Site Página 1058

Crítica | ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é um filme morno, mas de entretenimento honesto

Faz seis anos que Steve Rogers (Chris Evans) voltou no tempo e decidiu viver sua merecida vida como civil, deixando o escudo e o manto do Capitão América para Sam Wilson (Anthony Mackie). Nesse espaço de tempo, o que parecia ser uma despedida digna de um ícone das telonas e o nascimento do novo símbolo que lideraria essa nova fase do Universo Cinematográfico Marvel acabou se perdendo diante de fatores completamente improváveis, como a pandemia de Covid-19 e o desinteresse crescente dos fãs de filmes com super-heróis por essas produções, muito por conta do bombardeio de produções que a própria Marvel promoveu em seu universo.

Esse intervalo abriu uma crise sem precedentes no Marvel Studios, que viu suas críticas sempre positivas descambarem para longas decepcionantes e sofrerem com campanhas de ódio antes mesmo dos filmes estrearem, como ocorreu com Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021), que foi boicotado na China por conta de posicionamento do protagonista em relação ao regime da República Popular, assim como As Marvels (2023), que já nasceu fadado ao fracasso com fake news, atrasos e uma forte antipatia do público pela protagonista. Além disso, a grande quantidade de séries lançadas no streaming reduziram o interesse do grande público, que deixou de acompanhar o desenvolvimento do MCU de forma tão fervorosa quanto nas primeiras fases deste universo compartilhado.

captain america: brave new world

Pois bem, tendo de enfrentar fracassos pela primeira vez desde 2008, quando lançou O Incrível Hulk, a Marvel redefiniu seu calendário de lançamentos, deixou apenas Deadpool & Wolverine para estrear nas telonas em 2024, o que resgatou o interesse do público por assistir produções da casa novamente. Com esse ‘intervalo’, o estúdio chega a 2025 com três filmes de cinema por vir, cabendo a Capitão América: Admirável Mundo Novo abrir o calendário. Era uma aposta segura, com título forte e dando prosseguimento a uma das séries de maior sucesso do estúdio: Falcão e o Soldado Invernal (2021). Porém, o filme novamente já chega aos cinemas com uma campanha de ódio promovida por pessoas que sequer assistiram o longa e usam de notícias falsas de supostos insiders para vender a ideia de que o projeto teve bastidores caóticos, com demissão de diretor – que não aconteceu – e uma suposta refilmagem de 50% do filme, o que jamais foi comprovado.

Diante dessa campanha negativa, muitos sequer querem dar uma chance para o longa, já achando que será uma bomba. No entanto, o filme passa longe de ser essa tragédia anunciada por portais do exterior. A trama dá prosseguimento aos eventos de Falcão e o Soldado Invernal, já em uma realidade na qual Sam Wilson é inquestionavelmente o Capitão América. Ele não perde tempo tentando se provar para as pessoas, porque todos sabem que ele é o ‘Caps’ e o respeitam como tal. Nesse meio tempo, os EUA elegeram o General Ross (Harrison Ford) como presidente do país, trazendo mais conservadorismo para a Casa Branca. O antigo rival dos Vingadores, porém, entende que sua visão sobre os heróis, intensificada em Capitão América: Guerra Civil (2016), se provou errada. Então, ele convida Sam para trabalhar junto a ele em uma reconstrução dos Vingadores. O problema é que ele sofre um atentado que é atribuído a Isaiah Bradley (Carl Lumbly), o ‘Capitão apagado da história’, que foi apadrinhado por Sam durante a série de 2021. Ele é mandado para a prisão, mas o Capitão América não se convence de um possível surto, dando início a uma investigação que o leva a uma trama conspiratória envolvendo velhos conhecidos do presidente dos EUA.

Vale destacar que o filme é uma típica aventura do Capitão América. Quem já pegou um gibi regular do herói, naquelas revistinhas que não integram grandes sagas e estão nas bancas apenas por conta do compromisso mensal de lançamento, vai sentir a mesma sensação da leitura. Dito isso, por mais que o longa flerte com o thriller político em certos momentos, ele nunca se desenvolve nesse molde. Ele é essencialmente uma aventura voltada para dois heróis, cujas habilidades incluem voar e bater. Sabendo disso, o filme não tenta ir além, criando uma trama ridiculamente simples, mas eficaz.

Entretanto, diante dos coadjuvantes e do núcleo que permeia Sam Wilson, o longa parece mais uma sequência de O Incrível Hulk do que dos filmes do Capitão América. O filme retoma várias pontas soltas da aventura de 2008 e as conclui de forma satisfatória. O ponto aqui é que muitos fãs não faziam questão de revisitar esse núcleo, ainda mais em uma aventura do Capitão América, que tem seus personagens, como a Sociedade da Serpente, reduzidos a meras participações sem relevância. Neste ponto, a série do Falcão lidou melhor com a construção de vilões e coadjuvantes que dialogassem melhor com o protagonista.

Ao fim do filme, de todos os personagens abordados, fica a sensação de que o público só deveria se importar mesmo com o Capitão América e o novo Falcão. É a única relação efetivamente desenvolvida no entorno do herói, e isso se deve muito à química de Anthony Mackie e Danny Ramírez, que parece amigos de longa data. Com essa relação de amizade entre mestre e aprendiz, eles desenvolvem esse núcleo do Capitão América de forma competente e divertida.

Também há muita química entre Mackie e o lendário Harrison Ford. O carrancudo mais amado de Hollywood assume o papel de Presidente Ross, substituindo o falecido William Hurt. E essa provavelmente foi a primeira vez que o personagem conseguiu extrair sentimentos não-odiosos do público. Em sua nova empreitada, agora na política, Ross tenta ser mais diplomático e aberto a ideias. Acima de tudo, ele quer provar para a filha que é um homem mudado, deixando que sua obsessão por prender o Hulk e os outros heróis desse espaço a sentimentos mais importantes. Sua relação com Sam é interessante, porque envolve uma clara briga de egos. O entendimento de Mackie e Ford em cena é fundamental para o desenrolar da trama, segurando o interesse do público em momentos de menor inspiração narrativa, por assim dizer.

Outra grande preocupação criada no público, e aí a culpa recai sobre os próprios trailers, era quanto o uso de CGI no filme. As versões divulgadas oficialmente não estavam finalizadas e traziam cenários incomodamente artificiais. O resulto final está bem melhor do que aquilo prometido nos trailers, com um melhor acabamento nos efeitos visuais, ficando dentro dos padrões recentes de CGI de Hollywood. O problema mesmo é o uso de cores pastéis e da baixa saturação, que dão um resultado esteticamente feio, pouco inspirado. A batalha final é tão opaca que parece ter saído diretamente de Wicked. É meio decepcionante, porque é um filme que traz alguns bons elementos dos quadrinhos, então poderia trabalhar um pouco melhor essa coloração dos cenários e contrastes visuais.

Falando sobre essa inspiração dos quadrinhos, os fãs do Hulk vão sentir um alívio. Após a Marvel apostar no Professor Hulk, a versão grosseirona e irracional deixou saudades nos apaixonados pelo monstrão. O Hulk Vermelho de Harrison Ford vem para ocupar esse espaço, causando uma destruição gigantesca e utilizado golpes de luta icônicos do Hulk das HQs. O mesmo se aplica ao Capitão América, que combina o lançamento do escudo com suas asas de vibranium, criando combos visualmente interessantes e bem cartunescos. É muito legal de ver Sam Wilson lutando com o novo traje.

Por fim, é uma pena que dois atores de altíssimo calibre tenham sido desperdiçados em papéis menores. Tim Blake Nelson, que interpreta o Líder, não tinha muito o que fazer. Ele foi escalado para o papel em 2008 e apenas retornou para continuar a desenvolvê-lo em tela. Mesmo sem ter muito o que fazer, ele segue com uma boa presença e até chega a ser ameaçador em alguns momentos, mas merecia um destaque muito maior. O mesmo acontece com Giancarlo Esposito, que interpreta o mercenário líder da Sociedade da Serpente. Não que ele esteja mal no papel, mas a verdade é que é um vilão tão genérico que poderia ser interpretado por qualquer um. Gastar um ator desse calibre em um personagem assim é extremamente frustrante.

No fim das contas, o grande problema do filme é essa falta de foco. Ao mesmo tempo que há uma trama do Capitão América, o universo do Hulk toma conta de tempo demais de tela, o que surpreendentemente acaba diminuindo a sensação de urgência, de ameaça. Porque por mais que haja um vilão maligno ali, todos sabem que o clímax será a luta contra o Hulk Vermelho, e como o Capitão será parte central dos próximos filmes dos Vingadores, todos sabem que não vai acontecer nada de ruim para o herói. É engraçado lembrar que o próprio Steve Rogers sofreu com isso em seu primeiro filme. Ele foi o último longa antes de Os Vingadores (2012), então Capitão América: O Primeiro Vingador (2011) também teve de lidar com essa redução da sensação de urgência, só encontrando o ‘tom certo’ no segundo capítulo da saga.

Mesmo com tanto pontos conflitantes, Capitão América: Admirável Mundo Novo passa longe de ser um filme ruim, um fracasso ou uma bomba, como muitos previam antes do lançamento. É uma aventura bastante honesta, que consegue entreter de forma eficaz. Também passa longe de ser um excelente filme, bom dizer. É um típico entretenimento ao estilo Sessão da Tarde, que certamente passará a ser mais valorizado quando estiver sendo exibido na TV aberta daqui a uns dois anos. Vale a pena ser visto com um saco de pipocas, doces superfaturados e um copão de refrigerante. Um entretenimento despretensioso que consegue agradar mesmo sem ousar ou trazer algum diferencial.

Bridget Jones: Louca Pelo Garoto

(Bridget Jones: Mad About the Boy)

 

Elenco:

Renée Zellweger
Hugh Grant
Leo Woodall
Emma Thompson

 

Direção: Michael Morris

Gênero: Comédia

Duração: 124 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 13 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

O novo filme será baseado no terceiro livro da série de Helen Fielding. BRIDGET JONES: LOUCA PELO GAROTO acompanha Bridget em seus primeiros cinquenta anos, enfrentando os desafios da vida moderna e conciliando as responsabilidades da maternidade.

Pressionada a forjar um novo caminho em direção à vida e ao amor, Bridget volta ao trabalho e até experimenta aplicativos de namoro, e logo se torna a ‘favorita’ de um homem mais jovem, sonhador e entusiasmado. Agora entre os malabarismos com trabalho, casa e romance, Bridget ainda tem que lidar com o julgamento das mães perfeitas na escola, se preocupar com Billy ainda em luto pela ausência de seu pai e se envolver em uma série de estranhos contatos com o racional professor de ciências de seu filho.

Crítica: 

Crítica | ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ é como REVER uma amiga antiga

Curiosidades: 

» Colin Firth não retorna para o novo filme;

» Renée Zellweger ficou ARRASADA que Colin Firth não volta em ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’

» Tim Bevan e Eric Fellner, produtores de todos os filmes da saga, estão de volta para assumir a produção, desta vez ao lado de Jo Wallett, conhecida por seu trabalho em ‘Catarina, a Menina Chamada Passarinha‘;

» O primeiro filme, ‘O Diário de Bridget Jones‘, arrecadou US$ 282 milhões e rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz à Renée Zellweger. A sequência lançada em 2004, ‘Bridget Jones: No Limite da Razão‘, conquistou US$ 265.1 milhões nas bilheterias, enquanto ‘O Bebê de Bridget Jones‘, lançado em 2016, arrecadou US$ 212 milhões;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Foto: The Grosby Group

Crítica | ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ é como REVER uma amiga antiga

Ela está de volta! Uma das personagens queridinhas do início do milênio, a britânica Bridget Jones dialogou com a mulher urbana e cosmopolita no início do século abordando temas relevantes à época e ao universo feminil e que mais tarde seriam falados mais abertamente pela sociedade, tais como a gordofobia e o orgulho do próprio corpo, a autossuficiência emocional e, também, responsabilidade emocional. Entre uma paixonite e um coração partido, as décadas se passaram e essa personagem literária extrapolou as páginas dos livros de Helen Fielding e ganhou três filmes para chamar de seu. Agora, vinte e quatro anos após a primeira adaptação, chega aos cinemas hoje o mais novo capítulo dessa história: a comédia românticaBridget Jones: Louca Pelo Garoto’.

Depois de ter encontrado seu final feliz com Darcy (Colin Firth), hoje Bridget Jones (Renée Zellweger) é uma viúva, mãe de dois filhos pequenos e que tenta equilibrar uma rotina que inclui as agendas de ambas as crianças, deixando sua própria vida pessoal de lado. Quando sua ginecologista Dr. Rawlings (Emma Thompson) sugere que ela volte ao trabalho, e seus amigos sugerem que ela entre em um app de relacionamentos, Bridget decide fazer tudo isso, na tentativa de retomar sua vida quatro anos após o trágico acidente que levou seu marido. Assim, tentando acompanhar a vida escolar de seus filhos com a chegada de um novo professor, Mr. Wallaker (Chiwetel Ejiofor), e entender como será sua nova vida amorosa quando conhece o jovem Roxster (Leo Woodall).

Para quem leu e viu todos os outros filmes, ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ tem o mesmo formato ao qual já estamos acostumados (e esperamos) ver: nossa protagonista enrolada, com crises de autoestima, dividida entre dois boys extremamente opostos que fazem ela se sentir insegura e corajosa ao mesmo tempo. Ainda temos, claro, a participação dos queridos Darcy e de Daniel (Hugh Grant), cada um a sua forma, mostrando não só a passagem de tempo, mas, acima de tudo, a maturidade e a serenidade que vem a todos justamente por causa dessa passagem de tempo.

