A Netflix adquiriu os direitos do aguardado documentário ‘Selena y Los Dinos’, dirigido por Isabel Castro, que retrata a ascensão da icônica cantora Selena Quintanilla e sua banda familiar.
O longa será lançado globalmente ainda neste inverno, ampliando o alcance do legado da artista conhecida como a “Rainha da Música Tejana”.
O filme estreou no Festival de Sundance de 2025, onde recebeu o Prêmio Especial do Júri na categoria Documentário dos EUA por sua abordagem com material de arquivo. A repercussão seguiu nos festivais de SXSW e Miami, onde venceu o prêmio do público — um forte indicativo do apelo duradouro de Selena junto a fãs antigos e novos.
Com registros inéditos extraídos do acervo pessoal da família, o documentário oferece um olhar íntimo sobre a trajetória de Selena — desde os dias se apresentando em festas de quinze anos até a consagração nos palcos de grandes estádios. A obra promete revelar facetas pouco conhecidas da artista, humanizando a figura que se tornou símbolo cultural para gerações.
“Estamos muito empolgados em finalmente compartilhar que nosso documentário Selena y Los Dinos chegará à Netflix! É gratificante poder contar com uma plataforma que leva a história de Selena a fãs do mundo inteiro”, declarou Suzette Quintanilla, irmã da cantora e produtora executiva do projeto.
A diretora Isabel Castro também celebrou a parceria:
“Selena continua a inspirar milhões com sua trajetória única. Como cineasta, eu queria honrar sua ascensão extraordinária e legado duradouro, mostrando também sua vida fora dos holofotes. Com arquivos pessoais e entrevistas íntimas com sua família, o filme revela novas dimensões de sua jornada. Sou imensamente grata pela confiança da família”.
O filme também chamou a atenção do mercado pelo valor expressivo de sua aquisição: entre US$ 6 e US$7 milhões, segundo o Deadline, o que o coloca entre os maiores acordos já feitos para um documentário saído do Festival de Sundance.
Produzido pela Polygram Entertainment, Amsi Entertainment e Motto Pictures, o longa conta com produção de Julie Goldman, Christopher Clements, J. Daniel Torres, David Blackman e Simran Singh, além de ter AB Quintanilla III e Michele Anthony como produtores executivos.
Selena foi assassinada em 1995 aos 23 anos e sua morte teve um impacto devastador, especialmente na comunidade latina nos EUA. Três décadas depois, seu legado permanece vivo e a artista ainda é considerada uma das grandes forças da música POP, bem como uma das maiores perdas da indústria fonográfica.
