Não é de hoje que a Academia comete enganos ao entregar suas estatuetas – alguns atrozes, como dar o Oscar de melhor filme a Rocky!!, outros menos evidentes. Veja nesta matéria algumas das injustiças cometidas pela maior premiação do cinema mundial.

1941 –
M
elhor diretor: John Ford (Como era Verde o meu Vale)
Quem merecia: Orson Welles (Cidadão Kane)


Melhor filme: Como era Verde o meu Vale
Quem merecia: Cidadão Kane

Observações: Mais que o prêmio de melhor filme, “Cidadão Kane” merecia o prêmio de melhor diretor. Orson Welles inventou um novo conceito de cinema com esse filme. Talvez exatamente a esse fato se deva a não premiação de Welles como diretor. “Cidadão Kane” é um filme de vanguarda, e quando algo está a frente de seu tempo normalmente recebe o reconhecimento merecido tardiamente.

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1950 –
Melhor atriz: Judy Holiday (Nascida Ontem)
Quem merecia: Bette Davis (A Malvada) ou Gloria Swanson (Crepúsculo dos Deuses)

Observações: Tem ano que é difícil. Neste por exemplo, todas as três atrizes citadas acima mereciam o prêmio. Gloria Swanson leva uma certa vantagem sobre as outras, mas não posso classificar o ano de 1950 como injusto.

1954 – Melhor atriz: Grace Kelly (Amar é Sofrer)
Quem merecia: Judy Garland (Nasce uma Estrela)

Observações: Quem já assistiu “Amar é Sofrer” e “Nasce uma Estrela” sabe o quão injusto foi entregar a estatueta de melhor atriz a Grace Kelly.

1956 –
Melhor filme : A Volta ao Mundo em 80 dias
Quem merecia: Assim Caminha a Humanidade

Melhor roteiro adaptado: S.J Perelman, James Poe e John Farrow (A Volta ao Mundo em 80 dias)
Quem merecia: Fred Guiol e Ivan Moffat (Assim Caminha a Humanidade)

Observações: Que ano criminoso! Entregar a estatueta de melhor filme a “A Volta ao Mundo em 80 Dias” no ano em que também concorria ao prêmio o excelente “Assim Caminha a Humanidade” é um absurdo. O mesmo vale para o roteiro.

1962 –
Melhor atriz: Anne Bancroft (O Milagre de Anne Sullivan)
Quem merecia: Bette Davis (O Que Terá Acontecido a Baby Jane?)


Observações: Bette Davis em “O Que Terá Acontecido a Baby Jane” tem uma das melhores interpretações de todos os tempos e certamente merecia um Oscar. Mas aqui acontece o seguinte: Anne Bancroft está ótima em “O Milagre de Anne Sullivan” (papel que ela já tinha interpretado no teatro) e Bette Davis já havia recebido 2 Oscar, talvez por esse motivo Bancroft tenha levado o prêmio. De qualquer maneira, Bette Davis está sensacional em Baby Jane.

1967 –
Melhor filme: No Calor da Noite
Quem merecia: A Primeira Noite de um Homem

Observações: Nesse caso a coisa é pessoal. “No Calor da Noite” é um ótimo filme, mas eu acho que “A Primeira Noite de um Homem” merecia o prêmio, o filme é excelente!

1969 –
Melhor ator: John Wayne (Bravura Indômita)
Quem merecia: Dustin Hoffman (Perdidos na Noite)


Observações: Depois de 40 anos de carreira (sem nunca ter ganho o Oscar) e sendo uma lenda viva do cinema, a Academia deu a John Wayne o prêmio de melhor ator mais como uma homenagem do que pela sua interpretação. Até é justificável, mas Dustin Hoffman como o tuberculoso Ratzo de “Perdidos na Noite” tem uma interpretação que certamente merecia um Oscar.

1971 –
Melhor ator: Gene Hackman (Operação França)
Quem merecia: Malcolm McDowell (Laranja Mecânica) – não foi indicado

Melhor diretor: William Friedkin (Operação França)
Quem merecia: Stanley Kubrick (Laranja Mecânica)


Melhor filme: Operação França
Quem merecia: Laranja Mecânica

Observações: “Operação França” é um ótimo filme, mas daí a ter levado os prêmios principais quando tinha “Laranja Mecânica” como concorrente é um absurdo. Mais absurdo ainda é o fato de Malcolm McDowell não ter sido nem ao menos indicado ao Oscar de melhor ator, quando ele não só merecia a indicação como também a estatueta. A direção de Stanley Kubrick em “Laranja Mecânica” é incomparavelmente superior a de William Friedkin em “Operação França”. Coisas do Oscar…

1974 –
Melhor ator: Art Carney (O Amigo de Tonto)
Quem merecia: Al Pacino (O Poderoso Chefão II)

Observações: Al Pacino está brilhante nesse filme. Ele não ter ganho o Oscar é muito injusto. Anos mais tarde ele viria a ganhar o prêmio de melhor ator com “Perfume de Mulher”, reconhecimento tardio da Academia a um ator excepcional.

1976 –
Melhor diretor: John G. Avildsen (Rocky, um Lutador)
Quem merecia: Sidney Lumet (Rede de Intrigas)


Melhor filme: Rocky, um Lutador
Quem merecia: Rede de Intrigas, Todos os Homens do Presidente ou Taxi Driver (qualquer um, menos Rocky…)

Observações: Precisa comentar uma loucura dessas??

1977 –
Melhor atriz: Diane Keaton (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa)
Quem merecia: Sophia Loren (Um Dia Muito Especial) – não foi indicada

Melhor filme estrangeiro: Madame Rosa, a Vida à sua Frente (França)
Quem merecia: Um Dia Muito Especial (Itália)

Observações: Sophia Loren está deslumbrante em “Um Dia Muito Especial”. Tudo bem que 77 era o ano de “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (um excelente filme em que Diane Keaton está ótima), mas Sophia merecia se não o prêmio, ao menos uma indicação.

1979 –
Melhor ator: Dustin Hoffman (Kramer vs. Kramer)
Quem merecia: Peter Sellers (Muito Além do Jardim)

Melhor diretor: Robert Benton (Kramer vs. Kramer)
Quem merecia: Francis Ford Coppola (Apocalypse Now)

Melhor filme: Kramer vs. Kramer
Quem merecia: Apocalypse Now

Observações: Dustin Hoffman está excelente em “Kramer vs. Kramer”, mas Peter Sellers como o jardineiro inocente de “Muito Além do Jardim” dá um show naquela que pra mim é sua melhor interpretação. Com relação aos prêmios de melhor diretor e melhor filme é indiscutível a superioridade de Francis Ford Coppola e seu “Apocalypse Now”. Coppola já havia ganho o Oscar anteriormente com o Poderoso Chefão II, e talvez por isso o prêmio tenha ido para Robert Benton.

1981 –
Melhor filme: Carruagens de Fogo
Quem merecia: Os Caçadores da Arca Perdida

Observações: “Carruagens de Fogo” foi a grande surpresa do Oscar de 1981. “Os Caçadores da Arca Perdida” é um filme muito melhor, mas nunca receberia o Oscar por ser um filme pipoca, tipo de filme que a Academia jamais iria premiar. (É meio inexplicável, mas há quem diga que premiar um blockbuster tira a seriedade de uma premiação… Eu acredito que quando um filme é bom não interessa se ele é blockbuster ou de arte, é bom e fim. Além do mais, a Academia não é tão séria assim, se fosse não teria cometido tantos equívocos.)

