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‘Todo Mundo Odeia o Chris’ estreia em 1º LUGAR entre as séries mais vistas da Netflix

A Netflix pegou todos de surpresa ao adicionar TODAS as quatro temporadas de Todo Mundo Odeia o Chris no catálogo e a série abriu em PRIMEIRO LUGAR entre as séries mais vistas do streaming. Os 88 episódios poderão ser conferidos pelos assinantes. Antes, a série estava na HBO MAX e no Amazon Prime Video.


A adição veio em boa hora porque Janeiro de 2021 parecia ser o mês em que a plataforma menos trouxe novidades para os assinantes. Lançada em 2005 pela
Paramount e posteriormente adquirida pela CW, a série teve quatro temporadas  e, ao contrário do que algumas pessoas sugerem, fez sucesso nos Estados Unidos, porém nada comparado ao fenômeno que é no Brasil. A estreia do episódio piloto, por exemplo, registrou a terceira maior audiência da história da Paramount e manteve média de 4 milhões de espectadores. Já na CW, a audiência caiu, mas ainda assim se manteve relevante, com mais de 2 milhões de espectadores.

No Brasil, Todo Mundo Odeia o Chris foi adquirido pela Record em 2006 e desde então virou um espécie de “coringa” da emissora, já que sempre que é exibida, rende muita audiência, mais ou menos como era Chaves no SBT. Isso só comprova o sucesso da série no país.


E não é tão difícil de entender o porquê dela ter explodido aqui no Brasil: representatividade e humor cotidiano bem feito. De acordo com dados de 2019 recolhidos pelo IBGE, 56,10% da população brasileira se declara negra. Inversamente proporcional a esse número, somos bombardeados com elencos majoritariamente brancos em filmes, séries e novela. Então, séries com atores negros ocupando papéis de protagonista causam muita identificação para mais da metade da população brasileira. Além disso, a série aborda problemas muito familiares ao cotidiano dos brasileiros, como o racismo, o bullying, as dificuldades financeiras e muitos personagens carismáticos que estão tentando se virar na vida.

Fora, claro, a qualidade incontestável da produção. A série é ridiculamente bem dirigida, tem um elenco que dá a vida em tela, faz uso de uma trilha sonora espetacular e conta com uma caracterização perfeita. Como ela se passa nos anos 1980, houve um empenho incrível em recriar a atmosfera, a ambientação oitentista, que é conseguida com cenários, figurinos, referências e situações típicas da década favorita do entretenimento americano. Tudo isso foi reconhecido com indicações ao Emmy, ao Globo de Ouro e pelas outras 16 premiações das quais Todo Mundo Odeia o Chris saiu vencedora.

Ambientada nos anos 1980, Todo Mundo Odeia o Chris é baseada em casos reais da infância do humorista Chris Rock. Na trama, ele e sua família se mudam para Bed-Stuy (só doido vai), no Brooklyn, para começar uma nova vida. Lá, eles vivenciam as mais loucas e diversas experiências enquanto tentam viver normalmente.  

Elegemos os 10 PIORES Filmes do MCU, na Nossa Opinião…

Quais são os piores filmes do MCU? Tudo bem, a grande maioria dos críticos e do público dirá que o MCU não possui um filme verdadeiramente ruim. E eles podem ter razão. Afinal, sempre conseguimos encontrar algum elemento para elogiarmos em cada uma das suas produções. E por isso o termo mais correto seria, o filme mais fraco, ou o esforço menor do estúdio, nosso menos favorito.

Assistimos ao trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ e contamos TODAS as cenas em VÍDEO; Assista!

E quando pensamos nessa seara, dos filmes menos impactantes do MCU, alguns títulos são muito mencionados de forma quase uníssona. Longas como ‘O Incrível Hulk’ (2008), um filme de quando o MCU ainda não sabia que seria o MCU. Ou ‘Homem de Ferro 2’ (2010) unanimemente considerado um passo para trás em relação ao estouro que o original havia sido. Ou quem sabe ‘Homem-Formiga e a Vespa’ (2018), que é constantemente considerado genérico até mesmo pelos fãs da Marvel. Mas e se eu te dissesse que nenhum desses entrou em nossa lista.

‘Vingadores: Doutor Destino’ é considerado o MELHOR filme do MCU após exibição-teste interna, revela insider

Sim, como você já percebeu pelo título, essa é mais uma matéria envolvendo uma lista criada pela redação do CinePOP. Depois de um consenso entre oito de nossos jornalistas e críticos da redação para eleger os 10 Melhores Filmes do MCU (matéria que você pode conferir no link abaixo), chegou a vez de elegermos nossos menos favoritos. Confira abaixo e também nossas listas individuais ao final.

Leia também: O CinePOP Elegeu! Conheça os 10 MELHORES Filmes do MCU em Nossa Opinião!

10) Viúva Negra (2021)

O filme da ‘Viúva Negra’ foi praticamente uma exigência dos fãs, e da estrela Scarlett Johansson, que fez uma campanha ferrenha para tirar o longa do papel. Acontece que a heroína sem poderes dos Vingadores, é uma das integrantes mais bad ass, porque ela faz companhia a monstros, Deuses, super soldados, e robôs altamente tecnológicos. E tudo o que possui é uma pistola, balas, suas habilidades quase sobre-humana e muita sagacidade.

Ela é também a única mulher da equipe, que viu seus colegas ganharem filmes individuais. Mas onde estava o dela era o que todos queriam saber. A Marvel ouviu, mas talvez tenha lançado o filme tarde demais. Porque, além de outras coisas, a personagem já havia até morrido quando ganhou seu filme solo.

09) Thor Ragnarok (2017)

Essa aqui é um ultraje para este amigo que vos escreve. Isso porque por pouco o terceiro filme do Deus Thor não entrou na minha lista dos melhores. Sem dúvida é um de meus favoritos. É inegável que trata-se do melhor filme do Thor, isso porque adicionou um humor nonsense impagável, mudando o tom sisudo dos dois primeiros filmes, e despertando novamente a paixão do ator Chris Hemsworth pelo personagem – nas palavras do próprio.

Mas como vivemos numa democracia, meus colegas de CinePOP claramente não pensam o mesmo do filme. Na época, o longa foi imensamente divisivo, com muitos não apreciando o teor galhofa impresso ao personagem pelo diretor Taika Waititi.

08) Vingadores: Era de Ultron (2015)

É muito decepcionante quando a continuação de um fenômeno das telas não consegue manter o mesmo nível do original. Porém, é muito mais comum do que se imagina. O difícil mesmo é entregar uma sequência que seja superior ao seu predecessor, ou ao menos que consiga não deixar a bola cair tanto. E o segundo Vingadores definitivamente não conseguiu. Um dos filmes de maior hype da década passada, todos estavam extremamente ansiosos para conhecer Ultron, o vilão robótico gerado através de inteligência artificial. O filme, porém, não possui um décimo do charme que foi o primeiro Vingadores e a pressão dos bastidores quase enlouqueceu o diretor Joss Whedon, talvez colaborando para seu comportamento tóxico.

07) Capitã Marvel (2019)

Depois de seus medalhões principais, personagens como Homem de Ferro, Capitão América, Thor e Hulk, a Marvel começou a preparar um novo time de heróis secundários e transformá-los em estrelas do primeiro escalão. Uma das mais promissoras era a Capitã Marvel, vendida como uma espécie de Superman de saias do universo Marvel. E para o papel, foi escalada a vencedora do Oscar Brie Larson. Contra todas as expectativas, ‘Capitã Marvel’ deu tão certo que se tornou um membro do exclusivo clube do US$1 bilhão do estúdio. Mas daí a dizer que o filme é bom ou marcante, seria dizer demais.

06) Thor (2011)

Segundo filme do Deus do Trovão, Thor, na lista, e algo me diz que não será o último. Pelo visto Thor é o personagem menos querido aqui da redação, também pudera, a própria Marvel demorou a achar o tom para o herói, e agora parece ter concordado e retratá-lo com bastante humor sempre. Curiosamente, a ordem dos filmes do personagem que temos na lista bate com a minha, com o filme original de 2011 sendo o segundo menos pior do herói. ‘Thor’ é um filme corretinho, que assim como o primeiro ‘Capitão América’ fez o que precisava para servir de alicerce ao MCU. Podia ser melhor? Podia.

05) Homem de Ferro 3 (2013)

Os Vingadores’ (2012) foi um fenômeno de audiência pelo mundo. Muito mais do que apenas um filme, demonstrou que o MCU tinha dado muito certo. Àquela época, foi o projeto mais arriscado de um estúdio que tentava se consolidar no mercado. Conquistado esse feito, a Marvel respirava aliviada e só precisava olhar para o horizonte, para construir novos épicos.

