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10 curiosidades de ‘Capitã Marvel’, a controversa aventura espacial Marvel

Lançado em 2019, Capitã Marvel foi um fenômeno de bilheteria. Primeiro filme de super-heróis da Marvel a ser dirigido por uma mulher, a aventura de Carol Danvers pela Terra bateu um bilhão de dólares em bilheteria e acumulou críticas mistas do público.

Na verdade, ela ter conseguido arrecadar esse dinheiro todo foi algo muito expressivo, porque o filme sofreu um amplo boicote de grupos políticos, que não foram capazes de impedir que a personagem voasse alto nas telonas. E essa são apenas algumas curiosidades sobre o longa, que teve várias histórias de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP separou mais dez causos que você talvez não conheça sobre Capitã Marvel. Confira!

Rumores

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Na época da produção do filme, houve boatos fortíssimos de que a atriz Emily Blunt seria a Capitã Marvel. No entanto, passado um tempo dos rumores, ela veio a público esclarecer que jamais foi chamada para o papel e que tudo não passava de uma grande mentira. O curioso é que Blunt ficou eternamente marcada no Universo Cinematográfico Marvel como a atriz que recusou a Viúva Negra para fazer As Viagens de Gulliver com Jack Black. Então, a suposta notícia de que ela teria perdido outro ícone da Marvel deixou o mundo do entretenimento em choque, mas não passava de uma notícia falsa.

Última cena

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Apesar da última participação do quadrinista e produtor Stan Lee no MCU ter acontecido em Vingadores: Ultimato (2019) – uma cena bastante decepcionante, diga-se de passagem, aquela não foi a última participação especial que ele gravou antes de morrer.

No caso, seu último cameo foi em Capitã Marvel, na simpática cena em que a super-heroína flagra o idoso no trem, lendo uma cópia do roteiro de Barrados no Shopping, filme dos anos 90 em que ele faz uma participação especial muito popular no meio dos fãs de quadrinhos. Foi uma referência fofa e digna ao legado de um dos maiores revolucionários da Marvel, independentemente das polêmicas. No fim das contas, a cena consiste nele lendo o roteiro e repetindo uma fala dele no filme. Só que isso esconde um momento triste da vida de Lee. Ele já estava muito debilitado e não conseguia mais falar com sua energia e entusiasmo que viraram marcas registradas. Por isso, a equipe de som utilizou o áudio original da fala dele em Barrados no Shopping por cima da fala de Stan.

Homenagem

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Acabou que a cena final de Stan foi gravada em Capitã Marvel porque a produção de Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores: Ultimato aconteceu simultaneamente. Ou seja, os dois foram filmados ao mesmo tempo, com cenas das duas produções acontecendo de forma aleatória. E por conta da idade avançada de Lee, seus cameos foram algumas das primeiras cenas das filmagens. Inclusive, por esse mesmo motivo, James Gunn foi convidado, lá em 2017, a dirigir cinco participações de Stan Lee em filmes Marvel para serem usadas nas produções seguintes. Infelizmente, ele faleceu em meio às filmagens de Capitã Marvel, que decidiu homenageá-lo com uma introdução especial, relembrando suas participações no MCU.

Alguém me segure!

Quando despenca na Terra, a Capitã Marvel destrói uma locadora de filmes e atira contra um Arnold Schwarzenegger de papelão colocado para promover o lançamento do VHS de True Lies. A ideia original, porém, era usar um totem de papelão do filme O Máskara. A piada envolveria o rosto verde dos Skrulls, e a Capitã confundindo os dois personagens. No entanto, isso não aconteceu porque a Disney não conseguiu negociar o uso com a Warner.

Recusou

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Uma das histórias mais incríveis dos bastidores desse filme é que a Marvel ofereceu um contrato multimilionário para o ator Keanu Reeves interpretar o Yon-Rogg. A expectativa para tê-lo no MCU era tão grande que os fãs acharam que ele viveria, na verdade, o Capitão Mar-Vell. Mas o sonho dos fãs não virou realidade, já que Reeves recusou o contrato para participar de Bob Esponja: O Incrível Resgate, em que ele interpreta uma bola de feno da sabedoria.

Anos 90

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A Marvel decidiu promover o filme apostando na nostalgia gerada pelos anos 90. Então, quando lançou o site oficial de Capitã Marvel, castigou no HTML e lançou um site todo em Comic Sans e cores vibrantes, ao melhor estilo dos sites da época. E sabe qual é a melhor parte? Ele continua no ar. Basta clicar no link a seguir: Captain Marvel | 90’s Website | Marvel.

Alergia

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Apesar de serem melhores amigas nos filmes, a Capitã Marvel e a gatinha Goose não ‘se davam muito bem’ fora das câmeras. É que a atriz Brie Larson tem uma alergia gravíssima ao pelo de gatos e ter contato com os felinos poderia afetar as gravações. Então, a produção organizou a logística para que as cenas com os gatos fossem gravadas em um turno, enquanto as da Brie eram gravadas em outro, permitindo que limpassem os cenários para evitar qualquer dano a saúde da atriz. Já nas cenas em que ela apareceu segurando ou interagindo com a Goose, a direção usou composição de cenas, um boneco de pelúcia ou CGI no gato.

Conselho

Antes de aceitar o papel de Yon-Rogg, Jude Law perguntou ao Sherlock de seu Watson, Robert Downey Jr., como era trabalhar com a Marvel. O eterno Homem de Ferro disse que era uma questão de trabalhar sabendo que suas ações eram apenas um caminho para um filme maior que viria depois. Que era uma questão apenas dele trabalhar focado em seu personagem sem se questionar sobre o que virá depois.

Irmãs

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Uma das sequências de ação mais divertidas do filme é aquela em que a Brie Larson agride uma suposta idosa no trem. Claro que era um Skrull disfarçado, mas não deixa de arrancar um riso sincero. O mais curioso dessa sequência inteira é que a dublê da velhinha e a dublê da Brie são HeidiRenae Moneymaker, respectivamente. Sim, a icônica cena da luta contra a terceira idade no trem mostra, na verdade, uma bela troca de porrada entre irmãs da vida real.

Sem nome

Por mais incrível que pareça, a Carol Danvers passa o filme inteiro sem ser chamada de Capitã Marvel. Na verdade, a primeira vez que alguém se referiu a ela oficialmente como Capitã Marvel no MCU foi em Homem-Aranha: Longe de Casa (2019), quando Peter sugere ao Nick Fury que chame a Capitã Marvel para ajudá-lo.

Capitã Marvel está disponível no Disney+.

Revelado POR QUE a 5ª temporada de ‘The Boys’ será a última

Foi revelado na semana passada que The Boys‘ chegará ao fim em sua 5ª temporada, e muitos fãs ficaram se perguntando o por quê desta decisão.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, o showrunner Eric Kripke brincou ao dizer que 5 é um número mágico para roteiristas, assim como o número três, então concluir a série na 5ª temporada é bem lógico, de “um ponto de vista idiota estratégico”.

