O Centro de Pesquisadores e Contadores de Histórias da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, apresentou um estudo que revela que os adolescentes estão se afastando de conteúdos sexuais nos filmes e séries.
Chamado de ‘Teens & Screens‘, o relatório envolveu cerca de 1.500 participantes com idades entre 10 e 24 anos, apontando uma grande preferência por histórias que focam em amizades e não consideram cenas mais quentes como algo realmente necessário.
Os dados mostram que 63,5% dos jovens entrevistados desejam que as narrativas na tela explorem laços de amizade, enquanto 62,4% acreditam que o sexo não é necessário para construir tramas envolventes.
Os números cresceram em comparação ao último ano, quando 51,5% mostraram interesse em obras que fogem de tramas românticas, enquanto 47,5% afirmaram que não se sentiam atraídos por produções nas quais as relações sexuais são um ponto central do enredo.
De acordo com Alisha J. Hines, diretora de pesquisa do centro, os jovens não têm mais o mesmo interesse por clichês do romance.
“Nossos resultados reforçam uma tendência que observamos anteriormente: os jovens estão cansados dos clichês românticos ultrapassados. Eles anseiam por narrativas que reflitam a diversidade de relacionamentos reais”, declarou Alisha.
A pesquisa também revelou que o gênero de fantasia é o favorito entre a maior parte dos jovens, com 36,2% dos entrevistados declarando preferência por tramas ambientadas em universos fantásticos.
Por outro lado, 13,9% preferem tramas que abordem questões da vida real, enquanto 7,2% têm preferência por histórias que falem sobre celebridades.
O sexto episódio de What If…? é exatamente aquilo que as imagens promocionais prometiam. E se tratando dessa série, isso é algo positivo. A ideia de ter um faroeste estrelado pelo Mestre do Kung Fu é, como diria Hannah Montana, o melhor dos dois mundos.
A junção do bangue-bangue com as artes marciais, embrulhado em uma estética retrofuturista acabou sendo uma experiência muito divertida de acompanhar.
Inspirado em um universo existente nos quadrinhos, o episódio ambientado em 1872 novamente aproveita a oportunidade para introduzir personagens que estrelarão produções futuras da casa.
Ao longo da história, vemos personagens como John Walker — o Agente Americano, que estrelará o filme Thunderbolts* — e o vilão o Capuz — grande ameaça de douras da Coração de Ferro — deram as caras. Porém, diferentemente de episódios anteriores, a inserção desses personagens não parece forçada aqui. Da mesma forma, o uso do pequeno Punho de Ferro desse universo western foi muito bem sacado, já que a imagem de Danny Rand ainda está desgastada ante o público.
Pois bem, a trama do episódio é bem similar a do filme Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021). O herói e sua irmã fugiram da China para escapar da crueldade do pai. Enquanto Shang-Chi optou por um caminho mais nobre, sua irmã se corrompeu. A diferença primordial dessa história para a do filme é o ano/universo em que se passa. E a justificativa para reunir as artes marciais com o velho oeste acabou sendo bem coerente. Eles fazem um paralelo com a crise dos imigrantes que é algo bem comum nos dias de hoje, mais situando a mesma no velho Oeste, o que só ressalta o quão absurdo são alguns tipos de preconceito dos dias atuais.
Particularmente, não entendi muito bem a escalação de Kate Bishop para ser a parceira do herói. Acredito que tenha sido algo puramente baseado em suas habilidades. Afinal, ela tem uma mira muito precisa, o que acaba sendo muito útil em um faroeste. Só que sua personalidade mais brincalhona acabou não sendo adaptada para a série, dando a ela um aspecto mais sério. De certa forma, ela traz uma personalidade parecida com a do próprio Shang-Chi. Ou seja, falta aquela sensação de contraste entre os protagonistas, deixando ela meio de lado na história. Na verdade, ela até tem o seu arco dramático, mas é tratado de forma secundária e acaba não sendo tão interessante quanto o do protagonista. Não que isso atrapalhe.
Outra surpresa positiva do episódio foi que a arte estranha da animação conseguiu não prejudicar as cenas de luta. Inclusive, os momentos de Arte marciais ficaram bem fluidos dando uma sensação dinâmica bem interessante, bem diferente do que as coreografias do episódio da Agatha Harkness, por exemplo.
Eles também aproveitam para dar prosseguimento a trama do Vigia, que novamente interfere e, enfim, é banido pelo resto do conselho. Vale destacar que esse banimento é acompanhado de um tipo de ruptura da realidade, algo que deve ser abordado nos próximos episódios.
No fim das contas, o sexto episódio figura dentre os melhores da temporada, quiçá de toda a série. Foi uma boa surpresa. Vamos ver os próximos. Tá acabando, pessoal!
Os novos episódios de What If…? estreiam diariamente no Disney+.
‘Sua Culpa’, a aguardada sequência de ‘Minha Culpa’, já está disponível na plataforma da Prime Video e o novo longa acompanha o tumultuado relacionamento amoroso entre Nick e Noah, que vão tentar manter a chama de seu amor acesa, à medida em que suas vidas tomam rumos completamente distintos.
E durante uma entrevista ao CinePOP, o elenco de protagonistas revelou detalhes da nova produção e já alertou o fandom a respeito do que esperar do mais recente capítulo. Para os fãs das cenas mais picantes, “Sua Culpa” promete ser um banquete de momentos de pura intimidade.
Assista a entrevista:
Relembre o trailer da sequência e se inscreva no canal do CinePOP no Youtube:
O amor entre Noah e Nick parece inquebrável, apesar das manobras de seus pais para separá-los. Mas o emprego dele e a entrada dela na faculdade abrem suas vidas para novos relacionamentos. O aparecimento de uma ex-namorada em busca de vingança e da mãe de Nick com intenções pouco claras abalará os alicerces não apenas do relacionamento deles, mas da própria família Leister. Quando tantas pessoas querem destruir uma história de amor, será que ela realmente pode terminar bem?
Baseado na trilogia da autora argentina Mercedes Ron, o novo filme é dirigido por Domingo González, responsável também pelo primeiro filme da franquia.
‘Sonic 3’, que já está em cartaz nos cinemas nacionais, vem conquistando o público, mas algo inusitado tem chamado ainda mais a atenção: três anos atrás, um fã conhecido como “KingMario05” fez uma postagem no Reddit onde simplesmente acertou tudo sobre a franquia ‘Sonic’.
Na postagem, o fã compartilhou um suposto plano de 5 anos da SEGA para ‘Sonic’, detalhando lançamentos nos cinemas, jogos e até no streaming.
Vamos conferir o que foi dito e o quanto se concretizou:
O mais impressionante é que os vazamentos feitos por KingMario05 se mostraram extremamente precisos, acertando detalhes como os lançamentos de filmes, jogos e séries. Agora, resta esperar para ver se o mesmo acontecerá com os planos para 2025 e 2026.
Vale lembrar que ‘Sonic 3’ já é um sucesso nos EUA, com US$ 70,1 milhões arrecadados nos primeiros 4 dias em cartaz, segundo o Deadline.