Atentos às questões atuais da mulher moderna, o roteiro (baseado no livro homônimo) constrói situações com as quais o público feminino facilmente irá se relacionar, seja com relação à maternidade, à necessidade de se relacionar, depois de um tempo, com alguém novo ou sobre voltar à ativa num mercado de trabalho competitivo. Nessa jornada, a protagonista atrapalhada recupera alguns cacos que a fizeram famosa, como seu jeito sempre positivo de ver as coisas ou de acabar falando demais quando está nervosa. Às vezes, entretanto, não dá para entender algumas escolhas, como a manutenção da protagonista sempre descabelada, mesmo quando ela dá a volta por cima. Ainda assim, o diretor Michael Morris faz um bom trabalho em captar a essência da saga com um elenco que segue entrosado e disposto a entender e entregar o que seu público quer.

Voltar ao universo de Jones é como rever uma amiga a quem viemos acompanhando nos últimos vinte e cinco anos, de quem sabemos tudo a respeito e que dá gosto de reencontrar e ver bem, apesar de tudo que enfrentou. Divertido e leve, ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ retrata os desafios da mulher contemporânea em uma história com a qual a mulher cosmopolita vai se identificar.

SING SING

(SING SING)

Elenco:

Colman Domingo
Clarence Maclin
Sean San Jose

 

Direção: Greg Kwedar

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Fevereiro de 2025

Sinopse: 

Em SING SING, Divine G é preso por um crime que não cometeu, mas acaba encontrando propósito atuando em um grupo de teatro com outros homens encarcerados. Quando um estranho cauteloso se junta ao grupo, os homens decidem encenar sua primeira comédia original.

Crítica | Incrível História Real Com Atores Detentos Alicerça Indicações ao Oscar de ‘Sing Sing’

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Greg Kwedar também assina o roteiro ao lado de Clint Bentley;

» O longa é baseado no programa real de Reabilitação pelas Artes da Prisão de Segurança Máxima de Sing Sing;

Trailer:

Cartazes: 

Pôster do filme Sing Sing com elenco masculino

Fotos: 

Grupo de homens de uniforme em fila, olhando sérios.

Dois homens sentados, um em primeiro plano com capuz roxo.

Atores fantasiados nos bastidores de uma peça teatral

Homem com coroa olhando sério, fundo azul com pássaros.

Crítica | Incrível História Real Com Atores Detentos Alicerça Indicações ao Oscar de ‘Sing Sing’

Essa época do ano é a grande festa dos cinéfilos. É a época em que temos a chance de nos depararmos com histórias incríveis, inacreditáveis, que inspiram de alguma forma e são transformadas em filmes – que estreiam geralmente aqui no Brasil durante o verão, época das grandes premiações no hemisfério norte. Assim nos deparamos com o longa ‘Sing Sing’, produzido em 2023 que só chegou agora nos cinemas nacionais, e tem colecionado diversas indicações nesta temporada, incluindo 3 indicações ao Oscar.

Grupo de homens de uniforme em fila, olhando sérios.

Divine G (Colman Domingos, de ‘A Cor Púrpura’) é um detendo muito dedicado aos estudos do Direito, pois tenta encontrar uma prova que possa usar para defender seu caso e conquistar a liberdade. Para escapar da realidade terrível, Divine G também é dramaturgo, e ajuda a gerenciar um grupo de teatro dentro da penitenciária ‘Sing Sing’, onde cerca de dez detentos dedicam seus tempos interpretando peças distintas para apresentar ao resto de seus colegas. Certo dia, um novo integrante chega no grupo: é Divine Eye (Clarence Maclin), um detento cheio de raiva, que entra desafiando a dinâmica do grupo ao sugerir que a próxima peça a ser ensaiada fosse uma comédia, criada por eles.

O mais incrível (no real sentido da palavra, ou seja, de ser difícil de acreditar, e aqui vai um pequeno spoiler do bem) em ‘Sing Sing’ é que tirando Colman Domingo e Paul Raci do núcleo principal, todo o resto do elenco é composto por detentos reais da penitenciária. Ao final do filme há pequenos clips do verdadeiro grupo de teatro performando as peças, e esse ponto convida o espectador a sair da ficção e encarar a beleza do que esse conjunto de pessoas conseguiu alcançar mesmo encontrando-se em estado de confinamento.

Dois homens sentados, um em primeiro plano com capuz roxo.

Escrito por John H. Richardson, Brent Buell e Clint Bentley, o roteiro faz uma escolha incomum de centrar sua história essencialmente no processo, não necessariamente no final feliz. Isso significa que tanto o roteiro quanto o diretor Greg Kwedar optaram por mostrar o talento desses atores na jornada de construção de seus personagens (na peça e no filme) do que se aprofundar no drama esperado de filmes de cárcere. Assim, os dilemas que os personagens enfrentam têm a ver com seus conflitos internos versus a apresentação cênica, e não com suas vidas primevas ou a luta jurídica. Dessa escolha, brilham os atores secundários, mas, em contrapartida, o espectador não se aprofunda nos dramas individuais, nem no drama coletivo.

E provavelmente esse tenha sido a principal motivação da produção: construir um filme que iluminasse o trabalho desse grupo teatral e os levasse para o mundo pelos seus talentos, não pelas motivações que os levaram ao confinamento carcerário. Agora que fomos apresentados a tantos talentos, vai ser difícil a indústria ignorar os trabalhos de Sean San José, Patrick Griffin, David Giraudy, Mosi Eagle, Sean Dino Johnson, Dario Peña e James Williams.

Sing Sing’ colocou as intenções acima das ambições, e é isso que faz desse filme algo tão especial. Para além de uma história real inspiradora, é um filme que nos lembra quantos talentos estão por aí no mundo, precisando de uma mão que os puxe para o holofote.

Homem com coroa olhando sério, fundo azul com pássaros.

‘Capitão América’: “A Marvel quer fazer o MELHOR produto que podem e querem ver você ganhar”, diz Anthony Mackie [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Anthony Mackie falou sobre ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ e como é trabalhar com a Marvel.

“A Marvel quer fazer o MELHOR produto que podem e querem ver você ganhar”, ele afirmou.

Assista, com nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O filme arrecadou US$ 12 milhões em sua pré-estreia no território norte-americano.

Para termos de comparação, o longa conseguiu superar a pré-estreia de ‘Capitão América 2: O Soldado Invernal‘, que arrecadou US$ 10.2 milhões no mesmo período – antes de fechar o seu primeiro final de semana com US$ 95 milhões domesticamente.

Se considerarmos o final de semana estendido do Dia do Presidente nos EUA, a produção fica abaixo do desempenho de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘. Com pré-estreia de US$ 17.5 milhões, o terceiro filme do Homem-Formiga arrecadou US$ 120.3 milhões no final de semana estendido (e US$ 106.1 milhões no final de semana regular).

Admirável Mundo Novo‘, no entanto, não deve superar a marca dos US$ 100 milhões no final de semana estendido do país. Projeções recente indicam uma abertura em torno de US$ 94 milhões (e US$ 80 milhões no final de semana regular).

Internacionalmente, o longa deve acrescentar US$ 96 milhões através de todos os mercados – incluindo a China –, totalizando uma estreia global de US$ 190 milhões.

Com 52% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Vingadores: Guerras Secretas’: Robert Downey Jr. compartilha arte do Doutor Destino no Dia dos Namorados

Depois de ter eternizado Tony Stark/Homem de Ferro no Universo Cinemático MarvelRobert Downey Jrteve seu retorno confirmado ao icônico panteão super-heroico como o vilanesco Victor Von Doom/Doutor Destino.

Além de já ter sido confirmado em ‘Vingadores: Apocalipse’ e em Vingadores: Guerras Secretas, o personagem deve ser oficialmente introduzido em uma cena pós-créditos de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.

Em comemoração ao Dia dos Namorados, Downey Jr. divulgou uma arte do personagem brincando com seu nome. A arte mostra uma caixa de chocolates no formato da máscara de Destino, assinado por “Victor Von Valentine”.

Segundo recentes rumores (via CBM), a Marvel Studios quer que Downey Jr. reprise seu papel como Doutor Destino em projetos futuros – o que indica que o antagonista deve ter peso considerável após o fim da Saga do Multiverso no MCU.

Vale lembrar que, de acordo com a Production Weekly, as gravações de ‘Vingadores: Apocalipse‘ devem ser iniciadas em março deste ano.

Segundo o relatório, as gravações serão feitas no Reino Unido, com Chris Evans, Downey Jr. e Anthony Mackie tendo presenças confirmadas.

O site também informou que Tom Holland, Elizabeth Olsen e membros do elenco de ‘Quarteto Fantástico‘ gravarão cenas para o filme nesse período.

Vingadores: Apocalipse‘ está programado para no dia 1º de maio de 2026, enquanto a sequência ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ está prevista para maio de 2027.

Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’) serão responsáveis pela direção.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Send Help’: Novo TERROR de Sam Raimi estrelado por Rachel McAdams e Dylan O’Brien ganha data de estreia

Send Help‘, novo terror de sobrevivência do diretor Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno’), ganhou data de estreia.

O filme chega aos cinemas em 30 de janeiro de 2026.

Dylan O’Brien (‘Amor e Monstros’) e Rachel McAdams (‘Voo Noturno’) serão os protagonistas. Dennis Haysbert (‘Lucifer’) também estrela.

Na trama…

“Dois colegas ficam presos em uma ilha deserta (O’Brien e McAdams), sendo os únicos sobreviventes de um acidente de avião. Na ilha, eles devem superar seus problemas do força e inteligência para saírem vivos.”

O filme ganhou sua primeira imagem dos bastidores.

Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.

Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.

20th Century Studios é o estúdio por trás do projeto.

‘Elio’: Nova animação da Pixar tem estreia adiada

A nova animação da Pixar, Elio, teve sua estreia adiada novamente. Porém, em apenas uma semana.

Segundo o Deadline, o filme que estava programado para ser lançado nos cinemas em 13 de junho, agora estreia no dia 19 de junho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Adrian Molina (‘Viva – A Vida É uma Festa’) é responsável pela direção.

A trama segue Elio, um azarão com uma imaginação fértil que, de repente, se vê transportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária com representantes de galáxias distantes. Erroneamente identificado como o embaixador da Terra para o resto do universo e completamente despreparado para esse tipo de pressão, Elio deve criar novos laços com excêntricas formas de vida alienígenas, sobreviver a uma série de incríveis provações e, de alguma forma, descobrir quem ele realmente deve ser.

Yonas Kibreab (‘Obi-Wan Kenobi’) dubla o personagem titular. A produção ainda conta com as vozes de Jameela Jamil (‘The Good Place’), Brad Garrett (‘Operação Babá’) e Zoe Saldaña (‘Avatar’).

Tem MEDO DE ALTURA? Um dos filmes mais TENSOS dos últimos anos volta ao catálogo do Prime Video

Intitulado ‘A Queda‘, o thriller de sobrevivência que se tornou um sucesso comercial e de crítica para a Lionsgate em 2022, voltou ao catálogo do Prime Video.

O filme fez tanto sucesso que vai ganhar sequências.

A trama gira em torno de duas amigas – interpretadas por Grace Fulton e Virginia Gardner – que escalam 2.000 pés até o topo de uma torre de rádio abandonada e ficam presas sem ter como descer. Suas habilidades de escalada são postas à prova enquanto eles lutam desesperadamente para sobreviver ao desgaste físico, à falta de suprimentos e à altura vertiginosa.

Orçado em apenas US$ 03 milhões, o longa faturou US$ 21,8 milhões pelo mundo.

Assista ao trailer:

O roteiro é assinado por Jonathan Frank.

Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’) e Mason Gooding (‘Pânico’) também estrelam a produção.

O filme conquistou 79% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo bastante aplaudido por sua angustiante atmosfera.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Capstone Studios tendo já está planejando duas sequências para o filme escrito e dirigido por Scott Mann.

Também foi dito que o cineasta vai produzir as continuações e retornar à cadeira de diretor no terceiro filme.

Fruto de uma parceria entre a Capstone, a Tea Shop Productions e a Flawless Films, a primeira sequência será filmada a partir de junho de 2024.

Através de um comunicado, Christian Mercuri, CEO da Capstone, disse que:

“Essas duas novas sequências são oportunidades maravilhosas para expandir o original. Queremos agora levar a franquia ainda mais longe enquanto reunimos a melhor equipe e ideias para garantir que o próximo filme seja de arrepiar os cabelos, desafiar a morte e acelerar o coração do público global.”

Mann também se pronunciou, comemorando a parceria.

“Estou emocionado por continuar a jornada de ‘A Queda‘ e levar a franquia para o próximo nível. Temos uma experiência cinematográfica realmente especial planejada e estou imensamente grato aos meus colegas produtores por apoiarem essa visão. Também estou animado por trabalhar com novos colaboradores, bem como por me reunir com a turma original, e obviamente mal posso esperar para voltar a filmar a milhares de metros de altura.”

Ambos os novos filmes trarão de volta alguns dos personagens originais, ao mesmo tempo que deixam espaço para a introdução de novos.

Live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ ganha BELO cartaz nacional e estreia antes no Brasil

A versão live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ ganhou um BELO cartaz nacional.

Além disso, o filme vai chegar mais cedo nos cinemas nacionais. Inicialmente previsto para 12 de junho, o filme agora chega aos cinemas em 5 de junho.

A estreia acontece uma semana antes dos EUA.

Confira o novo cartaz e trailer:

Poster do filme Como Treinar Seu Dragão em IMAX

O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

346263e4 9512 4fd4 a9cf 0945e73de5eb

14 anos do 1º ‘Capitão América’ | Jensen Ackles, Channing Tatum e outros atores QUASE viveram o herói; Confira CURIOSIDADES!

