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Eu, Anna

VESTIDA PARA DELIRAR

Eu, Anna é um drama psicológico com doses de suspense. Uma co-produção entre Reino Unido, França e Alemanha, a obra passada em Londres é baseada num livro de Elsa Lewin, e conta a história de Anna Welles, personagem da lendária atriz britânica Charlotte Rampling (Swimming Pool – À Beira da Piscina). Ela á uma mulher de terceira idade solitária, divorciada, e que tem somente a filha e a neta bebê em sua vida.

Sentimos o grande baque que foi a separação para a protagonista. Mas sua filha, Emmy, papel da bela Hayley Atwell (a Peggy Carter dos filmes do Capitão América da Marvel), insiste para que ela saia e conheça novas pessoas, e para que encontre a felicidade novamente. É justamente isso que a personagem faz assim que a conhecemos na primeira cena. Anna está num encontro promovido para solteiros de sua faixa etária, socialização forçada e muito utilizada em outros países como os Estados Unidos, por exemplo.

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Entra em cena Bernie, o inspetor-chefe da polícia, interpretado pelo irlandês Gabriel Byrne (Os Suspeitos), ator veterano muito conhecido em Hollywood também. O sujeito, que está passando por uma fase pessoal difícil, que inclui o divórcio da esposa, coincidentemente se apaixona pela protagonista e a segue até um de seus encontros aonde iniciam uma relação promissora. O policial paralelamente está investigando um caso de assassinato.

Todas as pistas do crime apontam para o filho do falecido, um jovem de 16 anos de idade, envolvido com drogas e traficantes, que não possuía o melhor dos relacionamentos com o pai. Dirigido pelo britânico Barnaby Southcombe (diretor de séries de TV), a obra tem todo o sentimento de produções europeias, nas quais o que mais conta é o desenvolvimento dos personagens, e a sensação de sermos literalmente jogados na trama, como se realmente tivéssemos entrado naquele mundo e naquela história.

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Os cineastas europeus parecem dar grande valor a apresentar as locações e os cenários como um personagem. Eles se dedicam a dar vida às cidades onde as obras são passadas, como se por essas duas horas de projeção tivéssemos mudado para o local. Ao contrário de produções hollywoodianas, infelizmente incluindo algumas das mais caras, nas quais tudo é tão acelerado que mal conseguimos olhar ao redor detalhadamente.

E os cuidados tomados em Eu, Anna são muitos. Vão desde um trabalho minucioso e psicológico da criação dos personagens, destaque para Rampling; até a condução da trama de forma deliberada, já que esse também é um suspense que inclui algumas reviravoltas bem interessantes. Como muitas obras europeias, a produção joga o necessário para o público, sem mastigar explicações. A narrativa apresenta informações através de imagens e poucos diálogos, mas suficientes para que liguemos os pontos por nós mesmos.

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O estudo de personagem é riquíssimo e digno de horas de discussão. O único lado negativo dessa interessantíssima produção é justamente o fato de depender de uma reviravolta para a conclusão de sua trama. E qualquer clímax que dependa de uma reviravolta se torna automaticamente anticlimático para a maior parte do público, já que nenhuma explicação jamais corresponde nossas expectativas.

Invocação do Mal (3)

Invocação do Mal é um filme irresponsável. O caso é até mais específico: este é um filme de terror irresponsável. No longa, que estreia nesta sexta, 13, o que chama atenção é a maneira como o diretor James Wan deixa a narrativa e a cena à revelia enquanto persegue o objetivo primordial do gênero, criar medo nos espectadores. Sua irresponsabilidade é tamanha que as idas e vindas da história, elementos tão típicos do horror, são banalizados de forma quase grosseira, sempre à mercê das oportunidades que cada cena tem de assustar. Não há enganos. Wan tem o medo como princípio e fim de sua mise en scène.

Inspirado em indivíduos reais, o roteiro de Chad e Carey Hayes acompanha a família Perron nos anos 1970, após se mudar para uma casa em que investiram muito. A paz dura pouco, pois fenômenos sobrenaturais se tornam cada vez mais frequentes e violentos. A solução que eles encontram é entrar em contato com Lorraine (Vera Farmiga) e Ed Warren (Patrick Wilson), um casal que fez carreira investigando ocorrências paranormais. Porém, o que os especialistas veem e vivem na casa dos Perron é mais intenso do que qualquer caso anterior.

