A sequência ‘O Retorno da A Múmia‘, estrelada por Brendan Fraser, Rachel Weisz e Dwayne Johnson, se tornou um sucesso de bilheterias na época de seu lançamento, em 2001.

Feito com um orçamento de US$98 milhões, a produção faturou mais de US$ 433 milhões ao redor do mundo, mas nem mesmo o seu sucesso impediu que o longa recebesse duras críticas pela qualidade do seu CGI.

E um dos pontos mais criticados da sequência foram os efeitos visuais aplicados nas criaturas do filme, em especial, no gigante escorpião – que também é metade homem -, vivido por The Rock.

A captura facial para construir o híbrido bichano não funcionou como o esperado e o resultado nas telas foi decepcionante para os amantes do primeiro longa, lançado em 1999.



E durante uma entrevista recente ao canal do YouTube Corridor Crew, o diretor senior de Efeitos Visuais do longa, Alex Laurant, refletiu sobre o fracassado CGI do filme e explicou porque o resultado final não funcionou como o esperado:

“O problema foi o rosto e, se bem me lembro, nos comprometemos com uma técnica de captura facial extremamente subdesenvolvida na época. Todos nós sabíamos que isso estava aquém do que gostaríamos que fosse. E quando você se depara com uma situação assim, onde suas melhores esperanças e sonhos não estão dando certo, talvez seja hora de apelar para o clássico ‘menos é mais’. Eu sei que tentamos usar a iluminação como nosso melhor amigo para tentar corrigir”. 

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Vale lembrar que a franquia ganhou um reboot, lançado em 2017. ‘A Múmia‘ seria o primeiro de uma trilogia a ser estrelada por Tom Cruise, que também teria ligação com o Dark Universe – saga de monstros que estava sendo planejada pela Universal Pictures.

Apesar de ter arrecadado US$ 408 milhões mundialmente, o longa só acumulou US$ 80 milhões nos EUA. Com o orçamento gigantesco de US$ 125 milhões, o retorno não justificou o investimento.



Por fim, tanto ‘A Múmia 2‘ quanto o Dark Universe foram cancelados.

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