Com a possibilidade de Chris Evans retornar ao papel de Steve Rogers em ‘Vingadores: Apocalipse’, parece que Peggy Carter também fará seu retorno ao Universo Cinematográfico Marvel.
De acordo com o Deadline, Hayley Atwell, que interpreta a agente Carter, está pronta para reprisar seu papel no filme, que será dirigido novamente pelos Irmãos Russo, com Kevin Feige como produtor.
O retorno de Chris Evans já havia sido debatido em 2021, com relatos indicando que Atwell também voltaria com o ator para o MCU. Inicialmente, havia um plano para um filme solo de Peggy Carter; no entanto, ambos devem aparecer novamente no próximo filme dos Vingadores.
Vale lembrar que Evans já havia retornado ao MCU em ‘Deadpool & Wolverine‘, reprisando seu papel como o Tocha Humana de ‘Quarteto Fantástico‘. Sua última aparição como o Steve Rogers, no entanto, foi em ‘Vingadores: Ultimato‘.
Robert Downey Jr., intérprete original do Homem de Ferro, também retornará, desta vez como o vilão Doutor Destino.
Anthony Mackie está empolgado com a possibilidade de voltar ao set ao lado dos Irmãos Russo, com quem trabalhou em filmes icônicos da Marvel, como ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ e ‘Vingadores: Guerra Infinita’.
O ator, que assumirá o manto do Capitão América em ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo’, expressou grande empolgação para participar de um novo projeto dos diretores.
“Estou realmente ansioso para voltar ao set com os Russos. Eles entendem esse mundo Marvel de uma maneira muito única. E só o fato de ter ele [Downey Jr.] de volta já agrega muito. Ver o que ele traz para a mesa é uma grande oportunidade.” Você ouviu o Capitão: Vingadores… se reúnam!, declarou Anthony Mackie.
Guy Pearce, astro de ‘O Brutalista’, recentemente falou sobre sua relação com o cineasta Christopher Nolan, revelando que um produtor da Warner não permitiu que ele voltasse a trabalhar com o diretor.
Os dois haviam colaborado no clássico ‘Amnésia’ (2000).
Em uma entrevista para a Vanity Fair, Pearce foi questionado sobre o contato com Nolan e respondeu:
“Não muito, mas ele conversou comigo sobre papéis algumas vezes ao longo dos anos, como no primeiro Batman e O Prestígio. Mas havia um executivo na Warner Bros. que disse abertamente para o meu agente: ‘Eu não entendo o Guy Pearce. Eu nunca vou entender o Guy Pearce. Eu nunca vou contratar o Guy Pearce'”, afirmou.
“Então, de certa forma, foi bom saber disso. Quero dizer, tudo bem; tem alguns atores que eu também não entendo. Mas isso significava que eu nunca poderia trabalhar com o Chris”, acrescentou.
Quando questionado sobre os motivos do produtor, Pearce explicou: “Eu acho que ele simplesmente não acreditava em mim como ator”.
O ator ainda revelou que foi cotado para ‘Batman Begins’, mas acabou cortado do projeto.
“Sim. Eles me levaram para Londres para discutir o papel do Liam Neeson em Batman, e acho que foi decidido durante o meu voo que eu não estaria no filme. Então, quando cheguei lá, o Chris disse: ‘Ei, você quer ver o Batmóvel e jantar?'”, revelou.
Sobre o fim da parceria de Nolan com a Warner, Pearce brincou: “Então agora chegou a minha vez!”
‘O Brutalista’ estreia dia 6 de fevereiro nos cinemas nacionais.
A produção obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 76 análises.
Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance de Brody.
Confira os principais comentários:
“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.
“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.
“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.
“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.
“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.
“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.
“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.
‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’, animação derivada do clássico cinematográfico que adapta a obra de J. R. R. Tolkien, recebeu uma nota decepcionante do público norte-americano na CinemaScore.
O filme recebeu a mediana nota B, a mais baixa de toda a franquia de filmes ‘O Senhor dos Anéis‘.
No Rotten Tomatoes, o filme recebeu a mediana aprovação 52% baseada em 83 análises.