Lançada há 14 anos, a primeira aventura do Capitão América no Universo Cinematográfico Marvel foi importantíssima para o desenvolvimento da Marvel nas telonas. Em comemoração a essa data simbólica, o CinePOP separou dez curiosidades sobre Capitão América: O Primeiro Vingador. Confira!


A escolha do Capitão América

Antes mesmo de Sam Wilson, Bucky Barnes e John Walker divergirem sobre quem deveria ser o novo Capitão América, a Marvel já penou bastante com isso nos primórdios de seu universo. Isso porque o estúdio queria que Chris Evans interpretasse o herói no MCU. No entanto, o ator tinha receio de que os fãs não fossem aceitá-lo no papel por conta de sua recente interpretação do Tocha Humana nos filmes do Quarteto Fantástico. Além de não querer se envolver em um projeto tão longo com um único personagem, já que ele temia ficar eternamente associado a um papel pelo resto da carreira. Então, com a negativa de Chris, a Marvel fez testes com outros atores, incluindo Jensen Ackles (que era um dos favoritos dos fãs), Sebastian Stan (que viria a ser escalado como Bucky), Channing Tatum, Alexander Skarsgard e John Krasinski, sendo este último a “segunda escolha” do estúdio. Sim, Krasinski estava 99% acertado com a Marvel para ser o Capitão América. Inclusive, ele começou a fazer um treinamento especial para o papel, que acabou refletindo numa versão mais fortinha de Jim Halpert nas temporadas finais de The Office. Só que o estúdio não desistiu de Evans e ficou fazendo ligações para tentar convencê-lo. Na última tentativa, o próprio Robert Downey Jr. ligou para Chris e disse que abandonaria o papel de Tony Stark se o ator não topasse interpretar Steve Rogers. Diante deste ultimato, Chris Evans acabou aceitando o papel, e John Krasinski passou a ser o favorito dos fãs para viver Reed Richards nos cinemas.


Trapaceando a dieta

Um dos grandes desafios da história de origem do Capitão América era a mudança física extrema de Steve Rogers, um rapaz franzino e asmático do Brooklyn, para um ser humano com o físico que representasse o auge da evolução humana. Para isso, o diretor Joe Johston contou com a ajuda de uma empresa especializada em mudanças faciais feitas de modo digital, algo como o “Deepfake” de hoje, só que profissional. O processo de filmagem dessas cenas do Steve raquítico eram cansativos porque envolviam repetir a cena várias vezes de formas distintas. Primeiro era gravada a expressão facial de Chris para que pudesse ser inserida no rosto do dublê. Depois, o elenco se reunia e fazia a cena normalmente. Então, Chris saía de cena e o resto do elenco reencenava o momento olhando para baixo, na marcação que indicava a altura do Steve pré-soro. Então, entrava o dublê magrelinho para fazer a mesma cena, para que a computação fizesse os ajudes na pós-produção e inserisse o rosto de Chris Evans sobre o corpo. Agora imagine o estresse quando os atores erravam uma fala e tinham que fazer ainda mais takes das mesma cenas? Foi uma gravação cansativa.


1,83 m

Uma das técnicas utilizadas pela direção para que o pequeno Steve estivesse na mesma perspectiva para todos os personagens foram os caixotes sobre os quais os coadjuvantes ficaram nas gravações que contavam com Chris Evans. Assim, estando mais alto, o resto do elenco acaba olhando para baixo quando ia falar com Steve. Essa técnica ficou famosa na trilogia O Senhor dos Anéis, que tinha anões, hobbits e magos altos. Também foram usados cortes e ângulos de câmera diferentes, fazendo com que Steve parecesse mais baixo ou mais alto, dependendo do momento do filme. Isso fica nítido após Steve Rogers passar pela injeção do soro, porque Chris Evans e Sebastian Stan medem 1,83 m de altura. No entanto, depois de se tornar o Capitão América, Steve passa a ser retratado em cena com ângulos que dão a impressão dele ser uns 10 cm maior que Bucky Barnes, seu melhor amigo.


Como se fosse a primeira vez

Parte fundamental do filme e da mitologia do Capitão América nos quadrinhos e nos cinemas, o Soro do Super Soldado foi introduzido no MCU antes mesmo do próprio Steve e sua identidade heroica. Sua primeira aparição acontece em O Incrível Hulk (2008). Na trama do filme, eles indicam que Bruce Banner (Edward Norton) tentava recriar o Soro do Super Soldado, mas se irradiou com raios Gama em vez dos raios Vita. O resultado todos já sabem: ele virou um monstrão verde e raivoso conhecido como Hulk. Anos mais tarde, o General Ross (William Hurt) recuperaria essa fórmula, aparentemente estabilizada, para aperfeiçoar o desempenho de Emil Blonsky (Tim Roth), permitindo que ele caçasse e enfrentasse o Hulk. Só que as coisas fogem de controle e ele acaba se transformando no vilão Abominável. E essa não é a única ligação do Capitão América com O Incrível Hulk. Em uma cena de abertura alternativa, Bruce ia para o ártico e tentaria cometer suicídio dando um tiro na boca. Então, ele se transforma no Hulk, que cospe a bala e começa a quebrar a geleira. Em um desses fragmentos de gelo, é possível ver o corpo congelado do Capitão América com escudo e tudo. Apesar da cena ter sido descartada, o que teria causado conflito com a versão do congelamento mostrada em Capitão América: O Primeiro Vingador, Bruce Banner (Mark Ruffalo) faz uma menção a ela em Os Vingadores (2012).


Queria dobradinha

Ainda falando sobre a ligação com O Incrível Hulk, o diretor do filme Louis Leterrier tentou emplacar a direção de mais um filme do MCU. Isso porque ele é fã do Capitão América, vide as referências ao herói que ele inseriu no filme do verdão, e ficou completamente louco ao ver as artes conceituais iniciais que a Marvel fez para começar a planejar o filme do Capitão. O diretor se ofereceu imediatamente para comandar a nova aventura da Marvel, só que o desempenho de seu filme nos cinemas e o estilo de filmagem do diretor não agradaram Kevin Feige a ponto de entregar para ele outro longa. Em vez disso, eles deram a direção para Joe Johnston.


Segunda Guerra Mundial por um especialista

A estética de Capitão América: O Primeiro Vingador é única no MCU. A ordem de Kevin Feige era recriar com perfeição o clima das matinês e dos Estados Unidos na época da Segunda Guerra Mundial. Para isso, ele buscou um time de especialistas em filmes sobre a Segunda Guerra para produzir cenários que precisassem do mínimo de CGI possível e transmitissem aquele espírito dos anos 1940. E o escolhido para comandar a aventura foi Joe Johston, que era um especialista em projetos de aventura contra os nazistas, já que trabalhou como diretor de arte de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981) e também dirigiu The Rocketeer (1991), uma divertida aventura dos anos 1990 sobre um piloto de avião que encontra uma turbina portátil e usa ela para se transformar em um herói dos anos 1940 que enfrenta os nazistas infiltrados em Hollywood. Com esse currículo, Joe misturou suas referências e trouxe uma direção que passa com perfeição o estilo das matinês.