E o filme que veio logo a seguir foi ‘Homem de Ferro 3’. Nada mais justo, já que foi o personagem que ajudou a montar essa casa e o seu herói mais popular. Apesar de ter sido mais um sucesso de público, um fator logo chamou atenção dos fãs de maneira negativa. Uma reviravolta (os famosos plot twists) em relação ao maior vilão do herói: o Mandarim. Tanto que o estúdio tenta consertar essa mancada de roteiro até hoje.

04) Thor: Amor e Trovão (2022)

Em time que está ganhando não se mexe. Essa frase ecoa até hoje como metáfora social nos mais variados âmbitos. E certamente foi o que a Marvel pensou ao manter o diretor Taika Waititi no comando da subfranquia Thor. Acontece que o cineasta havia “arrumado” a casa bagunçada do Deus do Trovão – que eram os filmes mais “perdidos” dentro do MCU.

Waititi sugeriu a proposta de não levar o herói muito a sério. E funcionou, mesmo que nem todos tenham gostado. Mas até mesmo os entusiastas de Ragnarok admitem que o diretor exagerou na dose quando foi a hora de criar ‘Amor e Trovão’, tirando todo peso dramático de subtramas como a de Jane Foster e sua luta contra o câncer, por exemplo.

03) Eternos (2021)

Como diz um fabuloso diálogo de ‘Whiplash’: “as palavras mais nocivas para qualquer cidadão é ‘bom trabalho’”. Isso porque segundo esta lógica, a pessoa se acomoda, achando que já encontrou a perfeição. Talvez essa atitude tenha pego a Marvel também, já que frases como “tudo que a Marvel toca vira ouro” eram muito proferidas no auge do estúdio. Foi por isso que decidiram criar filmes que ninguém havia pedido. Como ‘Eternos’, por exemplo.

De fato, o que parece é que a Marvel estava querendo experimentar em outros estilos. E um filme como ‘Eternos’ parecia a oportunidade perfeita. ‘Eternos’ é diferente de tudo o que o MCU fez, e por isso não agradou seus fãs mais raiz. É um filme mais contemplativo e existencialista. Que mostra como seriam heróis literalmente eternos, vivendo e observando a evolução do mundo através dos séculos. Era uma venda difícil, e por ser mais dramático e menos cômico, muitos fãs não o reconheceram como parte do mesmo acervo.

02) Thor: O Mundo Sombrio (2013)

É páreo duro, mas o herói Thor luta para se estabelecer no MCU com alguns dos filmes menos apreciados do estúdio na opinião da maioria. Tanto que no top 5 dos piores, ele tem dois filmes. Com ‘Amor e Trovão’ e ‘O Mundo Sombrio’ é a luta do tosco contra o genérico. E se por um lado ‘Amor e Trovão’ foi igual a sermos obrigados a passar o Natal ao lado do tiozão do pavê fazendo piadinhas totalmente sem graça a noite toda, ‘O Mundo Sombrio’ define como nenhum outro no MCU o sentido do termo “qualquer nota”.

Não que o primeiro ‘Thor’ (2011) seja um exemplo de filme de super-herói que ficará para a história, mas ao menos tinha uma trama para se concentrar e conseguiu minimamente introduzir o personagem. Essa continuação é muito parecida como um episódio mediano de uma série de TV, onde nada nos empolga verdadeiramente. As peças estão no lugar, mas o movimento não engrena. A experiência se torna uma das mais esquecíveis da casa – e mais uma vez, com uma produção lançada no rastro do impactante e enérgico ‘Os Vingadores’.

 

01)  Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (2023)

Subindo ao pódio, ou devemos dizer “descendo”, com a medalha de ouro dos filmes mais fracos do MCU, temos um dos esforços mais recentes do estúdio. A verdade é a seguinte, existem personagens que caem nas graças do público – e não necessariamente eles precisam ser famosos, veja o exemplo com os Guardiões da Galáxia. Outros, os realizadores até tentam, mas eles nunca conseguem emplacar. Esse é o caso com o Homem-Formiga, um herói do time B da casa, que a Marvel não conseguiu transformar em astro – mesmo com a atuação carismática de Paul Rudd.

Tanto que os dois primeiros filmes do personagem são duas das bilheterias mais fracas da franquia. E quando foi a hora de criar ‘Quantumania’, as expectativas estavam altas para esta que seria a virada de mesa para o personagem. Afinal, era anunciado um evento digno de os Vingadores no terceiro ‘Homem-Formiga’. Era isso que o personagem precisava para cair de vez no gosto dos fãs. Assim como o Capitão América havia recebido em ‘Guerra Civil’, ou ‘Vingadores 2.5’.

E para tal o herói de Paul Rudd enfrentaria ao lado de sua família a maior ameaça desta nova fase do MCU: Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), dando as caras pela primeira vez. Bem, e o que podemos dizer é que o resultado se mostrou um filme de Ficção Científica B, desses que eram feitos na década de 50 – apenas com muito mais dinheiro, mas o mesmo nível de ressonância. Frustração define muito.

Listas Individuais dos Piores:

Renato Marafon – Editor-Chefe

01. Quantumania (2023)
02. Eternos (2021)
03. O Mundo Sombrio (2013)
04. O Incrível Hulk (2008)
05. Homem de Ferro 2 (2010)
06. Amor e Trovão (2022)
07. As Marvels (2023)
08. Capitã Marvel (2019
09. Homem-Formiga (2015)
10. Multiverso da Loucura (2022)

Pablo Bazarello – Editor e Redator

01. Quantumania (2023)
02. Amor e Trovão (2022)
03. Era de Ultron (2015)
04. O Mundo Sombrio (2013)
05. Doutor Estranho (2016)
06. Capitã Marvel (2019)
07. O Incrível Hulk (2008)
08. Homem de Ferro 3 (2013)
09. Shang-Chi (2021)
10. Wakanda para Sempre (2022)

Rafa Gomes – Crítica e Redatora

01. Thor (2011)
02. Capitã Marvel (2019)
03. Homem de Ferro 3 (2013)
04. Quantumania (2023)
05. Multiverso da Loucura (2022)
06. O Mundo Sombrio (2013)
07. Capitão América (2011)
08. As Marvels (2023)
09. Amor e Trovão (2022)
10. O Incrível Hulk (2008)

Pedro Sobreiro – Crítico e Redator

01. Viúva Negra (2021)
02. Quantumania (2023)
03. Thor (2011)
04. Homem de Ferro 2 (2010)
05. Amor e Trovão (2022)
06. O Incrível Hulk (2008)
07. Ragnarok (2017)
08. Homem-Formiga e a Vespa (2018)
09. Eternos (2021)
10. De Volta ao Lar (2017)

Raphael Camacho – Crítico e Redator

01. Ragnarok (2017)
02. Eternos (2021)
03. O Mundo Sombrio (2013)
04. Capitã Marvel (2019)
05. Viúva Negra (2021)
06. Quantumania (2023)
07. Homem de Ferro 3 (2013)
08. Guardiões da Galáxia Vol. 2 (2017)
09. Multiverso da Loucura (2022)
10. Homem de Ferro 2 (2010)

Letícia Alassë – Crítica e Redatora

01. O Mundo Sombrio (2013)
02. Amor e Trovão (2022)
03. Homem de Ferro 3 (2013)
04. Ragnarok (2017)
05. Quantumania (2023)
06. Homem-Formiga e a Vespa (2018)
07. Eternos (2021)
08. Capitã Marvel (2019)
09. Multiverso da Loucura (2022)
10. Wakanda para Sempre (2022)

Allan Torres – Redator

01. Homem de Ferro 3 (2013)
02. O Mundo Sombrio (2013)
03. Era de Ultron (2015)
04. Quantumania (2023)
05. Multiverso da Loucura (2022)
06. Amor e Trovão (2022)
07. Viúva Negra (2021)
08. Eternos (2021)

Weel Camargo – Mídias Sociais

01. Eternos (2021)
02. Thor (2011)
03. Shang-Chi (2021)
04. Era de Ultron (2015)
05. O Soldado Invernal (2014)
06. Homem-Formiga e a Vespa (2018)
07. Guerra Civil (2016)
08. De Volta ao Lar (2017)
09. Doutor Estranho (2016)
10. Homem de Ferro 3 (2013)

Estrela de ‘The Boys’ comenta morte chocante de sua personagem [SPOILERS]

the boys elenco

[AVISO DE SPOILERS]

O quinto episódio da última temporada deThe Boys deixou os espectadores atônitos com a morte gráfica de Espoleta (Firecracker). Após a exibição, a atriz Valorie Curry comentou o desfecho de sua personagem, detalhando o processo psicológico que culminou no colapso da heroína e na reação impulsiva de seu carrasco.