Para efeito de comparação, ‘O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’ obteve 92% de aprovação dos críticos, enquanto a sequência ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres’ alcançou 95% e, por fim, ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’ fechou a trilogia com 94% de aprovação.
No geral, os críticos elogiaram a animação, embora tenham destacado que ela é inferior à trilogia original e que não conseguirá despertar o mesmo entusiasmo em quem não é fã da franquia.
“Pode agradar aos fiéis, mas não é épico o suficiente para proporcionar aos espectadores menos dedicados a mesma emoção que eles sentiram nos filmes em live-action”, disse Peter Debruge da Variety.
“Achei bastante envolvente e cativante, mas bem abaixo na lista do que considero um ano excepcional para filmes de animação”, disse Pete Hammond do Deadline.
“Se eu for retornar ao mundo mais amplo da Terra-média de Peter Jackson, a abordagem de ‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’ me parece uma maneira ideal de fazer isso”, disse Alexander Harrison do Screen Rant.
“Esta inesperada jornada animada consegue levar com sucesso o espetáculo visual dos amados filmes em live-action para as telonas… o que torna as falhas de The War of the Rohirrim em sua trama e personagens ainda mais frustrantes”, disse Aidan Kelley do Collider.
“Este filme é uma aventura épica e magistral que apresenta um trabalho fantástico — embora ocasionalmente previsível”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.
“Aqueles que não estão familiarizados com os detalhes de Tolkien ainda poderão aproveitar O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim por seus próprios termos visuais grandiosos e narrativas míticas, mesmo que, eventualmente, pareça excessivamente longo com seus 134 minutos”, disse Frank Scheck do Entertainment.
“O fato de esta entrada em uma série de fantasia ser relativamente pobre em elementos fantásticos não ajuda a disfarçar a falta de sabor desta história de ritmo letárgico”, disse Josh Slater-Williams da Total Film.
“[A história] se revela tão sem emoção quanto parece. Mas pelo menos é dolorosa de se olhar”, disse David Ehrlich do IndieWire.
‘O Senhor dos Anéis: A Guerra dos Rohirrim’ será lançado no dia 12 de dezembro nos cinemas nacionais.
O filme contará a história do lendário rei de Rohan, Helm Hammerhand, e sua filha, a Princesa Hera, com a trama se passando 183 anos antes dos eventos da trilogia de Peter Jackson.
No longa, Helm e seu povo defendem a fortaleza de Hornburg contra os ataques do lorde Dunlending, Wulf.
Brian Cox dará voz a Helm, enquanto Gaia Wise interpretará Hera.
A produção é realizada pela ‘Sola Entertainment’ e o filme tem a consultoria de Philippa Boyens, parte da equipe de roteiristas da trilogia original.
“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”
Além dePatrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretando a versão mais jovem do personagem titular, a séria também terá Molly Brown (‘Evil’) dando vida a sua irmã, Debra Morgan.
Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.
O showrunner original de ‘Dexter’, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em ‘Atração Mortal’, assume a direção e a produção executiva.
‘Kraven, o Caçador’ já está em cartaz nos cinemas nacionais e, apesar dos esforços da Sony, o longa tem sido amplamente rejeitado pelo público.
O filme recebeu uma nota catastrófica de “C” no CinemaScore, a pior avaliação de todo o universo do Homem-Aranha da Sony.
Para efeito de comparação, ‘Morbius’ e ‘Madame Teia’ receberam C+, enquanto ‘Venom’ (B+), ‘Venom: Tempo de Carnificina’ (B+) e ‘Venom: Última Rodada’ (B-) marcaram pontuações bem mais altas.
Na verdade, os únicos filmes de quadrinhos a receberem uma nota pior são ‘Quarteto Fantástico’ de 2015 (C-) e ‘Coringa: Delírio a Dois’ (D).
No Rotten Tomatoes, ‘Kraven, o Caçador’ estreou com apenas 14% de aprovação, baseado em 42 análises.
Além disso, o filme arrecadou apenas US$ 2 milhões nas sessões de pré-estreia, um valor inferior aos US$ 2,2 milhões arrecadados por Madame Teia no mesmo período.