1982 –
Melhor ator: Ben Kingsley (Gandhi)
Quem merecia: Dustin Hoffman (Tootsie)

Melhor filme: Gandhi
Quem merecia: Tootsie

Observações: Ben Kingsley está ótimo em “Gandhi”, mas Dustin Hoffman travestido de mulher em “Tootsie” está melhor, o fato dele não ter levado o Oscar é quase criminoso. Tá certo que Hoffman já tinha ganho um Oscar por Kramer vs. Kramer, mas ele também merecia por “Tootsie”. Aliás, o filme também merecia o Oscar.

*Nota: melhor atriz coadjuvante: Jessica Lange (Tootsie) – Em 82, Jessica Lange concorreu nas categorias de melhor atriz (pela sua brilhante atuação em “Frances”) e melhor atriz coadjuvante (Tootsie). Quem levou o prêmio de melhor atriz foi Meryl Streep (espetacular em “A Escolha de Sofia”). Como as duas mereciam o prêmio de melhor atriz, devem ter dado esse de atriz coadjuvante como consolação para Jessica (não que ela esteja mal em “Tootsie”, ela está muito bem, apenas o fato de não ter sido soterrada pela fantástica atuação de Dustin Hoffman já indica que ela estava bem, mas de qualquer maneira acho que “Frances” contribuiu um pouco pra que Jessica Lange levasse esse Oscar de atriz coadjuvante).

1985 –
Melhor atriz: Geraldine Page (O Regresso para Bountiful)
Quem merecia: Whoopi Goldberg (A Cor Púrpura)

Melhor roteiro adaptado: Kurt Luedtke (Entre Dois Amores)
Quem merecia: Menno Meyjes (A Cor Púrpura)

Observações: Inexplicavelmente “A Cor Púrpura” foi indicado a 11 Oscar e não ganhou nenhum. Com relação ao prêmio de melhor atriz; “A Cor Púrpura” foi o primeiro filme de Whoopi e talvez por isso o Oscar tenha ido para uma atriz mais conhecida.

Sobre o roteiro; “Entre Dois Amores” tem uma boa história , mas “A Cor Púrpura” merecia muito mais esse prêmio.

1990 –
Melhor diretor: Kevin Costner (Dança com Lobos)
Quem merecia: Martin Scorsese (Os Bons Companheiros)

Melhor roteiro adaptado: Michael Blake (Dança com Lobos)
Quem merecia: Donald E. Westlake (Os Imorais)

Observações: a Academia adora premiar atores/diretores. “Dança com Lobos” é um filme bonito e por isso mesmo mereceu o Oscar de melhor filme, mas melhor diretor e melhor roteiro adaptado já é exagero.

1993 –
Melhor ator coadjuvante: Tommy Lee Jones (O Fugitivo)
Quem merecia: Leonardo Di Caprio (Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador)

Observações: Esse Oscar ganho pelo Tommy Lee Jones é um enigma. Não consigo descobrir o que ele fez de tão bom em “O Fugitivo” para merecer o prêmio. Já Leonardo Di Caprio em “Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador” está soberbo como o jovem doente mental.

1995 –
Melhor diretor: Mel Gibson (Coração Valente)
Quem merecia: Martin Scorsese (Casino) – não foi indicado

Observações: Mais uma vez a Academia premiou um ator/diretor. Nesse caso a coisa é muito mais grave do que foi em 1990 com “Dança com Lobos” de Kevin Costner. “Coração Valente” é um filme muito inferior ao de Costner. Dar a Mel Gibson o Oscar de melhor diretor e nem sequer indicar Martin Scorsese por “Casino” é uma dessas coisas malucas que a Academia faz.

1996 –
Melhor ator coadjuvante: Cuba Gooding Jr. (Jerry Maguire)
Quem merecia: William H. Macy (Fargo) ou Willem Dafoe (O Paciente Inglês) – ele não foi indicado.

