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‘Materialists’: Fãs estão PIRANDO com o triângulo amoroso envolvendo os astros Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal

A24 divulgou o trailer de ‘Materialists’ (‘Materialistas’, em tradução literal), novo filme da aclamada diretora Celine Song.

O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

Dakota JohnsonChris EvansPedro Pascal vivem um triângulo amoroso como os protagonistas.

Na internet, os fãs foram ao delírio com o triângulo amoroso envolvendo os astros.

Assista e confira as reações:

O elenco ainda conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

O filme será lançado no dia 13 de junho de 2025.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.

Drake Bell fala sobre um ano de ‘Quiet on Set’: “Um peso enorme tirado de mim”

Drake Bell, ex-astro de Drake & Josh, compartilhou como sua vida mudou após o lançamento do documentário ‘Quiet on Set: O Lado Sombrio da Fama Infantil’, que expôs o abuso sexual que ele sofreu.

“Foi um peso realmente grande tirado de mim”, disse Bell ao comemorar o primeiro aniversário do documentário, conforme a Variety. “É uma montanha-russa de emoções. Não quero suavizar e fazer parecer que a mensagem é, ‘Ei, tudo o que você tem que fazer é contar para alguém, expor sua história e, quando você acordar no dia seguinte, tudo vai desaparecer, tudo vai ficar bem e você vai seguir a vida sem dor, tristeza ou sofrimento!’ Isso sempre vai estar lá, mas é muito mais agradável receber apoio”.

Brian Peck, coordenador de diálogos de Bell na adolescência, foi o responsável pelo abuso. Em 2003, Peck foi preso sob 11 acusações, mas a vítima não foi identificada até Bell se manifestar.

Bell relatou o impacto de sua história em outras vítimas.

“É realmente ótimo ter experiências agora em que, em vez de andar pelo aeroporto e as pessoas pedirem uma selfie, elas vêm até mim e compartilham suas histórias, dizendo, ‘Eu assisti ao seu documentário e depois da sua entrevista, eu me abri com meu marido. É algo que nunca contei a ninguém'”, disse Bell. “Eu não esperava ter esse tipo de impacto nas pessoas”.

O ator também comentou sobre a reação de pessoas que duvidavam das acusações contra Peck.

“É bom ouvir esse tipo de coisa”, disse Bell sobre ser acreditado. Ele acrescentou que ainda é difícil compreender que “todo mundo sabe meus segredos”, mas se sente grato pelo apoio dos fãs.

Bell também falou sobre o processo de cura.

“Ouvir as histórias de outras pessoas em terapia em grupo e pensar consigo mesmo, ‘Uau, essa foi uma história realmente pesada. Isso é o que você viveu, talvez eu me sinta um pouco mais confortável para compartilhar minha história e então, talvez, eu consiga me identificar com os outros.’ Porque quando você passa por algo assim, uma das principais coisas é que você se sente sozinho. Mas então você ouve essas outras histórias e pensa, ‘Eu não sou o único'”, afirmou.

Após o lançamento do documentario, a Nickelodeon emitiu um comunicado sobre o caso.

“Agora que Drake Bell revelou sua identidade como o autor da ação judicial de 2004, ficamos desolados e tristes ao saber do trauma que ele sofreu, e elogiamos e apoiamos a força necessária para se apresentar”, afirmou.

Bell, por sua vez, criticou a declaração, considerando-a “vazia” e questionando a falta de ações concretas da emissora.

“Uma resposta muito bem elaborada, provavelmente por algum grande advogado de Hollywood… Eu acho as respostas deles bastante vazias, porque, quero dizer, eles ainda mostram nossos programas, ainda colocam nossos programas no ar. E eu tenho que pagar pela minha própria terapia, tenho que descobrir o que — quero dizer, se houvesse alguma verdade por trás de eles realmente se importarem, haveria algo mais do que citações em uma página, obviamente de um representante legal dizendo exatamente como elaborar uma resposta”, expressou.

Lembrando que a Nickelodeon se pronunciou após as revelações de Drake Bell, no documentário sobre ter sido vítima de abuso sexual por Brian Peck durante as gravações de ‘O Show da Amanda’ (1999-2002).

Segundo o Deadline, a Nickelodeon afirmou: “Agora que Drake Bell revelou sua identidade como demandante no caso de 2004, estamos consternados e tristes ao saber do trauma que ele sofreu, e elogiamos e apoiamos a força necessária para se apresentar.”

Além disso, a Nickelodeon afirmou: “Embora não possamos corroborar ou negar alegações de comportamentos de produções décadas atrás, a Nickelodeon, por uma questão de política, investiga todas as reclamações formais como parte de nosso compromisso de promover um ambiente de trabalho seguro e profissional, livre de assédio ou outros tipos de conduta inadequada. Nossas maiores prioridades são o bem-estar e os melhores interesses não apenas de nossos funcionários, elenco e equipe, mas de todas as crianças, e adotamos inúmeras salvaguardas ao longo dos anos para garantir que estejamos vivendo de acordo com nossos próprios altos padrões e as expectativas de nosso público.”

Bell, por sua vez, criticou a declaração, considerando-a “vazia” e questionando a falta de ações concretas da emissora.

“Uma resposta muito bem elaborada, provavelmente por algum grande advogado de Hollywood… Eu acho as respostas deles bastante vazias, porque, quero dizer, eles ainda mostram nossos programas, ainda colocam nossos programas no ar. E eu tenho que pagar pela minha própria terapia, tenho que descobrir o que — quero dizer, se houvesse alguma verdade por trás de eles realmente se importarem, haveria algo mais do que citações em uma página, obviamente de um representante legal dizendo exatamente como elaborar uma resposta”, expressou.

Drake Bell detalhou o abuso no terceiro episódio da próxima série documental de quatro partes da Investigation Discovery, Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV(Quiet on Set: O Lado Sombrio da TV Infantil – tradução livre).

“Eu dormia no sofá onde normalmente dormia. Acordei com ele [Brian Peck], abri os olhos, acordei e ele estava me agredindo sexualmente”, descreveu Bell na série documental.

Bell tinha 15 anos na época e não sabia o que fazer, sentindo-se preso na situação. “Eu congelei e fiquei em completo choque e não tinha ideia do que fazer ou como reagir, e não tenho ideia de como sair dessa situação”.