‘Kraven, o Caçador’ está em cartaz nos cinemas nacionais,
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do filme:
Em conversa com o ‘The Hollywood Reporter’, o atorRyan Reynolds revelou que tem novas ideias para filmes com Deadpool e Wolverine.
No entanto, Reynolds não pensa em projetos como seu personagem como protagonista, mas sim como um coadjuvante.
“Tenho algumas ideias, mas nenhuma delas é centrada no Deadpool. Ele é um ótimo coadjuvante ou faz parte de um grupo. Eu sempre gostaria que Deadpool e Wolverine fossem anexados de alguma forma.”
‘Deadpool & Wolverine’ teve uma ótima recepção, conquistando 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, enquanto a aprovação do público é ainda maior, batendo os 94%.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
A seleção para a série ‘Harry Potter’ segue a todo vapor, e uma situação inusitada aconteceu quando um homem de 42 anos fez testes para o papel de Hermione.
Segundo o Daily Mail, o homem não teve sucesso em sua tentativa e foi rejeitado para o papel. Vale lembrar que todos os dias, uma equipe de agentes de elenco é responsável por assistir a 1.000 fitas de audição em busca do próximo Harry Potter, Ron Weasley ou Hermione Granger.
Com mais de 30.000 inscrições para apenas alguns papéis, os produtores da nova série têm enfrentado grande sobrecarga devido ao alto número de interessados. No entanto, até o momento, os papéis ainda não foram definidos.
Lembrando que a primeira temporada de ‘Harry Potter’ está prevista para chegar ao streaming Max em 2026.
A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.
Steve Wolsh (‘Muck’) será responsável pela direção.
Produzido pela Living Dead Media, o novo filme não será um remake do longa original, mas sim um reboot ambientado no mesmo universo.
A história se passará na cidade da Pensilvânia, durante o Natal, em 1985, dezoito meses após os eventos do filme original.
“Nosso reboot de ‘A Volta dos Mortos Vivos’ irá expandir o universo que já conhecemos através dos cinco filmes da franquia, enquanto nos mantemos fieis ao espírito violento, tenso, sombrio e cômico adorado pelos fãs do clássico original pelos últimos 35 anos,” declarou a produtora.
A nova versão está programada para estrear em 2025, durante o período de natal.
O longa original, lançado em 1985, rendeu quatro sequências. Apesar dos três primeiros capítulos da saga serem populares entre os fãs do gênero, o ressuscitamento da franquia no direto no mercado de vídeo – com as sequências ‘A Volta dos Mortos-Vivos: Necrópolis‘ e ‘A Volta dos Mortos-Vivos: Rave‘ – não foi bem-sucedido, o que inviabilizou sua continudade.
O novo longa do DCU, centrado no vilão Cara-de-Barro, trouxe novidades empolgantes. De acordo com o The Hollywood Reporter, o filme, que promete explorar o vilão do Batman, terá um orçamento na faixa dos US$ 40 milhões.
A proposta é criar um filme de terror, com o roteiro assinado por Mike Flanagan, famoso por trabalhos como ‘A Maldição da Residência Hill’ e ‘A Queda da Casa de Usher’. O lançamento está programado para 11 de setembro de 2026.
Para efeito de comparação, alguns filmes recentes do universo DC tiveram orçamentos significativamente maiores: ‘Liga da Justiça’ (US$ 370 milhões), ‘Aquaman 2’ (US$ 205 milhões), ‘Shazam! 2’ (US$ 125 milhões), ‘Besouro Azul’ (US$ 104 milhões), ‘The Flash’ (US$ 300 milhões) e ‘Coringa: Delírio a Dois’ (US$ 200 milhões).
Segundo a reportagem, Flanagan tem uma grande admiração pelos episódios do Cara-de-Barro em ‘Batman: A Série Animada’.
No passado, o diretor já demonstrou interesse em desenvolver um projeto focado no vilão, descrevendo sua ideia como uma “tragédia solo de terror e suspense”. Embora os detalhes da trama ainda não tenham sido revelados, sabe-se que a proposta é reimaginar o antagonista, apresentando-o de uma forma mais complexa, talvez até como um protagonista.
