As Comédias Esquecidas que Completam 40 anos!

Em 2026, vários clássicos muito queridos do cinema completam 40 anos de sua estreia. Nem dá para acreditar! Obras inesquecíveis, que passavam sem parar na Sessão da Tarde quando estávamos crescendo, como ‘Curtindo a Vida Adoidado’, ‘Top Gun – Ases Indomáveis’ e ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’, estão se tornando quarentonas. É, o tempo passa.

Mas o tempo também passa para os filmes que, infelizmente, ao contrário de seus irmãos mais famosos, não resistem ao teste do tempo e terminam esquecidos pelo caminho. Abaixo iremos falar destes filmes que caíram no anonimato. Mas não apenas isso, pois selecionamos 10 produções de um gênero que gostamos muito, mas que infelizmente não são mais produzidas como antes: as comédias. Confira abaixo.

Um Dia a Casa Cai

Começamos a lista com outro verdadeiro ícone da Sessão da Tarde, que era extremamente popular nos anos 80 e 90, mas que hoje ficou completamente esquecida. O motivo para isso é apenas um: sua relevância nos dias de hoje. Acontece que nos anos 80, quando o cinema entretenimento estava à toda, eram produzidos filmes sobre tudo, sobre qualquer assunto mundano do nosso dia a dia. Veja por exemplo o caso de ‘Um Dia a Casa Cai’, que tem produção de Steven Spielberg e é protagonizado por Tom Hanks e Shelley Long.

A premissa é a mais simples possível: um casal compra uma grande casa achando estar fazendo um grande negócio, somente para descobrir que foram enganados e precisarão passar uma verdadeira epopeia fazendo uma obra para reformar o local inteiro. Um tema muito identificável para qualquer um que já passou por uma obra em casa. Mas é só isso, todo o humor é gerado em cima disso. Algo difícil de ser comprado nos dias cínicos de hoje.

Os Três Amigos!

Aqui temos mais um filme “de uma piada só”. Como dito, na década de 80, o tema mais simples poderia ser assunto de um filme de quase duas horas de duração. Aqui quem comanda o show é o carisma de Steve Martin, Chevy Chase e Martin Short, como três atores de filmes muito famosos. Eles são como ‘Os Três Patetas’. Porém, quando seu ato cai na mesmice, eles terminam demitidos pelo estúdio. Sem emprego, eles recebem uma carta para irem ao México, e aí começa a confusão. Essa é uma comédia que recai no gênero da farsa, ou seja, funciona com o mecanismo das “informações trocadas”.

Acontece que o trio de amigos tapados acreditam estar indo ao México estrelar um filme. Na verdade, o povo humilde de um vilarejo acredita se tratar de três pistoleiros reais, que irão salvar seu povo de ditadores tiranos. E assim, nessa confusão, é criado todo o enredo do filme. A direção é de John Landis – o mesmo de ‘Um Príncipe em Nova York’ e ‘Trocando as Bolas’.

Por Favor, Matem Minha Mulher

Além de terem temas simples, que não seriam mais usados hoje em dia, como um filme inteiro sobre reformar uma casa, algumas premissas eram extremamente incorretas, afinal falamos dos anos 80. Essa era a época, por exemplo, de casamentos extremamente infelizes e miseráveis, onde os casais queriam se matar, mas não se separavam para resolver o problema, simplesmente permaneciam casados como uma disputa de força, tendo casos e querendo literalmente se matar.

Esse foi o tema de várias comédias da época, como ‘A Guerra dos Roses’ e ‘Um Salto para a Felicidade’. E, claro, é o tema deste ‘Por Favor, Matem Minha Mulher’, dá para ver pelo título. No filme, Danny DeVito é um ricaço que tem a mulher sequestrada por dois criminosos de primeira viagem, papel de Judge Reinhold (de ‘Um Tira da Pesada’) e Helen Slater (a primeira ‘Supergirl’ do cinema). Acontece que a mulher (papel de Bette Midler) é insuportável, e o marido dá é uma festa ao saber que alguém resolveu esse “problema” para ele. Mais incorreto impossível.

Fábrica de Loucuras

Na lista já tivemos uma comédia sobre a reforma de uma casa, agora que tal uma comédia sobre o funcionamento de uma fábrica de automóveis? Essa era toda a graça dos anos 80, usar como tema tópicos do dia a dia, altamente identificáveis, coisa carente nos dias de hoje, com obras cada vez mais fantásticas e fantasiosas. Nos anos 80, Tom Hanks e Michael Keaton eram atores muito similares, tanto em sua aparência física, com seus cabelos encaracolados, quanto no tipo de comédias que faziam – ao ponto de serem confundidos.

