Talvez, ao longo da vida, a gente se decepcione com algumas pessoas – e isso pode acontecer mais de uma vez. Mas é importante lembrar que dias melhores sempre virão. Relacionamentos começam e terminam, e essa é uma parte natural do caminho. O essencial é nunca perder a esperança de encontrar alguém para viver uma nova e grande história de amor. E, em certos momentos de reflexão, nada melhor do que se aconchegar no sofá e assistir a um bom filme. A seguir, reunimos 10 obras perfeitas para você:
Dirigido por Joachim Trier, esse filmaço nos leva até a história de uma jovem perto dos 30 anos que se encontra em diversas dúvidas na sua vida, passando por momentos importantes e amadurecendo conforme reflete sobre o que passou.
Quando a Luz Arrebenta

Una (Elín Hall) é uma jovem estudante de artes, integrante de uma banda nas horas vagas, que vive um romance não exposto com Diddi (Baldur Einarsson), esse último ainda num outro relacionamento. Quando uma inesperada tragédia acontece com seu amor, a personagem principal precisará enfrentar o luto e as verdades não ditas nas horas que se seguem.
Na trama, conhecemos Jo (Ágata Buzek), uma professora do ensino médio com uma vida agitada. Uma mulher que aparenta uma infelicidade constante, vivendo seus dias num conturbado cotidiano, numa casa onde mora com o marido, a mãe, o filho mais velho que acabou de ser pai e o filho mais novo. Ainda por cima, em forma de oásis ao caos que impera em sua frente, tem um relacionamento secreto com outro professor. Um dia, começa a receber ameaças de um alguém que descobriu sua traição.
Hirayama (Kôji Yakusho) é um homem metódico, de uma simplicidade notável, que trabalha limpando banheiros públicos em uma tóquio atual. Avesso à tecnologia, na contramão dos agitos de um Japão pulsante nesse sentido, seu cotidiano é regado por seu gosto por fotografia, leitura e música (com direito a uma bela coleção de fitas k7). Será ele um ser humano estacionado no tempo? Qual será sua história até ali? Alguns personagens que surgem em sua vida vão começando a remexer lembranças, encostando no seu passado.
Escrito e dirigido pelo cineasta nova-iorquino James Gray, ambientado em uma Nova Iorque do início dos anos 80, Armageddon Time reflete sobre o sonho americano em uma estrada repleta de aprendizados em memórias que ficariam para sempre, jamais esquecidas. E em falar em memórias, o projeto é baseado nas da infância do próprio diretor.
Jenny Fields (Glenn Close) é uma enfermeira que resolve ter um filho sem ter compromissos com o pai da criança. Seu filho, se chama Garp (Robin Williams, na fase adulta), um observador, romântico, que adora praticar Wrestling, e que vive sua rotina em meia a estudos para se tornar um escritor e criando histórias que aparecem de alguma forma em sua frente. Ao longo de sua vida, aprende muitas coisas e assim acompanhamos suas tristezas, alegrias, amores e reflexões sobre uma vida intensa e repleta de história para contar.
Sandra (Imelda Staunton) é uma respeitada mulher da alta sociedade britânica que parece ter a vida perfeita. Só que uma questão logo a abala: três décadas e meia casada descobre a traição do marido, um ex-chefe de polícia, com uma amiga próxima. Sem saber direito o que fazer da vida, resolve ir morar com a animada irmã Bif (Celia Imrie), com quem não falava fazia tempos, em uma outra parte da cidade.
Obrigado, Rapazes

Antonio (Antonio Albanese) é um experiente ator que trabalha como dublador de filmes para adultos e parece não estar nada feliz com os rumos que sua vida e carreira levaram. Certo dia, após receber uma ajuda de um amigo dono de teatro, tem a chance de um novo trabalho como professor de um curso de teatro dentro de um presídio italiano. Assim, conhece alguns presidiários mais a fundo, os ajudando a encenar a peça Esperando Godot, do autor irlandês Samuel Beckett. Será esse o empurrãozinho que precisavam para enxergar suas vidas com outros olhos?
Alma (Maren Eggert) é uma cientista e professora, em fase final de uma pesquisa de anos, que aceita ser cobaia de uma experiência inusitada: ficar por três semanas com um robô criado a partir do que seria seu homem ideal. Assim, entra em sua vida Tom (Dan Stevens), um alguém que vai revirar suas formas de pensar sobre sentimentos. Na balança, os prós e contras nos guiam por questões mundanas chegando até mesmo se o sofrer pode fazer falta.
Com uma proposta interessante de navegar nos caminhos indecifráveis que podem se abrir no destino, o longa-metragem italiano Já era Hora, disponível na Netflix, através de um ótimo protagonista, nos conta uma história cheia de altos e baixos na vida de um advogado atrapalhado, consumido pelo trabalho que vê seu mundo virar de cabeça pra baixo quando percebe estar saltando de forma aleatória para o ano seguinte.