Quase famosos

Inicialmente, a ideia era de que o filme tivesse um caminhão de participações especiais relacionadas ao universo do Capitão América e do Universo Marvel em si. Além da presença do Barão Zemo e do Barão Strucker, Joe Johnston queria introduzir o Wolverine e o Magneto. Só que a equipe criativa repensou na decisão dos vilões porque eles seriam utilizados em cenas curtas, agindo como subalternos do Caveira Vermelha. Como eles não teriam relevância, acabaram sendo cortados do roteiro para não serem queimados e terem a chance de aparecer posteriormente. Isso foi um acerto, já que o Zemo de Daniel Brühl se tornou um dos vilões mais amados dos fãs nas Fases seguintes. O Barão Von Strucker (Thomas Kretschmann) também apareceu em outra produção da Marvel, mas também foi utilizado como um “bucha” descartável em Vingadores: A Era de Ultron (2015). Quanto aos mutantes, a ideia era representar James Howlett como um soldado do 107º Batalhão, antes dele se transformar no Wolverine, e o pequeno Erik Lehnsherr seria retratado como prisioneiro em um dos campos de concentração, antes dele se tornar o Magneto. Acontece que essa ideia caiu por água abaixo quando Joe descobriu que a Marvel não poderia usar os personagens por questões contratuais.


Capitão América e os Caçadores da Arca Perdida

Por ter a direção de Joe Johnston, que nunca escondeu o amor por seu trabalho em Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, o diretor inseriu diversas referências ao filme em Capitão América: O Primeiro Vingador. Além dele colocar o Capitão para derrotar um nazista jogando ele contra a hélice de um avião, tal qual Indy fizera em seu primeiro filme, e colocar o objeto de desejo do vilão como causa de sua derrocada, há uma sutil referência que situa os filmes do arqueólogo no MCU. Logo no início do filme, após o Caveira Vermelha (Hugo Weaving) conseguir o Tesseract, o vilão diz uma frase como “E o Führer perdendo tempo procurando bugigangas no deserto”. Essa frase é uma referência ao grupo nazista que foi enviado para o Cairo procurar pela Arca da Aliança, no filme do Indiana Jones. Como a equipe acaba sendo dizimada pela própria Arca, a missão foi considerada um fracasso pelos nazistas, fazendo com que o vilão tirasse sarro do fracasso alheio.

 


Pechinchou o elenco

Embora tenha um elenco de bastante peso, o primeiro filme do Capitão não gastou tanto com seus elencos. Para entender melhor a situação, o astro do filme, Chris Evans, recebeu “apenas” US$ 300 mil dólares por sua atuação no longa. Em nível de comparação, Robert Downey Jr. recebeu aproximadamente US$ 55 milhões por sua participação em Os Vingadores (2012). Sebastian Stan, que interpretou o “principal coadjuvante” do filme, não tinha um nome conhecido no mercado e continuou com problemas para pagar o aluguel após receber seu cachê pelo filme. Fora isso, Stanley Tucci, que dá vida ao Dr. Abraham Erskine, nunca cita o salário como o atrativo que o levou a assinar com a Marvel. Na verdade, em algumas entrevistas, o ator afirmou que o fator que o seduziu a embarcar no filme foi a oportunidade dele trabalhar um sotaque alemão, algo que ele jamais havia feito em sua carreira.


Pós-créditos diferente

Por ser o último filme antes do aguardado Os Vingadores, Capitão América: O Primeiro Vingador teve a cena pós-créditos mais diferente da história do MCU. Ela não apenas trazia uma cena do próximo filme, mas também emendava diretamente com um teaser exclusivo com conteúdos inéditos da primeira aventura do grupo de heróis da Marvel. Assim, o filme segue até hoje como o único do Universo Cinematográfico Marvel a ser encerrado com um trailer da próxima produção.

Capitão América: O Primeiro Vingador está disponível no Disney+

Margaret Qualley, de ‘A Substância’, será VAMPIRA no reboot dos X-Men, diz rumor

A estrela Margaret Qualley, conhecida pelo seu trabalho em A Substância, está sendo cotada para interpretar Vampira no reboot dos X-Men, da Marvel Studios, conforme revelou o Word of Real.

A jovem atriz está em uma ascensão notável, com passagens por filmes como Tipos de Gentileza, ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ e Pobres Criaturas.

Seu nome se junta a outros rumores recentes, incluindo os de Harris Dickinson como Ciclope, Sadie Sink como Jean Grey, Julia Butters como Kitty Pryde, Hunter Schafer como Mística e Denzel Washington como Magneto.

Vale ressaltar que essas informações são apenas rumores e nada foi oficializado pela Marvel Studios.

denzel washington

Vale lembrar que a Marvel planeja começar as filmagens do reboot de ‘X-Men em meados de 2026, com o lançamento programado para 2027.

Michael Lesslie (‘Macbeth’) roteiriza o projeto, que deve ser supervisionado pelos Irmãos Russo.

Depois que terminarem ‘Vingadores: Apocalipse’Vingadores: Guerras Secretas, os irmãos “já assinaram um contrato” para “supervisionar projetos adicionais” após o término da Saga do Multiverso do MCU.

Anteriormente, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, confirmou em entrevista ao Deadline quando a chegada dos X-Men ao MCU irá acontecer.

“Acho que você verá alguns personagens dos X-Men que você pode reconhecer nos próximos filmes. Logo depois disso, toda a história de Guerras Secretas realmente nos leva a uma nova era de mutantes e dos X-Men. Novamente, [é] um daqueles sonhos que se tornam realidade. Finalmente temos os X-Men de volta.” 

Embora o filme da equipe ainda não tenha sido anunciado oficialmente no MCU, algumas produções da Marvel Studios já abordaram os mutantes e começaram a preparar o terreno para a chegada dos X-Men nesse universo, com ‘Deadpool & Wolverine’ sendo um filme que deu um grande passo nesse quesito.

‘Euphoria’: Rosalía e outros artistas se juntam ao elenco de estrelas da 3ª temporada; confira!

A nova temporada deEuphoria, sucesso da HBO, já está em produção e, neste ano, a cantora vencedora do Grammy, Rosalía, se juntará ao elenco da série.

De acordo com o Deadline, além de Rosalía, o jogador Marshawn Lynch e o ator Kadeem Hardison também estarão na terceira temporada, ao lado de Zendaya, Sydney Sweeney, Jacob Elordi, entre outros.

Embora a produção ainda não tenha revelado os papéis exatos que os novos integrantes irão desempenhar, foi destacado que eles estarão em papéis especiais de destaque, assim como Darrell Britt-Gibson, Priscilla Delgado, James Landry Hébert e Anna Van Patten.

