, criativo e objetivo com pontos de reflexões sobre o viver. Impressionante como um filme consegue ser tão profundo e impactante em apenas dois minutinhos.

 

Saiba QUAIS estrelas de Hollywood pediram para Trump IMPEDIR que as empresas usem obras protegidas no treinamento de IA

A Inteligência Artificial usa textos, livros e obras de autores para criar textos e ideias plagiadas e se auto-treinar.

Como forma de proteger as obras e seus autores, 400 líderes criativos de Hollywood assinaram uma carta aberta ao Escritório de Política Científica e Tecnológica da Casa Branca, solicitando que a administração Donald Trump não reverta as proteções de direitos autorais sob a influência das empresas de inteligência artificial (IA) em Hollywood.

Conheça algumas das estrelas que assinaram a carta:

Ben Stiller

Mark Ruffalo

Guillermo del Toro

Natasha Lyonne

Paul McCartney

Cynthia Erivo

Cate Blanchett

Phoebe Waller-Bridge

Cord Jefferson

Bette Midler

Ava Duvernay

 Paul Simon

Aubrey Plaza

Ángel Manuel Soto

Ron Howard

Taika Waititi

Ayo Edebiri

Joseph Gordon-Levitt

Lily Gladstone

Sam Mendes

Brit Marling

Janelle Monáe

 Bryn Mooser

Rian Johnson

Paul Giamatti

Maggie Gylenhall

Alfonso Cuarón

Olivia Wilde

Judd Apatow

 Kim Gordon

Chris Rock

Michaela Coel.

Segundo a Variety, a carta foi escrita em resposta a recentes solicitações feitas ao Escritório de Política Científica e Tecnológica pela OpenAI e Google, que afirmaram que a legislação de direitos autorais dos Estados Unidos deveria permitir que empresas de IA treinem seus sistemas com obras protegidas por direitos autorais sem precisar obter permissão (ou compensação) dos detentores de direitos.

Em um trecho da carta, os signatários afirmam:

“Acreditamos firmemente que a liderança global dos EUA em IA não deve ocorrer à custa de nossas indústrias criativas essenciais”.

Além disso, a carta alerta que “as empresas de IA estão pedindo para minar essa força econômica e cultural, enfraquecendo as proteções de direitos autorais para filmes, séries de TV, obras de arte, escritos, músicas e vozes usadas para treinar modelos de IA no núcleo das avaliações corporativas de bilhões de dólares”.

A carta também destaca que Google e OpenAI “estão buscando uma isenção especial do governo para explorar livremente as indústrias criativas e de conhecimento dos EUA, apesar de suas receitas substanciais e fundos disponíveis. Não há razão para enfraquecer ou eliminar as proteções de direitos autorais que ajudaram os EUA a prosperar”.

A OpenAI defende que a doutrina do uso justo da lei de direitos autorais dos EUA “promove o desenvolvimento de IA” e propõe que o pais “tomem medidas para garantir que nosso sistema de direitos autorais continue a apoiar a liderança da IA nos EUA e a segurança econômica e nacional”, incluindo “trabalhar para impedir que países menos inovadores imponham seus regimes legais às empresas de IA americanas e desacelerem nosso progresso”.

O Google, por sua vez, defende “regras equilibradas de direitos autorais, como exceções de uso justo e mineração de texto e dados”.

Ele ainda destaca que têm sido “críticas para permitir que os sistemas de IA aprendam com o conhecimento prévio e dados publicamente disponíveis, desbloqueando avanços científicos e sociais. Essas exceções permitem o uso de material protegido por direitos autorais e disponível publicamente para o treinamento de IA sem impactar significativamente os detentores de direitos, evitando negociações muitas vezes imprevisíveis, desequilibradas e longas com os detentores de dados durante o desenvolvimento de modelos ou experimentação científica”.

‘Um Lugar Silencioso 3’ vai acontecer? Produtor responde!

Durante o Festival SXSW, o produtor Brad Fuller falou sobre a vindoura sequência ‘Um Lugar Silencioso 3’ após o atraso no lançamento do filme.

Fuller, que estava presente no evento promovendo seu próximo filme, ‘O Astronauta’, revelou que a continuação ainda está em andamento.

“Então, ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ não é ‘Um Lugar Silencioso 3’, só para deixar claro”, ele disse. “‘‘Um Lugar Silencioso 3‘ está começando a ser montado agora. Sabe, quando fizemos o primeiro, John [Krasinski] não tinha muito o que fazer. Ele tinha acabado de sair de ‘The Office’ e queria ser diretor.”, disse ao The Direct.

O terceiro capítulo do suspense, estrelado por Emily Blunt, foi adiado por razões desconhecidas e agora permanece sem uma data confirmada de lançamento.

Enquanto aguardamos mais notícias sobre ‘Um Lugar Silencioso 3’, vale ressaltar que o spin-off ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ já está disponível na Netflix.

O filme explorou eventos anteriores ao capítulo de estreia e apresentou um elenco composto por nomes como Lupita Nyong’o (‘Nós‘), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘), e Alex Wolff (‘Hereditário’).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção mostra o primeiro dia da invasão alienígena e é ambientada na cidade grande, em Nova York, seguindo a luta pela sobrevivência da personagem de Nyong’o, que está tentando proteger seu filho.

Michael Sarnoski (‘Pig: A Vingança‘) dirige.

Do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Remakes em Live-Action da Disney, incluindo ‘A Branca de Neve’

Nos últimos anos, a Disney tem investido fortemente na reinterpretação de seus clássicos animados em versões live-action, trazendo novas abordagens para histórias que já conquistaram gerações.

A fórmula tem gerado discussões entre fãs e críticos, com alguns filmes sendo aplaudidos por sua fidelidade e inovação, enquanto outros têm sido alvo de críticas por não conseguirem capturar a essência das animações originais.

A cada novo lançamento, a expectativa cresce: será que a magia que encantou o público no passado pode ser recriada com tecnologia moderna e atores reais?

Neste artigo, vamos explorar e classificar os principais filmes live-action da Disney, destacando os pontos fortes e fracos de cada produção e analisando qual delas realmente conseguiu capturar a essência dos clássicos enquanto traz algo novo para a tela.

Com isso em mente, resolvemos ranquear para você, listando do pior ao melhor, simplesmente todos os 21 remakes em live-action da Disney, baseados em suas clássicas animações.

Confira abaixo.

21 | Pinóquio (2022)

Pinóquio se tornou em pouco tempo um dos filmes menos apreciados pelos críticos e público do acervo da Disney. O filme é baseado no icônico longa de 1940 – fazendo dele o mais antigo a ser adaptado em nova versão, batendo Dumbo por um ano. Apesar de ser dirigido por Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) e ter Tom Hanks no papel do inventor Geppetto, Pinóquio não recebeu lançamento nos cinemas. O filme se torna assim o segundo do subgênero a receber uma estreia direto na plataforma da Disney+ depois de A Dama e o Vagabundo. Mas algo me diz que não será o último com esta proposta. Pinóquio estreou na plataforma no dia 8 de setembro.

20 | 102 Dálmatas (2000)

A segunda incursão da veterana Glenn Close na pele da vilã Cruella não cai no gosto do grande público e dos críticos como o anterior. Na trama, a personagem é libertada após aparentemente ser curada de sua obsessão por pele de cachorros através da hipnose, se tornando uma ativista dos direitos dos animais. Porém, quando o tratamento regride subitamente, ela volta a ser a vilã que conhecemos e perseguir os dálmatas. Segundo os críticos, essa continuação é mais do mesmo, além de se arrastar em partes, o que termina por entediar as crianças. Fora isso, também se mostra um filme muito violento para a sua censura livre.

