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‘Fé para o Impossível’: O homem que atacou Renee Murdoch estava possuído? Diretor responde!

Em entrevista EXCLUSIVA para o CinePOP, a atriz Juliana Alves e o diretor Ernani Nunes falaram sobre o drama religioso ‘Fé Para o Impossível‘ – que chega aos cinemas hoje, 20 de Fevereiro.

Questionado se ele acha que o homem que atacou Renee Murdoch podia estar possuído ou não, o diretor respondeu:

“Ele realmente era um esquizofrênico, um coitado, um doente em situação de rua que precisava muito mais de acolhimento. E que a gente muitas vezes passa e olha essas pessoas invisíveis à sociedade. Acho que é uma luz que se se acende, que acontece o tempo todo, você tem gente que tá aí na rua né em situação de rua com problemas mentais e que agridem quem tá passando, então acho que é uma luz que se acende pra gente enxergar esse problema e tentar cuidar mais, é uma mensagem do filme”, ele afirmou.

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O filme conta a impressionante história real de recuperação de Renee, que, após ser atacada durante uma corrida no Rio de Janeiro e internada em estado gravíssimo, superou todas as expectativas médicas.

Assista:

Crítica | Fé Para o Impossível – Vanessa Giácomo Surpreende em Filme Inspirador Baseado em Eventos Reais

Dan Stulbach interpreta o marido de Renee Murdoch (Giácomo), Philip Murdoch. Pastor em uma igreja, ele compartilha em suas redes sociais a evolução e a rotina de sua mulher durante sua recuperação, fazendo com que o caso ganhasse repercussão internacional, atraindo atenções dos grandes programas de notícias do país. Além disso, Juliana Alves interpreta a médica responsável por cuidar de Renee, valorizando o papel da ciência e da medicina em uma intensa e complicada recuperação.

Pôster do filme Fé para o Impossível.

Angela Bassett afirma que “merecia” o Oscar por ‘Pantera Negra 2’: “Eu coloquei esforço”

A atriz Angela Bassett desabafou recentemente sobre a decepção de ter perdido o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante em 2023, pelo seu trabalho como Rainha Ramonda em Pantera Negra: Wakanda para Sempre.

Na ocasião, Jamie Lee Curtis levou o prêmio por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.

Segundo a Variety, Bassett falou sobre o assunto após sua reação na cerimônia, que rapidamente viralizou nas redes sociais.

“Eu achei interessante. Interessante o fato de que eu não poderia ficar desapontada com um resultado no qual eu achava que merecia”, explicou a atriz.

“Eu adoro aplaudir as pessoas, mas naquele momento… Não, eu coloquei esforço, coloquei tempo, fiz um bom trabalho ao longo do tempo. Eu não achei que isso fosse um presente, eu achei que fosse algo merecido”, acrescentou.

Vale lembrar que, no ano passado, Bassett já havia lamentado a derrota.

“Eu fiquei pasma! Fiquei”, contou Bassett. “Achei que lidei bem com isso. Essa era minha intenção, lidar bem com isso. Foi, claro, uma grande decepção, e decepção é humana. Então pensei, sim, fiquei decepcionada e lidei com isso como um ser humano”.

Bassett ressaltou que lidar com a perda do Oscar com dignidade foi fundamental “para mim mesma e para meus filhos que estavam lá comigo”.

“Vão existir momentos de decepção que você vai vivenciar, mas como você se comporta no meio disso?”, ela acrescentou. “Vamos sorrir, vamos ser gentis, vamos ser bondosos, vamos comemorar de qualquer maneira”.

Vale lembrar que ‘Pantera Negra‘ e ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ estão disponíveis no catálogo do Disney+.

Anitta reúne familiares e amigos no Rio de Janeiro para exibição exclusiva de seu novo documentário da Netflix

Anitta reuniu nesta quinta-feira (20) família e amigos para uma exibição exclusiva do documentário ‘Larissa: O Outro Lado de Anitta‘, que estreia em 6 de março na Netflix.

A noite de celebração no Rio de Janeiro contou com a presença dos pais da cantora, Miriam Macedo e Mauro Machado, de seu irmão, Renan Machado, e de personalidades como Maria Ribeiro, Regina Casé, Marcelo Serrado, Eri Johnson, David Brazil, Bruna Griphao, Juliana Amaral, Lucas Guedes e Rafa Uccman, que assistiram à produção em primeira mão.

“Estou muito emocionada em exibir pela primeira vez o filme Larissa: O Outro Lado de Anitta para meus amigos íntimos e familiares aqui na minha cidade. Afinal, todos eles também fazem parte dessa história. Estou ansiosíssima para a estreia! É muito diferente de tudo que já fiz”, afirmou Anitta.

“É um prazer imenso apresentar este novo projeto com a Anitta, dando continuidade ao sucesso de suas séries anteriores, Vai Anitta (2018) e Anitta: Made in Honório (2020)”, completou Elisa Chalfon, diretora de conteúdo de não-ficção da Netflix no Brasil.

Larissa: O Outro Lado de Anitta‘ acompanha a jornada de autoconhecimento da artista, capturada pelo olhar íntimo de um antigo ‘crush’ da juventude, que agora tem a missão de ajudar a revelar ao mundo quem é a verdadeira Larissa. A produção ainda apresenta momentos icônicos da carreira da ‘girl from Rio’, incluindo cenas de bastidores do Carnaval no Rio de Janeiro, conquistas inéditas em premiações internacionais, o topo das paradas globais com o hit Envolver e sua apresentação no festival Coachella.

O documentário tem direção de João Wainer e Pedro Cantelmo, roteiro de Maria Ribeiro e produção executiva de Felipe Britto e Melanie Chapaval Lebensztajn, da Ginga Pictures.

Assista ao trailer:

‘Dia Zero’: Série de suspense com Robert De Niro conquista 45% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A série ‘Dia Zero’, protagonizada pelo icônico Robert De Niro, já está disponível na Netflix. No Rotten Tomatoes, a produção recebe uma aprovação mediana de 45%, com base em 11 análises da crítica especializada.

Os críticos, de maneira geral, destacam que a trama é fraca e acaba desperdiçando o talento de Robert De Niro.

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Robert De Niro continua com uma presença imponente como sempre em Dia Zero”, disse Howard Waldstein do CBR.

“Dia Zero chega no melhor ou no pior momento possível. É um thriller político paranoico para os nossos tempos políticos paranoicos”, disse Chris Evangelista do Slashfilm.

