O astro Wilson Bethel, que interpreta Benjamin “Dex” Poindexter, o Mercenário, compartilhou nas redes sociais uma foto dos bastidores de ‘Demolidor: Renascido’.
Na imagem, o ator aparece completamente ensanguentado.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
‘A Dona da Bola’, série de comédia esportiva estrelada por Kate Hudson, segue fazendo sucesso na Netflix e uma semana após sua estreia já foi renovada para a 2ª temporada.
A novidade foi confirmada pela própria Hudson, em um vídeo publicado na conta oficial da gigante do streaming no X. Na ocasião, a protagonista comemorou a renovação e agradeceu o apoio dos fãs, afirmando estar impressionada com o sucesso imediato da produção.
Quando um escândalo força seu irmão a resignar, Isla Gordon (Hudson) é nomeada presidente da famosa franquia de basquete de sua família em Los Angeles. Ela terá que provar que foi a escolha certa para o trabalho no mundo dos esportes dominado pelos homens.
O Prime Video anunciou recentemente, conforme o Deadline, o lançamento de um programa piloto que utilizará ferramentas de IA para dublar filmes e séries selecionados para o inglês e o espanhol latino-americano.
De acordo com a reportagem, a iniciativa foi lançada na quarta-feira, nos EUA, e será aplicada a filmes e séries licenciados. Inicialmente, 12 produções estão sendo testadas, incluindo títulos como ‘El Cid: A Lenda’, ‘Mi Mamá Lora’ e ‘Long Lost’.
“No Prime Video, acreditamos em melhorar a experiência dos nossos clientes com inovações práticas e úteis em IA”, afirmou Raf Soltanovich, vice-presidente de tecnologia do Prime Video e Amazon MGM Studios.
“A dublagem auxiliada por IA estará disponível apenas para títulos que não têm suporte de dublagem, e estamos empolgados em explorar uma nova forma de tornar séries e filmes mais acessíveis e agradáveis”, acrescenta.
O anúncio do Prime Video não detalhou informações regionais, mas descreveu o programa piloto como “uma abordagem híbrida”. As ferramentas de IA serão combinadas com profissionais humanos de localização para garantir o controle de qualidade.
“Incorporar a quantidade certa de expertise humana pode permitir a localização de títulos que, de outra forma, não seriam acessíveis aos clientes”, explicou.
Ainda não há informações sobre quando a ferramenta será implementada no Brasil.
O cineasta Bong Joon Ho se manifestou recentemente sobre os rumores de que o político egomaníaco Kenneth Marshall, de ‘Mickey 17’, interpretado por Mark Ruffalo, teria sido inspirado no Presidente dos EUA, Donald Trump.
Segundo o Deadline, o diretor explicou que o personagem foi inspirado por “uma mistura de muitos políticos diferentes” e “ditadores que vimos ao longo da história”.
“Quando mostramos o filme em Berlim e conversamos com pessoas de muitos países diferentes, parecia que as pessoas estavam projetando o líder político mais estressante no personagem de Marshall”, disse Bong.
O diretor também destacou o papel do personagem deToni Collette, Gwen (esposa de Marshall), na história.
“Eles se movem como um casal”, disse Bong. “Para mim, isso foi bastante importante. Então, pense no casal Ceaușescu da Romênia e no casal Marcos das Filipinas. Sempre é muito estranho quando ditadores se movem como casais. Isso os torna ainda mais ridículos e mais aterrorizantes. E é o verdadeiro amor que [os personagens] têm”.
Recentemente, Mark Ruffalo também abordou as comparações com Trump.
“Eu interpreto um ditador mesquinho. Na época, filmamos isso há três anos, e eu pensei que fosse exagerado. E agora, percebo que foi totalmente subestimado. Quero dizer, eu fiz um documentário”, afirmou o ator.
Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.
O ator Stephen Park desabafou recentemente sobre seu tempo nas gravações de ‘Friends’, a famosa série de comédia de grande sucesso, acusando a produção de ter sido marcada por um ambiente tóxico e preconceituoso.
Park participou da segunda e terceira temporadas da série, mas, segundo a Variety, ele não guarda boas lembranças de sua experiência no programa.
“Na época, eu senti que era um ambiente meio tóxico. James Hong foi o ator que também estava no episódio comigo, e [o assistente de direção] estava chamando ele para o set e, você sabe, basicamente dizendo: ‘Onde está o cara oriental? Chama o cara oriental'”, afirmou.