“Parte disso é uma coisa idiota de roteirista, mas três e cinco são os números mágicos. Três são atos de filme, cinco são atos de TV. Piadas têm um ritmo de três para cinco. Bem, e cinco parece um número redondo. Acreditamos que é o bastante para contar a história sem desgastar o público.”

Kripke também argumentou que este sempre foi o seu plano quando decidiu adaptar os quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson.

Inclusive, a 4ª temporada foi escrita para dar essa sensação de que as coisas estão se encaminhando para o fim.

“Isso fazia parte do meu argumento: ninguém vai assistir a 4ª temporada sem pensar: ‘a série vai acabar na próxima temporada, né? Então, podemos muito bem anunciar isso para que as pessoas possam assisti-la com aquela sensação épica de estarem testemunhando o caminho para a reta final, que é o que eu espero.”

Com o Natal se aproximando, a Amazon revelou uma imagem especial deThe Boys para comemorar a data.

Através do perfil da Vought International no X (antigo Twitter), foi divulgada uma imagem que exibe o Capitão Pátria no topo de uma árvore de Natal.

Confira:

Vale lembrar que a temporada final de ‘The Boys’ está prevista para estrear apenas em 2026.

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Prime Video tem suspense com Liam Neeson que é SANGRENTO e imprevisível

Vamos falar agora sobre o novo filme protagonizado por Liam Neeson que entrou recentemente na Prime Video, chamado Na Terra de Santos e Pecadores.

Exibido no Festival de Veneza ano passado, nesse projeto somos apresentados a um choque entre a frieza e as desilusões pelo olhar de um protagonista, um clássico anti-herói, em total crise existencial que se vê envolvido em um último conflito ligando seu passado à vida que quer abandonar.

O longa-metragem é dirigido pelo norte-americano Robert Lorenz, em seu terceiro projeto atrás das câmeras após uma carreira de sucesso como produtor de alguns filmes de Clint Eastwood, como: Sobre Meninos e Lobos e Menina de Ouro.

Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.

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O ar fúnebre se mistura as reflexões sobre ideologia, dentro do contexto de uma guerra política que causou caos a terceira maior ilha da Europa. A narrativa é empolgante, com o ritmo dosado, explicando de forma trivial paralelos interesses, como um contorno do discurso que bate de frente com o clássico Crime e Castigo de Dostoiévski. Numa linda paisagem, o contraste com o violência é uma marca e assim vamos aos poucos entendendo as crises existenciais que se amontoam, toda essa parte é muito bem conduzida pelo olhar detalhista de Lorenz que consegue extrair não só os dilemas mas preenche as lacunas de muitos porquês.

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Esse é um filme onde os personagens se mostram muito presentes em cada espaço. E nesse campo aberto rumo ao imprevisível, já inserido na iminência de uma guerra civil, de um lado um assassino experiente em crise existencial, já não sabendo mais lidar com o ganha pão que escolheu, do outro um grupo de jovens imersos nos limites emocionais de sua incursão à revolução que escolheram, um modo de vida instável sempre à espera das consequências dos atos que se seguem. Heróis e vilões ganham interpretações diversas. Ajudam a contar essa história três excelentes artistas irlandeses indicados ao Oscar: Liam Neeson, Kerry Condon e Ciarán Hinds.

Algo que o cinema faz como muitas artes, não deixar cair no esquecimento, se junta à força de um discurso. Esse projeto, mesmo sendo uma total ficção, é mais um capítulo na vasta história que liga o famoso grupo paramilitar IRA, que passou por diversas modificações ideológicas desde seu início lá em 1919, à conflitos por toda a Irlanda.

Uniforme DESCARTADO de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ é revelado 10 anos após o filme; Confira!

Em ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘, Steve Rogers usou seu “Traje Furtivo” dos quadrinhos antes de vestir seu antigo equipamento da Segunda Guerra Mundial.

Vingadores: Era de Ultron’ deu a ele um visual que seria usado no resto de suas aparições no MCU.

No entanto, Ryan Meinerding, Designer de Personagens, Diretor Criativo e Chefe de Desenvolvimento Visual da Marvel Studios, tentou consertar as coisas no ano anterior.

No recém-lançado Marvel Studios: The Art of Ryan Meinerding, o artista confirmou que o traje reformulado – que combina seus trajes de 2012 e 2015 – foi cortado de ‘O Soldado Invernal‘.

Aqui está um trecho do livro de leitura obrigatória que já está à venda:

“Quando o produtor de Capitão América: O Soldado Invernal, Nate Moore, disse a Ryan Meinerding que eles queriam dar a Steve Rogers o ‘Traje Furtivo’ do supersoldado dos quadrinhos da Marvel (desenhado por Marko Djurdjevic), o artista ficou animado, mas também preocupado. ‘É um traje legal, mas não tem capuz ou capacete, e eu sabia que poderíamos melhorar o capacete de Os Vingadores da Marvel’, diz Meinerding.”

“Kevin Feige concordou que precisava de um novo design. ‘Esse foi o maior desafio para mim. Eu estava extremamente motivado para acertar o capacete.’ Na primeira reunião de apresentação, o design do traje de Meinerding – do pescoço para baixo – foi aprovado. Mas havia originalmente um traje adicional do Cap para o filme. Meinerding compartilha, ‘A vista traseira [oposta, canto inferior direito] era para um traje alternativo que foi cortado daquele filme. Quando Cap voltou da missão Lemurian Star e estava no Triskelion, ele teria esse traje atualizado dos Vingadores. Então, originalmente, ele não estava no traje furtivo o tempo todo.'”

Confira abaixo este design não utilizado do Capitão América: O Soldado Invernal:

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O renomado astro Chris Evans, conhecido por sua interpretação de Steve Rogers/Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), compartilhou suas reflexões sobre a época em que deu vida ao herói.

Durante sua participação na Emerald City Comic Con (via ComicBook), Evans foi questionado sobre qual era seu filme favorito do MCU, ao que ele respondeu:

“Entre os que atuei, ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ é meu filme favorito da Marvel. Não é apenas pelo filme em si, mas pela experiência. No primeiro filme, eu estava tão nervoso… Você sabe no que está se metendo e, como resultado, está jogando na defesa. Jogando para não perder.”

Ele continuou:

“Quando a sequência foi anunciada, estávamos jogando para vencer. E é o primeiro filme com os Irmãos Russo. Estávamos correndo mais riscos e o personagem parecia mais desenvolvido. Foi uma das experiências mais satisfatórias que tive em minha carreira na Marvel.”

Anteriormente, ele conversou com a Variety e defendeu o gênero baseado em quadrinhos de super-heróis, argumentando que eles não recebem o crédito que merecem.