19 | Alice Através do Espelho (2016)

Mais uma sequência encontra lugar no fundo da lista, na parte dos piores. Aqui, temos a desnecessária continuação de Alice no País das Maravilhas (2010), que por si só é um filme divisor de opiniões no acervo da Disney – enquanto as crianças adoraram, os adultos o consideram um dos esforços mais fracos do diretor Tim Burton. Nesta sequência, Burton retorna apenas como produtor. No elenco, os atores principais retornam, numa trama onde Alice precisa ajudar o Chapeleiro Louco contra o vilão Tempo. Os críticos enalteceram o visual da superprodução, assim como no original, mas reconheceram que isso não é o bastante para sustentar o filme, que decepciona seu material original.

18 | Malévola: Dona do Mal (2019)

Mais uma continuação para a conta, esta é a terceira e última da lista. Um dos maiores pecados cometidos por esse remake de A Bela Adormecida foi colocar a vilã Malévola como a heroína da história, suavizando e justificando seus atos. Um dos poucos atrativos da sequência é a presença da musa Michelle Pfeiffer, como a verdadeira vilã aqui. Os críticos novamente apontam o visual incrível da superprodução, e um roteiro que não consegue equilibrar seu conteúdo com a estética. Ou algo que faça valer sua existência.

17 | Dumbo (2019)

Desde 2014 com Malévola, o estúdio não perde um ano sequer sem uma estreia do tipo. Mas com o ano de 2019 chegaria uma verdadeira enxurrada de nada menos que cinco filmes do subgênero. Dumbo, filme sobre um elefantinho de circo com grandes orelhas que inicialmente é tratado como aberração, mas depois aprende a voar com elas se tornando um verdadeiro astro, foi o primeiro a chegar. Aqui, é claro, temos a adaptação do longa animado mais antigo do estúdio até então, datando de 1941. E para a tarefa foi trazido à cena novamente o diretor Tim Burton. A opção do cineasta, porém, foi por um filme mais realista, ou seja, sem animais falantes. Ou devo dizer, mais realista possível, afinal ainda temos um elefante voador.

16 | 101 Dálmatas (1996)

Ainda na década de 90, este é o filme que todos lembram como sendo a primeira adaptação em live-action de uma clássica animação da Disney. O que muitos esquecem é que antes veio a versão “Tarzan” de Mogli – O Menino Lobo com o filme O Livro da Selva, de 1994. Aqui, é claro, temos uma versão certeira de carne e osso para 101 Dálmatas (1961), que conta com uma interpretação ainda muito elogiada da veterana Glenn Close no papel da vilã Cruella DeVil, roubando muito dos holofotes do filme. Apesar do desempenho certeiro da protagonista, o pensamento dos críticos hoje é que este foi um remake genérico e sem necessidade.

15 | Alice no País das Maravilhas (2010)

Por mais que 101 Dálmatas tenha feito sucesso em sua versão de carne e osso em 1996, demoraria nada menos que 14 anos até a Disney se interessar por outro live-action de um clássico animado de seu acervo. Na era dos novos efeitos 3D trazida por Avatar (2009) aos cinemas, chegava na esteira de tal sucesso a versão de Tim Burton para Alice no País das Maravilhas (1951). E o filme definitivamente se favoreceu dos efeitos em terceira dimensão para se tornar um dos maiores sucessos da década passada, ao romper a barreira de US$1 bilhão em bilheteria. A trama, no entanto, fugia da animação, o que pode ter frustrado alguns espectadores mais nostálgicos. Esse filme também gerou uma sequência, lançada em 2016 – o que se mostraria uma “maldição” para os live-action da Disney, de continuações bem inferiores ao seu original.

14 | O Rei Leão (2019)

Fechando as produções lançadas para o cinema em 2019, a Disney ainda faria o sol raiar na savana africana com a versão em live-action (ou CGI-action) de um de seus desenhos mais queridos, O Rei Leão (1994). Essa foi mais uma obra moderna que recebeu novo tratamento, e para a direção foi contratado Jon Favreau, o mesmo de Mogli (2016). Já em termos da trilha sonora, a diva pop Beyoncé ficou encarregada e performou para o longa – além, é claro, de dublar a personagem Nala. O Rei Leão também ganhará uma sequência. E para não dizer que foi o último lançamento nos cinemas em 2019 no subgênero, o estúdio estreou também Malévola 2 no mesmo ano.

13 | A Dama e o Vagabundo (2019)

Agora sim, finalizando as estreias de 2019, no entulhadíssimo ano dos live-action da Disney, temos uma produção que não ganhou um lançamento nos cinemas. Acontece que pela primeira vez em filmes do tipo, A Dama e o Vagabundo, baseado na animação clássica de 1955, estreou diretamente na plataforma da Disney+ para ser assistido em casa – como forma de impulsionar o streaming da Disney junto aos fãs. Desta forma, o romance entre uma cachorrinha da raça Cocker Spaniel e um cãozinho vira-lata pôde ser conferido por toda uma nova geração… de assinantes da plataforma do estúdio.

12 | O Livro da Selva (1994)

Engana-se quem pensa que as refilmagens de carne e osso das animações clássicas da Disney são coisa de agora. A primeira delas remete lá do início década de 90. Trata-se da adaptação de Mogli – O Menino Lobo (1967) na forma de uma aventura mais séria e realista (sem animais falantes, por exemplo). Fora isso, aqui Mogli cresce e se torna um adulto, interpretado por Jason Scott Lee, numa trama que lembra mais um filme do Tarzan.

11 | Branca de Neve (2025)

O remake, apesar de alguns deslizes, consegue capturar a magia do clássico original, trazendo elementos novos que tornam os arcos mais interessantes. A jovem atriz Rachel Zegler brilha como Branca de Neve, entregando uma performance marcante com vocais emocionantes e uma abordagem única do personagem. A direção de Marc Webb, com apoio da roteirista Erin Cressida Wilson, utiliza contrastes visuais para diferenciar as jornadas de Branca e da Rainha, utilizando cores e enquadramentos para simbolizar a luta pela liberdade e o empoderamento de Branca.

Apesar de acertos como a fotografia e a trilha sonora moderna de Benj Pasek e Justin Paul, o filme peca na performance de Gal Gadot como a Rainha Má. Sua interpretação foi criticada por ser exagerada e caricata, o que prejudica a construção de uma vilã memorável. Contudo, Branca de Neve conquista o público por não tentar imitar o original, permitindo que Zegler brilhe e trazendo um charme próprio à história, mesmo que não alcance a perfeição da animação clássica.

10 | Mufasa: O Rei Leão (2024)

Ainda que melhor que o primeiro live-action, ainda falta alma para a pré-sequência. Apesar da animação de alta qualidade e da direção musical de Lin-Manuel Miranda, o filme apresenta algumas falhas. As canções, embora competentes, não deixam uma marca emocional forte, e o fato de animais realistas cantarem pode parecer estranho para o público. No entanto, Mufasa: O Rei Leão se destaca como uma história emocional e profunda, enriquecendo o legado do personagem e contribuindo para a mitologia de O Rei Leão com valores e lições que ressoam ao longo do filme.