Conforme o ComicBookMovie, Curry revelou que a gravação sequencial das cenas foi fundamental para entender o estado mental da personagem antes do fim:

“Eu acho que, quando li pela primeira vez, parecia que ela estava implorando de um jeito que já vimos antes, e eu não tinha certeza do porquê ele faria aquilo de forma tão impulsiva. Mas algumas coisas aconteceram. Uma delas foi que tivemos sorte de filmar todas as minhas cenas desse episódio em sequência, então consegui sentir essa progressão, ou melhor, o colapso da Espoleta. Ela está completamente destruída quando entra naquela sala”, afirmou.

A atriz explicou que, no confronto final, a personagem abandonou as aparências: “A máscara caiu completamente, e ela está com raiva dele”.

O momento fatídico ocorre logo após Espoleta proferir a frase: “todos nós precisamos de amor… até um deus”. Para Curry, a reação letal do Capitão Pátria foi uma forma de silenciar uma verdade incômoda:

“No fim, minha sensação, e há mil razões possíveis, é que ela estava vencendo a discussão. Isso era desconfortável demais para ele. Tornava ele vulnerável, expunha sua humanidade, algo do qual ele tentou se afastar durante toda a temporada. Então ela precisava morrer”, destacou.

Ela ainda acrescentou que o assassinato não foi planejado: “Não parece uma escolha consciente. É algo que simplesmente acontece no momento, e talvez isso seja uma característica que os dois compartilham”.

The Boys’ está disponível no Prime Video.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que, no universo de The Boys’, Jensen Ackles interpreta o Soldier Boy, enquanto Jared Padalecki dá vida ao Sr. Maratona (Mister Marathon). Já o papel de Misha Collins permanece mantido sob sigilo, em um personagem ainda não revelado.

‘The Boys’: 5ª temporada conquista 97% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

Alfonso Herrera QUASE estrelou remake fracassado de ‘Vale Tudo’ antes de ‘Rebelde’ [EXCLUSIVO]

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Se o remake brasileiro de ‘Vale Tudo‘ não agradou muito o público, você não tem ideia do que aconteceu quando tentaram fazer um remake internacional — que virou um dos maiores tropeços da Globo fora do país.

Lançada em 2002, ‘Vale Todo‘ foi uma ambiciosa coprodução entre a TV Globo e a Telemundo, pensada para conquistar o público latino, especialmente nos Estados Unidos. A ideia era simples no papel: pegar o sucesso absoluto de ‘Vale Tudo‘ e adaptá-lo para o mercado internacional. Na prática, no entanto, o resultado passou longe do esperado. Porém, a novela foi um fracasso de audiência.

Em entrevista exclusiva ao jornalista Renato Marafon, o ator Alfonso Herrera revelou que quase fez parte da empreitada antes de estrelar ‘Rebelde‘.

“Eu tenho uma história interessante. Ia ser um dos meus primeiros trabalhos. Eu iria ao Brasil para fazer uma novela chamada Vale Tudo, mas eles estavam produzindo a versão brasileira e também uma versão latina, voltada para o México e para o público hispânico dos Estados Unidos. No fim, eu não fui. Preferi ficar no México e fazer um filme.”, ele contou.

Assista:

Mesmo com um investimento considerado alto para a época — cerca de US$ 63 mil por capítulo — e uma estrutura digna de superprodução, a novela nunca decolou. A previsão inicial era de aproximadamente 150 episódios, mas o projeto acabou sendo encurtado para cerca de 100 capítulos, um indicativo claro de que a audiência não reagiu como a emissora esperava. Apesar de não ter sido um desastre absoluto em números, ficou muito aquém de se tornar o fenômeno que justificasse o investimento.

Um dos grandes problemas do remake latino de ‘Vale Tudo‘ foi justamente aquilo que parecia ser o diferencial: a proposta internacional. A novela era falada em espanhol, mas gravada quase inteiramente no Brasil, com forte ambientação carioca. O resultado foi um produto que não parecia totalmente conectado nem com o público latino nem com o brasileiro. Faltou identidade — e isso pesou.

A adaptação do texto, assinada por Yves Dumont, tentou manter a essência da obra original, mas sem realizar mudanças profundas que aproximassem a história da realidade cultural do novo público. Nos bastidores, o clima também indicava turbulência: após cerca de 30 capítulos, o veterano Walther Negrão foi chamado às pressas para tentar ajustar os rumos da narrativa, o que reforça a ideia de que a produção enfrentava dificuldades.

Nem mesmo a presença de nomes conhecidos ajudou a salvar o projeto. A protagonista ficou por conta de Itatí Cantoral, eternizada como a vilã Soraya em Maria do Bairro, enquanto Antonio Fagundes, um dos rostos mais icônicos da versão original, fez uma participação especial — curiosamente dublado em espanhol. O elenco ainda reunia atores de diferentes países da América Latina, reforçando a proposta multicultural que, no fim, não se traduziu em conexão com o público.

Outra curiosidade que chamou atenção foi a mudança em um dos elementos mais emblemáticos da trama: o mistério envolvendo a morte da grande vilã, equivalente à icônica Odete Roitman. A identidade do assassino foi alterada na versão internacional, o que desagradou parte dos fãs mais atentos e tirou um pouco do impacto de um dos maiores momentos da história da teledramaturgia.

Com o tempo, ‘Vale Todo‘ acabou sendo lembrada mais como um experimento do que como um sucesso. Ainda assim, teve um papel importante nos bastidores: serviu como aprendizado para a Globo sobre os desafios de exportar novelas. Ficou claro que não basta traduzir o idioma — é preciso adaptar contexto, referências e até a forma de contar a história.

Alfonso estrela ‘A Casa dos Espíritos‘, nova adaptação do clássico romance homônimo de Isabel Allende, que estreia amanhã, 29, no Prime Video.

A trama acompanha as paixões, lutas e segredos da família Trueba, abrangendo três gerações e um século de transformações violentas, que culminaram em uma crise que levam o patriarca e sua amada neta para lados opostos das barricadas.

A família é formada por Esteban, o patriarca da família Trueba, um homem volátil e orgulhoso, cujo desejo por terra é lendário e que vive assombrado pela paixão tirânica que sente pela esposa que nunca pode ter por completo; Clara, a matriarca, evasiva e misteriosa, que prevê a tragédia familiar e molda o destino da casa e dos Trueba; Blanca, sua filha, de fala suave, mas rebelde, cujo amor chocante pelo filho do capataz de seu pai alimenta o eterno desprezo de Esteban, mesmo quando resulta na neta que ele tanto adora; e Alba, o fruto do amor proibido de Blanca, uma mulher ardente, obstinada e dotada de luminosa beleza.

Assista ao trailer:

‘Michael 2’: Filme sobre Michael Jackson tem sequência CONFIRMADA e já teve cenas filmadas

O sucesso estrondoso de ‘Michael‘ já está rendendo frutos em tempo recorde. Após a cinebiografia bater impressionantes US$ 219 milhões em sua estreia global — cravando a maior abertura da história para o gênero e deixando para trás até mesmo ‘Oppenheimer‘ — a Lionsgate decidiu não perder tempo e oficializou o desenvolvimento de uma sequência.

Quem confirmou a novidade foi o próprio chefe do estúdio, Adam Fogelson, durante sua participação no podcast The Town with Matt Belloni. Segundo ele, as primeiras reuniões criativas já aconteceram, sinalizando que o projeto está longe de ser apenas uma ideia no papel. Pelo contrário: a continuação começa a ganhar forma nos bastidores, ainda que dependa de um fator crucial — a agenda do diretor Antoine Fuqua, que retorna como peça-chave para tirar o novo capítulo do papel.

De acordo com Fogelson, o cronograma inicial trabalha com a possibilidade de iniciar as filmagens entre o final deste ano e o começo de 2027. No entanto, tudo ainda gira em torno da disponibilidade de Fuqua, que tem outros compromissos alinhados antes de mergulhar novamente na história do Rei do Pop.

E o mais curioso: a sequência já larga com uma vantagem considerável. Cerca de uma hora de material inédito já foi filmado durante a produção do primeiro longa. Inicialmente, esse conteúdo seria incorporado à versão final de ‘Michael‘, mas acabou ficando de fora por questões de ritmo e duração. Em vez de descartá-lo, o estúdio optou por guardá-lo estrategicamente, abrindo caminho para que essas cenas sirvam como base — ou até ponto de partida — para o segundo filme.