Ele continuou: “Essa não foi a primeira vez que isso aconteceu, mas esse era o tipo de ambiente em Hollywood em 1997, pelo que lembro. E ninguém achou necessário corrigir isso ou fazer qualquer comentário a respeito. Era assim que as coisas funcionavam”.
Park tentou denunciar o incidente ao Sindicato dos Atores de Cinema, mas o representante com quem conversou o aconselhou a escrever um artigo para o Los Angeles Times. Ele chegou a escrever uma “declaração de missão” e enviá-la ao jornal, mas o artigo nunca foi publicado.
Frustrado com a falta de resposta, Park decidiu divulgar sua declaração como uma carta aberta, que viralizou na época. O ator revelou que a experiência o deixou profundamente incomodado com a questão racial:
“Eu me tornei tão consciente da questão racial e tão irritado que comecei a olhar tudo pela lente da raça”, explicou Park. “Eu senti que não havia liberdade. Não senti nenhuma liberdade. Então, eu não sabia o que faria, mas decidi sair. Disse a todos: ‘Não vou mais atuar'”.
Apesar disso, ele voltou a atuar após uma “lentidão para retornar ao negócio”.
‘Friends’ é uma das séries de comédia mais bem-sucedidas da televisão. Transmitida de 1994 a 2004, essa icônica sitcom conquistou milhões de fãs ao redor do mundo.
A Paramount+ revelou que a 3ª temporada do revival ‘Criminal Minds: Evolution‘ já tem data de estreia confirmada.
O novo ciclo tem lançamento agendado para o dia 08 de maio (via Deadline).
Além disso, a plataforma de streaming já renovou a atração para a quarta temporada, cujos detalhes não foram revelados.
Lembrando que, no Brasil, a série é exibida pelo Disney+.
Comandada por Erica Messer, a produção serve como sequência de ‘Criminal Minds‘. A trama se passa dois anos após a conclusão da série original.
A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.
A Paramount+ renovou oficialmente o revival ‘Criminal Minds: Evolution‘ para a 4ª temporada.
As boas novas vêm acompanhadas do dia de estreia do terceiro ciclo, que ficou agendado para o dia 08 de maio (via Deadline).
Lembrando que, no Brasil, a série é exibida pelo Disney+.
Comandada por Erica Messer, a produção serve como sequência de ‘Criminal Minds‘. A trama se passa dois anos após a conclusão da série original.
A equipe de elite de perfis criminais do FBI enfrenta sua maior ameaça até agora, um suspeito anônimo que se aproveitou da pandemia para construir uma rede de outros serial killers, obrigando nossos heróis a se dividirem para caçá-los através de um assassinato de cada vez.
O Disney+ divulgou o novo trailer da 2ª temporada de ‘Andor‘, aclamada série do popular universo de ‘Star Wars‘– e os fãs já estão extremamente animados para retornar a esse icônico panteão intergaláctico.
E, ao que tudo indica, os novos episódios trarão um dos episódios mais trágicos de todo o cosmos: o Massacre de Ghorman (via Discussing Film).
O evento em questão envolve os Stormtrooper dizimando milhares de manifestantes pacíficos, a fim de demonstrar um poder que iria acabar com qualquer forma de resistência. Após o massacre em questão, a Senadora Mon Mothma de Chandrila publicamente culpou o Imperador Sheev Palpatine pelos ataques aos habitantes de Ghorman, levando o Império a tentar capturá-la.
The Ghorman Massacre will be shown in ‘ANDOR’ Season 2
The event involves Stormtroopers slaughtering thousands of peaceful protestors, in order to display power that would cease any form of resistance
In Legends, Tarkin also lands his ship on top of the protesters, killing them pic.twitter.com/rXDGalXV3j
O próximo ciclo será lançado no serviço de streaming no dia 22 de abril.
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
A série Deli Boys chega nesta quinta-feira (6) ao Disney+ para contar uma história completamente insana. A trama acompanha dois herdeiros completamente diferentes que aproveitam a vida, cada um a sua maneira. Enquanto um se prepara para assumir os negócios do pai, o outro passa o dia com mulheres e drogas exóticas. Porém, as mordomias somem de uma hora para outra, quando o patriarca morre, revelando que a grana da família vinha, na verdade, de um elaborado esquema de tráfico internacional de cocaína. E agora, sem esse grande chefão do crime por aí, não apenas ocorre uma briga para ver quem vai assumir os negócios, mas também chega uma investigação pesadíssima do FBI que confisca todos os bens dos moleques.