 

09 | A Pequena Sereia (2023)

Dirigido por Rob Marshall, o remake de A Pequena Sereia utiliza a nostalgia de forma eficaz e, apesar de alguns pontos fracos, como a batalha final e alguns enquadramentos, se estabelece como uma das melhores adaptações em live-action da Disney. Os personagens, como a vilã Úrsula (Melissa McCarthy), o comediante Sabidão (Awkwafina) e o carismático Linguado (Jacob Tremblay), são interpretados com destaque. A produção, que celebra tanto a animação de 1989 quanto o legado Disney, é uma experiência visualmente rica e emocional, agradando a fãs antigos e novos.

08 | A Bela e a Fera (2017)

Em 2017 ocorreu uma quebra de paradigma no subgênero. Antes, o objetivo da Disney era reformular suas animações mais antigas para um novo público – leia-se as crianças de hoje. Assim, tínhamos novas versões de carne e osso de clássicos das décadas de 1950 e 1960, basicamente. Com este item a coisa mudou de figura. Acontece que este subgênero criado pela Disney estava dando tão certo, que o estúdio resolveu colocar para jogo uma de suas maiores e mais prestigiadas animações de todos os tempos, A Bela e a Fera (o primeiro filme do estúdio a receber uma indicação ao Oscar na categoria principal), de 1991. A história imortal de amor trouxe Emma Watson como Bela e Dan Stevens como a fera (inteiramente gerada por CGI).

07 | Mulan (2020)

Uma das grandes promessas da Disney para o ano de 2020 era o lançamento do representativo Mulan – que aborda a cultura chinesa e o empoderamento feminino. Lançada em 1998, a animação Mulan é o filme mais recente da Disney a ganhar uma versão em live-action. E assim como alguns itens citados acima, a opção dos produtores e da diretora Mira Nair foi por um filme mais realista e pé no chão, eliminando os elementos fantásticos, como pequenos dragões falantes. Acontece que aí veio a pandemia… e Mulan foi um dos lançamentos que sofreu com os efeitos de cinemas fechados – precisando recorrer à plataforma da Disney+.

06 | Malévola (2014)

Assim como Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, Malévola não é exatamente uma adaptação de um desenho clássico da Disney, mas sim uma subversão de um deles. Enquanto Alice mostrava a protagonista não mais criança, e sim uma jovem em seus 20 anos retornando ao País das Maravilhas, Malévola tira o foco da Bela Adormecida (animação icônica de 1959) e o coloca na vilã da história – agora tratada como anti-heroína. Tudo isso porque a estrela Angelina Jolie revelou que A Bela Adormecida era seu filme preferido da Disney. Jolie ficou perfeita no papel da bruxa chifruda, mas levando em conta o ditado que “se melhorar estraga”, Malévola foi outro live-action que sofreu com uma continuação bem inferior, lançada em 2019.

05 | Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível (2018)

Aqui temos mais um item curioso na lista. O Ursinho Pooh (antes ursinho Puff) é um dos personagens mais queridos da Disney, e assim como símbolos do estúdio como o Mickey, Pato Donald e o Pateta, protagonizou ao lado de sua turminha uma série de desenhos animados para a TV, mas também alguns longas-metragens para o cinema. Ou seja, ele não é parte de uma única animação clássica marcante como os demais citados acima, mas sim é um personagem recorrente no universo do estúdio. Pooh e as outras criaturas como o leitão chamado Leitão e o burrinho Ió (antes Bisonho) são na verdade animais de pelúcia que ganham vida através da imaginação do menino Christopher Robin. Mas o que acontece quando o menino se torna homem, ganha uma família, e os animaizinhos reaparecem? É o que conta esse criativo live-action com Ewan McGregor no papel do menino crescido.

04 | Cinderela (2015)

Logo no ano seguinte de Malévola, a Disney tirou do papel outra de suas animações clássicas em versão de carne e osso. Mas ao contrário de Alice e Malévola, que subvertiam seu material fonte, Cinderela é um retrato fiel do clássico de 1950 no qual é baseado. Isto é, tentando ao máximo ser uma história mais sóbria e realista – apesar de ainda contar com elementos fantásticos, vide a Fada Madrinha, vivida por Helena Bonham-Carter. O filme serviu para revelar ao mundo o talento e beleza de Lily James e ainda trazia Cate Blanchett como a Madrasta Má, e a direção de Kenneth Branagh.

 

03 | Aladdin (2019)

Depois de A Bela e a Fera, outra animação um pouco mais moderna ganhava o tratamento em live-action, com direito a gênio da lâmpada estapeador e tudo. No ano seguinte da animação A Bela e a Fera, a Disney emplacava Aladdin, que está completando 30 anos de lançamento em 2022 – e garantia um novo fenômeno mundial. Pulamos para 2019, o ano mais “crowdeado” para as versões live-action da Disney. Depois de Dumbo, foi justamente Aladdin o escolhido para seguir com o subgênero naquele ano. O chamariz aqui deste filme de Guy Ritchie, sem dúvida é a presença de Will Smith substituindo Robin Williams no papel do gênio azul. Aladdin é outro que já tem uma sequência anunciada – resta saber como ficará a situação de Smith após o tapa visto e ouvido no mundo todo.

02 | Cruella (2021)

Voltando para um dos primeiros live-action de sucesso da Disney (baseado numa animação clássica), 101 Dálmatas receberia nova chance de brilhar com Cruella – que assim como Malévola (2014), resolveu dar os holofotes e, em especial, o título do filme para sua vilã. Podemos dizer que Cruella já havia roubado a cena no filme de 1996 nas formas de Glenn Close, mas a opção do estúdio desta vez foi por uma história de origem, num conto bem revolucionário e anárquico, que foi comparado ao longa do vilão Coringa. De fato, estes dois guardam algumas semelhanças. Para a missão de encarnar a personagem foi escalada a vencedora do Oscar Emma Stone – e o resultado foi tão positivo que uma sequência já se encontra em andamento.

01 | Mogli – O Menino Lobo (2016)

Depois dos sucessos arrebatadores de Alice no País das Maravilhas e Malévola, foi aberta a porta deste subgênero das versões em carne e osso das animações clássicas da Disney – e passamos a ganhar ao menos uma por ano. No ano de 2016 foi a vez da nova roupagem do clássico Mogli, de 1967, que por sua vez já havia sido adaptado num filme sóbrio e que serviu como o primeiro do subgênero no estúdio ainda em 1994. Aqui, porém, com direção de Jon Favreu, temos uma obra bem mais fiel à animação, com direito a um Mogli igualzinho ao do desenho e, claro, os animais falantes. Uma continuação é anunciada para 2026, ou seja, dez anos depois.

Sequência de ‘Smallville’ é colocada em PAUSA e motivo é revelado

O cocriador Alfred Gough revelou que a sequência  animada de ‘Smallville‘ terá que esperar até que a Warner Bros. termine ‘Superman‘, de James Gunn.

“A Warner obviamente passou por muita coisa, e acho que o fato de que eles estão no processo de reiniciar ‘Superman’ novamente, meio que infelizmente, eu acho, mantém nossa coisa fora de questão por um tempo”, disse Gough às estrelas de “SmallvilleMichael Rosenbaum e Tom Welling em seu podcast “Talk Ville” . “Tudo se resolve de uma forma ou de outra, acabei de ler outro dia que eles estão reiniciando ‘Buffy’ para o Hulu.”

Cocriada por Gough e Miles Millar, ‘Smallville‘ teve 217 episódios em 10 temporadas na CW. O programa seguiu um adolescente Clark Kent (Welling) aprendendo a controlar seus superpoderes para o bem na pitoresca cidade de Smallville, Kansas.