Aqui quem estrela é Keaton, como um sujeito que tem a ideia de reabrir uma fábrica de carros, após seu fechamento em uma pequena cidade americano. Para a empreitada ele importa funcionários japoneses para dar uma força, gerando um conflito cultural com os funcionários americanos que também trabalham no local. Estava criada outra comédia clássica que passava sem parar na Sessão da Tarde da época. A direção é de Ron Howard, então saído dos sucessos de ‘Splash – Uma Sereia em Minha Vida’ e ‘Cocoon’.

Salve-me Quem Puder

Não dá para falar dos anos 80, sem falar da icônica Whoopi Goldberg, o maior nome representativo feminino da época. Curiosamente, o primeiro papel de destaque da atriz no cinema foi com o poderoso drama de Steven Spielberg, ‘A Cor Púrpura’, que foi indicado ao Oscar de melhor filme e deu uma indicação para Goldberg no papel de uma protagonista bem sofrida. Por alguma razão depois disso, os produtores de Hollywood acharam que ela deveria fazer comédia. E assim, a atriz fez toda a sua carreira em cima do gênero – até conseguir de fato sua estatueta por ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’.

Antes disso, ela estrelava sua primeira comédia, e o primeiro filme que fez após o sucesso de crítica do filme citado de Spielberg. Aqui, a comédia de espionagem e certa ação usa como tema a famosa música dos Rolling Stones, “Jumpin’ Jack Flash” (o título original do filme). Esse é também o código que a programadora de computadores vivida por Goldberg recebe inadvertidamente e se vê no meio de uma trama de espionagem digna de ‘Missão: Impossível’.

Um Vagabundo na Alta Roda

Por falar em Bette Midler, a atriz retorna em mais uma produção de humor esquecida de 40 anos atrás. A vida dos ricaços de Beverly Hills sempre encantou os americanos, e o mundo. Esse estilo de vida é sinônimo de fama, sucesso e glamour. Na trama, Midler e Richard Dreyfus são um casal da alta sociedade que veem a chegada de um mendigo mudar suas vidas. O vagabundo é interpretado por Nick Nolte, que um belo dia chega na mansão do casal e mergulha na piscina com o objetivo de se matar. Os ricos salvam sua vida, e agora os destinos deles estarão entrelaçados. Em meio a muitas confusões, eles acabam influenciando positivamente as vidas uns dos outros.

Totalmente Selvagem

Outro tema de vida que fazia muito sucesso na década de 80 era o da mulher de espírito livre e bastante sensual, que chega para virar a vida de algum homem certinho de cabeça para baixo. Essa era a fantasia de todo homem responsável da época, cansado da rotina e de bater ponto no trabalho. Muitos deles eram roteiristas e sacavam esse tipo de história do bolso. Essa é por exemplo a trama do veículo de Madonna em ‘Quem é Essa Garota?’, de 1987. Um ano antes, porém, Melanie Griffith fazia primeiro, como a sexy Lulu, a mulher de cabelo Chanel que irá mudar a vida do engravatado, papel de Jeff Daniels. A direção é de Jonathan Demme, que depois viria a comandar o clássico thriller, ‘O Silêncio dos Inocentes’.

Uma Gatinha Boa de Bola

Como dito, tudo e qualquer coisa poderia virar o tema de uma comédia dos anos 80, era só querer. Na lista já tivemos a reforma de uma casa e até o funcionamento de uma fábrica de carros. Que tal os bastidores de um time de futebol americano colegial? Ah sim, mas tem uma grande sacada aqui (será?). Acontece que o técnico desse time “casca-grossa” é na verdade uma treinadora, papel de Goldie Hawn. E aqui temos elementos de outro filme da atriz, do começo da mesma época.

Falo de ‘A Recruta Benjamin’, no qual Hawn interpretou uma dondoca decidindo entrar no serviço militar, e se mostrando totalmente inapta, somente para no final superar as dificuldades. Aqui é o mesmo, só que no comando de um time de machões. Também temos elementos de filmes como ‘Loucademia de Polícia”, com personagens excêntricos ganhando destaque no time. A prova desta semelhança é que o falecido Tab Thacker, que aqui interpretou Finch, no ano seguinte seria o grandalhão House em ‘Loucademia de Polícia 4’.