“Isso poderia ter sido o sucessor de House of Cards para a Netflix. Em vez disso, desperdiça um dos melhores elencos recentes com uma história sobrecarregada por falsas pistas e desvio de atenção, enquanto ainda consegue ser, de certa forma, divertida”, disse Alex Maidy do JoBlo’s.

“Dia Zero mira alto, mas não atinge as alturas de séries como Homeland – Segurança Nacional. No entanto, com apenas seis episódios, consegue ser emocionante sem se arrastar”, disse Shawn Van Horn do Collider.

“Totalmente previsível, e os personagens coadjuvantes mal se desenvolvem. Isso leva a um enredo forçado que diminui grande parte do suspense. A resolução é apressada, e a recompensa leva a uma satisfação abaixo da média”, disse M.N. Miller do FandomWire.

“Dia Zero’, a nova minissérie da Netflix estrelada por Robert De Niro, é inegavelmente um thriller que prende a atenção. Também é um suspense tão cuidadosamente centrado que faz Aaron Sorkin parecer com Boots Riley”, disse Dylan Roth do Observer.

“É um produto caro, bem-feito e agradável, que não é tão sério quanto parece. Tem a estética de um drama político pesado, mas a alma de um romance de aeroporto”, disse Liam Mathews do TV Guide.

“O tema interessante e um elenco incrível são os únicos responsáveis por manter este thriller político, de forma geral morno, ocasionalmente bom o suficiente para prender sua atenção durante os seis episódios da série limitada”, disse Kyle Wilson do The Lamplight Review.

O thriller político chega à plataforma de streaming hoje, no dia 20 de fevereiro.

dia zero

A produção mostrará uma trama de suspense e conspiração, que explorará as consequências de um ciberataque devastador.

Além de De Niro, o elenco da produção também contará com Jesse Plemons, Angela Bassett. Lizzy Caplan, Connie Britton, Joan Allen e Matthew Modine.

Primeiras impressões | ‘Ganhar ou Perder’ mostra que a Pixar pode funcionar fora dos cinemas

Quantas histórias cabem em uma história? Partindo dessa premissa, a Pixar desenvolveu sua primeira série 100% original para o Disney+. Em Ganhar ou Perder, o público acompanha os Picles, um time feminino de Softbol infantil que é marcado por uma porção de maus resultados.

No entanto, contrariando todas as expectativas, as meninas conseguem uma inesperada classificação para a finalíssima do campeonato. Esse tipo de história é bem comum em produções norte-americanas. Tá pra nascer um mercado que goste mais de azarões do que Hollywood. Só que o grande diferencial dessa série é que o campeonato em si pouco importa. Ele é apenas um grande coadjuvante.

A série tem oito episódios e foca em cada membro que participa – ou influencia – na campanha do time até a final. A narrativa é construída por meio dessas pessoas, partindo de seus problemas e aflições prévios até o dia da grande final. E quem conhece esse meio esportivo sabe como é complexo manter a cabeça em dia ante tantas pressões e cobranças.

No fim das contas, a série é sobre isso: pressão. Os episódios são focados nas meninas e como cada um lida ou tenta lidar com esse tanto de situações acontecendo simultaneamente. Afinal, elas são crianças, que precisam se preocupar com escola, dar orgulho aos pais, descobrir quem realmente são e ainda têm de honrar o uniforme que vestem em uma grande final.

A construção dos capítulos é incrível, justamente por habitar essas mentes tão diversas que compõem um time. Desde a jogadora pereba até o juiz da partida, cada personagem vive uma angústia, uma história própria até a hora de entrar em quadra. O primeiro episódio já começa com uma história 100% Pixar, que é a da “pereba” do time, que calhou de ser também filha do treinador. A menina quer provar seu valor a si mesma, enquanto busca provar aos outros que ela merece estar no time. Diante dessa tonelada de pressão, ela passa a ser acompanhada por uma bolha de suor que fica martelando em sua mente todos os seus erros. É de uma sensibilidade enorme tratar desse tema tão pesado de uma forma lúdica e divertida.

Os episódios seguintes partem em uma crescente fantástica. Se o primeiro é bom, esperem os próximos, porque eles vão só melhorar. E o bacana é que a série foca em personagens inesperados, construindo núcleos interessantíssimos que vão dialogar com crianças e adultos de forma muito sincera.

E se tem uma coisa que surpreende bastante quem viu a Pixar nascer e se consolidar no mercado é ver a simplicidade dessa série: a inserção do estúdio na modernidade. Por mais que a Pixar seja um estúdio revolucionário e “pra frente”, seus clássicos sempre se distanciaram do “mundo real”, sempre trazendo um tom de nostalgia a suas franquias. Pode reparar que praticamente todas as suas obras são ambientadas no passado ou falam sobre o passado, ou então apostam em um futuro muito distante, isso quando não levam o público a mundos alternativos que se afastam da superexposição tecnológica a qual somos inseridos.

Nesta série, porém, é tudo muito pé no chão. Então, as crianças usam celulares, existem influenciadores digitais, desemprego e todo tipo de caos cotidiano que permeia o mundo. É uma produção que trabalha com problemas reais do mundo, e a Pixar lida com eles de forma lúdica e madura. É um seriado extremamente promissor, que tem tudo para conversar diretamente com o público cativado pelo estúdio ao longo desses anos.

Os dois primeiros episódios de Ganhar ou Perder já estão disponíveis no Disney+. Os próximos seis episódios serão lançados na plataforma, com dois capítulos estreando semanalmente.

Fé para o Impossível

(Fé para o Impossível)

Elenco:

Vanessa Giácomo
Dan Stulbach
Júlia Gomes

 

Direção: Ernani Nunes

Gênero: Drama

Duração: 90 min.

Distribuidora: Galeria Distribuidora

Orçamento: R$ 6 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

FÉ PARA O IMPOSSÍVEL é um filme biográfico que conta a história de Renee, uma pastora norte-americana, que vive no Rio de Janeiro e foi brutalmente acatada por um morador de rua que a atingiu com um pedaço de madeira na cabeça em uma corrida em setembro de 2012, no bairro da Barra da Tijuca. Internada em estado gravíssimo e com baixas perspectivas de cura sob o diagnóstico de traumatismo craniano, Renee contou com a ajuda de seu marido, Philip, e com o apoio de sua família que compartilharam a luta da pastora com o mundo a fim de reunir o máximo de pessoas para uma poderosa corrente de oração pela sua recuperação, tal ato que foi concedido pelo divino.