“Filmes de quadrinhos em geral, por alguma razão, nem sempre recebem o crédito que merecem. São produções grandiosas, com muitos envolvidos no processo. Mas a evidência empírica está aí: não são fáceis de fazer. Se fosse simples, haveria muito mais sucessos. Não estou criticando! Participei de alguns que não alcançaram o esperado. Acontece. Fazer um filme é um desafio. Mais gente envolvida no projeto não torna as coisas mais simples. Não quero destacar filmes específicos do catálogo da Marvel, mas alguns são fenomenais. São excelentes obras, objetivamente falando, e merecem um pouco mais de reconhecimento.”

Embora Evans não tenha mencionado nenhum filme específico de quadrinhos que ele considerou ter ficado aquém, ele apontou que Capitão América: O Soldado Invernal’, lançado em 2014, é seu “favorito pessoal” entre os filmes do Marvel Studios em que atuou.

“É meu filme favorito da Marvel em que estive envolvido. Não apenas pela obra em si, mas pela experiência”, explicou ele.

“No primeiro filme, estava bastante nervoso. Você sabe no que está se metendo e, como resultado, joga na defensiva, tentando não falhar. Quando ‘Soldado Invernal’ chegou, estávamos jogando para vencer. Foi o primeiro filme com os Irmãos Russo. Assumimos mais riscos, e o personagem estava mais desenvolvido. Foi uma das experiências mais gratificantes da minha jornada na Marvel.” 

Chris Evans desempenhou o papel de Steve Rogers/Capitão América nos três filmes solo do herói, bem como em todas as produções de Os Vingadores. Seu trabalho foi uma peça fundamental no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), e seu último filme foi ‘Vingadores: Ultimato’.

Todos os filmes do Universo Cinematográfico da Marvel estão atualmente disponíveis no Disney Plus.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Rachel Zegler canta música INÉDITA em novo teaser ‘Branca de Neve’

O live-action de Branca de Neve ganhou um teaser com Rachel Zegler cantando a música Um desejo em mim (Waiting on a Wish).

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

Assista, com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

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Confronto final nas imagens dos ÚLTIMOS episódios de ‘Cobra Kai’

A Netflix divulgou as imagens oficiais dos últimos episódios de ‘Cobra Kai‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Os episódios finais estão programados para estrear no dia 13 de fevereiro.

Após um resultado chocante no Sekai Taikai, Miyagi-Do e Cobra Kai devem acertar as contas com seus passados ​​enquanto enfrentam um futuro incerto dentro e fora do tatame. Quase 40 anos após os eventos do All Valley Karate Tournament de 1984, tudo resultará nisso.

O elenco conta com Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser, Jacob Bertrand, Peyton List, Dallas Dupree Young, Gianni DeCenzo, Courtney Henggeler, Vanessa Rubio, Alicia Hannah-Kim e Thomas Ian Griffith.

Adam Sandler retorna no teaser da sequência ‘Um Maluco no Golfe 2’

Através do seu Instagram, o astro Adam Sandler (‘Como se Fosse a Primeira Vez’) divulgou o primeiro teaser da sequência ‘Um Maluco no Golfe 2‘ (Happy Gilmore 2).

No vídeo, o ator reprisa seu papel como Happy, que se encontra em luto pelo seu amigo Chubbs Peterson – interpretado por Carl Weathers no longa original, que faleceu no começo deste ano –, antes de cruzar caminho com o seu arqui-inimigo Shooter McGavin (Christopher McDonald).

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção.

Sem data de estreia, o longa está programado para chegar à Netflix em 2025.

Missão perigosa no trailer da 2ª temporada de ‘O Agente Noturno’; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘O Agente Noturno‘.

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O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 23 de janeiro.

Criada por Shawn Ryan, a série é baseada no livro homônimo de Matthew Quirk.

O elenco conta com Gabriel Basso, Luciane Buchanan, Fola Evans-Akingbola, Eve Harlow, Enrique Murciano, Phoenix Raei, D.B. Woodside e Hong Chau.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ganha belo CARTAZ

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ganhou um cartaz comemorativo de fim de ano.

Confira:

O insider Alex Perez, do The Cosmic Circus, revelou informações interessantes sobre o papel de Sue Storm em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.

Perez destacou que, embora todos os membros da família tenham sua importância no filme, há um momento crucial em que Susan Storm assume uma posição de maior destaque.

“Cada membro da família tem sua importância no filme. É verdade que há um momento no filme que torna Susan Storm, francamente, a pessoa mais importante no mundo deles (e, quando penso nisso, no universo) em um dado momento”, disse Alex Perez.

Lembrando que as filmagens de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ foram encerradas em Oviedo, na Espanha.

Para celebrar, a equipe realizou uma festa e foi divulgada uma foto do Pedro Pascal, que vive Reed Richards.

Confira:

Durante o Disney Content Showcase em Cingapura, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, revelou suas expectativas para os próximos lançamentos do UCM.

Em entrevista, Feige contou que o filme que está o deixando mais empolgado é Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, longa que marcará a introdução da equipe neste universo.

“Bem, estou empolgado com todos eles, mas eu diria… Quarteto Fantástico. Novamente, falando sobre tentar trazer algo à vida por 25 anos, esse é um, finalmente trazendo a Primeira Família da Marvel para o UCM. E aquele elenco que você mencionou alguns minutos atrás é simplesmente incrível. Eles terminam as gravações na próxima semana, terminamos, o filme será lançado neste verão, e então todos esses personagens seguirão diretamente para o nosso próximo filme dos Vingadores’, então estou muito empolgado para o futuro do Quarteto Fantástico'”, disse Kevin Feige.

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

“O filme acompanha Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando seu desafio mais assustador até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis com a força dos laços familiares que os unem, eles devem defender a Terra de um voraz deus espacial chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, a Surfista Prateada (Julia Garner). E, se o plano de Galactus de devorar o planeta inteiro já não fosse ruim o suficiente, tudo fica ainda mais pessoal”.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Programa de reabilitação que se transformou em perigosa SEITA é foco de série CHOCANTE da Max

A série documental ‘The Synanon Fix‘ expõe como um programa de reabilitação química iniciado na Califórnia da década de 1950 se tornou uma perigosa seita que faturava rios de dinheiro com a desgraça alheia.

Dirigido por Rory Kennedy e Mark Bailey, o documentário de quatro partes está disponível na Max e reconta como um pequeno grupo de apoio para ex-viciados em drogas se tornou uma gigantesca comunidade liderada por Charles ‘Chuck’ Dederich.

Charles Dederich (imagem: HBO)

Muitos dos relatos descrevem Synanon como um lugar inovador e inclusivo que ajudou centenas pessoas a ficarem limpas… Mas, no fim das contas, as coisas mudaram quando certos comportamentos foram obrigatórios e a violência foi introduzida para impedir a saída dos membros.