Armados e Perigosos

E se não poderíamos falar de uma lista dos anos 80 sem trazer Whoopi Goldberg, podemos dizer o mesmo do saudoso John Candy. Outro que nos deixou cedo demais, recentemente a Amazon Prime Video disponibilizou em seu acervo um documentário sobre a vida e a carreira do astro canadense. Candy brilhou na década de 80, participando de verdadeiros clássicos da época. um dos menos conhecidos e falados foi ‘Armados e Perigosos’, no qual atua e faz parceria com o colega canadense Eugene Levy. O primeiro é um policial demitido da força injustamente, enquanto o segundo é um advogado sem muito brilho. Ambos decidem se tornar seguranças particulares. O longa ainda conta com Meg Ryan, tem roteiro de Harold Ramis (‘Os Caça-Fantasmas’) e Brian Grazer (‘Uma Mente Brilhante’), e direção de Mark L. Lester (de ‘Comando para Matar’).

Clube Paraíso

Fechando a matéria, que tal um filme sobre um resort em uma ilha paradisíaca. Esse tipo de hospedagem vêm fazendo muito sucesso no Brasil atualmente, mas nos EUA já era assunto de filme desde a década de 80. Aqui, quem comanda o show é o saudoso Robin Williams, como o responsável pelo local. Apesar de ser o protagonista, o filme faz parte de um seleto grupo de produções obscuras da carreira do ator. Mas aqui também temos um grande elenco, de nomes como Peter O’Toole, por exemplo, o eterno ‘Lawrence da Arábia’. Fora ele, temos também a dupla formada por Rick Moranis e Eugene Levy (ele de novo), dois sujeitos tentando se dar bem com a mulherada. O elenco feminino é comandado pela modelo Twiggy e Joanna Cassidy (de ‘Blade Runner’). Até mesmo o cantor Jimmy Cliff dá as caras em uma participação especial.

10 séries para dias em que o universo está de mau humor

Uma obra seriada pode ser um ótimo tira gosto de uma semana ruim. E que bom que pelos streamings entram e saem, em grande quantidade, algumas produções que acabam se tornando um ótimo passatempo. Para você que está em busca do que assistir, não perde as dicas da lista abaixo:

 

Reprovado (Netflix)

Nessa nova série da Netflix, acompanhamos um golpista e gênio da matemática que precisa se passar por professor para ajudar a polícia a encontrar o filho de um criminoso. Aos poucos, vai percebendo que a tarefa não será nada fácil.

 

Uma Esposa em Miniatura (HBO MAX)

Criada por Jennifer Ames e Steve Turner, essa nova série disponível na HBO MAX nos apresenta Lindy (Elizabeth Banks) e Les (Matthew Macfadyen), um casal em crise que precisa se adaptar a uma nova rotina quando Lindy é reduzida de tamanho por meio da nova invenção tecnológica do marido.

 

Jogo Cruzado (Disney Plus)

Matheus (José Loreto) é o craque de um time que busca sempre os títulos mais importantes. Elisa (Carol Castro) é uma jornalista fiel aos princípios da profissão que escolheu em busca de novos desafios na carreira. Eles nunca se deram bem. Quando Matheus precisa parar com o futebol por ordem médica, seu destino volta a se cruzar com o de Elisa, e juntos são convidados a apresentar um programa esportivo que promete chocar o mundo do jornalismo esportivo.

 

Seus Amigos e Vizinhos (Apple Tv)

Nessa hilária série, também cheia de camadas de crises existenciais, acompanhamos um homem bem sucedido que passa a viver um verdadeiro inferno astral ao pegar a esposa o traindo, e tempos depois ser demitido. Sem direção do que fazer, resolve roubar seus amigos e vizinhos ricos para não quebrar.

 

Melou (Prime Video)

Dedicada aos cuidados do marido em coma, a produtora canadense de xarope de bordo (um tipo de adoçante) Ruth (Margo Martindale) vem encontrando dificuldades financeiras e na comunicação com a associação responsável por melhorias no seu ofício. Quando uma oportunidade de um roubo mirabolante surge, seu destino se cruza com o ingênuo segurança Remy (Guillaume Cyr) e o alucinado mafioso Mike (Chris Diamantopoulos).

 

Fallout (Prime Video)

Na trama, bem à frente no futuro, conhecemos a Terra dizimada por ações nucleares. Para proteger alguns, os Estados Unidos junto à um grupo de empresas, resolve criar refúgios subterrâneos. Assim, 200 anos depois do caos começar, conhecemos a jovem Lucy (Ella Purnell) que, após o lugar onde nasceu e foi criada ser atacado, e ainda com o sequestro de seu pai, resolve ir atrás dele e desbravar a superfície, um lugar onde nunca antes havia ido.

