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Episódio crossover entre ‘Abbott Elementary’ e ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’ ganha teaser HILÁRIO; Confira!

A série Abbott Elementary terá um crossover com a icônica comédia ‘It’s Always Sunny in Philadelphia’ em sua 4ª temporada – e, agora, o capítulo em questão acabou de ganhar seu teaser promocional.

O episódio será exibido nos Estados Unidos no dia 08 de janeiro de 2025.

Confira:

Em uma recente aparição na Vulture Fest (via Deadline), a criadora e estrela de ‘Abbott’Quinta Brunson, divulgou novos detalhes sobre o aguardado evento – que contará com um capítulo em cada uma das séries.

“Nosso episódio vai ao ar em janeiro. Então, será um episódio de Abbott Elementary, ela contou. “Mas o primeiro episódio de ‘Always Sunny’ – não sei quando vai ao ar, provavelmente em junho. O episódio deles será outra versão do que aconteceu nessa linha narrativa”.

Os astros Rob McElhenneyDanny DeVitoCharlie Day irão participar do especial.

Lembrando que a quarta temporada segue em exibição nos Estados Unidos, mas ainda não chegou ao Brasil.

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A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda.

Vale lembrar que, no Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no serviço de streaming do Disney+.

A série foi criada por Quinta Brunson.

Brunson, Tyler James WilliamsJanelle JamesLisa Ann WalterChris PerfettiSheryl Lee RalphWilliam Stanford Davis estrelam.

Caio e Fabiano Gullane analisam o IMPACTO de ‘Senna’ no cenário nacional e internacional [EXCLUSIVO]

Senna‘, minissérie de ficção sobre a história de um dos maiores ídolos do automobilismo mundial, se tornou uma das produções mais aclamadas do ano por recontar a história de Ayrton Senna sob uma ótica dramatizada e muito bem delineada.

O projeto, supervisionado pela Gullane (produtora fundada por Caio e Fabiano Gullane), construiu uma espécie de universo parassocial que conseguiu transportar tanto aqueles que acompanharam a trajetória de Senna ao vivo e em cores quanto aqueles que não tiveram a oportunidade de vê-lo conquistar o mundo a um cosmos esportivo e dramático de tirar o fôlego.

Estrelada por Gabriel Leone como o personagem titular e ainda contando com nomes como Kaya ScodelarioPâmela ToméAlice WegmannMarco Ricca e outros no elenco, a minissérie ganhou projeção internacional, chegando até mesmo a conquistar uma indicação ao Critics Choice Awards 2025 na categoria de Melhor Série Internacional.

Recentemente, tivemos a oportunidade de conversar com Caio e Fabiano – e aproveitamos o tremendo sucesso da atração para lhes perguntar sobre como eles analisam não apenas a globalização da obra, como de que maneira isso abre espaço para produções autocusteadas no cenário audiovisual brasileiro.

“Acho que ‘Senna’ tem essa missão mesmo, de buscar resultados que a gente não imagina, de buscar resultados bastante ambiciosos”, Fabiano começa. “Acho que ‘Senna’ nasce assim. Então, acho que o sucesso que a série vem tendo aqui no Brasil, que vem conquistando e construindo fora do Brasil já é uma sinalização do que esperávamos. A gente esperava que a temporada de prêmios começasse mais no que vem só, mas fomos selecionados pelo Critics’ Choice. Isso já indica que a série também vem com muita força para as premiações”.

Ele continua: “é claro que não dá para a gente ter muita expectativa [de vitória], porque é um mercado muito competitivo. Mas estamos muito felizes pelo trabalho que foi feito pela equipe da Gullane, pela equipe da Netflix, e também pelos talentos – especialmente por Vicente Amorim, Júlia Rezende e Gabriel Leone, que falaram muito da série pelo mundo. Estamos fazendo um trabalho que, em condições de igualdade, compete com qualquer outra série, qualquer obra de qualquer parte do mundo. De Hollywood, ou da Inglaterra”.

Caio também deu seus pareceres, mostrando o apoio dos votantes do Critics’ Choice para garantir a indicação da série à premiação.

“A demonstração disso são os que estão conosco nessa escolha do Critics’ Choice”, ele afirma. “Você tem ‘Round 6’, você tem as séries da Apple TV+, vários títulos realmente grandiosos. E acho que o Brasil está num momento ótimo para engajar um segundo ciclo do audiovisual e conseguir, com isso, perpetuar nossas histórias aqui dentro – o que é muito importante.

Durante a conversa, aproveitamos para questioná-los sobre a recepção da série pela geração que acompanhou Senna nas pistas e que ajudou a imortalizar seu legado, e pela geração que conheceu sua história e seu impacto após conferir a minissérie.

Fabiano e Caio Gullane construíram uma história que não focasse apenas na esfera profissional de Ayrton, mas sim nos sonhos e nas ambições de um jovem adolescente que desejava se tornar campeão mundial.

“Acho que o desafio desse roteiro e dessa história era exatamente trazer as informações do ser humano. Trazer o processo de formação dele, o processo de criação de valores dele, as conquistas fora da pista… Porque todo esse mundo da Fórmula 1, esse mundo esportivo, já está disponível. Na internet, na bibliografia que se tem do Senna”, Fabiano explica. “Acho que o grande elemento único da série é exatamente essa força de acompanharmos um menino de 15, 16 anos que tem o sonho de ser campeão mundial de Fórmula 1, sabe? Nesse sentido, acho que a gente se conectou de uma forma muito poderosa com as novas gerações que não o conheceram, que não o viram correr. Ouvimos de muita gente mais nova que não conhecia o Senna e virou fã depois de assistir à série. E, ao mesmo tempo, é um projeto que honra muito toda a história do Senna e emociona todos aqueles que a assistem”.

Ele completa: “as novas gerações realmente estão sendo apresentadas ao Ayrton Senna – e as gerações que já o viram correr estão revivendo momentos dos mais especiais da vida de cada pessoa. Então, está sendo muito bonito ver essa reação desses dois grupos: aqueles que já o conheciam e os que foram apresentados a ele pela série”.

Lembrando que ‘Senna’ já disponível, na íntegra, na Netflix.

‘Extermínio 4’ ganha TÍTULO oficial e data de ESTREIA

O site Deadline divulgou novidades sobre a sequência ‘Extermínio 4‘, que marcará o segundo capítulo de vindoura trilogia.

Oficialmente intitulado ‘28 Years Later: The Bone Temple‘ (Extermínio: O Templo de Ossos, em tradução livre), o longa está programado para estrear no dia 16 de janeiro de 2026.

Nia DaCosta, do reboot de ‘Candyman‘, será responsável pela direção.

Vale lembrar que o terceiro filme da saga, intitulado ‘Extermínio: A Evolução‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho de 2025.

Na trama, quase três décadas desde que o vírus da raiva escapou de um laboratório de armas biológicas, os sobreviventes encontraram maneiras de existir em meio aos infectados. Um desses grupos vive em uma pequena ilha conectada ao continente por uma única passagem fortemente defendida. Quando um deles deixa a ilha em uma missão no coração sombrio do continente, ele descobre segredos, maravilhas e horrores que transformarão sua visão não apenas dos infectados, mas também dos outros sobreviventes para sempre.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Além de Ralph Fiennes (O Menu), o elenco de Extermínio 3‘ também conta com Cillian Murphy (Oppenheimer), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.

Robert Eggers | Ranqueamos TODOS os longas do aclamado diretor, incluindo ‘Nosferatu’

Apesar de ter comandado alguns curtas bastante interessantes, Robert Eggers fez sua estreia no circuito de longas-metragens apenas em 2015, com o lançamento de A Bruxa – que, em pouco tempo, tornou-se uma das produções favoritas da crítica e do público à época de seu lançamento.

Desde então, o realizador sagrou-se como um dos principais nomes do terror e do horror psicológico da contemporaneidade, roubando os holofotes através de obras focadas essencialmente em histórias mitológicas e folclóricas de época, arquitetando ambientações de pura angústia que cativaram espectadores ao redor do mundo e que continuam a denotar seu sólido status na sétima arte.

Com a iminente estreia do ambicioso remake de Nosferatu, agendada para o próximo dia 02 de janeiro de 2025 nos cinemas nacionais, preparamos uma breve lista ranqueando todos os seus longas.

Confira abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

4. O HOMEM DO NORTE (2022)

Há quem considere O Homem do Norte um filme divisivo para os fãs inveterados de Eggers – mas isso não signifique que a produção seja ruim. Pelo contrário, é notável como o diretor, mesmo em sua terceira incursão cinematográfica, preza pela sinestesia épica e garante que elementos históricos sejam palpáveis e condizentes à época em que a narrativa se passa. E, apesar de não ter feito muito barulho nas bilheterias, essa gema em sua filmografia merece nossa atenção.

Para além de performances aplaudíveis de nomes como Alexander SkarsgardAnya Taylor-JoyNicole Kidman, cada engrenagem da produção é muito bem pensada e, ainda que, às vezes, não atinja seu potencial pleno, denota as escolhas concisas que Eggers e seu competente time criativo fazem para gestar esse conto milenar – que inclui o roteiro co-assinado pelo poeta Sjón, a harmônica fotografia de Jarin Blaschke e a trilha sonora assinada por Robin Carolan e Sebastian Gainsborough.

3. O FAROL (2019)

Em O Farol, Eggers mostra seu apreço pelo folclore nórdico e deixa bem claro que suas inspirações cinematográficas são drenadas de clássicos da literatura e de outras investidas do gênero. A narrativa gira em torno de um jovem moço chamado Ephraim Winslow (Robert Pattinson), que aceita ser aprendiz de um velho faroleiro chamado Thomas Wake (Willem Dafoe). Winslow, desejando ganhar dinheiro para começar uma nova vida, não vê outra alternativa a não ser permanecer numa isolada ilha durante algumas semanas, submetendo-se aos desejos de seu irredutível chefe. Entretanto, conforme o tempo passa e os dois passam a ter um relacionamento “amigável” – dentro de suas respectivas limitações -, a trama mergulha em inúmeras reviravoltas, indicando que nem tudo é o que parece ser. 

Mais do que um simples filme de terror, O Farol posa em uma vitrine de impecabilidade estética do começo ao fim: além de mergulhado em um filtro preto-e-branco, que auxilia na melancólica e angustiante atmosfera cultivada desde a primeira cena, Eggers opta pela certeira lente 35mm para manter o brilho e a excessiva e proposital focalização da produção, ao mesmo tempo que permite uma leve distorção quando em planos mais fechados. De fato, tal análise apenas reflete a mensagem que a história transmite ao público: ainda que envolta em uma clareza imagética, ela jamais se revela por completo e abre espaço para que os espectadores desvendem os mistérios por trás do ambíguo e único cenário apresentado.

2. NOSFERATU (2024)

Encabeçar um projeto de remake de uma obra tão icônica quanto Nosferatunão é uma tarefa fácil – e, normalmente, nos deixa com um pé atrás. Porém, considerando a habilidosa mão de Eggers, sabíamos que a história estava segura, ainda mais levando em conta a afeição do diretor por histórias desse calibre, bem como sua capacidade inefável e invejável de construir ambientações psicológicas derradeiras. O resultado não poderia ser outro: o filme recebeu aclame por parte dos especialistas e insurgiu como uma carta de amor ao terror gótico e à necessidade de reafirmar o gênero em questão como uma obra de arte tal qual qualquer outra produção cinematográfica.