Melhor diretor: Anthony Minghella (O Paciente Inglês)
Quem merecia: Milos Forman (O Povo Contra Larry Flint)

Melhor filme: O Paciente Inglês
Quem merecia: Fargo

Observações: Que ano horrível! “O Paciente Inglês” ganhou 9 Oscar que eu simplesmente não consigo explicar. (na verdade, o único Oscar que “O Paciente Inglês” merecia era o de ator coadjuvante para Williem Dafoe, mas ele nem sequer foi indicado) . Deixar “Fargo” de lado para dar a estatueta de melhor filme a “O Paciente Inglês” é um absurdo. Dar o Oscar de melhor diretor para Anthony Minghella e não para o Milos Forman é outro absurdo. O Oscar de Cuba Gooding Jr. é uma bobeira sem tamanho.

*Nota: Courtney Love deveria ao menos ter sido indicada ao Oscar por sua interpretação em “O Povo Contra Larry Flint”.

1997 –
Melhor ator coadjuvante: Robbin Williams (Gênio Indomável)
Quem merecia: Greg Kinnear (Melhor é Impossível) ou Burt Reynolds (Boogie Nights)

Melhor atriz coadjuvante: Kim Bassinger (Los Angeles – Cidade Proibida)
Quem merecia: Julianne Moore (Boogie Nights)

Melhor roteiro original: Ben Affleck e Matt Damon (Gênio Indomável)
Quem merecia: Markus Andrus e James L. Brooks (Melhor é Impossível) ou Paul Thomas Anderson (Boogie Nights)

Observações: Entre Robin Williams e Greg Kinnear/Burt Reynolds, os dois últimos estavam indiscutivelmente mais aptos ao Oscar de ator coadjuvante. O Oscar da Kim Bassinger até que não é tão absurdo. Ela está bem em “Los Angeles – Cidade Proibida”, mas Julianne Moore está muito melhor em “Boogie Nights”. O Oscar de roteiro também deveria ter ido para “Boogie Nights”, mas novamente surge a bobeira de dar o prêmio a atores “versáteis”, nesse caso dois pseudo-roteiristas.

1998 –
Melhor ator: Roberto Benigni (A Vida é Bela)
Quem merecia: Edward Norton (A Outra História Americana) ou Ian McKellen (Deuses e Monstros)

Melhor atriz: Gwyneth Paltrow (Shakespeare Apaixonado)
Quem merecia: Fernanda Montenegro (Central do Brasil) ou Cate Blanchett (Elizabeth)

Melhor filme estrangeiro: A Vida é Bela (Itália)
Quem merecia: Central do Brasil (Brasil)

Observações: Entregar a Roberto Benigni um Oscar de melhor ator quando poderia ter-se entregue esse Oscar a Edward Norton ou Ian Mckellen é uma loucura. O fato da insosa Gwyneth Paltrow ter levado o prêmio de melhor atriz é o indicador de que as vezes os membros da Academia são tomados por algum tipo de surto de dêmencia. Quanto ao Oscar de filme estrangeiro; “A Vida é Bela” é um filme bonito, emocionante e tal, mas pelo amor de Deus, “Central do Brasil” é infinitamente melhor! – e isso não é puxa-saquismo de brasileira não.

1999 –
A triz coadjuvante: Angelina Jolie (Garota Interrompida)
Quem merecia: Samantha Morton (Poucas e Boas)

Melhor canção: You´ll Be in my Heart (Phil Collins para Tarzan)
Quem merecia: Save Me (Aimee Mann para Magnolia)

Observações: 99 foi um ano muito difícil. “Beleza Americana” e “Magnolia” estavam concorrendo. Como os dois são excelentes, até entendo que os prêmios tenham ido para o primeiro (mas deixo aqui o meu protesto: Magnolia é um filme injustiçado, deveria ter sido indicado pra todas as categorias principais) Não dar o Oscar de melhor atriz coadjuvante para Samantha Morton (ótima como a namorada muda de Sean Penn em “Poucas e Boas”) deve ter sido decorrência de um retardamento momentâneo que atingiu os membros da Academia. A música “Save Me” de Aimee Mann merecia o Oscar muito mais que a boboca “You´ll be in my Heart” de Phil Collins. (não que essa tenha sido a injustiça do século, ou que um Oscar de melhor canção faça muita diferença, mas aqui eu tinha que dar uma puxadinha de saco pro Magnolia…)