Com isso, o filme levou apenas um dia a mais para superar as estimativas de US$ 70 milhões para o primeiro final de semana.
Confira a lista dos cinco filmes mais assistidos nos EUA até ontem:
1- ‘Sonic 3’
Arrecadou US$ 10 milhões ontem e, no total, já soma US$ 70,1 milhões em sua primeira semana.
2- ‘Mufasa’
Arrecadou US$ 7 milhões ontem, totalizando US$ 42,4 milhões em sua primeira semana.
3- ‘Wicked’
O musical arrecadou US$ 4,6 milhões na segunda-feira e já acumula US$ 389,2 milhões, estando em sua quinta semana em cartaz.
4- ‘Moana 2’
A sequência arrecadou US$ 4 milhões ontem e, no total, soma US$ 363,2 milhões em sua quarta semana.
5- ‘Gladiator 2’
Fechando o top 5, a sequência ‘Gladiator 2’ arrecadou US$ 1,16 milhão na última segunda-feira e, no total, já soma US$ 155,2 milhões em sua quinta semana.
No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.
O filme ‘Blindado‘, estrelado por Sylvester Stallone, está decepcionando com uma recepção muito fraca, sendo massacrado tanto por críticos quanto pelo público.
Com 21 críticas, o filme tem 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, enquanto a aprovação por parte do público é de apenas 33%.
“Uma ação repetitiva e tediosa, cheia de efeitos digitais terríveis e caracterizações clichês, sem nada que se assemelhe a emoção ou tensão. Armor é, infelizmente, uma oportunidade desperdiçada”, disse Sebastian Zavala Kahn, do Loud and Clear Reviews
“O filme ‘Blindado’ está decepcionando com uma recepção muito fraca, sendo massacrado tanto por críticos quanto pelo público”, disse Alex Maidy, do JoBlo’s Movie
“Dizem que Stallone filmou todo o seu papel em um único dia. O restante do filme parece ter sido gravado no segundo”, disse Erik Childress, do Movie Madness Podcast
“Nem a encenação nem as atuações transcendem as limitações do roteiro de Adrian Speckert e Cory Todd Hughes, deixando o material medíocre sem ser resgatado por emoções especiais, estilo ou detalhamento dos personagens”, disse Dennis Harvey, do Variety.
“Mesmo com seus relativamente enxutos 89 minutos de duração, Armor parece estendido”, disse Glenn Kenny, do RobertEbert.com
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro.
James Brody (Jason Patric), um experiente segurança de carro-forte, embarca em uma missão ao lado de seu filho Casey (Josh Wiggins), transportando milhões de dólares. Mas o trabalho toma um rumo inesperado quando eles se tornam alvo de um assalto liderado pelo implacável Rook (Sylvester Stallone). Após uma perseguição de tirar o fôlego, pai e filho ficam encurralados em uma ponte, com suas vidas e uma fortuna em jogo. Agora, em uma corrida contra o tempo, James terá que levar suas habilidades ao limite para proteger o que mais importa: sua família.
Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o compositor Lin Manuel-Miranda revelou quão desafiador foi criar músicas para ‘Mufasa: O Rei Leão’.
“Foi muito desafiador. É uma responsabilidade enorme o desafio de escrever músicas neste mundo. É um grupo de compositores de elite que conseguiu fazer isso. Elton John, Tim Rice, Beyoncé, Lebo M e Mark Mancina. O que tornou tudo mais fácil foi trabalhar com Barry Jenkins, que tinha uma visão clara do que queria fazer com a história, um ótimo roteiro que era tão específico em termos de narrativa que na verdade metade dos títulos das músicas são diálogos no roteiro. “Eu Sempre Quis Um Irmão”, “Me diz que É Você” … Todos eram diálogos que eu pensei: “Esse é um ótimo título de música. Não tenho comentários.” E também trabalhando com Lebo M e Mark Mancina nos arranjos das minhas músicas, história com Rei Leão, o filme original e o musical da Broadway. Então eu sabia que se eu trouxesse minhas músicas para eles, eles me ajudariam a chegar a um nível em que poderiam viver no mesmo mundo dessas outras ótimas músicas.”
Assista a entrevista:
Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.
‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.
O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.
Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.
A questão da nota sobre uma obra dentro de uma análise é sempre algo bem mais complexo do que muitos imaginam. Na linha do subjetivo, cada filme chega de forma diferente para cada pessoa. Pensando nisso e fazendo um exercício bem pessoal, segue abaixo 10 filmes que eu acho que são nota 10! Será que concordam comigo?
O maior truque que o diabo já usou foi convencer o mundo de que ele não existia. Vencedor de dois Oscars, o filme que abriu as portas de Hollywood para o até então desconhecido cineasta Bryan Singer, é um drama policial que se mistura num intenso e surpreendente suspense com uma narrativa que busca seu potencial na importância dos detalhes. Uma sala de suspeitos, um caminhão roubado, a receita federal junto à Polícia querendo respostas, um grupo de pessoas que são induzidos à uma ação perigosa, esses elementos e alguns outros se reúnem num quase enigma a ser montado, peça por peça através de um interrogatório, flashbacks e um imprevisível narrador. Os Suspeitos é hipnotizante e a última cena se consolidou como uma das maiores reviravoltas da história do cinema.
O longa-metragem de meados da década de 1990, Despedida em Las Vegas, é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é a melhor interpretação da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.
A tragédia e o recomeçar. Indicado da Bélgica ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro,Close é uma jornada amargurada que coloca em dois lados de uma gangorra emocional em um recorte que escala de forma profunda as linhas tênues entre o amor e a amizade aos olhos da imaturidade. Segundo trabalho do cineasta Lukas Dhont, o projeto é pura emoção do início ao fim guiado por uma narrativa repleta de conflitos emocionais, confrontos que amadurecem, que apresenta o trauma e as maneiras de seguir em frente.
Um dos maiores clássicos do cinema, Casablanca nos apresenta uma história de amor com um final longe da felicidade. Na trama, conhecemos um exilado norte-americano que comanda um badalado clube noturno em Casablanca até que um dia reencontra um antigo amor.
O que fazer quando não está tudo bem? Dirigido pelo genial cineasta japonês Hirokazu Kore-eda e vencedor do melhor roteiro no Festival de Cannes, o longa-metragem Monster é profundo drama que junta alguns temas para refletir sobre a sociedade e o sistema escolar através de versões de um mesmo fato. O filme é um delicado retrato que vai se expandindo conforme vamos compreendemos melhor a história.
Lançado em janeiro de 1960 no Brasil, esse épico de três horas e meia se tornou um filme inesquecível no coração de muitos cinéfilos. Na trama, uma adaptação do romance Ben-Hur: A Tale of the Christ escrito por Lew Wallace, conhecemos Judah Ben-Hur um homem bondoso que após um desentendimento e uma situação é condenado pelo próprio amigo de infância Messala (comandante das legiões romanas) a uma pena perpétua vivendo como escravo. Só que Ben-Hur consegue sobreviver por anos e traça um retorno triunfante junto com sua sede de vingança.