 

O Sinal (Netflix)

Na trama, conhecemos Paula (Peri Baumeister), uma brilhante cientista alemã, enviada por uma empresa privada para o espaço com um único objetivo: realizar pesquisas sobre possíveis sinais vindos de fora da Terra. Perto de completar sua missão, Paula se depara com uma descoberta e conflitos se desenrolam. Ao voltar ao nosso planeta acaba sendo responsabilizada por uma tragédia, modificando completamente a vida de sua família.

 

Falando a Real (Apple Tv)

Jimmy (Jason Segel) é um terapeuta que trabalha com outros dois amigos em um enorme consultório que, depois de um ano apenas sobrevivendo após o falecimento da esposa em um trágico acidente de carro, volta a despertar para a vida, reconectado laços perdidos, principalmente com a única filha, a adolescente Alice (Lukita Maxwell). Para buscar soluções para suas próprias barreiras, contará com a ajuda dos amigos Paul (Harrison Ford) e Gaby (Jessica Williams), com quem divide esse enorme consultório de atendimento psicológico e também de um casal de curiosos vizinhos, Derek (Ted McGinley) e Liz (Christa Miller).

 

Ninguém Quer (Netflix)

Nessa simpática trama, conhecemos uma apresentadora de podcast que acaba encontrando o amor em um rabino. Ao longo do tempo, precisam equilibrar as instabilidades que aparecem pelo caminho.

 

Vinagre de Maçã (Netflix)

Trazendo ao público a ascensão, o dolo e a queda de uma influenciadora australiana completamente narcisista, que inventou estar com câncer para fazer sucesso pelas redes sociais, ao longo de seis episódios maravilhosos acompanhamos os desenrolares com uma narrativa acelerada, contemporânea, atual, quebrando a quarta parede em muitos momentos.

 

 

EXCLUSIVO! Produtora de Histórico Criminal revela como Martin Scorsese inspirou série de suspense

Uma das maiores surpresas da Apple TV, ‘Histórico Criminal’ resgata a atmosfera noventista de aclamados thrillers investigativos para um novo tempo, a partir de uma atípica parceria policial entre um veterano da corporação (Peter Capaldi) e uma jovem e idealista policial (Cush Jumbo).

Tornando-se um impressionante sucesso que cruzou as fronteiras britânicas – conquistando o público ao redor do mundo -, a série retorna com sua 2ª temporada e um novo e tumultuado caso que desafia não apenas a eficácia da Polícia de Londres, mas também a compreensão social sobre moralidade, profissionalismo e justiçamento por conta própria.

E, em meio a dilemas éticos e cenas eletrizantes que fisgam a nossa atenção, a produtora executiva Elaine Collins revelou, com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP, detalhes dos próximos episódios e o que os fãs de suspense podem esperar da trama.

Mergulhando nas complexas questões que se esgueiram habilmente no centro das cenas de ação, Collins reflete sobre como ‘Histórico Criminal‘ é um espelho dos diversos conflitos e problemas enfrentados ao redor do mundo, à medida que bebe de fontes artísticas poderosas, como as primeiras obras de Michael Mann e o estilo inigualável de Martin Scorsese.

Confira a entrevista:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Criminal Record apresenta Capaldi no papel do Inspetor-Chefe de Polícia Daniel Hegarty e Cush Jumbo como a Sargento Detetive June Lenker, ambos encarregados de investigar um caso de assassinato antigo. Enquanto Hegarty procura proteger o passado, Lenker vai além dos limites em busca da verdade.

A sinopse oficial diz: Criminal Record é um drama poderoso, focado nos personagens, ambientado no coração de Londres contemporânea. Uma ligação anônima atrai dois detetives brilhantes para um confronto sobre um antigo caso de assassinato – uma jovem mulher no início de sua carreira e um homem bem conectado determinado a proteger seu legado. A série aborda questões de raça, falhas institucionais e a busca por um terreno comum em uma Grã-Bretanha polarizada.”

No segundo ciclo, June Lenker (Jumbo) é a oficial sênior na cena quando um comício político é atacado por contramanifestantes de extrema direita. O confronto violento deixa um jovem morto e June, consumida pela culpa, está desesperada para levar o assassino desconhecido à justiça. Parece que sua melhor esperança é Daniel Hegarty (Capaldi), agora uma figura essencial no mundo sombrio da inteligência policial. Ele pode ter as respostas de que ela precisa, mas para obter sua ajuda, ela terá que aceitar uma barganha perigosa.

No elenco estão também Charlie Creed-Miles, Dionne Brown, Shaun Dooley, Stephen Campbell Moore, Zoë Wanamaker, Rasaq Kukoyi, Maisie Ayres, Aysha Kala, Cathy Tyson e Tom Moutchi.