Se há algo que o realizador sabe fazer muito bem é criar atmosferas de pura angústia. Aqui, ele se alia mais uma vez a Blaschke para prestar homenagem à importância da escola expressionista, brincando com a luz e a sombra de maneira mágica e sobrenatural. Seja no vilarejo onde mora o casal Hutter (interpretado por Nicholas Hoult e Lily Rose-Depp em rendições fabulosas), no castelo de Conde Orlok (vivido por um irreconhecível Bill Skarskard), ou na encruzilhada de uma sombria e amedrontadora floresta, Eggers sabe o que quer fazer e de que forma pretende garantir a evocação de emoções primordiais e viscerais no público.

1. A BRUXA (2015)

Mesmo quase uma década depois de seu lançamento, A Bruxa permanece não apenas como a obra-prima de Eggers, mas como um dos grandes terrores psicológicos do século.

Na trama, a primogênita de uma família de colonos, chamada Thomasin (Anya Taylor-Joy revelando-se em um potencial indescritível), cuidava de seu irmão acalentado nas cobertas, e ao desviar a atenção por dois segundos, ele foi arrastado sem deixar traços para a floresta – e é aqui que as coisas ficam ainda mais assustadoras: ao invés de se privar em mostrar o que realmente aconteceu, Eggers coreografa uma dança fluida para acompanhar o outro lado da história que não recebe toda a atenção que poderia receber. Logo depois do sumiço do caçula, vemos uma figura encapuzada (a famigerada bruxa) que o leva para um casebre escondido por entre as árvores e o sacrifica num ritual obsceno e arrepiante.

É claro que cair em alguns convencionalismos históricos é normal, mas é a partir de todas as premissas conhecidas envolvendo todo o lore das bruxas que Eggers, mergulhando em seu primeiro trabalho cinematográfico de grande reconhecimento, respalda a obra contos centenários que remontam à época da colonização dos Estados Unidos, das controvérsias do julgamento de Salem e todo o misticismo das terras do litoral leste. É muito fácil encontrar inúmeras referências de produções anteriores e até mesmo entender a sua importância para o terror e o suspense psicológico: afinal, A Bruxa é nada menos que uma pura experiência sinestésica que desconstrói e reconstrói o gênero de maneira diabolicamente apaixonante.

Crítica | Mufasa: O Rei Leão – Live-Action da Disney cria Linda História que dá Sentido ao Seu Maior Clássico

Quando a Disney observou o sucesso do primeiro filme da franquia ‘Descendentes’, ela levantou o alerta (para si mesma e para outras produtoras) de que os espectadores estavam interessados em conhecer a história de vida pessoal de personagens e histórias clássicas do universo pop. Ou seja, havia um universo imensurável a ser explorado se se desenvolvesse histórias dos personagens secundários, dos vilões e de personagens marcantes que de alguma forma marcaram a jornada do herói. De lá para cá, a Disney já lançou inúmeros projetos nessa vertente, como ‘Cruella’, ‘Malévola’, e agora, nessas férias de fim de ano, a sua mais nova aposta, ‘Mufasa: O Rei Leão’, que conta a história do pai de Simba.

O pequeno Mufasa (na voz original de Braelyn Rankins, e dublado por Lorenzo Tarantelli) está atravessando a savana africana com seus pais, Obasi (Lennie James/Wellington Lima) e Eshe (Thandiwe Newton/Letícia Soares) atrás de Melele, um paraíso no meio de tanta seca, onde eles e outros animais poderão descansar num ambiente tranquilo, com água e comida. Porém, no caminho para Melele infelizmente Mufasa acaba se perdendo de sua família, ficando sozinho e perdido até ser encontrado pelo pequeno Taka (Theo Somolu/Cauê Enzo) e ser adotado pela mãe deste, embora o pai de Taka não goste nem um pouco da situação por considerar Mufasa um desgarrado. Tem assim uma linda amizade entre Mufasa e Taka, porém, quando uma nova ameaça começa a rondar a alcateia de leões, Mufasa (Aaron Pierre/ Pedro Caetano) e Taka (Kelvin Harrison Jr./Hipólyto) deverão seguir o próprio caminho sozinhos.

Em ‘Mufasa: O Rei Leão’ temos as mesmas técnicas de animação em live-action utilizadas no seu predecessor, ‘O Rei Leão’, então, não vamos nos ater a esse ponto que gerou tanto debate da última vez. Vamos, sim, focar no que importa: a história.

O roteiro de Jeff Nathason, Linda Woolverton e Irene Mecchi analisou todos os pontos cruciais de ‘O Rei Leão’ considerando o motivo pelos quais eles se tornam tão importantes na jornada de Simba e, a partir daí, buscou significados, motivos e justificativas para que tais acontecimentos tivessem sucedido tal qual ocorreram na animação. Este é o ponto principal do roteiro, e é também onde está o seu coração: todas as referências encontradas ganham uma justificativa plausível e fortes, de modo que o espectador entenderá perfeitamente o desencadear de eventos que levaram à tragédia de Mufasa anos depois.

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Com duas horas de duração, o filme de Barry Jenkins é, também, um musical, é esse é o ponto de quebra. Primeiramente, é esquisito ver animais que se parecem mesmo com leões de verdade cantando musiquinhas; por mais que saibamos se tratar de um filme, o cérebro questiona isso a todo momento. O segundo ponto é que a trilha sonora original ficou a cargo de Lin-Manuel Miranda, que é um ótimo compositor e musicista, mas, aqui, as músicas dão a sensação de interromper a aventura, em vez de embalá-la. Lin não trouxe originalidade às suas canções neste projeto, ao contrário, para quem acompanha o trabalho do artista consegue claramente perceber acordes e trechos já utilizados em outros projetos dele, como em ‘Encanto’ e ‘Hamilton’. No fim, ‘Mufasa: O Rei Leão não tem nenhuma canção forte que fique no coração do espectador.

Conduzido como uma história de ninar, ‘Mufasa: O Rei Leão’ é um filme que encorpa o universo de ‘O Rei Leão’ com uma história linda, profunda e que faz total sentido para o que vem depois. Recheada de exemplos, valores e frases de efeito, é um belo filme que faz jus à jornada do grande rei Mufasa e seu legado.