Flanagan já finalizou o roteiro do longa-metragem. As gravações devem começar entre os meses de março e junho de 2025.
Além disso, Flanagan não deve entrar como diretor do projeto, em virtude de seu comprometimento no novo capítulo da franquia ‘O Exorcista‘. As informações indicam que ele ficará responsável apenas pelo roteiro.
James Gunn e Peter Safran estão atualmente procurando um diretor para o projeto.
Agora, o ambicioso projeto, que está sendo supervisionado pela Netflix, ganhou atualizações promissoras.
Em entrevista ao Deadline, a produtora Amy Pascal revelou que o primeiro longa começará a ser rodado em julho de 2025 – além de oferecer um insight sobre o que os fãs podem esperar da nova releitura.
“[Será] uma investida bem original sobre Nárnia. É tudo sobre ‘rock and roll'”, ela disse.
Pascal também rasgou elogios a Gerwig, dizendo que “nunca viu nada como [ela]”.
Vale lembrar que a diretora ainda não revelou qual livro de Lewis está adaptando, mas há especulações de que ‘O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa‘ integrará a franquia.
No total, os livros da saga já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.
O Hulu divulgou recentemente o trailer oficial da 2ª temporada de ‘The Bravest Knight’, aclamada animação infantil.
A primeira parte do novo ciclo estreia no próximo dia 13 de dezembro na plataforma de streaming, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Confira:
A série foi criada por Daniel Errico e dirigida por Shabnam Rezael.
‘The Bravest Knight’ acompanha a história de um jovem fazendeiro de abóboras que embarca em aventuras emocionantes por terras mágicas. Através da coragem, determinação e coração, ele se transforma de um herói improvável no cavaleiro mais corajoso do reino, enfrentando desafios, fazendo novos amigos e descobrindo seu verdadeiro destino em um mundo fantástico.
O ciclo final estreará oficialmente no dia 21 de outubro.
A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo, Nadja e Nandor. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson, que é um “vampiro de energia”.
Vale lembrar que, no Brasil, a série está disponível através do Star+.
A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.
Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.
‘Sonic 3’ chega aos cinemas neste Natal e, para celebrar a data festiva, a Paramount lançou novos cartazes de divulgação inspirados nos icônicos filmes natalinos.
Entre os filmes homenageados, estão clássicos como ‘Esqueceram de Mim’, ‘Duro de Matar’, ‘O Grinch’ e ‘O Estranho Mundo de Jack’.
Sonic retorna às telonas nessa temporada de férias em sua aventura mais emocionante até agora. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta.
Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.
Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
Woody Allen é um dos maiores diretores de cinema de todos os tempos. Deixando de lado as polêmicas em que envolveu sua vida pessoal, o diretor de cinema construiu uma assinatura em sua obra que seus fãs conseguem facilmente reconhecer: histórias centradas num protagonista masculino desengonçado, popularmente julgado como feio e que tem uma tremenda dificuldade para interagir socialmente, principalmente com mulheres. Entretanto, Woody conta seus filmes fazendo uso da comédia – ou melhor, da tragicomédia, pois suas produções quase sempre escorregam em muita perda para os personagens. Mas, e se em vez do humor tais histórias fossem contadas tais quais elas seriam na vida real: dramáticas e fora do controle? Assim é ‘Um Homem Diferente’, filme cult diferentão que chegou essa semana nos cinemas.
Edward (Sebastian Stan, de ‘Capitão América: Soldado Invernal’) trabalha como ator, conseguindo papéis subestimados em comerciais de gosto duvidoso por conta de sua aparência física. É que Edward tem alguma condição que deixou seu rosto totalmente desfigurado. Tendo vivido assim a vida toda, ele sente quando as pessoas ao seu redor ficam observando-o e rindo dele. Certo dia, uma nova vizinha, Ingrid (Renate Reinsve), se muda para o apartamento ao lado e o trata com naturalidade. É o suficiente para Edward se sentir interessado por ela, que lhe confessa ter o sonho de se tornar diretora de teatro. Para tentar fazer com que ela se apaixone por ele, Edward se submete a um tratamento estético inovador, que promete consertar todas as suas imperfeições. Mas ele não poderia imaginar que sua vida acabaria se tornando o mote para a peça de Ingrid.
Em determinado ponto de ‘Um Homem Diferente’ o personagem comenta sobre os filmes do Woody Allen, demonstrando a inspiração do projeto. Por isso, é seguro afirmar que ‘Um Homem Diferente’ poderia facilmente ser um filme do diretor novaiorquino, só que com um pouco mais de amargos à vida. Até mesmo Edward se veste tal qual os protagonistas do vencedor do Oscar: com calças cáqui largas, blusas xadrezes por debaixo de suéteres sem vida e chapéu estilo bucket. Sem contar a forma de falar, de andar e de se autoanalisar no enredo.
Destacada a referência, o roteiro de Aaron Schimberg vai construindo a ascensão e queda do protagonista de maneira bastante intensa, envolvido por um suspense que o espectador consegue adivinhar para onde está indo, mas mesmo assim não consegue não deixar de acompanhar (e de julgar) quando as coisas acontecem. Bem escrito e ainda melhor dosado, o ritmo crescente da sensação de desespero vai aumentando à medida que acontecimentos ocorrem na trama, e ocorrem na mesma medida em que o espectador sente empatia pelos personagens.
‘Um Homem Diferente’ retrata a angústia humana com crueza e ironia, um filme de Woody Allen sem o frescor daNova York ensolarada. Aqui, todos estão fora do circuito – a cidade, os personagens, as motivações. Um filme que mostra que tendo uma boa história e atores competentes, não é necessário grandes orçamentos. E assim como no Globo de Ouro, pode ir fácil para a lista final do Oscar.
Primeira produção original do novo Universo DC, Comando das Criaturas estreou na última semana e vem seguindo o formato de um novo episódio sendo lançado a cada semana. Criada, escrita e dirigida por James Gunn, série é uma animação para maiores sobre um grupo de vilões desajustados que precisam cumprir missões secretas para o governo dos EUA.
Parece repetido? Pois é, a trama é exatamente a mesma de O Esquadrão Suicida (2021), também escrito e dirigido por Gunn. Na verdade, a série é uma continuação do filme, já que a principal motivação para a criação do Comando das Criaturas é uma proibição do governo ao uso de presidiários humanos em missões suicidas. Porém, Amanda Waller (Viola Davis) encontra uma brecha no veto e forma um time composto por presidiários que não se encaixam exatamente nos conceitos de humanos. Assim, ela junta a Noiva, Robô Recruta, Dr. Fósforo, Fuinha e Nina Mazursky em um time liderado pelo pai do Rick Flagg – que também se chama Rick Flagg.
Sua missão é proteger a futura rainha de um país carregado de petróleo que está sob ameaça de uma amazona. O interesse é que a princesa mantenha a promessa de firmar parceria com os EUA para a exploração dos recursos naturais do país, obviamente. Mas, conforme o esperado, os primeiros episódios mostram a equipe se odiando e tendo dificuldade em trabalhar, o que rende momentos divertidos e cheios de situações politicamente incorretas – que combinam perfeitamente com o grupo.
O único problema da série até aqui é essa sensação de “já vi isso antes”. É a terceira produção comandada por Gunn no Universo DC, e acaba que ela é exatamente igual as duas anteriores. Em essência, é O Esquadrão Suicida e O Pacificador (2022) tudo de novo.
Ainda assim, por mais repetitivo que seja, funciona muito bem. O diretor sabe como pouquíssimos no cinema trabalhar essas equipes disfuncionais compostas por excluídos e personagens de menor apelo. Ele apostou na segurança para lançar seu primeiro projeto original no DCU, só que isso liga um alerta.
Gunn não é mais “apenas” um diretor da DC. Ele é a mente criativa por trás de todo esse universo. Sua insistência em personagens menos conhecidos seguindo a mesma premissa pode causar desconfiança nos fãs, que esperam uma mudança completa nos rumos do Universo DC. A prova de fogo será Superman, que estreará em 2025.