Crítica: 

Crítica | Fé Para o Impossível – Vanessa Giácomo Surpreende em Filme Inspirador Baseado em Eventos Reais

Entrevistas: 

Curiosidades: 

» O longa é baseado em uma história real da pastora Renee Murdoch;

» Atualmente, Renee e Philip são um casal de pastores que lideram a Igreja Interdenominacional Luz às Nações, conhecida como Ilan Church, no bairro do Recreio, a partir de um movimento de implantação de igrejas pelo Brasil e são autores do livro Dê a Volta por Cima, que também retrata esse ato milagroso na vida dela;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster do filme Fé para o Impossível.

Fotos: 

Jovem cobre olhos de amiga em ambiente iluminado.

Família sorrindo ao ar livre, jardim ao fundo.

Família feliz reunida ao ar livre, festa à noite.

O Brutalista

(The Brutalist)

 

Elenco:

Adrien Brody
Felicity Jones
Guy Pearce

 

Direção: Brady Corbet

Gênero: Drama

Duração: 3 h 35 min

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Brady Cobert (‘Vox Lux – O Preço da Fama’) e sua colaboradora de longa data, Mona Fastvold, co-escreveram o roteiro de O BRUTALISTA, cuja história se expande por trinta anos de uma visão monolítica de um grande artista.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Crítica: 

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Brady Corbet também assina o roteiro ao lado de Mona Fastvold;

Trailer:

Cartazes: 

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.

Cartaz do filme The Brutalist com duas figuras.

Fotos: 

Dois homens trocam olhares próximos a um ônibus.

Casal abraçado em ambiente escuro.

Homem sorrindo segurando buquê de flores na estação.

Três homens em terreno arenoso, prédio ao fundo.

‘Resgate’: Omar Sy protagonizará série derivada do sucesso da Netflix estrelado por Chris Hemsworth

Resgate, franquia de filmes de sucesso da Netflix, ganhará uma série derivada. De acordo com a Variety, a produção será estrelada por Omar Sy e se passará no mesmo universo dos filmes.

A Netflix encomendou oito episódios para a produção.

Glen Mazzara será o roteirista, produtor executivo e showrunner.

Anthony Russo, Joe Russo, Angela Russo-Otstot, Scott Nemes e Chris Castaldi, Sam Hargrave, Eric Gitter e Peter Schwerin também serão os produtores executivos.

A sinopse oficial da série revela: “Ambientado no mundo de alta octanagem de Resgate, oa produção de ação segue um mercenário (Sy) enquanto ele enfrenta uma missão perigosa para resgatar reféns na Líbia. Preso entre facções inimigas e assassinos implacáveis, a série explora as lutas emocionais de personagens conflitantes e imperfeitos, cada um lidando com trauma, traição e escolhas de vida ou morte”.

Omar Sy é conhecido pelo seu trabalho em Intocáveis,Lupin e Uma Família de Dois’.

Resgate’ e ‘Resgate 2’ estão disponíveis na Netflix.

Crítica | Cassandra – IA Toca o TERROR em Ótima Minissérie Sci-Fi Alemã da Netflix

Muito antes das inteligências artificiais serem uma pauta amplamente discutida pela humanidade, ela era uma ideia que persistia em muitas histórias de ficção científica. Pensava-se, e muito, em formas de otimizar o trabalho do ser humano, a produção industrial e, em certa medida, em também otimizar os afazeres domésticos. Essa linha de pensamento proporcionou a criação de eletrodomésticos hoje imprescindíveis para a vida moderna, como o micro-ondas e o acendedor automático do fogão, por exemplo. E proporcionou, também, a imaginação daquilo que hoje chamamos de smart houses – as casas inteligentes, que é o foco central da minissérieCassandra’, produção alemã de ficção científica que tem se mantido no Top 10 da Netflix desde sua estreia.

Após uma terrível tragédia familiar, Samira (Mina Tander) e David (Michael Klammer) decidiram se mudar com seus filhos para uma outra cidade, para uma casa moderninha no interior da floresta. Já nos primeiros dias na nova residência, Fynn (Joshua Kantara) descobre que existe um sistema interligando todos os cômodos do ambiente através de um controle inteligente, incorporado por uma assistente virtual de nome Cassandra (Lavinia Wilson). Cassandra faz de tudo por essa família: limpa, cozinha, organiza as coisas, corta a grama. Tudo ia bem nessa residência dos sonhos, até o momento em que Cassandra começa a tecer comentários muito particulares sobre os moradores, e, aos poucos, passa a querer controlar a todos, como se a família fosse dela.

Ainda que com um argumento bastante previsível (afinal, para onde pode ir uma história em que uma inteligência artificial muito solícita entra na vida de uma família aos pedaços?), a minissérieCassandra’ constrói uma jornada bastante interessante para o drama que embala ambos os núcleos da produção. Nos primeiros dois episódios, vamos desvendando os personagens da nova família, suas questões particulares, enquanto acompanhamos Cassandra entrando na vida dessas pessoas com a maior cara de pau. Nos episódios seguintes, vamos desvendando como Cassandra foi parar dentro de um computador e porque ela age de maneira tão possessiva com uma família que nem é dela.

Mas são os dois episódios finais que tornam ‘Cassandra’ uma minissérie imperdível. Escrita e dirigida por Benjamin Gutsche, é quando todo o plot está apresentado que a produção oferece o grande desafio ao espectador: quem está certo e quem está errado, quando os motivos de cada personagem são tão compreensíveis?

Para além de uma boa história, ‘Cassandra’ ainda traz uma bela produção de arte que remete aos anos 1960/1970 para ambientar essa casa inteligente que é revestida de objetos e eletrodomésticos de cinquenta anos atrás, contrastando com o figurino de personagens contemporâneos. Ao mesmo tempo, quando voltamos no tempo de Cassandra, figurino, maquiagem, cabelo e arte se empenham em criar a atmosfera certa para que os diálogos dessa época – que são importantíssimos para a compreensão do todo – sejam ainda mais impactantes, pois fica muito evidente como esses diálogos do passado ressoam no futuro tanto de Cassandra, como do mundo.