O abuso foi extenso e brutal, e Bell se viu incapaz de escapar, pois Peck o manipulava para continuar retornando à sua casa. “Ele descobriu como convencer minha mãe e todos ao redor a, sempre que eu fizesse uma audição ou sempre que precisasse trabalhar em diálogos ou qualquer coisa, de alguma forma acabei voltando para a casa de Brian e isso ficou cada vez pior. Eu estava apenas preso. Eu não tinha saída”.

Bell então finalizou: “O abuso foi extenso e ficou bem brutal. Eu não sei como elaborar isso na câmera, realmente… Porque você não pensa nas piores coisas que alguém poderia fazer com alguém como uma agressão sexual, e então eu vou responder à sua pergunta. Não sei mais como colocar.”

Brian Peck foi preso em 2003 sob onze acusações, incluindo atos libidinosos contra uma criança de 14 ou 15 anos, bem como cópula oral por substância controlada. Em 2004, ele não contestou as acusações e passou 16 meses na prisão, sendo obrigado a se registrar como criminoso sexual.

A docussérie é formada por quatro episódios e tem como enfoque as péssimas e abusivas condições de trabalhos enfrentadas pelos astros-mirins das séries de TV infantis dos anos 1990 e 2000, particularmente as feitas na Nickelodeon.

‘Quiet on Set’ abre a cortina de um império construído pelo criador Dan Schneider, que tinha um controle inegável sobre a cultura pop. Séries como ‘All That’ e ‘The Amanda Show’, entre outras, foram consumidas obsessivamente por crianças de todo o país e definiram a comédia por uma geração. Mas por trás da presença otimista na tela desses programas com piadas questionáveis ​​e esquetes exageradas, a docussérie revela um ambiente insidioso repleto de alegações de abuso, sexismo, racismo e dinâmicas inadequadas com suas estrelas e equipe menores de idade.

BOMBA! ‘Jogos Mortais 11’ pode ter sido CANCELADO

Após diversos problemas nos bastidores – que levaram ao adiamento em um ano do lançamento do novo filme –, a sequência ‘Jogos Mortais 11‘ pode ter sido cancelada.

De acordo com o Bloddy Disgusting, uma fonte confirmou que o novo filme “está 100% morto. 100% cancelado.”

“Tudo começou a dar errado em janeiro de 2024. Os produtores começaram a brigar. Enquanto um produtor queria seguir em frente com o décimo primeiro filme, o outro ficou colocando obstáculos. [A Lionsgate] não tinha ninguém para acalmar a situação,” continuou.

O insider ainda afirma que a franquia deve “sofrer um reboot”, reiniciando sua narrativa.

Anteriormente, o diretor Kevin Greutert (‘A Última Premonição’) havia excluído sua conta no Twitter/X após fazer uma postagem enigmática – que muitos entenderam como sua despedida da saga.

Vale lembrar que o longa seria lançado originalmente em 2024, mas acabou sendo adiado em um ano – para o dia 26 de setembro de 2025.

Kevin Greutert, diretor de ‘Jogos Mortais 10‘, retorna ao comando do novo filme. Ele também dirigiu ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais – O Final‘.

Além disso, Greutert também serviu como editor da franquia entre o primeiro e o quinto filme, além de ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ (2017).

Anteriormente, em entrevista ao SFX Magazine, o produtor Oren Koules revelou detalhes sobre a trama do próximo filme, que servirá como sequência direta do décimo capítulo.

Ele indicou que o novo longa pode começar exatamente de onde ‘Jogos Mortais X‘ terminou, confirmando a sobrevivência da antagonista Cecilia Pederson (Synnøve Macody) e o seu possível retorno.

“A Cecilia ainda está viva, e os personagens do Tobin [Bell] e da Shawnee [Smith] ainda estão em um país estrangeiro. Para mim, este seria um cenário perfeito para começar a história do próximo filme.”

Infelizmente, o longa não vai contar com o retorno dos roteiristas do filme anterior, Josh Stolberg e Pete Goldfinger.

Uma perda e tanto, já que ‘Jogos Mortais X‘ conquistou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente.

A informação foi revelada pelo próprio Stolberg em seu perfil do Twitter.

Na publicação, ele escreveu:

“Pete e eu estamos deixando este capítulo de lado. Estou muito animado para vê-lo como um fã da franquia. Acho que as pessoas ficarão satisfeitas com a equipe.”

Ele então brincou:

“OBRIGADO a todos que escreveram palavras gentis sobre ‘Jogos Mortais X’ e sua decepção por não escrevermos a sequência. Para fazer vocês se sentirem melhor, lembre-se do que vocês disseram quando ‘Jigsaw’ foi lançado! HAHAHAHA. Snceramente, estou muito animado para sentar e assistir a este novo como um fã!”

Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.    

‘Happy Face’: Série inspirada em serial killer real conquista 83% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Happy Face: Um Serial Killer‘, série de suspense estrelada por Dennis Quaid (‘O Intruso’) estreia na Paramount+ apenas na próxima quinta-feira (20), mas a crítica especializada já pôde conferir a produção com antecedência e as primeiras avaliações estão entre nós.

Abrindo com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção foi elogiada pelas performances de seu elenco principal e por saber trabalhar o gênero true crime, mantendo a audiência vidrada a todo momento.

Confira a opiniões:

“Fãs de crimes reais, sua próxima obsessão pela TV chegou”. – Kristy Puchko, Mashable

“Por melhores que Annaleigh Ashford e Dennis Quaid sejam em seus respectivos papéis, Happy Face teria funcionado melhor se tivesse se atido à história real e não a esta história fictícia e sensacionalista”. – Alex Maidy, JoBlo’s Movie Network

“Cheio de mistério, curiosidade e profundidade em seu assustador olhar sobre os efeitos de verdades horríveis e traumas na vida e identidade de alguém, e graças a uma narrativa fabulosamente intrigante e performances memoráveis ​​de nosso elenco, é uma delícia de maratonar”. – Keeley Brooks, Loud and Clear Reviews

“Infelizmente, usar um assassino de verdade para contar essa história faz de ‘Happy Face’ o tipo de crime real que explora as questões que cercam o gênero, ao mesmo tempo em que usa sofrimento genuíno para tornar a série mais emocionante”. – Alan French, Sunshine State Cineplex

“Criada pela showrunner Jennifer Cacicio e pela poderosa dupla de produtores executivos Robert e Michelle King (Evil, The Good Wife), Happy Face desfere um golpe impressionante contra a glorificação habitual de assassinos em série em nossa cultura”. – Kelcie Mattson, Collider

“Parte processual, parte história familiar, é um híbrido que nunca funciona, apesar das atuações fortes e dos momentos poderosos”. – Keith Phipps, TV Guide

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Annaleigh Ashford (‘American Crime Story’) também estrela projeto. O elenco ainda conta com James Wolk, Tamera Tomakili, Khiyla Aynne e Benjamin Mackey.