Enfim, a animação traz traços menos regulares, dando um jeitão mais cartunesco, que casa bem com a proposta dos personagens. Eles também flertam com o humor Looney Tunes mesclado com a ação típica das animações de super-heróis. É bem divertido.
Vale lembrar também que mesmo sendo uma animação, essa série já integra o novo Universo DC. Inclusive, nas possíveis adaptações em live action, o elenco será o mesmo. O que é um bom sinal, porque eles estão ótimos nos personagens.
Bom, com personagens carismáticos e muita ação, Comando das Criaturas não é surpreendente, mas é bem feito. Ao longo das próximas semanas, vamos ver se a série cairá nas armadilhas da trama repetida, causando a incômoda sensação de redundância, ou se encontrará novos caminhos.
Como de costume, a reta final do ano está cheia de lançamentos nos principais streamings. Pensando em você, que não quer perder tempo procurando o que assistir, o CinePOP listou cinco produções, dentre filmes, séries e documentários, que acabaram de chegar aos streamings no Brasil.
Tem suspense, biografia, aventura e muito mais. E para ajudar, o streaming em que a produção está disponível está citado logo abaixo da dica. Confira!
Vamos abrir a lista com uma produção excêntrica, mas bastante interessante. Após brilhar no terror sobrenatural Longlegs, Nicolas Cage estreia esse suspense cheio de neons, em que interpreta um passageiro demoníaco e violento que pede um táxi e vai infernizar a vida do coitado do motorista em uma noite sem fim. Para piorar, o rapaz está esperando o nascimento de seu bebê. Nessa corrida contra o tempo, o motorista vai tentar sobreviver às ações de Cage, enquanto sofre as piores torturas físicas e psicológicas possíveis. É tudo muito inesperado.
Garantia de lágrimas, Super/Man é a primeira produção oficial do novo Universo DC. O mais curioso é que esse documentário não foi produzido pela empresa, mas assim que James Gunn assistiu pela primeira vez, ficou tão encantado que encheu a paciência da Warner para comprar os direitos de distribuição e integrar a produção a essa nova fase dos quadrinhos no cinema. O filme é um documentário sobre o lendário Christopher Reeve, que imortalizou o Superman nos cinemas e abriu portas para que os super-heróis tivessem chance nas telonas. Porém, ele sofreu um acidente e ficou tetraplégico. Após enfrentar muitos desafios e sofrimentos, o ator decidiu usar sua influência e importância para chamar atenção para a causa e tentar ajudar a todos. É uma história cheia de surpresas, com depoimentos emocionantes e muitas lembranças de um dos atores mais queridos que já passou por Hollywood.
Minissérie derivada da franquia Divertida Mente, Produção de Sonhos é uma história divertida que se passa entre os dois filmes da saga. A trama é focada na parte do cérebro de Riley que é responsável, como indica o nome, pela produção dos sonhos da menina. Ou seja, é um “estúdio de cinema” com acesso às opções mais criativas possíveis. Porém, com a Riley crescendo, novos desafios chegam para essa equipe, que precisa inovar para manter os sonhos da menina interessantes. E a melhor parte é que a série é conduzida naquele melhor estilo The Office.
Aposta da Netflix para essa época natalina, Bagagem de Risco é um suspense interessante ambientado durante as Festas nos EUA. Na trama, um agente da equipe de segurança de transportes aéreos dos EUA é subornado para liberar o transporte de uma bagagem suspeita em um voo durante a véspera de Natal. O primeiro problema é que esse suborno inclui a segurança de sua própria família. O segundo problema é que ele descobre que a tal bagagem de risco que ele liberou é, na verdade, uma bomba que vai explodir um voo comercial abarrotado de gente inocente. Ciente de suas ações, o rapaz agora vai correr contra o tempo para tentar impedir uma tragédia aérea durante o principal feriado do ano.
Considerado uns dos jornalistas de maior criatividade da imprensa brasileira, Maurício Kubrusly marcou época nos anos 80, quando entrou para a Globo e começou a aparecer nacionalmente na emissora. No Fantástico, seu quadro “Me Leva, Brasil” conquistou a audiência e se destacou na grade do programa. Foram quase 20 anos de Globo, até que ele simplesmente “desapareceu” do dia a dia dos brasileiros. Ele foi diagnosticado Demência Fronto Temporal e vive no Sul da Bahia com sua esposa. O documentário conta um pouco da vida profissional de Maurício, mas se destaca por mostrar a história de amor entre esse casal tão unido.
