O primeiro filme teve seus prós e contras, agradou uma legião apaixonada por vampiros e lobisomens e desagradou aqueles cinéfilos em busca de algo mais… artistíco e inteligente. Então, para iniciar a base da crítica, eis uma frase que realmente irá especificar do que a sequência se trata: realmente, a evolução.

Ao invés de trazer os erros do primeiro filme e trasnformá-los em acerto, o diretor Len Wiseman decidiu optar pelo lado mais fácil: executar os acertos do primeiro filme e evoluí-los. Ou seja: a trama fica ainda mais como plano de fundo para um filme de ação vertiginosa em um mundo populado por vampiros e lobisomens. E nisso ele acerta: ‘Anjos da Noite: A Evolução’ tem ainda mais ação, efeitos especiais mais “evoluídos” e mais, muito mais, Kate Beckinsale poderosa em roupa de couro apertada.


Continuação do sucesso de 100 milhões de dólares em bilheteria mundial, ‘Anjos da Noite – A Evolução’ continua a saga da guerra entre os aristocráticos Death Dealers e os bárbaros Lycans (Lobisomens). O filme traça o início do antigo feudo entre duas tribos enquanto Selene (Kate Beckinsale), a linda vampira heroína, e Michael (Scott Speedmand), o lobisomem tentam descobrir os segredos de seus antepassados. O ritmo acelerado, o conto moderno de uma ação mortal, intriga e amores proibidos os levam a uma batalha para terminar todas as guerras já que os imortais devem finalmente encarar sua retribuição.

Aproveite para assistir:

Mesmo com um roteiro fraco, o filme empolga pela perfeição nos detalhes e o talento dos astros principais. Desta vez a trama não é tão volumosa ou enigmática quanto a do primeiro filme, mas a adrenalina corre solta.

Para os que se divertiram com ‘Underworld – Anjos da Noite’, a sequência se exibe ainda melhor e mais interessante do que o primeiro filme, e realmente eleva o filme a um patamar superior. Mas, para que não se diverte vendo a guerra entre vampiros e lobisomens, o segundo filme será ainda mais decepcionante.

Uma sequência superior, divertida e cheia de ação. Que venha o terceiro!


 
Crítica por: Renato Marafon 

 

 

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