A cerimônia do Oscar nem sempre acerta em seus vitoriosos, já tendo entregue estatuetas controversas para diversos artistas, realizadores e filmes. Talvez a injustiça e o choque mais escabroso da premiação tenha ocorrido em 1999, durante a apresentação da categoria de Melhor Atriz.

Para aqueles que não se recordam ou não eram nascidos à época, Fernanda Montenegro quebrava recordes ao se tornar a primeira (e única) atriz brasileira a ser condecorada com uma nomeação por sua performance no drama Central do Brasil. Enquanto diversas pessoas torciam por sua vitória, Gwyneth Paltrow acabou recebendo a honraria pelo superestimado Shakespeare Apaixonado.

Até hoje, muitos ainda carregam um ressentimento pelo claro boicote que Montenegro e o próprio filme receberam – visto que a produção também o Oscar de Melhor Filme de Língua Não-Inglesa para ‘A Vida É Bela’, e nem mesmo chegou à categoria de Melhor Filme. E uma icônica artista ainda não superou a derrota de Fernanda na premiação: Glenn Close.



Em entrevista à ABC, promovendo o vindouro drama Era Uma Vez um Sonho, Close, que já foi indicada quatro vezes aos prêmios da Academia, comentou sobre a vitória de Paltrow, alfinetando a decisão do evento e dizendo que “não fazia sentido”.

Confira:

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“Eu me lembro do ano em que Gwyneth Paltrow ganhou em cima daquela incrível atriz que estava em Central do Brasil e eu pensei: ‘o quê?’. Sabe… Não faz sentido”.

E você? Também acha que Fernanda Montenegro merecia o Oscar?

Close estrela o drama Era Uma Vez um Sonho ao lado de Amy Adams, com ambas já sendo cotadas para o circuito de premiações.



Confira o trailer:

O filme é dirigido por Ron Howard e já está disponível na Netflix.

Ex-fuzileiro naval e estudante de Direito, o jovem J.D. Vance (Gabriel Basso) vê seu sonho de conseguir o emprego ideal ser interrompido por uma crise familiar que o obriga a retornar para a cidade onde nasceu e encarar a complexa dinâmica de sua família apalache e a difícil relação com sua mãe (Adams). Com as memórias marcantes da avó que o criou (Close), J.D. embarca em uma jornada de autoconhecimento e aceitação das influências de suas origens em sua vida.

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