Site Página 1002

Lizzo lança o single inédito “Still Bad”; Ouça e confira o videoclipe!

lizzo

A cantora e compositora multi-vencedora do Grammy Lizzo lançou hoje (13) o single inédito “Still Bad”.

A faixa integra seu próximo álbum de estúdio, ‘Love in Real Life’, que também vem acompanhado da canção homônima. Ainda não se sabe o dia que o compilado será lançado.

Confira:

Lembrando que o último compilado de originais de Lizzo foi o elogiado Special, que contou com os singles “About Damn Time”“Grrrls”.

Lizzo, nome artístico de Melissa Viviane Jefferson, fez sua estreia oficial no mundo da música em 2013, com o lançamento do aclamado álbum Lizzobangers. Entretanto, não seria até Cuz I Love You, que teve recepção bastante similar por parte dos críticos e do público, que ela ganharia reconhecimento mundial.

Influenciada por nomes como Missy ElliottBeyoncéDiana Ross, a performer já levou para casa três estatuetas do Grammy Awards e, como se não bastasse, também fez uma breve aparição na ovacionada dramédia criminal ‘As Golpistas’, ao lado de Jennifer LopezConstance Wu.

Em 2019, Lizzo foi condecorada como Entertainer of the Year pela revista TIME por sua contribuição à música e por sua ascensão meteórica ao estrelado. Desde o seu debute, ela se tornou porta-voz da imagem corporal positiva e quebrou tabus de imagem com performances avassaladoras e críticas explícitas em suas canções.

‘Superman’: Nathan Fillion fala sobre seu papel como Laterna Verde; “Ele é um idiota!”

O astro Nathan Fillion, que dará vida ao super-herói Guy Gardner (Lanterna Verde) em Superman, o novo longa de James Gunn, falou recentemente sobre o icônico personagem que fará sua estreia nas telonas.

Segundo o ComicBookMovie, Fillion comentou sobre o herói, afirmando: “Ele é um idiota!”.

“O importante de saber é que você não precisa ser bom para ser um Lanterna Verde; você só precisa ser destemido. Guy Gardner é destemido, e ele não é muito bom. Ele não é legal, o que é muito libertador como ator, porque você pensa consigo mesmo: qual é a coisa mais egoísta e interesseira que eu posso fazer nesse momento? E essa é a resposta. Isso é o que você faz nesse momento. Eu acho que, se ele tem um superpoder, talvez seja sua superconfiança, porque ele acha que pode enfrentar o Superman. Mas ele não pode!”, afirmou Fillion.

Lembrando que ‘Superman’, que marca o início do novo DCU nos cinemas, será lançado em 10 julho de 2025.

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

Henry & Klauss | Dupla de ILUSIONISTAS fala sobre inspirações e o novo especial do Disney+ [COLETIVA]

henry & klauss

Neste próximo dia 14 de março, o Disney+ lançará o especial Henry & Klauss: Mestres da Mágica – um espetáculo estrelado pelos ilusionistas vencedores de dois Guinness World Records Henry Vargas e Klauss Durães.

A produção, considerada o maior show de mágica da América Latina, foi rodada na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, para mais de 8 mil pessoas em uma jornada não apenas pelo melhor que a mágica pode oferecer, mas pelas vidas pessoais dos artistas que, depois de quinze anos de história, abrem um novo capítulo em suas carreiras.

Segundo a sinopse oficial, “a apresentação combina levitação, teletransporte, escapismo e ilusões que desafiam a lógica e a realidade, com um espetáculo visual que mistura música, dança e interações digitais”, e posa como o primeiro especial do gênero da plataforma de streaming.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Henry e Klauss sobre inspirações por trás da carreira no mundo do ilusionismo, e com Cristiano Lima, chefe de estratégia e marketing do Disney+ Brasil. O trio comentou sobre o retorno da magia para o território nacional, visto que o último performer ilusionista a se tornar um fenômeno no país havia sido Mister M – e de que forma esse especial abre portas para outras incursões semelhantes.

Um dos elementos mais interessantes da produção é o fato de vir acompanhada de uma trilha sonora original que dialoga não apenas com os truques feitos em palco, mas com a história de vida da dupla.

O desafio da música foi, primeiro, respondendo, sim, porque é uma questão de direitos autorais também.

“O caminho natural do artista, do mágico, é encontrar uma música que, para ele, vai funcionar pro número, e aí meio que colocar uma mágica pra poder versar, vamos dizer assim, fazer junto com a música ao mesmo tempo”, explicou Henry. “Então, para gente, foi um momento difícil da gente se desapegar do que já nos tocava, do que pra gente já funcionava, e o que funcionava pro público também”.

Ele continua: “acho que é um pouco do que o Klaus disse lá no documentário. Primeiro, a pessoa tem que, musicalmente, achar aquilo ser audível, ela tem que gostar daquilo, aquilo tem que ter uma sintonia para que depois se torne interessante. [A trilha sonora] tem várias referências, e a maioria dessas referências são dos nossos próprios gostos musicais, daquilo que a gente já utilizou em outros shows. A gente foi pegando essas referências, trazendo um pouco de coisas originais, para poder chegar numa trilha sonora original”.