Criminal Record é escrito e criado por Paul Rutman. Jim Loach e Shaun James Grant atuam como diretores da série de oito episódios. Elaine Collins é produtora executiva junto com Capaldi, Jumbo e Rutman.

Meryl Streep revela que recusou ‘O Diabo Veste Prada’ antes de negociar cachê maior: “Eu sabia que seria um sucesso”

A atriz Meryl Streep, que imortalizou a icônica Miranda Priestly em O Diabo Veste Prada, detalhou os bastidores de sua contratação para o filme original de 2006. Em declarações à Variety, a veterana revelou que sua decisão de aceitar o projeto dependeu de uma renegociação financeira agressiva.

Streep destacou que só assinou o contrato quando os produtores decidiram elevar a proposta inicial, que ela considerou insuficiente para o potencial da obra.

“Eu sabia que seria um sucesso. Li o roteiro, era ótimo. Eles me ligaram, fizeram uma oferta, e eu disse: ‘Não. Não vou fazer’. Quis ver o que aconteceria se eu dobrasse meu cachê, e eles aceitaram na hora”, afirmou a atriz.

A vencedora do Oscar explicou que sua vasta experiência na indústria permitiu prever o fenômeno cultural que o filme se tornaria, e ela estava determinada a ser remunerada à altura do seu valor para o projeto.

Ao relembrar a firmeza de sua decisão, Streep refletiu sobre o empoderamento que sentiu naquela etapa de sua trajetória: “Eu tinha 56 anos, levei todo esse tempo para entender que podia fazer isso! Eu tinha certeza. Tinha certeza de que seria um sucesso. E senti que eles precisavam de mim. Eu queria o papel, mas, se eles não aceitassem, tudo bem. Eu já estava pronta para me aposentar”.

A aposta da atriz provou-se correta:O Diabo Veste Prada arrecadou mais de US$ 326 milhões globalmente e rendeu a Streep uma de suas indicações mais memoráveis ao Oscar, consolidando Miranda Priestly como uma das personagens mais amadas da história do cinema.

Lembrando que oO Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

‘Gasparzinho’: Disney+ adquire direitos de nova série live-action produzida por Steven Spielberg

O icônico “Fantasminha Camarada” está prestes a retornar às telas. O Disney+ adquiriu o projeto de uma nova série baseada em Gasparzinho (Casper), que promete uma abordagem inédita para o personagem clássico.

Conforme reportado pelo Deadline, a produção em live-action conta com nomes de peso nos bastidores. O projeto será comandado por Rob Letterman e Hilary Winston, produtores executivos da série ‘Goosebumps: Monstros e Arrepios’ (também do Disney+). O time conta ainda com o retorno de Steven Spielberg, que produziu o memorável filme de 1995, estrelado por Christina Ricci. A produção é da UCP, divisão do Universal Studio Group.

Embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em sigilo, a série é descrita como uma atualização moderna da história original. Fontes indicam que o projeto seguirá um tom mais sombrio e atmosférico, traçando paralelos com a abordagem de Wandinha (Wednesday) para a Família Addams.

Rob Letterman assume a direção e assina o roteiro ao lado de Winston. Ambos dividem a produção executiva com Spielberg. Assim como na versão cinematográfica dos anos 90, o protagonista será recriado por meio de efeitos visuais em CGI.

Gasparzinho estreou originalmente em uma série de curtas animados entre 1945 e 1959. Após ser adquirido pela Harvey Comics, o personagem tornou-se um fenômeno cultural, estrelando cinco séries animadas e diversas histórias em quadrinhos ao longo das décadas.

O projeto destaca-se por dois marcos importantes na indústria: Caso avance, será a primeira série do Universal Studio Group produzida para o Disney+. É uma das raras produções da plataforma baseada em uma propriedade intelectual que não pertence originalmente ao ecossistema Disney.

Anteriormente, em 2022, a UCP chegou a desenvolver uma versão live-action de Casper para o serviço de streaming Peacock, mas o projeto acabou não seguindo adiante. Agora, sob o selo da Disney e com o envolvimento de Spielberg, o Fantasminha Camarada ganha uma nova chance de conquistar as gerações atuais.

Anne Hathaway desmente rumores sobre demissões nos bastidores de ‘O Diabo Veste Prada 2’

A atriz Anne Hathaway veio a público esclarecer uma história que viralizou recentemente sobre os bastidores da sequência deO Diabo Veste Prada. Rumores indicavam que modelos teriam sido demitidas do set após a atriz solicitar aos produtores que não contratassem profissionais extremamente magras.