A icônica cantora e compositora Taylor Swift completa 35 anos no dia de hoje, 13 de dezembro – e é claro que não poderíamos deixar seu aniversário passar em branco.
Pensando nisso, montamos uma breve lista elencando dez músicas muito subestimadas da carreira da loirinha, tentando perpassar por todas as eras que ela já nos entregou.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual canção você acha a mais subestimada:
“Fifteen” é uma das canções mais belas e pessoais de Taylor Swift e, como ficaria marcado ao longo de sua explosiva carreira, foi inspirada por seu primeiro coração partido, ainda no colegial. A balada country-pop traz mensagens de empoderamento e aconselha adolescentes a não se apaixonarem tão fácil – ainda mais quando as consequências podem ser drásticas.
“Enchanted” foi inspirado por um rapaz que Swift conheceu em Nova York mas que nunca o viu pessoalmente. Trocando e-mails entre si, a música é acompanhada por um tom agridoce de não saber se esse relacionamento sem precedentes seguiria em frente ou se encontraria obstáculos diversos. Uma platônica declaração amorosa que deixa a canção ainda mais polida do que já é.
Voltando às raízes, Taylor Swift reabriu as portas para o country com a música homônima do álbum ‘Red’. Colaborando mais uma vez com Chapman e, dessa vez, com Dann Huff, a performer utilizou metáforas interessante para falar de um relacionamento tumultuoso e intenso – e, apesar das boas intenções, teve recepção ambivalente por parte da composição.
“All You Had To Do Was Stay” pode não ser um single oficial de ‘1989’, mas é um de seus pontos altos depois de “Out of the Woods”. Trazendo Swift no melhor de sua composição pop, a semi-balada é construída com singelo crescendo que se envolve em um dançante refrão e uma análise de um amor que não foi correspondido e que, agora, é tarde demais para ser recuperado.
“DON’T BLAME ME”
Álbum: Reputation
Taylor Swift nos deu vida com as inflexões do dub de “Don’t Blame Me”, uma das faixas mais coesas de ‘Reputation’. Misturando elementos do gospel e do synth-pop, a canção merecia ter ganhado mais atenção da mídia, mas ao menos caiu no gosto popular. Os versos tratam do amor como se fosse uma droga viciante e perigosa, ainda que necessária.
Seja com metáforas líricas on point, seja com uma produção bastante caprichosa e saudosista, “The Archer” foi lançada de surpresa e, mesmo assim, não se configurou com um dos singles principais de ‘Lover’. De qualquer forma, o dream-pop e o new wave se uniram em uma potente composição movida pelos sintetizadores e trazendo uma das rendições mais pessoais de Swift.
Enquanto a carreira de Taylor é recheada de explosivos e dançantes refrões, “Miss Americana & The Heartbreak Prince” prova que ela não tem medo de experimentar coisas novas. Apostando na suavidade de um synth-pop e num verborrágico enredo do medo de perder alguém, essa faixa é um dos estandartes que passaram longe do radar de ‘Lover’.
“CHRISTMAS TREE FARM”
Sem álbum
“Christmas Tree Farm” é uma das músicas de Natal mais adoráveis e bem escritas dos últimos anos e, por mais que não se equipare ao estrondoso sucesso que Swift fez ao longo da carreira, é uma celebração digna de fim de ano que merece entrar para nossa lista de festividades. A faixa foi produzida por Swift e pelo vencedor do Oscar Jimmy Napes.
A melodia mágica entre o violão e o piano transforma “Seven” em uma das melhores entradas do trajeto trilhado por Swift até hoje. Aqui, ela se restringe a declamações poéticas e incomuns às incursões vocais a que estava acostumada. Seja pelo sutil prolongamento das vogais, seja por retomar as raízes de Pensilvânia, a música é saudosista e emocionante ao longo de seus três atos.