Como explicam vários ex-viciados em drogas e membros do Synanon, a comunidade prosperou porque muitos dos membros pensavam que nunca iriam superar seu vício… Até serem convidados por Dederich, um ex-viciado em álcool, a criarem um espaço residencial para reabilitação de alcoólatras e viciados em drogas, sem nenhum custo para eles.

O programa residencial foi amplamente considerado o primeiro sucesso desse tipo, no qual seus membros obedeciam fielmente as únicas dua regras: nada de violência e nada de drogas.

Um elemento central da casa de reabilitação foi o “jogo Synanon”, uma terapia de confronto cujos participantes poderiam gritar e xingar uns aos outros para liberarem todos os seus sentimentos e emoções ruins, levando à mudança de comportamento e atribuindo mais responsabilidade para com seus colegas.

Confira o trailer da produção:

Lena Lindsey, que foi um membro da seita por muito tempo, disse que:

“O jogo Synanon nos ensinou a olhar para nossa própria verdade sem julgamentos. Eu não estaria sentada aqui se não houvesse um jogo Synanon para me libertar.”

À medida que a Synanon começou a receber mais pessoas, a organização foi levada para um espaço maior em Santa Monica, com cerca de 60 pessoas morando lá. Mas, para isso, a organização passou a pagar US$ 500 de aluguel por mês e Dederich sabia que precisavam ganhar dinheiro de alguma forma.

A Synanon foi registrada como uma organização sem fins lucrativos, com todos os benefícios fiscais decorrentes, então os membros começaram a pedir esmolas enquanto contavam suas histórias para o público.

Não demorou muito até que os membros começaram a ser presenteados com árvores de Natal, alimentos, materiais de higiene, e até mesmo gado e um carro Cadillac.

Logo depois, a Synanon abriu postos de gasolina e prédios de apartamentos.

No entanto, além da prosperidade maquiada, Dederich escondia do público a rotina sombria que os membros viviam, dizendo a eles que morreriam ou voltariam ao vício se deixassem a Synanon… Tudo isso para manter sua vida de riqueza, influência e bajulação.

Com o passar do tempo, os internos começaram a ter filhos e criá-los sob os código de conduta da comunidade, expandido a influência de Dederich, que era visto pelo público como um bemfeitor humanitário, o que atraía cada vez mais doações.

O problema é que Dederich começou a implementar cada vez mais regras para conter qualquer ideia de rebelião, sempre impondo ameaças e a crença de que os membros voltariam para a sarjeta se tentassem desobedecê-lo.

Entre as regras, estavam inclusas extensas rotinas de xercícios, pesagens das crianças, cortes de cabelos obrigatórios. Com o tempo, as terapias tornaram-se cada vez mais extremas, evoluindo para comportamentos paranoicos e ordens semelhantes a cultos, culminando em acusações de abuso infantil, agressão e até tentativa de homicídio.

Will Smith descobre um dispositivo capaz de refletir a gravidade em novo sci-fi da Sony

De acordo com o Deadline, Will Smith assinou um acordo com a Sony para estrelar um suspense sci-fi intitulado ‘Resistor‘.

Escrita por Zak Olkewicz e Eric Singer, a trama gira em torno de um físico chamado Jon Grady, que, junto com sua equipe, descobre um dispositivo que é capaz de refletir a gravidade – um triunfo que revolucionará o campo da física e mudará o futuro.

No entanto, a descoberta acaba obrigando o laboratório de Grady a fechar as portas quando uma organização secreta conhecida como Bureau of Technology Control toma conhecimento do projeto.

O longa é baseado no romance ‘Influx, escritor por Daniel Suarez em 2014.

Por enquanto, ainda não há diretor contratado para a adaptação e nem previsão para o início das filmagens, já que Smith está comprometido com outros projetos nos próximos meses.

‘Os Vingadores’ faz 12 anos | 10 DETALHES que você não deve ter reparado até hoje…

Por incrível que pareça, há 12 anos, os cinemas brasileiros eram tomados pelo maior fenômeno de 2012 e um dos filmes que redefiniu a década do entretenimento nas telonas. Isso mesmo, Os Vingadores completa doze anos e para isso, o CinePOP preparou uma série de matérias especiais para comemorar essa data tão significativa.

Sucesso absoluto, Os Vingadores virou um dos filmes mais cultuados do MCU. Cheio de easter eggs dos quadrinhos, o longa também conseguiu esconder detalhes que passaram despercebidos por muitos até hoje, principalmente aqueles que só passaram a fazer sentido com as produções seguintes. Por isso, o CinePOP separou dez desses momentos interessantes que você pode não ter reparado até hoje. Confira!

Sonho impossível

Na passagem em Calcutá, quando Bruce Banner está tentando descobrir qual é intenção da Natasha Romanoff, ele começa a falar mais sobre si e diz que há coisas que ele nunca poderá ter. No momento em que fala isso, Bruce balança um bercinho de madeira. A cena foi improvisada por Mark Ruffalo. Mais tarde, em Vingadores: A Era de Ultron (2015), Bruce revela para a própria Natasha que não pode ser pai por conta de sua condição de se transformar no Hulk em momentos de fortes emoções.

 

De confiança

Durante sua primeira cena no filme, em que está treinando golpes de boxe na academia, o Capitão América está usando sapatos da marca Converse, o famoso All Star. Essa marca foi inaugurada em 1908 e forneceu os calçados para os soldados americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Como Steve não havia se adaptado ao novo mundo ainda, coisa que só viria a fazer em Capitão América 2: O Soldado Invernal (2014), ele foi atrás de marcas e produtos que conhecia de seu tempo.

Os olhos do Pai

Durante seu debate com Loki, Thor acaba sendo cercado por dois corvos. Na mitologia e nos quadrinhos, o pai de todos, Odin, tem dois corvos que viajam pelos Nove Reinos, servindo como olhos e ouvidos para ele se manter informado. Ou seja, mesmo estando longe da Terra, ele estava ciente do que estava acontecendo com seus filhos.

Eu entendi a referência

Quando Nick Fury diz que Loki transformou agentes treinados em macacos voadores, o Capitão América diz a icônica frase que permeia os memes da internet até os dias de hoje: “Eu entendi a referência!”. Esse momento acaba sendo legal porque a referência feita é ao filme O Mágico de Oz, lançado em 1939. Ou seja, o jovem Steve Rogers chegou a assistir ao filme antes de se alistar e acabar congelado por 75 anos. Por outro lado, o Thor fica boiando, já que não há O Mágico de Oz em Asgard.

 

Modo automático

Quando o Agente Coulson está tentando ligar para o Tony no começo do filme, ele responde com uma piadinha do tipo: “você tentou entrar em contato com o modelo de vida artificial do Tony Stark”. Além do easter egg  desses robôs dos quadrinhos, essa trama sobre os Modelos de Vida Artificiais acabou sendo desenvolvida na série Agentes da SHIELD, que foi criada por Joss Whedon.