Gough continuou acrescentando que outra ruga na sequência da série ‘Smallville‘ poderia ser a “mudança de regime” que aconteceu na Warner Bros. Em 2022, Gunn e Peter Safran foram nomeados co-CEOs da DC Studios , um braço de produção recém-criado encarregado de supervisionar as propriedades da DC na WB.

“É isso, acho que o problema com a maioria dos projetos em desenvolvimento em qualquer estúdio e/ou qualquer rede é a mudança de regime”, disse Gough. 

Smallville’ está disponível no Max.

FLOPOU!’ Branca de Neve’, ‘As Marvels’, ‘Minecraft’ e os Trailers que tiveram a Maior REJEIÇÃO da História

Qual o objetivo de um trailer? Ele possui alguns. O primeiro e mais essencial é comunicar ao público que determinado filme existe e quando será lançado. Afinal, a maneira que grande parte dos espectadores ainda fica sabendo da existência de um filme e através de seu trailer. Ou seja, o primeiro objetivo é informar. O segundo objetivo é mostrar o teor que determinado filme terá para o público. Ou seja, mesmo os que já sabem que determinado filme está sendo produzido, só terá uma noção real de como o filme será (clima, visual, atuações) a partir do trailer. E o terceiro é informar qual é a história de determinado filme.

Assim, existem hoje diversas empresas especializadas em trailers trabalhando em Hollywood, que nada tem a ver com os responsáveis pelo filme em si. O que essas empresas fazem é resumir em um pouco mais de dois minutos (dependendo) todos esses tópicos: a trama do filme, o clima, visual e atuações, e a data do lançamento. É claro também que aí teremos dois resultados: bons trailers para filmes ruins e trailers ruins para bons filmes. Sabendo que esse segundo não fez um bom trabalho.

A rejeição de um trailer também pode expressar o pensamento de grande parte do público em relação a uma obra. É justamente disso que falaremos nessa nova matéria. Confira abaixo os trailers mais rejeitados pelo público da história do cinema e entenda um pouco mais do motivo.

Aladdin (2019)

A Disney não é estranha a mais dislikes do que likes em seus trailers. Porém, aqui temos um caso curioso. Assim como a vindoura versão de ‘Branca de Neve’, o reboot em live-action de ‘Aladdin’ gerou bastante controvérsia com sua primeira prévia há mais de cinco anos. Acontece que toda atenção foi focada no Gênio da Lâmpada, interpretado por Will Smith. A comparação com o saudoso Robin Williams foi inevitável, e Smith não tinha como vencer essa. E isso foi antes do desastre conhecido como o “tapa ouvido ao redor do mundo” no Oscar 2022. Os fãs acharam que os efeitos do personagem estavam capengas. Outro alvo de polêmica foi o vilão Jafar em versão galã, nas formas de Marwan Kenzari.

Mas aqui temos um caso curioso porque o filme se mostrou um verdadeiro sucesso, apesar da má reputação trazida pelo trailer. Sim, existem casos assim. No ano de 2019, a Disney bateu o recorde e lançou três remakes em live-action de suas animações queridas: ‘Aladdin’, ‘Dumbo’ e ‘O Rei Leão’. Enquanto todos torceram o nariz para o trailer de ‘Aladdin’, que recebeu 70 mil dislikes contra os 44 mil likes, o público abraçou as prévias de ‘Dumbo’ e principalmente ‘O Rei Leão’ como promessas de boas atrações. Provando que o mundo dá voltas, ‘Aladdin’ se tornou o mais querido dos três.

As Caça-Fantasmas (2016)

Não dá para falar dos trailers mais rejeitados da história sem falar em ‘As Caça-Fantasmas’, de 2016. Você conhece a história. O filme que gerou mais comoção, demonstrando o poder da internet há oito anos, segue sendo bastante polêmico. Aliás, o ano de 2016 lançou alguns dos filmes mais polêmicos de anos recentes, vide ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’. Se juntando ao lote, temos a versão feminina da equipe dos investigadores paranormais. E sim, aí podemos dizer que entra em jogo muito do pensamento purista e antiquado que não aceita mudanças, ainda mais se estas mudanças forem de gênero e etnia.

Desde que foi confirmado pelo estúdio, a versão só com mulheres para ‘Caça-Fantasmas’ foi recebida com rejeição. Acontece que, por um lado, os fãs sempre esperaram um terceiro filme desde 1989, com a equipe original. E quando foi revelado que o elenco original estaria de volta, porém, interpretando outros personagens, muitos viram como uma oportunidade desperdiçada. E sim, como de costume, grande parte também é formada por misóginos e racistas. Seja como for, a manifestação contrária surgiu com o primeiro trailer, que se tornaria o mais rejeitado da história do Youtube. O fato chamou imediatamente atenção, pois nunca uma análise negativa dessa proporção havia sido feita.

Foi a partir de ‘As Caça-Fantasmas’ que se começou a ter consciência que certos trailers poderiam gerar mais dislikes do que likes, enfatizando a insatisfação da maioria. No caso deste trailer, 647 mil dislikes contra 220 mil likes. Na época, se chegou ao absurdo de não permitir mais clicadas no botão de dislikes, e a seção de comentários foi desativada – para se ter noção. Talvez tudo isso fosse remediado se o filme “matasse a pau”, se fosse um enorme sucesso adorado por todos. Porém, passou bem longe disso. Não chegou a ser uma atrocidade, apenas um filme sem sal e sem graça. Se tivesse colhões de verdade, a Sony bancaria uma sequência e tentaria melhorar/ evoluir com o segundo filme. Porém, o reboot feminino foi logo descartado em prol de um novo reboot, esse fim uma passagem de bastão dos veteranos para uma nova equipe.

Um Filme Minecraft (2025)

O ano de 2025 mal começou, mas já temos alguns candidatos a filmes mais odiados pelo público. Isso é, se o resultado do filme em si for parecido com o de sua prévia. Muitos acharam que a adaptação do querido game ‘Minecraft’ em forma de filme era uma ideia meio sem-noção, mas poderia dar certo – como já ocorreu no passado. No entanto, foi só o primeiro teaser cair online que o público deu o seu recado, rejeitando completamente o que foi mostrado até aqui. Primeiro, porque a trama sobre um grupo de pessoas excêntricas cair em um mundo novo já foi muito feito em Hollywood e até lembra a trama de ‘Jumanji’, também com Jack Black.

Segundo, porque o trailer não teve qualquer graça, nenhuma piada realmente divertida, apenas frases de efeito batidas, com os personagens surpresos pelo novo mundo. Por fim, a aparição de Jack Black (caracterizado como ele mesmo) proferindo: “eu sou Steve” foi tão digna de “qualquer nota” que terminou se tornando meme. A Warner precisará reverter esse quadro caso queira que o filme se torne um sucesso. Nos primeiros três dias após a estreia do trailer, ‘Um Filme Minecraft’ teve absurdos 28.2 milhões de visualizações, sendo que desse número, 1.2 milhões de espectadores clicaram no botão de dislike – e apenas 588 mil no botão oposto de curtir. O filme estreia no início de abril.

Branca de Neve (2025)

Antes de ‘Minecraft’, a Disney passou por provação semelhante com sua versão em live-action da primeira animação em longa-metragem da casa, com ‘Branca de Neve’, que já está nos cinemas. Desde que foi anunciado o projeto do filme tinha sido recebido com bastante desconfiança pelos fãs, para dizer no mínimo. E passou por refilmagens controversas. Primeiro, o longa não teria os sete anões por medo de estereótipos e cancelamento. Depois decidiu que teria, mas substituiu atores reais por anões gerados por CGI. Fora isso, a protagonista Rachel Zegler gerou polêmica por ser uma Branca de Neve latina, parte da política de representatividade da Disney.

