Após o lançamento de ‘A Menina Que Matou os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘, o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen voltou a ser um dos assuntados mis comentados dos últimos dias.

Quem se interessa pelo caso, sabe que Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão em regime fechado, enquanto Cristian Cravinhos foi sentenciado a 38 anos de reclusão.

Mas o que aconteceu com Andreas, o irmão mais novo de Suzane?

Na época em que o crime foi cometido, em 2002, Andreas tinha apenas 15 anos de idade e estava se divertindo em uma Lan House enquanto Suzane e os Cravinhos concluíam seu plano.



Após o enterro dos pais, ele passou a morar com a avó, Lourdes Maganani Abdalla, e com o tio, Miguel Abdalla Neto, num bairro próximo onde morava com a irmã.

Com a ajuda dos advogados da família, ele conseguiu se manter longe dos holofotes e só voltaria a ver Suzane em 2006, durante o julgamento pelo assassinato.

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Como único herdeiro dos Richthofen, Andreas se dedicou aos estudos e começou a frequentar o ensino médio no melhor colégio de São Paulo foi aprovado para o curso de farmácia e bioquímica da Universidade de São Paulo (USP) em 2005, conquistando o terceiro lugar no vestibular.

Além disso, ele foi aprovado em outras quatro faculdades do estado, mas seguiu com o curso na USP, onde era considerado um aluno promissor e bastante reservado.



Ao concluir o curso cinco anos depois, ele logo ingressou no doutorado de Química da instituição e passou a viajar dentro e fora do país divulgando pesquisas relacionadas à área, das quais escreveu 11 artigos científicos.

Em 2015, aos 28 anos, Andreas se pronunciou pela primeira vez sobre a tragédia envolvendo os pais e a irmã em entrevista à radio Estadão, segundo a Isto É.

Na ocasião, ele disse dirigiu ao procurador de Justiça Nadir de Campos Junior ao dizer:

“É em nome do excelente trabalho do qual o Sr. participou, ao condenar a minha irmã Suzane Louise von Richthofen e aos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos, e também de toda sua história na justiça brasileira que me sinto compelido a abordá-lo. Escrevo-lhe esta mensagem por vias igualmente públicas às quais o Sr. se vale para comentar o caso da minha família. Entendo que sua raiva e indignação para com estes três assassinos seja imensa e muito da sociedade compartilha esse sentimento. E eu também. É nojento.”

No entanto, dois anos mais tarde, Andreas se tornou tema das principais manchetes dos jornais ao ser encontrado sob efeito de drogas tentando pular o muro de uma casa em São Paulo.

Ao ser abordado pela polícia, dizia frases sem sentido, parecia assustado e não queria (ou não conseguia) revelar sua identidade. Além da confusão mental, ele estava machucado, com as roupas rasgadas e carregava um porta-joias com o brasão dos Richthofen.

Andreas só foi reconhecido como o irmão de Suzane depois de levado ao Hospital Municipal de Campo Limpo, onde acabou sendo internado por uso abusivo de drogas.



A notícia mais recente sobre a situação do rapaz foi divulgada em junho, quando a Justiça de São Paulo determinou a penhora de um imóvel pertencente a Andreas, fruto da herança dos pais, segundo O Dia.

Andreas recebeu a casa, construída em 1985, no Ibirapuera, em maio de 2008, a partir da partilha dos bens deixados por seus pais.

O imóvel penhorado tem valor de R$ 676 mil contando o terreno, e de R$ 977 mil somando a construção.

E aí, você já assistiu aos filmes?


Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha a dupla de assassinos:

Os roteiros têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação dos dois pela morte dos pais de Suzane.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

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