Inteligente, sofisticada e intrigante, ‘Cassandra’ é dessas produções que vão deixar o espectador bugado diante das possibilidades do real. Tal qual os episódios de ‘Black Mirror’, ‘Cassandra’ ainda se reserva um grande trunfo para o espectador brasileiro: a IA canta, com frequência e em alemão, uma famosa canção brasileira – ‘Canta, canta minha gente’, de Martinho da Vila – o que faz com que tanto a música quanto a série não saia das nossas cabeças por um bom tempo.

MILAGRE! Conheça a história REAL da pastora que ficou entre a vida e a morte e inspirou ‘Fé Para o Impossível’

O drama religioso ‘Fé Para o Impossível‘, estrelado por Vanessa Giácomo e Dan Stulbach, chega hoje aos cinemas e traz uma emocionante trama baseada em uma história real que chocou o Brasil.

Renee Murdoch é uma pastora americana conhecida por sua fé inabalável e seu trabalho no ministério religioso. Casada com o pastor brasileiro Philip Murdoch, eles compartilhavam não apenas a vida conjugal, mas também uma missão de fé, espalhando a palavra e ajudando aqueles ao seu redor, seja nos Estados Unidos ou no Brasil. Em 2012, o destino, no entanto, traria um golpe inesperado e transformador para a vida de Renee e sua família.

Tudo aconteceu durante uma visita ao Brasil, mais precisamente na famosa Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Durante uma caminhada tranquila à beira-mar, Renee foi brutalmente atacada por um homem desconhecido. O agressor, sem qualquer explicação ou motivo aparente, se aproximou de Renee e começou a golpeá-la com um pedaço de madeira. A violência do ataque foi extrema, e logo a pastora caiu ao chão, gravemente ferida. O impacto dos golpes, especialmente na cabeça, foi tão forte que ela ficou inconsciente imediatamente.

Rapidamente, Renee foi socorrida e levada às pressas para o hospital, onde a gravidade de suas lesões ficou ainda mais evidente. O diagnóstico médico foi devastador. Os médicos informaram à sua família que ela estava em estado crítico e tinha menos de 30% de chance de sobreviver mais de dois dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A situação era desesperadora, e a equipe médica ainda alertou que, caso conseguisse sobreviver, havia 87% de possibilidade de ela sofrer sequelas irreversíveis, devido aos danos severos causados ao cérebro pelo impacto dos golpes. O prognóstico era sombrio, e as chances de recuperação eram mínimas.

Foi nesse cenário de angústia e incerteza que o marido de Renee, Philip Murdoch, decidiu fazer algo inesperado: compartilhar com o mundo a condição da esposa, apelando por orações e apoio espiritual. Ele utilizou as redes sociais para manter amigos, familiares e até desconhecidos atualizados sobre a situação crítica de Renee e, ao mesmo tempo, pediu que todos se unissem em uma corrente de oração. O pedido de Philip não apenas emocionou muitas pessoas ao redor do mundo, mas também gerou uma onda de apoio sem precedentes. Em questão de dias, pessoas de diferentes países começaram a orar por Renee, criando uma força coletiva de fé que, de alguma forma, parecia ultrapassar os limites do que a medicina acreditava ser possível.

A recuperação de Renee, contra todos os prognósticos, foi nada menos que extraordinária. Ao longo dos dias e semanas que se seguiram, ela começou a apresentar sinais de resistência e luta, desafiando as expectativas mais pessimistas. Sua recuperação foi lenta, mas, surpreendentemente, constante. Para salvar sua vida, Renee foi submetida a vários procedimentos cirúrgicos de emergência. O mais crítico foi a remoção de parte do seu crânio, uma medida necessária para aliviar a pressão no cérebro, causada pelo inchaço decorrente do trauma. A cirurgia foi arriscada, mas fundamental para sua sobrevivência.

Apesar dos inúmeros desafios, das diversas cirurgias e do tempo longo de internação, Renee mostrou uma força de vontade inusitada. Ela passou por um período de coma induzido e enfrentou semanas de recuperação intensiva. Durante esse tempo, ela não apenas lutava pela sua vida, mas também começava a demonstrar sinais de recuperação que impressionaram os médicos. Para muitos, ela era um verdadeiro milagre vivo, pois a maioria das pessoas que passavam por traumas tão severos geralmente ficavam com danos cerebrais permanentes ou, no pior cenário, não sobreviveriam.

Renee, no entanto, desafiou essas probabilidades. Com o tempo, ela foi se recuperando fisicamente, enfrentando inúmeras sessões de fisioterapia e terapias de reabilitação. Seu processo de cura, embora difícil, foi testemunho de sua determinação e da fé que ela sempre teve. Os médicos ficaram surpresos ao perceber que, apesar de todas as expectativas de sequelas graves, Renee teve apenas o mínimo possível de danos permanentes. A recuperação de sua mobilidade, fala e outras funções vitais foi gradual, mas impressionante.

Essa história de superação, fé e coragem inspirou tantas pessoas foi transformada em filme.

Em entrevista EXCLUSIVA para o CinePOP, Vanessa Giácomo falou sobre o filme revelou que quase morreu quando ainda era um bebê, e está viva por um milagre.

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Crítica | Fé Para o Impossível – Vanessa Giácomo Surpreende em Filme Inspirador Baseado em Eventos Reais

Dan Stulbach interpreta o marido de Renee Murdoch (Giácomo), Philip Murdoch. Pastor em uma igreja, ele compartilha em suas redes sociais a evolução e a rotina de sua mulher durante sua recuperação, fazendo com que o caso ganhasse repercussão internacional, atraindo atenções dos grandes programas de notícias do país. Além disso, Juliana Alves interpreta a médica responsável por cuidar de Renee, valorizando o papel da ciência e da medicina em uma intensa e complicada recuperação.

Pôster do filme Fé para o Impossível.

FLOW

(FLOW)

Elenco:

 

Direção: Gints Zilbalodis

Gênero: Animação

Duração: 85 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ 3.6 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em FLOW, Gato é um animal solitário, mas quando seu lar é destruído por uma inundação ele se refugia em um barco habitado por diversas espécies, tendo que se juntar a elas apesar das diferenças.

Crítica | ‘Flow’ é uma IRRETOCÁVEL animação que explora a efemeridade da própria existência

Curiosidades: 

» O filme tem cena pós-créditos.

