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‘O Massacre da Serra Elétrica’ pode ganhar novo filme com diretor de ‘Desconhecidos’

De acordo com o Deadline, a franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ pode ganhar um novo filme em breve.

O site afirma que a Verve, empresa que representa os direitos da saga desde 2017, tem recebido propostas para novas iterações.

Alegadamente, JT Mollner, diretor do aclamado ‘Desconhecidos‘, e o produtor Roy Lee têm liderado as discussões sobre reviver a franquia. Fontes ainda apontam que o astro Glen Powell (‘Twisters’) estaria interessado em ler o roteiro de Mollner.

Lionsgate e A24 também estariam entre os estúdios interessados.

“A Verve representa a franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’ e tem o objetivo de construir uma estratégia multimídia para a saga de terror. A empresa ainda não fechou acordo com nenhum cineasta, produtor ou investidor, mas as propostas continuam a ser apresentadas,” declarou um representante da agência ao site.

Vale lembrar que o filme mais recente da franquia, ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, foi lançado direto pela Netflix, em 2022. Apesar da recepção negativa, o longa alcançou 29 milhões de horas assistidas em sua primeira semana no serviço de streaming.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornou no filme. A personagem foi interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘One Piece’: Showrunner deixa live-action da Netflix para “cuidar da saúde mental”

De acordo com o Deadline, o showrunner Matt Owens, força criativa por trás do live-action de ‘One Piece‘, deixou a produção para “cuidar de sua saúde mental”.

“Os últimos seis anos trabalhando no live-action de ‘One Piece’ mudaram a minha vida. Foi um sonho que se tornou realidade. Mas também foi MUITO para lidar. Então terei que dar uma pausa para focar em mim e na minha saúde mental,” declarou Owens.

Ele atuou como coshowrunner e produtor executivo dos dois primeiros ciclos, e ajudou a adaptar a visão criativa do live-action baseado no popular mangá de Eiichiro Oda – incluindo a direção das futuras temporadas.

Joe Tracz, que se juntou ao cargo de coshowrunner na segunda temporada, permanecerá no comando da série.

Vale lembrar que as filmagens do segundo ciclo já foram finalizadas.

O próximo ciclo irá introduzir Katey Sagal (Dr. Kureha), Mark Harelik (Dr. Hiriluk), Sendhil Ramamurthy (Nefertari Cobra), Brendan Sean Murray (Brogy), Callum Kerr (Smoker), Camrus Johnson (Mr. 5), Clive Russell (Crocus), Daniel Lasker (Mr. 9), David Dastmalchian (Mr. 3), Jazzara Jaslyn (Miss Valentine), Julia Rehwald (Tashigi), Rob Colletti (Wapol), Ty Keogh (Dalton) e Werner Coetser (Dorry).

 

10 filmes brasileiros que você precisa assistir antes de morrer

Nosso cinema está de lua de mel com o público de todos os lugares do mundo. O sucesso de Ainda Estou Aqui tem tudo para aumentar a procura por mais produções realizadas em nosso país. Para você que deseja conhecer filmes brasileiros maravilhosos, fizemos uma lista com 10 deles:

 

Lavoura Arcaica (2001)

Ambientado na década de 1940, ao longo de quase três horas acompanhamos a história de André que após fugir de sua família caba retornando ao lar e enfrenta conflitos intensos. Baseado num romance homônimo escrito pelo brasileiro Raduan Nassar.

 

Cidade de Deus (2003)

Talvez a Obra-Prima da carreira de Fernando Meirelles, um filme que ficará marcado na memória de todos os cinéfilos e cinéfilas que já o assistiram, uma impactante produção do nosso audiovisual. Em 2002, chegou aos cinemas de todo o Brasil, Cidade de Deus, adaptado do livro homônimo de Paulo Lins. No filme conhecemos a trajetória da Cidade de Deus, desde a década de 60 até o início dos anos 80. Pelas histórias de personagens moradores da região, vamos vendo histórias que levaram o lugar a ser considerado uma das regiões mais violentas do Rio de Janeiro.

 

Marte Um (2023)

O refletir e os choques entre os sonhos e a realidade. O sonho de uma expedição até Marte em 2030 acaba sendo o pontapé de um lindo filme, que detalha os sonhos dentro de um contexto mais amplo, de esperança. Dirigido por Gabriel Martins, Marte Um nos mostra o cotidiano agitado de uma família dentro de um olhar urbano que caminha pelos relatos de uma sociedade que vive seus dias sem saber como será o amanhã. Há também um olhar delicado para o conflito de gerações quando pensamos nas formas de enxergar as mudanças, o sonhar.

 

Que Horas Ela Volta? (2016)

Na trama, acompanhamos a carismática empregada Val (Regina Casé), uma mulher que vive já há anos com uma família de classe alta em São Paulo. A personagem é detalhada, um raio-x completo de sua personalidade é apresentado ao público de maneira muito eficiente. Val possui um grande conflito mal resolvido em seu passado, com sua única filha que precisou abandonar há mais de 10 anos. Toda essa junção de emoções chega como uma erupção sentimental quando a antes jovem, agora vestibulanda Jéssica (interpretada pela excelente Camila Márdila), bate em sua porta. Seu único contato em SP, onde quer prestar o vestibular, é a própria mãe. Assim, numa leque de situações, algumas um tanto quanto constrangedoras, mãe e filha precisam definir para sempre seu destino.

 

Central do Brasil (1999)

Escrito pelos roteiristas Marcos Bernstein e João Emanuel Carneiro, o filme conta a saga de uma ex-professora chamada Dora que escreve cartas na Central do Brasil e em um dia trágico, com mais um acidente de trânsito na cidade, acaba embarcando em uma jornada em busca do pai de Josué, um menino de 9 anos, que tem o sonho de ser motorista de caminhão, que não tem mais ninguém na cidade após o falecimento da mãe. Assim, Dora e Josué irão percorrer milhares de quilômetros, seja de ônibus, seja de carona, para enfim tentar chegar até o pai do garoto.

 

O Pagador de Promessas (1963)

Baseado numa peça teatral de Dias Gomes, ganhador da Palma de Ouro em Cannes, O Pagador de Promessas escrito e dirigido por Anselmo Duarte, nos apresenta Zé do Burro, um homem humilde que na tentativa de salvar seu burro fez uma promessa. Ao longo da sua jornada para pagar essa promessa, enfrentará muitos conflitos.

 

São Paulo, Sociedade Anônima (1966)

Escrito e dirigido por Luís Sérgio Person, São Paulo, Sociedade Anônima conta a história de um cidadão de classe média que consegue um emprego em uma grande empresa e vamos vendo seus futuros conflitos, até mesmo uma crise existencial tendo como palco a cidade de São Paulo.

 

O Que é Isso, Companheiro? (1998)

Dirigido por Bruno Barreto e lançado nos cinemas no ano de 1997, em O Que é Isso, Companheiro? conhecemos a história do sequestro de um embaixador dos Estados Unidos no Brasil no final da década de 60, por um grupo de guerrilheiros de esquerda que lutam contra a ditadura militar. O roteiro é baseado parcialmente no livro homônimo de Fernando Gabeira.

 

Ainda Estou Aqui (2024)

Um dos mais aclamados filmes brasileiros dos últimos anos, Ainda Estou Aqui nos leva até o início da década de 1970 onde uma família tem seus destinos completamente mudados quando o pai, Rubens (Selton Mello) é levado por militares e nunca mais aparece. Ao longo do tempo, a esposa Eunice (Fernanda Torres) precisa encarar os enormes desafios na criação dos filhos e as incertezas do que aconteceu com o marido.