Prevendo o futuro

Durante o debate entre os Vingadores no aeroporta-aviões, os heróis entregam os roteiros de suas próximas aventuras no cinema. Por exemplo: Steve questiona Tony Stark sobre o que ele é sem a armadura. Esse é o ponto central da trama de Homem de Ferro 3. Bruce Banner pergunta se o Capitão América está na lista de ameaças da SHIELD. Natasha Romanoff diz que todos estão, assim como é visto no projeto que dita os rumos de Capitão América 2: O Soldado Invernal. Já Nick Fury diz ao Thor que as armas foram feitas por conta do Thor e da ameaça de criaturas de seu mundo virem atacar a Terra, que é exatamente o que acontece em Thor: O Mundo Sombrio.

 

Fogo amigo

As brigas constantes entre Tony e Steve durante o primeiro filme brincam o tempo inteiro com a cisão entre os dois, fazendo um paralelo com a Guerra Civil dos quadrinhos. Em Vingadores: A Era de Ultron (2015), o embate entre eles fica mais ideológico, com os dois quase chegando às vias de fato. Esses momentos já davam uma noção do que viria pela frente, com a culminação das divergências entre os dois no filme Capitão América: Guerra Civil (2016).

Memória

Momentos antes do ataque do Gavião Arqueiro ao Aeroports-aviões acontecer, dispersando os Vingadores um pra cada lado, Bruce Banner descobriu que o Tesseract estava em Nova York. A cena é muito rápida e dá pra ver pela tela de seu computador. É por isso que, mais tarde, quando ele pega a motinho, ele sabe onde os Vingadores estão.

Betty

A garçonete que aparece sendo salva pelo Capitão América e depois dando entrevista para a TV se chama Beth, e seria o primeiro interesse amoroso do herói desde Peggy Carter (Hayley Atwell). É interessante ver que ela tem um nome porque, pasmem, na época do filme, houve uma teoria relativamente bem aceita entre os fãs de que ela seria ninguém menos que Carol Danvers, a futura Capitã Marvel. Pois é, coisa de fã empolgado mesmo. Enfim, acabou que ela teria mais tempo de tela e até flertaria com Steve, mas essa subtrama terminou não sendo utilizada no filme, apesar de ter sido filmada e estar presente nos bônus do Blu-ray.

Perdeu tudo!

Por fim, mas não menos importante: apesar de passar o filme inteiro falando sobre as figurinhas do Capitão América e de como foi difícil completar sua coleção com os cards em bom estado, o Agente Coulson morre sem conseguir seus tão sonhados autógrafos e Nick ainda estraga a coleção do falecido enchendo ela de sangue para causar impacto nos heróis.

Os Vingadores está disponível no Disney+.

Filme de terror coreano descrito como um dos mais ASSUSTADORES do ano abre com 95% de aprovação no RT

O terror é um gênero que permeia por diversos temas para arrancar as piores reações do público, seja em tramas envolvendo serial killers, fantasmas, demônios, alienígenas e até mesmo brinquedos amaldiçoados.

O problema é que o gênero já estão tão saturado, que é difícil encontrar uma trama original e que realmente cause uma sensação de medo.

No entanto, um título que elevou a credibilidade e o potencial do gênero recentemente é ‘Exhuma, dirigido por sul-coreano Jang Jae-hyun.

O filme conquistou 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e está sendo considerado um dos melhores filmes de terror de 2024. Segundo os críticos, ele “combina temas culturais e históricos introspectivos com emoções de terror assustadoras, sangrentas e atmosféricas de uma forma emocionante. É um terror divertido com muita coisa em mente.” 

Na trama de ‘Exhuma, depois de sofrer com uma série de eventos paranormais, uma família rica de coreanos que vivem em Los Angeles convoca uma jovem dupla de xamãs em ascensão para salvar o recém-nascido da família, acometido de uma doença que os médicos não conseguem determinar.

Assim que eles chegam, os xamãs sentem que a aura maléfica de um ancestral da família se apoderou de seus membros, sugando sua energia vital lentamente.

No entanto, os xamãs descobrem que o ancestral está enterrado em um local sombrio em uma remota vila na Coreia. Mesmo assim, eles decidem viajar para exumar o cadáver e realizar um ritual para quebrar a maldição.

Sem saber das consequências, a exumação é realizada, desencadeando a libertação de uma entidade mais perigosa do que todos imaginavam.

Assista ao trailer:

Por outro lado, o mais assustador em ‘Exhuma não são os espíritos raivosos ou criaturas estranhas à espreita em um túmulo, mas a sensação apavorante presente em cada segundo faz o público acreditar que há algo mais na espreita, aumentando a tensão gradualmente.

O filme tem um enredo bem dinâmico, que incentiva o público a olhar além da simples premissa que o filme cria deliberadamente para enganar os espectadores.

Exhuma foge do convencional e busca a convicção por meio da própria narrativa, sem apelar aos personagens dizendo ao público o nível de maldade com o qual estão lidando. Por conta disso, a construção dos acontecimentos são suficientes para convencer os espectadores do realismo da história.

Embora o primeiro arco pareça uma versão improvisada de um filme de terror sobrenatural qualquer, o decorrer da trama é muito mais cativante, destacando a importância dos contos e mitos antigos para aqueles que neles acreditam fielmente.

Dessa forma, o longa quebra os padrões e abre caminho para uma nova era para o gênero do terror, fugindo dos clichês e apostando em temas não convencionais para subverter as expectativas de quem está assistindo, ao mesmo tempo em que consegue implantar uma sensação de pânico que outros filmes não conseguiram nos últimos anos.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia no Brasil.

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Dica | Prime Video tem ÓTIMO filme de ação com Gerard Butler

O Prime Video tem um ótimo filme de ação estrelado por Gerard ButlerMike ColterTony Goldwyn, que surpreendeu a crítica ao conquistar 78% de aprovação, além de ter arrecadado US$74,5 milhões nas bilheterias.

Alerta Máximo foi lançado em 2023 e está disponível no catálogo do streaming.

A história acompanha o piloto Brodie Torrance (Butler), que está fazendo um voo de Singapura para Honolulu quando precisa salvar seus passageiros fazendo um pouso arriscado em uma ilha devastada pela guerra.

Quando a maioria dos passageiros são feitos de reféns por rebeldes perigosos, a única pessoa com quem Torrance pode contar para ajudar é Louis Gaspare (Colter), um acusado de assassinato que estava sendo transportado pelo FBI. Para resgatar os passageiros, Torrance precisará da ajuda de Gaspare e descobrirá que há mais em Gaspare do que aparenta.

Relembre o trailer:

A direção é de Jean-François Richet (‘Doce Veneno’), a partir do roteiro de Charles Cumming J.P. Davis, baseado no romance de não-ficção homônimo de Cumming.

O elenco conta também com Mike Colter (‘Luke Cage’) e Tony Goldwyn (‘Ghost’).