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A divisão da trama em dois núcleos narrativos é a principal indulgência do diretor. O início do filme, na verdade, coloca os investigadores sobrenaturais como protagonistas. Não só eles são o ponto de conexão entre o prólogo e a narrativa principal, como também ganham uma cena que tem a função ululante de apresentá-los. É essencial dizer que esses minutos iniciais da projeção são vertiginosos. Como é comum em filmes do gênero, há uma iniciação à atmosfera de medo com personagens criados especificamente para esse propósito. As assombrações, porém, surgem apenas em flashbacks que esses personagens (três colegas de apartamento) evocam ao relatar uma ocorrência aos Warren. Se eles narram o caso exibido na tela ou se a tela exibe o caso narrado, pouco importa. Mais do que as piruetas narrativas, o foco é no aproveitamento da tensão em todas suas possíveis variações.

Porém, o movimento mais desconcertante dos primeiros minutos do filme é quando essa passagem se conecta a uma palestra dos Warren – a já citada cena introdutória do casal. Essa desconstrução do prólogo do filme de horror tem sua validade, mas a montagem dessas peças é bruta e atabalhoada. Soa como uma criança que tenta encaixar um triângulo no buraco quadrado de seu brinquedo. Esta imagem poderia ser usada para descrever várias escolhas narrativas dos realizadores, desde a separação das histórias dos Warren e dos Perron até momentos com ações simultâneas. Não seria exato dizer que o editor, os roteiristas e o diretor são incompetentes, ou sequer desleixados. Eles são, insisto, irresponsáveis, pois a preocupação primeira da equipe é espremer cada possibilidade de medo em qualquer formato. E, nessa empreitada de propósito único, o filme se sai muito bem.

O farto potencial para tensão encontra válvulas de escape de toda sorte, sejam sustos, suspense ou manifestações violentas. Wan tem um vasto parque de diversões à disposição, pois a quantidade de eventos paranormais é considerável. Ele cria um desequilíbrio excelente ao reformular os métodos de assustar em cada cena, fazendo espirituosas brincadeiras com os clichês cênicos do gênero. Sim, a insistência em efeitos sonoros desleais por vezes irrita e alguns instantes não se saem tão bem – a assombração torce-cabelo começa com o tom errado e a presença atrás da porta termina sem impacto –, mas o saldo geral é bastante positivo. Não só há mais sustos, como também eles são muito mais bem encenados do que no filme anterior de Wan, o igualmente vagabundo e divertido Sobrenatural.

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Outra característica incrementada de uma obra para a outra foi a modelagem da cena para extrair elementos assustadores. No terror de 2011, a encenação era suavemente deformada para aumentar a tensão, como quando a personagem de Rose Byrne espera que uma voz macabra faça várias ameaças a seu filho antes de averiguar. Em Invocação do Mal, essa deformação é muito mais pronunciada, já que é aplicada ao esqueleto do roteiro. Um momento em particular delata o grau de importância assinalado aos elementos de horror propriamente ditos. Após uma violenta manifestação na casa, Roger Perron (Ron Livingston) chega de seu trabalho e encontra sua esposa e suas filhas aterrorizadas. “O que diabos está acontecendo aqui?!”, questiona o homem, desesperado. Corte para os Warren. A cena, após cumprir seu papel de assustar, é descartada de forma tão brusca que beira o cômico.

É difícil definir se essa estrutura inicial, que separa os dois núcleos narrativos, mina os esforços de construir tensão ou não. Por um lado, a família Perron é quase sempre o foco do filme, além de ser implacável e sistematicamente atacada pelas forças sobrenaturais. Por outro, cortes como o descrito acima rompem o terror e mutilam o drama familiar, ainda mais quando os Warren protagonizam tantos momentos dignos de comercial de margarina. A sensação (incerta) é de um relativo sucesso como terror, especialmente pela habilidade de Wan para espalhar sobressaltos inesperados pelo filme. Afinal, um dos maiores inimigos da tensão – mais ainda que uma trilha sonora espalhafatosa, que abunda aqui – é a fórmula episódica que determina e anuncia os “momentos de susto”.