» Além de dirigir, Gints Zilbalodis também assina o roteiro ao lado de Matiss Kaza;

» O longa venceu o Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme Animado;

» Não há nenhuma fala no longa, apenas os sons dos respectivos animais – que foram reproduzidos através gravações de animais reais;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster do filme Flow com gato preto em cenário antigo

Fotos: 

Gato animado preto brincando entre estrelas azuis

Gato animado preto com olhos amarelos surpreso

Cão e pássaro animados em barco sob céu azul

Gato silhueta ao pôr do sol floresta

Ilustração de animais exóticos em floresta densa

Gato preto com olhos amarelos na floresta iluminada

Daniel Craig reage à notícia da saída dos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli do controle da franquia ‘007’

O astro Daniel Craig reagiu à notícia de que os produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli se afastaram do processo criativo da franquia ‘007‘.

“Meu respeito, admiração e amor por Barbara e Michael permanecem constantes e inalterados”, disse Craig, que interpretou o espião em cinco filmes de sucesso, em uma declaração exclusiva à Variety.

“Desejo a Michael uma aposentadoria longa, relaxante (e bem merecida) e quaisquer empreendimentos que Barbara venha a empreender, sei que serão espetaculares e espero poder fazer parte deles.”

Após assumir o controle criativo da franquia de filmes ‘James Bond‘, o CEO da Amazon Jeff Bezos foi ao X perguntar aos seguidores quem eles escolheriam como o próximo ‘007‘.

Os produtores de longa data da franquia, Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, não terão mais controle criativo sobre os próximos filmes e séries.

No post, Bezos pergunta:

Quem você escolheria para viver o próximo Bond?

A reportagem destaca que o Amazon MGM Studios, Wilson e Broccoli firmaram um acordo e criaram uma nova joint venture para abrigar os direitos de propriedade intelectual da franquia. Assim, as três partes continuarão como coproprietárias, mas a Amazon MGM terá o controle criativo.

“Desde sua introdução nos cinemas há mais de 60 anos, James Bond se tornou um dos personagens mais icônicos do entretenimento cinematográfico”, afirmou Mike Hopkins, chefe do Prime Video e Amazon MGM Studios.

“Nós somos gratos ao falecido Albert R. Broccoli e Harry Saltzman por levar James Bond aos cinemas ao redor do mundo, e a Michael G. Wilson e Barbara Broccoli por sua dedicação inabalável e seu papel em continuar o legado da franquia, que é apreciado por legiões de fãs ao redor do mundo. Temos a honra de dar continuidade a essa herança preciosa e estamos ansiosos para dar início à próxima fase do lendário 007 para o público ao redor do mundo”, acrescentou.

Wilson acrescentou: “Com minha carreira de 007 se estendendo por quase 60 anos incríveis, estou me afastando da produção dos filmes de James Bond para me concentrar em projetos artísticos e de caridade. Portanto, Barbara e eu concordamos que é hora de nosso parceiro de confiança, o Amazon MGM Studios, liderar James Bond no futuro”.

Broccoli comentou: “Minha vida foi dedicada a manter e expandir o extraordinário legado que foi passado a Michael e a mim por nosso pai, o produtor Cubby Broccoli. Tive a honra de trabalhar de perto com quatro atores tremendamente talentosos que interpretaram 007 e milhares de artistas maravilhosos da indústria. Com a conclusão de Sem Tempo para Morrer e Michael se aposentando dos filmes, sinto que é hora de me concentrar em meus outros projetos”.

Vale lembrar que o capítulo mais recente de 007 foi ‘Sem Tempo para Morrer’, lançado em 2021 e disponível no Prime Video.

O filme conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecado fortes US$774,2 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa. 

O Intruso

(The Visitor)

 

Elenco:

Bispo Black
Macklin Kowal
Amy Kingsmill

 

Direção: Bruce LaBruce

Gênero: Drama

Duração: 101 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em O INTRUSO, um refugiado aparece nu dentro de uma mala na margem do rio Tâmisa. O enigmático visitante se apresenta a uma família burguesa de classe alta e é convidado a morar com eles como funcionário. Seduzindo cada membro da família em uma série de encontros sexuais, o estranho vira o mundo deles de cabeça para baixo, permitindo que se redefinam de maneiras radicais.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Bruce LaBruce também assina o roteiro Alex Babboni e Victor Fraga;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Primeiras Impressões | 3ª temporada de ‘Reacher’ mantém o ALTO nível de qualidade da série com uma história bastante envolvente

Desde sua estreia oficial no catálogo do Prime Video em 2022, Reacher tornou-se um sucesso absoluto de público e de crítica – não apenas pelos nomes envolvidos nessa explosiva adaptação, mas também pelo charme irresistível de Alan Ritchson como o personagem titular. Baseado na saga literária ‘Jack Reacher de Lee Child, a trama é centrada em um ex-policial militar do exército dos Estados Unidos que se autoproclama uma espécie de “freelancer” e que possui habilidades invejáveis de intelecto e força que o coloca como alvo de pessoas e organizações bastante perigosas. Agora, somos convidados a retornar para esse universo com a estreia da aguardada 3ª temporada, cujos três primeiros episódios já estão disponíveis no Prime Video.

Nessa nova iteração, Reacher cruza caminho com o jovem Richard Beck (Johnny Berchtold), que é quase assassinado durante uma emboscada, mas é salvo pelo nosso herói e levado de volta para casa. Porém, o que Reacher não imaginava era que Richard é filho de um mortal magnata que trabalha como um importador de tapetes orientais chamado Zachary (Anthony Michael Hall) – e que, após perceber as incríveis habilidades do ex-agente militar, resolve contratá-lo (praticamente à força, diga-se de passagem). Na verdade, Zachary não deixa muitas escolhas, colocando-o sob a prova da “roleta russa” com um revólver e afirmando que, caso ele recuse a oferta de auxiliá-lo em suas empreitadas, ele será denunciado para os oficiais de justiça por ter atirado em um policial para salvar Richard.

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O que não imaginávamos é que Reacher, na verdade, está trabalhando como agente infiltrado através de Susan Duffy (Sonya Cassidy), uma agente da DEA (Departamento de Controle de Drogas dos Estados Unidos) que recruta os serviços do protagonista para ajudá-la a resgatar uma informante que foi sequestrada e, ao que tudo indica, torturada por Zachary e seus comparsas. E, após criarem um plano que tinha tudo para dar errado, Reacher oficialmente se infiltra nesse submundo do crime, fazendo de tudo para encontrá-la e descobrindo segredos obscuros que podem colocar não apenas a sua vida em risco, mas a de todos à sua volta.