Em relação às músicas originais, Lima também acrescentou seu parecer:

“Essa é uma pergunta muito boa, porque a gente discutia isso lá no começo. Tem a questão autoral, e a música é um personagem também dentro do espetáculo, né? A gente fala muito de mágica em si, que é essa ação ali na hora do palco, mas a Disney é uma empresa de storytelling. Se você analisar o show, ele tem essa trajetória. Essa emoção, essa motivação pra que empodere as pessoas a fazerem o que elas desejam, o que elas realmente sonham em fazer. Então, é um pouco do nosso DNA contado através da mágica, mas por trás tem esse elemento da música e o storytelling, que é onde a gente busca fazer essa conexão emocional com as pessoas”.

Em relação ao retorno de apresentações de mágica e de ilusionismo ao Brasil, Klauss comentou sobre o hiato pelo qual esse cenário passou por quase vinte anos, comentando que é um trabalho complexo e uma grande responsabilidade voltar a popular tais espetáculos em território nacional.

“É uma responsabilidade muito grande, porque você está construindo, você está na vanguarda de um caminho que não existia, ou pelo menos deixou de existir durante vinte anos. E você está construindo esse caminho de uma forma completamente diferente e distinta, porque há duas décadas, o caminho era não necessariamente de um show, mas sim da revelação de um segredo por si só, apenas do segredo, o mote”, ele explica. “E, agora, estamos vindo num caminho um pouco diferente, que é entregar entretenimento, que é entregar uma experiência, que é entregar um show – entregar uma carreira artística construída no Brasil”.

“E não necessariamente construída apenas para o Brasil”, Klauss continua. “É muito importante deixar claro isso, porque a gente não faz shows somente no Brasil, a gente viaja o mundo inteiro. Estamos, obviamente, com uma turnê grande no Brasil, fazemos alguns atos aqui e alguns atos fora, mas mostrando, mais uma vez, que é possível viver de arte; que se você sonha em ser mágico, é possível, sim. É claro que vai exigir muito esforço de cada uma das pessoas que sonharam em querer ser mágicos, mas, sem dúvidas, é possível construir um caminho com qualidade, com respeito à arte, e, sem dúvidas, com um caminho que possa inspirar outras pessoas a seguirem seus sonhos”.

Henry acrescenta: “só complementando um pouco tudo o que o Klaus falou, a gente tem muito orgulho de falar, bater no peito e falar: cara, é um show 100% ‘brazuca’. Não tem nenhum gringo envolvido, sabe? E isso me dá um orgulho muito forte, porque é muito brasileiro, é muito da gente. Vocês viram no making off, eu e o Klaus botando a mão na massa o tempo inteiro, porque a gente sabe a dificuldade de produzir uma coisa desse tamanho no Brasil. Não é fácil, gente, é uma loucura”.

Quando questionado pelo CinePOP sobre referências e sobre a possibilidade abrir portas para produções semelhantes, o trio também deu suas opiniões.

Confira:

‘A Vida de Chuck’: Novo filme de Mike Flanagan ganha teaser trailer INCRÍVEL; Confira!

a vida de chuck

A NEON divulgou o primeiro teaser trailer oficial de ‘A Vida de Chuck‘, novo filme dirigido pelo aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), será lançado.

A adaptação do conto homônimo de Stephen King estreará nos cinemas norte-americanos no dia 30 de maio de 2025.

Confira:

A trama gira em torno de Charles ‘Chuck’ Krantz, começando pelo final, desde sua trágica morte aos 39 anos causada por um tumor cerebral, até sua infância, crescendo em uma casa amaldiçoada.

Confira as imagens e siga o CinePOP no Youtube:

life chuck 1

life chuck 2

life chuck 3

life chuck 4

life chuck 5

Esta será a terceira adaptação de King pelo o cineasta após os incríveis ‘Jogo Perigoso‘ e ‘Doutor Sono‘.

Tom Hiddleston (‘Loki’) estrela a adaptação. O elenco ainda conta com Chiwetel EjioforKaren Gillan, Jacob Tremblay, Mark Hamill, Matthew LillardHeather Langenkamp.

com sangue

Millie Bobby Brown rebate críticas sobre sua aparência: “Eu cresci”

A atriz Millie Bobby Brown voltou a se manifestar sobre as críticas que vem recebendo sobre sua aparência, rebatendo comentários que a chamam de “velha” e afirmam que ela parece ter 40 anos.

Segundo à Variety, Brown desabafou sobre a forma como a imprensa a ataca, criticando sua aparência e mudanças em seu sotaque britânico.

“Uma coisa que sempre me dizem é tipo, ‘Oh meu Deus, ela parece ter 40 anos'”, disse Brown. “E eu fico tipo, bem, sim, vocês me conheceram quando eu tinha 10 anos, então eu entendo. Agora eu tenho 21, se passaram 10 anos. Eu cresci. Meu rosto, tipo, cresceu. O que você quer que eu faça com isso?”.

A atriz afirmou que a constante vigilância “realmente não me incomoda”, mas reconheceu que já a afetou no passado.

“Já me afetou, sim… E eu me lembro de tentar mudar para agradar as massas”, disse. “E, na verdade, agora estou em um lugar onde, sim, meu sotaque muda. Meu rosto cresce. Eu uso muita maquiagem. É só o tipo de pessoa que eu sou”.