2000 –
Melhor ator: Russe Crowe (Gladiador)
Quem merecia: Javier Bardem (Antes do Anoitecer)

Melhor atriz: Julia Roberts (Erin Brockovich)
Quem merecia: Ellen Burstyn (Réquiem para um Sonho)

Melhor filme: Gladiador
Quem merecia: Traffic

Observações: Um dos maiores crimes já cometidos pela Academia foi ter dado a Russel Crowe o Oscar de melhor ator ao invés de dar o prêmio a Javier Bardem que está espetacular em “Antes do Anoitecer”. Julia Roberts tem a melhor interpretação de sua vida em “Erin Brockovich”, mas a Academia teria sido muito mais justa se tivesse entregue o Oscar a Ellen Burstyn que está excelente em “Réquiem para um Sonho”. O Oscar de melhor filme para “Gladiador” é outra besteira que eu não consigo explicar.

*Nota: É impossível explicar como em sã consciência a Academia teve a coragem de dar o Oscar de melhor filme para “Gladiador” e nem sequer indicar os ótimos “Billy Elliot” e “Conte Comigo”.

2001 –
Melhor diretor: Ron Howard (Uma Mente Brilhante)
Quem merecia: Baz Luhrman (Moulin Rouge) – não foi indicado

Melhor filme: Uma Mente Brilhante
Quem merecia: Moulin Rouge

Melhor montagem: Pietro Scalia (Falcão Negro em Perigo)
Quem merecia: Jill Bilcock (Moulin Rouge)

Melhor roteiro original: Julian Fellowes (Assassinato em Gosford Park)
Quem merecia: Christopher Nolan (Amnésia)

Melhor filme estrangeiro: Terra de Ninguém (Bósnia)
Quem merecia: O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (França)

Observações: “Uma Mente Brilhante” concorrer ao Oscar de melhor filme com “Moulin Rouge” e ganhar é uma coisa que eu nunca vou entender. Baz Luhrman não ter sido indicado ao Oscar de melhor diretor é uma loucura. “Falcão Negro em Perigo” levar a estatueta de melhor montagem estando concorrendo com “Moulin Rouge” é outra coisa sem sentido. Quanto ao roteiro; “Amnésia” é incrivelmente melhor do que “Assassinato em Gosford Park”. “Amnésia” é inteligente e original enquanto “Assassinato em Gosford Park” é um amontoado de clichês. O prêmio de melhor filme estrangeiro é uma coisa bem pessoal, eu acho “Amélie” mais legal que “Terra de Ninguém” e pronto.

Concluindo: Acima de ser uma séria premiação do cinema mundial, o Oscar é uma festa americana feita pra prestigiar americanos (eventualmente estrangeiros pelos quais os americanos caem de paixão – vide Roberto Benigni), a esse fato podem ser atribuídas algumas injustiças já cometidas pela Academia. De qualquer maneira, a premiação do Oscar dá nova dimensão a carreira daqueles que são agraciados com a cobiçada estatueta. Depois de ganhar um Oscar o “valor de mercado” de um ator sobe, um diretor passa a ser mais respeitado, um filme faz fortuna. O Oscar é o único prêmio que alavanca mundialmente o prestígio de seus premiados. E é exatamente pela visibilidade mundial que o Oscar gera (independente do fato de ser uma premiação séria e imparcial) que toda a indústria cinematográfica corre atrás da estatueta dourada. A nós, fãs de cinema, só resta esperar pela premiação do ano que vem e torcer para que ela corresponda as nossas expectativas.

*apesar dos erros, ao longo de sua história o Oscar contabiliza muito mais acertos do que enganos.

*grande parte das injustiças citadas são estritamente pessoais.

 

Feito por: Juliana de Paula

 

 

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