Considerando o espectro de ação, espionagem e thriller adotados pelos romances originais e pela série, não há muita escapatória de certos convencionalismos; porém, o criador e showrunner Nick Santora tem plena ciência das fórmulas em que esbarra para trazer essa nova história às telinhas e faz questão de abrir espaço para que o elenco brilhe em meio a certos diálogos um tanto quanto clichês e uma estética imagética que é própria de enredos do gênero. E, no final das contas, os três primeiros capítulos dessa terceira iteração funcionam dentro dos limites autoimpostos e cumprem com seu maior objetivo: o de entreter.

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Falar de Ritchson parece redundante a esse ponto, considerando que o ator é o fio conduto de cada um dos episódios e vestiu a roupagem de Reacher de maneira indelével e apaixonante. Aqui, é notável como o personagem passa por mais um processo de amadurecimento, fomentando seu arco com incursões bem-vindas e com mais algumas camadas de complexidade e de humor ácido que já se tornaram marca registrada. Nos novos episódios, inclusive, é notável a química que ele desfruta não só ao lado de Cassidy, que faz um trabalho incrível ao encarnar a calculista Susan, mas ao lado de Olivier Richters como Paulie, um dos guarda-costas de Zachary que, apesar do porte assustador, em momento algum faz Reacher “tremer nas bases”, por assim dizer.

O restante do elenco também faz um trabalho ótimo, com destaque à presença ambígua de Hall como Zachary, que consegue pincelar os arquétipos vilanescos que lhe são dados com uma espécie de humanização, algo que pode premeditar sua provável ruína durante a temporada. Ademais, os episódios iniciais têm maior enfoque na missão que é entregue a Reacher, movendo-se através de uma montagem que oscila entre o frenesi das cenas de ação e de uma paleta de cores efervescente, e o drama detetivesco que revela os planos de Reacher e dos membros da DEA, configurados dentro de um microcosmos mais sóbrio e racional.

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A 3ª temporada de Reacher tem um sólido início e mantém a qualidade das iterações anteriores, ainda que não tenha aproveitado todo o potencial que tenha. Todavia, considerando que estamos sendo introduzidos a um enredo inédito, é costumeiro que o ritmo seja mais contido por agora, para explodir na reverberante envolvência que fez com que nos apaixonássemos pela série desde sua estreia.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

Diretor de ‘Top Gun: Maverick’ comandará novo SUSPENSE sobre recuperação de OVNIs

De acordo com o Deadline, Joseph Kosinski, diretor de ‘Top Gun: Maverick‘ e ‘Tron: O Legado‘, comandará um novo thriller sci-fi sobre OVNIs.

O site afirma que a Apple Original Films está em negociações para adquirir os direitos do projeto.

Com roteiro de Zach Baylin (‘A Ordem’), o longa está sendo descrito como abordagem sci-fi com OVNIs do clássico ‘Todos os Homens do Presidente‘, thriller de 1976.

Jerry Bruckheimer, que está por trás dos blockbusters ‘Bad Boys: Até o Fim‘, ‘Piratas do Caribe‘ e ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘, servirá como produtor.

David Grusch, ex-oficial de inteligência da Força Aérea dos EUA e denunciante do Pentágono, que ganhou atenção em 2023 por suas alegações sobre o envolvimento do governo dos EUA em pesquisas sobre fenômenos aéreos não identificados, será o produtor executivo e consultor do projeto.

Ele acusou o governo dos EUA der manter um programa secreto de recuperação de OVNIs, o que inclui “corpos de pilotos não humanos”. Grusch chegou a afirmar que os indivíduos com quem ele conversou compartilhavam a preocupação de que cidadãos estadunidenses foram mortos como parte dos esforços do governo para encobrir essas informações.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Desafie a Escuridão

(Brave the Dark)

 

Elenco:

Jared Harris
Nicholas Hamilton
Will Price

 

Direção: Damian Harris

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em DESAFIE A ESCURIDÃO, assombrado por traumas de infância, Nathan Williams vive preso em um ciclo de autodestruição. Após ser preso, ele encontra uma mão estendida disposta a ajudá-lo: a do seu professor de teatro, Sr. Deen, que paga sua fiança e o acolhe. Determinado a resgatar Nathan de seus próprios demônios, o Sr. Deen descobre segredos devastadores que ameaçam consumir o jovem por completo.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Damian Harris também assina o roteiro ao lado de Dale G. Bradley;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Kayara – A Princesa Inca

(Kayara)

 

Elenco:

Naomi Serrano
Nate Begle
Charles Gonzales

 

Direção: Cesar Zelada

Gênero: Animação

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 20 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em KAYARA – A PRINCESA INCA, desafiando tradições, Kayara está determinada a se tornar a primeira mulher da liga exclusiva de mensageiros do Império Inca, seguindo os passos de seu pai. Correndo atrás desse sonho, a menina precisa superar terrenos traiçoeiros, defender a desconhecida Cidade Dourada dos grandes perigos da exploração e salvar seus amigos e familiares de ameaças.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Cesar Zelada também assina o roteiro ao lado de Brian Cleveland e Jason Cleveland;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Suspense do diretor de ‘O Telefone Preto’ com Anya Taylor-Joy e Sigourney Weaver se torna a estreia MAIS VISTA da história da Apple TV+

A Apple TV+ está atingindo novos recordes este ano, impulsionada em grande parte pelo enorme sucesso de ‘Ruptura‘. Apenas um dia após anunciar que ‘Ruptura‘ é o programa mais visto do streamer de todos os tempos, agora a Apple compartilhou que o filme recém-lançado, ‘Entre Montanhas‘ (‘The Gorge’), teve o melhor lançamento de todos os tempos para um filme na TV+.

O filme mais visto da Apple até então era ‘Lobos‘, com George Clooney e Brad Pitt, cujo lançamento nos cinemas foi cancelado e se tornou um grande sucesso na Apple TV+.

Agora, embora ‘Entre Montanhas‘  não tenha necessariamente superado os números totais de ‘Lobos‘, ele supostamente reivindicou o título de lançamento de filme de melhor desempenho da Apple até o momento.

“A Apple não divulga números específicos, mas a empresa confirma que esta é a maior estreia de filme na história do Apple TV+, gerando um crescimento global de dois dígitos para o serviço e aumentando novos espectadores em +80%, fim de semana após fim de semana, após sua estreia na sexta-feira, 14 de fevereiro.”, afirmou o Deadline.

Com 72 críticas publicadas até o momento, o suspense estrelado por Miles Teller, Anya Taylor-Joy e Sigourney Weaver alcançou 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Divisivo entre os críticos, alguns especialistas elogiaram o toque romântico da produção e as cenas de suspense, enquanto outros apontaram a grande revelação da trama como uma decepção.

Separamos os trechos das principais críticas:

 

“Por uma hora sólida ou mais, o filme é paciente e tenso, com apenas os toques certos de leviandade e romance. Até que, de repente, esse equilíbrio se perde.” (Slant Magazine)

“‘Entre Montanhas’ fornece é uma premissa de ficção científica inovadora e algumas explosões cativantes de suspense. No entanto, havia potencial para que essa misteriosa aventura de ação fosse algo mais especial.” (Daily Telegraph UK)

“Quando ‘Entre Montanhas’ mantém seu foco em seus protagonistas carismáticos e desafortunados que se apaixonam enquanto lutam contra uma ameaça terrível, o que acontece na maior parte do tempo, é exatamente a diversão que qualquer um intrigado por essa descrição gostaria que fosse.” (TV Guide)

“Um filme inesperadamente romântico do diretor de ‘A Entidade’ e ‘O Telefone Preto’, que também envolve monstros macabros e memoráveis.” (TheWrap

“Muitas das ideias em ‘Entre Montanhas’ — sobre soldados sendo tratados como peões e o amplo alcance dos militares — teriam sido um bom material para uma ficção científica intensa. Mas quando o filme finalmente chega a essas ideias, nossos heróis têm tanto tempo quanto nós temos de paciência.” (The Hollywood Reporter)

“Depois que você descobre o que realmente está acontecendo e por que essa área tem sido um segredo tão bem guardado, você consegue sentir o interesse sendo sugado para fora do seu corpo com uma velocidade alarmante.” (Rolling Stone)

O longa já está disponível no serviço de streaming da Apple TV+.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, dois agentes altamente treinados (Teller e Taylor-Joy) são designados para trabalhar em torres de guarda em lados opostos de um grande e supersecreto desfiladeiro, protegendo o mundo de um mal misterioso que se esconde em seu interior. Eles se conectam à distância enquanto tentam permanecer vigilantes na defesa contra um inimigo obscuro. Quando a terrível ameaça à humanidade é revelada, eles precisam trabalhar juntos em um desafio de força física e mental para manter o segredo dentro do desfiladeiro antes que seja tarde demais.

Entre Montanhas‘ é dirigido por Scott Derrickson e escrito por Zach Dean.

Gostou de ‘Entre Montanhas’? Aqui estão outros SUSPENSES para você conferir nos streamings!

Nos últimos dias, chegou ao catálogo da Apple TV+ um ambicioso projeto intitulado Entre Montanhas, estrelado por Miles Teller, Anya Taylor-Joy e Sigourney Weaver.

Na trama, dois agentes altamente treinados (Teller e Taylor-Joy) são designados para trabalhar em torres de guarda em lados opostos de um grande e supersecreto desfiladeiro, protegendo o mundo de um mal misterioso que se esconde em seu interior. Eles se conectam à distância enquanto tentam permanecer vigilantes na defesa contra um inimigo obscuro. Quando a terrível ameaça à humanidade é revelada, eles precisam trabalhar juntos em um desafio de força física e mental para manter o segredo dentro do desfiladeiro antes que seja tarde demais.

O filme nos chamou a atenção pela mistura de gêneros, mas por se portar como uma obra despretensiosa e que cumpre a promessa de entreter os assinantes da plataforma. E um dos elementos que mais desponta no longa é o fato dele ser pincelado com o melhor dos thrillers de conspiração.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco filmes similares para você conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossas escolhas:

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO (1997)

teoria da conspiração

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Apesar de uma recepção mista por parte da crítica, Teoria da Conspiração se tornou um clássico cult com o passar dos anos e, até hoje, é relembrado como um dos mais famosos suspenses políticos dos anos 1990. Dirigido por Richard Donner, a obra trouxe nomes como Mel GibsonJulia RobertsPatrick Stewart no elenco – além de ter arrecadado US$137 milhões ao redor do mundo.

Na trama, Jerry Fletcher, taxista da cidade de Nova York, é um especialista em teorias da conspiração paranoicas. Ele está apaixonado por Alice Sutton, advogada do governo. Ele é capturado e submetido a testes pelo Dr. Jonas e percebe que há uma conspiração real. Depois de escapar, Jerry pede a ajuda de Alice, mas ela fica em dúvida se ele descobriu mesmo uma ameaça verdadeira ou é apenas louco.

V DE VINGANÇA (2005)

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Dirigido por James McTeigue em sua estreia no circuito de longas-metragens, V de Vingança é um dos filmes mais adorados dos anos 2000 – principalmente pelas reflexões políticas que promove. Elogiado pela crítica especializada, a produção trouxe nomes como Hugo Weaving e Natalie Portman ao elenco e se consagrou como um grande marco na cultura popular, ainda mais entre os grupos anti-establishment.

O filme, baseado na HQ escrita por Alan Moore em 1982, mostra a Inglaterra sob o controle de um regime tirânico. Nela, as pessoas são vigiadas constantemente pelo Estado no estilo de 1984, de George Orwell. Neste cenário de opressão surge o codinome V. Vestido com uma capa e máscara ele enfrenta o sistema com táticas de guerrilha terrorista e representa a única esperança de liberdade contra o fascismo que impera.

O CÓDIGO DA VINCI (2006)

Onde assistir: Max

Há uma década e meia, o mundo parava para assistir ao controverso O Código Da Vinci, drama de mistério estrelado por Tom Hanks e Audrey Tautou que se tornou um dos títulos mais adorados do público. A trama é centrada no simbologista Robert Langdon (Hanks), que é contratado para investigar um assassinato no museu do Louvre, que tem ligação com um mistério milenar envolvendo a linhagem de Jesus Cristo e o Santo Graal – cujas descobertas poderiam até mesmo comprometer o cristianismo.

Apesar da recepção mista, cujas principais críticas vieram no tocante ao roteiro e à condução de Ron Howard (isso sem mencionar o boicote da Igreja Católica e de diversos grupos religiosos), o filme arrecadou US$760 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se o segundo mais lucrativo do ano, além de ter gerado duas sequências diretas – ‘Anjos e Demônios’ e ‘Inferno’.