‘Superman’: David Corenswet fala sobre a INGENUIDADE do personagem

Após o lançamento do trailer de Superman, também foi revelada uma entrevista nos estúdios da Warner Bros., na qual David Corenswet refletiu sobre como interpreta a suposta ingenuidade do personagem, destacando que enxerga essa característica como uma qualidade, e não uma falha.

O astro comparou a perspectiva do Superman com sua própria vivência pessoal, mencionando experiências marcantes da época da escola.

“Eu sempre fiquei fora das fofocas quando estava na escola. Ninguém nunca se importou em me atualizar sobre elas, e eu nunca senti que sabia das histórias emocionantes ou intrigantes que estavam acontecendo. Por essa razão, eu sempre meio que enxergava as pessoas como as melhores versões de si mesmas e os relacionamentos da mesma forma”, declarou o ator.

Corenswet afirmou que, assim como seu personagem, costuma ignorar “coisas bobas” no dia a dia, sem se preocupar com pequenas imperfeições.

“Eu acho que há um elemento disso, mas, na verdade, acredito que é mais uma espécie de cegueira para com as pequenas imperfeições, os pequenos conflitos, essas coisinhas bobas com as quais nos preocupamos como seres humanos. Tendo a ignorar essas coisas, e acho que o Superman também, e é isso que o mantém firme e determinado a focar no bem, na esperança, no futuro, e ancorado na diversão e na leveza do presente”, concluiu Corenswet.

O filme tem estreia agendada para o dia 11 de julho de 2025.

Assista ao trailer:

Relembre a sinopse:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

O elenco também conta com Isabela Merced (Mulher-Gavião), Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rachel Brosnahan (Lois Lane), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Milly Alcock (Supergirl), Anthony Carrigan (Metamorfo) e outros.

Superman marca o primeiro filme do novo DCU.

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‘Capitão América 4’ não foi REFILMADO, afirma Anthony Mackie

O fato de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ ter passado por refilmagens preocupou alguns fãs da Marvel, que começaram a especular sobre possíveis problemas do filme.

No entanto, o astro Anthony Mackie defendeu as novas gravações e afirmou que o filme não foi completamente refeito.

Mackie garantiu que apenas algumas cenas novas foram feitas nas refilmagens, algo que o ator considera normal.

“Não foi refeito de forma alguma, todo filme da Marvel que fiz teve refilmagens. Não é refeito ou refeito. Você basicamente pega o filme e a história que quer, edita tudo junto, depois volta e filma mais algumas cenas”, declarou Mackie.

Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.

Oficialmente,  o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Treta! Cinegrafista de ‘Gladiador II’ DETONA trabalho de Ridley Scott: “Preguiçoso”

Enquanto Gladiador II’ continua a conquistar a crítica e o público, os bastidores da produção revelam uma história bem diferente. Segundo à Action Newz, o renomado diretor de fotografia John Mathieson, colaborador de longa data de Ridley Scott, fez duras críticas ao método de trabalho do cineasta na sequência.

Mathieson, que trabalhou com Scott em clássicos como Gladiador e ‘Hannibal’, descreveu o processo de filmagem de Gladiador II’ como “muito preguiçoso”.

O diretor de fotografia criticou a crescente dependência de Scott em múltiplas câmeras, afirmando que essa abordagem prejudica a qualidade visual dos filmes.

“Agora são os elementos de CG [gráficos computadorizados] para arrumar, deixando coisas no plano, câmeras no plano, microfones no plano, pedaços de cenário caindo, sombras de gruas. E eles simplesmente disseram [em Gladiator II], ‘Bem, arrume isso.'”, lamentou Mathieson.

Ele acrescentou: “Ele é bastante impaciente, então gosta de pegar o máximo que pode de uma vez só. Isso não é muito bom para a cinematografia. Aonde você só pode iluminar de um ângulo”.

Segundo Mathieson, essa abordagem limita a profundidade e a beleza visual das cenas, sacrificando a qualidade em nome da quantidade.

“Veja seus filmes mais antigos, e conseguir profundidade nas cenas era muito parte da iluminação. Você não pode fazer isso com muitas câmeras, mas ele só quer terminar tudo de uma vez. Ter muitas câmeras não acho que tenha melhorado os filmes… É um pouco apressado. Isso mudou nele”, explicou.

Ele ainda acrescentou: “Mas é assim que ele quer fazer e eu não gosto disso, e não acho que muita gente goste, mas as pessoas adoram seus filmes e ele é Ridley Scott, pode fazer o que quiser. As pessoas querem filmar com várias câmeras porque conseguem muitas performances e colocam muitas pessoas. Mas não há o mesmo cuidado”.

Por fim, o diretor de fotografia comparou o método de filmagem atual de Scott a uma “compra no supermercado”.

“Agora é essa coisa de ‘cobrir o básico’, ao invés de eu ser o chef cozinhando algo maravilhoso na minha cozinha lá embaixo. Você vai ao supermercado, pega um daqueles carrinhos enormes, passa o braço na prateleira e joga tudo lá dentro, e depois a gente resolve isso”, concluiu.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

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‘Um Completo Desconhecido’: Timothée Chalamet revela que teve que lutar para cantar ao vivo

Timothée Chalamet compartilhou recentemente sua experiência ao interpretar Bob Dylan na cinebiografiaUm Completo Desconhecido, revelando que ficou nervoso durante as gravações e que houve uma “discussão” no filme sobre a decisão de usar gravações prévias ou cantar ao vivo.

“Eu estava no grupo que queria cantar ao vivo, porque é música folk e Bob Dylan definitivamente usava sua própria voz. Então, eu não queria imitar Dylan em um estúdio em Los Angeles seis meses antes das filmagens”, explicou Chalamet ao Deadline.

Ele acrescentou: “Quando a música deu certo [Song to Woody], senti que havia ganhado a luz verde para trabalhar com a equipe musical do filme e sempre cantar ao vivo”.

