Os dois primeiros episódios de ‘Demolidor: Renascido‘ já estão disponíveis no catálogo brasileiro do Disney+ – e já trouxe uma chocante reviravolta narrativa para os fãs do herói.
No capítulo de estreia, intitulado “Heaven’s Half Hour”, Matt Murdock (Charlie Cox) se reúne com Karen Page (Deborah Ann Woll) e Foggy Nelson (Elden Henson) no Bar da Josie – mas a comunhão entre os amigos é interrompida bruscamente quando Benjamin “Dex” Poindexter/Mercenário (Wilson Bethel) mata Foggy a sangue frio.
Na sequência, Nelson parece sangrar até morrer nos braços de Karen, enquanto ela e Matt sofrem a perda do amigo – mas, ao que tudo indica, essa não será a última vez que veremos o personagem.
Em uma recente entrevista ao podcast Phase Hero, o Chefe de Televisão da Marvel Studios Brad Winderbaum comentou sobre a atração e disse que tanto Woll quanto Henson irão retornar para a 2ª temporada de ‘Demolidor: Renascido’. Winderbaum não deu detalhes mais concisos sobre o regresso dos personagens, então não sabemos ainda em que caráter Foggy irá “voltar à vida”.
“Sem entrar em território de spoiler, direi que tanto Deborah quanto Elden estão retornando para a 2ª temporada”, ele contou.
Baseado no best-seller de Jay Crownover, o filme chega aos cinemas brasileiros com distribuição da Diamond Films.
Na trama, acompanhamos a relação de Shaw, uma estudante de medicina vinda de uma família rica que sempre guardou sentimentos secretos por Rule (Chase Stokes), um tatuador rebelde de espírito livre e vida caótica.
A estreia acontece amanhã,06 de março.
Confira:
Quem nunca sonhou com um tatuador bad boy como o Rule?
A Warner Bros. divulgou um teaser legendado inédito de ‘The Alto Knights: Máfia e Poder‘, filme biográfico estrelado por Robert De Niro (‘O Irlandês’) em papel duplo.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de março.
Dirigido por Barry Levinson, o filme conta a história dos chefes da máfia Vito GenoveseeFrank Costello, dois ítalo-americanos que administravam suas próprias famílias criminosas em meados do século XX. Genovese tentou matar seu rival em determinado momento, mas falhou.
Há dez anos, os fãs da Marvel se empolgavam com a nova empreitada do estúdio: séries para maiores de 18 anos, que adaptariam personagens urbanos clássicos da casa na Netflix. Programado para desenvolver um universo próprio dos streamings, as produções foram saindo aos poucos, mas ficou aquela sensação de iam piorando a cada nova franquia que chegava. No fim das contas, essa ideia foi deixada de lado com a criação do Disney+ e os personagens foram “postos na geladeira” enquanto a Marvel decidia o que fazer com eles.
E vale dizer que eles só não foram completamente descartados porque as três temporadas deDemolidor fizeram um sucesso absurdo, principalmente por conta do sucesso da primeira temporada – que veio em uma época na qual a Netflix ainda era parecia prezar por qualidade em vez de ‘quantidade’ – e da sensacional terceira temporada, que abordou a queda e quase corrupção de Matt Murdock(Charlie Cox).
Esse amor dos fãs rendeu diversas campanhas e até abaixo-assinado para que a Marvel “salvasse” o Demolidor e trouxesse ele para o Universo Cinematográfico Marvel, o que não era muito difícil. Afinal, as séries foram originalmente planejadas para serem ambientadas no MCU. Só depois que a maioria delas fracassou que começou a rolar o papo de que elas não eram no mesmo universo dos Vingadores, por exemplo, por mais que os eventos dos filmes sempre fossem brevemente referenciados nas tramas.
Pois bem, a terceira temporada da série terminou em 2018. Em 2021, porém, os rumores de que Kevin Feige daria uma nova chance a esses personagens viraram realidade. Ícones como o Demolidor (Cox) e o Rei do Crime(Vincent D’Onofrio) começaram a aparecer em produções como Gavião Arqueiro e Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa. Além disso, foi confirmada uma nova série solo, que ninguém sabia se daria prosseguimento aos eventos da série original ou se seria um tipo de reboot para o MCU.