Como se não bastasse, Zegler é uma atriz “bocuda”, que gosta de enfiar o dedo na ferida e desafiar os haters, assim como Brie Larson. Ou seja, não tentou reverter o quadro de sua imagem para os que não gostam dela. ‘Branca de Neve’ entrou na lista dos trailers mais rejeitados pelos fãs com 1 milhão de “descurtidas” contra 80 mil curtidas.

Por fim, o live-action arrecadou apenas US$ 87.3 milhões em sua estreia global – ficando abaixo das projeções recentes, que indicavam uma abertura acima de US$ 100 milhões.

Para termos de comparação com outros live-actions da Disney, o desempenho ficou 16% abaixo de ‘Cinderela‘, 19% abaixo de ‘Dumbo‘ e 33% abaixo de ‘A Pequena Sereia‘.

As Marvels (2023)

Falando em Brie Larson, é claro que um filme da atriz estaria na lista também. A verdade é que Larson não tem papas na língua com seus comentários, que desafia os haters com seu posicionamento feminista. Mas isso não impediu de fazer sua primeira aparição como Carol Danvers um fenômeno com ‘Capitã Marvel’, 2019, um filme que arrecadou mais de US$1 bilhão em bilheterias mundiais, entrando para o seleto clube de filmes bilionários. A magia, no entanto, não se repetiu na continuação – que não era um filme exclusivo da personagem. E talvez aí esteja o problema. Houveram relatos inclusive de que a própria Larson estaria insatisfeita de dividir sua continuação com duas outras novatas, personagens saídas de séries de TV da Disney+. Ou seja, não é como se outros personagens masculinos da casa tiveram que passar por isso.

Muitos reclamaram que o problema era justamente esse. E quem não viu as séries de onde saíram Kamala (Iman Vellani) e Monica (Teyonah Parris)? Fora isso, o clima juvenil e despretensioso, sem qualquer drama ou risco aparente, fez de ‘As Marvels’ o filme mais leve do MCU, um capítulo que qualquer um poderia pular na saga, por não ser significativo realmente para o todo. É como se os próprios realizadores dissessem: “esse aqui não tem muita relevância”. Mas o ângulo abordado pelos envolvidos foi o da misoginia e o do racismo. O que convenhamos, sempre está ali inserido também. ‘As Marvels’ se tornou o trailer com mais “descurtidas” da história do MCU, e em seus primeiros três dias de lançados gerou 500 mil dislikes. E como sabemos, resultou também na pior bilheteria dessa nova fase do estúdio.

As 10 melhores adaptações em live-action da Disney – será que ‘Branca de Neve’ entrou na lista?

Já faz um bom tempo que os estúdios Walt Disney vem investindo esforços em reimaginações em live-action de suas clássicas animações – apresentando histórias atemporais e que marcaram época para uma nova geração.

Apesar de nem todas funcionarem como deveriam, alguns títulos conseguem nos surpreender por recapturar a magia da obra original e expandir uma mitologia através de narrativas bem construídas e envolventes.

Pensando nisso – e celebrando a estreia do remake de Branca de Neve nos cinemas -, preparamos uma lista ranqueando as dez melhores adaptações em live-action da Disney.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. A DAMA E O VAGABUNDO (2019)

Se A Dama e o Vagabundo tornou-se um clássico e detém, até hoje, algumas das sequências mais memoráveis do cinema hollywoodiano (afinal, como se esquecer do momento-chave ao som de “Bella Notte”), o diretor Charlie Bean teria uma tarefa e tanto pela frente com o remake e, entre acertos e erros, ao menos explorou alternativas para aumentar o arco narrativo dos cãezinhos e utilizou elementos naturalistas do mumblecore para garantir uma fluidez considerável entre os personagens.

Aqui, Tessa ThompsonJustin Theroux fazem o que conseguem com os diálogos que recebem para interpretar os personagens titulares e delineiam os primórdios de uma relação que se consolida no grand finale da obra – emergindo como os pontos mais fortes da produção e conseguindo ofuscar os deslizes.

9. PETER PAN & WENDY (2023)

Enquanto outras tentativas de traduzir ‘Peter Pan’ em um live-action aconteceram, poucas encontraram sucesso – com exceção, talvez, do longa-metragem de 2003 que trouxe Jeremy Sumpter e Jason Isaacs no elenco protagonista (e que, mesmo assim, gerou um prejuízo multimilionário para a Universal Pictures). Em 2023, fomos convidados a revisitar a Terra do Nunca com o remake da própria Casa Mouse, ‘Peter Pan & Wendy’, que apostou fichas em investidas diferentes das anteriores – e que acertou em cheio em alguns elementos e falhou em outros, transformando a produção em uma aceitável adaptação que drena o máximo que pode de um elenco talentoso e convincente.

O elenco é o principal ponto de exploração do longa-metragem, com destaque a Ever Anderson como Wendy, recuperando os trabalhos de atrizes que já interpretaram a personagem à medida que oferece algo de novo. Não é surpresa, pois, que ela roube nossa atenção em todos os momentos que aparece em cena, conseguindo nos encantar com seu poder performático. E, aliada a ela, temos Jude Law fazendo um ótimo trabalho, apresentando novas facetas de um dos maiores vilões da Disney.

8. BRANCA DE NEVE (2025)

O primeiro filme de princesas da Casa Mouse foi Branca de Neve e os Sete Anões’, lançado em 1937 e dando origem ao icônico império da animação que se alimentaria de seus frutos até os dias de hoje. Logo, a adaptação em live-action dessa icônica obra-prima cinematográfica seria um trabalho difícil – mas Marc Webb conseguiu nos encantar mais uma vez ao recapturar a magia desse clássico em uma roupagem modernizada e expandida.

Para além de um sólido trabalho de direção, que comete deslizes aqui e ali, Rachel Zegler faz um trabalho primoroso ao encarnar a heroína titular, soltando vocais impecáveis que fornecem ainda mais camadas à personagem – promovendo uma visão nova da personagem à medida que remodela seus conhecidos trejeitos. É claro que Gal Gadot posa como o elo mais fraco em uma atuação esquecível e canastrona, mas Zegler consegue roubas os holofotes e nos divertir ao longo de quase duas horas.

7. A PEQUENA SEREIA (2023)

Problemas à parte – incluindo a frustrante cena da batalha final e alguns enquadramentos que ficam fora do lugar -, o live-action de A Pequena Sereia se sagra uma das melhores adaptações da Disney. Mais do que isso, ela se eleva como uma carta de amor à animação dos anos 1980 e aos próprios fãs, novos ou antigos, que com certeza irão se (re)apaixonar pela produção.

Um dos aspectos de maior sucesso da produção é seu elenco: Melissa McCarthy adota os trejeitos propositalmente exagerados de Úrsula no melhor estilo camp – e até ousa aqui e ali com o solo “Poor Unfortunate Souls”Awkwafina e Daveed Diggs dividem os holofotes como os escapes cômicos, interpretando Sabidão e Sebastião, respectivamente; e, como já era de esperar, Halle Bailey guia toda nossa atenção, imprimindo uma identidade fantástica em todos os aspectos ao encarnar Ariel – fazendo jus ao legado que lhe foi dado em mãos e nos tirando o fôlego quando começa a cantar “Part of Your World”.