Lembrando que uma sequência já está em desenvolvimento.

A próxima iteração, intitulada ‘Ship‘ (no original), trará o personagem de Colter, Louis Gaspare, como protagonista e será ambientado em um navio de carga no leste da Ásia, onde ele descobre uma quadrilha de tráfico humano, o que o leva a derrubar os responsáveis ​​e resgatar os reféns. Butler não irá voltar para o longa.

Nenhum diretor ou roteirista foi confirmado no projeto, mas as discussões estão em andamento e com as filmagens marcadas para começar ainda este ano. Não há data prevista de lançamento.

‘Revival’: SyFy escala OITO novos membros ao elenco de nova série dramática

Segundo o Deadline, a adaptação Revival, baseada nos quadrinhos homônimos assinados por Tim SeeleyMike Norton, escalou oito novos membros ao elenco.

As informações indicam que Gia Sandhu (‘Star Trek: Strange New Worlds’), Katharina King So (‘Observadores’), Maia Jae Bastidas (‘Gen V’), Nathan Dales (‘Letterkenny’), Mark Little (‘Mr. D’), Glen Gould (‘Tulsa King’), Lara Jean Chorostecki (‘Hannibal’) e Conrad Coates (‘Fargo’) farão parte da atração.

Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Melanie ScrofanoRomy WeltmanDavid James ElliotAndy McQueen.

Em Revival, em um dia milagroso na zona rural de Wisconsin, os recém-falecidos levantam-se repentinamente de seus túmulos. Mas esta não é uma história de zumbi, já que os “revividos” aparecem e agem como antes. Quando a oficial local e mãe solteira Dana Cypress (Scrofano) é inesperadamente jogada no centro de um brutal mistério de assassinato, ela precisa entender o caos em meio a uma cidade tomada pelo medo e pela confusão onde todos, vivos ou mortos-vivos, estão um suspeito.

A atração foi criada por Aaron B. KoontzLuke Boyce, que também entram como showrunners e produtores executivos.

Revival será lançada pelo SyFy, mas ainda não tem data de estreia confirmada.

Lance SamuelsDaniel IronSamantha LevineDaniel MachGreg HemmingsStephen FosterScrofano também ficam a encargo da produção executiva.

‘The Hunting Party’: Drama CRIMINAL com estrela de ‘Manifest’ ganha trailer e data de estreia; Confira!

NBC divulgou o trailer oficial de The Hunting Party, novo drama criminal estrelado por Melissa Roxburgh (‘Manifest’).

A série tem estreia agendada para o dia 03 de fevereiro nos Estados Unidos, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira:

A produção foi criada por JJ Bailey, que também assina o roteiro e entra como showrunner ao lado de Jake Coburn.

A ambiciosa série acompanha uma pequena equipe de investigadores reunidos para rastrear e capturar os assassinos mais perigosos dos Estados Unidos – que, de alguma maneira, escaparam de uma prisão de segurança máxima ultrassecreta que não deveria existir.

Nick WechslerPatrick SabonguiJosh McKenzieSara GarciaKyra Leroux também estrelam a produção.

Por que ‘Central do Brasil’ é um dos filmes brasileiros mais AMADOS pelo público?

Tudo o que perdemos pelo caminho se tornam fortaleza para quem encontra no outro a redescoberta da vida. No ano em que o Brasil perdeu a Copa do Mundo de Futebol masculino na França, nosso país ganhou na sua galeria de inesquecíveis obras do seu cinema um filme que continua até hoje no imaginário e emoções profundas de todo mundo que ama cinema. Dirigido por Walter Salles, Central do Brasil é como uma flecha que alcança nosso peito e nos faz refletir sobre a vida, sobre as razões existências de pais e filhos, sobre o valor da amizade, dos nossos valores como seres humanos. Uma trilha sonora linda vai se tornando um plano de fundo sensível e muitas vezes angustiante que nos mostra toda a força que um filme pode ter.

Sendo assim, para relembrarmos esse clássico do nosso cinema, separamos alguns motivos do Por que ‘Central do Brasil’ é um dos filmes nacionais mais AMADOS pelo público?

Um roteiro impactante que nos faz nunca mais esquecer tudo que vemos e aprendemos

Escrito pelos roteiristas Marcos Bernstein e João Emanuel Carneiro, o filme conta a saga de uma ex-professora chamada Dora que escreve cartas na Central do Brasil e em um dia trágico, com mais um acidente de trânsito na cidade, acaba embarcando em uma jornada em busca do pai de Josué, um menino de 9 anos, que tem o sonho de ser motorista de caminhão, que não tem mais ninguém na cidade após o falecimento da mãe. Assim, Dora e Josué irão percorrer milhares de quilômetros, seja de ônibus, seja de carona, para enfim tentar chegar até o pai do garoto.

 

Em 15 minutos te apresenta os personagens protagonistas e te deixa com o coração na mão

Dizem por aí que um filme bom precisa conquistar o público em 15 minutos. Central do Brasil consegue essa façanha nos mostrando um raio-x profundo de Isadora Teixeira (a Dora) e as primeiras lacunas preenchidas de uma jornada que ganharia o mundo e o coração de todos nós que amamos a sétima arte. Também nesse impactante abre alas conhecemos o lugar que dá título ao filme, onde milhares de pessoas de todo o Brasil passam todos os dias até hoje, no coração do centro da cidade do Rio de Janeiro.

 

Mostra duras e diversas realidades do povo brasileiro

Desde as inúmeras pessoas de origem de fora do Rio de Janeiro que moram na cidade, que buscam enviar suas cartas através de Dora na Central do Brasil, à solidão do caminhoneiro evangélico e sem família Cezar, interpretado por Othon Bastos, inúmeros personagens que vão e vem na jornada dos protagonistas. Mas há um foco na ex-professora, aposentada, que ganha pouco dinheiro após serviços prestados à educação do Brasil, que escreve cartas para quem não sabe escrever e vive sua simples realidade nas idas e vindas dos trens em uma rotina circular que acaba redescobrindo valores.

 

Os valores da fé

Há referências à religião em muitos momentos do filme. No trajeto, em meio a cidades e culturas das regiões onde passam, a fé se torna algo muito presente e entra em conflito, de certa forma, com maneira que Dora enxerga essa questão em particular. Tem uma cena linda em um toco de árvore onde mensagens e objetos são colocados e um lenço, última lembrança da mãe de Josué, é deixado. Impactantes registros que só somam em meio a essa estrada de redescobertas por parte da protagonista.

 

Uma protagonista feminina que comove e nos ensina sobre muitos sentimentos

Dora é complexa, admite sua realidade e nunca tentou mudar ou fazer diferente. Solteira, sem filhos, tudo muda em sua vida com a chegada de Josué e a aceitação de uma jornada que a transformaria em uma nova pessoa, uma nova mulher. Dora sempre foi uma mulher muito sofrida, seu pai a abandonou quando criança, inclusive aos 16 anos ela o reencontrou e ele não a reconheceu. Com essa e outras marcas na vida, a personagem é o espelho de muitos brasileiros e outras tristes realidade pelo Brasil à fora.