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Em uma passagem do clímax, que alterna dois acontecimentos simultâneos, surge o maior exemplo da torção da narrativa para extrair o máximo do horror. Enquanto uma cena violenta e histérica se dá no porão, um ajudante dos Warren (Shannon Kook) percorre a casa escura para encontrar uma das meninas. A montagem mescla os eventos, um deles grotesco e barulhento (e, sim, inaudível no resto da casa) e o outro encenado como um suspense na ponta dos pés, com direito a um susto-do-gato – mas, claro, com outro animal. Chega a ser hilário que o diretor tente construir a tensão de duas formas quase opostas em cenas intercaladas. Essa escolha cimenta que assustar é mais importante do que tudo, inclusive a coerência tonal. Wan não vê sentido em desperdiçar uma cena que impressiona pelo grito só porque outra, de tensão mais comedida, está acontecendo ao mesmo tempo, ou vice-versa.

Se Invocação do Mal se desdobra de forma temerária para assustar a plateia, ao menos o objetivo é cumprido a contento. É um horror abusado em sua narrativa, mas numa suave variação Hollywoodiana – nada que lembre o labiríntico Martyrs, por exemplo. Também não atrapalha que a dinâmica entre Ed e Lorraine seja trabalhada com sensibilidade, de início segundo papéis pré-determinados de Homem e Mulher, e mais tarde com a distribuição equilibrada de fragilidades e resistências. Tanto Farmiga quanto Wilson entregam performances centradas e potentes, uma lembrança constante de que eles são dois indivíduos, nada mais e nada menos. Os dois personagens estão entre os poucos elementos do filme que coexistem em harmonia, sem se canibalizarem, porque se destacam sem a necessidade de subjugar algo à sua volta.

A Hora do Pesadelo

 

(A Nightmare on Elm Street)

Elenco: Kellan Lutz, Katie Cassidy, Rooney Mara, Thomas Dekker, Jackie Earle Haley, Connie Britton, Kyle Gallner.

Direção: Samuel Bayer

Gênero: Terror

Duração: 91 min.

Distribuidora: Warner Bros.

Estreia: 07 de Maio de 2010.

Sinopse: Freddy Krueger está de volta em ‘A Hora do Pesadelo‘, uma reedição contemporânea do clássico do terror. Um grupo de adolescentes suburbanos compartilha um vínculo: todos estão sendo perseguidos por Freddy Krueger, um assassino horrivelmente desfigurado que os caça durante seus sonhos. Quando acordados, eles protegem uns aos outros mas quando estão dormindo, não há escapatória.

Exibindo o chapéu que é a marca registrada de Freddy, um casaco de listras vermelhas e verdes e luvas com quatro lâminas está o indicado ao Oscar® Jackie Earle Haley (Pecados Íntimos, Watchmen). O filme é dirigido por Samuel Bayer e é produzido por Michael Bay.

A Hora do Pesadelo‘ se baseia em personagens criados por Wes Craven no seu sucesso de terror de 1984. O filme deu origem a uma das séries de terror mais inovadora, bem sucedida e duradoura, com sete seqüências. Agora, 25 anos depois, surge a encarnação contemporânea da história original de Freddy Krueger.

 

 

Curiosidades:
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Refilmagem do clássico do terror ‘A Hora do Pesadelo‘ (1984), de Wes Craven.

» Diretor de videoclipes, Samuel Bayer, estreia na direção de filmes. Ele dirigiu clipes para The Cranberries e Garbage, inclusive ‘Smells Like Teen Spirit’, do Nirvana.

» A Platinum Dunes é responsável por várias refilmagens, como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Horror em Amityville‘.

» O Orçamento foi de US$ 18 milhões.