Happy Face (Quaid) é um serial killer encarcerado que também é o pai de Melissa (Ashford). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra uma maneira de voltar à vida de sua filha. Numa corrida contra o relógio, Melissa deve descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido pelo seu pai. Durante todo o processo, ela descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas e deve enfrentar a realidade sobre sua própria identidade.”

O projeto é inspirado no podcast homônimo de iHeartMedia e Melissa Moore, e no livro Shattered Silence, que é baseado em sua própria história.

Jennifer Cacicio serve como roteirista, showrunner e produtora executiva.

Tracy Morgan passa mal durante jogo dos Knicks e é retirado de cadeira de rodas

O ator e comediante Tracy Morgan precisou de atendimento médico e foi retirado de cadeira de rodas do Madison Square Garden durante um jogo do New York Knicks contra o Miami Heat.

Segundo a FOX News, Morgan começou a passar mal durante a partida, vomitando e, supostamente, sofrendo uma hemorragia nasal enquanto estava sentado na quadra.

Vídeos nas redes sociais mostraram Morgan sendo atendido por membros da equipe do MSG e colocado em uma cadeira de rodas.

O jogo foi interrompido por vários minutos para que Morgan recebesse atendimento médico fora da quadra.

“Esperamos que Tracy melhore logo e estamos ansiosos para vê-lo de volta à beira da quadra”, disse um porta-voz do MSG.

Morgan, conhecido por seus trabalhos noSaturday Night Live e 30 Rock, é um fã de longa data dos Knicks. Ele tem enfrentado diversos problemas de saúde ao longo dos anos, incluindo diabete e problemas com álcool, o que o levou a um transplante de rim em 2010.

Não se sabe a causa do incidente.

‘Materialists’: Novo filme de Celine Song ganha TRAILER; Confira!

A24 divulgou o primeiro trailer de ‘Materialists’ (‘Materialistas’, em tradução literal), novo filme da aclamada diretora Celine Song.

A data de estreia oficial nos cinemas norte-americano está marcada para 13 de junho de 2025.

Confira:

O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

Além de  Dakota JohnsonChris EvansPedro Pascal como protagonistas, o elenco conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.

‘Tulsa King’: Série com Stallone é renovada para a 3ª temporada com novo showrunner

A jornada de Sylvester Stallone como o chefão do crime Dwight “The General” Manfredi está apenas começando, pois a série ‘Tulsa King‘ acaba de ser renovada para sua 3ª temporada.

A novidade foi confirmada pela Paramount+, que ainda revelou que o novo ciclo já está em produção em Atlanta e em Oklahoma.

A renovação não é uma surpresa, principalmente em virtude do enorme sucesso conquistado pela série logo em seu primeiro ano. Além disso, a première da 2ª temporada se tornou a mais assistida ao redor do mundo na história do serviço de streaming.

Tulsa King‘ ainda se consolidou como um dos Top 10 maiores títulos disponíveis no streaming, segundo o ranking da Nielsen, durante o lançamento de todos os demais episódios do ciclo em questão.

Os vindouros episódios ainda vão contar com uma mudança, com o produtor executivo Dave Erickson assumindo a função como o único showrunner. Ele também é o responsável por conduzir outra série de Taylor Sheridan, ‘Mayor of Kingstown‘, e recentemente fechou um acordo de vários anos com a MTV Entertainment Studios.

Todos os episódios de ‘Tulsa King‘ estão disponíveis na Paramount+.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Taylor Sheridan, responsável pela aclamada ‘Yellowstone‘.

Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.

O elenco ainda conta com Max Casella, Domenick Lombardozzi, Vincent Piazza, Jay Will, A.C. Peterson, Andrea Savage, Martin Starr, Garrett Hedlund, Dana Delany e Annabella Sciorra.

‘Mortal Kombat 2’ ganha data de estreia nos cinemas brasileiros; Confira fotos do filme!

Mortal Kombat 2‘ já tem data de estreia nos cinemas brasileiros.

A Warner Bros. lança o filme nos cinemas nacionais dia 23 de Outubro.

Ontem, foram divulgadas imagens que destacam Karl Urban como Johnny Cage, Adeline Rudolph como Kitana, Hiroyuki Sanada retornando como Scorpion e Martyn Ford como o antagonista Shao Kahn.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco contará com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao).

A produção ainda irá introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

Fracasso de bilheterias, live-action de ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ faz SUCESSO na Prime Video

O filmeOs Cavaleiros do ZodíacoSaint Seiya: O Começo‘ estreou no catálogo da Prime Video e abocanhou o décimo lugar entre os títulos mais vistos do catálogo do streaming.

O live-action enfrentou dificuldades no desempenho comercial após ter sido produzido com um alto investimento de US$ 60 milhões.

Agora, o filme finalmente parece ter chamado a atenção do público no streaming.

De acordo com um recém-divulgado relatório fiscal da Toei Animation, correspondente ao segundo trimestre deste ano, o filme resultou em um impacto negativo nas finanças do estúdio, causando um verdadeiro “rombo” em suas receitas.

Os números apresentados no relatório apontam para um lucro de 3,9 bilhões de ienes com a distribuição internacional de filmes nesse período.

Essa cifra, embora seja significativa, é consideravelmente menor quando comparada à arrecadação obtida no último trimestre do ano fiscal de 2023, que atingiu a marca de mais de 21 bilhões de ienes.

Para efeito de comparação, a receita operacional da Toei Animation foi dividida por regiões geográficas. A seguir, estão os valores arrecadados em cada uma delas:

  • Japão: 120 milhões de ienes
  • América do Norte: US$ 1,1 milhão
  • América Central e do Sul: US$ 4,36 milhões
  • Europa: US$ 1,1 milhão

O resultado da bilheteria nos Estados Unidos e na América Latina, que totalizou aproximadamente US$ 5,46 milhões, representou uma queda significativa em relação às expectativas iniciais para o filme.

Esse desempenho comercial abaixo do esperado afetou a expectativa do estúdio de desenvolver uma franquia completa de até sete filmes com base em ‘Os Cavaleiros do Zodíaco‘.

A trama escrita por Josh Campbell e Matt Stuecken acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.

O longa também conta com Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Madison Iseman (‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’), Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’) e Diego Tinoco (‘On My Block’).