6. ALADDIN (2019)

‘Aladdin’ pode não ter feito o sucesso que prometeu entre a crítica, mas considerando as extensas investidas da Disney em recriar suas próprias peças fílmicas, o longa-metragem cumpre o que promete e cria uma mística aventura liderada por Mena Massoud como o personagem-título e Will Smith como uma hilária rendição do icônico Gênio da Lâmpada.

Com exceção de alguns deslizes, incluindo a música original e a atuação canastrona de Marwan Kenzari, o resultado é interessante, envolvente e dançante em aspectos inesperados – além de uma hábil performance de Naomi Scott como a Princesa Jasmine.

5. CRUELLA (2021)

Cruella não é exatamente um remake em live-action de ‘101 Dálmatas’, e sim funciona como uma história de origem no mesmo estilo de ‘Malévola’. Porém, no final das contas, essas arbitrariedades não importam muito quando o resultado é sólido o suficiente para nos encantar – ainda que o roteiro deixe a desejar em um terceiro ato irreal demais para ser levado a sério.

Mesmo com claros deslizes estruturais, Emma Stone tem o carisma e a força suficientes para nos encantar em uma rendição espetacular como a icônica vilã, humanizando-a com camadas complexas e com um charme irrefreável. E, como a cereja do bolo, temos uma estética pautada no icônico cenário punk-rock londrino eternizado por Vivienne Westwood e que é traduzido em alguns dos figurinos mais memoráveis da década.

4. MEU AMIGO, O DRAGÃO (2016)

‘Meu Amigo, o Dragão’ é um dos remakes em live-action da Disney que podem ter passado longe de seu radar – mas, quase dez anos desde seu lançamento nos cinemas, permanece como uma sólida e encantadora adaptação comandada pelas habilidosas mãos de David Lowery, que nos conquista logo nos primeiros minutos através de uma condução aplaudível.

A trama acompanha Pete, um menino órfão que mora na floresta junto de seu melhor amigo Elliott, um enorme dragão verde. Após uma garotinha e um guarda florestal o encontrarem, Pete vai ganhando a confiança para contar sua história e a de seu leal companheiro.

3. A BELA E A FERA (2017)

Nenhum remake em live-action é necessário, por assim dizer. Nem mesmo as melhores produções se desvencilham desse rótulo – afinal, por que não apenas ficar com as obras originais? Dito isso, Bill Condon fez um trabalho sólido o bastante quando levou A Bela e a Fera de volta aos cinemas, ganhando aclame pela fidelidade à obra original, pelos elementos teatrais que compuseram a narrativa e pelas atuações de Emma WatsonDan Stevens e Luke Evans.

É claro que a estética da mobília que compõe o elenco coadjuvante pode assustar por seu chocante realismo, mas ao menos as vozes por trás dos personagens imprimem uma atuação surpreendentemente boa – e até mesmo as canções originais recebem um escopo diferente e prático.

2. MOGLI – O MENINO LOBO (2016)

A nova versão do clássico de Rudyard Kipling alcançou o feito de melhorar a animação original, mesmo tendo feito alguns cortes de protagonismo (como Kaa, que aparece menos do que deveria) e abandonado o choque pós-vaudeville de 1967. Porém, no geral, as aventuras do protagonista-título ganharam uma dimensão fotorrealista de impressionante catarse cênica e todas as expressões antropomorfizadas aparecem aqui com deliciosas atuações de Bill Murray, Ben Kingsley, Scarlett Johansson e outros.

Não é surpresa que o filme tenha recebido uma série de prêmios, incluindo a estatueta de Melhores Efeitos Especiais no Oscar 2017 e Melhor Produção no Annie Awards (um dos circuitos de maior prestígio na animação). Além de recuperar a glória dos estúdios Disney‘Mogli’ tornou-se base para longas-metragens futuros – e suas conquistas deveriam ser seguidas à risca.

1. CINDERELA (2015)

O longa-metragem dirigido por Kenneth Branagh trouxe Lily James como a heroína titular, uma jovem que perdeu a mãe e o pai e agora vive à mercê de uma madrasta psicótica (Lady Tremaine, encarnada com maestria por Cate Blanchett) que a obriga a fazer todos as tarefas de casa sem qualquer ajuda, além de ser maltratada pelas duas meias-irmãs – sonhando com o momento em que poderá começar a viver a própria vida e encontrar o amor, mas não de uma forma submissa, e sim como algo a mais que a faça transbordar e que a prove que existe mais além de uma subserviência compulsória.

O resultado da produção, que completa uma década este ano, foi bastante positivo, através de uma perspectiva um tanto quanto original de Branagh que trouxe elementos do conto assinado por Charles Perrault e da animação de 1950, à medida que expandiu esse incrível e inspirador universo.

Live-action de ‘Branca de Neve’ teve seus anões criados em CGI após críticas de Peter Dinklage; Entenda!

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Branca de Neve‘, estrelado por Rachel Zegler e Gal Gadot, já está nos cinemas e os anões criados em CGI dividiram opiniões.

Mas por que os anões foram criados em CGI? ENTENDA!

Peter Dinklage, o astro de ‘Game of Thrones‘ e do novo filme ‘Cyrano‘, mostrou sua indignação com o projeto:

“Literalmente sem ofensa a ninguém, mas fiquei um pouco surpreso quando eles ficaram muito orgulhosos de escalar uma atriz latina como Branca de Neve, mas ainda estão contando a mesma história da Branca de Neve e os Sete Anões. Dê um passo para trás e veja o que você está fazendo aí. Não faz sentido para mim”.

O ator foi ainda mais além e demonstrou sua indignação com a postura do estúdio – sem saber que o projeto seria mais uma empreitada da Disney. Em sua fala, ele ainda refletiu sobre seus esforços para valorizar as pessoas que lidam com nanismo.

“Você é progressista de uma maneira, mas ainda está fazendo aquela história invertida sobre sete anões vivendo juntos em uma caverna, que p**** é essa que eles estão fazendo cara? Eu não fiz nada para avançar a causa da minha comunidade? Acho que não estou falando alto o suficiente. Não sei que estúdio é esse, mas eles estavam tão orgulhosos disso. Todo amor e respeito à atriz e todas as pessoas que achavam que estavam fazendo a coisa certa. Mas eu fiquei tipo, ‘o que vocês estão fazendo?'”

Com isso, os sete anões foram criados em CGI. 

Após as duras críticas feitas por Peter Dinklage, a Disney decidiu “adotar uma abordagem diferente‘ no novo live-action. Um porta-voz da Disney esclareceu a situação afirmando que os antigos estereótipos do conto dos Irmãos Grimm e da animação original não seriam replicados.

“Para evitar reforçar os estereótipos do filme de animação original, estamos adotando uma abordagem diferente com esses sete personagens e consultando membros da comunidade de nanismo. Estamos ansiosos para compartilhar mais à medida em que o filme entra em produção, após um longo período de desenvolvimento.”

O ator Choon Tan descreveu o uso de CGI para os sete anões como “absolutamente absurdo e discriminatório de certa forma”.

“Acho que a Disney está tentando ser politicamente correta demais, mas, ao fazer isso, está prejudicando nossas carreiras e oportunidades. Não há nada de errado em escalar alguém com nanismo para um papel de anão, desde que sejamos tratados de forma igual e com respeito. Estamos mais do que felizes em assumir papéis de atuação adequados para nós”, afirmou.

“Além disso, é também uma oportunidade para que crianças pequenas vejam alguém com nanismo, algo que talvez nunca tenham visto antes”, ressaltou.