 

Um elenco maravilhoso e uma parte técnica impecável

Além da fantástica Fernanda Montenegro, Central do Brasil conta com as participações de Marília Pêra, Otávio Augusto, Othon Bastos, Matheus Nachtergaele, Caio Junqueira entre outros. O grande Walter Carvalho assina a belíssima fotografia do filme. O jovem, na época, Vinícius de Oliveira, foi o escolhido para interpretar Josué em uma seleção de mais de 1.000 crianças para o papel.

 

Orgulho do nosso cinema

Indicado ao Oscar para representar o Brasil na cerimônia de 1999, nas categorias de Melhor Filmes Estrangeiro e Melhor Atriz, o filme Conquistou os mesmos prêmios no Globo de Ouro semanas antes e o Urso de Ouro em Berlim de Melhor Filme e o Urso de Prata para Fernanda Montenegro pelo papel de Dora. Infelizmente não vencemos nenhum dos Oscars (um dos maiores absurdos da história da famosa premiação) mas o projeto mostrou ao mundo mais uma vez o poder de emocionar do nosso cinema sendo lembrado por todos fora do Brasil até hoje.

Crítica 2 | O Auto da Compadecida 2 – Retorno ao Universo de Suassuna Traz Nostalgia e Humor à Sequência

Ariano Suassuna foi um dos autores mais leves da literatura brasileira. Sempre muito bem-humorado, sua forma de ver a vida, mesmo nos momentos de maior aperreio, foram transpostas nas suas histórias com um DNA inteligente e engraçado de relatar os acontecimentos. De sua grande obra, os autos foram os textos que mais se destacaram, e eventualmente se transformaram em adaptações cinematográficas dentre as quais ‘O Auto da Compadecida’ alcançou, tal qual o texto homônimo, a alcunha de clássico – do cinema. O filme, lançado nos primeiros meses do novo milênio, conquistou o público de tal modo que se tornou intocável. Porém, vinte e cinco anos depois, essa história ganhou um novo capítulo, uma sequência não escrita pelo seu autor original, mas cujo resultado certamente seria aprovado por ele. De presente de Natal esse ano, chega aos cinemas brasileiros o aguardado ‘O Auto da Compadecida 2’.

Depois da morte e ressurreição de João Grilo (Matheus Nachtergaele), este saiu pelo mundo, enquanto Chicó (Selton Mello) ficou em Taperoá, contando sua história. Mas quase três décadas se passaram e os amigos não se reencontraram…até agora. Meio repentinamente, João Grilo volta à sua cidade, para a alegria de seu melhor amigo. Porém, a notícia de seu retorno corre os quatro cantos, e as pessoas passam a tratá-lo como um santo, um milagre vivo. Se por um lado isso pode até ser bacana, tanta atenção acaba irritando o Coronel Ernani (Humberto Martins) e o radialista Arlindo (Eduardo Sterblitch), ambos candidatos à prefeitura local. Para sair dessa enrascada não intencional, Chicó e João Grilo vão ter que apelar para a esperteza que lhes é nata – com uma pitadinha de boa sorte.

Se no texto original ‘O Auto da Compadecida’ o tom é da farsa e da comicidade, dessa vez o roteiro de Guel Arraes e João Falcão se aprofunda em temas mais sérios do sertanejo, trazendo, com a devida seriedade e respeito, as muitas dificuldades que o povo do sertão enfrentou e enfrenta até hoje. A passagem temporal situa a nova história na década de 1950, já sinalizando alguma transição com a chegada de certas modernidades (a rádio, uma loja de eletrodomésticos, turistas) e o tímido desenvolvimento de Taperoá. Ao mesmo tempo, o roteiro não se furta de sinalizar qual é o preço pago por cada uma dessas supostas melhorias na cidade, cujas consequências facilmente o espectador pode enxergar no mundo real.

O que mais impressiona no roteiro é que, não tendo sido escrito por Suassuna, ele é embebido na essência do escritor paraibano. Os diálogos ágeis e perspicazes são disparados com destreza por um elenco à vontade em reviver seus papéis. É realmente impactante como os temas vão se desenrolando pelo falar de Chicó e de João Grilo com tanta naturalidade; tal qual os outros personagens com quem contracenam, também o público é carinhosamente ludibriado pelas artimanhas dessa dupla, o que demonstra que a fórmula do riso dessa dupla se mantém forte.

Para o novo Auto, a cinematografia foi elaborada a partir de cenários de maquete e planos mais fechados, o que desafiou e elevou a fotografia de Gustavo Hadba para uma atmosfera lúdica, quente e amorosa. Os tons terrosos e laranjas imprimem não só um sertão da seca, mas também cheio de vida, de fervor. O contraste da fotografia que faz parecer que é sempre meio-dia no filme com os figurinos mais claros e o cenário que parece um presépio em desconstrução tornam, como diria a personagem Clarabela, tudo muito autêntico.

Se Chicó e João Grilo são o coração de ‘O Auto da Compadecida 2’, as novas adições ao elenco promovem frescor e vigor às peripécias dos amigos. Fabiula Nascimento (Clarabela) é um segundo sol nesse sertão, com sua personagem de lindos vestidos e inocência maliciosa; Eduardo Sterblitch encontra um personagem para desenvolver seu vozeirão de conquistador com o radialista Arlindo; Taís Araújo, firme como uma advogada, confere ares de mãe justa à Aparecida; Luís Miranda entrega malemolência ao camaleônico Antônio do Amor; Humberto Martins surge irreconhecível como o Coronel Ernani e Virgínia Cavendish e Henrique Diaz, embora sejam do elenco original, retornam com intensidade aos seus papéis – ela, como uma Rosinha empoderada, livre, e ainda assim, apaixonada; ele, como o jagunço duas caras tal qual no filme anterior.

Se todos esses elementos funcionam é porque os diretores Flávia Lacerda e Guel Arraes encontraram o equilíbrio na produção, entre repaginar pontos fundamentais os quais os espectadores esperam encontrar e criar novos elementos que dê sentido à jornada desses personagens. E é aí, justamente no porquê das coisas nos caminhos de Chicó e João Grilo, é aí que cai um cisco no olho. Ou dois.

Primoroso, ‘O Auto da Compadecida 2’ dá sentido, profundidade e emoção à querida história de Ariano Suassuna. Mais trabalhado dramaturgicamente, mostra que a fé é a base e o alimento do brasileiro. Ainda bem que temos, e sempre tivemos, fé nesses dois malucos, os nossos heróis Chicó e João Grilo.