Agora que os dois primeiros episódios chegaram ao Disney+, Demolidor: Renascido já responde uma porção de questionamentos logo nos primeiros 15 intensos minutos iniciais. Sim, ela dá prosseguimento ao que foi visto nas séries da Netflix, e vai manter a mesma pegada de violência mais forte, com direito a fraturas expostas, muito sangue e um carisma assustador do elenco.
Ainda assim, como era esperado, a produção do MCU trouxe novidades. A começar pelo uniforme, que agora traz cores mais vivas e não fica tão escondido pelas cenas escuras. Isso não significa que aquela estética suja e escura foi abandonada, eles apenas decidiram esconder menos os trajes. Mais do que isso, a produção parece ter um pouco menos vergonha de ser uma série baseada em histórias em quadrinhos, o que significa dar movimentações e sequências de ação que exploram mais as habilidades do herói com seus aparatos. Ele não é apenas mais um cara com habilidades de luta. O Demolidor agora salta telhados, resiste a golpes mais drásticos e usa seus bastões mais ou menos como o Capitão América lança seu escudo. E isso só é possível graças ao orçamento cinematográfico da série.
E mesmo sendo incrível ver essa nova versão do Demolidor de Charlie Cox, tem certas coisas que não mudam e seguem como a alma da série. A maior delas são as interações entre Matt e Wilson Fisk. Os momentos em que eles se despem de suas contrapartes mais famosas e se encontram como adversários ideológicos já eram destaques nas temporadas anteriores. E a tensão entre os atores é tão poderosa que já entrega uma cena memorável logo nos primeiros capítulos.
O diálogo entre Fisk e Murdock na cafeteria, em que o candidato fala sobre aceitar a natureza da violência, enquanto o advogado se apoia nos conceitos de perdão e punição de sua fé, dita o tom da série e o que esperar dessa nova temporada. O Rei do Crime segue acreditando que eles são iguais, com Matt apenas se recusando a aceitar que é um justiceiro tão corrupto quanto Fisk, enquanto Murdock se recusa a entrar no jogo deles serem “dois lados da mesma moeda”.
E é interessante ver como a própria dinâmica da série abraça esse conceito da moeda, já que mostra Fisk corrompendo o sistema enquanto se elege prefeito de Nova York (uma trama com potencial absurdo), mas também traz Murdock utilizando seus contatos e habilidades para fazer suas investigações extraoficiais nos casos que defende na advocacia.
Mais do que isso, a série dá indícios fortíssimos de que abordará novamente o conceito católico de culpa e como ele pode influenciar nas ações do protagonista, que se recusa a entrar na igreja por não se sentir digno, mas dá seu jeito de seguir ouvindo a palavra de fé. Fora esses conceitos, a série promete um novo núcleo de coadjuvantes, como Hector Ayala (Kamar de los Reyes), que atua nas ruas como o Tigre Branco, e BB Urich (Genneya Walton), uma jovem repórter que faz valer seu sobrenome.
Em tempos em que a Marvel tem olhado muito para a frente, às vezes, dando um passo maior que a perna, esses primeiros episódios de Demolidor: Renascido mostram que uma breve volta ao passado pode fazer bem para dar um respiro aos fãs. Nessas últimas fases, o estúdio lançou tantos novos personagens ao público, se despedindo bruscamente dos ícones que ajudaram a construir o sucesso do estúdio nas últimas décadas, que acabou criando uma certa dificuldade em parte dos fãs de criarem esse apego pela galera novo.
Se os próximos episódios mantiverem essa pegada consagrada da série original, trazendo pequenos elementos do MCU para o cânone, terá tudo para ser um grande sucesso e talvez a tal “virada de chave” para atrair novamente o interesse maciço dos velhos tempos. Parece muito promissora.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de março.
Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).
Quando a agente de inteligência Kathryn Woodhouse é suspeita de trair a nação, seu marido – também um agente lendário – enfrenta o teste final para saber se deve ser leal ao seu casamento ou ao seu país.