Tan se disse “ofendido e desapontado” com a decisão, acrescentando: “Há muitos atores capazes e que adorariam interpretar esses papéis, e isso tirou uma das poucas oportunidades que temos.”

Ele ainda questionou: “Não usariam CGI para um personagem alto, então por que precisam usar para anões? Eu me sinto discriminado, pois todos deveriam ter uma oportunidade igual”.

Ele tem receio de que essa decisão possa afetar negativamente outras produções.

“Essa decisão pode ter um efeito dominó em outras produções e oportunidades, pois isso começou com Peter Dinklage dizendo que anões não deveriam ser escalados para esses papéis específicos. Não há muitos papéis adequados para nós, então isso só torna mais difícil nossas oportunidades de atuação e nossas carreiras como um todo”, desabafou.

Tan também expressou o desejo de ter interpretado um dos sete anões no remake, dizendo: “Nos pagam para fazer o que amamos, atuar e performar”. 

Assista ao trailer, com o cartaz oficial, e siga o CinePOP no Youtube:

branca de neve poster

O filme tem estreia marcada para o dia 21 de março de 2025.

Há alguns meses, Zegler, que interpreta a icônica princesa titular, revelou que o remake terá bastante mudanças em relação à animação de 1937, que mostra a personagem como a típica mocinha indefesa e inocente.

Já o remake dará a ela uma personalidade forte e destemida, entre outras alterações na trama.

Em entrevista para o Collider, a estrela voltou a tocar no assunto e disse que apoia essas mudanças.

Para ela, essa foi uma importante adição feita pelo diretor Marc Webb (‘O Espetacula Homem-Aranha’), a fim de mostrar que a personagem não é uma donzela indefesa.

“Marc e eu chamamos essa nova visão de abertura de um terceiro olho. Há momentos nos quais ela se expressa como se fosse alguém que já acumulou muita experiências em outras vidas, e isso é algo com o qual eu me identifico, algo que foi dito sobre mim durante toda minha vida.”

Ela continuou:

“Trazer essa sabedoria para uma personagem que eu amo tão profundamente e que interpretei por tanto tempo é simplesmente incrível, e eu mal posso esperar para que as pessoas testemunhem isso na tela.”

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

FLOPOU! Filme mais CARO da Netflix, ‘The Electric State’ cai para 2º lugar entre filmes mais vistos do streaming após uma semana

O novo sci-fi dos Irmãos Anthony e Joe Russo, ‘The Electric State‘, foi detonado pelos críticos especializados e falhou em atrair o público.

Apenas uma semana após seu lançamento, o filme perdeu o posto de mais assistido da Netflix para o lançamento de Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

Nos primeiros três dias de exibição, ‘The Electric State‘ registrou 25,2 milhões de visualizações globais. Embora tenha liderado o ranking de filmes mais assistidos da Netflix em 85 países, esse número é considerado baixo para uma produção desse porte.

Para efeito de comparação, filmes como ‘De Volta à Ação‘ e ‘Bagagem de Mão‘ tiveram desempenhos iniciais superiores, com 46,8 milhões e 42 milhões de visualizações, respectivamente, apesar de possuírem orçamentos menores. ​

Quando você investe US$ 320 milhões em um filme, você gostaria que ele fosse bem sucedido, e você gostaria que muitas pessoas o assistissem. Em ambas as frentes, o filme parece estar falhando.

Segundo a Forbes, ‘The Electric State‘ já caiu para o 3º lugar na lista dos 10 melhores da Netflix nos Estados Unidos, atrás do novo ‘Twister: Caught in the Storm‘, um documentário sobre tornados, e até mesmo ‘Kraven, o Caçador‘, um dos maiores desastres de bilheteria de super-heróis de todos os tempos. E isso não é nem uma semana inteira após o lançamento.

Abrindo com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme estrelado por Millie Bobby Brown e Chris Pratt, foi duramente criticado por não honrar o livro distópico de Simon Stålenhag e por emular diversas outras produções do gênero, sem muita originalidade. O filme se tornou o mais caro da Netflix, com orçamento de US$ 320 milhões.

Porém, os assinantes da Netflix ficaram polarizados com a produção. Teve muitas pessoas que amaram, e outras que odiaram.

Confira as reações e algumas das principais críticas:

Millie Bobby Brown mais uma vez prova que brilha como protagonista. Não é um filme perfeito de forma alguma, mas também não é terrível. É fofo, divertido e me fez chorar”. – Tessa Smith, Mama’s Geeky

“O filme mais caro da história da Netflix é um enorme desperdício de US$ 320 milhões”. – Mikel Zorrilla, Espinof

“Uma mistura de coisas que já foram feitas antes – e muito melhores”. – Chris Bumbray, JoBlo’s Movie Network

“Os diretores Joe e Anthony Russo surpreendentemente subestimam o projeto de seu material de origem, transformando o suspense sombrio e saliente do autor Simon Stålenhag em uma bagunça caprichosa e higienizada de ideias mimeografadas de um punhado de inspirações cinematográficas muito melhores”. – Courtney Howard, Variety

“É um filme difícil de se conectar – para quem é? Millennials que conseguem sentir o cinismo na implantação de nostalgia do filme? Fãs do livro que já criticaram o filme em reação ao trailer?… É um pouco desconcertante”. – Tori Brazier, metro.co.uk

“Os Russos…transformaram uma estética de lixo em um filme trash”. – Kristy Puchko, Mashable

The Electric State é um conjunto de ideias que já vimos antes – e, em última análise, menos do que a soma de suas partes promissoras”. – Ian Sandwell, Digital Spy

“Tudo, desde o design dos personagens até as batidas da história, parece resultado de modelos do ChatGPT que os irmãos fizeram às pressas a caminho para o set todos os dias”. – Alistair Ryder, Looper.com

Confira o mais novo trailer do filme e siga o CinePOP no Youtube:

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

Jonathan Majors fala sobre voltar como Kang no Universo Cinematográfico Marvel: “Enquanto os fãs estiverem falando, há esperança”

O ator Jonathan Majors, demitido da Disney após ser condenado por agressão à ex-namorada, revelou que ainda está aberto a voltar como Kang, o Conquistador no Universo Cinematográfico Marvel.

Majors interpretou pela primeira vez uma variante de Kang, conhecida como He Who Remains, na primeira temporada de ‘Loki‘ antes de aparecer como Kang e como suas variantes na segunda temporada de ‘Loki e ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘.

O personagem foi posicionado como o próximo grande vilão do MCU após Thanos.

Apesar da Marvel ter se separado de Majors, o ator tem falado abertamente sobre querer retornar à franquia. Falando no The Breakfast Club, Majors disse que “não acabou até que acabe”.

Ele ofereceu algum otimismo em relação à sua potencial represália a Kang: “Cara, aqui está a coisa sobre a Marvel: você não sabe até saber”.

“O papel é incrível e é único de qualquer outro papel que eu já interpretei por causa do leque de personagens que ele interpreta. Eu realmente quero fazê-lo novamente e, se houver um jeito, eu adoraria fazê-lo novamente. Enquanto os fãs estiverem falando, há esperança. Isso está nas mãos da corporação Disney.”, ele afirmou. 

Após a demissão de Jonathan Majors, o personagem Kang foi descartado como vilão principal nos próximos filmes dos Vingadores, e Robert Downey Jr. foi escalado para interpretar o Doutor Destino.