Originalmente, Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

Após diversas polêmicas, ‘Branca de Neve’ é ELOGIADO pelos críticos em suas primeiras impressões

brancadeneve

O remake em live-action de Branca de Neve estreia nessa quinta-feira após diversas polêmicas, e já teve suas primeiras exibições para jornalistas, que compartilharam reações positivas, classificando o filme como um sucesso para a Disney.

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“A maior surpresa de 2025 é que o filme mais ‘conturbado’ e mais odiado do ano é, na verdade, um remake em live-action decente. Branca de Neve não é apenas um dos melhores remakes em live-action da Disney em anos, mas também um filme que recaptura a magia do clássico de 1937. Rachel Zegler É a Branca de Neve, e ela entrega uma performance mágica. Os números musicais são inesquecíveis, os visuais (exceto pelos anões estranhos) são encantadores, e o roteiro de Erin Cressida Wilson dá profundidade a esse mundo que eu não sabia que precisava”, comentou Christopher Rates.

 

Rachel Zegler é uma supernova brilhante em Branca de Neve, incorporando lindamente a natureza graciosa e gentil da princesa original da Disney. O filme é um banquete visual, com números musicais deslumbrantes e, claro, dezenas de encantadores animais animados. O roteiro sabiamente dá à sua heroína uma nova profundidade, mostrando seu ardente desejo de se tornar a líder que seu pai acreditava que ela poderia ser, além de uma história de amor doce como torta de maçã”, disse a crítica da Variety, Katcy Stephan.

 

“Talvez eu me arrependa de dizer isso, mas Branca de Neve é sólido. Eu realmente gostei dos números musicais, especialmente o de abertura e o ‘bop’ maligno da Rainha. Zegler foi ótima no papel principal, e Gadot se divertiu. São realmente os anões em CGI que prejudicam o filme. A escolha é perplexa”, afirmou Paul Klein, do Filmhounds.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

branca de neve poster

Rachel Zegler | 5 produções para conhecer a carreira da nova Branca de Neve

Rachel Zegler começou sua carreira de atriz ao participar de vários musicais escolares – e não foi até 2021 que ganhou proeminência mundial ao estrelar seu primeiro longa-metragem: o remake de ‘Amor, Sublime Amor’, colaborando com o lendário diretor Steven Spielberg.

Desde então, Zegler foi escalada para diversas produções de alto calibre no cenário cinematográfico e, em poucos dias, retornará às telonas como a mais nova versão da heroína titular de Branca de Neve e os Sete Anões’remake em live-action da Walt Disney Studios.

Pensando nisso – e celebrando uma carreira que ainda tem muito a contar -, preparamos uma breve lista com cinco produções para você conhecer a carreira da atriz.

Veja abaixo:

AMOR, SUBLIME AMOR (2021)

Personagem: María

Aliando-se a ninguém menos que Steven Spielberg, Zegler encabeçou o papel da jovem e ingênua María no aclamado remake de ‘Amor, Sublime Amor’, apresentando-nos com uma performance magnífica e vocais irretocáveis. Na trama, María é trabalha como faxineira para conquistar seu ganha-pão em uma sociedade marcada pelo abismo social, e é superprotegida pela ideologia nacionalista que manteve os imigrantes latinos unidos em situações de puro desespero. Eventualmente, ela cruza caminho com o charmoso Tony (Ansel Elgort), com quem desenvolve um romance fervoroso.

SHAZAM! FÚRIA DOS DEUSES (2023)

rachel zegler shazam

Personagem: Anthea

Shazam! Fúria dos Deuses falhou em alcançar o nível do sucesso do primeiro filme, principalmente por uma performance risível de Zachary Levi como o personagem titular (o que é estranho, considerando seu ótimo trabalho no capítulo anterior) – mas o elenco coadjuvante conseguiu nos encantar com atuações sólidas. E, nesse meio, Zegler dividiu os holofotes ao lado de Lucy LiuHelen Mirren como as filhas de Atlas, encarnando Anthea (epíteto duplo das deusas gregas Hera e Afrodite).

JOGOS VORAZES – A CANTIGA DOS PÁSSAROS E DAS SERPENTES (2023)

Personagem: Lucy Gray Baird

Pouco depois de ter participado de Shazam! Fúria dos Deuses, Zegler encantou os fãs de ‘Jogos Vorazes’ ao estrelar, ao lado de Tom Blyth, a adaptação cinematográfica do spin-off ‘A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’. No longa, a atriz encarnou a menina-tributo do Distrito 12 com majestade, mostrando que estudou cada um dos diálogos do livro e que abraçou a personagem com zelo e respeito – além de reiterar sua imensa habilidade vocal com rendições musicais de tirar o fôlego. Não é surpresa que o filme seja uma das melhores entradas dessa icônica franquia distópica.

Y2K (2024)

Personagem: Laura

Y2K é provavelmente um filme que passou longe de seu radar, ainda mais por não ter tido um lançamento oficial nos cinemas brasileiros. O ácido terror pós-apocalíptico da A24 trouxe elementos da ficção científica para contar uma espécie de lenda urbana da virada de 1999 para 2000 (o famoso “bug do milênio”) através de uma ótica sangrenta e indesculpável, em que as máquinas se voltam contra os humanos e desejam escravizá-los através de lavagens cerebrais. Apesar de não ter o mesmo brilho de outros projetos da produtora, o elenco faz um trabalho digno de nota, com destaque ao charme incomparável de Zegler como Laura.

ENFEITIÇADOS (2024)

Personagem: Princesa Ellian

Zegler tem um apreço significativo por musicais – o que não é nenhuma surpresa, visto que começou sua carreira de atriz nos palcos e sagrou-se uma das maiores vozes da nova geração. E, em 2024, ela foi escalada para a divertida animação da NetflixEnfeitiçados, trabalhando ao lado de nomes como Nicole KidmanJavier Bardem. Na trama, Zegler dubla a Princesa Ellian, que parte em uma perigosa missão para salvar a família e seu reino após um misterioso feitiço transformar seus pais em monstros.

BÔNUS: BRANCA DE NEVE (2025)

Personagem: Branca de Neve

remake em live-action de Branca de Neve ainda não estreou oficialmente nos cinemas, mas não poderíamos deixar o projeto de fora da nossa lista. Zegler dá vida a uma versão mais complexa da primeira princesa da Walt Disney Studios, uma jovem sonhadora que luta pelo bem-estar de seu povo, mas é perseguida pela psicótica Rainha Má (Gal Gadot) e se vê forçada a fugir e a viver com sete anões que a acolhem como irmã. Nas primeiras reações ao filme, a imprensa internacional rasgou elogios para a atuação de Zegler, afirmando que ela é a grande estrela da produção.

