O corpo do cantor norte-americano Oliver Tree, uma das seis vítimas da colisão entre dois helicópteros no último domingo (14), é o único que ainda não foi liberado pelo Instituto Médico-Legal (IML) Afrânio Peixoto, no Centro do Rio.
Segundo o jornal O Globo, a liberação está retida porque o corpo foi carbonizado, impedindo a identificação imediata. A Polícia Civil informou que amostras foram coletadas para exames na arcada dentária e, se necessário, será realizado um teste de DNA (confronto genético).
A investigação do acidente está sendo conduzida pela 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), enquanto o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) apura as causas da colisão.
O acidente ocorreu na região sudoeste da capital fluminense. Cinco das vítimas fatais estavam no mesmo helicóptero, enquanto a outra aeronave era ocupada apenas pelo piloto.
Todas as outras cinco vítimas já foram identificadas oficialmente:
A Embaixada dos Estados Unidos prestou condolências à família de Oliver Tree e informou que, em respeito aos parentes, não divulgará detalhes sobre o traslado do corpo.
Oliver Tree desembarcou no Rio de Janeiro poucos dias antes do acidente como parte de sua turnê mundial. Horas antes da tragédia, no sábado, ele compartilhou registros de sua passagem pelo Brasil nas redes sociais.
O cantor aproveitou a estadia na “Cidade Maravilhosa” para vivenciar a cultura local. Ele visitou a Rocinha, andou de moto pela comunidade, jogou futebol, arriscou palavras em português e participou de um churrasco. No Instagram, onde costumava postar conteúdos bem-humorados, o artista viu seu número de seguidores saltar de 2,3 milhões para mais de 4,1 milhões após a repercussão do caso.
Natural da Califórnia, Oliver Tree Nickell ganhou projeção internacional em meados da década de 2010. O artista era conhecido por ser multifacetado: atuava como cantor, compositor, rapper e cineasta.
Oliver Tree, cantor e compositor, falece aos 32 anos em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro