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Dose Dupla

BUDDY COP MOVIE TEM BOA QUÍMICA ENTRE OS PROTAGONISTAS

O filme de ação policial Dose Dupla marca dois reencontros. O primeiro é o do ator Mark Wahlberg (Sem Dor, Sem Ganho) com o diretor islandês Baltasar Kormákur, que ano passado o comandou no remake insosso Contrabando. E o segundo é o do ator Denzel Washington com a belíssima Paula Patton, cujo primeiro trabalho de destaque no cinema foi em Deja Vu (2006). Baseado na graphic novel de Steven Grant, o filme mistura ação, suspense e humor numa trama intrincada demais para o seu próprio bem.

Denzel Washington é Bobby, um agente da divisão de narcóticos. Mark Wahlberg é Stigman, um agente da inteligência da marinha. Os dois estão trabalhando juntos disfarçados para derrubar um cartel de drogas mexicano, comandado pelo poderoso Papi, papel de Edward James Olmos (da série Battlestar Galactica). O problema é que nenhum dos dois sabe a verdadeira identidade do outro, e pensam estar trabalhando ao lado de um criminoso.

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Desde a primeira cena sentimos que essa será uma obra pontuada com um humor pertinente e certeiro, que nos remete a boa fase dos buddy cop movies (filmes de parceiros policiais), nascidos na década de 1980, e que têm como bons exemplares produções como Máquina Mortífera, 48 Horas e tantos outros. Aqui Wahlberg é engraçadinho de fala rápida, paquerador, e que metralha o público com suas gags e referências por minuto; e Washington fica com o personagem mais sério, mesmo assim conquistando algumas das risadas planejadas.

Até a sua metade o filme funciona com a precisão de um relógio, surgindo como obra proeminente no subgênero, e equilibrando perfeitamente cenas de ação, certa tensão, um bom timing cômico e uma trama interessante o suficiente para nos manter conectados. A química entre Wahlberg e Washington é sem dúvida o ponto alto da obra. As trocas entre a dupla é coreografada com maestria, e ficamos com a sensação de que muito é parte do improviso entre esses grandes atores.

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O elenco de apoio é igualmente satisfatório, e nele ganhamos um feroz e ameaçador Bill Paxton (A Toda Prova), como um misterioso vilão que se diverte fazendo roleta russa com suas vítimas, em algumas das melhores cenas do filme. Paxton entrega um vilão memorável, pena que a obra não o acompanhe até o fim. E a hipnótica Paula Patton derrete a tela, e tem uma cena pra lá de sensual ao lado de Washinton, na qual exibe mais uma vez suas formas invejáveis. Em entrevista, a atriz disse que a escolha pelo topless foi dela mesma.

O problema de Dose Dupla é que possui personagens demais e subtramas demais. É aquele tipo de filme no qual existem tantas reviravoltas envolvendo personagens tentando ludibriar outros, que nos perguntamos ao final se tudo fez sentido. Sempre fica aquela sensação de estarem tentando cobrir furos no roteiro criando uma trama muito complicada, para enganar o público. Aqui, o artefato usado é uma mala de dinheiro roubada pelos protagonistas de um banco, contendo mais de $40 milhões.

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A marinha está envolvida, o personagem de Paxton a quer, o vilão de Olmos também, e inclusive personagens que julgávamos honestos, além é claro dos heróis. O filme cria momentos legais de ação também, embora nenhum verdadeiramente memorável. Dose Dupla distrai, mas dificilmente alguém lembrará um mês depois de tê-lo assistido. O final parece ligado no automático, e que simplesmente desistiram de tentar.

É o famoso jeito preguiçoso de juntar simplesmente todos os personagens numa cena para que resolvam a situação a balas. Esse é o modo que os roteiristas geralmente encontram para não precisarem criar diversos desfechos de situações estabelecidas anteriormente. Afinal, quem precisa de explicações se estiverem todos mortos.

As Patricinhas de Beverly Hills

(Clueless)

 

Elenco: Alicia Silverstone, Stacey Dash, Brittany Murphy, Paul Rudd, Donald Faison, Elisa Donovan, Breckin Meyer, Jeremy Sisto, Dan Hedaya, Wallace Shawn, Twink Caplan.

Direção:

Amy Heckerling

Gênero: Comédia

Duração: 97 min.