‘Branca de Neve’: Atores com nanismo CONDENAM o uso de CGI para os sete anões; “Absolutamente absurdo”

brancadeneve

O live-action deBranca de Neve está gerando polêmica devido à decisão da Disney de usar CGI para criar os sete anões, substituindo atores com nanismo por “criaturas mágicas” geradas por computador.

A decisão ocorreu após críticas do ator Peter Dinklage, que considerou a representação dos anões como estereotipada e prejudicial.

De acordo com o Daily Mail, com o lançamento do filme se aproximando, diversos atores com nanismo expressaram sua indignação com a decisão da Disney.

O ator Choon Tan descreveu o uso de CGI para os sete anões como “absolutamente absurdo e discriminatório de certa forma”.

“Acho que a Disney está tentando ser politicamente correta demais, mas, ao fazer isso, está prejudicando nossas carreiras e oportunidades. Não há nada de errado em escalar alguém com nanismo para um papel de anão, desde que sejamos tratados de forma igual e com respeito. Estamos mais do que felizes em assumir papéis de atuação adequados para nós”, afirmou.

“Além disso, é também uma oportunidade para que crianças pequenas vejam alguém com nanismo, algo que talvez nunca tenham visto antes”, ressaltou.

Tan se disse “ofendido e desapontado” com a decisão, acrescentando: “Há muitos atores capazes e que adorariam interpretar esses papéis, e isso tirou uma das poucas oportunidades que temos.”

Ele ainda questionou: “Não usariam CGI para um personagem alto, então por que precisam usar para anões? Eu me sinto discriminado, pois todos deveriam ter uma oportunidade igual”.

Ele tem receio de que essa decisão possa afetar negativamente outras produções.

“Essa decisão pode ter um efeito dominó em outras produções e oportunidades, pois isso começou com Peter Dinklage dizendo que anões não deveriam ser escalados para esses papéis específicos. Não há muitos papéis adequados para nós, então isso só torna mais difícil nossas oportunidades de atuação e nossas carreiras como um todo”, desabafou.

Tan também expressou o desejo de ter interpretado um dos sete anões no remake, dizendo: “Nos pagam para fazer o que amamos, atuar e performar”. 

O ator Blake Johnston também criticou a escolha de usar CGI, considerando-a “bastante estúpida”.

“Temos muitos atores anões que estão lutando por papéis como esse. Acho que a Disney cedeu à pressão para ser politicamente correta, o que agora acabou limitando as oportunidades dos grandes atores anões”, disse ele.

Johnston lamentou que a Disney tenha perdido a chance de dar destaque aos atores com nanismo, afirmando: “Isso nos limita ainda mais. Fico ofendido com a decisão, pois a Disney tinha uma das maiores histórias educacionais de todos os tempos, mas agora fez dela uma piada”.

Ele ainda explicou que o filme poderia ter dado “aos atores anões o destaque e mostrado ao mundo que podemos atuar e que somos bastante confiáveis”.

Blake admitiu que teria “absolutamente adorado interpretar um papel como um dos anões nesta produção”, revelando: “Sempre sonhei em interpretar o Zangado, pois ele é um dos personagens mais adoráveis”.

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Will Perry, um nadador paralímpico britânico com acondroplasia, também comentou: “A Disney está tentando com força demais ser politicamente correta”.

Ele achou a decisão “triste e ultrajante”, considerando que há muitos atores talentosos esperando uma oportunidade.

“Acho que é, em primeiro lugar, triste e, em segundo, ultrajante que a Disney sinta a necessidade de substituir atores com nanismo por CGI. Há muitos atores talentosos esperando sua grande chance, e isso poderia ter sido, mas não”, afirmou.

Ele ainda ressaltou: “Anões foram substituídos por uma imagem feita por computador. O que isso diz sobre nós? Somos melhores erradicados de um título mundialmente famoso da Disney do que termos uma chance de criar um filme positivo e divertido?”.

Perry também explicou que inicialmente ficou feliz com a ideia de que a Disney não iria cancelar o clássico.

“Inicialmente, há alguns anos, eu fiquei feliz que a Disney não fosse cancelar um conto de fadas tão querido como Branca de Neve e os Sete Anões, mas eles cancelaram a inclusão de anões em vez disso”, lamenta.

Outro ator com nanismo, Martin Klebba, que dá voz ao Zangado no filme, também comentou sobre a polêmica, refletindo sobre a ausência de atores com nanismo na trama.

“Eu geralmente não entro em assuntos políticos, mas eu pensei ‘anões não vão desaparecer só porque você não consegue imaginar que eles estão lá’. Nós ainda vamos andar por aí. Então eu não entendi toda essa coisa sobre não fazer os anões. A história existe há muito tempo e é um clássico”, expressou.

A polêmica começou em 2022, quando o ator Peter Dinklage criticou a Disney, sugerindo que a história de Branca de Neve e os Sete Anões era retrógrada.

“Fiquei surpreso que a Disney estivesse tão orgulhosa de escalar uma atriz latina como a Branca de Neve, mas ainda contava a história dos Sete Anões”, disse ele. “Não faz sentido. Eles são progressivos de uma forma, mas ainda estão fazendo essa história retrógrada sobre sete anões morando em uma caverna”.

A Disney, então, anunciou que os anões seriam substituídos por “criaturas mágicas” para “evitar reforçar estereótipos”. A crítica de Dinklage também foi apoiada por ONGs, incluindo a Restricted Growth Association no Reino Unido.

A atriz Zita Ferry, que também possui nanismo, se posicionou contra a crítica de Dinklage, dizendo: “Eu sinceramente acho que os shows são bons para pessoas pequenas como eu. A indústria do entretenimento é uma grande oportunidade para nós”.

Ela argumentou que Dinklage ganhou uma grande quantidade de dinheiro com ‘Game of Thrones’.

“Peter Dinklage fez uma grande quantidade de dinheiro em Game of Thrones, uma série que o viu sendo chamado de inúmeros termos depreciativos. Se ele fosse tão contra o uso do termo anão ou de atores anões, ele teria participado da série?”, declarou.

O longa foi classificado pelo MPAA como “PG”, ou seja, LIVRE para todas idades.
Ele contém algumas cenas de “violência, pouco perigo, elementos temáticos e um humor desagradável”.

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.

A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.

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‘Adolescência’: Série dramática da Netflix é baseado em fatos reais?

Owen Cooper como Jamie Miller em Adolescência. (Foto: Netflix © 2024)

Adolescência, a série dramática da Netflix, tem atraído o público com sua trama sobre a prisão de Jamie Miller, um jovem de 13 anos (Owen Cooper), acusado de assassinar um colega de classe.

O sucesso da série levantou a questão: a história é baseada em fatos reais?

Segundo a Variety, os criadores Jack Thorne e Stephen Graham esclareceram que a série não é uma adaptação de um crime específico. No entanto, Graham revelou que a trama foi inspirada no aumento alarmante de ataques com faca no Reino Unido.

Dados do Escritório de Estatísticas Nacionais mostram que os ataques com faca na Inglaterra e no País de Gales dobraram na última década. O Ministério da Justiça reportou, em março de 2023, mais de 18.000 crimes relacionados a facas em um ano, com 17,3% dos agressores sendo jovens entre 10 e 17 anos.

“Um dos nossos objetivos era perguntar: ‘O que está acontecendo com nossos jovens hoje em dia, e quais são as pressões que eles enfrentam de seus colegas, da internet e das redes sociais?'”, explicou Graham. “E as pressões que vêm de todas essas coisas são tão difíceis para as crianças aqui quanto são para as do resto do mundo”.

Adolescência’ está disponível na Netflix.

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No Rotten Tomatoes, a série conquistou 100% de aprovação com base em 25 análises.

Os críticos elogiaram a produção, destacando-a como uma das melhores produções da Netflix.

Veja os comentários:

“Ela usa sua dor e choque como uma porta lateral para questões interessantes e críticas sociais. É sobre um adolescente, mas suas ideias são adultas”, disse Margaret Lyons do New York Times.

“Destruidor, cru e impressionantemente atuado, “Adolescência” destaca como falhamos conosco mesmos e como continuaremos a falhar com as gerações que vêm depois de nós”, disse Aramide Tinubu do Variety.

“Principalmente, o que eles estão fazendo é pegar uma grande crise social e dividi-la em pequenos momentos compreensíveis, vividos por indivíduos simpáticos”, disse Noel Murray do IGN Movies.

“Felizmente, o trabalho de câmera complementa principalmente tanto uma trama com uma inquietante ressonância contemporânea quanto os personagens humanos, interpretados de maneira excepcional por nomes como Stephen Graham, Ashley Walters, Erin Doherty e o espetacular novato Owen Cooper, disse Daniel Fienberg do The Hollywood Reporter.

“Este não é um conteúdo fácil de assistir… Mas no que Adolescence tem a dizer, e na forma eloquente e audaciosa com que o diz, é também uma das melhores produções – e uma forte candidata a ser a melhor – que você verá na tela pequena este ano”, disse Alan Sepinwall do Rolling Stone.

“‘Adolescência’ não é apenas uma série divertida (embora seja, de uma forma distorcida); é uma das séries mais importantes que vi em muito tempo”, disse Taylor Gates do Collider.

“‘Adolescência’ é uma minissérie impressionante, focada em personagens, que usa sua apresentação hipnotizante para mostrar as consequências de um assassinato trágico”, disse Nick Bythrow do Screen Rant.

“Um thriller policial de poder extraordinário e rara percepção, Adolescênciaé sustentado pela atuação imponente de Stephen Graham, repleta de vulnerabilidade. Ele impacta como uma bola de demolição, deixando você devastado—mas de alguma forma consegue recompô-lo”, disse M.N. Miller do FandomWire.

A série foi criada por Graham, Jack Thorne e Philip Barantini.

A minissérie narra a história história de como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

Ashley WaltersErin DohertyFaye MarsayChristine TremarcoMark StanleyJo HartleyAmélie PeaseOwen Cooper completam o elenco.

Graham também fica responsável pelo roteiro ao lado de Thorne.

Johnny Cage, Kitana e Scorpion nas imagens da sequência ‘Mortal Kombat 2’; Confira!

O site EW divulgou as primeiras imagens da sequência ‘Mortal Kombat 2‘.

As imagens destacam Karl Urban como Johnny Cage, Adeline Rudolph como Kitana, Hiroyuki Sanada retornando como Scorpion e Martyn Ford como o antagonista Shao Kahn.

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O elenco contará com o retorno de Lewis Tan (Cole Young), Jessica McNamee (Sonya Blade), Josh Lawson (Kano), Tadanobu Asano (Lord Raiden), Mehcad Brooks (Jax), Ludi Lin (Liu Kang), Chin Han (Shang Tsung), Joe Taslim (Bi-Han & Sub-Zero), Hiroyuki Sanada (Hanzo Hasashi & Scorpion) e Max Huang (Kung Lao).

A produção ainda irá introduzir Karl Urban (Johnny Cage), Tati Gabrielle (Jade) e Adeline Rudolph (Kitana), além de Martyn Ford (‘The Sandman’), Desmond Chiam (‘Falcão e o Soldado Invernal’), Ana Thu Nguyen (‘Suka’) e Damon Herriman (‘A Casa de Cera’).

Simon McQuoid retorna na cadeira de direção, enquanto Jeremy Slater assina o roteiro.

Lembrando que o primeiro filme está disponível no streaming da Max.

Jonathan Majors CONFESSA estrangulamento em áudio revelado pela Rolling Stone

O ator Jonathan Majors, demitido da Marvel após ser condenado por agressão à sua ex-namorada Grace Jabbari, confessou recentemente ter estrangulado a ex-companheira em uma gravação de áudio revelada pela Rolling Stone.

A fita de áudio, que captura uma conversa entre Jabbari e Majors nos dias seguintes ao suposto ataque, revela o ator admitindo o crime.

“Tenho vergonha de nunca…”, Majors começa, antes de se interromper. “Eu nunca [fui] agressivo com uma mulher antes. Eu nunca agredi uma mulher – eu agredi você.”

“Você me estrangulou e me empurrou contra o carro”, interrompe Jabbari.

“Sim, todas essas coisas estão sob ‘agredido’, sim”, responde Majors. “Isso nunca aconteceu comigo”.

“Porque eu disse algo sarcasticamente, aos seus olhos?”, questiona Jabbari.

“Bem, claramente, é mais do que isso”, diz Majors.

“Algo dentro de você”, afirma Jabbari.

“Sim, para você”, concorda Majors, antes que a gravação termine.

Na época do incidente, Majors estava morando com Jabbari em Londres enquanto filmava a segunda temporada da série Loki, da Disney+.

Quando Jabbari processou Majors em março de 2023 por difamação, agressão e acusação maliciosa, a denúncia detalhou o suposto ataque ocorrido em setembro de 2022. (Jabbari e Majors resolveram o caso em novembro de 2023.)

Majors nunca se desculpou publicamente por seu comportamento em relação às ex-namoradas e negou ter sido fisicamente abusivo com mulheres.

Vale lembrar que, conforme informado pela Variety, Jonathan Majors foi condenado a:

  • Completar um programa presencial de 52 semanas sobre violência doméstica em Los Angeles, onde reside atualmente, com a possibilidade de migrar para sessões parcialmente virtuais no futuro.
  • Continuar sua terapia de saúde mental e fornecer atualizações sobre seu progresso.
  • Manter-se afastado de Grace Jabbari, já que a vítima recebeu uma ordem de proteção permanente.

Qualquer violação das condições estabelecidas ou envolvimento em atividades criminais poderá resultar em sua prisão.

 

Lucy Hale revela que fez audição para ‘Hannah Montana’: “Foi muito legal”

A atriz Lucy Hale, conhecida por seu papel em Pretty Little Liars, revelou recentemente que fez teste para estrelar Hannah Montana, papel que acabou ficando com Miley Cyrus.

Segundo o Deadline, Hale compartilhou sobre as diversas audições que fez ao longo de sua carreira.

“Oh meu Deus, foram tantas”, disse ela. “Como moro em Los Angeles há quase 20 anos, sei que quem consegue o papel sempre parece ser o escolhido, mas para cada ‘sim’ em uma audição, há uma fila de 200 ‘nãos’. Acho que deveria voltar a olhar meus diários e ver todas as coisas para as quais fiz audição”.

Entre os papéis que Hale mencionou, estão personagens em filmes como A Escolha Perfeita, ‘Hairspray – Em Busca da Fama’, 50 Tons de Cinza eA Substância’.

No entanto, a audição para Hannah Montana teve um significado especial para a atriz.

“Foi alguns anos antes de eles escolherem a Miley para o papel”, explicou Hale, que na época tinha 14 anos e morava no Tennessee. “Lembro da audição como se fosse hoje. Foi uma audição gravada no Tennessee, e foi a audição que me fez querer ser atriz. Foi muito legal”.

A atriz também recordou sua participação em outra série teen de sucesso, Drake e Josh, onde interpretou uma das namoradas de Drake Bell. Na época, Hale tinha 15 anos.

“Eu estava muito nervosa”, relembrou ela. “Na cena, o personagem do Drake pergunta: ‘Qual é o seu nome?’ E eu respondo: ‘Hazel!’ E ele diz: ‘Como a noz?’ E eu respondo: ‘Uh-huh!’ E é isso. Inovador. Minha carreira disparou desde então, então, tudo graças a isso”, brincou a atriz.

Hannah Montana’ está disponível no Disney +.

Mike Colter expressa esperança de reprisar Luke Cage no MCU após sucesso de ‘Demolidor: Renascido’

Mike Colter, que interpretou Luke Cage na série da Netflix, expressou seu otimismo em reprisar o papel no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), após o sucesso de Demolidor: Renascido’.

Em entrevista ao Collider, Colter comentou sobre a possibilidade de retornar ao papel: “Eu ainda tenho esperanças para isso. Eu não penso mais sobre isso. Acho que sempre há tempo. Não acho que seja impossível. Qualquer coisa pode acontecer”.

O ator já havia expressado seu desejo de explorar o personagem em uma nova história:

“Eu adoraria explorar isso, se encontrassem uma história, uma maneira, algum lugar para levar isso. E estou feliz que o Charlie Cox e os outros estão recebendo um reboot, mas não tenho ideia se Luke Cage está sendo reiniciado. Não estou segurando nada”, disse Colter no ano passado.

Colter também elogiou a decisão de continuar a história de Demolidor na nova série, ao invés de um reboot completo.

“Acho que essa é a decisão certa. Eles nunca deveriam ter tentado [fazer um reboot]. Não, não sei o que aconteceu. Eu pensei, ‘Bem, claro, não estava quebrado, então não consertem'”, afirmou o ator.

Primeiras Impressões | ‘Demolidor: Renascido’ traz o melhor da Marvel Studios à tona

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Train Dreams: Drama histórico do diretor de ‘Sing Sing’ é um convite ao extraordinário

Joel Edgerton and Felicity Jones appear in Train Dreams by Clint Bentley, an official selection of the 2025 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Adolpho Veloso.

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2025

Grainer é um homem estoico de seu tempo, que caminha sob o silêncio e a simplicidade de uma existência plácida e singela. E como tudo na vida se transforma pelo amor, sua história ganha cores ao cruzar olhares com Gladys. Sua doçura e feminilidade inundam cada ambiente dessa pequena comunidade e encontram espaço no coração dessa figura até então vagante, andarilha em sua própria realidade. Train Dreams é um delicado drama sobre como a existência humana só realmente ganha valor quando partilhada. Percorrendo 80 anos de história, o longa de Clint Bentley é uma apaixonante reflexão sobre família, legado e memória – diante da pulsante América do século XIX, que se transformava, se adequava e se desenvolvia em meio às consequências da Revolução Industrial.

A vida de Grainer, brilhantemente vivido por Joel Edgerton, se molda ao amor por sua amada – encarnada pela talentosa Felicity Jones -, e pela idílica vida que constroem em meio aos rincões de uma floresta ampla e revigorante. A rotina agora se divide entre o desfrutar da plenitude de serem três, ele, ela e a pequena Katie, e seu trabalho na floresta como madeireiro. Distante da civilização e sem saber exatamente a extensão daquilo que faz, seu trabalho de fato reflete a evolução de toda uma nação. Construindo pontes e estruturas para trilhos de trem, suas mãos calejadas fazem parte do boom da engenharia de um país em efervescência, que ainda colhia os regalos do novo modelo de produção e da ascensão da energia a vapor.

Esse contraste entre a pacata vida no campo, as agruras de um trabalho árduo e todas as suas consequências é trazido às telas de maneira impecável pelas mãos de Bentley, mesmo responsável pelo excepcional e premiado Jockey e corroteirista do indicado ao Oscar 2025, Sing Sing. Com um olhar sensível e detalhado sobre um período tão particular da história americana, o cineasta faz do macro – contexto sociocultural e evolutivo – uma profunda análise do micro, sobre aqueles pequenos contos que habitam casas de madeira simplórias, onde famílias se reúnem e sonham com o futuro a partir do progresso que testemunham da janela de suas casas. Nos convidando para uma transformadora catarse, o drama é um retrato antigo, mas atemporal, a respeito da existência humana diante das mais diversas circunstâncias.