O ator também recebeu um conselho importante de Edward Norton, que reforçou sua escolha: Edward Norton sempre dizia ‘Você soa melhor ao vivo, faça ao vivo’, e isso foi um grande apoio”.

Segundo a 20th Century Studios Brasil, o longa tem estreia prevista para o dia 27 de fevereiro de 2025 em todo o país.

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James Mangold (‘Ford vs Ferrari’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Elle Fanning (‘Por Lugares Incríveis’), Edward Norton (‘O Incrível Hulk’) interpretando Pete Seeger e Boyd Holbrook (‘Indiana Jones e o Chamado do Destino’) como Johnny Cash.

Com roteiro de Jay Cocks (‘Silêncio’), o filme acompanhará a ascensão meteórica do jovem Dylan no mundo da música no início da década de 60.

Músico tocando guitarra em palco com microfone.

‘Covil de Ladrões 2’: Sequência com Gerard Butler ganha novo trailer ÉPICO; Confira!

A sequênciaCovil de Ladrões 2’ ganhou um novo trailer épico, com Gerard Butler reprisando seu papel.

A Diamond Filmes anunciou que o longa tem estreia marcada para os cinemas brasileiros no dia 30 de janeiro de 2025.

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Nesta nova empreitada, Big Nick se vê em uma caçada internacional, cruzando o caminho de Donnie mais uma vez. Juntos, eles se envolvem no perigoso e traiçoeiro mundo dos ladrões de diamantes e da infame máfia Panther, enquanto planejam um assalto audacioso à maior bolsa de diamantes do mundo.

O novo longa conta com a produção de Tucker Tooley, Gerard Butler, Alan Siegel e Mark Canton.

A equipe de produção executiva inclui Greg Renker, Gregoire Gensollen, Christian Parent, Marc Schaberg, Zev Foreman, Jen Gorton, Christian Gudegast, O’Shea Jackson Jr., Meadow Williams, Swen Temmel, Philip Waley e Glenn Feig.

Lembrando queCovil de Ladrões acompanha um grupo de ladrões planejando um assalto, com Butler interpretando um policial pouco ortodoxo que está perseguindo o grupo.

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‘Duna: A Profecia’: Série derivada de ‘Duna’ é RENOVADA para a 2ª temporada!

Duna: A Profecia’, série que expande a aclamada franquia de ficção científica de Denis Villeneuve, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada.

As boas novas foram reveladas através das redes sociais da HBO e da Max.

Confira:

Lembrando que o último capítulo da temporada de estreia, “The High-Handed Enemy”, vai ao ar no próximo dia 22 de dezembro.

No Rotten Tomatoes, a produção teve uma estreia positiva, com 71% de aprovação da crítica especializada, baseada em 45 análises, e 70% de aprovação do público.

Para efeito de comparação,Duna obteve 83% de aprovação, enquanto a sequência Duna: Parte 2’ alcançou 92%.

Os críticos, de maneira geral, destacaram que a produção, pelo menos nos primeiros episódios, é impressionante, especialmente pelos aspectos técnicos. No entanto, muitos reconhecem que ela fica aquém dos filmes, especialmente em termos de profundidade e impacto.

Confira os principais comentários:

“‘Profecia’ não chega a igualar as conquistas estéticas de Villeneuve. No entanto, em seus melhores momentos, a série faz justiça à complexidade das questões políticas e dos debates éticos que são fundamentais no universo fictício de Frank Herbert, disse Alison Herman da Variety.

“Como uma reflexão densa sobre as lutas pela autonomia feminina em uma sociedade patriarcal, oferece momentos de conspirações e traições moralmente complexas, com uma produção impecável”, disse Daniel Fienberg da Hollywood Reporter.

“‘Duna: Profecia’ conta com um elenco sólido e bem equilibrado, uma narrativa cativante e cenários deslumbrantes, que remetem aos filmes de Denis Villeneuve. No entanto, algumas comparações com as produções cinematográficas são difíceis de superar”, disse Ron Hilliard da Discussing Film.

“‘Duna: Profecia’ carece da grandiosidade necessária para dar vida a esse universo de forma realista. Esta versão soa mais como uma imitação do que uma expansão dos filmes dirigidos por Denis Villeneuve”, disse Joshua Ryan da FandomWire

“Com Profecia, a HBO agora tem duas acertos em dois quando se trata de spin-offs para a TV”, disse Therese Lacson da Collider.

“É um começo misto para este primeiro spin-off de Duna, que não consegue escapar completamente da sombra de Denis Villeneuve. Mas a paciência pode ser recompensada; afinal, os planos das Bene Gesserit são medidos em séculos”, disse John Nugent da Empire Magazine.

“Está se esforçando tanto para cumprir um mandato de Game of Thrones – mas no espaço – que frequentemente se esquece de cumprir suas responsabilidades narrativas com a propriedade intelectual, enquanto se desdobra para agradar seus mestres corporativos”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Embora esta série não possua a mesma atmosfera vibrante e sobrenatural das adaptações cinematográficas, ela nos coloca em um tempo e lugar complicados, definidos por manobras maquiavélicas e uma obsessão familiar por um certo psicodélico ocre”, disse Elijah Gonzalez da Paste Magazine.

Primeiras Impressões | ‘Duna: A Profecia’ expande icônico universo sci-fi de Denis Villeneuve com denso drama político | CinePOP Cinema

“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”

A série conta com um elenco estelar que inclui Emily Watson, Olivia Williams, Travis Fimmel, Johdi May, Mark Strong, Sarah-Sofie Boussnina, Josh Heuston, Chloe Lea, Jade Anouka, Faoileann Cunningham, Edward Davis, Aoife Hinds, Chris Mason e Shalom Brune-Franklin.

Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.

Nosferatu | Novo filme de Robert Eggers reacende a IMPORTÂNCIA do expressionismo alemão no cinema contemporâneo

“Eu sou profundamente fascinado pela crueldade, pelo medo, pelo horror e pela morte. Meus filmes mostram minha preocupação com a violência – a patologia da violência”, Fritz Lang, diretor de ‘Metrópolis’.