Primeiro filme da inesquecível trilogia dirigida por Francis Ford Coppola, baseado na obra de Mario Puzo. Nessa obra começamos a entender os conflitos que vão se seguir por anos da poderosa família da máfia italiana, os corleones.
Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2004, o filme conta a trajetória de Oh Dae-su (Choi Min-sik, em atuação impressionante), um homem que após ser detido totalmente embriagado, é sequestrado e mantido assim por 15 longos anos. Quando enfim é libertado, aparentemente sem saber o motivo, tem alguns dias para ir atrás da verdade de seu encarceramento, embarcando assim em uma jornada de chocantes descobertas.
Na trama, indicada para sete Oscars, conhecemos Andy Dufresne (Tim Robbins), um homem bem sucedido que após descobrir a traição da esposa é preso injustamente pela assassinato da mesma e seu amante. Mesmo alegando inocência e com provas nada conclusivas é sentenciado a uma dura pena. Ao longo de todo o período que fica preso, passa a buscar a sobrevivência através de suas habilidades, com a amizade que faz com outro prisioneiro, Red (Morgan Freeman), mas não deixa de viver em muitos momentos o terror daquele lugar. Em busca de uma solução, arma um plano de fuga que beira ao inacreditável.
Na trama, conhecemos um homem (Edward Norton), especialista em recall de uma montadora, completamente infeliz no seu trabalho, sem propósito, sem lugar, que sofre com insônia. Ele é o nosso narrador. Buscando encontrar alguma solução para seu cotidiano ele começa a frequentar grupos de ajuda variados fingindo estar em condições que não está e nesse momento conhece Marla (Helena Bonham Carter), uma mulher que também usa esses grupos para seu próprio benefício. Em paralelo, o protagonista conhece Tyler Durden (Brad Pitt), um misterioso homem com quem passa a morar e um dia resolve criar um clube de luta clandestino que logo toma proporções que saem do controle.
‘Sonic 3’ chegou com tudo aos cinemas, o que indica que a franquia deve ter mais um título de sucesso ao redor do mundo.
Com a chegada do novo filme, o roteirista Pat Casey, um dos responsáveis pelos roteiros da trilogia, afirmou ao Screen Rant que ninguém esperava que o primeiro longa teria êxito.
“Temos trabalhado com o mesmo time em todos os filmes, virou uma coisa de família, e é empolgante ver a saga crescer. Quando o primeiro filme foi anunciado, ninguém acreditou muito; fizeram o filme de piada. Então, é gratificante ter trazido a franquia a esse ponto, de verdade.”
Na entrevista, Casey valorizou o sucesso da franquia e se mostrou empolgado com a possibilidade do universo continuar em expansão.
“É ótimo fazer parte de uma franquia de sucesso que já entregou dois grandes hits. ‘Sonic 3′, espero, também será um hit, e nós temos a esperança de que a franquia continue crescendo e expandindo seu público.”
Vale lembrar que ‘Sonic 3’ já é um sucesso nos EUA, com US$ 70,1 milhões arrecadados nos primeiros 4 dias em cartaz, segundo o Deadline.
Com isso, o filme levou apenas um dia a mais para superar as estimativas de US$ 70 milhões para o primeiro final de semana.
Confira a lista dos cinco filmes mais assistidos nos EUA até ontem:
1- ‘Sonic 3’
Arrecadou US$ 10 milhões ontem e, no total, já soma US$ 70,1 milhões em sua primeira semana.
2- ‘Mufasa’
Arrecadou US$ 7 milhões ontem, totalizando US$ 42,4 milhões em sua primeira semana.
3- ‘Wicked’
O musical arrecadou US$ 4,6 milhões na segunda-feira e já acumula US$ 389,2 milhões, estando em sua quinta semana em cartaz.
4- ‘Moana 2’
A sequência arrecadou US$ 4 milhões ontem e, no total, soma US$ 363,2 milhões em sua quarta semana.
5- ‘Gladiator 2’
Fechando o top 5, a sequência ‘Gladiator 2’ arrecadou US$ 1,16 milhão na última segunda-feira e, no total, já soma US$ 155,2 milhões em sua quinta semana.
No terceiro filme, o ouriço velocista (Ben Schwartz), o guerreiro equidna Knuckles (Idris Elba) e a raposa voadora Tails (Colleen O’Shaughnessey) constroem uma aliança voltada à proteção da mágica Esmeralda Mestra. No entanto, uma nova ameaça surge quando os militares da G.U.N., uma força especial, não conseguem encontrar o corpo do Dr. Eggman (Jim Carrey) no local onde ocorreu a batalha final.
As bruxas sempre povoaram o imaginário popular e raramente estarão fora da nossa seleção de filmes. Caso não esteja no topo do nosso ranking, é provável que tenha feito parte da nossa infância, adolescência e vida adulta.
Seja com as animações clássicas dos estúdios Walt Disney, seja com terrores psicológicos que nos deixam à beira de um ataque de nervos, longas-metragens com essas criaturas místicas têm uma capacidade quase única de se encaixar em qualquer gênero. Não é à toa que temos comédias românticas como ‘Da Magia À Sedução’, sátiras hilárias como ‘A Feiticeira’ e documentários falsos que causaram bastante pânico à época de seu lançamento (vide ‘A Bruxa de Blair’).
Por isso, resolvemos trazer treze dos melhores filmes com bruxas que são conhecidos por grande parte do público cinéfilo. Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual é o seu favorito:
Susan Sarandon, Michelle Pfeiffer e Cher são a principal força de um divertido e sagaz conto bruxesco que, apesar de já ter sido contado inúmeras vezes por romancistas e cineastas, não deixa de nos envolver do começo ao fim.
Em ‘As Bruxas de Eastwick’, o trio protagonista enfrenta o literalmente diabólico antagonista encarnado por Jack Nicholson, seduzindo-o através dos feitiços mais inesperados para se vingarem de uma vida de submissão.
Assim como inúmeras releituras das aventuras do Rei Arthur e do Mago Merlin, ‘A Espada Era a Lei’ procura nos divertir à medida que constrói uma interessante história de origem que nos emociona mais pelos seus coadjuvantes que pelo herói protagonista.
Além do cômico e atrapalhado Merlin, Madame Mim também ganha palanque ao insurgir como uma hilária e ácida vilã. Versada nas artes das trevas, ela faz de tudo para destruir seu concorrente – até mesmo se transformar em um dragão. Parece que Malévola não é a única com esse poder, não é mesmo?
O épico de C.S. Lewis ganhou em 2005 sua primeira entrada nos cinemas com ‘As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa’, logo atraindo a atenção dos fãs do romance original e também os cinéfilos de plantão. E não foi por menos: além de uma competente narrativa ambientada num mundo mágico e repleto de criaturas míticas, o longa também nos apresentou a uma versão ainda mais macabra de sua vilã principal.
Encarnada por Tilda Swinton, Jadis, também conhecida como Feiticeira Branca, é uma das personagens mais memoráveis dos filmes de fantasia, seja por sua desmedida ambição, seja por seus incríveis e perigosos poderes de gelo.
Baseado no musical homônimo da Broadway, ‘Caminhos da Floresta’ nos apresenta a uma nova versão dos clássicos contos de fada ao unir em um mesmo lugar os mais variados e conhecidos personagens. E é claro que o diretor Rob Marshall não se esqueceria de colocar a icônica Bruxa Má – aqui interpretada por Meryl Streep.
Levando em conta que Streep é uma das maiores atrizes de sua geração, o papel foi abraçado com vontade e determinação, criando uma antagonista sarcástica, complexa e que eventualmente rendeu à atriz mais uma indicação ao Oscar.
Abracadabra (1993)
Kenny Ortega é mais conhecido por seu trabalho na franquia ‘High School Musical’, mas já havia trabalhado com os estúdios Disney vários anos antes ao trazer de volta à vida as hilárias Irmãs Sanderson com ‘Abracadabra’.
Mesmo não tendo feito o sucesso prometido à época do lançamento, o longa protagonizado por Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimi tornou-se um dos favoritos dos aficionados por histórias sobrenaturais, principalmente por modernizar os arrepiantes contos da cidade de Salem de forma aprazível e aventuresca.
A década de 1990 foi marcada pela expansão imensurável das rom-coms, além de ter colocado em voga várias atrizes bastante conhecidas na atualidade. E foi pensando nisso que Andrew Fleming resolveu dirigir o thriller sobrenatural ‘Jovens Bruxas’.
A história gira em torno de um grupo de quatro garotas unidas por tragédias que fazem um pacto de sangue e começam a desenvolver poderes incríveis, desde mudar o tom de cabelo até transformar-se em outra pessoa. Entretanto, as coisas saem do controle quando uma delas fica cega com essas habilidades, dando início a eventos horripilantes.
‘Stardust’ é e sempre vai ser uma das melhores adaptações cinematográficas da extensa criatividade literária de Neil Gaiman. Comandado por Matthew Vaughn, o longa é ambientado no fictício reino de Stormhold e conta as aventuras do jovem Tristan (Charlie Cox) em busca de uma estrela-cadente (que, na verdade, é uma mulher) chamada Yvainne (Claire Danes).
Como se não bastasse a incrível química dos protagonista, Pfeiffer retorna ao gênero sobrenatural para encarnar a cruel e inescrupulosa Lamia, cujo principal objetivo é também encontrar a estrela para consumir seu coração e permanecer bela para sempre.
‘A Bruxa de Blair’ é um dos filmes mais importantes do cinema – e um que ousou novamente renovar as saturadas histórias de bruxas. Além de ter popularizado o nascente found footage e caído em controvérsias que hoje encaramos com certo teor cômico, o longa dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sánchez chocou o público por sua veracidade cênica e arrecadou quase 250 milhões de dólares nas bilheterias.
Ainda que, por convenção, a obra tenha envelhecido “mal” e não cause o mesmo espanto que causou na época, o que realmente nos envolve é o fato da antagonista-título aterrorizar os jovens cinegrafistas e nunca aparecer em cena, mas sim deixando para trás seus medonhos e caóticos rastros.
Bom, é quase óbvio imaginar que a aplaudível franquia ‘Harry Potter’ estaria aqui nesta lista – ainda mais porque o panteão arquitetado por J.K. Rowling é lar de centenas de milhares de bruxos.
Ambientado principalmente na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, os aclamados longas-metragens contam a história de Harry, Rony e Hermione, um trio de feiticeiros que se unem para combater o Lorde das Trevas Voldemort e seus aliados – e, à medida que crescem, vão descobrindo que os segredos acerca dessa interminável batalha são bem mais obscuros do que aparentam.
‘Convenção das Bruxas’ aterrorizou e até hoje aterroriza qualquer criança que ouse assistir ao filme, principalmente pelo proposital e grotesco design das vilãs. Entretanto, nossa paixão pelo longa vai além disso: a narrativa de Nicolas Roeg baseada no livro homônimo serve tanto como nostalgia para os adultos quanto como um manual com lições de moral para os mais jovens.
A história gira em torno de um menino e sua avó que devem enganar e destruir uma legião de bruxas que se mascaram de humanas para matar crianças – ou transformá-las em ratos. E, ainda que torçamos para que tudo dê certo, é quase impossível tirar os olhos de Anjelica Huston como a Srta. Eva Ernst.
O oculto e transgressor ‘Suspiria’ é um dos trabalhos mais adorados do diretor Dario Argento, e também um de seus mais atípicos e controversos. Desde a hipnótica sequência de abertura até a atmosfera fantasmagórica, a audiência se vê num beco sem saída cuja única alternativa é se deixar levar pela inebriante construção do longa-metragem.
Estrelada por Jessica Harper, a obra conta a história de Suzy, uma jovem americana que se muda para Fribourg para participar de uma prestigiada academia de dança. Porém, após perturbadores eventos deixarem-na em estado de choque, ela descobre que o lugar outrora era lar de uma poderosa bruxa.
O terror de arte comandado por Robert Eggers pode até traçar certos paralelos com ‘A Bruxa de Blair’, mas ganha uma identidade única ao se basear em contos populares da Nova Inglaterra do século XVI.
Resgatando a atmosfera angustiante dos thrillers psicológicos ao mesmo tempo que arquiteta um tenso tour-de-force sobrenatural, ‘A Bruxa’ gira em torno de uma família exilada de seu vilarejo que presencia fenômenos inexplicáveis e condenáveis, levando-os a cometer as maiores atrocidades em prol de sua fé.
É essa a premissa que move o vencedor do Oscar ‘O Mágico de Oz’. Baseado no livro homônimo de L. Frank Baum, a história de Dorothy dispensa apresentações, construindo um gigantesco legado de análise político-social que inspirou remakes, continuações, prequelas, musicais da Broadway e diversas outras releituras.
Porém, além de seu cunho artístico e revolucionário, a obra deu vida a icônicos personagens muito mais complexos do que imaginamos – inclusive a assustadora e vingativa Bruxa Má do Oeste.
Interpretada por Margaret Hamilton, a vilã de pele esverdeada aparentava não ter fraquezas e fez da vida de Dorothy o puro caos, mandando macacos voadores capturarem-na, enfeitiçando-a com papoulas entorpecentes e ameaçando matá-la até ser destruída por um simples balde d’água.
Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o compositor Lin Manuel-Miranda explicou como funciona o processo de criação de músicas para os filmes, e revela que com ‘Mufasa: O Rei Leão’ foi diferente.
“Com Moana e Encanto, nós criamos a história juntos ao mesmo tempo e decidimos quando precisávamos que a música assumisse o controle enquanto descobríamos a história, mas nesse a história era muito clara. E meu trabalho era… E também é uma história intensa. Há muitas perseguições. O Rei Leão original também era. Lidamos com a morte de um pai. E meu trabalho era criar esses momentos de paz, graça e alegria dentro da história. Mas estes momentos também eram muito claros. O roteiro já existia nesta versão. Acho que a única coisa que eu acrescentei foi a música do vilão porque eu realmente queria escrever uma música de vilão incrível. E estou muito orgulhoso do que escrevi. Chama-se, “Tchau, Tchau”. E é cantada por Mads Mikkelsen no filme.”, ele contou.