Lembrando que a atriz já disse que esse tipo de tratamento “nunca deveria ser aceitável” e se mostrou revoltada com a situação.

“Não posso acreditar que isso ainda aconteça. E se eu puder fazer algo para mudar, eu faria”, disse. “Se eu tivesse um desejo de gênio, eu realmente pediria que ninguém precisasse passar por esse tipo de vigilância, porque isso muda a pessoa que você é. Muda a maneira como você percebe o mundo. Você vê o mal em todo mundo, você não vê o bem. Você fica tipo, ‘Quais são suas intenções, o que você vai dizer sobre mim?’”.

Brown concluiu que “a imprensa precisa aprender boas maneiras novamente” e que “os padrões e estigmas contra as garotas são ridículos”.

Ela também compartilhou o motivo de ter decidido se manifestar publicamente.

“Eu meio que continuei criando desculpas, tipo, não é o momento certo ou eu não deveria fazer isso, as pessoas vão reagir mal. E então eu percebi, eu só estava criando desculpas porque tinha medo. E quando é o momento certo para uma mulher se posicionar? E, na verdade, eu não posso esperar mais”, declarou.

Vale destacar que, recentemente, o humorista Matt Lucas se desculpou com a atriz pelas piadas sobre sua aparência.

Segundo o DeadlineLucas explicou que seu comentário foi uma referência à personagem Vicky Pollard, da série ‘Little Britain’, que usava cabelo loiro e blusa rosa, assim como Brown em uma foto.

“Querida Millie, acabei de ver sua postagem e queria responder e fornecer um contexto”, escreveu Lucas no Instagram. “Quase 25 anos atrás, coescrevi e participei de um programa de esquetes chamado Little Britain. Havia uma personagem chamada Vicky Pollard, que tinha cabelo loiro e sempre usava uma blusa rosa. Na foto, você tinha cabelo loiro e estava usando uma blusa rosa, então apontei a semelhança postando uma das falas dela”.

Ele continuou, “Eu achei que você estava maravilhosa e fiquei horrorizado quando a imprensa escreveu que eu ‘critiquei’ você, primeiro porque isso não é o meu estilo, e segundo porque eu acho você brilhante. Eu não teria postado isso se tivesse pensado que isso te chatearia, mas percebo que te afetou e, por isso, peço desculpas. Matt x”.

A desculpa de Lucas veio um dia após Brown usar suas redes sociais para desabafar sobre as críticas à sua aparência. Em um vídeo no Instagram, ela disse que estava abordando “algo que afeta toda jovem mulher que cresce sob o escrutínio público”.

“Eu cresci na frente do mundo, e por algum motivo, as pessoas não conseguem crescer junto comigo”, disse ela. “Em vez disso, agem como se eu devesse ficar congelada no tempo, como se eu ainda devesse parecer do jeito que eu era na primeira temporada de Stranger Things. E como eu não pareço mais assim, agora sou um alvo”.

“Isto não é jornalismo. Isto é bullying. O fato de escritores adultos estarem gastando seu tempo dissecando meu rosto, meu corpo, minhas escolhas, é perturbador. O fato de que alguns desses artigos são escritos por mulheres? Pior ainda”, acrescentou.

Brown acrescentou, “Sempre falamos sobre apoiar e incentivar as jovens mulheres, mas quando chega a hora, parece mais fácil destruí-las para conseguir cliques. Pessoas desiludidas não conseguem lidar em ver uma menina se tornar uma mulher nos seus próprios termos, e não nos deles”.

“Eu me recuso a me encolher para se encaixar nas expectativas irreais de pessoas que não conseguem lidar em ver uma menina se tornar uma mulher. Eu não vou ser envergonhada pela minha aparência, pelo que visto ou pela maneira como me apresento”, ressaltou.

“Não apenas por mim, mas por toda menina jovem que merece crescer sem medo de ser destruída simplesmente por existir”, concluiu.

Orgulho e Preconceito | 20 anos do CLÁSSICO romance com Keira Knightley e Matthew Macfadyen

orgulho e preconceito

Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como Razão e Sensibilidade’ e Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.

É claro que a popularização de sua obra-prima, Orgulho e Preconceito, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

ULTIMATE AUSTEN

Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.

Logo de cara percebemos que Orgulho e Preconceito será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.

A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.

Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.

A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.

Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.

O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de Orgulho e Preconceito, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).

Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.

Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.

Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.

A LUZ DOS OLHOS TEUS

Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.

Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.

É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.

Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).

Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.

O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.

MRS. DARCY

A história pode ser repetitiva, mas Orgulho e Preconceito deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.

Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.

‘Black Mirror’: 7ª temporada ganha trailer INCRÍVEL e data de estreia na Netflix; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial da 7ª temporada de Black Mirror, elogiada série antológica criada por Charlie Brooker.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia agendada para o dia 10 de abril na plataforma de streaming.

Confira:

Os próximos episódios contarão com Awkwafina, Milanka Brooks, Peter Capaldi, Emma Corrin, Patsy Ferran, Paul Giamatti, Lewis Gribben, Osy Ikhile, Rashida Jones, Siena Kelly, Billy Magnussen, Rosy McEwen, Cristin Milioti, Chris O’Dowd, Issa Rae, Jimmi Simpson e Harriet Walter no elenco.