No próximo dia 02 de janeiro de 2025, o ambicioso remake do clássico Nosferatu, encabeçado por ninguém menos que Robert Eggers, chegará aos cinemas nacionais. E, para a alegria dos inveterados fãs do cinema, o mais novo longa-metragem do cineasta beira a impecabilidade através de uma carta de amor ao gênero de terror e, principalmente, ao movimento artístico conhecido como expressionismo alemão (que inclui o embate entre luz e sombra, o macabro, a névoa como recurso narrativo de personificação e evocação de emoções, jogos de câmera inesperados e a celebração do grotesco).

Mas o que, de fato, foi o expressionismo alemão?

O movimento em questão tem suas origens logo no fim da primeira guerra mundial: pouco depois da Alemanha perder a guerra para os Aliados, criou-se uma sensação crescente de melancolia e falta de prospecto entre a população. Dessa forma, com a formação da República de Weimar, a demanda exponencial da sétima arte crescia – mas o orçamento para a produção de obras artísticas era escasso. O que fazer perante uma necessidade de resgate de identidade nacional e cultura? Ora, não levou muito tempo até que cineastas apostassem fichas em uma expressão artística de exímia autenticidade e que funcionasse como um espelho das angústias da época.

Dessa maneira, o expressionismo traz elementos do romantismo alemão e da evocação de emoções através de figuras sombrias e mazeladas, cenários distorcidos e misticismos – tudo convergindo para uma representação material e bastante palpável dos anseios dos espectadores, mas traduzidos de forma a exaltar a obscuridade e o terror como aspectos de beleza. Não é surpresa que, pouco depois da popularização de tais filmes no território alemão em meados dos anos 1910, mercados internacionais começassem a demonstrar predileção em importar tais obras – tendo isso ocorrido, principalmente, em 1922, com o lançamento da primeira versão de Nosferatu.

São vários os elementos que compõe a estética principal do expressionismo alemão: inclinações exageradas de câmera, como visto em ‘O Gabinete do Doutor Caligari’ (1920); cenários inspirados em imagéticas surrealistas, como ‘Fausto’ (1926); ângulos arqueados e sombras profundas, como em ‘Metrópolis’ (1927); e um elemento conhecido como chiaroscuro (claro-escuro, na tradução literal), que permite o arranjo artístico de luz e sombra a fim de produzir determinada sensação e através de um contraste significativo. O termo italiano, inclusive, foi incorporado pelo vocabulário alemão através da crítica de cinema Lotte Eisner, definindo esse arranjo como helldunkel – ou seja, o “crepúsculo da alma alemã”.

Enquanto os anos 1910 e 1920 foram de expressividade significativa para o resgate da importância cultural da Alemanha, é notável como essas incursões foram se apropriando dos mais diversos movimentos fílmicos com o passar das décadas e não restritas apenas à Europa. Ora, é possível vermos esses elementos nas clássicas obras de suspense de Alfred Hitchcock, como ‘Psicose’, ‘O Corpo que Cai’ e ‘Os Pássaros’, enquanto icônicos longas-metragens neo-noir como ‘Chinatown’ e ‘Taxi Driver’ valem-se muito das construções chiaroscuro para delinear as intenções dúbias de seus personagens. Até mesmo Ari Aster com seu mais recente projeto, ‘Beau Tem Medo’, aproveitou a estética inclinada de tal escola para investir esforços em uma jornada puramente surrealista, enquanto Fede Alvarez abraçou essas inflexões para construir a ótima e claustrofóbica atmosfera de ‘Alien: Romulus’.

Todavia, não é apenas o âmbito visual e imagético que tem seus próprios trejeitos: é necessário comentar que as narrativas pertencentes a esse espectro do expressionismo partem de uma exploração psicológica do âmago emocional do ser humano – retratando tais evocações como forças-motrizes da angústia da alma, da melancolia, da loucura, do conformismo, do tormento e de tantas outras investidas similares. ‘Fausto’, por exemplo, inspirada na obra homônima de Goethe, é um arauto da inefável ambição humana pelo poder revestida com uma trama que coloca o personagem titular assinando um acordo com Mephisto (o Diabo); Nosferatu vê na figura do Conde Orlok a representação figurativa do medo e da insanidade, visto que ele utiliza seus poderes para subjugar todos e conseguir, enfim, unir-se àquela que cobiça.

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Em suma, se não fossem por nomes como F.W. Murnau, Fritz Lang e Robert Wiene, por exemplo, o cinema não seria o que é – e, com isso, estendo minha menção do legado deixado pelo expressionismo a gêneros como o drama criminal, o suspense, a ficção científica e o terror e seus infinitos subgêneros. E, agora, foi a vez de Eggers em não apenas resgatar essas temáticas e essas construções, como também recuperar o momento em polvorosa da Alemanha pós-guerra com sua nova versão de Nosferatu.

Como explicado na crítica do filme, que você confere aqui, Eggers sempre teve adoração considerável por enredos folclóricos e históricos – é só nos recordarmos de seus títulos anteriores. Porém, não foi até o antecipar remake que o cineasta se prestaria a construir uma belíssima homenagem ao cinema e a uma de suas escolas de maior prestígio: desde a utilização de sequências enevoadas em que Hutter (Nicholas Hoult) se vê no limiar entre o mundo que conhece e o universo de caos de Orlok (Bill Skarsgard) enquanto se estende na encruzilhada, passando pela grotesca sombra de uma mão mortal que passa por cima das casas do vilarejo alemão assolado com a praga, e culminando com a shakespeariana tragédia entre Orlok e Ellen (Lily-Rose Depp), Eggers sabe o que está fazendo e deixa bem claro suas referências.

Lembrando que Nosferatu de Robert Eggers chega aos cinemas nacionais no próximo dia 02 de janeiro de 2025.