Assista a entrevista:
Lembrando que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de dezembro.
‘Mufasa: O Rei Leão’ convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.
O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.
Dave Metzger, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.
‘Toy Story’, uma das franquias mais icônicas da Pixar, ganhará em breve seu quinto filme, e Tim Allen, o dublador de Buzz Lightyear, compartilhou seus pensamentos sobre a nova produção.
“Bem, eu não sei exatamente o que devo dizer. Sim, acabei de fazer a primeira sessão de cinco horas para o Buzz, provavelmente há uma semana”, revela Allen ao Collider. “É muito, muito estranho voltar a fazer isso. Não posso contar muita coisa ainda”.
Ele acrescenta: “É uma história muito, muito inteligente. Você quer fazer cinco desses? Eu realmente não acho que seja sobre o dinheiro. Tenho certeza de que eles querem que seja um sucesso, mas não foi por isso que fizeram. Se não tivessem criado um roteiro brilhante, não teriam feito o filme e não teriam me chamado, nem ao Tom [Hanks]. Está realmente muito inteligente. Foi um grande desafio chegar até aqui, e então, talvez duas horas depois, eu estava fazendo o Buzz. Sou muito abençoado por ser o Buzz Lightyear, para ser sincero. Vai ser muito divertido. Acho que estamos a cerca de um ano de distância da estreia. Eu já gravei o terceiro ato. Agora, vamos fazer o terceiro ato. Depois, voltaremos para ajustes e eu provavelmente farei isso mais umas cinco vezes. É uma história excelente, pessoal. Realmente, é muito boa”.
‘Toy Story 5‘ foi confirmado e já tem data de estreia nos cinemas nacionais: dia 18 de junho de 2026.
Andrew Stanton, diretor de ‘Wall-E‘ e ‘Procurando Nemo‘, comandará a produção, que contará com o retorno deTim Allen (Buzz Lightyear) e Tom Hanks (Woody).
Em entrevista EXCLUSIVA para promover ‘Mufasa – O Rei Leão‘, o compositor Lin Manuel-Miranda falou sobre uma possível versão live-action de ‘Hamilton‘ no estilo do sucesso ‘Wicked‘, que se tornou um fenômeno nas bilheterias.
“Você gostaria de ver isso? Sempre mantive a porta aberta para isso. A razão pela qual Wicked é um sucesso, é que você tem um diretor incrível em Jon Chu, que tinha uma visão muito clara do que queria fazer, e sonhava tão grande e falava: ‘São dois filmes! É o Senhor dos Anéis dos musicais.’ E foi uma visão tão lindamente executada. Estou muito feliz com a versão de Hamilton dirigida por Tommy Kail. Aquela é a nossa peça que vive no Disney+. Estou aberto caso um diretor tiver uma maneira de fazer que seja diferente daquilo. Mas até eu ouvir isso, estou muito feliz por termos nosso elenco original, ou pelo menos a maior parte dele, na tela.”, ele afirmou.
A versão fílmica do aclamado musical ‘Hamilton‘ concorreu ao Globo de Ouro e está disponível no Disney+.
Dirigido por Miranda, o longa quebrou inúmeros recordes com sua narrativa centrada no pai fundador dos Estados Unidos, Alexander Hamilton, e se tornou a produção mais vista do Disney+ e de todas as plataformas de streaming, dado ao seu consistente sucesso e à sua abertura massiva.
O especial reúne as filmagens de três apresentações ao vivo do espetáculo, feitas nos palcos do Richard Rogers Theatre.
‘Hamilton’ estreou nos teatros off-Broadway em 2015, migrando para Nova York pouco depois dos ingressos esgotarem.
O aguardado ‘Batman: Parte 2’, estrelado por Robert Pattinson, teve sua data de estreia novamente adiada. O filme, que anteriormente estava previsto para 2026, agora chegará aos cinemas em 01º de outubro de 2027.
James Gunn, em uma explicação nas redes sociais, detalhou os motivos do atraso, lembrando que o filme já havia sido adiado anteriormente.
“Claro. Sim, é verdade. A única razão para o atraso é que ainda não temos um roteiro finalizado (aqueles que me acompanham aqui provavelmente já sabem disso). O Matt [Reeves] está totalmente comprometido em fazer o melhor filme possível, e ninguém pode prever com precisão quanto tempo levará para escrever um roteiro. Assim que o roteiro estiver pronto, haverá cerca de dois anos para a pré-produção, filmagens e pós-produção de um grande filme”, explicou Gunn.
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Lembrando que ‘Batman’, protagonizado por Robert Pattinson, está disponível no Max.
A cantora Anitta, uma das maiores artistas brasileiras, usou suas redes sociais para expressar sua insatisfação com o final da segunda temporada de ‘Round 6’, alegando que o novo ano não tem final.
A Netflix, por sua vez, respondeu diretamente à cantora, confirmando o lançamento da nova temporada para 2025.
Vale lembrar que a 2ª temporada já está disponível na Netflix!
Vale lembrar que a atração já teve sua terceira e última temporada confirmada – com estreia marcada para 2025.
A segunda temporada contará com oito novos atores no elenco: Park Gyu-young (‘Sweet Home’), Jo Yu-ri, Kang Ae-sim, Lee David (‘The Fortress’), Lee Jin-uk (‘Sweet Home’), Choi Seung-hyun, Roh Jae-won e Won Ji-an (‘D.P.’).
Os novos episódios ainda terão o retorno de Lee Jung-jae, Lee Byung-Hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo, além dos novatos Yim Si-Wan, Kang Ha-Neul, Park Sung-Hoon e Yang Dong-Geun, que haviam sido previamente anunciados.
A segunda temporada de ‘Round 6’ já está disponível na Netflix e, para celebrar o retorno de um dos maiores sucessos da plataforma, o Google lançou sua própria versão do icônico jogo “Batatinha Frita 1, 2, 3”.
Para jogar, basta fazer uma pesquisa por Round 6 no Google. Na parte inferior da página, você encontrará uma imagem que representa o cartão de inscrição para o jogo. Ao clicar, você poderá começar a jogar. O desafio é atravessar um percurso e ultrapassar seis competidores até a linha de chegada.
Vale lembrar que a 2ª temporada já está disponível na Netflix!
Vale lembrar que a atração já teve sua terceira e última temporada confirmada – com estreia marcada para 2025.
A segunda temporada contará com oito novos atores no elenco: Park Gyu-young (‘Sweet Home’), Jo Yu-ri, Kang Ae-sim, Lee David (‘The Fortress’), Lee Jin-uk (‘Sweet Home’), Choi Seung-hyun, Roh Jae-won e Won Ji-an (‘D.P.’).