Sem ter o que fazer ou para onde ir, os dois irmãos passam a viver juntos e tentam trabalhar em uma das lojas de conveniência que o pai deixou. O problema é que os dois tontos logo vão descobrir que até mesmo a lojinha era uma fachada para os negócios. Então, quando menos esperam, eles acabam embarcando no ramo das drogas contra sua vontade, dando início a desventuras ridiculamente engraçadas.
A convite da Disney, a reportagem conversou com o elenco e o criador da série, que também se destaca por ser protagonizada por atores sul-asiáticos, o que foi apenas um dos grandes chamarizes para atrair esse elenco tão interessante e talentoso.
Durante a conversa, Asif Ali e Saagar Shaikh, que interpretam os protagonistas, revelaram que nunca haviam trabalhado juntos antes da série, e que isso se deve muito a essa falta de disponibilidade de papéis ‘fora do padrão’.
“E esse projeto é muito especial para nós, porque, como atores do Sul-Asiático, não é comum termos uma série com um elenco tão diverso assim. O motivo pelo qual eu nunca tinha trabalhado com o Sagaar é porque nós estávamos fazendo teste para viver o mesmo personagemna maioria das vezes. E ‘Deli Boys’ nos deu essa oportunidade de trabalhar com uma infinidade de personagens diversos. Temos muitos atores sul-asiáticos, muitos atores asiáticos, italianos… E todos atuando brilhantemente em papéis diferentes e inesperados. E é por isso que o show parece tão autêntico e sincero, porque você vê pessoas diferentes do padrão [hollywoodiano] interpretando pessoas que você vê na rua no dia a dia. É muito especial!”, disse Asif, que interpreta Mir, o filho ‘certinho’.
E isso vai de encontro ao que o criador da série Abdullah Saeed tinha em mente quando veio com a ideia do show. Como roteirista paquistanês-americano, ele queria ver um projeto que mostrasse personagens descendentes de imigrantes fora do estereótipo das TVs.
“Quando criei a série, eu busquei retratar a experiência de ser um imigrante nos EUA por uma nova ótica. A gente não queria mostrar aquela visão batida da família sofrida passando por dificuldades, sabe? Eu também estava de saco cheio de ver pessoas sul-asiáticas e muçulmanos sendo retratados como terroristas ou motoristas de táxi. Chega disso! São pessoas normais vivendo. Ao mesmo tempo, as lojas de conveniência são parte da cultura do imigrante nos EUA. Por mais que haja debates e tudo mais, eu gosto muito do ambiente das lojas de conveniências. E isso dialogou comigo de uma forma que parecia autêntico. Foi daí que veio a ideia”, revelou Abdullah.
Ele completou dizendo que enxerga essa dualidade dos irmãos protagonistas como algo inerente a todos os seres humanos. Para ele, a dupla seria como as vozes que debatem na mente das pessoas todos os dias.
“Muita gente me pergunta com qual dos irmãos eu me identifico mais. Mas, na verdade, eu acho que todos nós somos os dois ao mesmo tempo. Nós temos essas duas personalidades extremamente opostas convivendo dentro das nossas cabeças, então o Mir e o Raj são meio que um forma de externalizar essas vozes conflitantes. E o que começou como uma grande piada acabou se tornando o coração do show”, concluiu.
Divulgação/ Hulu
Sobre essa dualidade dos irmãos, o processo de criar essas personalidades tão distintas não foi tão complicado quanto parece. Na verdade, segundo Saagar, ele ‘encontrou o seu Raj interior’ no momento em que terminou de ler o roteiro.
“Foi realmente incrível trabalhar na série. No momento em que li o roteiro pela primeira vez, eu já entendi exatamente quem o Raj era. E eu tinha que fazer parte disso! Para completar, quando descobri que o Asif estava confirmado para o papel do Mir, eu senti que seria um projeto espetacular. O engraçado é que a gente não se conhecia antes da série, mas foi um ‘match’ imediato. Ele conseguiu trazer uma energia para a série que eu jamais conseguiria, e acho que nos complementamos muito bem em cena”, explicou Saagar Shaikh, que dá vida a Raj, o irmão mais descompromissado.