Distribuidora: Paramount

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1995

Sinopse:

Em Beverly Hills, uma adolescente (Alicia Silverstone), filha de uma advogado (Dan Hedaya) muito rico, passa seu tempo em conversas fúteis e fazendo compras com amigas totalmente alienadas como ela. Mas a chegada do enteado de seu pai muda tudo, primeiro por ele criticá-la de não tomar conhecimento com o “mundo real” e em segundo lugar por ela descobrir que está apaixonada por ele.

 

Curiosidades:

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Transformers 2: A Vingança dos Derrotados

 

(Transformers 2: Revenge of the Fallen)

Elenco: Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, John Turturro, Matthew Marsden, Glenn Morshower, Ramon Rodriguez.

Direção: Michael Bay

Gênero: Ação

Duração: 148 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Estreia: 24 de Junho de 2009

Sinopse: Em ‘Transformers: A Vingança dos Derrotados’, dois anos se passaram desde que o Sam Witwicky (Shia LaBeouf) e os Autobots salvaram a raça humana dos Decepticons invasores. Agora ele está se preparando para o maior desafio de sua vida: deixar sua casa e ir para a universidade. Apesar de seu extremo heroísmo, a batalha de Mission City se tornou uma lenda urbana, acreditada somente pelos teóricos da conspiração. Sam é ainda um adolescente comum, com ansiedades e empolgação em tornar-se adulto, separando-se de seus pais (Kevin Dunn e Julie White) pela primeira vez e prometendo ser fiel à sua namorada Mikaela (Megan Fox). É claro que ele tem também que explicar sua partida ao seu robô guardião, Bumblebee.

Sair de casa é algo que os Autobots entendem muito bem. Com a destruição da Allspark, Cybertron, o planeta de origem dos Transformers está inabitável e os Autobots vivem da melhor maneira possível na Terra, trabalhando numa aliança com os militares, como parte de uma equipe ultrasecreta chamada NEST. Operando juntamente com seus colegas humanos, os comandantes de campo Major Lennox (Josh Duhamel) e o Primeiro Sargento da Força Aérea dos EUA Epps (Tyrese Gibson), a EQUIPE NEST procura localizar todos Decepticons que ainda se escondem na Terra. Infelizmente, mesmo enquanto os Autobots tentam iniciar uma nova vida junto aos humanos, eles descobrem que talvez não sejam bem-vindos.

Enquanto isso na universidade, Sam tenta se adaptar à convivência com seu controlador e convencido colega de quarto, Leo (Ramon Rodriguez) e a uma igualmente agressiva tentação na forma de uma nova colega, Alice (Isabel Lucas).  Sam faz o melhor que pode para se adaptar à vida na universidade até que, repentinamente, ele é perturbado por visões que brilham em seu cérebro como raios. Os Decepticons logo ficam sabendo o que Sam ainda não sabe; que somente ele possui a chave para o resultado da luta entre o mal e o supremo poder do bem.

Curiosidades:
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No começo das filmagens, o ator Shia LaBeouf sofreu um acidente de carro fora dos sets após sair de um clube noturno. A Paramount teve um prejuízo de cerca de US$ 200 mil por cada dia que o ator tinha de ficar em repouso, se recuperando do acidente. Este é o custo diário da produção de ‘Transformers: Revenge of the Fallen’.

» 14 robôs no primeiro filme, 46 robôs desta vez (somente da ILM)

» Se você tivesse todo o ouro garimpado na história da humanidade, você poderia somente construir um pouco mais da metade do Devastator.

» Optimus Prime terá o seu verdadeiro tamanho nas telas IMAX em muitas das cenas de luta na floresta.

» A velocidade da mão do Devastator é de 628 km por hora quando ele esmurra a pirâmide.

» A simulação da destruição da pirâmide foi 8 vezes maior do que a antiga simulação rígida recorde de todos os tempos da ILM.

» Se todas as peças dos robôs fossem colocadas lado a lado, se estenderiam de um lado ao outro da Califórnia, cerca de 289 quilômetros.

» Se todas as peças do Devastator fossem empilhadas, teriam o tamanho de 58 prédios Empire State.

» O tempo dos efeitos feitos pela ILM na tela é de cerca de 51 minutos.