Os novos episódios ainda terão o retorno de Lee Jung-jae, Lee Byung-Hun, Wi Ha-jun e Gong Yoo, além dos novatos Yim Si-Wan, Kang Ha-Neul, Park Sung-Hoon e Yang Dong-Geun, que haviam sido previamente anunciados.
O atorKim Bodnia confirmou oficialmente que não retornará ao papel de Vesemir na 4ª temporada de ‘The Witcher’.
A informação foi confirmada por um porta-voz de Bodnia ao RadioTimes, que também explicou o motivo do afastamento do ator da produção daNetflix.
“Kim não voltará como Vesemir, pois sua atual agenda de filmagens não se encaixou com o cronograma da Netflix para a próxima temporada”, explicou o representante.
Bodnia se destacou interpretando o mentor de Geralt, provando ser uma boa escolha para o personagem no live-action.
Após ter tido momentos importantes nas temporadas anteriores, espera-se que Vesemir apareça com ainda mais destaque nas temporadas finais de ‘The Witcher’.
Com Bodnia envolvido em F1, filme dirigido por Joseph Kosinski e estrelado por Brad Pitt, a Netflix terá que substituir mais um nome em seu elenco.
A nova temporada da série terá a missão de superar a ausência do astro, enquanto segue desenvolvendo as inúmeras tramas que formam o enredo geral.
Hemsworth falou, em entrevista ao Collider, sobre assumir o papel de protagonista da série.
“Esta foi uma situação realmente única que não acho que muitos atores já enfrentaram, exceto talvez as pessoas que interpretaram personagens de ‘Doctor Who’ ao longo dos anos, porque predominantemente o restante do elenco permaneceu o mesmo, mas o ator principal mudou. Para mim, parecia que eu estava entrando e começando o ensino médio, quando todos os outros já eram amigos e tinham relacionamentos entre si, e estavam lá desde o começo. Às vezes, você se sente um pouco como um estranho, e não é nada como o elenco ou a equipe me trataram dessa maneira. Todos foram nada além de acolhedores e extremamente conscientes do que é a situação.”
Na entrevista, Hemsworth também revelou que, assim como Cavill, já era um fã da franquia. Embora não tivesse tido contato com os livros, o ator admirava o universo devido à série de videogames.
“Sou um grande fã de mundos de fantasia e filmes como ‘O Senhor dos Anéis’, e entrar nesse personagem foi assustador de muitas maneiras, não apenas por causa do óbvio — que outra pessoa havia interpretado esse personagem e há uma grande base de fãs por trás dele que se importa com Geralt — mas fui convidado para fazer o trabalho, e honestamente senti que poderia entrar e fazer algo legal com isso. Como fã desse personagem, tive a oportunidade de fazer isso. Foi realmente emocionante e assustador ao mesmo tempo”, disse o Liam.
A data de estreia do próximo ciclo não foi definida pela Netflix.
Enquanto a quarta temporada está se aproximando, o serviço de streaming já planeja o futuro da série. De acordo com o site Redanian Intelligence, os roteiros do quinto ano da produção já foram finalizados.
O site afirma que é possível que a narrativa passe por breves alterações antes do início das gravações.
As duas últimas temporadas irão adaptar os três livros restantes da saga: ‘Batismo de Fogo‘, ‘A Torre da Andorinha‘ e ‘A Dama do Lago‘.
Vale lembrar que os atores Clive Russell (‘Game of Thrones’), Serrana Su-Ling Bliss (‘Enola Holmes 2’) e Linden Porco (‘O Beco do Pesadelo’) também são novidades no elenco.
Russell dará vida a Stribog, um contador de histórias que se apresenta como um mendigo e vagueia pelo continente enquanto troca histórias por comida e abrigo.
Bliss foi identificada apenas como uma personagem chamada Nimue, enquanto Porco será Percival.
Sucesso nos cinemas, ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 520 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa atualmente se encontra no TOP 8 das maiores arrecadações do ano, tendo ultrapassado ‘Venom: A Última Rodada‘ (US$475.5M), ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ (US$451.1M) e ‘Bad Boys: Até o Fim‘ (US$404.5M).
Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 359 milhões. No mercado internacional, foram US$ 165.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 524.9 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$47.4M), Austrália (US$17.2M), Coreia (US$10.6M), México (US$8.1M) e Espanha (US$4.5M).
A terceira temporada de ‘What If…?’ marca oficialmente o fim da animação que explora o multiverso da Marvel. No entanto, o cineastaBryan Andrews deixou em aberto a possibilidade de um retorno da série para um quarto ano.
Em uma entrevista ao Agents of Fandom, Andrews lamentou não ter conseguido incluir o Wolverine de Hugh Jackman na série, mas também deu esperança de que a animação possa voltar no futuro.
“Com o retrovisor, acho que estávamos nos culpando, porque, sabe, leva um tempo para preparar essas coisas e colocá-las em prática. Mas é como se pudéssemos ter feito mais mutantes nesta temporada, nossa, que loucura. Mas, na época, não sabíamos que a Disney teria os direitos de tudo da Fox, sabe? Então, poderíamos ter colocado o Hugh Jackman, mas enfim… Talvez, quem sabe, no futuro, teremos mais episódios de What If…? e aí poderemos festejar com esses caras. Mas, pelo menos, conseguimos a Tempestade, o que é incrível”, afirmou.
A terceira temporada de ‘What If…?’ está em exibição com um episódio novo a cada 24 horas durante um período de oito dias.
O que está acontecendo com o cinema? É inegável que as coisas não estão fluindo como antigamente, e o tema é tópico de estudo de analistas especializados na área. As explicações mais plausíveis são a consolidação dos streamings como principal forma de consumo de filmes e a pandemia. Muitos podem pensar que a vida já voltou ao normal e que a pandemia ficou para trás – e bem, para diversos mercados isso é verdade, mas não para as salas de cinema. Além de muitas terem fechado na época, grande parte do público desde então parece ter abandonado o hábito de frequentá-las.
Quando falamos nas gerações mais novas, falamos em uma geração de consumo rápido, de mídias como as redes sociais em que os vídeos duram minutos ou segundos. Essa geração parece sem paciência de encarar duas ou três horas sentados em uma sala escura assistindo a filmes. Em casa, no streaming, existe a opção de parar e continuar depois; e com as séries (extremamente populares também) os episódios duram no máximo uma hora.
Toda esta introdução para chegarmos no tema desta matéria. Aqui iremos justamente apresentar um dos maiores exemplos da má fase dos filmes nos cinemas – as franquias bilionárias do passado, que atualmente não conseguem mais render o mesmo valor. É claro que pode ser o caso de o filme não corresponder à expectativa do público, afinal ainda temos exemplares como ‘Homem-Aranha’, ‘Avatar’, ‘Top Gun’ e ‘Barbie’ que se tornaram extremamente populares e bem-sucedidos nas bilheterias. Seja como for, as análises continuam. Confira abaixo as franquias decadentes da atualidade.