Ou seja, além do hype nas alturas, a continuação de ‘Michael‘ já nasce com material pronto e uma estratégia bem definida, indicando que a Lionsgate quer transformar a cinebiografia em uma franquia de peso nos cinemas.

 

‘Michael 2’: Chefe da Lionsgate CONFIRMA que muita coisa ficou de fora para usar na sequência

Michael’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Renato Marafon traz sua opinião sobre ‘MICHAEL’ após críticos DETONAREM o filme; Você gostou?

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

De Chanel, Prada a Versace | Quais marcas estavam em alta no primeiro filme e quais estão em ‘O Diabo Veste Prada 2’

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Quando ‘O Diabo Veste Prada‘ chegou aos cinemas em 2006, ninguém imaginava que um filme sobre os bastidores de uma revista de moda se tornaria um verdadeiro marco cultural — e muito disso passa diretamente pelas grifes envolvidas na produção. Mesmo com um orçamento relativamente “modesto” para os padrões de Hollywood, girando em torno de US$ 35 milhões, o longa conseguiu reunir peças de marcas de luxo como Chanel, Prada, Dolce & Gabbana, Calvin Klein e Valentino, em um verdadeiro feito liderado pela figurinista Patricia Field.

Na época, a estratégia era bem diferente do que vemos hoje. Muitas dessas peças não foram sequer compradas: foram emprestadas pelas próprias grifes, que enxergaram no filme uma oportunidade de exposição global. Ainda assim, o valor estimado do figurino impressiona — só o guarda-roupa de Miranda Priestly, vivida por Meryl Streep, ultrapassaria facilmente a casa de US$ 1 milhão em valor de mercado.

Já a transformação de Andy Sachs, interpretada por Anne Hathaway, foi marcada por dezenas de trocas de figurino, simbolizando sua ascensão dentro daquele universo extremamente competitivo.

Quase duas décadas depois, ‘O Diabo Veste Prada 2‘ surge em um cenário completamente diferente, tanto para Hollywood quanto para a indústria da moda. Se antes o filme dependia de empréstimos e boa vontade das marcas, agora a lógica se inverteu: as grifes querem — e muito — fazer parte do projeto.

Com um orçamento que pode ultrapassar os US$ 100 milhões, a continuação deve investir pesado não apenas em figurino, mas também em parcerias estratégicas com gigantes como Gucci, Balenciaga, Louis Vuitton, Versace e Dior.

O PRIMEIRO FILME: LUXO “DISFARÇADO” (E UM MILAGRE DE PRODUÇÃO)

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A figurinista Patricia Field (sim, a mesma de Sex and the City) fez mágica: mesmo com limitações, conseguiu reunir peças de grifes como:

  • Chanel
  • Prada
  • Dolce & Gabbana
  • Calvin Klein
  • Valentino

💡 Curiosidade: muitas dessas peças não foram compradas — foram emprestadas pelas próprias marcas, interessadas na visibilidade do filme.

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O figurino de Miranda Priestly (Meryl Streep) sozinho teria ultrapassado US$ 1 milhão em valor de mercado.

Já Andy Sachs (Anne Hathaway) passou por mais de 60 trocas de roupa — simbolizando sua transformação no mundo da moda.

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O SEGUNDO FILME: A ERA DO “MEGA LUXO” (E PARCERIAS MILIONÁRIAS)

Com ‘O Diabo Veste Prada 2‘, o cenário muda completamente. Hollywood hoje trabalha com integrações de marca muito mais agressivas — e lucrativas.

Embora o orçamento oficial ainda não tenha sido totalmente divulgado, estimativas apontam que o filme pode ultrapassar US$ 100 milhões, com uma fatia MUITO maior dedicada ao figurino e marketing fashion.

Entre as grifes cotadas (e algumas já praticamente confirmadas nos bastidores), estão:

  • Gucci
  • Balenciaga
  • Louis Vuitton
  • Versace
  • Dior

Aqui entra o pulo do gato: diferente do primeiro filme, agora muitas dessas marcas não só cedem roupas — elas INVESTEM diretamente no filme.

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A principal diferença está no fato de que, hoje, essas marcas não apenas cedem peças — elas investem diretamente no filme como parte de estratégias globais de marketing.

Isso inclui desde a criação de roupas exclusivas para os personagens até campanhas promocionais integradas, desfiles inspirados no longa. O que antes era apenas um figurino de apoio à narrativa agora se transforma em protagonista de uma engrenagem publicitária multimilionária.

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Outro ponto que evidencia essa evolução é a própria divulgação. Enquanto o primeiro filme seguiu uma linha mais tradicional, com trailers, entrevistas e pôsteres, a sequência deve apostar em campanhas muito mais agressivas e conectadas com o universo fashion contemporâneo, incluindo editoriais em revistas como a Vogue e colaborações com influenciadores digitais. Não se trata apenas de lançar um filme, mas de criar um evento global que mistura cinema, moda e cultura pop em escala massiva.

Entre as curiosidades que cercam essa transição, vale lembrar que a personagem Miranda Priestly foi amplamente inspirada em Anna Wintour, uma das figuras mais poderosas da moda mundial, que inicialmente não via o projeto com bons olhos. Ironicamente, o sucesso do primeiro filme ajudou a consolidar ainda mais a relação entre Hollywood e grandes grifes, abrindo caminho para esse novo modelo de integração que deve atingir seu ápice na sequência.

No fim das contas, a comparação entre os dois filmes revela muito mais do que uma evolução estética — mostra como a indústria do entretenimento e a moda passaram a caminhar lado a lado de forma cada vez mais estratégica. Se ‘O Diabo Veste Prada‘ apresentava ao público os bastidores desse universo glamouroso, ‘O Diabo Veste Prada 2‘ promete escancarar quem realmente dita as regras do jogo — e, pelo visto, com muito mais dinheiro envolvido.

O Diabo Veste Prada 2’ abriu com 76% de aprovação dos especialistas, com base em 54 reviews publicadas até o momento. No geral, os jornalistas disseram que o filme cumpre com as expectativas e irá agradar aos fãs do projeto original, lançado em 2006.

A encargo de comparação, o filme original conquistou 75% de aprovação.

Confira os comentários:

“Nenhuma das estrelas aqui está se arrastando, e a química entre elas, que se renova facilmente, garante que esta sequência, por longos períodos, pareça como nos velhos tempos” – Variety.

“É difícil imaginar alguém ficando muito chateado com alguma coisa em O Diabo Veste Prada 2′. É bonito, elegante e tão leve quanto uma matéria elogiosa de revista; sem dúvida, vai faturar uma fortuna” – The Hollywood Reporter.

O Diabo Veste Prada 2’ prova que ainda existe algo vital — e relevante — no mundo de Miranda, Andy, Emily e Nigel” – Solzy at the Movies.

O Diabo Veste Prada 2’ vai impactar muito mais os jornalistas na plateia, mas mesmo para todos os outros, é uma produção mediana, sem graça e sombria, onde o diabo não faz absolutamente nada” – Bleeding Cool.

“Sequências inteligentes e elegantes nunca saem de moda” – NME.

O Diabo Veste Prada 2’ retoma uma fórmula muito familiar, que lembra bastante outro filme chamado O Diabo Veste Prada. O que provavelmente é uma escolha inteligente, afinal, o que mais alguém poderia querer de uma sequência de O Diabo Veste Prada?” – The Hard Pass.

“O filme tem o conforto descomplicado do seu antecessor, mesmo que deixe você com fome meia hora depois” – Slant Magazine.

Crítica | ‘O Diabo Veste Prada 2’ é uma glamourosa sequência que entrega EXATAMENTE o que promete

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais amanhã, 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

10 filmes que te deixam mais perdido que turista sem mapa

Há alguns filmes que, em busca de criar camadas para uma trama mirabolante, acabam saindo dos trilhos quando o assunto é envolver o público. Você já deve ter passado por isso: começou assistindo um filme que parecia interessante e, de repente, já não consegue entender mais nada da história, se distanciando a cada novo minuto. Abaixo, segue uma lista de filmes que provocam essa sensação:

 

Com Você no Futuro (Prime Video)

Carlos (Michel Brown) e Elena (Sandra Echeverría), antes muito apaixonados, hoje vivem as tristezas de um divórcio. Certo dia, ele, um advogado estressado e ela, uma musicista, se deparam com uma situação inusitada: uma pessoa que diz ser o cupido (Mauricio Barrientos) entrega a eles uma chance de reviver sua história de amor numa volta ao passado, no ponto onde tudo começou. Assim, guiados pelas músicas de um famoso grupo musical mexicano embarcarão em dilemas e reflexões sobre a relação.

