domingo, fevereiro 8, 2026
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‘Street Fighter: A Batalha Final’ | 10 curiosidades sobre a infame adaptação dos jogos de luta





Fenômeno dos videogames, a franquia Street Fighter ganhou sua primeira adaptação cinematográfica nos anos 90. O resultado foi um filme catastrófico estrelado por Jean-Claude Van Damme. No entanto, como de costume a todo filme ruim lançado no passado, existem alguns saudosistas que defendem o longa até hoje, sabe Deus como. Por isso, o CinePOP separou dez curiosidades sobre a produção de Street Fighter: A Batalha Final. Confira!

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Difícil convivência

O elenco do filme teve muitos problemas de convivência com Jean-Claude Van Damme, que além de ser ególatra, estava passando por um problema com uso de drogas. Segundo o ator, ele gastava cerca de US$ 10 mil por semana em cocaína.

Terminal

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Por outro lado, o elenco amou trabalhar com Raul Julia, que interpretou M. Bison. O ator passou as filmagens inteiras acompanhado de sua família, já que estava com um câncer terminal de estômago. Quando lançado, o filme foi dedicado a ele, que morreu pouco tempo depois do fim das gravações.

Mussolini

Para dar vida ao vilão M. Bison, Julia estudou vários ditadores e personagens controversos da história, como Hitler, Mussolini e Pablo Escobar para compor seu personagem. Os movimentos que ele fica fazendo com as mãos, por exemplo, são iguais aos do Mussolini.

Franquias diferentes

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Inicialmente, Van Damme foi chamado para fazer o Johnny Cage no filme do Mortal Kombat. No entanto, ele abriu mão do papel para estrelar Street Fighter, a franquia rival dos games de luta, onde teria mais destaque.

Repercussão

Mesmo que tenha sido MASSACRADO pela crítica e pelos próprios fãs da franquia Street Fighter, o filme se tornou um sucesso comercial bem grande, arrecadando quase US$ 100 milhões, tendo custado US$ 35 milhões. Quem acabou escapando das críticas ruins foi Raul Julia, que recebeu muitos elogios por sua atuação.

Fim da linha?

Ming-Na Wen, que interpreta a Chun-Li, disse ter sentido vergonha quando assistiu o filme. Ela afirmou também que temia que sua carreira em Hollywood tivesse acabado. Quem a consolou foi George Clooney, que disse que era necessário bem mais do que um filme ruim para destruir uma carreira em Hollywood.

Caro

A Capcom, empresa que distribui os jogos da franquia, foi a principal produtora do filme. Porém, a condição deles era só fazer o filme se Van Damme aceitasse o papel. Para ter o astro, eles desembolsaram cerca de US$ 8 milhões, deixando US$ 27 milhões para bancar o resto do filme.

Bagunça

As gravações na Tailândia sofreram um atraso absurdo. Para tentar amenizar o prejuízo, o diretor Steven E. de Souza arrancou páginas do roteiro para dar aos produtores a impressão de que estava tudo dentro do prazo. O problema é que eles acabaram voltando sem gravar cenas fundamentais para o filme, e as coreografias de luta acabaram saindo sem coerência. Resultado: tiveram que construir um Set imitando a Tailândia em Vancouver para terminar o filme.

Para maiores

A primeira versão do filme era para maiores de 18, mas a Capcom bateu o pé para ter um filme no máximo PG-13. Então, o diretor fez novos cortes para deixar o filme com classificação etária livre. Porém, após explicar para a Capcom como nenhum jovem iria ao cinema para ver um filme para todos os públicos, os executivos permitiram incluir uma cena em que Van Damme falava um palavrão, aumentando a classificação indicativa para PG-13.

Quase teve sequência

Apesar do massacre da crítica, Van Damme começou a trabalhar numa sequência em 2003. Ele seria acompanhado do partido Dolph Lundgren no elenco. No entanto, a Universal não curtiu tanto a ideia e após anos tentando tirar o projeto do papel, Van Damme acabou desistindo e a franquia sofreu um reboot em 2009.

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Pedro Sobreiro
Pedro Sobreirohttps://cinepop.com.br/
Jornalista apaixonado por entretenimento, com passagens por sites, revistas e emissoras como repórter, crítico e produtor.

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