 

Terra Estrangeira (2000)

Dirigido por Walter Salles e Daniela Thomas, o projeto – que completa 30 anos em 2025 – caminha pela melancolia dos conflitos, na imaturidade, do não entendimento das interrogações sobre o futuro, sem esquecer de encontrar as portas do sonhar e da intensidade do amor. A dupla de protagonistas, Fernando Alves Pinto (em seu primeiro trabalho num longa-metragem) e a indicada ao Oscar esse ano Fernanda Torres, transformam seus personagens em dois dos mais impactantes do nosso cinema.

 

10 personagens que ninguém colocaria a mão no fogo

Confiar cegamente em algumas pessoas é uma grave ação que não é tão incomum assim em nossa sociedade. Partindo desse ponto, alguns roteiros nos trazem histórias com desenvolvimentos profundos de personagens ambíguos. Pensando em algumas dessas obras, com protagonistas ou coadjuvantes intrigantes, segue abaixo uma lista que contorna o tema:

 

O Silêncio dos Inocentes – Personagem: Hannibal Lecter

Baseado no livro homônimo publicado em 1988 por Thomas Harris, no início da década de 90 chegaria aos cinemas um filme que ficaria pra sempre na memória de muitos cinéfilos: O Silêncio dos Inocentes. Nele vemos um duelo repleto de tensão entre um médico, altamente narcisista, violento, canibal e uma agente do FBI que precisa da ajuda dele para chegar a um assassino.

 

Prenda-me se For CapazPersonagem: Frank Abagnale Jr.

Lançado em 2003 no Brasil e logo alcançando um enorme sucesso nas bilheterias de todo o país, o longa-metragem baseado na autobiografia homônima de Frank W. Abagnale Jr e dirigido pela lenda Steven Spielberg, Prenda-me se For Capaz, nos mostra um jovem que tem o talento de enganar os outros e realizou golpes pelos Estados Unidos durante muitos anos se passando por piloto de avião, advogado e até mesmo um médico.

 

Saltburn – Personagem: Oliver

Na trama, conhecemos o recém chegado à faculdade de Oxford, o aparente solitário Oliver (Barry Keoghan), um jovem que parece sofrer com a vida que leva fora daquele lugar. Quando conhece Felix (Jacob Elordi), um jovem milionário também estudante de Oxford, Oliver se vê atraído pelo universo de Felix, de riqueza e poder. Até que um dia que Felix o convida para passar o verão na mansão da família, Saltburn, junto com sua família cheia de peculiaridades.

 

Questão de Honra – Personagem: Nathan R. Jessep

Daniel Kaffee (Tom Cruise) é um jovem tenente e advogado da marinha, formado em Harvard, sem muita experiência em casos de homicídios. Com menos de um ano no cargo é designado para um caso cheio de variáveis suspeitas, ocorrido em Guantánamo, a base militar norte-americana em solo cubano. Contando com a ajuda do assistente jurídico, Sam (Kevin Pollak) e principalmente da tenente da corregedoria militar Joanne Galloway (Demi Moore), Daniel precisará descobrir o que esconde o responsável pela base militar, o enigmático coronel Nathan R. Jessep (Jack Nicholson), um condecorado militar que está prestes a assumir um alto cargo no conselho de segurança nacional.

 

O Campeão – Personagem: Billy

Billy (Jon Voight) é um ex-boxeador que despencou no auge da carreira, consumido pelos seus conflitos emocionais, dominado pelos vícios em jogos e bebida. Ele é pai do pequeno T.J (Ricky Schroder), um garoto super inteligente que busca a atenção de seu pai e o ajuda em todos os momentos. Quando Annie (Faye Dunaway), a mãe do garoto, reaparece na vida dos dois, quase uma década sem entrar em contato, novos conflitos surgem em paralelo a uma nova oportunidade para Billy numa luta que poderá trazer seus dias de glórias de volta.

 

Psicose – Personagem: Norman Bates

Ambientado em Phoenix, no Arizona, na trama, num primeiro momento, acompanhamos a história de Marion (Janet Leigh) uma secretária que foge com uma alta quantia de dinheiro que pertence a um cliente da empresa que trabalha e segue sem rumo por uma estrada até resolver parar em um hotel perto da estrada onde encontraria um fatídico destino. Num segundo momento, vamos conhecendo a tenebrosa história de Norman Bates (Anthony Perkins) que a atende nesse hotel e as verdades de uma família.

 

A Cor do Dinheiro – Personagem: Vincent Lauria

Na trama, voltamos a encontrar o mestre da sinuca Eddie (Paul Newman) que agora está aposentado das mesas e possui um empreendimento, vivendo sua vida sem a adrenalina das apostas pelos Estados Unidos. Tudo muda quando ele conhece o abusado e metido Vincent (Tom Cruise), um tremendo jogador, ainda muito jovem, arrogante, que leva Eddie a imaginar novos rumos para seu pacato presente. Ao lado da namorada de Vincent, Carmen (Mary Elizabeth Mastrantonio), resolvem fazer uma road trip em busca de apostas em mesas de sinuca de diversas cidades onde um vai conhecendo melhor o outro e onde um ponto de ruptura chega quando as ambições saem do equilíbrio.

 

O Bom Patrão – Personagem: Julio Blanco

Conhecemos ao longo de uma semana a rotina de Julio Blanco (Javier Bardem), o proprietário de uma empresa de fabricação de balanças industriais que nos próximos dias irá receber um famoso comitê para ganhar mais um prêmio. A questão é que justo nessa semana importante para seus objetivos, o caos reina em sua rotina pessoal e profissional. Um funcionário demitido acampa na frente da entrada da empresa, o poderoso patrão passa a se relacionar com a nova estagiária sem saber que ela é alguém que já conhecera, um funcionário antigo começa a causar problemas por conta da traição da esposa. Tudo aqui nesse filme pode ser visto como um grande crítica social com o subtópico nas éticas do mundo trabalhista.

 

Revelação – Personagem: Norman Spencer

Na trama, conhecemos a aposentada musicista Claire (Michelle Pfeiffer) mãe de uma filha já adolescente, do primeiro casamento, essa que está indo para o primeiro ano de faculdade. Agora sozinha num enorme casarão com o marido Norman (Harrison Ford), um geneticista e pesquisador de uma faculdade, Claire está obcecada pela situação conflituosa dos novos vizinhos ao mesmo tempo que situações estranhas começam a acontecer na sua casa. Portas começam a se abrirem sozinhas, rádios parecem ligados, a banheira fica com a água quase transbordando sem ninguém ter mexido. Será que a casa tem alguma presença sobrenatural? Aos poucos, segredos de alguém muito próximo a ela começam a aparecer.

 

Escobar, a Traição – Personagem: Pablo Escobar

Baseado no livro de memórias da jornalista Virginia Vallejo, ‘Amando a Pablo, Odiando a Escobar’, conhecemos a rotina de Pablo Escobar (Javier Bardem), um dos mais famosos traficantes sul-americanos e toda a estrutura que monta no apoio político, e das estratégias da chegada das drogas que produz até os Estados Unidos. Conforme vai crescendo na cadeia de poder, mais fica em evidência de órgãos norte-americanos. Nessa mesma época, ele começa um ardente romance com a jornalista Virginia Vallejo (Penélope Cruz).

