Indicado ao Oscar na categoria filme estrangeiro, o dinamarquês O Amante da Rainha é um típico filme de época, com bela direção de arte, figurino impecável e boas atuações. Mesmo assim, o filme passou despercebido durante o Festival de Berlim 2012 – e causou surpresa sua dupla premiação no festival, como melhor roteiro e ator para Mikkel Boe Følsgaard. Exibido na Mostra de São Paulo do ano passado, agora o filme chega aos cinemas brasileiros.
A trama se passa no século 18, quando a jovem britânica Carolina Matilde (Alicia Ikander), da Grã-Bretanha, se casa com o insano rei Christiano VII (Mikkel Boe Følsgaard), tornando-se rainha da Dinamarca. Quando Johann Struensee (Mads Mikkelsen), um intelectual alemão, se torna médico da corte, Christiano faz dele seu confidente e posteriormente ministro-chefe. Carolina também começa a se aproximar de Struensee. e logo os dois iniciam um romance. Idealistas e corajosos, o casal de amantes arrisca tudo em busca da liberdade do povo, e começam a propor reformas que acabam mudando a Dinamarca.

Como toda história de bastidores de família real, o filme é recheado de puxadas-de-tapetes, traições, loucuras e rancores. Tudo filmado corretamente, sem grandes surpresas e com destaques para as interpretações do trio protagonista Mikkel Boe Følsgaard, Mads Mikkelsen e Alicia Ikander.

O Amante da Rainha é um filme que não inova em seu formato, mas ainda assim não deixa de ser uma boa produção de época.


 

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Crítica por: Janaina Pereira (Cinemmarte)

 


 

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