Em entrevista à Variety, Hathaway negou qualquer desligamento e explicou a natureza de sua intervenção: “Foi só uma coisa rápida que aconteceu no set e agora virou uma história muito maior. Quero mencionar que há uma certa desinformação circulando de que pessoas foram demitidas por causa da inclusão de tamanhos, e isso simplesmente não aconteceu”.

Segundo a vencedora do Oscar, a mudança foi, na verdade, expansiva para a equipe: “Ninguém perdeu o emprego, na verdade, isso criou mais empregos… É difícil porque não posso dizer exatamente sobre o que é a cena, mas há uma música que Lady Gaga escreveu e é linda, incrível. Não é melhor quando você vê vários tipos de corpos diferentes ali com isso?”.

A polêmica ganhou força após Meryl Streep comentar o episódio, elogiando a postura da colega. Na ocasião, Streep afirmou ter ficado surpresa com a magreza excessiva das modelos no set e acrescentou: “Annie também percebeu isso e foi direto aos produtores, garantindo promessas de que as modelos no desfile que estávamos montando para o filme não seriam tão esqueléticas! Ela é uma garota firme”.

SUCESSO! ‘O Diabo Veste Prada 2’ abre com 76% de APROVAÇÃO no RT; Confira as críticas!

Durante a estreia mundial deO Diabo Veste Prada 2’, em Nova York, Hathaway reagiu pela primeira vez à declaração de Streep e detalhou seu ponto de vista criativo:

“Percebi que tínhamos modelos lindas no set, e muitas delas tinham o padrão mais tradicional de passarela. Eu sabia qual era o contexto da cena e achei que ela seria muito mais interessante para o público se tivéssemos uma variedade maior de corpos, porque todas as formas são bonitas”, explicou.

Hathaway enfatizou que sua sugestão foi bem recebida pela equipe de produção, que agiu prontamente para diversificar o elenco da cena em questão.

“Eu apenas fui até os produtores e perguntei: ‘Vocês não acham que a cena ficaria mais forte com uma abordagem mais inclusiva de tamanhos?’. Eles ficaram surpresos por não terem pensado nisso. Acho que estavam apenas seguindo o fluxo. Mas assim que perceberam, foram eles que resolveram tudo em cerca de uma hora”, destacou.

A atriz reforçou que a inclusão de modelos com diferentes biotipos não resultou na dispensa das profissionais já escaladas, mas sim em uma representação mais ampla e realista da beleza na cena final.

Lembrando que oO Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Crítica | ‘Beladona’ – Distopia revela o despertar no envelhecer

Um dos pontos existenciais que, volta e meia, chega com forte pensar em nossa trajetória é o envelhecimento – um período da vida marcado pelas possibilidades de descobertas e desafios sociais. Buscando por meio de uma distopia apresentar questões ligadas à melhor idade, o longa-metragem francês Beladona chega forte com suas belas reflexões em breve no circuito exibidor brasileiro. Antes, foi um dos filmes integrantes do 2º Festival de Cinema Europeu Imovision.

Dirigido pela cineasta lituana Alanté Kavaïté, a obra nos leva para uma série de situações que colocam na vitrine o comportamento e os desejos, em uma abordagem que impulsiona o refletir sobre o envelhecer em um futuro mundo ainda mais opressor, onde a única saída é contar com a compaixão de quem enfrenta um sistema que não dá margens para respiros.

Gaëlle (Nadia Tereszkiewicz) é uma jovem que vive em uma ilha isolada, cuidando de algumas pessoas com idade avançada que se protegem de uma lei que atinge o continente, que consiste na obrigatoriedade de pessoas idosas serem internadas em instituições. Com a chegada da médica Aline (Daphne Patakia) e de sua família, uma renovação de alegria, desejos e apreensões começa a surgir para os habitantes do local.

Nadando a fortes braçadas rumo a um desfecho repleto de significados, nessa ficção científica, camuflada de drama existencial, percorremos tentativas de explorar um tema recheado de significados. Ainda assim, as camadas que se abrem não conseguem se traduzir na força que podia. Sob uma perspectiva de fora dessa realidade, uma jovem que se mantém paralisada no tempo para defender seus ideais, vamos sendo guiados para um despertar por meio de uma mudança de rotina e de um novo olhar para uma condição de limitações.

No mundo de hoje, com sérias restrições no mundo trabalhista, por exemplo, que invoca de maneira impiedosa um termo muito dito: o etarismo, um assunto como esse, proposto em um filme com múltiplas possibilidades, vai ganhando paralelos reais através da ficção. É interessante a proposta, que segue fielmente ao discurso sobre a importância de pensarmos sobre esse assunto. Poderia ser mais incisivo: algumas suavizações desaceleram a potência de suas mensagens – mas nada que atrapalhe muito a experiência.

