Lançado nos cinemas nacionais em 2019 pela Paramount Pictures, ‘Projeto Gemini’ fez uma passagem tímida nas telonas e se tornou um dos maiores fracassos comerciais da carreira de Will Smith – arrecadou apenas US$ 173 milhões mundialmente com o orçamento de US$ 150 milhões.

Agora, o filme encontra seu público na Netflix. Em apenas dois dias, a produção já figura na 2ª posição entre os títulos mais assistidos do catálogo – atrás apenas do original ‘Caranguejo Negro‘.

A produção traz o astro Will Smith frente a frente com uma versão melhor, mais forte e mais jovem de si mesmo.

A ficção científica foi dirigida pelo vencedor do Oscar Ang Lee e apresenta uma nova tecnologia nos cinemas: o 3D+.


Assista ao trailer:

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No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon explica a nova tecnologia e como ela funciona:


Crítica | Projeto Gemini – Ficção traz nostalgia dos anos 90 com tecnologia REVOLUCIONÁRIA 

Além do 3D+, Smith passou por um interessante processo de rejuvenescimento facial, mas diferente do trabalho desempenhado pela Marvel e pela Lucasfilm.

A sua versão de 23 anos é um personagem 100% construído de maneira digital, “sem qualquer esticamento facial”. E para garantir que ele tivesse suas feições joviais resgatadas, Smith usou um traje de captura de movimento da Weta. Além disso, seus traços foram recriados a partir de uma série de referências de suas produções antigas, como ‘Fresh Prince of Bel Air’ e ‘Independence Day’.

O longa foi originalmente desenvolvido pela Disney nos anos 90, mas o projeto foi engavetado porque os efeitos visuais não eram avançados o suficiente na época.


 O elenco ainda conta com Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen, Benedict Wong, Douglas Hodge e Ralph Brown.

 


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