A rapperDoechiiestá de volta com mais uma música inédita.
A vencedora do Grammy lançou no último dia 04 de março a canção “Anxiety”, que havia viralizado em 2023 através do rapperSleepy Hallow, em que Doechii cantava apenas o refrão. Agora, ela retorna com uma versão totalmente diferente – e que conta com um sample da icônica “Somebody That I Used to Know”, de Gotye.
Ouça:
Vale lembrar que Doechii foi uma das grandes premiadas do Grammy Awards 2025.
Durante a cerimônia de vencedores, a cantora e compositora levou para casa o prêmio de Melhor Álbum Rap por ‘Alligator Bites Never Heal’.
Ela se tornou a terceira mulher a levar para casa o prêmio nesta categoria após Lauryn Hill e Cardi B.
A mixtape contou com os singles“Nissan Altima”, “Boom Bap” e “Denial Is a River”.
O projeto contou com produtores como Camper, Childish Major, Kal Banx, Devin Malik e Monte Booker, além de ter conquistado aclame por parte da crítica.
Os dois primeiros episódios de ‘Demolidor: Renascido‘ já estão disponíveis no catálogo brasileiro do Disney+.
Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.
O elenco conta contará com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).
A CBS cancelou oficialmente duas séries derivadas da franquia ‘FBI‘.
‘FBI: Most Wanted‘ e ‘FBI: International‘ foram canceladas após quatro e seis temporadas, respectivamente.
Ainda não se sabe se as produtoras Universal TV e Wolf Entertainment irão tentar vender as produções para outras plataformas. No ano passado, elas tiveram sucesso em encontrar um novo lar para o spin-off ‘Law & Order: Organized Crime‘.
De acordo com o Deadline, o cancelamento se deveu ao corte de gastos e a necessidade do canal em liberar espaço em sua programação para o lançamento de novas séries.
Infelizmente, a decisão pode impactar no desenvolvimento do spin-off ‘FBI: CIA‘, que atualmente ainda se encontra em pré-produção.
Drama processual sobre o funcionamento interno do escritório do FBI em Nova York, trazendo todas as habilidades, inteligência e tecnologia alucinantes da repartição para manter Nova York e o país em segurança.
De acordo com o Deadline, David Arquette (‘Malditas Aranhas!’) teve seu retorno confirmado na aguardada sequência ‘Pânico 7‘.
O ator deve reprisar seu papel como o Dewey Riley, que morreu no quinto filme da franquia.
No entanto, ele não será o único fantasma do passado retornando na futura continuação. Após viverem Ghostfaces, Matthew Lillard e Scott Foley também retornam.
Lembrando que ‘Pânico 7‘ está atualmente em produção e tem lançamento previsto para 27 de Fevereiro de 2026.
Na trama…
Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.
O novo filme ainda contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown.
De acordo com o Deadline, Rachel Weisz (‘A Múmia’) será a protagonista e produtora executiva de ‘Vladimir‘, nova minissérie que está sendo desenvolvida pela Netflix.
Baseado em seu romance homônimo, o projeto foi criado por Julia May Jonas.
Na trama…
“Enquanto a vida de uma mulher se desfaz, ela fica obcecada por sua nova colega cativante. Cheia de segredos sensuais e humor negro, a série explora o que acontece quando uma mulher se esforça para transformar suas fantasias em realidade.”
Kate Robin (‘The Affair’) servirá como showrunner.
“Com o talento de Kate Robin em criar histórias complexas, sombrias e profundas sobre mulheres, um roteiro que desafia os limites de moralidade e a incomparável Rachel Weisz liderando o elenco, este projeto é uma colaboração poderosa de mulheres talentosas. Mal podemos esperar para que os fãs fiquem tão obcecados por esta série como já estamos,” declarou Tracey Pakosta, vice-presidente da Netflix.
Oito episódios foram encomendados para a produção.
O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 11 de abril.
O elenco de ‘Warfare’ conta com D’Pharaoh Woon-A-Tai, Will Poulter, Joseph Quinn, Charles Melton, Cosmo Jarvis, Kit Connor, Finn Bennett, Taylor John Smith, Michael Gandolfini, Adain Bradley, Noah Centineo, Evan Holtzman e Henrique Zaga.
De acordo com o Deadline, Neil Patrick Harris (‘How I Met Your Mother’) foi confirmado no elenco de ‘Dexter: Ressurreição‘, série que dará continuidade aos eventos de ‘Dexter: New Blood‘.
Em caráter convidado, o ator interpretará um personagem chamado Lowell. Infelizmente, mais detalhes não foram divulgados.
O elenco também conta com Peter Dinklage (‘Game of Thrones’), que será o grande vilão da narrativa. Seu personagem, Leon Prater, é um capitalista bilionário. Para o mundo, ele é um filantropo generoso, mas por trás de sua aparência polida esconde-se uma figura sombria.
Uma Thurman também integra o time, dando vida a Charley, Chefe de Segurança de Leon. Uma ex-agente de Operações Especiais, Charley trabalhou em vários empregos de segurança privada de alto nível antes de assumir sua posição como a engenhosa e meticulosa mão direita de Prater.
Vale lembrar que, além de Michael C. Hall no papel titular, a produção ainda contará com o retorno de David Zayas (‘O Urso’), Jack Alcott (‘The Good Lord Bird’) e James Remar (‘IT: Bem-vindos à Derry’), reprisando seus papéis como Detetive Angel Batista, Harrison Morgan (filho do Dexter) e Harry Morgan (pai do Dexter), respectivamente.
Em entrevista recente, Amanda Seyfried (‘Meninas Malvadas’) confirmou que uma sequência para o clássico ‘Garota Infernal‘ está em desenvolvimento.
“Acho que eles estão fazendo [uma continuação]. Eu não estou confirmando! Eu disse que ‘acho’,” declarou a atriz, piscando para a câmera. “Estamos trabalhando em uma sequência”.
Anteriormente, a roteirista Diablo Cody (‘Juno’) havia revelado que adoraria ver o retorno das atrizes Amanda Seyfried e Megan Fox na sequência: “Eu adoraria trazer a Megan [Fox] e a Amanda [Seyfried] de volta para uma sequência de ‘Garota Infernal’ – isso seria o ideal. Quero muito voltar a explorar aquele universo, e já pensei em diversas permutações que poderíamos fazer. Poderíamos fazer uma pré-sequência, uma sequência e até mesmo um musical. Estou disposta a fazer qualquer coisa, só preciso encontrar o parceiro certo.”
Cody já havia comentado sobre seu desejo em desenvolver uma continuação: “Eu quero fazer uma sequência [para ‘Garota Infernal’]. Eu ainda tenho mais coisas para contar [naquele universo]. Eu só preciso encontrar um parceiro que acredite neste projeto tanto quanto eu, e isso ainda não aconteceu. Preciso de alguém que acredite nesta sequência e tenha dinheiro.”
Ao ser possuída por um demônio, a estudante Jennifer se torna muito brava com os rapazes que nunca a deram uma chance. Enquanto a maldosa Jennifer satisfaz seu apetite com carne humana de meninos da escola, sua amiga nerd Needy descobre o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.
“Happy Face (Quaid) é um serial killer encarcerado que também é o pai de Melissa (Ashford). Depois de décadas sem contato, ele finalmente encontra uma maneira de voltar à vida de sua filha. Numa corrida contra o relógio, Melissa deve descobrir se um homem inocente será condenado à morte por um crime cometido pelo seu pai. Durante todo o processo, ela descobre o impacto que seu pai teve nas famílias de suas vítimas e deve enfrentar a realidade sobre sua própria identidade.”
O projeto é inspirado no podcast homônimo de iHeartMedia e Melissa Moore, e no livro Shattered Silence, que é baseado em sua própria história.
Jennifer Cacicio serve como roteirista, showrunner e produtora executiva.
Para promover seu lançamento em VOD – que acontecerá no dia 21 de março –, o terror ‘Popeye the Slayer Man‘, baseado no clássico personagem infantil, teve seus cinco primeiros minutos divulgados.