O ESCRITOR FANTASMA (2010)

o escritor fantasma

Onde assistir: YouTube (Aluguel)

Lançado em 2010, ‘O Escritor Fantasma’ foi comandado por Roman Polanski e conquistou críticas bastante positivas por parte dos especialistas mundiais, além de ter garantido ao cineasta o prêmio de Melhor Direção no Festival de Berlim.

Estrelado por Ewan McGregor e inspirado no romance homônimo de Robert Harris, a trama é centrada e um escritor de sucesso que concorda em finalizar as memórias de Adam Long, o ex-primeiro-ministro britânico, e seu editor lhe garante que é a maior oportunidade de sua vida. Mas o escritor começa a descobrir evidências sugerindo que seu predecessor sabia de um segredo sombrio de Long e pode ter sido morto para evitar que a verdade viesse à tona.

SEM ESCALAS (2014)

sem escalas

Onde assistir: Netflix

Liam Neeson é um dos astros de maior fama dentro do gênero de thrillers de ação – e protagonizou inúmeras produções do gênero neste século. Um de seus mais famosos foi comandado por Jaume Collet-Serra e chegou aos cinemas em 2014: Sem Escalas.

Na trama, durante um voo de Nova York a Londres, o agente Neil Marks recebe uma série de mensagens enigmáticas, dizendo que um passageiro será morto a cada 20 minutos caso US$150 milhões não sejam transferidos para uma conta bancária. Inicialmente, Neil não dá atenção à ameaça, mas, quando o primeiro passageiro aparece morto, ele inicia uma investigação em pleno avião sobre quem possa ser o assassino.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com ESTUPENDO retrato de um artista autodestrutivo

Emergindo das sombras de uma úmida cabine de um navio, László Toth é um imigrante judeu que foge da Europa pós Segunda Guerra Mundial em busca de uma nova vida na América. Seu primeiro contato com o céu nova-iorquino é deslumbrante: uma tomada de lado feita de ponta cabeça da Estátua da Liberdade. Enxergando o monumento pela ótica desse talentoso arquiteto – que por hora não vemos, apenas ouvimos -, logo notamos que estamos diante de um retrato particular.

Pelas próximas 3h35 de filme, testemunharemos o mundo por um ângulo invertido, pelas lentes de um artista exemplar e altamente destrutivo. Ali, naqueles primeiros sete minutos de O Brutalista, ainda não sabemos disso. Mas estamos prestes a descobrir o que é a arte, se não o megalomaníaco reflexo de um visionário artista.

Homens abraçados em frente a ônibus verde.
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A título de confusão, László Toth é uma alegoria fictícia de um homem louco real. Talvez você não saiba, mas se trata de um geólogo húngaro australiano mundialmente conhecido por vandalizar a estátua da Pietà de Michelangelo, em 1972. Até então, seu nome configurava nos átrios da história por seu crime jamais devidamente pago. Mas a partir do novo longa dirigido por Brady Corbet e co-escrito por ele e Mona Fastvold, ele ganha um novo significado. Agora se materializando como um arquiteto embriagado em sua própria obsessão criativa, essa atípica e tão bem escolhida alcunha passa a ser também o caminho percorrido por Adrien Brody em direção ao seu possível segundo Oscar.

E que genial de Corbet em transformar uma antiga história de um louco em uma epígrafe para O Brutalista. Propositalmente criando uma superficial, porém certeira, conexão com um homem do passado, ele arquiteta seu drama como uma espécie de cinebiografia. Da chegada de seu protagonista à América a sua consolidação em seu ramo de atuação, perpassamos pelos principais momentos de sua vida sempre com aquela percepção dúbia de hora estarmos diante de uma ficção e hora diante da razão. Com nosso raciocínio cinematográfico induzido a uma busca por uma boia de salvação que nos confirme a veracidade da história de László, somos constantemente confrontados com a certeza de que ali, tudo não passa de uma criação imagética do cineasta.

Casal abraçado em escritório iluminado por abajur.
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Ainda assim, bebemos do cálice dessa inebriante aventura, sedentos para que isso seja mais do que um drama ficcional. Não é. Mas nada nos impede de sermos tomados pela alucinante e épica jornada desse voraz homem preso em sua própria criatividade e conduzido pela ambição de um outro homem rico, vivido por Guy Pearce. E embora O Brutalista se estenda muito mais do que a média do cinema contemporâneo, as desventuras e descobertas de Lászlo, tanto como um funcional viciado em heroína, bem como um arquiteto avant-garde, são habilmente trabalhadas em tela, abreviando o cansaço que um filme longo comumente traria ao afegão médio em busca de um entretenimento.

Dividindo sua história em três extensos atos, Corbet convida a audiência para uma experiência homérica sobre a vida humana, seus dissabores, tropeços e acertos. A partir de um homem fictício de nome e sobrenome reais, desfrutamos dessa ode às avessas à imigração. Mergulhamos em seus rompantes de loucura, tamanha a obsessão pela arquitetura das coisas, e acompanhamos seu tumultuado casamento. E sob uma direção mais precisa e madura, o ex-ator de filmes indie usa sua antiga habilidade em tela para agora, como cineasta, conduzir seu elenco à epítome da loucura. Abordando o preço da grandeza, Brady direciona suas lentes para uma exploração mais rigorosa e requintada do design de produção de seu filme – que assume papel protagonista na trama -, à medida em que abre espaço para que seu elenco brilhe.

Três homens em um pátio industrial de carvão.
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E assim, Brody, Pearce, Felicity Jones e Joe Alwyn dançam em tela em performances arrebatadoras, em um espetáculo dantesco sobre o assombroso peso que o talento artístico às vezes carrega na mente de seus torturados artistas. Com uma fotografia estonteante, o longa ainda é uma epifania sobre poder em suas diversas esferas e dimensões, do rico investidor com ares de filantropo ao megalomaníaco artista que se embriaga na serotonina de sua arquitetura. E nessa corrida da vida onde obsessão, prazeres perversos, arte e dinheiro se digladiam, O Brutalista se solidifica como uma poderosa e revigorante epopeia pós-moderna. Com alguns pequenos problemas de ritmo que são ofuscados pela beleza total de seu resultado final, o novo filme de Brady Corbet é a epítome do cinema premium, sem espaço para agendas progressistas e unicamente focado na pureza da arte da mais alta qualidade.