Apesar da pandemia de COVID ter devastado a indústria cinematográfica em 2020, a rede de cinemas da AMC conseguiu se salvar da falência imediata. A empresa anunciou ter arrecadado US$ 917 milhões adicionais para ajudar a controlar os danos provocados pelo impacto da crise.

De acordo com a AMC, o montante a ajudará a manter seu funcionamento pela maior parte de 2021, o que os dará o tempo que eles precisam antes dos cinemas voltarem a funcionar normalmente.

“Hoje, o sol está brilhando na AMC,” afirmou o CEO e presidente Adam Aron. “Após garantir mais de US$ 1 bilhão entre abril e novembro de 2020, por meio de aumento de capital e dívida junto com uma quantidade modesta de vendas de ativos, nós temos orgulho em anunciar que arrecadamos um adicional de US$ 917 milhões para fortalecer nossa posição financeira. Isso significa que qualquer discussão sobre falência para a AMC está completamente fora de questão.”



Com a vacina já sendo administrada nos EUA e em diversos outros países (incluindo o Brasil), a expectativa é que a indústria cinematográfica volte à normalidade até o final deste ano. Até lá, as salas de cinemas continuam funcionando em capacidade limitada.

Parte do funcionamento dos cinemas nos EUA se deve ao acordo com a Universal, que permite os filmes do estúdio a serem exibidos por duas semanas nas telonas antes de estrear em VOD.

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