“Fiquei radiante quando soube que fui escalado. É incrível estar de volta ao set com a Z. Nós formamos uma amizade muito forte enquanto filmávamos Agente K.C. e permanecemos próximos, então isso é muito especial”, afirmou Hardison. “Sam, Ashley, o elenco inteiro e a equipe têm sido ótimos de se trabalhar, e todos estamos muito felizes de estar filmando aqui em Los Angeles, especialmente após a tragédia que milhares de pessoas aqui acabaram de vivenciar. Nossos corações estão com todos afetados, e esperamos que mais produções sigam o exemplo e voltem para Los Angeles para filmar”.

Marshawn Lynch também compartilhou sua empolgação: “Estou muito empolgado com o show e a oportunidade de trabalhar com as pessoas na frente e atrás das câmeras. No final das contas, sou grato pela oportunidade”.

Vale lembrar que Storm Reid não retornará ao papel de Georgia “Gia” Bennett, irmã de Ruby “Rue” Bennett, devido a conflitos de agenda.

Além disso, Barbie Ferreira anunciou em 2022 que não voltaria para a terceira temporada, devido a diferenças criativas em relação à sua personagem, Katherine “Kat” Hernandez.

Como consequência, Austin Abrams, que interpretou o namorado de Kat, Ethan Daley, também não fará parte da nova temporada.

Angus Cloud, que interpretou o personagem “Fezco” nas duas primeiras temporadas, faleceu em 31 de julho de 2023.

A produção da 3ª temporada começou recentemente, quase exatamente três anos após a estreia da 2ª temporada. A maior parte do elenco principal está retornando.

“Eu sei que a série recebe muita atenção agora porque, você sabe, ela criou algumas estrelas de cinema genuínas, e eles têm vários projetos nos quais estão trabalhando, mas estamos filmando esta temporada, então nada mudou”, disse o chefe da HBO/Max, Casey Bloys, em novembro . “São oito episódios.”

Além disso, JB Perrette, CEO e presidente da Warner Bros. Discovery, confirmou que a temporada vai estrear apenas em 2026 – quatro anos depois do lançamento da segunda iteração.

Mais informações não foram reveladas.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Zendaya estrela a produção. O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.

Crítica | Anya Taylor-Joy e Miles Teller enfrentam o espectro da ambição humana no frenético suspense ‘Entre Montanhas’

Dois franco-atiradores de elite são escalados por uma corporação privada para vigiarem e protegerem um misterioso desfiladeiro localizado em uma área remota do mundo que todos desconhecem. Porém, o que ambos os snipers não sabiam é que a missão era impedir que qualquer coisa saísse do desfiladeiro – descobrindo, pouco a pouco, que segredos obscuros e mortais podem colocar a existência da própria humanidade em xeque. Essa é a premissa de Entre Montanhas, a nova mixórdia fílmica que chegou hoje, 14 de fevereiro, ao catálogo do Apple TV+.

O longa-metragem, dirigido por Scott Derrickson, é uma mistura profusa de diversos gêneros narrativos que se estende por pouco mais de duas horas: após uma breve introdução dos nossos protagonistas, Levi (Miles Teller) e Drasa (Anya Taylor-Joy), somos levados a dois postos avançados – um de cada lado do desfiladeiro -, onde os mercenários passarão um ano inteiro sem qualquer contato com o mundo externo ou com o outro, tendo apenas um objetivo em mãos: proteger o desfiladeiro. Munidos com minas terrestres, sensores de movimento, dispositivos de camuflagem e um arsenal bélico surpreendente, Levi e Drasa começam a desenvolver uma amizade à distância que se torna um romance crescente e que os leva a quebrar as várias regras que lhes foram dadas – além de fazê-los questionar o real motivo de estarem ali.

imagem 2025 02 14 161527576

No geral, o filme é divertido do começo ao fim, mas apenas para os espectadores que não o levarem a sério. Antes de mais nada, é preciso compreender que o exagero criativo da premissa é proposital e que cada uma das sequências delineadas por Derrickson e pelo roteirista Zach Dean tem como único propósito o entretenimento audiovisual: com exceção de pontuais críticas ao individualismo e ao caráter beligerante do ser humano (ainda mais considerando que boa parte da narrativa tem como backstory a criação das bombas atômicas e a Guerra Fria), os eventos que se desenrolam na obra são ridiculamente absurdos – no bom sentido, que fique claro. Não é à toa que tenhamos uma amálgama gritante de estilos como suspense, dramas, ação, terror e romance, todos batidos em um frenético liquidificador que atira para todos os lados em uma aprazível patifaria cinematográfica.

Teller e Taylor-Joy, nutrindo de uma interessante química, vendem a proposta para a audiência com charme irresistível – encarnando a personalidade de seus respectivos personagens com notável paixão. Mais do que isso, é possível ver que os dois atores se divertem em cena, deixando-se levar pelos ímpetos criativos de Derrickson e Dean sem fazer muitas perguntas e sem cair em problemáticas presunções performáticas. Dessa forma, os dois funcionam muito bem tanto quando restritos a seus próprios núcleos, quanto dividindo os holofotes a partir do segundo ato. E, no final das contas, é exatamente isso o que desejamos ver em tela.

imagem 2025 02 14 161537080

O diretor, que comandou o elogiado terror ‘O Telefone Preto’, sequer traz elementos explorados em obras anteriores, prezando mais pelo apelo mercadológico que reunir dois famosos nomes em uma ambientação despojada e envolvente carrega consigo, do que promover originalidade estéticas e reflexivas dentro do que consideraríamos ser uma produção artística. É claro que, como vemos ao longo do projeto, Derrickson tem momentos de inspiração para conduzir os atos e os acontecimentos – porém, no geral, é notável como os convencionalismos e as fórmulas falam mais alto para garantir ritmo e um bom entretenimento ao público.

Diferente do que poderíamos imaginar, a obra não se leva a sério a qualquer momento; pelo contrário, ela é autoconsciente em relação às restrições que impõe a si própria, enquanto Derrickson abraça o roteiro para garantir que as mensagens sejam transpassadas com naturalidade e sutileza. É claro que, em alguns momentos, esse perfunctório objetivo torna-se vago demais – deixando escancarado que o diretor poderia muito bem ter confinado sua ideia apenas ao desfiladeiro e a uma história de sobrevivência e de conspiração abocanhada pelos protagonistas, em vez de criar mistérios enfadonhos sobre a corporação para que trabalham, comandada pela duvidosa Bartholomew (Sigourney Weaver). É preciso comentar, também, acerca da superexposição de alguns diálogos, cujas redundâncias ou explicações constantes parecem duvidar da capacidade dos espectadores em compreender algo de fácil compreensão.

imagem 2025 02 14 161547822

Entre Montanhas tem inúmeros deslizes – vários dos quais não conseguem ser ofuscados nem mesmo pelas boas intenções ou pelos pontos positivos -, mas isso não o torna uma perda de tempo. Pelo contrário, por não se levar a sério, percebe-se que a ideia é transformá-lo no mais puro entretenimento para uma tarde qualquer de descanso e, no geral, o filme entrega aquilo que promete sem muitas firulas e sem muitas enrolações.