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‘Ninguém Quer’: Adam Brody celebra SUCESSO da série

Adam Brody, estrela de Ninguém Quer da Netflix, recentemente compartilhou como o sucesso da comédia romântica transformou sua carreira em Hollywood.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, ele falou sobre essa nova fase de sua vida profissional.

“Recebi muitas propostas interessantes. Meu e-mail está mais cheio do que antes. Se eu for evitar algo, provavelmente não será algo muito parecido com a série. Fora isso, a qualidade do roteiro é uma joia preciosa, e qualquer coisa bem escrita, qualquer um teria sorte de fazer”, explicou ele.

Sobre a segunda temporada de Ninguém Quer, Brody revelou: “Eu ainda não li [os roteiros]. Não sei, e até prefiro não saber, porque se eu souber, vou começar a trabalhar nisso na minha cabeça, e não quero”.

Sobre as indicações ao Globo de Ouro que a série recebeu, ele comentou: “Pode parecer clichê, mas foi tão divertido filmar. Foi realmente uma experiência ótima e divertida, e o clima com o grupo de pessoas foi incrível. Agora, estar aqui celebrando isso depois do fato é um verdadeiro privilégio”.

Lembrando que a série já foi renovada para uma 2ª temporada.

Após esse sucesso estrondoso, a criadora Erin Foster comentou sobre a segunda temporada.

 Ela acrescentou: “Na primeira temporada, a história se desenrola de forma bem gradual. Vamos continuar exatamente de onde paramos, desenvolvendo tudo com calma, porque não quero que nos adiantemos demais”.

“Meu desejo é que meu programa permaneça no ar o máximo de tempo possível!”, finalizou.

Ninguém Quer’ está disponível na Netflix.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

A primeira temporada conta com dez episódios.

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‘A Semente do Fruto Sagrado’: Forte concorrente ao Oscar será lançado no Brasil pela Mares Filmes

Vencedor dos prêmios Especial do Júri e Fipresci em Cannes, o novo filme do diretor Mohammad Rasoulof, que precisou fugir do Irã, ganhou título e data de estreia nos cinemas brasileiros

A Mares Filmes tem o prazer de anunciar que irá lançar nos cinemas brasileiros o filme ‘A Semente do Fruto Sagrado‘ (The Seed of the Sacred Fig), novo filme do diretor e roteirista iraniano Mohammad Rasoulof (“Não Há Mal Algum”), no dia 09 de janeiro de 2025.

Assista ao trailer:

O cineasta Rasoulof, que precisou fugir do Irã após ser perseguido, foi premiado como melhor diretor pela Associação dos Críticos de Cinema de Los Angeles. O filme também recebeu os prêmios Especial do Júri e Fipresci no Festival de Cannes, melhor Filme Internacional no National Board of Review e também está concorrendo ao Globo de Ouro (como melhor Filme de Língua Não-Inglesa), European Film Awards (como melhor Filme, melhor Diretor e melhor Roteiro), Associação dos Críticos de Cinema de Los Angeles (como melhor Filme Estrangeiro) e Círculo de Críticos de Cinema de Nova York (como melhor Filme Internacional).

Apesar de ser uma produção do Irã, em parceria com a Alemanha e a França, o filme foi inscrito e selecionado pela Alemanha para concorrer ao Oscar 2025 na categoria de melhor filme estrangeiro, já que o país de origem, o Irã, não permitiria que sua história o representasse.

Na trama, recém-promovido a juiz de instrução, Iman luta contra a paranóia e o esgotamento mental em meio à agitação política em Teerã causada pela morte de uma jovem. Quando sua arma desaparece, ele suspeita de sua esposa e suas filhas, impondo medidas severas que desgastam os laços familiares.

‘Batman vs Superman’: Jesse Eisenberg acredita que interpretar Lex Luthor PREJUDICOU sua carreira

O astro Jesse Eisenberg recentemente relembrou seu trabalho no antigo DCEU, onde interpretou Lex Luthor nos filmes de Zack Snyder, ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ e ‘Liga da Justiça’, e revelou que os longas acabaram prejudicando sua carreira.

“Eu estava nesse filme do ‘Batman’, e o filme foi tão mal recebido, e eu também fui tão mal recebido”, ele compartilhou, segundo o ComicBookMovie. “Nunca falei sobre isso antes e é meio embaraçoso admitir, mas realmente acho que isso prejudicou minha carreira de forma significativa, porque fui mal recebido em algo tão público”.

“Já participei de projetos mal recebidos que nunca chegaram aos cinemas, e na maioria das vezes, ninguém sabe, mas isso foi tão público. Eu não leio críticas ou resenhas, então não sabia o quão mal foi recebido”, completou Eisenberg.

Vale lembrar que o novo DCEU será iniciado com Superman, sob a direção de James Gunn.

O filme tem estreia agendada para o dia 11 de julho de 2025.

Relembre a sinopse:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

O elenco também conta com Isabela Merced (Mulher-Gavião), Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rachel Brosnahan (Lois Lane), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Milly Alcock (Supergirl), Anthony Carrigan (Metamorfo) e outros.

Superman marca o primeiro filme do novo DCU.

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‘Me Conte Mentiras’ é RENOVADA para a 3ª temporada

O Hulu renovou oficialmente a série ‘Me Conte Mentiras‘ (Tell Me Lies) para a 3ª temporada.

De acordo com o Deadline, a produção permaneceu no TOP 15 do serviço de streaming por 50 dias seguidos durante a exibição de seu segundo ciclo. Popular entre o público mais jovem, a série também registrou uma aumento estrondoso de engajamento nas redes sociais.

“Meaghan criou duas temporadas intensas e viciantes de ‘Me Conte Mentiras’, impulsionadas por uma onda de fãs leais e discussões online,” declarou Karey Burke, presidente da 20th Television. “Estamos animados em tê-la novamente em nosso estúdio no comando de uma nova temporada dramática.”