 

Corte no Tempo (Netflix)

Na trama, ambientada na fictícia cidade de Sweetley, conhecemos Lucy (Madison Bailey), uma aluna brilhante mas uma jovem amargurada. Refém do luto contínuo da família pela perda da irmã Summer (Antonia Gentry) de forma trágica décadas atrás – vítima de um Serial Killer que aterrorizou a cidade. Certo dia, descobre uma dispositivo tecnológico que a leva para o dia em que assassinatos aconteceram. Confusa, e sem saber em quem confiar, resolve encontrar as respostas que ninguém nunca soube.

 

Submissão (Prime Video)

Na trama, conhecemos Nick (Michele Morrone), um pai de família que vive um presente conturbado precisando cuidar dos dois filhos pequenos e com a esposa Maggie (Madeline Zima) precisando de um transplante de coração pra sobreviver. Para ajudá-lo no seu cotidiano, ele compra uma robô, Alice (Megan Fox). Aos poucos, vai percebendo que essa escolha pode trazer muitos perigos para sua família quando a inteligência artificial começa a descobrir atualizações em seu sistema.

 

Pequena Sibéria (Netflix)

Num vilarejo gelado – onde todos se conhecem -, afetado por uma situação inusitada, quando um meteorito atinge o lugar, conhecemos esse curioso lugar e seus personagens através do olhar do pastor Joel (Eero Ritala), em crise conjugal. Com o valor estimado do objeto, olhos invejosos começam a bolar planos. Através desse homem de fé, em meio a um redemoinho de conflitos, a ganância e as dúvidas sobre a esposa Krista (Malla Malmivaara) logo começam a cruzar vários caminhos.

 

A Influencer Divina (Netflix)

Olivia Golden (Lara Silva) é uma influenciadora de uma boutique de artigo de luxo e vive sua rotina pendurada no telefone e na interação com seus milhares de seguidores. Quando comete alguns deslizes no trabalho, e decepciona todos ao seu redor, acaba chegando até um abrigo para moradores de rua, comandado por um antigo colega de escola, um lugar onde aprenderá reais significados de compaixão que antes nem imaginara.

 

O Melhor do Mundo (Netflix)

Gallo (Michel Brown) é um workholic clássico. Produtor de um programa sensacionalista, vive 24 horas para seu trabalho fato que deixa sua relação com a família muito distante. Quando sua ex-esposa Alicia (Fernanda Castillo) entrega um segredo guardado a sete chaves ele embarca em uma autorreflexão com muitas descobertas, ao lado do único filho, Benito (Martino Leonardi).

 

Nossos Tempos (Netflix)

Nora (Lucero) e Héctor (Benny Ibarra) são dois brilhantes cientistas que, no ano de 1966, em seus estudos secretos no porão da universidade onde lecionam, descobrem como viajar no tempo. Embarcando na incrível máquina que criaram, acabam indo parar 59 anos no futuro, onde enfrentarão situações que nunca imaginaram – além das surpresas com os avanços tecnológicos de um mundo em intensas modificações. Logo, o relacionamento entre os dois enfrenta uma crise provocada pela não adaptação de Héctor ao mundo que se apresenta.

 

Exterritorial (Netflix)

Sara (Jeanne Goursaud) é uma ex-soldada que serviu nas forças especiais alemãs no Afeganistão. Mãe solteira, busca uma vida melhor junto com seu filho. Decidida a se mudar da Alemanha para os Estados Unidos, lar do falecido pai da criança, vai em busca do seu visto de trabalho no consulado norte-americano, em Frankfurt. Durante sua presença no local, seu filho some e ela precisará encarar vários desafios para descobrir seu paradeiro.

 

Delírio

A médica Elisa (Liliana Biamonte) precisa passar um tempo com a mãe já debilitada, Dinia (Anabelle Ulloa), e leva consigo Masha (Helena Calderón), sua filha. Após algumas noites com sensações estranhas e barulhos esquisitos pela casa, Elisa percebe que algo está estranho naquele lugar, tomando algumas atitudes para entender o que acontece e proteger a filha.

Crítica | ‘Delírio’ – Suspense pouco consistente conduz o público para uma jornada na qual olhar o relógio é a única certeza

 

1978 (HBO MAX)

Em 1978, durante o terceiro ano de uma ditadura militar sangrenta na Argentina, um grupo de torturadores inescrupulosos recebem uma informação e invadem um lugar, levando com eles alguns jovens para um centro de detenção clandestino onde acontecem barbaridades diariamente. A questão é que os torturadores levaram as pessoas erradas e logo se percebe que os capturados são parte de um culto sombrio que se manifesta através de uma figura sobrenatural.

Animação brasileira “O Filho da Puta” é selecionada para Annecy, maior festival do gênero; veja os demais títulos brasileiros

O longa-metragem brasileiro O Filho da Puta, dirigido por Érica Maradona, Otto Guerra, Tania Anaya e Sávio Leite, foi selecionado para a 65ª edição do Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, na França, realizada entre 21 e 27 de junho. O filme integra a mostra Contrechamp, dedicada a obras autorais e de linguagem mais experimental. O festival será aberto com a estreia de Minions e Monstros, produção da Universal Pictures, e reúne 44 longas-metragens distribuídos entre suas diferentes seções.

Além do longa, o Brasil terá seis curtas na programação. Após ficar fora da seleção do Festival de Cannes neste ano, a presença em Annecy recoloca a animação brasileira em destaque no principal evento mundial do setor, que também abriga um dos maiores mercados da indústria. A única animação brasileira indicada ao Oscar até hoje, O Menino e o Mundo (2013), de Alê Abreu, venceu em Annecy o Cristal de Melhor Filme e o Prêmio do Público.

Sobre o filme




Com voz de Matheus Nachtergaele, O Filho da Puta é voltado ao público adulto e acompanha Ismael, um jovem que vive na pequena vila de Veredas, onde cresce na “Casa Rosa”, bordel administrado por sua mãe. Marcado pelo estigma do apelido que carrega, ele decide partir em busca de duas ausências centrais em sua vida: o pai e o oceano.

Com 75 minutos, o longa é uma coprodução entre a gaúcha Otto Desenhos e o Estúdio Anaya, de Minas Gerais. O filme também foi selecionado para o Animafest Zagreb, na Croácia. Otto Guerra é um dos nomes mais reconhecidos da animação brasileira, com títulos como Rocky & Hudson – Os Caubóis Gays (1995), Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll (2006) e A Cidade dos Piratas (2018).

Curtas Brasileiros em Annecy

um corpo sem cavalo?, de Lara Fuke


Na categoria de filme de graduação, a estudante da UFF apresenta um curta de oito minutos que explora identidade e ausência. A obra é uma coprodução entre Brasil, Bélgica, Finlândia e Portugal. 

Cidade das Rosas, de Siso Barros e Barca Borgante


Voltado ao público adulto, o filme acompanha César, internado contra a própria vontade em uma instituição psiquiátrica. Entre memórias e visões, ele se agarra à lembrança de um amor como forma de resistência. A dupla combina animação de objetos, desenho e técnicas digitais 2D e 3D. 

Madrugada no Edifício Terezinha, de Cesar Cabral, Renato José Duque

Ambientado em São Paulo, o curta mistura mistério e animação com marionetes ao acompanhar um cuidador durante uma noite marcada pela presença da morte. Duque participou da série Angeli The Killer (2017), exibida no Canal Brasil. 

Arrigo Barnabé “Clara Crocodilo”, 1980, de Camila Kater, Samuel Mariani

Em formato de videoclipe, a animação revisita o universo da personagem Clara Crocodilo com técnicas de rotoscopia e desenho em película. Camila Kater dirigiu o premiado Carne (2019), exibido em festivais como Locarno e TIFF. Disponível no New York Times.

Lagoa do Abandono, de Diego Maia



Sem diálogos, o curta apresenta um casal de garças tentando sobreviver em meio à expansão urbana em um cenário ambientado em 2040. Diego Maia trabalhou em produções internacionais como
Percy Jackson e o Ladrão de Raios (2010) e Planeta dos Macacos: A Origem (2011).