Vale lembrar que, conforme informado pela Variety, Jonathan Majors foi condenado a:

  • Completar um programa presencial de 52 semanas sobre violência doméstica em Los Angeles, onde reside atualmente, com a possibilidade de migrar para sessões parcialmente virtuais no futuro.
  • Continuar sua terapia de saúde mental e fornecer atualizações sobre seu progresso.
  • Manter-se afastado de Grace Jabbari, já que a vítima recebeu uma ordem de proteção permanente.

 

‘Destruição Final 2’: Sequência do filme sobre o FIM DO MUNDO com Gerard Butler termina as filmagens com US$ 90 milhões de orçamento

Foram encerradas as filmagens da sequência do longa ‘Destruição Final: O Último Refúgio‘, que teve o orçamento de US$ 90 milhões – o dobro do filme original.

O novo filme é intitulado ‘Greenland: Migration‘.

Durante uma entrevista com o Deadline, o produtor Sébastien Raybaud falou sobre a sequência e a possibilidade de um terceiro filme

“Nós terminamos as filmagens e eu vi um primeiro corte na semana passada, o que é ótimo. É uma grande conquista para os cineastas envolvidos. É um filme de US$ 90 milhões e exatamente o tipo que queremos ver mais na Europa… Estamos pensando sobre o que pode acontecer depois. Há algo que acontece em 2 que pode ser complicado, mas tenho certeza de que podemos encontrar um jeito de fazer o 3.”, afirmou.

Gerard Butler (‘Invasão à Casa Branca’) e Morena Baccarin (‘Deadpool’) retornam para a continuação.

Ric Roman Waugh (‘O Acordo’) volta a dirigir, a partir de um roteiro novamente escrito por Chris Sparling (‘Enterrado Vivo’).

Na trama do novo filme…

Após terem sobrevivido a um evento de quase extinção quando um cometa interestelar atinge a Terra, a família Garrity deve deixar a segurança do bunker da Groenlândia e embarcar em uma jornada perigosa através do deserto congelado e dizimado da Europa para encontrar um novo lar.

Crítica Amazon Prime | ‘Destruição Final: O Último Refúgio’ é um tenso e ótimo filme-catástrofe

‘Viva: A Vida é uma Festa 2′: Sequência “será cheia de humor, coração e aventura”

A sequência de ‘Viva: A Vida é um Festa‘ foi oficialmente confirmada pela Disney/Pixar e chegará aos cinemas em 2029.

O CEO Bob Iger falou sobre a sequência e prometeu um filme cheio de humor, que voltará a acompanhar o menino Miguel.

“Será uma história cheia de humor, coração e aventura. E nós mal podemos esperar para compartilhar mais em breve”. 

O diretor do primeiro filme, Lee Unkrich, retorna à frente da direção, ao lado de Adrian Molina.

Lançado em 2017, ‘Viva: A Vida é uma Festa‘ foi um sucesso estrondoso de público e crítica, conquistando dois Oscar e faturando mais de US$ 800 milhões nas bilheterias ao redor do mundo.

Na época, o filme quebrou recorde de bilheterias no México, arrecadando US$ 50 milhões e ultrapassando o recorde que pertencia a ‘Os Vingadores‘, que arrecadou US$ 40 milhões em 2012.

Na história, o menino Miguel deseja ser cantor. Ele terá a maior aventura de sua vida ao adentrar o mundo dos mortos e encontrar seu tataravô, um lendário músico. O filme aborda a cultura mexicana e as celebrações do Dia dos Mortos.

Assista ao trailer:


 

Saiba QUANDO ‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’, estreia nos cinemas brasileiros

bailarina

Bailarina, derivado da franquia John Wick‘ estrelado por Ana de Armas, já tem data de estreia nos cinemas nacionais.

O filme chega por aqui no dia 5 de junho de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental, ‘Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

‘Pecadores’: Michael B. Jordan precisa SOBREVIVER até o amanhecer no teaser do terror de Ryan Coogler

O terror ‘Pecadores‘, próximo filme do diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) e estrelado por Michael B. Jordan, ganhou um novo teaser.

Assista:

O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “forte violência sangrenta, conteúdo sexual e linguagem”.

Na trama, dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.

Pecadores chega aos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

SPOILER! ‘Branca de Neve’ faz mudanças significativas na história original; Saiba quais!

O live-action deBranca de Neve já está em cartaz nos cinemas nacionais. O longa, que estreou cercado de diversas polêmicas, traz mudanças significativas na adaptação da primeira princesa da Disney.

Segundo o ComicBookMovie, o filme começa com uma mudança na origem do nome da princesa. Agora, ela não recebe mais o nome “Branca de Neve” por ter a pele “branca como a neve”, mas porque nasceu durante uma tempestade de neve.

Após os comentários de Zegler, que compararam o Príncipe original a um “stalker”, o personagem foi transformado em um ladrão chamado Jonathan. Ele se revela ser um ator liderando um grupo de artistas e, no longa, ganha mais destaque e tem um romance mais desenvolvido com a princesa.

Em meio às polêmicas sobre a participação dos anões na história, eles inicialmente foram descartados do filme, mas foram incluídos nas refilmagens. Agora, os anões não são mais “anões”, mas uma raça de criaturas mágicas que vivem por séculos na floresta e possuem poderes mágicos, usados principalmente para encontrar joias valiosas.

Dunga, por exemplo, agora pode falar e narra o ato final do filme, que traz muitas mudanças. Após acordar com o “beijo do verdadeiro amor”, Branca de Neve se envolve na batalha final, entrando em confronto com a Rainha Má.

Nos momentos finais, a vilã é arrastada para o Espelho Mágico e transformada em pó após a destruição do espelho. Vale lembrar que, no filme clássico, a Rainha era perseguida pelos anões e, durante sua fuga, acabava morrendo ao cair de um penhasco após ser atingida por um raio.

Ao final, Branca de Neve é nomeada governante do reino.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

branca de neve poster

Revelados detalhes sobre a VILÃ de ‘Homem-Aranha 4’

A Marvel Studios está escalando uma nova vilã para Homem-Aranha 4’ e detalhes foram revelados.

“Mulher, 30-50 anos, qualquer etnia. Uma figura poderosa e imponente. Procurando uma atriz com presença e profundidade de tela fortes e dominantes.”, afirmou o estúdio.

Recentemente, foi revelado que Sadie Sink, conhecida por seu papel em ‘Stranger Things’, estará no filme.

Segundo o ComicBookMovie, a atriz abordou os rumores de que interpretaria Mary Jane, o interesse amoroso de Peter Parker (Tom Holland).

“Isso é novidade para mim. Isso é novidade para mim”, respondeu Sink de forma enigmática. “Não tenho nada a dizer sobre isso. Mas os rumores são muito legais. É um rumor incrível. Eu conheço a personagem. Ela é uma grande personagem, então foi legal ler sobre isso”.

Questionada sobre a possibilidade de um compromisso de mais de 10 anos com a Marvel, Sink respondeu: “Acho isso super empolgante, sim”.

Além de Mary Jane, também surgiram rumores de que Sink poderia interpretar Jean Grey, a mutante com poderes telecinéticos.

Caso isso se confirme, sua aparição emHomem-Aranha 4’ seria uma estreia bastante incomum, devido à pouca história de parceria entre os heróis nos quadrinhos.

Em uma recente entrevista, Tom Holland comentou sobre o quarto filme solo do Homem-Aranha:

“Temos os melhores profissionais trabalhando para o que quer que a história seja. Mas até que tenhamos resolvido isso, temos um legado a proteger. O terceiro filme foi tão especial de tantas maneiras que precisamos garantir que estamos fazendo a coisa certa”, afirmou.

Lembrando que a aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.