Vale lembrar que os dois primeiros ciclos estão disponíveis no Disney+.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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A trama segue um relacionamento conturbado e intenso no decorrer de oito anos. Quando Lucy Albright (Grace Van Patten) e Stephen DeMarco (Jackson White) se conhecem na faculdade, escolhas mundanas levam a consequências irreparáveis. Apesar do relacionamento entre eles começa como qualquer outro romance no campus, eles rapidamente se jogam em uma atração viciante que alterará permanentemente não apenas suas vidas, mas a vida de todos ao seu redor.

O elenco ainda conta com Tyriq Withers, Jade Fernandez, Gabriella Pession, Aidan Alexander e Edmund Donovan.

‘Os Caça-Fantasmas’ ganhará nova série e filme animados

De acordo com o Deadline, um novo filme animado baseado na franquia ‘Os Caça-Fantasmas‘ está oficialmente em desenvolvimento.

O projeto está sendo desenvolvido em parceria entre a Sony e Netflix – que já estavam desenvolvendo uma nova série animada baseada na saga.

Kris Pearn (‘Tá Chovendo Hambúrguer 2’) será responsável pela direção do longa, enquanto Elliott Kalan foi contratado para atuar como roteirista, showrunner e produtor executivo da série.

Jason Reitman (‘Ghostbusters: Mais Além’) servirá como produtor para Sony Pictures Animation.

Esta será a terceira série animada da franquia, seguindo ‘Os Caça-Fantasmas‘, de 1986, e ‘Os Novos Caça-Fantasmas‘, de 1997.

Relembre o trailer de ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘, o filme mais recente da saga:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

‘A Empregada’: Adaptação com Sydney Sweeney ganha data de estreia

O suspense ‘A Empregada‘ (The Housemaid), adaptação do romance homônimo de Freida McFadden, finalmente ganhou data de estreia.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos pela Lionsgate no dia 25 de dezembro de 205.

Na trama…

“Millie (Sydney Sweeney) é uma jovem mulher batalhadora que fica aliviada por ter um novo começo como empregada doméstica de Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar), um casal rico. No entanto, ela logo descobre segredos familiares mais perigosos do que os seus próprios.”

Michele Morrone (‘365 Dias’) completa o elenco. Ele provavelmente interpretará o jardineiro.

Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) será responsável pela direção.

Rebecca Sonnenshine assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Todos os dias, Millie limpa a casa de Nina e Andrew Winchester de cima a baixo. Pega a filha deles na escola. Prepara refeições deliciosas para a família toda antes de poder se recolher e enfim comer o próprio jantar, sozinha em seu quarto minúsculo e claustrofóbico no sótão.

Quando Nina passa a sujar todos os cômodos de propósito só para assisti-la limpar, Millie tenta não perder a cabeça. Quando ela conta mentiras perturbadoras sobre a própria filha e tortura psicologicamente o marido, que parece mais e mais fragilizado, Millie tenta ignorar.

Afinal, com seu passado problemático, ela tem mais é que agradecer por ter conseguido esse emprego.

No entanto, ao olhar bem dentro dos lindos e doces olhos de Andrew e ver o sofrimento contido neles, Millie não consegue deixar de imaginar como seria ter a vida de Nina. O closet cheio de roupas, o carro elegante, o marido perfeito.

Logo os Winchesters vão descobrir que não fazem a menor ideia de quem Millie é de verdade. Nem do que ela é capaz de fazer…

O romance está na lista de best-sellers do New York Times por nada menos que 75 semanas, tendo vendido mais de 3.6 milhões de cópias e sendo traduzido para 40 línguas.

‘Branca de Neve’: Ganha novo trailer ENCANTADOR; Confira!

O live-action de Branca de Neve está prestes a chegar aos cinemas, com Rachel Zegler no papel da primeira princesa da Disney. Agora, o longa acaba de ganhar um novo trailer encantador.

A estreia está marcada para o dia 21 de março de 2025.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A versão live-action de ‘Branca de Neve e os Sete Anões‘ foi anunciado pela primeira vez no final de 2019, após o sucesso crítico e comercial do remake de ‘Rei Leão‘.

A direção fica por conta de Marc Webb (‘O Espetacular Homem-Aranha’).

branca de neve poster

‘Extermínio’: Sony anuncia mais uma sequência

A franquia de terrorExtermínio acaba de anunciar a produção de mais um filme: ’28 Years Later: The Bone Temple’.

De acordo com o Deadline, o novo longa da Sony chegará aos cinemas em 16 de janeiro de 2026.

Detalhes da trama ainda não foram revelados.

Além desse lançamento, a Sony também traráExtermínio: A Evolução’ para as telonas no ano que vem. O filme será lançado nos cinemas nacionais em 19 de junho de 2025.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Extermínio: A Evolução’ foi escrito por Alex Garland e conta, mais uma vez, com a direção de Danny Boyle.

Recentemente, em conversa com o IndieWire, o ator Ralph Fiennes revelou que a nova trama acompanhará a história de um jovem garoto que busca desesperadamente por um médico para salvar sua mãe – e confirmou que dois longas-metragens foram rodados (o segundo sob as mãos de Nia DaCosta, de ‘As Marvels’).

“São três filmes, dois dos quais já foram rodados”, ele afirmou. “[Na trama,] a Grã-Bretanha está há 28 anos nessa terrível praga de pessoas infectadas, transformadas em humanos violentos, com poucas comunidades não infectadas. O novo filme é focado em um jovem garoto que deseja encontrar um médico para ajudar sua mãe moribunda”.

O ator também destacou o perigo da jornada do protagonista, que acaba encontrando uma figura intrigante que pode oferecer a ajuda necessária.

“O garoto leva sua mãe através dessa paisagem bonita e desolada, no norte da Inglaterra, enquanto se depara com infectados escondidos nas florestas e colinas ao redor. No entanto, ele encontra um médico excêntrico, porém com boas intenções, que se torna importante na jornada”, completou o ator.

Além de Ralph Fiennes (O Menu), o elenco de Extermínio 3‘ também conta com Cillian Murphy (Oppenheimer), Jodie Comer (‘Killing Eve’), Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).

Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.