A sétima temporada trará seis novos episódios – incluindo uma sequência direta de USS Callister, primeiro capítulo da quarta temporada.

Charlie Brooker, Annabel Jones e Jessica Rhodes retornam como produtores executivos.

Lembrando que as seis primeiras temporadas da antologia estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 6ª temporada de ‘Black Mirror’ é uma das mais FRACAS e decepcionantes da antologia

https://youtu.be/nYUS1cOiaJQ

“É importante ver uma comédia romântica brasileira LGBTQ que traz essa leveza”, fala Vinicius Teixeira sobre ‘O Melhor Amigo’

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Vinicius Teixeira e o diretor Allan Deberton falaram sobre a comédia romântica gay ‘O Melhor Amigo‘.

O longa acompanha os dilemas de seu protagonista Lucas (Vinicius Teixeira), que se vê dividido entre retomar seu relacionamento com o atual namorado ou viver uma paixão com um antigo amigo.

No vídeo, Vinicius fala que é importante ver uma comédia romântica brasileira LGBTQ que traz uma leveza.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

“Após uma crise com seu namorado Martin (Léo Bahia), Lucas (Vinicius Teixeira) decide viajar sozinho para a praia de Canoa Quebrada, no Ceará. Lá, ele reencontra seu antigo amigo Felipe (Gabriel Fuentes). Durante os passeios, Lucas começa a desenvolver sentimentos por Felipe e se vê em um dilema, sem saber se deve voltar para seu relacionamento antigo ou viver algo novo com Felipe”, diz a sinopse.

O longa tem roteiro e direção de Allan Deberton.

O filme é estrelado por Vinicius Teixeira, Gabriel Fuentes, Léo Bahia, Deydianne Piaf, Mulher Barbada, Souma, Muriel Cruz, Diego Montez, Mateus Carrieri, Cláudia Ohana, com participação especial da cantora Gretchen.

O Melhor Amigo’ estreia hoje, dia 13 de março, nos cinemas.

‘A Sogra Perfeita 2’: Sequência da comédia estrelada por Cacau Protásio ganha cartaz e data de estreia

A Sogra Perfeita 2‘, sequência da comédia estrelada por Cacau Protásio, ganha cartaz oficial e data de estreia, divulgados hoje pela Paris Filmes.

O longa, dirigido por Cris D’Amato e Bianca Paranhos, chegará aos cinemas no dia 12 de junho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Depois de conquistar a casa para si com grande esforço, Neide está determinada a manter sua independência. Por isso, quando Oliveira, seu namorado e padeiro português do bairro, a pede em casamento, o medo de comprometer sua liberdade faz com que Neide responda um sonoro “não”. O que ela não esperava era que Dona Oliveira, sua sogra portuguesa, chegasse de mala e cuia para um casamento! Com a pressão da sogra para que ela se case, Neide sente que precisa provar sua independência a qualquer custo, o que desencadeia uma briga com sua melhor amiga, Sheila. No meio disso tudo, Neide ainda precisa se preparar para o concurso de melhor cabeleireira do bairro.

No filme, as mulheres são as protagonistas não só do elenco, como também da equipe. Estrelada por Cacau Protásio, a produção é dirigida e escrita por duas duplas femininas. Flávia Guimarães roteiriza com a colaboração de Bia Crespo. Cris D’Amato e Bianca Paranhos estão à frente da direção e o elenco também conta com um timaço feminino, que inclui ainda Carolina Borelli, Heloisa Barbosa, Tuna Dwek, Vera Mancini, Dirce Couto, Barbára Rìcciardi e Agda Aguiar.

Confira o trailer do primeiro filme:

Michael B. Jordan surge IMPONENTE no cartaz inédito do terror ‘Pecadores’; Confira!

O terror ‘Pecadores‘, próximo filme do diretor Ryan Coogler (‘Pantera Negra’), acabou de ganhar um cartaz inédito dando destaque ao protagonista Michael B. Jordan.

Confira:

pecadores

O longa recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “forte violência sangrenta, conteúdo sexual e linguagem”.

Na trama, dispostos a deixar suas vidas conturbadas para trás, irmãos gêmeos (Jordan) retornam à sua cidade natal para recomeçar suas vidas do zero, quando descobrem que um mal ainda maior está à espera deles para recebê-los de volta.

Pecadores chega aos cinemas nacionais no dia 17 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Hailee Steinfeld, Jack O’Connell, Wunmi Mosaku, Jayme Lawson, Omar Benson Miller e Delroy Lindo.

Além de dirigir, Coogler também assina o roteiro do longa.

‘A Odisseia’: Épico de Christopher Nolan ganha novas imagens dos bastidores; Confira!

odisseia 1

‘A Odisseia’, o novo filme de Christopher Nolan, divulgou recentemente novas fotos dos bastidores, destacando o jovem astro Tom Holland.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme, que será estrelado por Matt Damon e Tom Holland, segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Ulisses para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

Anne Hathaway, Zendaya, Lupita Nyong’o , Robert Pattinson e Charlize Theron também fazem parte de longa.