Veja a lista dos longas em competição pelo prêmio Crystal:

  • Carmen, l’oiseau rebelle (Carmen, o pássaro rebelde), França, de Sébastien Laudenbach
  • Decorado (Decorado), Espanha, de Alberto Vázquez
  • In Waves (Em ondas), França/Vietnã, de Phuong Mai Nguyen
  • Le Corset (O corpete), França, de Louis Clichy
  • Le Dossier de l’aube (O dossiê do amanhecer), Reino Unido/França, de Rupert Wyatt, Alexis Bloom e Emilie Phuong
  • Le Violoniste (O violinista), Espanha, de Ervin Han e Raúl García
  • Lucy Lost (Lucy perdida), França, de Olivier Clert
  • Nobody (Ninguém), China, de Shui Yu
  • Tana (Tana), China, de Ji Zhao e Ke Er Zhu
  • Tangles (Emaranhados), Estados Unidos, de Leah Nelson
  • We Are Aliens (Somos alienígenas), Japão, de Kohei Kadowaki

Isabelle Fuhrman, de ‘A Órfã’, enfrenta invasão ALIENÍGENA no trailer de ‘Signal One’; Confira!

O thriller de ficção científica ‘Signal One‘, estrelado pela Isabelle Fuhrman (‘A Órfã’), ganhou o primeiro trailer.

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Fuhrman interpreta Annika, uma brilhante cientista da computação contratada pelo bilionário da tecnologia Sam Houston. Ela se aventura em uma instalação isolada administrada pelo niilista criador do LITTLEMOUTH, uma máquina capaz de se comunicar com inteligências alienígenas. Logo, ela descobre fatos que alteram a humanidade: que não estamos sozinhos no universo, que inteligências alienígenas estão se comunicando ao nosso redor a todo instante e que provavelmente somos primitivos demais para sequer remotamente entender o que elas estão tentando nos dizer.

Quando o objetivo da empreitada muda de ouvir para responder, o projeto rapidamente se transforma em caos. Com o contato vêm as consequências, e logo Annika e a equipe precisam trabalhar para garantir sua própria sobrevivência.

Jonathan Sobol (‘Roubar é uma Arte’) é responsável pela direção e roteiro.

“Alguns filmes chegam exatamente quando precisamos deles, e ‘Signal One’ é o exemplo perfeito disso,” declarou Jordan Fields, vice-presidente sênior de aquisições da produtora Radial Entertainment. “Jonathan conta uma história urgente e incrivelmente envolvente que levanta questões sobre o nosso lugar no universo. É uma ficção científica essencial, sofisticada e emocionante, e o elenco estelar está em ótima forma. Entretenimento provocativo e instigante como este vai cativar um público amplo.”

O elenco ainda conta com Josh Hutcherson (‘Five Nights at Freddy’s’), Dennis Quaid (‘A Substância’), David Thewlis (‘Harry Potter’), Kiera Allen (‘Fuja’) e Raoul Bhaneja (‘Possessor’).

O longa será lançado em VOD no dia 5 de junho.

Sequência do terror ‘Sob as Águas do Sena’ é CONFIRMADA para 2027; Confira o cartaz!

Pessoas nadando próximo de barbatana de tubarão em Paris.

A Netflix divulgou o primeiro cartaz da sequência do terror francês ‘Sob as Águas do Sena‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que a continuação será lançada em 2027.

Alexandre Aja, diretor por trás dos sucessos ‘Viagem Maldita‘, ‘Piranha 3D‘ e ‘Predadores Assassinos‘, assumirá o comando do novo filme.

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O primeiro filme conquistou o melhor lançamento de um filme de língua não-inglesa na plataforma ao abarcar 41 milhões de visualizações em seus primeiros cinco dias.

A atriz Bérénice Bejo confirmou ao jornal La Tribune que já está trabalhando na sequência.

“Já começamos as filmagens de Sob as Águas do Sena 2. No entanto, não se trata de uma simples sequência, mas sim de um novo filme, completamente diferente… com a presença de um tubarão”, revelou.   

Com 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘Sob as Águas do Sena‘ já está disponível no catálogo da plataforma de streaming.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Uma bióloga marinha Sophia descobre que um tubarão gigante invadiu o rio Sena pouco antes da realização de um triatlo internacional. Embora as autoridades relutem em acreditar nela, Sophia deve se unir a um policial e uma ativista climática para impedir um literal banho de sangue.

O elenco conta com Bérénice BejoNassim LyesIñaki LartiqueLéa Léviant e outros.

HERE | Os dez anos do MELHOR álbum de Alicia Keys

Quando achávamos que Alicia Keys não poderia mais nos surpreender com composições originais e rearranjos de sua própria carreira, ela nos prova errado – e é basicamente essa sensação estupenda que fica com HERE, seu sexto e penúltimo álbum de estúdio (até o momento). Demorando nada menos que quatro anos para lançá-lo, a artista comentou em entrevistas promocionais que nunca havia criado músicas de uma forma tão rápida. Talvez o motivo de tamanho fluxo criativo tenha insurgido com os crescentes movimentos em defesa das vidas negras nos Estados Unidos e da luta para celebrar a importância da cultura africana. E, enquanto ela nunca experimentou algo assim, o público também não – o que explica nosso imediato envolvimento com uma jornada majestosa traduzida em dezoito faixas.

HERE inicia de uma forma familiar: Keys abre essa sinestésica aventura com um interlúdio intitulado “The Beginning”, que coloca o piano em segundo plano pela primeira vez em prol de uma declamação evocativa sobre a história, durante a qual une presente, passado e futuro, fazendo homenagens a uma “Nina Simone no parque, no Harlem, no escuro” e celebrando sua própria persona. A profunda atmosfera é uma reminiscência de seus primeiros anos na indústria, mas é pincelada com uma profundidade desencantada com o mundo e que guiaria todas as outras faixas – como a consecutiva e explosiva “The Gospel”. Aqui, a influência do R&B dá espaço para uma mistura entre rap e soul, arquitetados com a verborragia analítica de uma das muitas personagens que saíram de bairros afro-americanos (como o Bronx e o Brooklyn, por exemplo) e que compartilham de narrativas bastante similares.

A expressão da contracultura poética é arquitetada em contraponto aos clássicos orquestrais, o que explica a necessidade de uma track como essa em um período tão complexo quanto o que Alicia vivia. Através de uma pungente lírica (sua melhor até então), suas críticas à meritocracia e ao supremacismo racial são claras e bem-vindas. Tais incursões se mantém em “Pawn It All”, um dos ápices do álbum, em que a temática de reconquistar uma vida perdida é conduzida por um pop-folk e R&B que condecora, acidental ou propositalmente, as cantigas laborais inglesas do século XVII – abrindo espaço para as populares transgressões do gospel. Os resgates cinquentistas também aparecem com força, como na poderosa “Kill Your Mama”, mas não restringem o construtivo anacronismo que toma forma no synth-soul de “She Don’t Really Care_1Luv” ou na contemporaneidade de “Work On It”.

Por mais único que o estilo da cantora e compositora seja, considerando principalmente as power ballads em R&B com que nos presenteara anos atrás, ela não tem medo de ousar em consagrar todos os ídolos que já passaram por sua vida – da mesma forma que sempre fizera. A comercial parceria com A$AP Rocky, “Blended Family (What You Do For Love)”, é nada menos que uma breve e mais comedida mesura às vibrantes inflexões dos grupos En Vogue e Salt-N-Pepa – algo que já era de se esperar, considerando o respaldo militante e feminista da lead singer -, com todas as glórias dos anos 1990. As aparições póstumas de James Brown comandam os potentes vocais de “Illusion of Bliss”, cujo título fala acerca de uma pseudo-felicidade que mascara os reais problemas da sociedade. Em “Where Do We Begin Now”, as apaixonantes dissonâncias retomam a artística produção dos anos 1920 do jazz, fazendo alusão ao lendário George Gershwin e a suas rapsódias.

Diferente das breves obviedades de suas obras anteriores, Keys também desconstrói uma engessada estética para trabalhar na diegese e na extradiegese de seu trabalho. A metalinguagem fonográfica é um dos principais artifícios utilizados pela artista, transpondo-a para além dos microcosmos de cada faixa e calcando uma espécie de musical dramático – exemplificado pela fusão entre trilha sonora e diálogos cotidianos sobre os mais variados assuntos que discorre ao lado de seus colegas. De qualquer forma, ela não abandona o que outrora lhe colocou no topo do mundo, como os roucos e crus vocais de “Hallelujah”, que, apesar de perder pontos pela formulaica progressão, vale a pena pela teatral rendição.