‘Aquaman’ pode se gabar de ter sido a única franquia dentro do DCEU a atingir a marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial. A façanha aconteceu em 2018 com o primeiro filme, quando este universo confeccionado por Zack Snyder já havia cambaleado algumas vezes. Nem mesmo os filmes dos heróis combinados (‘Batman vs Superman’ e ‘Liga da Justiça’) renderam o que o filme solo do rei dos sete mares conseguiu.
Por isso a expectativa era grande quando ‘Aquaman 2’ foi lançado no fim de 2023. Infelizmente a sequência não conseguiu render nem mesmo a metade do feito anterior. Mas aqui podemos colocar um grande asterisco, pois o fim do DCEU já havia sido anunciado e os fãs não sentiram vontade de comparecer a um navio afundado. Agora a expectativa é para o novo DCU, de James Gunn.
Não foi só a DC que viu uma franquia bilionária morrer na praia. A rival Marvel sentiu na pele o dinheiro descendo pela privada de uma de suas franquias mais promissoras. Apesar de certo hate de machistas e misóginos na época em que foi lançado, ‘Capitã Marvel’ – primeiro filme solo de uma heroína da Marvel – atingiu a impressionante marca de US$1 bilhão em bilheterias mundiais. Por ser uma personagem extremamente poderosa e marrenta, a heroína logo caiu nas graças dos fãs e se tornou a esperança contra o vilão Thanos.
Ao invés de tirar do papel um ‘Capitã Marvel 2’, o estúdio achou por bem incluir duas outras personagens representativas do estúdio, e terminou por chamar a continuação de ‘As Marvels’. Para os fãs, isso talvez tenha diminuído a importância da heroína, já que o filme poderia se chamar ‘Capitã Marvel 2 – As Marvels’, ou algo do tipo, e trazer as outras duas heroínas como coadjuvantes, afinal essa era uma franquia de Brie Larson.
Ao dividir espaço com Kamala Khan (Iman Vellani) e Monica Rambeau (Teyonah Parris), a protagonista acabou eclipsada e o filme se tornou mais leve e infantil – além de tudo obrigando os espectadores a conhecer quem eram as outras duas, saídas de seriados da Disney+ (que por bem ou por mal diluíram a qualidade dos produtos da casa). O resultado foi um dos piores desempenhos de uma obra do MCU de todos os tempos, sequer conseguindo se pagar, e colocando um fim na esperança de ver a Capitã carregando um novo filme solo.
Quando começou sua jornada nas telonas, ‘Velozes e Furiosos’ era um filme de ação mediano, que focava em rachas de carro e fez US$200 milhões nas bilheterias mundiais, o que não é nada mal. A partir do quinto filme, com a entrada de The Rock, a bilheteria mundial deu um pulo para US$626 milhões e no sexto pulou mais uma vez para US$788 milhões. Essa crescente não parou mais e com a chegada do sétimo filme, que marcou a despedida do saudoso Paul Walker, a franquia se tornaria bilionária, com o primeiro filme da saga a atingir US$1 bilhão em bilheteria mundial.
O oitavo seguiu pelo mesmo caminho e não tirou o pé do acelerador continuando na absurda marca. O nono episódio sofreu com a pandemia e com o fato de ter se tornado ridículo demais (com carros no espaço), mas ainda assim rendeu US$700 milhões. O décimo, que seria o começo da despedida, contou com o maior número de astros possível, e era esperado bater US$1 bilhão novamente, coisa que não ocorreu – terminando novamente com US$700 milhões. Não chega a ser um flop, mas com tamanho investimento, esperava-se mais no resultado.
A franquia dos robôs gigantes baseados numa linha de brinquedos dos anos 80 já chegou chutando a porta com os dois pés, numa produção de Steven Spielberg que rendeu US$700 milhões lá em 2007. O segundo filme aumentou a aposta com mais de US$800 milhões. Porém, o fenômeno ocorreria com o terceiro, de 2011, que ultrapassou a marca de US$1 bilhão mundial. Ou seja, para os que se perguntam por que continuam fazendo mais filmes de robôs destruindo tudo, aí está a resposta. Dinheiro. Quem não gosta?
O quarto filme de 2014 seguiu mantendo o nível, mas a franquia escorregaria no quinto, de 2017, que foi o menos rentável na época, com US$600 milhões mundiais. O público reclamava da falta de qualidade. O derivado ‘Bumblebee’ e o recente ‘O Despertar das Feras’ não conseguiram colocar as coisas nos trilhos. Será que os fãs finalmente cansaram? Esse ano a franquia terá sua primeira animação nas telonas, veremos se irá recuperar a forma. O que você acha?
Quando a franquia ‘Harry Potter’ chegou ao fim em 2011, os fãs ficaram órfãos de histórias de fantasia e aventura infanto-juvenis, e Hollywood começou a ofertar tudo quanto é tipo de produto na mesma linha, desde ‘Dezesseis Luas’, ‘Os Instrumentos Mortais’, ‘A Hospedeira’, ‘Academia de Vampiros’ e ‘Eu Sou o Número Quatro’ – nada fez sucesso. Mas no fim do túnel surgiu uma luz com a estreia de ‘Jogos Vorazes’, o maior sucesso do gênero desde o fim da saga do bruxinho.
Apesar de ser mais pesada, séria e adulta, a franquia futurista distópica arrastou multidões para os cinemas e fez da protagonista Jennifer Lawrence uma estrela de renome mundial. O primeiro filme, logo de cara, fez quase US$700 milhões. Se formos analisar literalmente, nenhum dos filmes da franquia de fato atingiu a marca de US$1 bilhão, mas certamente todos combinados ultrapassaram isso. O segundo foi o que chegou mais perto com quase US$900 milhões.
Seja como for, nenhum dos quatro longas da saga original arrecadou menos de US$600 milhões mundiais. Por isso, existia certo receio com a estreia de um quinto ‘Jogos Vorazes’, desta vez apelando para uma prequel e sem a presença de J-Law. O resultado, de certa forma esperado, foi a menor arrecadação a franquia, com menos de US$400 milhões mundiais – e nem mesmo a presença de gente como Viola Davis e Peter Dinklage foi capaz de dar um up nas coisas.
Infelizmente, a franquia do maior arqueólogo da sétima arte foi mais uma a sofrer com a baixa bilheteria no ano passado. Bem, baixa para os padrões da franquia, pois para muitos outros filmes esses valores seriam muito bem-vindos. Mas nada existe no vácuo e tudo precisa de um contexto. Sendo assim, precisamos começar dizendo que ‘Indiana Jones’ foi um dos primeiros blockbusters da história, lá em 1981, saído da mente dos gênios da época George Lucas e Steven Spielberg. O filme arrecadou quase US$400 milhões mundiais, o que para aquela época era um valor sem precedentes.