Indicado a 8 Oscars, ‘Um Completo Desconhecido’ ultrapassa US$ 100 milhões mundialmente

Após conquistar oito indicações ao Oscar – incluindo Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator para Timothée Chalamet –, a cinebiografia ‘Um Completo Desconhecido‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 69.5 milhões – o que representa a sexta maior bilheteria da história da Searchlight Pictures no país.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 30.5 milhões, tendo conquistado o topo em grandes mercados, como o Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, França e Itália.

Com direção de James Mangold (‘Ford vs Ferrari’), o filme acompanha a ascensão meteórica do jovem Bob Dylan no mundo da música no início da década de 60.

No Brasil, o longa está programado para estrear no dia 27 de fevereiro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

James Mangold (‘Ford vs Ferrari’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Elle Fanning (‘Por Lugares Incríveis’), Edward Norton (‘O Incrível Hulk’) interpretando Pete Seeger e Boyd Holbrook (‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) como Johnny Cash.

Músico tocando guitarra em palco com microfone.

‘O Demônio dos Mares 2’ vem aí…

De acordo com o Variety, uma sequência para o terror ‘O Demônio dos Mares‘ (The Black Demon) está oficialmente em desenvolvimento.

Intitulada ‘The Black Demon: Atlantis‘, a continuação mostrará o tubarão titular enfrentando outros monstros marinhos.

Jack Kesy (‘Hellboy e o Homem Torto’), Julio Cesar Cedillo (‘Vingança e Castigo’) e Kate Del Castillo (‘A Rainha do Tráfico’) serão os protagonistas.

Na trama…

“O agente secreto da DEA Jerry Simms (Kesy) se junta ao seu companheiro de cela, Chato, em uma prisão de segurança máxima encalhada no meio do Oceano Pacífico, para desmantelar uma enorme operação de drogas comandada pelo notório chefe do crime Diego Nunez. A missão deles rapidamente se torna uma de sobrevivência quando a lendária criatura, o Demônio dos Mares, destrói a prisão, que fica no topo de uma usina de dessalinização em decomposição que polui o oceano. Em um movimento desesperado para proteger seu império, Diego libera seus próprios predadores marinhos gigantes para derrubar a fera. O que se segue é um confronto épico de monstros, onde apenas os mais fortes prevalecerão.”

Ben Hernandez Bray (‘A Rainha do Sul’) será responsável pela direção.

Aaron BenjaminBoise Esquerra assinam o roteiro da sequência.

‘O Morro dos Ventos Uivantes’ ganha primeira foto SEXY com Margot Robbie e Jacob Elordi

Jacob Elordi (‘Saltburn’) e Margot Robbie (‘Barbie’) estampam a primeira foto da nova adaptação do clássico romance O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë,

A Warner Bros. Discovery conquistou os direitos da adaptação e lança nos cinemas em 14 de fevereiro de 2026.

Confira:

img 5721

O estúdio conquistou os direitos do filme dirigido por Emerald Fennell por “apenas” US$ 80 milhões.

A Netflix tinha oferecido US$ 150 milhões, mas não levou.

O motivo da vitória da Warner Bros. foi a promessa de lançamento nos cinemas e uma campanha de marketing completa, algo que a Netflix não estava disposta a fazer.

De acordo com a Variety, a Netflix ficou “chocada” com o resultado, pois estava acostumada a vencer disputas por direitos de filmes.

Essa mudança de cenário pode indicar um shift no poder de negociação entre estúdios e serviços de streaming.

Assinado por Brontë, o livro acompanha o Sr. Earnshaw que, após encontrar um órfão nas ruas, decide adotá-lo, levando-o para o Morro dos Ventos Uivantes — uma residência sombria onde mora —, dando a ele o nome de Heathcliff. Enquanto é bem recebido por Catherine, a filha do senhor Earnshaw, seu irmão mais velho, Hindley, sente ciúmes e desprezo, e faz de tudo para humilhá-lo.

À medida que crescem, nasce uma paixão avassaladora entre Catherine e Heathcliff, o que só faz aumentar o ódio do irmão. Após a morte do pai, a família entra em profunda crise financeira, e Catherine sente-se pressionada a se casar com Edgar Linton, um homem rico, para manter a posição social. Heathcliff não aceita o casamento e, por causa de seu amor obsessivo, decide partir, mas com o plano de voltar e se vingar de todos…

Robbie dará vida a Catherine Earnshaw.

A produção será dirigida por Emerald Fennell, que levou o Oscar de Melhor Roteiro Original pelo aclamado ‘Bela Vingança’ e que já trabalhou com Elordi no controverso ‘Saltburn’.

Fennell também entra como roteirista e produtora da adaptação.

As filmagens devem começar no Reino Unido, em 2025.

‘My Hero Academia: Vigilantes’: ganha teasers apresentando novos heróis; Confira!

O anime My Hero Academia: Vigilantes’, derivado de My Hero Academia, ganhou novos teasers focados em seus personagens inéditos!

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A história se passa antes dos eventos de My Hero Academia e acompanha um jovem fã de heróis que, ao conhecer um vigilante, passa a combater vilões ao lado dele, enquanto interage com outros personagens conhecidos do universo da série.

Vale lembrar que ‘My Hero Academia’ está disponível na Crunchyroll.

Sequência de ‘Os Goonies’ contrata roteirista

Lançado em 1985, ‘Os Goonies‘ marcou uma legião de fãs ao acompanhar a aventura de um grupo de crianças e adolescentes em busca do tesouro do pirata Willy Caolho para salvar suas famílias da crise financeira.

Ao longo dos anos, já surgiram diversos rumores sobre uma possível sequência.

Agora, a sequência foi confirmada e terá roteiro de Potsy Ponciroli, que tem no currículo de roteirista apenas o filme ‘O Retorno da Lenda‘.

Steven Spielberg e Chris Columbus serão produtores, e Lauren Shuler Donner será produtora executiva.

O elenco original, que incluiu Sean AstinJosh BrolinCorey FeldmanKe Huy Quan e outros, deve retornar para reprisar seus respectivos papéis.

As informações ainda indicam que as filmagens devem começar em meados desse ano, com lançamento nos cinemas previsto para 2026.

Sucesso de crítica e público, o filme original conquistou 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou US$ 125 milhões, a partir de um orçamento de apenas US$ 20 milhões.

Na trama, jovens encontram um misterioso mapa do tesouro e começam a seguir as pistas, entrando em um fabuloso mundo subterrâneo de passagens secretas, perigosas armadilhas e um antigo galeão pirata que esconde moedas de ouro.

O filme foi dirigido por Richard Donner, com Steven Spielberg responsável pela história.