O compilado não rendeu muitos singles promocionais – e a explicação é extremamente plausível. Alicia não desejava engendrar uma mera diligência mercadológica, e sim investir em uma tese sociológica sobre os problemas e as dificuldades enfrentadas pelos negros desde a época da escravidão até a atualidade, incluindo preconceito, falta de oportunidades e apagamento de cultura. Mais do que isso, ela fala sobre as múltiplas ramificações dos afrodescendentes de forma conspícua e celebratória, numa urgência que marcaria produções futuras de nomes como Beyoncé, Megan Thee Stallion e Cardi B.

De Elaine Brown a Shirley Chisholm, HERE é um grande aparato histórico e a magnum opus de Alicia Keys. Ela reconhece sua presença na sociedade contemporânea e, como cita categoricamente logo na primeira canção, se enxerga como a “dramática estética antes da música começar”.

Nova comédia da criadora de ‘Crazy Ex-Girlfriend’ é ENGAVETADA pela ABC

crazy ex girlfriend

De acordo com o Deadline, a ABC não aprovou o episódio piloto da comédia ‘Do You Want Kids?‘ (Você Quer ter Filhos?, em tradução livre), e o projeto foi oficialmente engavetado.

O site afirma que o piloto, gravado no estilo single-camera (sem a plateia ao vivo), recebeu reações divisivas nos bastidores da emissora. E, após a boa estabilidade das comédias veteranas, o canal não quis arriscar em uma nova produção do gênero – o que levou à recente renovação de ‘Scrubs‘ e ‘Shifting Gears‘.

Além de ter criado a série,  Rachel Bloom também serviria como produtora e protagonista.

A produção marcaria o retorno da artista às telinhas após a aclamada ‘Crazy Ex-Girlfriend‘, que durou por quatro temporadas.

A trama seguiria o mesmo casal em dois universos diferentes – um em que eles têm um bebê e em outro que eles não têm filhos –, e mostrará as diferentes maneiras que essa grande decisão alterou suas vidas.

Vale lembrar que Bloom ganhou um Emmy e um Globo de Ouro por seu trabalho em ‘Crazy Ex-Girlfriend‘. Além disso, ela também foi recentemente anunciada na aguardada sequência ‘O Diabo Veste Prada 2‘.

Meryl Streep revela que RECUSOU ‘O Diabo Veste Prada’ antes de negociar cachê maior: “Eu sabia que seria um sucesso”

A atriz Meryl Streep, que imortalizou a icônica Miranda Priestly em O Diabo Veste Prada, detalhou os bastidores de sua contratação para o filme original de 2006. Em declarações à Variety, a veterana revelou que sua decisão de aceitar o projeto dependeu de uma renegociação financeira agressiva.

Streep destacou que só assinou o contrato quando os produtores decidiram elevar a proposta inicial, que ela considerou insuficiente para o potencial da obra.

“Eu sabia que seria um sucesso. Li o roteiro, era ótimo. Eles me ligaram, fizeram uma oferta, e eu disse: ‘Não. Não vou fazer’. Quis ver o que aconteceria se eu dobrasse meu cachê, e eles aceitaram na hora”, afirmou a atriz.

A vencedora do Oscar explicou que sua vasta experiência na indústria permitiu prever o fenômeno cultural que o filme se tornaria, e ela estava determinada a ser remunerada à altura do seu valor para o projeto.

Ao relembrar a firmeza de sua decisão, Streep refletiu sobre o empoderamento que sentiu naquela etapa de sua trajetória: “Eu tinha 56 anos, levei todo esse tempo para entender que podia fazer isso! Eu tinha certeza. Tinha certeza de que seria um sucesso. E senti que eles precisavam de mim. Eu queria o papel, mas, se eles não aceitassem, tudo bem. Eu já estava pronta para me aposentar”.

A aposta da atriz provou-se correta:O Diabo Veste Prada arrecadou mais de US$ 326 milhões globalmente e rendeu a Streep uma de suas indicações mais memoráveis ao Oscar, consolidando Miranda Priestly como uma das personagens mais amadas da história do cinema.

Lembrando que oO Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel, o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Atriz de ‘Vingança’ estrelará novo TERROR de aranhas assassinas; Confira a 1ª imagem!

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De acordo com o Bloody Disgusting, Matilda Lutz (‘Vingança’ e ‘O Chamado 3’) será a protagonista de ‘Crawlers‘, novo terror de aranhas assassinas.

Na trama…

“Serena, a gerente sobrecarregada e subestimada do complexo de apartamentos Paradiso Palms, descobre uma morte misteriosa. Mas o que começa como uma suspeita de surto viral rapidamente se transforma em algo muito mais aterrorizante: uma infestação catastrófica de aranhas venenosas que se espalha rapidamente pelo prédio.”

“Presos em quarentena sem saída, os moradores são forçados a uma luta desesperada pela sobrevivência enquanto a ameaça se multiplica a cada segundo. Armada apenas com seu conhecimento íntimo do prédio, Serena pode ser a única capaz de mantê-los vivos… se conseguir enfrentar seu maior medo.”

Confira a primeira imagem e siga o CinePOP no YouTube:

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Angel Gómez Hernández (‘Vozes’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Jayson Rothwell (‘Natal Sangrento’).

O terror será lançado pela Saban Films nos cinemas norte-americanos no dia 2 de outubro.

“Este filme será uma experiência de terror visceral que te deixará arrepiado da melhor forma possível. É um terror verdadeiro que deixará o público tenso na cadeira, com o coração palpitando,” declararam Shanan Becker e Jonathan Saba, presidentes do estúdio.

Javier Bardem é a nova face do TERROR nos novos cartazes de ‘Cabo do Medo’; Confira!

A Apple TV+ divulgou quatro novos cartazes de ‘Cabo do Medo‘ (Cape Fear), série de suspense baseada no clássico de 1991.

Programada para o dia 5 de junho, a nova versão é estrelada por Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Têm Vez’), Amy Adams (‘A Chegada’) e Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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O elenco ainda contará com CCH PounderMalia PylesAnna BaryshnikovJamie HectorLily ColliasJoe AndersPatrick FischlerRon PerlmanTed LevineMargarita Levieva.

A série é descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Inspirado pelo remake de 1991 dirigido por Martin Scorsese e produzido por Steven Spielberg, a trama é centrada em um feliz casal de advogados, Anna (Adams) e Tom Bowden (Wilson), que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando Max Cady (Bardem), um notório serial killer do passado deles, sai da prisão e quer vingança.

Morten Tyldum (‘Silo’) comandará o episódio piloto de ‘Cabo do Medo‘, além de servir como produtor executivo.

Adams e Bardem também irão servir como produtores executivos ao lado de ScorseseSpielberg.

Do criador Nick Antosca (‘O Ato’, ‘Candy’, ‘A Friend of the Family’), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.

Dez episódios foram encomendados para o projeto.

Após trailer, ‘Resident Evil’ ganha sinopse revelando a trama do filme

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Resident Evil’ marca o retorno da popular franquia aos cinemas. Com a proposta de trazer para o público uma reinvenção eletrizante e aterrorizante, o novo filme distribuído pela Sony Pictures acaba de ganhar o primeiro trailer. O longa é dirigido pelo visionário cineasta Zach Cregger, do premiado “A Hora do Mal” e de “Noites Brutais”, e tem previsão de estreia nos cinemas para 17 de setembro deste ano.

Confira a sinopse oficial e o trailer:

Protagonizado por Austin Abrams (“A Hora do Mal”, “The Walking Dead” e “Euphoria”), o filme tem uma história inédita e acompanha Bryan, um entregador médico que, de forma inesperada, precisa lutar pela sobrevivência em uma noite cada vez mais sombria, horripilante e caótica. O elenco ainda conta com Zach Cherry (“Ruptura”), Kali Reis (“True Detective: Terra Noturna”) e Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”).

Recentemente, foi realizada uma exibição-teste do filme e, embora o feedback tenha sido positivo (via World of Reel), diz-se que a versão de Cregger “praticamente não tem nada a ver com os jogos, com exceção de alguns easter eggs e alguns monstros reconhecíveis”.

“Os primeiros comentários indicam que Cregger não fez apenas mais uma adaptação de videogame — ele entregou algo enxuto, impactante e muito confiante. A duração é de 90 minutos e, aparentemente, é pura adrenalina, sem freios. Dizem que o filme é quase inteiramente construído em torno da tensão. Um participante com quem conversei o chamou de uma versão de terror de Mad Max: Estrada da Fúria“.

“O escopo também é pequeno e contido”, acrescenta o site. “Em vez de uma mitologia extensa, Cregger mantém o elenco reduzido e o foco restrito. Quase não há construção de mundo. As primeiras reações dizem que é muito mais cinematográfico do que os filmes anteriores de Resident Evil, com enquadramentos visuais fortes e efeitos práticos fazendo a maior parte do trabalho”.