Na trama, um grupo de amigos entra furtivamente em uma fábrica abandonada de conservas de espinafre para filmar um documentário sobre a lenda do Marinheiro, que dizem assombrar o local.
Jason Stephens interpreta a versão assassina do Popeye.
O elenco ainda conta com Sean Michael Conway, Elena Juliano, Mabel Thomas, Marie-Louise Boisnier, Jeff Thomas, Steven McCormack, Angela Relucio e Sarah Nicklin.
Stephen King não é o considerado o mestre da literatura de terror por qualquer motivo: ao longo de sua prolífica carreira, o romancista deu vida a histórias que marcaram e que continuam a marcar gerações, imbuindo narrativas aparentemente clichês com comentários e temáticas que dialogam com a psique humana e a ambiguidade social existente em cada indivíduo (o lobo e o cordeiro, por assim dizer). Não é surpresa que inúmeros de seus escritos já tenham sido adaptados para os cinemas e para a televisão, como ‘IT: A Coisa’, ‘Jogo Perigoso’, ‘O Iluminado’, ‘Carrie, a Estranha’ e tantos outros. Agora, somos convidados a revisitar um clássico conto de King com a adaptação fílmica de ‘O Macaco’.
Publicado originalmente em 1982 e depois integrando a antologia ‘Tripulação de Esqueletos’ (‘Skeleton Crew’, no original), o enredo levado às telonas sofre uma grande alteração para comportar o tempo de um filme – e acompanha Hal Shelburn (Theo James), um homem que carrega um trauma de infância envolvendo um macaco de brinquedo. Afastado de seu irmão gêmeo Bill e tendo perdido o restante da família, além de não ter qualquer relação com seu único filho, Petey (Colin O’Brien), Hal acredita ter se livrado dessa maldita relíquia que julga ser responsável por uma série de mortes bizarras ao longo dos anos – até descobrir que ela está de volta e sedenta por mais sangue e mais terror. Trazendo inspirações não apenas dos escritos de Edgar Allan Poe como do conto ‘A Pata do Macaco’, de W.W. Jacobs, a ideia do projeto é sólida e instigante, mas morre na praia ao não saber que direção seguir.
O projeto é comandado por Osgood Perkins, que mostrou suas incríveis habilidades fílmicas com o recente e aplaudido ‘Longlegs – Vínculo Mortal’ – um poderoso thriller de arte que encantou o público ao redor do mundo e apresentou uma perspectiva um tanto quanto original para o gênero de terror. Aqui, porém, Perkins parece perdido em relação ao que fazer com o material original de King, mesmo ficando a encargo do roteiro: de um lado, cremos ter sido convidados para uma aventura de terror clássica que logo se mostra permeada com incursões cômicas que apenas provam que o longa foi vendido da maneira errada através dos materiais promocionais (um dos aspectos mais frustrantes, diga-se de passagem); de outro, há diálogos cansativos e clichês que não ajudam a desenvolver em nada a narrativa além de criar metáforas que se engasgam na própria egolatria.
James, por sua vez, faz um bom trabalho com o papel duplo de Hal e Bill – e sua contraparte mais jovem, encarnada por Christian Convery, dá um giro de 360º em comparação à sua performance em ‘Sweet Tooth’. Ambos mostram-se comprometidos com o arco que lhes são dados e traçam um enredo que faz sentido dentro das limitações autoimpostas. Todavia, quando paramos para observar, não há qualquer desenvolvimento que faça com que o público se identifique com o protagonista para além de duas personalidades distintas que passam a vida em conflito, culminando em uma reviravolta e uma subsequente explicação que é premeditada desde os primeiros segundos. Ademais, o restante do elenco não tem muito o que fazer com falas fracas e esquecíveis, transformando um suposto “terrir” em uma comédia canastrona sem pé, nem cabeça.