É difícil não se emocionar com a potência taciturna de “marjorie”. Um dos muitos ápices artísticos de Swift em ‘Evermore’, a faixa trata com carinho e com uma saudade imbatível Marjorie Finlay, falecida avó da performer que a encorajou a mergulhar no mundo da música. A própria cantora e compositora disse que Finlay a visita, ainda que em sonhos, para lhe dar inspiração e para segurar sua mão em momentos difíceis.
Ryan Reynolds, estrela de ‘Deadpool e Wolverine’, comentou recentemente sobre a possibilidade de reprisar seu papel como o Mercenário Tagarela nos próximos filmes dos ‘Vingadores’.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Reynolds compartilhou atualizações sobre o futuro do herói.
“Não há atualizações para compartilhar ainda. Mas eu confio minha vida a Kevin [Feige] e Lou D’Esposito [executivo da Marvel]. A característica que mais gosto sobre Deadpool é que ele é um fã. O entusiasmo dele e o desejo de fazer parte de um time são realmente cativantes para mim. É a história de realização de desejos dele”, afirmou.
“Mas eu não acho que ele deveria nunca ser um Vingador ou um X-Man”, afirmou Reynolds. “Se ele se tornar qualquer um dos dois, chegamos ao fim”.
Quando questionado sobre recusar estrelar ‘Vingadores’ ou outros filmes do MCU, ele disse: “Justamente o contrário! Eu acho que Deadpool funciona muito bem aparecendo com os X-Men e os Vingadores, mas ele sempre precisa se manter como um outsider. O sonho dele é ser aceito e apreciado, mas ele não pode ser aceito”.
“O mecanismo de defesa dele de desviar a vergonha com humor só funciona quando ele usa isso para cobrir suas muitas inadequações. Se e quando ele se tornar um Vingador ou um X-Man, estaremos no fim da jornada dele”, completou Reynolds.
Sobre um novo ‘Deadpool’, ele afirmou: “Eu tenho algumas ideias e propostas, mas nenhuma delas centra no Deadpool. Ele é um ótimo coadjuvante ou jogador de elenco. E eu sempre quis ver Deadpool e Wolverine juntos de alguma forma”.
“Focar no Deadpool funciona melhor se você tirar tudo dele e colocá-lo contra a parede. Eu realmente não posso fazer isso novamente. A quarta vez parece um pouco repetitiva e redundante. Isso não significa sacrificar a diversão. Ainda há um arco para Deadpool que é gratificante e poderoso”, completou.
Lembrando que Robert Downey Jr., intérprete original do Homem de Ferro, retornará como o vilão Doutor Destino.
Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’) serão responsáveis pela direção.
A Marvel Studios está reinventado a origem do Homem-Aranha na nova série animada ‘Seu Amigão da Vizinhança: Homem-Aranha’.
Segundo o ComicBook, a trama, que se passa antes dos eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil’, apresenta um Peter Parker ainda em construção, lidando com os desafios de ser um adolescente e um super-herói iniciante.
A série introduz algumas mudanças significativas em relação à origem clássica do herói. Uma das mais notáveis é a presença de Nico Minoru, personagem dos Fugitivos, como colega de classe de Peter. A amizade entre os dois adiciona uma nova dinâmica à história e abre portas para futuras aventuras.
Outra mudança surpreendente é a forma como Peter é picado pela aranha radioativa. Ao invés da tradicional feira de ciências, o incidente ocorre do lado de fora da Midtown High, com a aranha atacando Peter de forma inesperada. A ausência de explicação sobre a origem da aranha radioativa levanta questionamentos sobre a natureza da mutação e abre espaço para futuras revelações.
A série também apresenta um novo vilão para Peter enfrentar: Cabelo de Prata. O chefe da máfia e seus capangas são os responsáveis pelo incêndio na Midtown High e se tornam os primeiros adversários do Homem-Aranha nessa nova fase.
‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’ chega ao Disney+ em 29 de janeiro de 2025.
A first official look at the ‘SpiderMan’ ‘Oscorp Suit’ in ‘YOUR FRIENDLY NEIGHBORHOOD SPIDER-MAN’. pic.twitter.com/cyst2a4y3J