» O Devastator tem a altura de um prédio de 10 andares.

» O Devastator tem 10 vezes mais o número de peças individuais encontradas em um carro comum.

» Colocadas lado a lado, as peças do Devastator chegariam a quase 22,5 km de comprimento.


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Transformers

(Transformers: The Movie)

 

Elenco: Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Jon Voight, John Turturro, Hugo Weaving, Tyrese Gibson, Bernie Mac.

Direção: Michael Bay

Gênero: Ação

Distribuidora: UIP

Estreia: 20 de Julho de 2007

Sinopse: Durante séculos, duas raças alienígenas robóticas – os Autobots e os Decepticons – estiveram em guerra, colocando em risco o destino do Universo. Quando a batalha finalmente alcança a Terra, só o que separa os perversos Decepticons do poder total é uma pista guardada pelo adolescente Sam Witwicky, cujas preocupações, até o momento, estavam relacionadas apenas a escola, amigos, carros e garotas. Antes que consigam entender o que está acontecendo, Sam e sua amiga Mikaela se vêem bem no meio do confronto dos robôs gigantes. E depois de conhecerem os Autobots, compreendem o verdadeiro motivo: o garoto guarda consigo a chave de um segredo que pode ser á única chance de sobrevivência da humanidade. E é a partir daí que ele vai descobrir o verdadeiro sentido do lema da sua família: “Sem sacrifício não há vitória”.

Curiosidades:

» Criados pela Hasbro, os brinquedos Tranformers fizeram muito sucesso nos anos 80, com carros, motos e aviões.


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Comentários:

Nota
Comentários
1014 Escrito por: Luiz Fernando Parinos

“Bom, primeiro temos de falar da produção deste filme que melhor é impossivel, Michael Bay mostra que sabe fazer todos os tipos de filmes e sua parceria com Steven Spielberg não poderia ser melhor. Agora falando do filme: ele foi para mim, o segundo melhor filme de 2007 perdendo apenas para Piratas do Caribe: No fim do Mundo. O filme além de ter ótimas cenas de ação, ótimas montagens visuais e ótimos efeitos sonoros, tem uma boa história que foi além de ser baseado numa série de desenho animado, muito original, Michael Bay esta de parabéns por seu trabalho, Shia LaBeouf também esta de parabens por sua atuação, o filme de cara merece nota 10.”

1014 Escrito por: Carlos Henrique Azevedo

“Muito bem feito. Carregado de efeito especiais e a história do desenho continua numa boa. Shia LaBeouf é o ator principal do filme e mostra que tem garra para fazer filme. Depois de sua atuação em Paranóia Shia foi convidado para outros papéis muito importante e assim será. Um ataque misterioso ocorre em uma base americana, e deixa poucos sobreviventes para contar a história. Porém eles percebem que esse não é um inimigo comum mas, se trata de um robô. Sam é um garoto cujo óculos de seu tataravô possui a localização de Megatron, líder dos Decepticon, sabendo disso Optimus Prime, líder dos Autobots, pede ajuda à Sam e diz que se não localizarem Megatron a raça humana estará perdida. Lutas incríveis são travadas pelos robôs, e a história é legal. Com bastante adrenalina, Transformers vai trazer bastante divertimento ao público. P.S : Há o dedo de Steven Spielberg no filme, o que diz que o filme é bom. “

1014 Escrito por: Letícia A. Machado ([email protected])
“Por enquanto nenhum filme superou Transformers, pra mim pelo menos. É muito bom, e foi muita injustiça não ter ganhado o Oscar de melhor mixagem de som. O Ultimato Bourne tem de mixagem? Mesmo assim, até agora eu já assisti 18 vezes.”
1014 Escrito por: Rafael Rodrigues Martins
“Um filme eletrizante, onde eu fiquei até sem piscar. Muito bom
os efeitos especiais, a história, tudo mesmo. E que venha o 2!!!=D”

 

 

Ensaio

(Ensaio)

 

Elenco:

Lavínia Bizzotto, Bruno Cezario, Chico Caprario, Ingra Liberato, Antônio Cunha, Renato Turnes.

Direção: Tânia Lamarca

Gênero: Drama

Duração: 82 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 12 de Setembro de 2014

Sinopse:

A bailarina Eva vive um impasse: terá que escolher entre a intensa paixão extraconjugal por seu parceiro de dança e a dedicação ao grande papel de sua vida, a heroína Anita Garibaldi. Nos bastidores dos ensaios do espetáculo, amor, inveja, arrependimento e obsessão são sentimentos que tomam todos os envolvidos, do diretor marido de Eva até a camareira.

Curiosidades:

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Invocação do Mal

O diretor James Wan se especializou em filmes de terror de baixo orçamento que se tornaram sucesso absoluto de críticas e bilheterias. Ele dirigiu o primeiro ‘Jogos Mortais‘, que se tornou uma das principais e mais rentáveis franquias da Lionsgate.

Anos depois, voltou a repetir o mesmo sucesso com ‘Sobrenatural‘ (Insidious), filme com maior custo-benefício nas bilheterias de 2011, que neste ano ganha sua sequência.

Wan volta a acertar com o terrorInvocação do Mal‘ (The Conjuring), apesar de apostar ao máximo no uso de clichês de filmes de possessão demoníaca.

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Espécie de remake não oficial de Amityville, ‘Invocação do Mal‘ narra o conto horripilante de Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga), investigadores paranormais de renome mundial, que foram chamados para ajudar uma família aterrorizada por uma presença maligna em uma fazenda isolada. Forçados a confrontar uma poderosa entidade demoníaca, os Warrens encontram-se presos no caso mais terrível de suas vidas.

Ao longo da trama, são incontáveis os sustos que atordoam a plateia. A cada momento, a trilha sonora aumenta e algo assustador ocorre.

Apesar do fraco roteiro escrito pelos gêmeos Carey e Chad Hayes (‘Terror na Antártida’), que reutiliza todos os possíveis clichês dos filmes do gênero, a direção competente de Wan salva o longa do fracasso.

Wan se tornou especialista em criar sequências horripilantes, como a da câmera que segue a mãe por uma casa assustadora enquanto ela está vendada brincando com a filha de “esconde esconde”. São suas escolhas de ângulos e a bela e obscura fotografia que conseguem sustentar o roteiro e salvar a película.

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O destaque fica para o competente elenco, principalmente para Vera Farmiga (‘Amor sem Escalas’) e Lili Taylor, espetaculares como de costume.

As cinco crianças (Shanley Caswell, Hayley McFarland, Joey King, Mackenzie Foy e Kyla Deaver) também entregam uma atuação espetacular, que supera um contido Patrick Wilson (‘Sobrenatural’).

Invocação do Mal‘ vai agradar aos fãs do gênero terror e render ótimos sustos, mas o excesso de clichês e um previsível terceiro ato transformam-o em um filme bastante inferior aos trabalhos anteriores de Wan, os ótimos ‘Jogos Mortais‘ e ‘Sobrenatural.

 

* Assistimos ao filme durante uma exibição na Comic-Con 2013.

Apenas Deus Perdoa

(Only God Forgives)

 

Elenco:

Ryan Gosling, Kristin Scott Thomas, Tom Burke, Joe Cummings, Gordon Brown,Oak Keerati, Sahajak Boonthanakit, Vithaya Pansringarm.

Direção: Nicolas Winding Refn

Gênero: Suspense

Duração: 90 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Não Divulgado

Sinopse:

Apenas Deus Perdoa‘ acompanha Julian (Gosling), um britânico que vive em Bangcoc, na Tailândia, e é respeitado no submundo local. Ele e seu irmão Billy administram um clube de boxe tailandês que serve de fachada para traficar drogas a Londres.

Quando Billy é assassinado, a mãe dos irmãos, Jenna (Kristin Scott Thomas), chega para buscar o corpo – e força Julian a procurar o assassino. A trilha o leva até um policial aposentado que conhece tudo na cidade, e esse acerto de contas deixa um rastro de sangue em meio a vinganças e traições.

Curiosidades:

» O suspense marca uma nova parceria entre o diretor e roteirista Nicolas Winding Refn e o ator Ryan Gosling,  após ‘Drive‘.

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