Asif concordou, afirmando também que parte dessa relação ter funcionado é que mesmo ostentando personalidades opostas, Raj e Mir se encontram em uma mesma situação, que é estarem perdidos quanto ao futuro.
“Gravar a série foi muito divertido. Você disse que o show é ‘insano’ e esse foi o grande barato de ler o roteiro pela primeira vez. Nós sentimos que era uma produção muito louca, com diversas insanidades que nunca tínhamos visto na TV, mas que pareciam muito legais de se ver nas telas. E quando assistimos a série, percebemos que era exatamente isso. Quanto a relação entre os nossos personagens, a dinâmica é muito boa porque passamos de dois personagens que competiam pela atenção do próprio pai para dois meninos perdidos. Como será a vida agora que o pai se foi? E isso é muito interessante, principalmente porque eles passam a conhecer um lado que o pai manteve escondido para protegê-los, mas que agora chega com tudo para cima deles”, disse. “Na verdade, grande parte do show é sobre ‘manter segredos’. O pai escondia a vida criminosa dos filhos, o meu personagem mantém a situação atual em segredo da esposa… É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo para ajudar a construir uma série que se destaca não só pela ação, mas principalmente pela comédia”, completou Asif.
Reprodução
E se você acha que já viu os protagonistas, mas não lembra exatamente onde, existem grandes chances de ter sido em alguma das produções recentes do Marvel Studios. Saagar Shaikh se popularizou ao interpretar Aamir Khan, o irmão mais velho deKamala Khan(Iman Vellani), na série da Ms. Marvel (2022) e no filme As Marvels (2023). Já Asif Ali interpretou um papel menor, mas recorrente nas séries. Ele deu vida ao Norm em WandaVision (2021) e em Agatha Desde Sempre (2024).
Durante a entrevista, eles explicaram qual a principal diferença entre trabalhar em uma série de super-heróis e em uma série de ação e comédia “normal”, se é que podemos chamar Deli Boys assim.
“A grande diferença de trabalhar em uma série da Marvel é que há muitas telas verdes em volta. E há muito mais segredos a serem mantidos pelo roteiro. Então é um pouco mais caótico, porque eles estão sempre fazendo alterações para encaixar melhor as tramas passadas. Às vezes, para encaixar melhor eventos futuros”, explicou Saagar.
“Porque, afinal, você está conectando 15 filmes, então é um caso quase matemático [risos]”, concordou Asif.
“E nos nossos casos da Marvel, interpretamos personagens coadjuvantes. Então, nós estamos lá mais para agirmos como ferramentas de desenvolvimento da trama e das protagonistas. Em ‘Deli Boys’, por outro lado, nós somos os protagonistas. Então, tivemos mais liberdade para darmos pitacos em falas e situações que nossos personagens se envolveriam”, concluiu Saagar.
Ao fim, Asif ainda falou um pouco mais sobre esse processo de criação de personagens quando se é um coadjuvante e quando se assume o protagonismo, e contou que seria incrível fazer uma participação nos próximos filmes dos Vingadores.
“Em ‘Deli Boys’, nossos personagens tiveram tempo de desenvolver e entender melhor quem eles são. Nós tivemos dez episódios para mergulharmos a fundo nas personalidades e em como eles lidariam com essas situações adversas. Enquanto isso, quando você interpreta um coadjuvante, e isso vale para qualquer projeto, você não costuma ter tempo para desenvolver a fundo seu personagem porque já tem um rumo traçado para a história seguir. E você é apenas um membro da equipe que busca ajudar. Então, foi muito especial para nós termos essa possibilidade do protagonismo em ‘Deli Boys’, porque foi incrível explorar outros caminhos para o Mir e o Raj. Tivemos tempo de explorar as camadas e chegar ao ponto mais ‘saboroso’ dos personagens para o público. Mas ambos os projetos foram sensacionais de trabalhar. E adoraríamos trabalhar com a Marvel de novo. Seria espetacular estar nos filmes dos Vingadores. Alô, Kevin Feige!”, completou, rindo, Asif.