‘Superman’: Lex Luthor conhece a identidade secreta do Homem de Aço? James Gunn responde

O cineasta James Gunn manifestou-se recentemente sobre Superman, o épico que marcou o início do novo Universo DC (DCU), esclarecendo uma das maiores indagações dos fãs: o vilão Lex Luthor conhece a identidade secreta de Clark Kent?

A dúvida fundamenta-se na premissa de que Luthor, sendo um dos homens mais inteligentes do planeta e capaz de criar um clone do Homem de Aço, logicamente teria deduzido a identidade do jornalista. Além disso, a eficácia do disfarce de Clark Kent é, há décadas, um tema recorrente de debate e humor entre os entusiastas de quadrinhos.

Conforme reportado pelo ComicBookMovie, Gunn utilizou suas redes sociais para oferecer uma explicação técnica e psicológica sobre o tema:

“Lex não sabe quem ele é, mas não vejo como saberia. A) Lex acredita que o Superman é um alienígena desconectado que quer dominar o mundo, então não sei por que ele presumiria que ele tem uma ‘identidade secreta’. B) Os óculos hipnóticos são reais. Clark parece outra pessoa. C) Ser um gênio em algumas áreas (no caso de Lex, genética, eletroquímica, nanotecnologia, física nuclear e quântica, para citar algumas) não significa que você é um gênio em tudo. Como muitos cientistas (e artistas!), ele pode deixar passar coisas básicas”, afirmou.

A discussão ganha relevância conforme o público aguarda a sequência, intitulada Superman: Homem do Amanhã’. Na nova trama, o herói precisará estabelecer uma aliança improvável com seu arqui-inimigo para enfrentar uma ameaça de escala global: o vilão alienígena Brainiac.

‘Homem do Amanhã’: James Gunn revela o LOGOTIPO da sequência de ‘Superman’; Confira!

O elenco ainda com David Corenswet no papel titular; Rachel Brosnahan como Lois Lane; Nicholas Hoult; Lars Eidinger como Brainiac; Skyler Gisondo como Jimmy Olsen; Sara Sampaio como Eve Teschmacher; Isabela Merced como Mulher-Gavião; Nathon Fillion como Guy Gardner; Edi Gathegi como Senhor Incrível; Aaron Pierre como John Stewart/Lanterna Verde; Adria Arjona como Maxima; e Andre Royo em um papel não revelado.

James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

As filmagens oficiais estão agendadas para começar no próximo dia 17 de abril de 2026, dividindo-se entre os estúdios de Atlanta e locações em Londres. O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

Ellen Pompeo abre o jogo sobre briga FEIA que teve com Denzel Washington nos bastidores de ‘Grey’s Anatomy’

Denzel Washington dirigiu um episódio de ‘Grey’s Anatomy’ e se envolveu em um conflito sério com Ellen Pompeo nos bastidores da filmagem.

Em um episódio do seu podcast ‘Tell Me with Ellen Pompeo’, a atriz, que interpreta a protagonista Meredith Grey, revelou detalhes sobre a tensão com o astro de Hollywood.

Pompeo discutiu a situação com seu ex-colega de elenco, Patrick Dempsey, mencionando que Washington parecia não levar a responsabilidade de dirigir o episódio tão a sério quanto deveria.

Afirmando acreditar que Washington via a situação como um exercício rápido de direção, a atriz também revelou que a tensão se agravou quando Pompeo resolveu improvisar em uma cena e deu orientações a um ator.

“Ele [Denzel] ficou furioso comigo e disse: ‘Eu sou o diretor! Não me diga o que fazer!'”, disse Ellen Pompeo.

A atriz ainda revelou que rebateu o ator, o que piorou o clima nos bastidores da produção.

“Eu disse: ‘Olha, seu filho da ****, esta é a minha série! Este é o meu set! Quem você pensa que é? Você mal sabe onde fica o banheiro!'”, contou a atriz.

Conversando com a Variety, Denzel Washington afirmou que não se lembrava do incidente e sorriu, dizendo: “Mas está tudo bem”.

A ABC renovou oficialmente a série ‘Grey’s Anatomy‘ para a 23ª temporada, estendendo seu recorde como o drama médico mais duradouro da televisão norte-americana.

Sucesso de audiência, a produção se tornou a série mais assistida mundialmente no ano passado através das plataformas do Disney+ e Hulu, e a segunda mais assistida nos EUA.

Infelizmente, o próximo ciclo retornará sem dois atores veteranos: Kevin McKidd (Dr. Owen Hunt) e Kim Raver (Dra. Teddy Altman).

Apesar da partida, o clima parece ser de otimismo. Shonda Rhimes sugeriu um “final feliz” para o casal, que recentemente reatou o romance após o divórcio. A atual showrunner, Meg Marinis, deixou as portas abertas para futuras participações, afirmando que, no universo de Grey’s, “isso nunca é realmente um adeus”.

‘Grey’s Anatomy’ está disponível no catálogo do Disney+.

Ryan Reynolds comenta futuro de ‘Deadpool’ no MCU: “Vamos descobrir quando for o momento certo”

Homem com cabelo longo e espada nas costas
deadpool (1)

O astro Ryan Reynolds, consolidado como a face do “Mercenário Tagarela” nos cinemas, comentou recentemente sobre a possibilidade de umDeadpool 4’ e uma aparição nas próximas produções do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

Em entrevista recente ao portal Collider, o ator detalhou como tem sido sua relação com o estúdio e o processo criativo por trás do personagem. Quando questionado sobre o futuro, Reynolds manteve o tom diplomático:

“Rapidamente, porque imagino que não temos muito tempo, eu converso com a Marvel de vez em quando, sempre. Temos uma relação muito boa, sabe? É sempre uma conversa. Estou sempre procurando contribuir e ajudar em qualquer coisa, mesmo que não seja um filme do qual eu participe”, afirmou.

Conhecido por seu envolvimento direto nos roteiros da franquia, Reynolds revelou que continua desenvolvendo ideias para o personagem, embora não haja um projeto confirmado no horizonte imediato.

“E estou sempre escrevendo. É assim que coloco isso para fora. Eu amo escrever. Esse personagem e esse universo são lugares onde tudo é possível, e isso por si só permite muita liberdade e narrativa”, acrescentou.

Apesar do entusiasmo com o material que já produziu, ele ressaltou que a paciência é a estratégia atual: “Tenho algumas coisas escritas que eu adoro. Não sei. Vamos descobrir quando for o momento certo. Não estou com nenhuma pressa enorme agora para fazer algo”.

Para o ator, parte do sucesso de Deadpool reside no fator surpresa, o que justifica um possível hiato entre as aparições do anti-herói nas telonas.

Deadpool funciona melhor com escassez e surpresa, então voltar imediatamente com tudo agora provavelmente não é algo que vou fazer”, destacou.

Por fim, Reynolds elogiou a parceria com a Disney e a Marvel Studios, reforçando o impacto positivo dessa colaboração em sua carreira: “Preciso dizer que a equipe da Marvel tem sido incrível, todos eles, e sou muito, muito sortudo por ter a oportunidade de trabalhar com eles da forma que tenho trabalhado”.

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Anteriormente, o ator já havia sugerido que, caso um quarto filme solo receba o sinal verde, o protagonista poderia assumir uma dinâmica diferente, atuando mais como parte de um elenco coral do que como o centro absoluto das atenções, permitindo uma nova abordagem para o universo dos mutantes no MCU.

“Eu já tenho algumas coisas meio escritas. Acho que ele é um personagem coadjuvante. Ele é um cara que funciona muito bem em grupo”, afirmou o ator.

Rumores indicam que o novo projeto pode ser focado na equipe X-Force (ou fortemente inspirado nela). Nos quadrinhos, especialmente na fase de Rick Remender, Deadpool teve uma participação marcante no grupo ao lado de nomes como Wolverine, Arcanjo, Psylocke e Fantomex.

Vale lembrar que Reynolds já demonstrava interesse em desenvolver um filme da X-Force desde a época em que os direitos dos personagens pertenciam à 20th Century Fox. Atualmente, o desenvolvimento de um possívelDeadpool 4’ ocorre de forma separada do aguardado reboot dosX-Men no MCU.

O planejamento para o futuro do personagem surge após o fenômeno de bilheteria deDeadpool & Wolverine’, que arrecadou impressionantes US$ 1,3 bilhão em 2024.

Deadpool & Wolverine’ está disponível no Disney+.

“O ‘Jesus da Marvel’ está de volta. Wade Wilson desfruta de uma vida de aposentadoria até que a Autoridade de Variação Temporal (TVA) o recruta para uma missão que ameaça a existência de seu universo. Para salvar seu mundo, ele precisa convencer um Wolverine relutante e de outra linha temporal a unir forças em uma jornada repleta de ação, humor ácido e participações especiais inesperadas”, diz a sinopse.

Ryan Reynolds, Hugh Jackman, Emma Corrin, Matthew MacfadyenMorena BaccarinLeslie Uggams.

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