Além de dirigir, Cregger assina o roteiro ao lado de Shay Hatten (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

A Constantin Film, que detém os direitos de exibição do título desde o final dos anos 1990 e está por trás dos filmes anteriores, produz o reboot junto com a PlayStation Productions.

Vale lembrar que a adaptação mais recente, ‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City‘, foi massacrada pelos críticos – com apenas 30% de aprovação no Rotten Tomatoes –, além de ter fracassado nas bilheterias, arrecadando meros US$ 41.9 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 25 milhões.

O Diabo Veste Prada 2

O Diabo Veste Prada 2

(The Devil Wears Prada 2)

 

Elenco:

Anne Hathaway – Andrea Sachs
Meryl Streep – Miranda Priestly
Emily Blunt – Emily Charlton
Simone Ashley
Stanley Tucci – Nigel
Pauline Chalamet
Patrick Brammall

 

Direção: David Frankel

Gênero: Comédia

Duração: 113 min.

Distribuidora: Disney

Estreia: 1º de Maio de 2026

Sinopse: 

Em O DIABO VESTE PRADA 2, Andy Sachs construiu uma carreira sólida e respeitada no jornalismo investigativo anos depois de deixar para trás os corredores implacáveis da Runway. Longe do universo da moda, ela agora é conhecida por reportagens profundas, prêmios importantes e uma reputação de integridade rara em um mercado cada vez mais dominado por cliques e tendências passageiras. Ainda assim, por mais que evite admitir, o passado nunca deixou de assombrá-la — especialmente quando o nome de Miranda Priestly volta a circular com força no centro das atenções.

Miranda, por sua vez, enfrenta o maior desafio de sua carreira. A indústria da moda está em transformação acelerada: revistas impressas perdem relevância, influenciadores digitais redefinem o poder de decisão e marcas independentes desafiam os antigos impérios. Pela primeira vez, a editora-chefe da Runway não é apenas temida — ela é questionada. Pressionada por investidores, anunciantes e um novo conselho administrativo, Miranda precisa provar que ainda é capaz de ditar tendências em um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gelado.

É nesse cenário que os caminhos de Andy e Miranda voltam a se cruzar.

A Bolsa Balde de Pipoca não deve chegar no Brasil pelas grande redes de cinema: 

Crítica: 

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Curiosidades: 

Miranda Priestly está de volta no clipe INÉDITO de ‘O Diabo Veste Prada 2’, exibido na #CinemaCon 2026

‘O Diabo Veste Prada 2’ pode ter abertura na casa dos US$ 100 milhões em sua estreia nas bilheterias dos EUA

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MODA! Além das bilheterias, ‘O Diabo Veste Prada 2’ também é uma VITRINE para marcas famosas e tendências

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A Miranda Priestly CADUCOU em ‘O Diabo Veste Prada 2’? Confira nosso vídeo explicando!

» O longa assumiu a data de estreia que originalmente pertencia ao longa ‘Vingadores – Doutor Destino‘, que foi recentemente adiado para 18 de dezembro de 2026;

» Aline Brosh McKenna, que assinou o roteiro do filme de 2006, retorna;

» Diferente do primeiro filme, grande parte das cenas foi rodada em redações reais, ateliês e semanas de moda, incluindo passagens por Nova York, Paris e Milão. A ideia foi capturar o clima atual da indústria, menos fantasioso e mais corporativo.

» Meryl Streep deu sugestões diretas para o arco dramático de Miranda Priestly, defendendo que a personagem tivesse mais camadas emocionais, mas sem perder a frieza e o sarcasmo que a tornaram icônica.

» Para garantir autenticidade, o filme contou com consultores que já trabalharam em grandes revistas de moda, ajudando a construir diálogos realistas sobre crises editoriais, publicidade e métricas digitais.

» Lançado em 2006, o longa original se tornou um sucesso de bilheteria e de crítica, faturando quase US$ 328 milhões ao redor do mundo, bem como duas indicações ao Oscar, cinco ao BAFTA e três ao Globo de Ouro;

Trailer:

Trailer Final Dublado

Trailer Final Legendado

Cartazes: 

O Diabo Veste Prada 2 - Cartaz Nacional

Fotos: 

Exit 8

(The Exit 8)

 

Elenco:

Kazunari Ninomiya
Yamato Kôchi
Naru Asanuma

 

Direção: Genki Kawamura

Gênero: Terror

Duração: 95 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Estreia: 30 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em EXIT 8, um homem preso em uma passagem infinita de metrô parte em busca da Saída 8. As regras de sua jornada são simples: não ignore nada fora do comum; se descobrir alguma anomalia, volte imediatamente; caso contrário, continue; em seguida, saia pela Saída 8. Mas, mesmo um único descuido o enviará de volta ao início. Será que ele alcançará seu objetivo e escapará deste corredor infinito?

Crítica: 

Crítica | Exit 8 – Suspense Baseado em Game Mostra Que Filme Bom só Precisa de Boa História

Curiosidades: 

‘Exit 8’: Terror japonês terá BAIXA classificação etária por “imagens sangrentas e terror”

» O longa é baseado no videogame homônimo de sucesso mundial criado pela Kotake Create;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

2DIE4: 24 Horas no Limite

(2DIE4: 24 Horas no Limite)

 

Elenco:

Felipe Nasr

 

Direção: Salomão Abdala, André Abdala

Gênero: Ação

Duração: 60 min.

Distribuidora: O2 Play

Estreia: 30 de Abril de 2026

Sinopse: 

2DIE4: 24 HORAS NO LIMITE não é um filme tradicional — é uma experiência cinematográfica experimental e crua que confunde a linha entre realidade e cinema. Sem atores roteirizados. Sem drama encenado. Sem CGI. Em vez disso, você é levado para a jornada em primeira pessoa de um piloto de corrida, experimentando seus medos, pontos fortes e erros como se fossem seus. Essa é a realidade retratada da forma mais cinematográfica possível, um convite a sentir cada momento, cada batimento cardíaco, cada risco.

Curiosidades: 

» O longa é uma experiência imersiva que acompanha a trajetória do piloto brasileiro Felipe Nasr na corrida de Le Mans, famosa por durar 24 horas;

» A produção aposta em uma estrutura híbrida inovadora: o filme mescla 90% de cenas autênticas com 10% de ficção. Diferente das produções tradicionais, o longa não seguiu um roteiro pré-estabelecido; a trama foi construída diretamente na ilha de edição, baseando-se nos eventos reais da corrida;

» Este será o primeiro filme brasileiro a ser lançado em IMAX, fazendo os irmãos Salomão Abdala (28 anos) e André Abdala (26 anos) se tornaram os cineastas mais jovens da história a dirigir um longa-metragem concebido para o formato;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

O Riso e a Faca

(O Riso e a Faca)

 

Elenco:

Sérgio Coragem
Cleo Diára
Jonathan Guilherme

 

Direção: Pedro Pinho

Gênero: Drama

Duração: 212 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Estreia: 30 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em O RISO E A FACA, Sérgio viaja para uma metrópole da África Ocidental, onde vai trabalhar como engenheiro ambiental na construção de uma estrada entre o deserto e a selva. Ali, envolve-se numa relação íntima e desequilibrada com dois habitantes da cidade, Diára e Gui.

Curiosidades: 

» O filme teve sua estreia mundial na edição mais recente do Festival de Cannes, recebendo aplausos calorosos e elogios da crítica especializada. O site Screen Daily descreveu a obra como “um trabalho notável ao construir uma narrativa profundamente humana, rica em camadas sociopolíticas e históricas.”;

» A atriz Cleo Diára conquistou um dos mais prestigiados reconhecimentos do Festival de Cannes ao receber o Prêmio de Melhor Interpretação Feminina na mostra Un Certain Regard, por sua atuação marcante no longa. Sua performance foi amplamente celebrada por críticos e espectadores, consolidando seu nome entre os grandes talentos do cinema internacional;

» Jonathan Guilherme, que tem uma trajetória singular — ex-jogador de vôlei e hoje poeta radicado em Barcelona — estreia nas telonas com uma atuação sensível e intensa. Ele contracena com o ator português Sérgio Coragem, conhecido por seus trabalhos em ‘Verão Danado‘ (2017) e ‘Fogo-Fátuo‘ (2022), além da premiada Cleo Diára, que já havia se destacado no elogiado ‘Diamantino‘ (2018);

» Resultado de uma colaboração entre Portugal, Brasil, Romênia e França, o filme reafirma a força das parcerias transnacionais no cinema contemporâneo;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: