O suspense é um dos gêneros mais amados dos cinemas, e até mesmo aqueles que dizem não gostar costumam elogiar filmes de outros gêneros que usam elementos dos suspense em sua construção. Neste fim de semana de chuvas pelo Brasil, o CinePOP selecionou alguns filmes presentes nos principais streamings no Brasil para você assistir. Confira!

Operação Overlord

Estrelado por Jovan Adepo e Wyatt Russell, essa mistura de suspense com ficção científica se passa durante a Segunda Guerra Mundial e acompanha uma equipe de soldados designada para derrubar uma torre que permitirá o “Dia D”. O problema é que 90% do pelotão é dizimado logo no desembarque e os que sobrevivem acabam se envolvendo em uma trama de experimentos nazistas e a busca por um soro do supersoldado. Esse projeto de John Walker Origens é incrível e vai agradar mais ao público que curte tramas de conspiração e não se incomoda tanto com algumas cenas gore. Ah, um pequeno spoiler: os experimentos dos filmes foram parcialmente baseados em casos reais da União Soviética e da própria Alemanha nazista. Quem quiser assistir, pode procurar esse longa no catálogo da Netflix.




Um Pequeno Favor 

Nesta trama completamente inesperada de Paul Feig (The Office), Stephanie (Anna Kendrick) é uma mãe viúva com aspirações a YouTuber que é tida como “esquisitona” pelas outras mães da escola. No entanto, sua vida sofre uma grande virada quando ela conhece Emily (Blake Lively), uma mãe “empoderada”, por assim dizer, dona da família perfeita. Elas começam uma amizade estranha até que Emily morre e a polícia começa a desconfiar de Stephanie, que passa a viver com a família em luto da amiga. É uma mistura interessantíssima de suspense com humor que vai surpreender muita gente. O filme pode ser visto no Telecine.

 

O Informante



Juntando drama e suspense, esse longa abraça os clichês mais famosos dos filmes policiais e se apoia muito no ato final para marcar o espectador. Na trama, Pete (Joel Kinnaman) é um veterano de guerra que foi preso por defender sua esposa (Ana de Armas) em um bar. Então, após quatro longos anos de cadeia, ele é solto e tenta retomar sua vida com a família. Só que o FBI acredita que ele possa ajudar a desmontar a máfia polonesa. Dessa forma, a agente Wilcox (Rosamund Pike) o coloca pra trabalhar infiltrado na máfia, o que ocasionalmente o leva de volta para a prisão, onde a polícia começa a desconfiar que ele seja uma agente infiltrado e, bem… Tudo vai dando errado ao ponto de você se preocupar com a segurança de absolutamente todos os personagens em cena. Não chega a ser uma obra-prima, mas é bem interessante e está na Netflix.

 

Aproveite para assistir:



Sem Limites 

Dono de uma estética sensorial muito boa, esse longa que completou 10 anos em 2021 passou meio despercebido pelo Brasil, mas foi um fenômeno lá fora. A história acompanha um escritor frustrado (Bradley Cooper) que está passando por um bloqueio criativo de meses e acaba fracassando em tudo que tenta. Para piorar a situação, sua namorada o deixa e ele fica na famosa foça emocional. Então, ao sair de um bar, ele encontra um ex-cunhado que se compadece da situação e oferece a ele uma droga capaz de desenvolver o cérebro humano. O escritor fica meio receoso, mas aceita. E quando ele toma a pílula, começa a se lembrar de coisas que a memória dele registrou ao longo da vida e desenvolve um foco sobre-humano. Centrado, ele escreve o livro em dias, aprende novos idiomas e vira um gênio da matemática. Só que, como era uma droga que o deixava assim, ele começa a desenvolver uma dependência que pode deixá-lo demente caso não continue consumindo. Para piorar, grandes empresários começam a se aproximar dele e seu segredo fica ameaçado. Para piorar o que já estava piorado, ele começa a ter lapsos de memória e certos crimes hediondos começam a ser ligados a ele. Tudo isso embalado pela incômoda estética utilizada para replicar a sensação do uso do narcótico nas câmeras. É um filmaço tenso e intenso que está disponível no Globoplay.

Fuja!

Aproveitando que o dia das mães é amanhã, esse filme mostra exatamente o tipo de relação que mãe nenhuma deve ter com a filha. Isso porque o longa conta a história de uma menina doente que é medicada pela mãe (Sarah Paulson) e se envolve numa relação terrível de superproteção. Então, a menina descobre que essas supostas doenças que ela tinha eram muito suspeitas e que provavelmente acabou passando a vida inteira sendo drogada pela mãe que não queria perdê-la para a “vida mundana”. Então, acompanhamos o desespero da filha (Kiera Allen, que é cadeirante na vida real) tentando escapar desesperadamente do controle da mãe, enquanto sofre com os empecilhos do mundo atual para  as PCD. É um longa sufocante que está na Netflix.



 

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