O delicado rompimento entre cineasta Christopher Nolan e a Warner Bros. teve consequências e reflexos grandiosos nos rumos da carreira do diretor.

E para desenvolver o seu próximo filme com a Universal Pictures, Nolan foi criterioso em suas cláusulas contratuais e fez uma lista de exigências rigorosas para garantir que seu futuro lançamento nas telonas não sofra os mesmos problemas que ‘Tenet‘, seu último projeto feito em parceria com a Warner.

E segundo o portal The Hollywood Reporter, o diretor exigiu um orçamento de US$ 100 milhões para o filme – valor que indica que seu próximo projeto terá uma escala de produção um pouco menor em relação aos anteriores.

Além disso, Nolan exigiu controle criativo absoluto, 20% da bilheteria do longa e um intervalo de seis semanas (três antes da estreia e mais três semanas depois), onde a Universal Pictures estará proibida de lançar qualquer outra produção nos cinemas.



A última medida em questão visa preservar o desempenho do seu filme nas telonas, sem que haja uma competição direta com outro projeto do mesmo estúdio. Esse período garante ao seu longa uma janela exclusiva de pelo menos 100 dias nas salas de cinema.

Além da Universal, outros estúdios tentaram fechar contrato com o cineasta, sendo eles a Paramount, a Apple e a Sony. No entanto, nenhuma das empresas se dispôs a cumprir todas as exigências de Nolan.

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A vindoura produção é baseada em seu roteiro sobre J. Robert Oppenheimer e seu papel no desenvolvimento da bomba atômica.

Um físico teórico que se tornou o diretor do Laboratório de Los Alamos, Oppenheimer chefiou a pesquisa e o desenvolvimento da bomba que encerrou a Segunda Guerra Mundial, sob o que foi secretamente chamado de Projeto Manhattan. Nolan produzirá o filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.



Fontes disseram que o filme agora tem sinal verde para começar a ser produzido no primeiro trimestre de 2022.

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