A Odisseia‘ continua sendo uma das mais antigas peças literárias lidas pelo público moderno. Ele narra a história do herói grego Odisseu durante sua tumultuada jornada para casa após a Guerra de Troia.

A Odisseia‘ foi levada às telonas algumas vezes antes, primeiro com um filme mudo de 1911 de Giuseppe de Liguoro, e depois com ‘Ulisses‘ de 1954, estrelado por Kirk Douglas.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

David Dastmalchian se junta ao elenco de ‘Dexter: Ressurreição’

De acordo com o Discussing FilmDavid Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’, ‘Entrevista com o Demônio’) foi escalado para o elenco de Dexter: Ressurreição’, série que dá continuidade aos eventos de Dexter: New Blood’.

Em caráter convidado, o astro dará vida a um personagem chamado Gareth. Mais informações não foram reveladas.

Dastmalchian se junta aos previamente confirmados Krysten Ritter, Neil Patrick Harris, Ntare Guma Mbaho MwineKadia SarafDominic Fumusa, Eric StonestreetEmilia Suárez.

O elenco também conta com Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), que será o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.

Uma Thurman também integra o time, dando vida a Charley, Chefe de Segurança de Leon. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.

Vale lembrar que, além de Michael C. Hall no papel titular, a produção ainda contará com o retorno de David Zayas (‘O Urso’), Jack Alcott (‘The Good Lord Bird’) e James Remar (‘IT: Bem-vindos à Derry’), reprisando seus papéis como Detetive Angel Batista, Harrison Morgan (filho do Dexter) e Harry Morgan (pai do Dexter), respectivamente.

Relembre o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Remake de ‘O Vingador Tóxico’ ganha imagens INÉDITAS dando destaque a Peter Dinklage; Confira!

Entertainment Weekly divulgou, com exclusividade, as primeiras imagens oficiais do vindouro remake de ‘O Vingador Tóxico’, estrelado por Peter Dinklage.

O longa chega aos cinemas estadunidenses em 29 de agosto, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira:

vingador tóxico

Na trama, Dinklage estrela como o zelador oprimido Winston Gooze que, depois de cair em um tanque de lixo tóxico, se torna ninguém menos que o Vingador Tóxico. Esta reimaginação oportuna está à altura de seus olhos em temas ambientais, enquanto Winston enfrenta as forças malignas da ganância e da corrupção para salvar seu filho, seus amigos e sua comunidade. Mesmo que esta história exista em seus próprios termos, o espírito, sem dúvida, permanece conectado ao original.

Relembre o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

No ano passado, o longa estreou no festival Fantastic Fest, e foi muito bem recebido pelo público e pelos críticos, acumulando 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘O Vingador Tóxico’ é um deleite insano/sangrento. Um conceito radical trazido (de volta) à vida por um time de pessoas que entende exatamente o que está fazendo e que não hesita. O tipo de filme que funciona como um escape muito prazeroso e bem insano – e que também parece uma celebração da magia do cinema, das coisas loucas que alguém pode criar com originalidade, efeitos práticos e muita paixão pelo gênero”.

‘O Vingador Tóxico’, de Macon Blair, parece um pouco menos com a Troma [Entertainment] e mais como um live-action da ‘Casa dos Horrores’ de ‘Os Simpsons’. Peter Dinklage revela um forte lado performático no nível de Ron Perlman. Achei muito divertido. Muitas pessoas vão odiar [o filme]”.

“Se um Paul Verhoeven de 1987 fizesse um filme para a Troma em vez de ‘Robocop’, você ganharia algo parecido com ‘O Vingador Tóxico’ de Macon Blair. Amei’.

“Se você queria ver Peter Dinklage enfiar a mão no ânus de alguém e arrancar as tripas, então você vai gostar de ‘O Vingador Tóxico’“.

“O novo ‘O Vingador Tóxico’ é muito divertido. Tem a mesma energia exagerada e o mesmo tom do filme original, mas com mais gore, uma maquiagem perturbadoramente linda e coração. Muito coração”.

O elenco ainda conta com Jacob Tremblay (‘O Predador’), Kevin Bacon (‘O Ataque dos Vermes Malditos’), Elijah Wood (‘Maníaco’), Julia Davis (‘Trama Fantasma’), Sarah Niles (‘I May Destroy You’), Jonny Coyne (‘A Voz Suprema do Blues’) e Taylour Paige (‘A Voz Suprema do Blues’).

O remake é escrito e dirigido por Macon Blair, que ganhou o aval de Lloyd Kaufman, o criador do clássico.

‘The Last of Us’: Joel e Ellie são destaque no cartaz INÉDITO da 2ª temporada; Confira!

the last of us

A HBO divulgou um novo cartaz oficial da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘, que estreará oficialmente no dia 13 de abril.

O pôster dá destaque aos protagonistas da atração: Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey).

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Laurence Fishburne é destaque no novo teaser de ‘Operação Vingança’; Confira!

laurence fishburne operação vingança

20th Century Studios divulgou um teaser inédito do thriller de espionagem Operação Vingança (‘The Amateur’), estrelado pelo vencedor do Oscar Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’).