Um convite à contemplação da vida de um homem marcado pela dor, Train Dreams nos arrebata de forma surpreendente. De ritmo mais lento em seu primeiro ato, o filme é uma chama que queima lentamente e permite que seus personagens se desenvolvam à sua maneira, para que nossa experiência seja completa. Consumindo nossa atenção gradativamente por meio de seu roteiro, o longa de época não cansa de nos impressionar e ganha camadas ainda mais profundas em Joel Edgerton e em sua fascinante caracterização soturna, que se desabrocha na solidão e em um denso olhar que revela distanciamento de si, dos demais personagens e até mesmo da audiência.

Entregando a melhor performance de sua carreira, Edgerton é a epítome do sofrimento masculino como raramente o vemos nos cinemas. Despido de travas e completamente entregue à complexidade de Grainer, o ator prova ser um dos talentos mais valiosos que Hollywood possui e pouco valoriza. Tornando o silêncio e sua linguagem corporal a maior expressão artística que o filme entrega para o público, ele faz de Train Dreams seu cartão de visitas, à medida em que honra o poderoso texto que possui em mãos.

E como um filme que impera na vastidão do sofrimento abafado, Train Dreams diz muito em poucas palavras. Fazendo dos olhos exaustos de seu protagonista uma janela de oportunidade para que apreciemos a raridade que estar vivo de fato é, o drama não se rende ao pesar e nos toma em uma reflexiva e intimista experiência, nos envolvendo ainda em sua estonteante fotografia bucólica, que transforma vastas pradarias banhadas pela luz do sol em pinturas acolhedoras e reconfortantes. Apegando-se à beleza da imperfeita jornada que testemunhamos, o diretor Clint Bentley faz do tempo e das adversidades de Grainer um retrato emocionante e reflexivo sobre o que é plenitude e qual o nosso lugar na imensidão humana.

Nos arrebatando inesperadamente em seu segundo ato, o drama histórico lançado no Festival de Sundance 2025 é ainda uma inevitável meditação sobre o nosso senso de ser e estar, diante da grandiosidade do mundo que nos cerca. Narrando uma época onde a compreensão da existência humana se resumia a pequenas extensões de quilômetros e onde não tínhamos contato com o restante do planeta através da tecnologia, Train Dreams é a impactante história de um homem comum assombrado por seu passado e fascinado pelo futuro que testemunha desabrochar diante de seus olhos. Uma recordação da vida em seus tempos mais rudimentares, o filme de Clint Bentley é também um lembrete de que, na verdade, não precisamos de muito para ser feliz.

‘The Electric State’: Chris Pratt rebate críticas sobre interpretar o mesmo personagem

Chris Pratt, conhecido por interpretar personagens como Peter Quill na Marvel, Owen Grady em ‘Jurassic World’ e Keats em The Electric State, abordou as críticas sobre a similaridade de seus papéis recentes.

Em entrevista à Entertainment Weekly, Pratt reconheceu as semelhanças entre seus personagens, especialmente no que diz respeito à nostalgia e ao arco de personagem.

“Eles são produtos da mesma era, então há uma semelhança no sentido de nostalgia por uma época que já passou. Embora seja uma versão alternativa [em The Electric State], é a década de 90, e obviamente, Quill tem todas essas referências de cultura pop dos anos 80”, afirmou o ator.

“Acho que, como arco de personagem, eles têm uma jornada; eles encontram algo maior do que eles mesmos pelo qual querem lutar e estão dispostos a se sacrificar”, continuou Pratt. “Há ele falando com um personagem animado ao longo da história. Então, acho que, até agora, só nesta entrevista, estou percebendo que há semelhanças”.

No entanto, Pratt argumentou que The Electric State “parece um filme completamente diferente” de seus trabalhos na Marvel Studios. Ele destacou as diferenças entre Keats e Peter Quill, como a falta de competência e a aparência física de Keats.

“Acho que [Keats] é menos competente do que Senhor das Estrelas. Acho que ele é um pouco mais inepto, um pouco mais desajeitado, e tem uma aparência diferente, o cabelo e o bigode”, observou Pratt.

O ator concluiu que, em filmes de grande aventura e ficção científica, é natural que os personagens compartilhem certas semelhanças.

“Eu gosto de pensar, espero, que seja assim para todos os personagens que eu interpreto, nesse tom, algo que seja como um grande filme de aventura e ficção científica, familiar e barulhento. Quando é um tom comercial grande como esse, você vai acabar criando uma versão ‘Sliding Doors’ dos personagens que gosto de interpretar”, disse Pratt.

The Electric State’ está disponível na Netflix.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.

A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.

O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.

Christopher MarkusStephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.

‘Homem-Aranha 4’: Sadie Sink comenta rumores sobre interpretar Mary Jane

Sadie Sink, conhecida por seu papel em ‘Stranger Things’, comentou sobre sua estreia no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) em Homem-Aranha 4’, em um papel ainda não revelado.

Segundo o ComicBookMovie, a atriz abordou os rumores de que interpretaria Mary Jane, o interesse amoroso de Peter Parker (Tom Holland).

“Isso é novidade para mim. Isso é novidade para mim”, respondeu Sink de forma enigmática. “Não tenho nada a dizer sobre isso. Mas os rumores são muito legais. É um rumor incrível. Eu conheço a personagem. Ela é uma grande personagem, então foi legal ler sobre isso”.

Questionada sobre a possibilidade de um compromisso de mais de 10 anos com a Marvel, Sink respondeu: “Acho isso super empolgante, sim”.

Além de Mary Jane, também surgiram rumores de que Sink poderia interpretar Jean Grey, a mutante com poderes telecinéticos.

Caso isso se confirme, sua aparição emHomem-Aranha 4’ seria uma estreia bastante incomum, devido à pouca história de parceria entre os heróis nos quadrinhos.

Em uma recente entrevista, Tom Holland comentou sobre o quarto filme solo do Homem-Aranha:

“Temos os melhores profissionais trabalhando para o que quer que a história seja. Mas até que tenhamos resolvido isso, temos um legado a proteger. O terceiro filme foi tão especial de tantas maneiras que precisamos garantir que estamos fazendo a coisa certa”, afirmou.

Lembrando que a aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.