Por fim, a dupla revelou que acreditam que é o roteiro que vai encantar a todos. Para eles, o texto é afiado e sabe fazer rir ao dosar uma história trágica com um tipo de humor mais pesado, sem abrir mão de situações críveis, mesmo que insanas.
“O ponto que mais nos encantou no roteiro foi que a série parecia ser algo que nós gostaríamos de assistir, mesmo que não estivéssemos na série. Talvez eu ficasse meio puto de não ter sido escalado, mas ainda assim seria fã e ficaria com aquela sensação de ‘Droga! Como que queria fazer parte desse elenco!'”, disse Asif, que prosseguiu dizendo que “foi realmente muito especial trabalhar nesse projeto, porque existe algo mágico em produções que dão oportunidade para atores sul-asiáticos interpretarem personagens que não são apenas motoristas de táxis. É um ponto que certamente vai falar com o público, e vai levá-los a esse mundo tão complexo que é o do tráfico internacional de drogas. Nossos personagens, acredite, são os mais normais da trama, então servem como os olhos do público ao entrarem subitamente nessa aventura tão louca. Acho que, pela nossa ótica, os espectadores vão sentir como se fossem eles entrando naquela situação. E aí vão se questionar: “Nossa! O que eu faria se tivesse que fazer parte da máfia de uma hora pra outra?’. É muito divertido”, concluiu Ali.
“Nós somos os calouros do tráfico de drogas chegando para enfrentar o pessoal com doutorado no crime, sabe?”, brincou Saagar, que completou o pensamento com uma analogia. “Mas sobre o funcionamento dessa nossa trama mais sombria e cômica é o equilíbrio. O realismo e a comédia funcionam como pedais de uma bicicleta, sabe? Você não consegue andar se os dois não estiverem funcionando e trabalhando juntos”, finalizou Saagar.
Bong Joon-ho é um dos diretores mais aclamados das últimas décadas, tendo comandado títulos como ‘Expresso do Amanhã’, ‘O Hospedeiro’ e ‘Parasita’ – este último lhe rendendo nada menos que três estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme.
Agora, com Hollywood a seus pés, Joon-ho praticamente tem aval para dar vida a qualquer projeto. E, durante uma recente conversa com o Los Angeles Time, o realizador revelou que, apesar de não ter muito apreço por franquias cinematográficas, já teve vontade de embarcar na icônica saga sci-fi‘Alien’.
Mas isso não é tudo: Joon-ho disse que, caso fosse chamado para encabeçar um projeto desse universo do terror, gostaria de fazê-lo como um musical.
“Não tenho muito interesse por filmes franqueados, mas, em dado momento, achei que gostaria de fazer um filme [da saga] ‘Alien’“, ele conta. “Um ‘Alien’ musical”.
Vale lembrar que o próximo filme do diretor, ‘Mickey 17’, chega aos cinemas nacionais hoje, 06 de março, com Robert Pattinson no papel protagonista.
Na trama, Mickey (Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.
O material apresenta a canção inédita “Waiting on a Wish”, performada por Rachel Zegler e escrita por Benj Pasek, Justin Paul e Jack Feldman – funcionando como uma apresentação solo da icônica heroína titular.
O longa foi classificado pelo MPAA como “PG”, ou seja, LIVRE para todas idades.
Ele contém algumas cenas de “violência, pouco perigo, elementos temáticos e um humor desagradável”.
A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.
A versãolive-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso comercial do remake de ‘Rei Leão‘.
Do produtor e produtor executivo de Wicked, Marc Platt e Jared LeBoff, e do diretor Marc Webb (O Espetacular Homem-Aranha) chega Braca de Neve – uma releitura musical live-action do clássico filme de 1937 do estúdio.
A mágica aventura musical retorna à história atemporal com Rachel Zegler (Amor, Sublime Amor) no papel-título e Gal Gadot (Mulher-Maravilha), como sua madrasta, a Rainha Má.
No ano utópico de 2052, o Dr. Skinner descobriu uma droga milagrosa. Em 2055, Skinner anuncia que a droga tem uma meia-vida de três anos e em breve todos que a tomaram morrerão. Uma força-tarefa de cinco agentes é montada para localizar o cientista e criar uma vacina. Seu nome é “Lazarus”.
O elenco de voz é formado por Mamoru Miyano, Makoto Furukawa, Maaya Ychida, Yuma Uchida, Manaka Iwami, Megume Hayashibara, Akio Otsuka e Koichi Yamadera.