O vídeo dá destaque a Laurence Fishburne, que co-estrela a produção.

A estreia está marcada para o dia 11 de abril de 2025.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por James Hawes, o filme é baseado no romance homônimo de Robert Littell, com o roteiro escrito por Ken Nolan e Gary Spinelli.

Charlie Heller (Malek) é um brilhante, mas totalmente introvertido, decodificador da CIA que trabalha em um escritório no porão da sede em Langley e tem sua vida virada de cabeça para baixo quando sua esposa é assassinada em um ataque terrorista em Londres. Quando seus supervisores se recusam a tomar providências, ele decide resolver o problema com suas próprias mãos, embarcando em uma perigosa jornada pelo mundo para encontrar os responsáveis. Sua inteligência se torna sua arma mais poderosa para despistar seus perseguidores e conseguir sua vingança.

No elenco, além de Malek e Fishburne, estão Adrian Martinez, Holt McCallany e Julianne Nicholson.

‘Eu Só Posso Imaginar 2’: Anuncia novos nomes no elenco, incluindo Joshua Bassett e Milo Ventimiglia

A Lionsgate e a Kingdom Story Company anunciaram novos nomes para o elenco deEu Só Posso Imaginar 2’, sequência do filme que conta a história de Bart Millard, vocalista da banda cristã MercyMe.

Segundo o Deadline, Arielle Kebbel, Joshua Bassett, Sophie Skelton e Sammy Dell foram contratados para estrelar ao lado de Milo Ventimiglia. Os atores se juntam a John Finley, Trace Adkins e Dennis Quaid, que retornam para a sequência.

As filmagens começam em abril em Nashville. Kebbel interpretará Hilary Timmons, esposa de Tim Timmons (Ventimiglia). Bassett será Christopher, cunhado de Bart, enquanto Skelton interpretará Shannon, esposa de Bart. Dell fará sua estreia no cinema como Sam, filho de Bart.

A sequência será dirigida por Andrew Erwin e Brent McCorkle, com roteiro de McCorkle.

Eu Só Posso Imaginar, lançado em 2018, foi um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 83 milhões de dólares nos Estados Unidos.

O filme está disponível na Netflix.

‘Falando a Real’: Jeff Daniels é escalado para a 3ª temporada da comédia

jeff daniels

Segundo o Deadline, o vencedor do Emmy Jeff Daniels (‘The Looming Tower’) foi escalado para o elenco da 3ª temporada de ‘Falando a Real’, aclamada série de comédia com Jason SegelHarrison Ford.

Daniels dará vida ao pai de Jimmy (Segel), retornando para o cenário da comédia em mais de uma década.

Mais detalhes não foram revelados.

Lembrando que os dois primeiros ciclos estão disponíveis na plataforma de streaming.

A trama acompanha Jimmy (Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… Incluindo a sua própria.

James Ponsoldt entra como produtor executivo e diretor.

O elenco ainda conta com Jessica Williams, Christa Miller, Lukita Maxwell, Michael Urie, Luke Tennie e Ted McGinley.

ETA apresenta o musical ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812’, inspirado no clássico ‘Guerra e Paz’

natasha pierre e o grande cometa de 1812

Prepare-se para uma experiência teatral única!

O ETA – Estúdio de Treinamento Artístico apresenta, a partir de março e em curtíssima temporada, o espetáculo musical ‘Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812′, uma adaptação vibrante da obra Guerra e Paz, que promete encantar o público com sua música envolvente e narrativa emocionante.

A peça se passa no período da Rússia imperial, no início do século XIX, e explora as complexas relações entre os personagens. A trama apresenta Natasha Rostova, uma jovem sonhadora que se apaixona pelo sedutor Anatole Kuragin, enquanto está prometida ao príncipe Andrey Bolkonsky. Do outro lado de Moscou, Pierre Bezukhov, um nobre introspectivo, busca seu lugar na sociedade e é atraído pela energia de Natasha.

Com personagens ricos e complexos como Sonya, a leal prima de Natasha, e Hélène Kuragin, a manipuladora irmã de Anatole, o espetáculo explora temas universais como amor, perda e identidade.

O musical conta com a direção geral de Eric Côco, direção musical de Felipe Monteiro e sonoplastia de Maurício Reche e Carol Soares.

O elenco é formado por Amanda Leme, Dewny, Emerson Oliveira, Felipe Custódio, Gabriella Soria, Gael Antunes, Guilherme Keller, Letícia Fransozo, Lívia Rogozneac, Lorenza Vilalba, Luis Godoy, Melinda, Michel Iurif, Miguel Cuco, Samanta Camargo e Victor Gustavo.

Veja mais informações:

DATAS E HORÁRIOS
Pré-estreia: 13 de março de 2025, às 20h30
Apresentações: 21, 22, 28 e 29 de março de 2025, às 20h30
Local: ETA – Estúdio de Treinamento Artístico
Rua Major Diogo, 652 – Bela Vista – SP

INGRESSOS
– Ingresso promocional: R$ 30,00
– Ingresso + 3 shots de bebida: R$ 45,00
– Ingresso + 3 shots + experiência cênica: R$ 55,00
– Ingresso + 3 shots + experiência cênica + experiência gastronômica: valor a confirmar

Recheado de referências à cultura pop, conheça o mais novo lançamento da Intrínseca!

namorando com um vampiro

Em 2024, os leitores se apaixonaram pelo divertido e inusitado romance entre Cassie e seu soturno colega de apartamento Frederick em Morando com um Vampiro’. Agora, a autora Jenna Levine nos apresenta a história do carismático coadjuvante do primeiro livro em Namorando com um Vampiro’, que chega às livrarias pela Intrínseca em março.

Na nova narrativa, o festeiro e inconsequente Reginald — a contraparte de seu amigo sisudo — e uma jovem viciada em trabalho se envolvem em uma trama mirabolante que pode beneficiar os dois.

Quando a talentosa contadora Amelia Collins se vê obrigada a arrumar um par para levar ao casamento de uma prima, não demora até um candidato cruzar sua mente: o cara esquisito, mas muito bonito, com quem teve um encontro desconfortável no dia anterior. Ainda que a ideia seja uma loucura, o rapaz também não é lá muito normal e concorda rapidamente com a armação. E por um motivo sério: sua vida depende disso. Afinal, Reginald é procurado há séculos pelo Coletivo, uma organização de vampiros milenares que o acusa de ter causado uma situação que ficou registrada na história vampírica como “o Incidente”. Por isso, ele precisa dar um jeito de desaparecer na multidão levando a mais convencional das existências. Além disso, não seria nada mau receber da bela jovem uma ajuda com a declaração de Imposto de Renda.

Conforme a farsa os aproxima, Amelia e Reginald percebem que transformar o namoro falso em algo real pode ser inevitável. Afinal, a química entre os dois é fenomenal e Reggie parece ser a única pessoa capaz de fazer a moça se desligar do trabalho e relaxar um pouco. No entanto, como a cética contadora vai reagir à notícia de que o homem por quem está se apaixonando tem alguns séculos de vida a mais do que ela?

Com uma narrativa espirituosa e personagens cativantes, Namorando com um Vampiro’ apresenta uma história irreverente e hilária em igual medida. A escrita dinâmica e recheada de referências à cultura pop de Levine promete convencer até os mais desconfiados de que vampiros podem ser surpreendentemente apaixonantes.

Veja mais informações clicando aqui!

Tradução: Lígia Azevedo

Páginas: 320

Editora: Intrínseca

Livro impresso: R$ 59,90

E-book: R$ 39,90

Nikki Glaser retornará como ANFITRIÃ do Globo de Ouro 2026

nikki glaser golden globes

Segundo o Deadline, a comediante Nikki Glaser irá retornar como anfitriã da 83ª edição do Globo de Ouro.

A cerimônia, que abre a temporada de premiações do próximo ano, ocorrerá em janeiro de 2026 (sem data definida) e será exibida pela CBS nos Estados Unidos e pela Max no Brasil.

Glaser foi a primeira mulher a apresentar o evento sozinha e recebeu elogios por parte do público com seu conhecido humor ácido.

Enquanto mais informações não são reveladas, relembra os vencedores da última edição do Globo de Ouro:

FILMES

MELHOR FILME – DRAMA
O Brutalista (VENCEDOR)
Um Completo Desconhecido
Conclave
Duna: Parte 2
Nickel Boys
Setembro 5

MELHOR FILME – COMÉDIA/MUSICAL
Anora
Rivais
Emilia Pérez (VENCEDOR)
A Verdadeira Dor
A Substância
Wicked

MELHOR DIREÇÃO
Jacques Audiard, Emilia Pérez
Sean Baker, Anora
Edward Berger, Conclave
Brady Corbet, O Brutalista (VENCEDOR)
Coralie Fargeat, A Substância
Payal Kapadia, Tudo que Imaginamos Como Luz

MELHOR ROTEIRO
Jacques Audiard, Emilia Pérez
Sean Baker, Anora
Brady Corbet, Mona Fastvold, O Brutalista
Jesse Eisenberg, A Verdadeira Dor
Coralie Fargeat, A Substância
Peter Straughan, Conclave (VENCEDOR)

MELHOR ATOR – DRAMA
Adrien Brody, O Brutalista (VENCEDOR)
Timothée Chalamet, A Complete Unknown
Daniel Craig, Queer
Colman Domingo, Sing Sing
Ralph Fiennes, Conclave
Sebastian Stan, O Aprendiz

MELHOR ATRIZ – DRAMA
Pamela Anderson, The Last Showgirl
Angelina Jolie, Maria
Nicole Kidman, Babygirl
Tilda Swinton, O Quarto ao Lado
Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui (VENCEDORA)
Kate Winslet, Lee

MELHOR ATOR – COMÉDIA/MUSICAL
Jesse Eisenberg, A Verdadeira Dor
Hugh Grant, Herege
Gabriel LaBelle, Saturday Night
Jesse Plemons, Tipos de Gentileza
Glen Powell, Assassino por Acaso
Sebastian Stan, Um Homem Diferente (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ – COMÉDIA/MUSICAL
Amy Adams, Canina
Cynthia Erivo, Wicked
Karla Sofía Gascón, Emilia Pérez
Mikey Madison, Anora
Demi Moore, A Substância (VENCEDORA)
Zendaya, Rivais

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Yura Borisov, Anora
Kieran Culkin, A Verdadeira Dor (VENCEDOR)
Edward Norton, A Complete Unknown
Guy Pearce, O Brutalista
Jeremy Strong, O Aprendiz
Denzel Washington, Gladiador II

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Ariana Grande, Wicked
Selena Gomez, Emilia Pérez
Felicity Jones, O Brutalista
Margaret Qualley, A Substância
Isabella Rossellini, Conclave
Zoe Saldaña, Emilia Pérez (VENCEDORA)

MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO INGLESA
Tudo o que Imaginamos como Luz
Emilia Pérez (VENCEDORA)
The Girl with the Needle
Ainda Estou Aqui
A Semente do Figo Sagrado
Vermiglio

MELHOR TRILHA SONORA
Volker Bertelmann, Conclave
Daniel Blumberg, O Brutalista
Kris Bowers, Robô Selvagem
Clément Ducol, Camille, Emilia Pérez
Trent Reznor & Atticus Ross, Rivais (VENCEDORES)
Hans Zimmer, Duna: Parte 2

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Beautiful That Way,” The Last Showgirl
“Compress/Repress,” Rivais
“El Mal,” Emilia Pérez (VENCEDORA)
“Forbidden Road,” Better Man
“Kiss The Sky,” Robô Selvagem
“Mi Camino,” Emilia Pérez

MELHOR ANIMAÇÃO
Flow (VENCEDORA)
Divertida Mente 2
Memórias de um Caracol
Moana 2
Wallace & Gromit: Avengança
Robô Selvagem

CONQUISTA CINEMÁTICA E DE BILHETERIA
Alien: Romulus
Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice
Deadpool e Wolverine
Gladiador II
Divertida Mente 2
Twisters
Wicked (VENCEDOR)
Robô Selvagem

SÉRIES

MELHOR SÉRIE – DRAMA
A Diplomata
Sr. e Sra. Smith
Xógum (VENCEDORA)
Round 6
Slow Horses
O Dia do Chacal

MELHOR ATOR – DRAMA
Donald Glover, Sr. e Sra. Smith
Jake Gyllenhaal, Acima de Qualquer Suspeita
Gary Oldman, Slow Horses
Eddie Redmayne, O Dia do Chacal
Hiroyuki Sanada, Xógum (VENCEDOR)
Billy Bob Thornton, Landman

MELHOR ATRIZ – DRAMA
Kathy Bates, Matlock
Emma D’Arcy, A Casa do Dragão
Maya Erskine, Sr. e Sra. Smith
Keira Knightley, Black Doves
Anna Sawai, Xógum (VENCEDORA)
Keri Russell, A Diplomata

MELHOR SÉRIE – COMÉDIA/MUSICAL
Abbott Elementary
O Urso
Magnatas do Crime
Hacks (VENCEDORA)
Ninguém Quer
Only Murders in the Building

MELHOR ATOR – COMÉDIA/MUSICAL
Adam Brody, Ninguém Quer
Ted Danson, Um Espião Infiltrado
Steve Martin, Only Murders in the Building
Jason Segel, Falando a Real
Martin Short, Only Murders in the Building
Jeremy Allen White, O Urso (VENCEDOR)

MELHOR ATRIZ – COMÉDIA/MUSICAL
Kristen Bell, Ninguém Quer
Quinta Brunson, Abbott Elementary
Ayo Edebiri, O Urso
Selena Gomez, Only Murders in the Building
Kathryn Hahn, Agatha Desde Sempre
Jean Smart, Hacks (VENCEDORA)

MELHOR SÉRIE LIMITADA, ANTOLOGIA OU TELEFILME
Bebê Rena (VENCEDORA)
Disclaimer
Monstros: Irmãos Menendez
Pinguim
Ripley
True Detective: Terra Noturna

MELHOR ATOR – SÉRIE LIMITADA, ANTOLOGIA OU TELEFILME
Colin Farrell, Pinguim (VENCEDOR)
Richard Gadd, Bebê Rena
Kevin Kline, Disclaimer
Cooper Koch, Monstros: Irmãos Menendez
Ewan McGregor, Um Cavalheiro em Moscou
Andrew Scott, Ripley

MELHOR ATRIZ – SÉRIE LIMITADA, ANTOLOGIA OU TELEFILME
Cate Blanchett, Disclaimer
Jodie Foster, True Detective: Terra Noturna (VENCEDORA)
Cristin Milioti, Pinguim
Sofía Vergara, Griselda
Naomi Watts, Feud: Capote vs. The Swans
Kate Winslet, O Regime

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Liza Colón-Zayas, O Urso
Hannah Einbinder, Hacks
Dakota Fanning, Ripley
Jessica Gunning, Bebê Rena (VENCEDORA)
Allison Janney, A Diplomata
Kali Reis, True Detective: Terra Noturna

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Tadanobu Asano, Xógum (VENCEDOR)
Javier Bardem, Monstros: Irmãos Menendez
Harrison Ford, Falando a Real
Jack Lowden, Slow Horses
Diego Luna, La Maquina
Ebon Moss-Bachrach, O Urso