A despeito do entretenimento puro, a obra também falha em quase todos os elementos: em se tratando de um terror, o caráter intrínseco de histórias do gênero simplesmente não existe; no tocante à comédia, o exagero criativo mancha uma estrutura que, de fato, funcionou em iterações menos conscientes, como ‘Espontânea’; já no quesito slasher, as sequências de morte soam como um rip-off risível de ‘Pânico’ e ‘Premonição’ – em que nem os efeitos-cascada que fazem parte de construções sobrenaturais têm sentido ou o impacto necessário, optando por literais explosões cujo significado é ininteligível mesmo após os créditos finais rolarem.
O filme não é destituído por completo de bons momentos – que incluem um início bem estruturado e a presença magnética de Tatiana Maslany como Lois, mãe dos gêmeos, e sua eventual ruína em uma das cenas mais chocantes do longa. De maneira similar, o cuidado imagético chama a atenção pelo uso de cores fortes, em especial as tonalidades de vermelho e de amarelo, e pela condução estética de várias sequências – brincando com jogos de luz e sombra que prestam homenagens a incursões similares em um respiro criativo.
Infelizmente, os ápices positivos não são fortes o suficiente para ofuscar os múltiplos e amadores deslizes que se despendem em ‘O Macaco’ – uma constatação tristonha, de certa maneira, considerando o trabalho incrível que Perkins havia feito com sua produção anterior. De qualquer forma, é provável que boa parte dos espectadores saia dos cinemas satisfeito caso não leve a sério essa mixórdia cinematográfica, mas, na mera opinião deste que vos escreve, existem produções bem melhores que merecem nosso tempo.
A produção estreará oficialmente no dia 3 de abril.
“Hub Halloran (Kevin Bacon) é um caçador de recompensas que retorna dos mortos, ganhando uma inesperada segunda chance na vida, amor e em sua quase esquecida carreira musical – o único problema é que seu novo emprego tem uma reviravolta demoníaca.”
Em Um Terror de Parentes, o casal Rohan (Nik Dodani) e Josh (Brandon Flynn) alugam a casa de campo perfeita para passar o fim de semana e convidam seus pais com a intenção de apresentá-los. Bem diferentes um do outro, os pais tradicionais de Rohan, Sharon (Edie Falco) e Frank (Brian Cox), entram em tensão com os descontraídos e extrovertidos pais de Josh, Liddy (Lisa Kudrow) e Cliff (Dean Norris).
À medida que a pressão desse encontro aumenta, as famílias vão descobrir que a viagem pacífica e tranquila está prestes a ser arruinada também por um poltergeist que assombra a casa há mais de 400 anos. E se não existe nada tão ruim que não possa piorar, o local é ainda administrado por uma excêntrica residente chamada Brenda (Parker Posey). Quando um dos pais é possuído pelo espírito, o jovem casal e sua intrometida amiga Sara precisam unir as famílias para impedir essa entidade maligna de uma vez por todas.
O Channel 4 divulgou o trailer oficial de ‘Leaving Neverland 2‘, sequência do polêmico documentário vencedor do Emmy que girou em torno do rei do popMichael Jackson.
Confira:
O diretor Dan Reed estava trabalhando há cinco anos em uma continuação de seu documentário de 2019, no qual Wade Robson e James Safechuck alegaram que foram abusados sexualmente pelo Rei do Pop quando eram menores de idade.
A sequência estreará em 18 de março nos cinemas norte-americanos.
A HBO, que coproduziu o primeiro documentário, não está envolvida na segunda parte após uma batalha legal com o espólio de Jackson.
Os tribunais dos EUA decidiram que ‘Leaving Neverland‘ constituiu uma violação de uma cláusula de não depreciação em um contrato de 1992 para um especial de concerto da HBO sobre a turnê ‘Dangerous‘ de Jackson .
Dirigido por Dan Reed, ‘Leaving Neverland’ é um documentário dividido em duas partes que “explora as experiências separadas, porém paralelas, de dois jovens garotos – James Safechuck e Wade Robson, com respectivamente dez e sete anos à época que sofreram abusos sexuais nas mãos de Michael Jackson”.
Na trama, quando uma misteriosa nave espacial cai na Terra, uma jovem e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.
Sem data de estreia, o seriado será lançado no Brasil pelo Disney+.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.