Watanabe também fica responsável pelo roteiro dos episódios ao lado de Dai Sato, Takahiro Ozawa e Tsukasa Kondo.
A série de comédia ‘Deli Boys’ já está disponível no catálogo do Disney+.
A produção chegou à plataforma de streaming hoje,06 de março, mesmo dia de estreia nos Estados Unidos.
Relembre o trailer:
A série foi criada por Abdullah Saeede conta com dez episódios.
Quando seu pai, um magnata das lojas de conveniência, morre repentinamente, dois mimados irmãos paquistaneses-americanos perdem tudo e são forçados a levar em conta a criminosa vida secreta de seu Baba enquanto tentam assumir seu manto no submundo.
A 3ª temporada de ‘A Roda do Tempo‘ (The Wheel of Time) chega este mês ao catálogo do Prime Video.
Agora, a plataforma de streaming divulgou um grande resumo das duas primeiras iterações antes da estreia dos novos episódios – agendada para 13 de março.
Confira:
Na terceira temporada, enquanto as ameaças contra a Luz se multiplicam, Moiraine Damodred (Rosamund Pike) e Rand al’Thor (Josha Stradowski) embarcam em uma perigosa jornada para o Deserto de Aiel para descobrir o verdadeiro destino do Dragão Renascido.
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.
O Disney+ divulgou o novo cartaz da 2ª temporada de ‘Andor‘, aclamada série do popular universo de ‘Star Wars‘.
Confira, junto ao teaser trailer:
O próximo ciclo será lançado no serviço de streaming no dia 22 de abril
Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.
O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’, ‘Vice’, ‘Cruella’ e ‘Não Olhe para Cima’.
“Nessa comédia romântica sincera, a fotógrafa batalhadora Pia (Simone Ashley) recebe uma previsão do futuro: seu amor verdadeiro será encontrado nos seus próximos cinco encontros. Com o casamento da sua irmã prestes a acontecer e sua família brincando de cupido, seu ex (Hero Fiennes Tiffin) reaparece e transforma sua vida em um caos”, diz a sinopse.
Através de suas redes sociais, o ator Colton Dunn confirmou que a série de espionagem ‘ORecruta‘ foi cancelada pela Netflix depois de apenas duas temporadas.
“A série ‘O Recruta’ foi cancelada, pessoal. É uma pena! Ainda irei compartilhar algumas fotos e memórias divertidas [da produção], mas queria que vocês soubessem dessa notícia por mim. Agradeço por terem assistido,” declarou o artista.
Estrelada por Noah Centineo (‘Adão Negro’), a trama segue um advogado que se envolve em um jogo de espionagem internacional quando uma ex-colaboradora ameaça expor segredos da CIA.
A trama segue Owen Hendricks (Centineo), um jovem advogado da CIA, que tem uma primeira semana conturbada no trabalho. Após encontrar uma carta ameaçadora de Max Meladze (Laura Haddock), uma ex-agente planeja expor a agência a menos que eles a exonerem de um crime terrível, Owen se encontra envolvido em um mundo perigoso de mentiras e intrigas. E, para piorar sua situação, ele deve viajar o mundo na esperança de completar sua missão e fazer sua marca na CIA.
O elenco ainda conta com Fivel Stewart, Vondie Curtis Hall, Kristian Bruun, Aarti Mann, Colton Dunn e Daniel Quincy Annoh.
Desde que o cinema se sagrou como arte há tantas décadas, um dos gêneros mais explorados por realizadores é o das comédias românticas. Ano após ano, o cenário audiovisual é bombardeado com produções desse tipo – e, apesar de boa parte falhar em trazer qualquer originalidade, é inegável o tato que os produtores e diretores têm para escalar as pessoas certas para ocuparem os arquétipos dessas narrativas: um protagonista cuja vida ou vira de cabeça para baixo ao cruzar caminho com seu futuro par romântico, ou que remonta os bons momentos que teve ao lado de um amor que jurava ser eterno, ou engolfado em um arco de enemies-to-friends.
A verdade é que, por mais que critiquemos a falta de elementos novos em obras desse tipo, não podemos deixar de nos encantar pela química do elenco principal – quando ela existe, obviamente – e pela despojada atmosfera que apenas reitera o quão bom é acreditar no amor, seja ele à primeira vista ou um pouco mais tardio. De vez em quando, títulos como ‘Podres de Ricos’ e ‘Upgraded: As Cores do Amor’ despontam em meio a um mar de repetições cansativas, mas, no final das contas, estamos aqui pela suavidade de um enredo familiar e que já sabemos como vai terminar. E, bom, é dessa premissa descompromissada que o Prime Video nos apresenta à sua mais nova rom-com: ‘Queimando o Filme’.
A trama acompanha Pia (Simone Ashley), uma jovem que beira os trinta anos e que luta para manter seu estúdio de retratos em pé ao lado do melhor amigo Jay (Luke Fetherston), por mais que as contas estejam chegando e eles estejam adiando o “inevitável”. Como se não bastasse, ela se vê aporrinhada pela mãe para encontrar alguém com quem se casar – mesmo que isso leve tempo. Para completar, Pia é dama de honra do matrimônio da irmã mais nova, Sonal (Anoushka Chadha), e, durante uma pré-cerimônia de noivado, ela contrata um astrólogo para prever o brilhante futuro que ela terá ao lado do marido. Pia, então, resolve se consultar com o astrólogo, que lhe diz que ela encontrará seu amor verdadeiro dentre os próximos cinco encontros que tiver – levando a família a ajudá-la a encontrar um parceiro.
O longa é inspirado em ‘Cinco Chances Para Ser Feliz’, rom-com australiana lançada ano passado e que parte da mesma sinopse. Porém, aqui, a atmosfera é pincelada com uma mistura entre Índia e Inglaterra que explode em carisma e em brilho, garantindo que cada membro de um extenso elenco tenha seu momento para roubar os holofotes – e, dentro dos limites existentes dentro desse gênero, a diretora Prarthana Mohan (‘O Natal Foi Cancelado’) comanda engrenagens bastante formulaicas em uma satisfatória jornada que, porventura, deixa o romance de lado em prol de uma protagonista charmosa e envolvente, cortesia de uma performance aplaudível de Ashley.
Ashley, que tornou-se conhecida por seus papéis nas séries ‘Sex Education’ e ‘Bridgerton, apresenta um novo lado de sua atuação ao livrar-se das amarras de suas personagens anteriores (uma patricinha e uma monarca) para se jogar de cabeça em uma diversão completa, ainda mais quando pareada com Sindhu Vee, que dá vida à sua mãe, Laxmi, e com Fetherston. Mesmo que roube todas as cenas, Ashley sabe compartilhá-las com seus colegas de elenco de maneira fluida e bem-disposta, percebendo que funciona melhor quando apoiada por pessoas que sabem o que estão fazendo. E, para além de Vee e Fetherston, o restante do elenco também se deixa levar por esse singelo conto.
A verdade é que Pia não é uma protagonista em função do amor, e sim o contrário: o amor faz parte de um universo gigante que inclui os laços que cultiva com a família, com os amigos e com sua profissão e independência. No começo do filme, ela afirma que provavelmente nunca se casará ou terá filhos, visto que não se preocupa com isso e que nutre de sentimentos agridoces de um ex-namorado que permanece na sua mente, Charlie (Hero Fiennes Tiffin). É claro que, no final das contas, Pia se abre a todas as formas, tangíveis e intangíveis, do amor – mas não nos preocupamos com o casal em si, e sim que tudo dê certo para uma personagem principal que nos arrebata em confiança, obstáculos, deslizes e acertos desde os primeiros segundos.
Nikita Lalwani traz sua firme mão para assinar o roteiro e sabe como construir diálogos que, por mais “básicos” que sejam, dão dinamismo através da entrega dos atores e atrizes. Os equívocos existem, é claro, dado que a estrutura do primeiro e do segundo atos são um tanto quanto descabíveis; porém, Lalwani faz questão de deixar o melhor para o final, nos surpreendendo com um tocante ato de conclusão que, apesar de inclinado ao melodrama, traz emoções sinceras às telas.
‘Queimando o Filme’ pode ser desprovido de uma originalidade considerável e se apoiar em clichês, mas nada disso importa nos é dado é o alicerce mais puro das comédias românticas. O que importa é que, à medida que os quase cem minutos de longa terminam, sentimos um abraço reconfortante nos envolver e percebemos que estamos satisfeitos com o que nos foi prometido.