O segundo filme decaiu um pouco, mas sem perder o rebolado, enquanto o terceiro (e por um bom tempo o encerramento da trilogia) ultrapassou esse valor, chegando quase a meio bilhão. É aquela história, se formos analisar afinco, nenhum dos filmes chegou à marca do bilhão, mas a trilogia original junta passa desse valor. Quase vinte anos depois o quarto e tardio filme se tornaria o mais rentável em novos tempos, com quase US$800 milhões em caixa. Desta forma, surgiu como uma enorme decepção ‘A Relíquia do Destino’, que retornou aos valores lá dos primeiros filmes, com menos de US$400 milhões mundiais.
Tudo bem, aqui muitos podem chiar e dizer que ‘Lightyear’ não faz parte da franquia ‘Toy Story’. É verdade. Mas esse foi seu primeiro derivado oficial – tendo como protagonista o astronauta verdadeiro que inspirou o boneco Buzz Lightyear. E bem, podemos dizer que seu resultado ficou muito aquém dos demais filmes em que o personagem, na forma de boneco, aparece. Veja só essa trilha de sucesso. O original de 1995 somou quase US$400 milhões mundiais, enquanto a primeira continuação, de 1999, somou quase US$500 milhões.
Porém, o que ninguém imaginava aconteceu, os inesperados filmes três e quatro, que muitos julgavam desnecessários, foram os mais rentáveis da franquia, com ambos ultrapassando a marca de US$1 bilhão em bilheterias mundiais. Sorte igual não teve o “primo-pobre” ‘Lightyear’, com somente US$226 milhões mundiais – um valor bem baixo para a marca. E que venha ‘Toy Story 5’, por favor.
‘Matrix’ é outra franquia – ou devemos dizer trilogia na época – da qual nenhum exemplar ultrapassou especificamente a marca do bilhão, mas que com todos os três filmes juntos, aí sim temos uma fortuna bilionária para o estúdio. O primeiro e o terceiro ultrapassaram a marca de US$400 milhões mundiais e o segundo chegou perto dos US$800 milhões, sendo o mais rentável até então. Assim, existia uma ponta de esperança que a sequência legado de 2021 pudesse despertar novamente o interesse do público pelo mundo de Matrix. Porém, o filme alienou os fãs com sua história de metalinguagem, em que realidade e ficção se confundem. Fora isso, o longa teve o azar de bater de frente com ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ e ser lançado no mesmo dia na HBO Max. Resultado: ‘Matrix 4’ não conseguiu sequer US$200 milhões mundiais. E ainda querem fazer o cinco…
Mais um caso chegando agora na lista onde o fracasso não está diretamente ligado à uma franquia principal bem-sucedida e sim ao seu derivado. É inegável que ‘Harry Potter’ é um tremendo sucesso, uma franquia onde, de seus oito filmes, dois passaram a marca do bilhão e todos os outros chegaram bem perto disso. Essa é uma franquia em que a arrecadação mundial de todos os longas chega perto dos US$8 bilhões. Já imaginou? Se mais um Harry Potter fosse lançado, certamente chegaria à marca do bilhão.
Isso foi tentado de certa forma com o derivado ‘Animais Fantásticos’, cujos filmes foram decaindo até o cancelamento da ideia. O primeiro ficou na casa dos US$800 milhões, enquanto o segundo já caiu para US$600 milhões. A queda que cimentou o fracasso foi a do terceiro filme, com US$400 milhões mundiais, o valor mais baixo do universo bruxo nas telonas, com ‘Os Segredos de Dumbledore’.
É natural que uma franquia aumente sua arrecadação gradualmente a cada novo episódio. Bem, isso é o esperado ao menos, e o motivo de os estúdios investirem tanto em sequências. É o que acontece por exemplo com ‘John Wick’, a franquia de ação número 1 no mundo na atualidade – a cada exemplar superando o valor em bilheteria do anterior. Com ‘Missão Impossível’, capitaneada pelo astro Tom Cruise as coisas iam bem assim também. Do primeiro de 1996 para o segundo de 2000, o pulo foi de US$100 milhões.
Com a chegada do quarto, os valores aumentaram novamente para quase US$700 milhões mundiais, mantido pelo quinto. Já o sexto realizou a proeza de elevar a franquia para valores mundiais perto dos US$800 milhões. A escalada parecia certa para o eventual sétimo longa, ainda mais depois do sucesso bilionário que foi ‘Top Gun Maverick’. Mas ‘Missão Impossível’, por mais fãs que tenha, provou que não é ‘Top Gun’, ao menos nas bilheterias, caindo novamente para a marca de menos de US$600 milhões.
Para qualquer outro filme a marca de meio bilhão seria impressionante, mas para ‘Missão Impossível’ esperava-se mais. Claro que custou muito o fato de ter ficado bem no meio do “Barbenheimer”. Seja como for a redenção pode ser o oitavo filme, a ser lançado em 2025.
Agora, após o surgimento de rumores que apontam para um novo filme do vilão, Hardy respondeu sobre a possibilidade de voltar ao papel.
Conversando com o Entertainment Tonight, o astro afirmou que adoraria interpretar o personagem da DC Comics novamente. No entanto, ele também acredita que seu tempo como Bane já ficou no passado.
“Com certeza, eu adoraria. Mas não sei se seria a escolha certa. Já tive meu momento, agora é a hora de permitir que outra pessoa tente”, disse Tom Hardy.
Lembrando que a DC Studios supostamente está desenvolvendo um novo filme com foco nos vilões Bane e Exterminador. O projeto estaria sendo escrito por Matthew Orton, roteirista de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.
No entanto, segundo o Deadline, embora Bane e Exterminador estejam confirmados no filme, ainda não há certeza se eles serão os protagonistas da trama. Esse mistério alimentou especulações de que o projeto possa ser, na verdade, uma adaptação do Sexteto Secreto, uma equipe de supervilões que passou por diversas formações ao longo dos anos nos quadrinhos da DC.
Dado o histórico de James Gunn na construção de tramas com vilões complexos, como fez com o Esquadrão Suicida e a série Peacemaker, a ideia de unir Exterminador e Bane em um time como o Sexteto Secreto faz sentido para os planos futuros do DCU. Ainda que não tenha sido anunciado no ‘Capítulo 1: Deuses e Monstros‘ da DC, o projeto pode estar sendo planejado para o ‘Capítulo 2’, expandindo o universo dos vilões no cinema.
Bane é uma adição relativamente recente à galeria de vilões do Batman, com o escritor Chuck Dixon e o artista Graham Nolan criando-o no início dos anos 1990. O personagem nasceu e foi criado em uma prisão em uma ilha caribenha fictícia, um local que lhe permitiu não apenas aprimorar suas habilidades brutas de luta, mas também absorver os ensinamentos de todos os tipos de criminosos internacionais. Mais tarde, ele foi sujeito a um teste horrível de esteróides, um experimento que o deixou incrivelmente forte, mas também viciado em seus soros.
O Exterminador foi introduzido pela primeira vez em 1980 para ser um vilão de primeira linha para os Jovens Titãs, mas o mestre assassino superaprimorado cresceu e se tornou um dos vilões mais populares da DC, enfrentando o Batman e a Liga da Justiça, e estrelando seu próprio título de história em quadrinhos diversas vezes.