 

10 grandes filmes com Willem Dafoe, fantástico ator que faz 70 anos em 2025

Filho de um cirurgião e uma enfermeira, o fenomenal artista Willem Dafoe nasceu na cidade de Appleton, em Wisconsin. Dono de emblemáticas atuações, ao longo dos mais de 40 anos de carreira foi se tornando um verdadeiro camaleão, executando com brilhantismo qualquer papel.

 

No seu início de trajetória profissional, depois de estudar teatro na Universidade, partiu rumo ao sonho de viver da arte e se juntou a uma companhia de teatro e logo foi parar no mundo da sétima arte.

Dafoe estreou nos cinemas no início dos anos 1980, no faroeste O Portal do Paraíso dirigido por Michael Cimino. Pouco tempo depois, já virava protagonista no longa-metragem de Monty Montgomery e Kathryn Bigelow, The Loveless.

Com quatro indicações ao Oscar, muito elogiado por crítica e público, Dafoe completa 70 anos de vida em 2025. Para comemorar essa data, resolvemos criar uma lista com 10 grandes filmes de sua carreira:

 

A Sombra do Vampiro

Indicado para dois Oscars, esse longa-metragem nos mostra um curioso olhar e desenrolares aos bastidores de Nosferatu, de F. W. Murnau.

 

No Portal da Eternidade

Lançado em 2019 no Brasil, esse filme dirigido por Julian Schnabel, nos mostra um recorte na vida do famoso pintor pós-impressionista Vincent van Gogh.

 

Pobres Criaturas

Na trama, conhecemos Bella Baxter (Emma Stone), uma jovem que ganhou uma segunda chance na vida após ser salva da morte pelo Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um excêntrico cientista famoso por experiências bizarras. Buscando reaprender valores e o básico da vida, Bella logo se abraça a necessidade do livre-arbítrio embarcando assim em uma enorme aventura quando foge com um duvidoso advogado chamado Duncan Wedderburn (Mark Ruffalo).

 

Projeto Flórida

Exibido no Festival de Cannes, o filme conta a história de Moonee (Brooklynn Kimberly Prince) uma garotinha por volta dos sete anos que mora com a mãe Halley (Bria Vinaite) em um hotel, próximo aos parques da Disney, gerenciado pelo compreensivo Bobby (Willem Dafoe). Moonee passa seus dias de férias brincando com alguns amiguinhos, aprontando muitas travessuras e que viverá uma situação complexa por conta da falta de maturidade da mãe.

 

O Grande Hotel Budapeste

Na trama, conhecemos o atual dono do famoso Grande Hotel Budapeste, um homem com um passado sofrido que por meio de flashbacks relembra toda sua história de aventuras inesquecíveis ao lado de seu grande amigo M. Gustave (Ralph Fiennes). Baseado em textos de Stefan Zweig, o roteiro adaptado assinado pelo próprio diretor é o paradoxo quebrado entre o muito bom e o muito bom ainda mais bom.

 

Santos Justiceiros

Nesse filme explosivo acompanhamos dois irmãos irlandeses e suas aventuras como justiceiros na cidade de Boston que logo ficam na mira de um agente do FBI.

 

O Farol

Esse terror psicológico dirigido por Robert Eggers nos leva até a história de dois homens em total isolamento em uma ilha, fato que causa uma enorme tensão entre esses faroleiros.

 

Temporada de Caça

Na trama, ambientada numa cidadezinha fria no interior dos Estados Unidos, conhecemos Wade (Nick Noite) um policial local, com traumas familiares no passado, que vive um alvoroço no seu presente. Tentando se entender com a filha que vive com a ex-esposa e com os pensamentos sempre tumultuados sobre tudo que aparece em seu cotidiano, acaba ficando obcecado por um acidente de caça fatal, com um líder sindical, que acontece na região.

 

Mississipi em Chamas

Dirigido pelo cineasta britânico Alan Parker, no filme acompanhamos dos agentes do FBI que são responsáveis pelas investigações do desaparecimento de ativistas de direitos humanos no sul dos Estados Unidos durante a década de 60. O filme foi indicado para 5 Oscars.

 

Platoon

Um dos filmes mais impactantes quando pensamos em obras que retratam as famosas guerras que o mundo já viu, em Platoon vamos acompanhando a visão da guerra do Vietnã por meio de um jovem que se voluntariou para o conflito.

 

 

 

Crítica | ‘Rock Bottom’ – Animação transforma amigo do grupo Pink Floyd em nômade da própria história [7a edição do Lanterna Mágica]

Trazendo uma imersão profunda pelas percepções de aspectos da mente que se misturam com inspirações entre a carreira musical e os dramas da vida de um conhecido músico da cena britânica de décadas atrás, o engenhoso drama musical com técnicas de animação Rock Bottom é uma verdadeira viagem existencial. Repleto de interpretações e caminhos para o público se jogar, o projeto, escrito e dirigido pela cineasta espanhola María Trénor, foi o filme de abertura da 7a edição do Lanterna Mágica – Festival Nacional e Internacional de Animação.

Durante uma festa, Bob reencontra amigos da cena musical. Logo é fisgado pelos excessos e na paixão relâmpago por uma fã. Só que ele não esperava que Alif, seu grande amor, aparecesse à sua procura desencadeando em uma queda que o deixa em estado crítico. Durante esse tempo em recuperação vamos conhecendo melhor a história dos dois, algo que se estende em alucinações e variações temporais.

Já com um deslize no seu arco inicial, uma explicação simples e ligeira apontando suas inspirações em um integrante de uma das bandas pioneiras do rock psicodélico na cena britânica na década de 1960 – Robert Wyatt da Soft MachineRock Bottom apresenta sua vida declamada em forma melódica cheia de imagens e movimentos tendo como plano de fundo o seu álbum: Rock Bottom. Confuso? Vocês não perdem por esperar!

Antes de mais nada é preciso falar: esse é um filme corajoso. Esse adjetivo se encaixa muito bem quando nos deparamos com 82 minutos que chamam a atenção mas com momentos de total dispersão. Tendo a cultura Hippie como elemento importante, que compõe o pensamento ideológico de uma geração, o roteiro se propõe ter suas inspirações entre a carreira musical e os dramas da vida de um músico que existiu de fato. Só que o discurso sai pela culatra, transformando algo que poderia ser passado com mais clareza em uma descontrolada deslocação de tempo e memória, completamente sem chão.

De interessante, uma das estradas onde a lógica parece realmente fazer mais sentido é nos obstáculos da relação. Quando o público se encontra de frente com os contornos de um amor autodestrutivo, passado e eventual futuro começam a ganhar formas mais consistentes através da rotina e do desencanto tendo o processo criativo como uma mola propulsora que ganha bons momentos dentro de um cenário movido ao melodramático. Mas para se chegar a reflexões sobre esse oásis dentro de um terremoto de informações desencontradas é preciso muita paciência.

Amigo dos integrantes da banda Pink Floyd – com quem colaborou em algumas canções – Robert Wyatt tem recortes de sua vida contada através desse drama musical movido à técnica de animação e onde parece que tudo precisa de uma explicação visual ou até mesmo musical. Às vezes as entrelinhas preenchem mais espaço do que algo que para muitos podem representar sem sentido. Rock Bottom ruma a longos passos para seus desencontros mal explicados entre ficção e possível realidade, transformando seu personagem homenageado em um nômade da própria história.

 

‘Resident Evil’: Austin Abrams, de ‘Euphoria’, está em negociações para estrelar o reboot

O reboot de ‘Resident Evil‘ está ganhando forma e o ator Austin Abrams, mais conhecido pela série ‘Euphoria‘, estaria em negociações para estrelar o longa.