‘What If…?’ | Conheça a nova personagem original do MCU

Desde sua segunda temporada, lançada em dezembro de 2023, a série What If…? vem trazendo algumas personagens originais para o Universo Cinematográfico Marvel. A primeira delas foi a indígena Kahhori. Introduzida no sexto episódio da segunda temporada, ela foi anunciada como uma das criaturas mais poderosas do Multiverso.

O episódio se passa durante o século XV, no território indígena onde futuramente seria Nova York. A trama acompanha a jovem Kahhori, Que fugia de colonizadores espanhóis quando caiu no lago proibido, que nada mais era que um lago energizado pela radiação do Tesseract. Ao atravessar as águas, ela chegou a uma dimensão secreta da Terra conhecida como Reino do Céu, onde nativos-americanos viviam em paz sob efeito da energia do cubo.

O episódio chamou atenção porque foi feito sob consulta constante de nativos da etnia Mohawk, além de ter sido praticamente todo falado no idioma deles. Mais do que uma personagem tecnicamente correta, Kahhori se destacou por ser uma das personagens mais poderosas de todo o Universo Marvel. Com o aprimoramento gerado pela energia da joia do infinito, ela se tornou capaz de abrir portais, absorver e manipular energia cósmica, se tornou capaz de viajar entre dimensões, ganhou força super-humana, supervelocidade e virou uma criatura virtualmente imortal.

Agora, na terceira temporada, a nova personagem original introduzida foi Byrdie. Ela fez sua estreia no quarto episódio da temporada, protagonizado por seus pais: Howard, o pato, e a cientista Darcy.

No episódio, ela é o fruto do relacionamento entre essas duas espécies. Darcy fica grávida e dá a luz a um ovinho do tamanho de um bebê humano. O tal ovo é parido durante um evento cósmico conhecido como convergência. Não demora muito para que a notícia se espalhe pelo universo e profecias comecem a ser escritas acerca do ovo, que dará vida ao bebê fruto da junção de duas espécies dominantes.

Essas profecias geram diversas confusões, já que várias raças alienígenas se interessam em se apossar do ovo. Porém, ao fim do episódio, o ovo acaba reunindo um exército interplanetário e derrota cada membro deles lançando energia, impulsionada pelo amor de seus pais. Após derrotar um exército inteiro sozinha antes mesmo do nascimento, a criança quebra a casca do ovo e vê a luz do dia pela primeira vez, recebendo o nome de Byrdie.

Por ser uma personagem original, ainda não sabemos exatamente quais são os seus poderes. No entanto, ela já apareceu em sua versão adulta nos trailers e materiais promocionais da temporada. Um dos trechos de maior destaque mostra ela ao lado de Kahhori, da Capitã Carter e da Tempestade portadora do Mjölnir.

Pelo visual, é possível reparar que ela mantém características humanas e de aves. Por isso ela tem asas debaixo dos braços e seu cabelo se assemelha ao penacho de Howard, o pato. Também é possível saber que ela aparecerá no sétimo episódio, já que é nele que a Tempestade dá as caras. Para dar voz a ela, a atriz Natasha Lyonne (Boneca Russa) foi escalada.

Ansiosos para verem mais da Byrdie?

Os novos episódios da terceira temporada de What If…? são lançados diariamente no Disney+.

Crítica ‘What If…?’ | 4° episódio apresenta nova personagem original do MCU

O Natal é um feriado religioso que fala sobre o nascimento de uma criança incomum, destinada a salvar a todos. Fazendo um paralelo com isso, a Marvel lançou o episódio “natalino” de What If…? também focado em uma história sobre uma criança diferenciada que, segundo as profecias, viria para mudar o destino de todos.

Logo de cara, vale dizer que este episódio já começa com uma grande bizarrice. Na verdade, a própria proposta do capítulo já é bizarra por si só. Afinal, estamos falando de um pato antropomórfico se casando com uma adolescente do universo Marvel. E isso, por mais estranho que pareça, está completamente de acordo com a proposta do personagem em suas adaptações, seja para cinema ou TV. Howard, o pato, é um detetive galanteador desse Reino Animal antropomórfico da Marvel. Ou seja, esperar qualquer tipo de seriedade de um episódio protagonizado por ele, é pedir para se frustrar independentemente do que seja feito em tela.

A trama acompanha um universo em que Howard, o pato conheceu Darcy em uma festa promovida em Las Vegas pelo Thor, que convidou pessoa dos nove reinos para celebrar. Mais do que isso, a festa deu início a uma união de povos, já que asgardianos e outras raças alienígenas vieram para ficar na Terra de uma vez por todas, desenvolvendo novas cidades multiculturais. Esse arco por si só já parece mais interessante do que o do próprio episódio, mas, como de costume nesta série, eles focaram na história menos interessante.

Dessa festa surgiu um amor incomum, protagonizado pelo fato e pela cientista, que se casaram e deram a luz a um ovinho durante um evento cósmico conhecido como a convergência. Isso deu ao ovo um status místico pelo universo, fazendo com que várias raças alienígenas acreditassem que ele fosse um tipo de Messias ou criatura extremamente poderosa. Por isso, Howard e Darcy recebe um convite do Grão-Mestre para participarem de um cruzeiro pelo espaço. Que eles não esperavam, porém, é que a entidade cósmica queria mesmo era fazer um omelete com o bebê deles. A partir daí começa uma saga absurda de vilões tentando pôr as mãos no ovo do casal, como os Elfos Negros, Zeus, Dormammu e até mesmo Thanos.

Pois bem, a perseguição desse tanto de pilantra atrás do ovinho gera um momento tipicamente Looney Tunes em que todos se encontram no mesmo ambiente, e tentam desesperadamente roubar o ovo um do outro. O mais absurdo disso tudo é que até mesmo heróis ficam contra os pais de primeira viagem, que recorrem ao Loki, em sua versão gigante de gelo, para tentar ajudá-los. Falando sobre o Loki, sua abordagem é uma das melhores coisas do episódio. Colocá-lo como dono de pousada é uma piada sensacional.

Como dito antes não é nenhum tipo de surpresa a quantidade de absurdos abordados neste episódio. Porém, uma obrigação das histórias de Howard, O Pato é o compromisso com humor politicamente incorreto. Nesse ponto, o episódio deixa a desejar por não fazer humor. Eles até tentam em alguns momentos, mas é um humor fora do tom para o personagem, ficando infantil demais e bem menos criativo do que sua premissa. Novamente, fica uma experiência meio frustrante e até meio chata, dando a impressão de que esse episódio foi feito exclusivamente para introduzir a bebê do casal, Byrdie, que será vista outra vez ao fim da temporada, só que em sua versão adulta.

E se tem personagem original, o episódio acaba sendo importante para a cronologia do Universo Cinematográfico Marvel, que planeja utilizar alguns desses personagens em seus próximos filmes.

Os novos episódios da última temporada de What If…? estão sendo lançados diariamente no Disney+.