A informação foi revela em primeira mão por Daniel RPK. O influencer é conhecido no meio do entretenimento por seus frequentes furos e por também ter contato com diversas fontes seguras e sigilosas de dentro dos principais estúdios hollywoodianos.

Confira o anúncio feito por ele:

De acordo com o Deadline, a Sony Pictures também anunciou quando a nova adaptação live-action de ‘Resident Evil‘ será lançada.

O reboot, que promete focar no clima de terror e ser mais fiel aos jogos, está programado para estrear no dia 18 de setembro de 2026.

Zach Cregger, do aclamado ‘Noites Brutais‘, será responsável pela direção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

“Sou um grande fã desses jogos por décadas e ter a chance de trazer este título para as telonas é uma verdadeira honra,” declarou o cineasta.

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produzirá o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

‘Canina’, ‘Saturday Night’ e os Filmes Recentes que Absolutamente NINGUÉM Assistiu!

O cinema é uma arte audiovisual que depende primordialmente de seu público para existir. Você certamente já ouviu a expressão: “se uma árvore cai no meio da floresta, mas não tem ninguém para ouvir seu som, ela realmente faz barulho?”. Parece óbvio, mas a questão é mais filosófica do que se pode imaginar. O mesmo é válido para o cinema e para os filmes. Se um filme é lançado, mas ninguém vai assistir, é como se ele não existisse.

O cinema é uma arte que funciona muito na base da popularidade para existir. Por exemplo, temos aqueles filmes que resistem ao teste do tempo, por serem extremamente populares. Alguns possuem meio século ou mais de estreia e continuam na mente e na boca do espectador. Outros, no entanto, por maior propaganda que faça o estúdio e, principalmente, os críticos (esse é o trabalho – divulgar filmes de qualidade), terminam apenas existindo em um vácuo, e rapidamente desaparecem, às vezes para sempre. É triste, ainda mais se o filme for realmente bom.

Hoje, com os streamings, um filme pode receber sobrevida e mesmo tendo passado em branco pelos cinemas, depois de um tempo, ele pode vir a se tornar cult com a geração mais nova. Aqui, iremos abordar justamente os filmes recentes, lançados ano passado, que apesar dos talentos envolvidos, terminaram rapidamente no ostracismo, com absolutamente ninguém indo assistir. Confira.

Better Man: A História de Robbie Williams

Este musical irá estrear esse fim de semana nos cinemas brasileiros, e esperamos que faça mais sucesso por aqui do que em outros lugares do mundo. Você lembra de Robbie Williams? Assim como as Spice Girls, o cantor começou em um grupo pop britânico, mas faria ainda mais sucesso em uma carreira solo repleta de hits. O auge do cantor foi nos anos 2000. Você pode até achar estranho o músico, de 51 anos, ganhar uma biografia ainda em vida – geralmente eles ocorrem após a morte do artista. Mas é claro que existe precedente, como a de Tina Turner, em 1993.

Porém, o ponto mais fora da curva aqui, que o diferencia das outras cinebiografias é o fato de que no longa, Williams é retratado como um chimpanzé inteiramente gerado por computação gráfica – e o efeito é do mesmo nível dos filmes ‘Planeta dos Macacos’. Apesar desta e de muitas outras criatividades narrativas, ‘Better Man’ simplesmente falhou em encontrar sua audiência. E isso até mesmo no Reino Unido e Austrália, os dois maiores mercados da carreira do músico. Esse é um caso no qual quem assistiu recomenda desesperadamente o filme, advertindo sobre sua qualidade.

Canina

Amy Adams ficou conhecida como a “Leonardo DiCaprio de saia” na década passada. Isso porque a atriz possui nada menos que seis indicações ao Oscar, ainda sem vitória. DiCaprio possuía o mesmo recorde negativo, até finalmente levar o seu em 2016. Porém, de uns tempos para cá, Adams tem se envolvido em alguns fracassos de crítica, como ‘Era uma Vez um Sonho’, ‘A Mulher na Janela’ e ‘Desencantada’ – todos lançados direto para streaming. Com seu mais recente projeto, esperava-se uma possível nova indicação ao maior prêmio do cinema. Ainda mais tendo como diretora Marielle Heller, que indicou Melissa McCarthy em ‘Poderia me Perdoar?’. Porém, ‘Canina’, filme no qual Adams vira uma cachorra (literalmente) para curar as aflições da maternidade, veio e foi sem que ninguém o notasse.

O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim

Uma das franquias mais bem-sucedidas do cinema, ‘O Senhor dos Anéis’ pode não ter mais a mesma força que teve outrora. É só perceber como a marca da franquia foi decaindo após a trilogia original, com a trilogia ‘O Hobbit’, a série ‘Os Anéis de Poder’ da Amazon, e agora essa primeira animação moderna e em larga escala. ‘A Guerra dos Rohirrim’, no entanto, parece ter apelado apenas para os fãs hardcore da marca, porque conseguiu apenas US$20 milhões em bilheteria pelo mundo. É dito inclusive que a produção, em estilo anime, só foi criada para o estúdio manter os direitos sobre do título.

Sing Sing

Considerado um filme de prisão feel good, ‘Sing Sing’ talvez seja o concorrente do Oscar 2025 menos popular da temporada. Um filme que, apesar da indicação, praticamente ninguém assistiu. Ninguém duvida de sua qualidade e, claro, do talento do protagonista Colman Domingo, que saiu com mais uma indicação ao Oscar por seu trabalho como protagonista. O longa ainda recebeu nomeações de roteiro adaptado e canção. No entanto, dizem que o problema foi que a produtora A24 decidiu investir grande parte de seu orçamento de divulgação em sua outra obra mirada ao Oscar, ‘O Brutalista’, sobrando pouca verba para anunciar ‘Sing Sing’ – assim, muitos sequer tomaram conhecimento de sua existência.

Saturday Night: A Noite que Mudou a Comédia

Não importa o quão bom é o filme que se tem em mãos, e não importa o sucesso que tenha feito em um festival badalado de cinema, como o de Toronto, ou sequer as críticas rasgando seda nos principais veículos do ramo, tudo se resume ao fato da confiança do estúdio em um filme e sua campanha de divulgação. No caso de ‘Saturday Night’, a Sony achou que um filme sobre a estreia do Saturday Night Live na TV não despertaria o interesse do grande público.

Acontece que o Saturday Night Live, apesar de ser o programa humorístico mais duradouro dos EUA e um dos mais populares do mundo, ainda é um produto tipicamente americano, e um que muitos espectadores (em especial os mais velhos) sequer ouviram falar. Mesmo os que ouviram, não se interessariam a ver um filme sobre os bastidores da primeira exibição do programa – sem dúvida é um produto de nicho. Sendo assim, automaticamente o longa recai na categoria de filmes cult, do tipo do qual os que se deram ao trabalho de assistir gostaram, porém, necessitaria de um boca a boca maior para ter a aceitação do grande público.

Queer

Nem mesmo os maiores diretores da atualidade estão livres do fracasso. Esse foi o caso com o mais recente trabalho do italiano Luca Guadagnino, um dos cineastas de maior prestígio na atualidade. Em comparação, ‘Rivais’, filme que o realizador também lançou no ano passado, gerou muito mais falatório e foi visto por muito mais gente, com muitos críticos o enaltecendo como um dos melhores de 2024.

Por outro lado, Guadagnino já havia feito outro filme de temática gay, que se tornou um cult instantâneo e foi indicado ao Oscar: ‘Me Chame pelo seu Nome’. Já este ‘Queer’ foi o maior fracasso da carreira do diretor, porque ninguém quis ir assisti-lo, mesmo com o astro Daniel Craig promovendo o longa (para a época de premiação) até não poder mais. Talvez esse fracasso tenha azedado o projeto seguinte da dupla, ‘Sgt. Rock’.

Contra o Mundo

A palavra de ordem hoje é algoritmo e redes sociais. Por mais incrível que possa parecer, muitos projetos cinematográficos hoje em dia escalam seus atores de acordo com o número de seguidores nas redes sociais e seu engajamento com eles. Segundo os novos executivos dos estúdios essa é a forma moderna de divulgação de um filme, e uma forma sem dúvida mais barata. Acontece que ‘Contra o Mundo’ é um filme pop e incrivelmente jovem, mirado justamente aos fãs do cinema de ação e super-heróis, mas que não possui em seu elenco um ator verdadeiramente “bombado” nas redes sociais.

O filme possui um visual estilizado e extrema violência. Porém, o que faltou, segundo analistas, foi um nome que realmente chamasse atenção do público no elenco. O estúdio até tentou e o colocou em um número considerável de salas de cinema, mas os expectadores simplesmente decidiram não comparecer. Em sua carreira no streaming, o longa não está fazendo muito melhor, mas sempre sobra aquela esperança de ser redescoberto como cult em algum momento.

Garotas em Fuga

Os irmãos Coen se tornaram extremamente cultuados pelo mundo. Embora seus filmes nunca tenham se tornado fenômenos de bilheteria, se tornaram famosos com o grande público, que sempre os descobrem em casa (seja na época das locadoras, TVs a cabo e em DVDs). No acervo dos diretores, obras ainda muito queridas, como ‘Fargo’, ‘O Grande Lebowski’ e ‘Onde os Fracos Não têm Vez’. Infelizmente, seu último filme lançado no cinema como uma dupla já tem quase dez anos, com ‘Ave, César’.

Depois disso, eles lançaram ‘A Balada de Buster Scruggs’, que seria uma série e se tornou um filme da Netflix. E esse foi a última colaboração como diretores de Joel e Ethan Coen. Depois disso, Joel seguiu para dirigir ‘A Tragédia de Macbeth’ para a AppleTV+, com Denzel Washington; e Ethan prepararia um novo filme para os cinemas, sozinho, com ‘Garotas em Fuga’, uma comédia B sobre duas amigas lésbicas na hora errada e no lugar errado, sendo perseguidas por criminosos. Apesar da fama do diretor, ‘Garotas em Fuga’ não foi visto por ninguém. Mas o cineasta não desistiu, pois pensa em lançar uma trilogia com o mesmo conceito e se prepara para a estreia do segundo filme, ‘Honey Don’t’, este ano.

Azrael

A atriz Samara Weaving pode ser considerada uma das “rainhas do grito” modernas. Isso porque desde sua revelação em ‘A Babá’ (da Netflix), a atriz vem colecionando papeis principais em filmes de terror cult. Um dos mais adorados é ‘Casamento Sangrento’, cuja sequência já recebeu sinal verde e em breve começa a ser filmada. Weaving foi vista até mesmo em uma participação, como a primeira vítima de ‘Pânico 6’, esse é o tamanho de sua fama no gênero.

Desta forma, era de se esperar que uma plateia considerável fosse assistir seu mais recente filme de terror, ‘Azrael’. Apesar das críticas em sua maioria elogiosas, a surpresa se deu quando absolutamente ninguém se interessou pelo longa – ou sequer ouviu falar. ‘Azrael’ é quase uma nova versão de ‘Um Lugar Silencioso’, em uma realidade assustadora onde ninguém fala. Troque apenas os monstros pelo uma seita maligna.

O Crepúsculo do Pé Grande

Você certamente já ouviu a frase: “para quem esse filme foi feito?”. Nem todo tema para um filme será aprazível para todo tipo de público. Na verdade, muitas vezes temos filmes que parecem não encontrar nenhum tipo de público. É o caso com este ‘Sasquatch Sunset’ (no original), um filme ousado e fora da caixinha, que briga para conseguir ambos o público mais adulto (e cinéfilo) e o grande público, de espectadores casuais. Acontece que na história temos um drama centrado na vida de dois… Pés Grandes. Sim, a criatura mitológica.

No filme, os seres peludos são interpretados por Jesse Eisenberg (e quem mais?) e a “topa-tudo” Riley Keough (a neta de Elvis Presley). O longa fez sucesso no festival de Sundance no ano passado, mas fazer sucesso com os críticos é diferente de fazer com o público. E apesar de ter entrado em circuito em um número considerável de salas nos EUA (para o tamanho do filme), ninguém quis saber de pagar ingresso para ver.

‘Carême’: Série sobre o primeiro chef FAMOSO do mundo ganha trailer e data de estreia na Apple TV+!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de Carême – O Rebelde da Culinária’, série francesa sobre Antonin Carême, o primeiro chef famoso da história.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia marcada para o dia 30 de abril na plataforma de streaming.

Confira:

A série é dirigida por Martin Bourboulon e conta com o roteiro de Ian Kelly Davide Serino.

Carême – O Rebelde da Culinária’ conta a fascinante história do primeiro chef famoso do mundo, Antonin Carême (Benjamin Voisin), que, de origens humildes em Paris, ascendeu ao auge do estrelato culinário na Europa napoleônica. Embora sonhasse apenas em se tornar o chef mais famoso do mundo, seu talento e ambições atraíram a atenção de políticos poderosos e renomados, que o usaram como espião da França. Determinado a escapar da pobreza e realizar seu sonho, Carême pode escolher a vingança ou ter tudo o que sonhou: mulheres, riqueza e fama. Mas a que preço? Seu amor, sua alma, sua vida.

Lyna KhoudriJérémie RenierAlice Da Luz e outros também fazem parte do elenco.

‘Se Não Fosse Você’: Adaptação do romance de Colleen Hoover escala TRÊS novos membros ao elenco

A adaptação do romance ‘Se Não Fosse Você‘, de Colleen Hoover, está ganhando forma – e mais três atores foram contratados para integrar o elenco.

Segundo o DeadlineSam Morelos (‘That ’90s Show’), Clancy Brown (‘John Wick 4: Baba Yaga’) e Ethan Samuel Costanilla (‘Oh. What. Fun.’) foram escalados para o projeto.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

A trama se concentra nas consequências de um trágico acidente de carro que tira a vida de dois membros da família, levando a uma exploração de segredos e arrependimentos do passado.

Dave Franco (‘Truque de Mestre’), Allison Williams (‘M3GAN’), Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’), Willa Fitzgerald (‘A Queda da Casa de Usher’) e Mason Thames (‘O Telefone Preto’) e Scott Eastwood (‘Infiltrado’) completam o elenco.

Confira a sinopse oficial da obra:

“Morgan se tornou mãe bem nova, colocando seus próprios sonhos de lado para criar Clara. Enquanto Clara cresce e se torna uma adolescente, o relacionamento entre elas se torna complicado, especialmente após o trágico acidente que custou a vida de Chris, marido de Morgan e pai da Clara”.

Franco irá interpretar Jonah, novo interesse amoroso da Morgan após a perda do seu marido. Os detalhes dos demais personagens ainda não foram divulgados.

Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) será responsável pela direção. Ele também assina o roteiro a partir de um rascunho prévio escrito por Susan McMartin (‘After’).

Vale lembrar que a adaptação mais recente de um romance de Hoover, ‘É Assim que Acaba‘, se tornou um fenômeno de bilheteria, arrecadando US$ 351 milhões ao redor do mundo.

‘Pecadores’: Michael B. Jordan é destaque nas novas imagens do terror de Ryan Coogler; Confira!

O terror ‘Pecadores‘, próximo filme do diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’) e estrelado por Michael B. Jordan, ganhou novas imagens oficiais. O material promocional foi divulgado pela Warner Bros.

Confira:

O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “forte violência sangrenta, conteúdo sexual e linguagem”.

Na trama, dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.

Pecadores chega aos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

Jack Black descreve reboot de ‘Anaconda’ como “um filme de terror de verdade”

Jack Black, um dos protagonistas do remake de Anaconda, revelou detalhes sobre a nova produção, que também conta com Steve Zahn, Paul Rudd e Selton Mello no elenco.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Black destacou o equilíbrio entre humor e terror do filme: “É muito mais engraçado que o original. Mas ainda mantém muito das vibrações do original, no que diz respeito às partes assustadoras. É um filme de terror de verdade, mas também tem uma boa dose de palhaçada, com certeza”.

A trama do novoAnaconda acompanha um grupo de amigos que, em meio a crises de meia-idade, decidem refilmar seu filme favorito da juventude. A aventura os leva à floresta tropical, onde se veem em uma luta pela sobrevivência contra desastres naturais, cobras gigantes e criminosos violentos.

Jack Black interpretará um “ex-diretor, agora preso em um trabalho como videomaker de casamentos”, enquanto Paul Rudd viverá “um ator que teve uma passagem por um programa policial, mas vê seus sonhos em Hollywood se distanciando cada vez mais”. Já Selton Mello dará vida a um domador de animais brasileiro.

Além dele, também foram confirmados Thandiwe Newton (‘Westworld’), Steve Zahn (‘Silo’) e Ione Skye no elenco que já conta com Jack Black e Paul Rudd.

Tom Gormican, que dirigiu o meta-filme de Nicolas Cage, ‘O Peso do Talento‘, está coescrevendo com o colaborador Kevin Etten e dirigirá o longa.

O filme original foi estrelado por Jennifer Lopez, Owen Wilson, Ice Cube e Jon Voight, e acompanhou uma equipe de filmagem da National Geographic em busca da maior e mais mortal cobra do mundo, apenas para descobrir que o jogo se inverteu.

‘Euphoria’: Barbie Ferreira explica decisão de sair da série: “Eu não quero mais fazer isso”

Barbie Ferreira, que interpretou Kat Hernandez nas duas primeiras temporadas de Euphoria, abriu o jogo sobre sua saída da série da HBO.

Segundo o Deadline, recentemente a atriz explicou que a decisão de não retornar para a terceira temporada foi mútua.

“Acho que foi algo muito mútuo, então não foi apenas minha escolha”, disse Ferreira. “Acho que não havia para onde ir. Acho que havia lugares para ir, mas não sei se se encaixaria no programa. Não sei se faria justiça à personagem. Muitas coisas não fizeram sentido para mim. Tipo, por que estou lutando para ser a garota gorda? Por que sou sempre a amiga? E por que não sou apenas a garota?”.

Ferreira continuou: “Acho que foi algo mútuo, então não foi apenas minha escolha. Acho que não havia para onde levar a personagem. Acho que tentei escrever ela. Eu tentei. Eu estava tipo, ‘Sam, acho que podemos ir aqui’. E acho que não ressoou necessariamente com ele. E eu entendo isso. E tipo, ok, então eu acho que não quero mais tentar. Eu não quero lutar por isso. Eu só quero… tipo, não quero ter que implorar para ter uma boa história. E acho que as pessoas podem não gostar disso. Mas eu estava tipo, ‘eu não quero mais fazer isso'”.

A atriz também falou sobre os rumores de tensão nos bastidores da série, negando que tenha saído do set durante as filmagens da segunda temporada.

“Eu nunca saí do set”, afirmou Ferreira. “As pessoas podem ser muito loucas, e eu acho que é porque eles se importam. E eu acho que é bom. Mas sim, eu nunca saí do set. Tipo, nunca. Eu acho que eu tive um dia – talvez dois dias – onde eu estava tipo, ‘eu não quero fazer isso’. Mas eu nunca… tipo, eu nunca fiz isso. Tipo, eu estaria lá”.

Ferreira ainda falou sobre a pressão de estar em uma série de sucesso comoEuphoria.

“É um show popular, então as pessoas tiraram isso de contexto”, disse ela. “Eu era muito jovem, e foi difícil. Obviamente, houve muito discurso sobre isso que não era verdade, e eu sou uma pessoa que simplesmente deixa tudo acontecer. Eu acho que é por isso que é tão confuso, porque eu nunca respondi a nada. Eu nunca estava tipo, ‘não, isso não é verdade’. Eu estava tipo, ‘ok, tanto faz’. E eu acho que isso é o que as pessoas interpretam como culpado ou algo assim. Mas não, eu nunca saí do set. Eu nunca fiz nada disso. Eu nunca fiz nada disso. Eu nunca faria isso”.

O próximo ciclo contará com o retorno de Zendaya, Hunter Schafer, Eric Dane, Jacob Elordi, Sydney Sweeney, Alexa Demie e Maude Apatow, além da participação especial de Colman Domingo.

Os novatos Toby Wallace, Rosalía, Marshawn Lynch, Kadeem Hardison, Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten também foram confirmados na produção.

A nova temporada deve estrear apenas em 2026 e contará com oito episódios.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

‘Ruptura’: Ben Stiller garante que nova temporada NÃO vai demorar 3 anos; “Isso não vai acontecer”

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Ben Stiller, produtor executivo e diretor deRuptura, comentou recentemente sobre a tão aguardada terceira temporada, que já foi confirmada.

Em entrevista ao Deadline, Stiller abordou as expectativas dos fãs sobre o cronograma de lançamento da nova temporada, esclarecendo que não vai demorar três anos.

“Não, não, o plano não é esse — definitivamente não”, afirmou Stiller. “Não, o plano não é esse, e esperamos anunciar qual será o plano muito em breve. Isso não vai acontecer”.

A declaração de Stiller visa acalmar os ânimos dos espectadores, que aguardam ansiosamente por novidades sobre a série protagonizada por Adam Scott no papel de Mark Scout.

Lembrando que por meio de um comunicado oficial, o criador e produtor executivo, Dan Erickson, comemorou a novidade e compartilhou seu entusiasmo em dar sequência com a série:

“A ideia de fazer mais ‘Ruptura‘ com o melhor elenco e equipe da Terra é mais emocionante para mim do que todas as armadilhas de dedos do mundo combinadas. Mal posso esperar para continuar espalhando infortúnio, brincadeira, pavor e malícia com essas pessoas realmente incríveis”. 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O novo ciclo conquistou uma impressionante aprovação de 100% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 34 análises.

Para efeito de comparação, a primeira temporada obteve 97% de aprovação da crítica, com 116 avaliações, e 88% de aprovação do público.

O elenco também conta com Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.

‘The Golden Ticket’: Netflix anuncia reality show baseado em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’

A Netflix anunciou recentemente a produção de ‘The Golden Ticket’, um reality show baseado no clássico infantil, A Fantástica Fábrica de Chocolate’.

Segundo o Deadline, a produção da série ficará a cargo da Eureka Productions, responsável por sucessos como ‘The Mole’ e ‘The Floor’.

‘The Golden Ticket’ já iniciou o processo de seleção de participantes, que terão a chance de entrar na lendária fábrica de Willy Wonka. No entanto, a entrada será restrita aos que encontrarem os cobiçados bilhetes dourados.

A jornada dentro da fábrica não será fácil, exigindo dos participantes adaptação, estratégia e resiliência para superar os desafios propostos. Ambientado em um cenário retrofuturista, o reality show promete testar os limites físicos e mentais dos competidores.

“Estamos entusiasmados em trazer a magia da Fábrica de Chocolate à vida como nunca antes”, declarou Jeff Gaspin, VP de Programas Não Roteirizados da Netflix. “Esta competição de realidade única mistura aventura, estratégia e dinâmicas sociais, criando uma experiência tão cativante quanto imprevisível. Pela primeira vez, alguns sortudos não terão apenas que imaginar a experiência — eles poderão entrar na fábrica e vivê-la.”

A produção de ‘The Golden Ticket’ marca a primeira série inspirada emA Fantástica Fábrica de Chocolatedesde a aquisição da Roald Dahl Company pela Netflix em 2021.

‘Only Murders in the Building’: Christoph Waltz é escalado para a 5ª temporada

O vencedor de dois Oscar, Christoph Waltz, é a mais recente adição ao elenco recorrente da 5ª temporada de ‘Only Murders in The Building‘. A informação foi confirmada pela Variety.

Waltz se junta Keegan-Michael Key, que fora anunciado recentemente. Os detalhes de seu personagem permanecem em sigilo, bem como a trama do vindouro ciclo.

Vale lembrar que as filmagens dos novos episódios já estão acontecendo em Nova York. A informação fora revela pela conta oficial da série nas rede sociais.

O próximo ciclo ainda não tem previsão de estreia.

Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, além de Michael Cyril Creighton, retornam em seus respectivos papéis.

A 5ª temporada contará com 10 episódios.

Primeiras Impressões | 4ª temporada de ‘Only Murders in the Building’ é a MELHOR da série até agora

Na nova temporada, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) investigam um novo mistério na Califórnia.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

only murders

‘007’: Produtores de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ e ‘Harry Potter’ estão em negociações para assumir franquia junto à Amazon

Os produtores Amy Pascal e David Heyman estão sendo cotados para se juntar à Amazon MGM para desenvolver a franquia de James Bond. A informação foi revelada pela Variety.

Amy Pascal é conhecida por ter sido uma das principais produtoras da mais recente trilogia do ‘Homem-Aranha‘ (estrelada por Tom Holland), bem como dos sucessos ‘Rivais‘, ‘Adoráveis Mulheres‘ e ‘A Grande Jogada‘.

David Heyman possui em seu currículo a franquia de ‘Harry Potter‘, ‘Paddington‘ e os indicados ao Oscar ‘Era uma Vez em…Hollywood‘ e ‘História de um Casamento‘ – todos como produtor.

Segundo a publicação, a dupla ainda está “em negociações”. No entanto, nenhum acordo pode ser assinado por hora, até que o serviço de streaming finalize seu acordo para comprar o controle criativo das mãos de Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, os produtores cuja família supervisiona todas as coisas relacionadas à 007 há décadas.

Vale lembrar que Andy Jassy, CEO da Amazon, falou recentemente sobre o futuro do James Bond e da icônica franquia ‘007‘.

O executivo confirmou que nenhum plano foi definido para a próxima aventura do personagem, mas que eles planejam manter a franquia viva por muito tempo – ou seja, o anúncio oficial do novo James Bond é apenas uma questão de tempo.

“Nós ainda não temos um plano sobre qual seria o próximo tema [da franquia ‘007’]. Ainda não temos nada – ninguém começou a escrever o roteiro. Mas vamos cuidar muito bem [do futuro desta saga]. É uma franquia incrível, amada por muitas pessoas, e esperamos mantê-la viva por um longo período de tempo.”  

O filme mais recente da saga, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, marcou a despedida de Daniel Craig do papel titular. Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou US$ 774.1 milhões nas bilheterias mundiais.

‘Guardiões da Galáxia’: Amanda Seyfried revela que recusou viver Gamora por medo; “Era uma oportunidade enorme”

Amanda Seyfried, a estrela de ‘Mamma Mia!’, revelou recentemente que foi cotada para o papel de Gamora em Guardiões da Galáxia, mas recusou a oferta por temer que o filme de James Gunn fosse ser o primeiro fracasso da Marvel Studios.

Em entrevista à Variety, a atriz compartilhou que “refletiu sobre” a proposta por alguns dias, mas concluiu que o longa simplesmente não era para ela.

“Eu estava realmente apreensiva com a ideia de ficar presa e pintada de outra cor por tanto tempo”, disse Seyfried. “Era uma oportunidade enorme. Eu tinha acabado de conhecer James pessoalmente. Ele é maravilhoso. Alguém disse que ele não se lembrava, mas é definitivamente verdade. Eu realmente recebi a oferta e pensei sobre ela por alguns dias. Eu não queria morar em Londres por seis meses do ano. Havia outro filme que eu realmente queria fazer com Seth MacFarlane chamado ‘Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola’. Parecia uma boa oportunidade”.

Seyfried admitiu que estava “muito assustada” para arriscar em ‘Guardiões’, que acabou se tornando um grande sucesso para a Marvel Studios em 2013, arrecadando US$ 773 milhões nas bilheterias mundiais.

“Vamos lembrar também que fazer parte do primeiro filme da Marvel que fracassa não é bom para a sua carreira”, continuou. “Eu pensei que, como o filme falava sobre uma árvore falante e um guaxinim falante, ele seria o primeiro fracasso da Marvel e eu e Chris Pratt nunca mais trabalharíamos juntos. Eu estava errada! Mas eu estava apenas sendo prática. Não fui corajosa”.

“Eu estava em um momento delicado da minha carreira e não queria sofrer por causa do trabalho”, acrescentou Seyfried sobre a resistência ao processo de maquiagem. “Ficar sentada lá por quatro horas e meia todas as manhãs não parecia divertido. Eu já havia feito algumas cenas com tela verde e não tinha sido a minha melhor experiência ou algo que eu gostasse na época. Não me arrependo de nada. Tomei essa decisão por mim mesma. Foi bom para mim naquela época e é bom para mim agora”.

No final, Zoe Saldaña foi escalada para o papel, reprisando-o em duas sequências e em outros filmes da Marvel, como os recordistas ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Vingadores: Ultimato’.

Lembrando que Guardiões da Galáxia Vol. 3’ está disponível no Disney+.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter no elenco.

Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia 3‘ arrecadou US$ 838.8 milhões nas bilheterias mundiais, consolidando-se como um dos grandes sucessos de 2023.

Crítica | ETA apresenta uma sólida e compendiosa versão do musical ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’

natasha pierre e o grande cometa de 1812

Nota: o texto em questão contempla a pré-estreia do espetáculo, no dia 13 de março.

Em 2012, o musical ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’ fazia sua estreia na cidade de Nova York, apresentando uma interessante adaptação de um dos segmentos mais conhecidos do épico Guerra e Paz, de Liev Tolstói. A trama, que nos leva de volta à Russa Imperial do século XIX, é centrada em dois núcleos principais: o primeiro deles acompanha Natasha Rostova, uma jovem sonhadora prometida a um soldado que luta na guerra franco-russa e que, eventualmente, se apaixona pelo charmoso Anatole Kuragin; o segundo dá destaque a Pierre Bezukhov, um escritor boêmio que procura o sentido da vida e seu merecido respeito em meio a uma sociedade que não o leva a sério – incluindo sua esposa, Hélène, que também é irmã de Anatole.

Com uma sólida recepção por parte dos críticos e do público, era só questão de tempo até que o musical fosse trazido para os palcos brasileiros – com sua estreia oficial ocorrendo em 2018. Agora, chegou a vez do Estúdio de Treinamento Artístico nos presentear com uma remodelação da peça através da direção de Eric Côco e de um sólido elenco que singra em uma explosiva narrativa – e consegue ofuscar equívocos momentâneos através de um comprometimento infalível que domina as cenas ao longo de quase duas horas de espetáculo.

Nessa nova versão, Natasha é interpretada por Lívia Rogozneac em uma rendição que traz semelhanças ao retrato de Anastasia no musical homônimo: dividindo boa parte das cenas com Gabriella Soria no papel de Sonya, irmã de Natasha, e com Dewny no papel de Anatole, Rogozneac faz um trabalho digno de atenção ao se render de corpo e alma a uma complexa personagem que emerge como uma espécie de símbolo da crença no amor – e, de certa maneira, alheia aos acontecimentos que se perpetuavam àquela época na Rússia. A princípio meio tímida e escondendo-se frente às luzes dos holofotes, a atriz se liberta pouco a pouco de uma performance monotônica, deixando o melhor para um espetacular ato de encerramento que a sagra como a escolha perfeita para a protagonista.

Frente a isso, não podemos deixar de notar escorregos por parte do elenco que integra o núcleo em questão: Soria, nos encantando com vocais poderosos e envolventes, repete maneirismos que se tornam cansativos, por mais que sirvam de base para compor a personagem em questão; Dewny, por sua vez, faz uma entrada memorável como uma espécie de anti-herói que logo se transforma em uma vítima de seus próprios caprichos – mas comete os mesmos erros de Soria e deixa que o nervosismo tome as rédeas ao desafinar em notas-chave para a mitologia em torno da persona que interpreta; em contrapartida, Melinda, dando vida à madrinha de Natasha e Sonya, Marva, causa um impacto significativo com uma resplandecente atuação que traz elementos propositais do melodrama e a transforma em um bem-comum para o ritmo da peça.

Migrando para o outro núcleo, temos Emerson Oliveira em uma interpretação quase irretocável como Pierre – cuja construção inebria é o ponto de partida para um coming-of-age necessário e mandatório que o coloca em disputa não apenas com o que os outros membros da aristocracia pensam sobre ele, mas com Anatole e Hélène (aqui, eternizada com uma magnética performance de Lorenza Vilalba que se reitera com o segmento “Charmanté”). Oliveira rouba a atenção dos espectadores da mesma maneira que Rogozneac, porém com uma dose a mais de um derradeiro desespero que, eventualmente, alimenta seu anseio inescapável de ser mais do que realmente é.

Em se tratando de uma adaptação mais retraída quando comparada à versão de 2018, Côco comanda as cenas dentro de limites autoimpostos que se estendem desde os cenários até os figurinos: há uma ótima utilização de um espaço diminuto, cujo próprio uso de objetos cênicos é destituído de grandiosidade para dar foco aos personagens e às complexas relações que se desenrolam entre eles. Dessa maneira, as experimentações transformam o palco em entidade viva que inclusive convida o público a participar ativamente da trama – e transparecem a atmosfera de pura diversão que se apropria do local, cortesia do despojamento do elenco e da forma como os atores e atrizes navegam por essa história.

Para além do ótimo trabalho de Côco, temos a presença de Felipe Monteiro na direção musical e Maurício Reche e Carol Soares se apropriando da iluminação e da sonoplastia do espetáculo. O grupo promove uma transmutação bem-vinda de elementos cênicos que dialogam com a arquitetura compendiosa do espetáculo, garantindo um intimismo que aproxima o elenco do público, firmando laços comunicativos que tornam impossível a tarefa de desviar o olhar. Entretanto, não se pode fazer vista grossa no tocante a erros técnicos chamativos – seja nas alterações de volume nos microfones dos protagonistas e coadjuvantes, em certos deslizes de iluminação e em coreografias que deixam a desejar (incluindo uma cena na ópera que poderia ter sido muito mais bem trabalhada).

‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’ tem pontos a melhorar, mas emerge como uma sólida e reduzida adaptação da peça da Broadway em uma visão única e bastante original – que conta com pouquíssimos diálogos e reaviva nosso interesse em musicais song-through, e que faz questão de se sagrar como uma obra cujo maior enfoque destina-se a um elenco de peso.

DATAS E HORÁRIOS SOBRE A PEÇA
Pré-estreia: 13 de março de 2025, às 20h30
Apresentações: 21, 22, 28 e 29 de março de 2025, às 20h30
Local: ETA – Estúdio de Treinamento Artístico
Rua Major Diogo, 652 – Bela Vista – SP

‘Jogos Vorazes’: Produtora fala sobre novo DERIVADO focado na juventude de Haymitch

Com a produção a todo vapor, Nina Jacobson, a mente por trás da franquia Jogos Vorazes, revelou detalhes animadores sobre o tão aguardado filme derivado, que mergulhará na juventude de Haymitch Abernathy.

Durante uma entrevista a VarietyJacobson surpreendeu ao revelar que o projeto está em estágio avançado: “Ainda não fizemos um anúncio oficial, mas já temos um rascunho excelente e as locações definidas. Estamos muito mais adiantados do que seria esperado, graças ao planejamento prévio”.

A busca pelo ator que dará vida ao jovem Haymitch é um desafio intrigante. Jacobson explicou: “Precisamos encontrar alguém que encarne a essência de Haymitch antes dos traumas dos Jogos, sem cair na imitação de Woody Harrelson. Um ator que capture a mesma malícia e profundidade do personagem”.

O sucesso duradouro da sagaJogos Vorazes, segundo Jacobson, reside na escrita singular de Suzanne Collins: “Ela escreve a partir dos temas e dos personagens, e os leitores veem a si mesmos nos personagens, mesmo em um mundo distópico. Eles são profundos e reconhecíveis em suas lutas”.

Jacobson enfatizou a abordagem da franquia: “Nunca tratamos os livros como mero entretenimento juvenil. Sempre os vimos como obras para o público geral, com uma protagonista jovem. Suzanne tem o dom de oferecer reflexões significativas, dentro e fora das telas”.

O novo filme será baseado no mais recente livro de Suzanne Collins,Sunrise on the Reaping”.

Intitulado Sunrise on the Reaping (Amanhecer na Colheita’, em tradução livre), a trama do romance se passará vinte e quatro anos antes do primeiro capítulo da saga de Katniss Everdeen, “começando na manhã da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário”.

Para aqueles que não se recordam, a 50ª edição escalou 48 tributos dos Distritos para competirem nos Jogos Vorazes, em vez dos costumeiros vinte e quatro. Haymitch Abernathy (um dos mentores de Katniss e de Peeta Mellark no arco original) foi o vencedor.

O filme já tem até data de estreia: 20 de novembro de 2026.

Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita, nos cinemas 2026.

O filme mais recente foi Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’ (que arrecadou US$340 milhões ao redor do mundo e teve críticas bastante positivas).